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DASH #03: To The Moon

“Sempre pensei que fossem faróis…”

No terceiro e último DASH Podcast de 2011, André Campos e Ricardo Dias discutem sobre um daqueles jogos independentes que, mesmo com seus gráficos pixelados, mesmo sem voz ou milhões de dólares investidos, conseguem impressionar muito mais que a maioria de seus rivais de sessenta dólares por aí.

No primeiro bloco, sem spoilers, falamos por alto sobre a estrutura da história, os personagens principais, o passado e inspirações do criador de To The Moon.

Em seguida, mergulhamos fundo na história, mecânicas de jogo e interpretamos os conflitos, referências, simbolismos e tudo o mais com muita discussão existencial e filosofia de boteco. O que aconteceu entre Johnny e River? Quem é Anya? Qual é a do ornitorrinco de pelúcia? E os origamis?

Para não tomar os spoilers e experimentar essa história por conta própria, participe da promoção do Jogabilidade que vai sortear cinco cópias do To The Moon entre nossos seguidores no Twitter e fãs no Facebook.

Tá No seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

Links:

  • Evandro

    E lá se vai meu dinheiro. ¬¬
    Seus viados!

    • Mullenkedheim

      Dessa eu ri litros! XD

  • Não conheço, mas se recebeu um cast só pra si, deve ser foda^^

  • ghadernal

    lol nunca ouvi falar! xD mas vou escutar assim msm

  • Li algo na kotaku, mais não conheço o jogo. baixando o cast e quem sabe comprando o jogo.

  • MAAAAAAAAAANO!!
    Baixando o cast agora, mas que foda! Esse jogo tem uma das histórias mais lindas que eu já vi! Me fez chorar como um ninja silencioso.
    E vocês são o primeiro podcast brasileiro que eu vejo falar dele (ainda mais dedicar um cast inteiro).

    Admiração +1000!

    BTW, quem foi que disse que nunca ia sair nada de bom do RPG Maker, hein?

    • RPG Maker é uma ferramenta muito subestimada…

      Recentemente eu conheci um jogo feito nele, chama-se Yume Nikki, que é conceitualmente incrível, existem muitas possibilidades, já que o mundo que lhe é mostrado é completamente não-linear. Seu objetivo no jogo é coletar todos os itens espalhados pelos mapas, que são extremamente bizarros e confusos.

      Recomendo Yume Nikki pra todo mundo que quer jogar algo diferente, e que seja realmente interessante, além de complicado, não é ruim ser forçado a olhar coisas na Wiki, já que os itens são bem difíceis de serem encontrados.

      • Thomaz

        Caralho, eu acho que já joguei esse yumi nikki. É muito estranho e incrível ao mesmo tempo ._.(O que eu me lembro é de uma garotinha que começa indo para a cama e acorda do lado de fora do quarto. se for esse.)

        • NUOSS agora que eu me liguei que jogo é esse, mindfuck total!

  • EduardoDS_

    Quando eu vi o nome achei que só eu não conhecia. Da pra testar o jogo por uma hora, depois testarei.

  • Squallnathan

    Ainda ouvindo, mas se já me fizeram jogar Braid, com certeza tb jogarei esse. =D

  • Marco_Alves

    Baixando…

    Hm…Ganhou "Best Story" no GOTY Awards, então ñ deve ser um jogo de RPG qualquer '-'

    Acho que vale a tentativa, mesmo ñ gostando muito de jogos desse estilo

  • Rafael J.

    Eu comprei o jogo essa semana e é simplesmente foda a história. E hoje vejo que vocês fizeram um podcast sobre ele! Parabéns!

  • Parando o cast, e deixando pra ouvir depois que jogar =D

  • Igor SMC

    Eu amo esses jogos indie que conseguem ser fodas, apesar de todas as limitações de produção… Vou esperar virar o mês, e vou comprar com certeza! 😀 Já que o Majin disse que vai ter spoilers, infelizmente não vou poder ouvir o cast agora…. Ç_Ç Depois quando eu jogar eu volto aqui para comentar… Obrigado pela indicação! 😀

  • Dinopron

    Faz tempo que eu quero comprar esse jogo no Desura (e Oil Rush), mas eu estou focado nas promoções de fim de ano do Steam, agora não tem jeito, vou ter que comprar para poder ouvir o cast. Eu sei que o jogo é bom mas nunca pesquisei nem a jogabilidade nem o enredo para chegar no jogo virgem (eu estou me guardando para o Stanley Parable também). Só o que eu sei sobre "To the moon" é que ele teve a participação da Laura Shigihara, que compôs a trilha de Plants vs Zombies e canta "Zombies on your Lawn".

  • Rafael

    Ainda não conheço o jogo!

    Vou escutar até a zona de spoiler… Obrigado por me apresentarem mais um grande jogo. Parabéns!

    • Rafael

      Comprei o jogo, joguei de 19:00 as 23:00 é só uma coisa a dizer. Nooooo que jogo fodaaaaaaaa! Game finalizado, fim do cast escutado. PQP… Melhor jogo do mundo! Esse é o tipo de jogo que tem que virar uma mega produção com gráficos 3d em todos os idiomas… Parabéns

  • Rodrigo_T

    Sinto o cheiro de um novo Braid por ai!!!

    • Rodrigo_T

      Btw, baixei o game e estou jogando assim como fiz na epoca do cast de braid… Hype alto ja q rick e andre disseram no tuiter que jogaram um jogo fodao e imagino q seja esse.

      • Rodrigo_T

        Feedback em tempo real: o jogo comecou chatinho… depois mostrou um senso de humor que me fisgou(role playing ROFL), e entao a historia comecou a ganhar profundidade… estou muito intrigago no momento… e a trilha sonora n fica atras…

        • Rodrigo_T

          Nossa velho… Me sinto assistindo um filme excelente, os dialogos sao incriveis, comecei o ato 2 e ja estou completamente fã do game… Roteiro e game design impecaveis…

          • Rodrigo_T

            PQP… acabei de ver uma cena q me deu arrepios… jogo lindo!!

          • Rodrigo_T

            Game finalizado… nota 10/10… agora continuar essa experiencia ouvindo o cast pq a "cena pos creditos" me deixou com o hype nas alturas.

          • BOAAA!!!! =DDD

          • Rodrigo_T

            Pra finalizar: Cast terminado, eu so queria agradecer ao rick e ao andre, tanto por me apresentarem o game como por "conversar" sobre ele… msm q minha participacao na conversa seja como ouvinte.

            Vcs colocaram varias observacoes que eu tbm reparei no jogo. So tem uma coisa q nao me agrada nesse tipo de historia e vcs levantaram o debate… vale a pena viver uma mentira?
            Pra mim nao, e por isso achei o jogo muito triste, porem comovente.
            Outra questao levantada no cast sensacional… A midia escolhida pra contar a historia foi a melhor??? Eu realmente nao sei responder essa questao. Pra mim uma serie de TV fechada HBO de qualidade seria epico.

  • matheus

    Assim com Braid, me interessei e vou adquirir esse jogo. Fiquei pensando que seria legal um podcast sobre o jogo From Dust. Um dos meus favoritos de todos os tempos. Mesmo já zerado, ainda revisito ele de vez em quando.

    Ah, outro jogo que eu gostaria de ver um podcast, mas é impossível: Harvest Moon!

  • Bombardelli

    Dessa vez vou esperar. Braid e Limbo foram jogos que eu pensei que os spoilers não iriam atrapalhar tanto e acabei sentindo bastante, e pelo jeito o To The Moon ta claramente no mesmo estilo.

  • Evandro

    Pela primeira vez deixei de ouvir um cast todo. u.u Vou comprar mas só jogarei quando sair a tradução. Vocês tem previsão de quando terminam?
    Valeu

    • Vish cara… Talvez final de janeiro a gente termine. Mas nada garante que eles disponibilizem assim que terminarmos, pois tem outras línguas no processo de tradução também.

  • Hoje de manhã estava vendo videos do Cry (video comentados, geralmente indies bem interessante, e muito divertido recomendo. xD) e me deparo com esse To The Moon que só havia ouvido falar no review do Giant Bomb, resolvir assistir.
    http://youtu.be/LzKf_E1qoNQ

    Depois de ver duas partes e com os olhos já marejados resolvi para de asssitir e comprar esse jogo, pois ele merece ser experenciado por inteiro e não só em video.

    E quando menos espero encontro aqui um cast sobre ele. Vocês estão foda de mais! Dois cast em seguida de jogos com foco em pessoas e humanidade e com uma margem para repletir bastante. Agora você ganharam +10000 em respeito e admiração. Continuem assim, por favor. xD

  • Lembro de ter visto esse game em alguma lista de melhores do ano, logo fui procurar a respeito, pelo que encontrei tem uma das histórias mais lindas de games.

  • KrazyFox

    Alguma chance de ele sair num Humble Bundle da vida? '-'

  • mcsundaeguy

    Acerca de designers compositores: André, você nunca jogou Guilty Gear ou Cave Story? '-'

    Não posso ouvir o Cast todo (obrigado por avisarem), mas estou adorando a abordagens de jogos menos conhecidos no cast. Espero que um dia chegue a vez do "Beyond Good & Evil".

    No mais… vocês estão traduzindo o jogo? que legal! acho que isso foi o que me convenceu mais do que tudo nesses curtos 23 min de podcast sem spoiler.

    Quando um fã abre mão do que fazer para se entregar a um projeto como esses… é a maior prova de amor a uma obra que posso imaginar, estou convencido a comprar até décimas opiniões. ^ ^

    • Marco_Alves

      Realmente, Cave Story é outro ótimo jogo indie, coincidentemente finalizei ele semana passada

  • Bruno Leão

    É a primeira vez NA VIDA que paro um podcast no meio por que dizem pra jogar a parada antes. É o nível de moral que vocês dois tem comigo.

    Em um tópico não relacionado, deixo aqui algusn ditos populares: Com grandes poderes vem grandes responsábilidades; Quem muito grita 'lobo' um dia fica sem socorro; Agua forte, pedra dura, com ferro será ferido.

    Também to participando da promoção. Como prova da minha falta de cartão de crédito internacional digo apenas que não comprei nenhum jogo na Steam na ultima semana. É fato que qualquer um com acesso a um cartão válido lá fora já teria torrado até a poupança da faculdade e o seguro caixão nas compras. Me sinto um cachorro assistindo o frando assando no rolete na frente da padaria aos domingos.

    Abraços..

    • Bons ditos populares! Penso neles todo dia antes de dormir (é sério)… =)

  • rodit

    ta escutei até os Email agora volto a ouvir assim que jogar !

  • Eu baixei a versão free e não joguei ainda. Ainda não escutei o cast também, mas já vi que vou comprar o jogo.

  • hatjerboy

    Parei o cast na hora que ia começar os spoilers, comprei o jogo e acabei de terminar o jogo, pqp o jogo foi foda, agora vou terminar de ver o cast \o/

    • AEW!!! Nosso primeiro ouvinte que postou ter terminado o game! =D

  • Rodrigo_T

    Vlw Dash, nao fosse por voces acho q jamais teria jogado essa maravilha!

    • Rodrigo_T

      Pekeno spoiler__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Assim que a medica indicou o livro eu dei uam googlada, me ajudou a entender mais a situacao dela… ja q em nenhum momento no game ele fala q condicao eh essa.

  • Gabriel RR

    Galera, com esse cast consolidei minha opinião que dois participantes é um ótimo modelo pro podcast, pelo menos quando vocês forem falar de um jogo específico.

    Fica mais fluida a conversa e cada um pode dar suas impressões e falar tudo o que quer sobre o jogo, sem deixar nada pra trás, e ainda continua divertido de ouvir.

    Deixo como sugestão chamarem participantes apenas quando o assunto do cast variar, ou quando for uma franquia maior, em que o podcast fique mais longo.

    Sobre esse cast, ouvi até o final sem ter jogado o jogo pois não sabia se iria gostar dele sem saber sobre a história e …. putz…que foda… muito emocionante, não tenho nem palavras.
    Continuem com o ótimo trabalho e no mais, nada mais.

    • Rodrigo_T

      É verdade, me surpreendeu como esse modelo de dois caras conversando ta dando certo…

  • Não joguei e nem sabia da existência do jogo. E resolvi encarar os spoilers mesmo assim. E, PQP, juro mesmo que me emocionei com a história, mesmo sem ter jogado.

    • Mesmo assim, tente dar uma chance ao jogo! =)

      • Sim, publiquei meu comentário incompleto. Me interessou bastante! Foi a mesma coisa com o Braid: ouvi o cast primeiro no NowLoading, com spoilers e tudo, e ainda assim consegui achar o jogo muito foda. E depois de um cast tão bom quanto esse, é óbvio que irei comprar 🙂

  • FrankCastle

    Mais uma vez gostei por ser um jogo mais independente e esse realmente eu não conhecia. Vou ouvir o início, mas quando chegar nos spoilers, acho que vou parar, pois na época do Braid ouvi tudo porque o jogo não rodava no meu PC e não imaginava (na época) que iria poder comprar um Xbox 360.

  • EI, EI, EI! Perai, eu tenho o DVD de Vanila Sky e não lembro do final ser assim não. Posso até estar enganado, mas a solução do problema é outra bem diferente (não quero escrever aqui para não dar spoiler)

    Edit: minha memória que me trai, mesmo. De acordo com a Wikipédia é isso mesmo tal como o Majin (desculpe, agora é André, né?) disse.

  • OK, escutei uns 20 minutos do cast…. e vocês conseguiram mais uma vez !! se eu não ganhar a promoção do game, eu vou fazer de tudo para conseguir o cartão do meu irmão emprestado kkkkkkk.

  • agora sim quero uma copia desse jogo ai muito bom o cast continuem assim

  • Diablo2000

    Nunca antes na minha vida eu achei que ia chorar em um jogo, muito menos um jogo feito no RPG Maker.

    Lindo, Lindo… Só agora que eu vou ouvir o cast.
    Deixou ponta para continuação e eu quero mais…

  • Um jogo Indie? Vocês fizeram um cast inteiro sobre um jogo indie!?

    PQP! Vou comprar agora pra poder ouvir o Cast. Sou muito fã de jogos Indie =D

  • matheus

    Assim com Braid, me interessei e vou adquirir esse jogo. Fiquei pensando que seria legal um podcast sobre o jogo From Dust. Um dos meus favoritos de todos os tempos. Mesmo já zerado, ainda revisito ele de vez em quando.

    Lembrei do Harvest Moon, sei lá porque. Meu sonho, o André fazer um podcast de harvest moon.

  • ALisson001_

    Droga preciso arrumar um emprego urgente!

  • Daniel

    Joguei por uma hora aqui, já gostei; esperando ganhar a promoção para então jogar e ouvir o resto do cast :).
    Sobre o cast de 2 pessoas, ate agora não mostrou muitos problemas; no futuro acho que pode ser bom para variar o clima e o público.

  • jorgequerubim

    Caramba, que jogo! Poucas histórias me derrubaram como essa, e que final…
    Aplausos, milhares de aplausos!! Escutei o começo, comprei o jogo, finalizei e depois ouvir os comentários de vocês desta obra de arte! lembrou um pouco como o majim disse "Vanilla Sky", mas tem muitos elementos de "Brilho eterno de uma mente sem lembranças". Abração a todos e Feliz ano novo!

  • Raul

    me fizeram baixar o demo, o mais legal é que eu não tenho como comprar e to maluco pra continuar jogando 🙁 se eu não ganhar a promoção vou ter que roubar o cartão de alguem *risada maligna*

  • Mulligan

    Virei a noite jogando, acabei de terminar, muito foda, amanha acabo de escutar o podcast

  • matheus

    Ao fim do jogo penso que é mais uma história jogável do que um jogo propriamente dito.

  • *cantando sozinho com cara de paisagem* Fly me to the moon… And let me play among the staaa-aaaaaars… *bocejando*

    Anyways, daqui a pouco vou ouvir o cast, principalmente porque encaro os podcasts não como spoilers, mas como dicas do tipo "vale a pena ou não jogar este jogo?".

    • Velho, não sei por que mas essa música de "Fly me to the moon" sempre aparece na minha cabeça quando penso nesse jogo. E NÃO TEM NADA A VER!!!!!!!
      AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!
      =P

  • Dinopron

    Comprei e terminei também e … uau! superou todas as minhas expectativas, a história mistura humor e drama maravilhosamente, mais de uma vez me peguei com olhos marejados. Vou ouvir o cast agora sem peso na consciência, domo arigatou dashers T_T

  • KrazyFox

    E eu tô acordado até agora, madruguei com o jogo, aí não ía dormir enquanto não ouvisse o cast, aí de novo não ía dormir enquanto não mandasse email, aí não estou dormindo até agora, não sei porque.

    Comofaz pra dorme agora? @__@

    • hatjerboy

      Kkkk vi o krazyfox online na steam e já era 5 da madruga, mas como ele sempre fica acordado até tarde, não achei que ele estivesse jogando to the moon ;D

    • Lpolon

      Krazy, vim do futuro para te contar que somos 2 =p

  • Mendigobob

    Começando a jogar To The Moon, só pra ouvir o cast inteiro. Mentira, porque realmente fiquei com vontade.

    É muita felicidade ter um novo cast, acho que todas as viúvas do nowloading devem pensar assim.

  • Acabei de finalizar…Com certeza um dos melhores jogos que já joguei na minha vida!

    Muito obrigado ao pessoal do Dash por me apresentar essa obra de arte, que esse seja o primeiro de muitos jogos que o Dash me fará jogar.

  • Parei antes dos Spoilers e vou começar a jogar NOW!

  • inominavel

    Ok, tive que parar de ouvir assim como no de BRAID, que só voltei a ouvir depois que terminei o jogo e foi muito FODA! a lista só está aumentando conforme estão sendo lançado os DASH's tá dificil acompanhar o ritmo de vocês.

    Agora off topic

    Está muito bom esse formato de dois participante, achei muito fluido e fácil de acompanhar o assunto com apena duas pessoas, acho que esse formato já se consalidou, espero que mantenham ele.
    André e Rick estão de para bens! agora é só continuar fazendo Dash que vocês chegam lá……….. NA LUA! hehehee

  • Bombardelli

    Eu ainda dei uma empurrada além da zona de spoilers mas parei. Sei lá, dessa vez não tenho coragem.

  • Passei aqui apenas para dizer que ouvi o inicio do cast, mais ou menos com 18 min e parei. Comprei o jogo e vou para casa jogar. Dps volto para ouvir o resto do cast e comentar aqui o que achei do jogo.

    Pelo que o pessoal tá comentando, vai ser mto bom!

    • Finalmente tive a chance de jogar e depois ouvir o cast.

      A historia realmente é fantástica. A jogabilidade eu não gostei. Acredito que existam varias outras maneiras de se contar essa historia. Nos games é uma das melhores maneiras de ver tudo sendo contado, porém talvez se fizer de outra maneira ficaria perfeito.

      Espero que no próximo capitulo isso seja alterado.

  • Elias Rodrigues

    Amigos,

    Não parei de escutar o cast porque, pela descrição antes da zona de spoilers, cheguei a conclusão de que o jogo realmente não era pra mim e que não teria tempo hábil para dedicar-me a ele. No entanto achei o roteiro interessante e dramaticamente envolvente. Compartilho da opinião de que talvez se saísse melhor em outro tipo de mídia que não fosse o videogame.

    Sobre o DASH, posso dizer que gosto da forma que os games são abordados apesar de ter passado longe da série Persona por não fazer meu estilo. Porém comprei Portal 2 na promoção do Steam e estou gostando muito. Uma terceira pessoa não fixa e variável por cast seria uma adição interessante.

    Abraços.

  • Poisony

    O resto desse vai ficar guardado pra quando eu jogar o To The Moon. Lembro que foram esses mesmos dois rapazes que me fizeram olhar pra Braid e, de carona, toda a cena indie de games que, pra mim, é o lugar pra se visitar pra quem procura inovação nesse nosso entretenimento artístico.

  • Gugao

    Obrigado por este excelente podcast, só de ouvir já fiquei emocionado… preferi ouvir até o final, não tenho problemas com spoilers, vou jogar com certeza…

  • Ou o jogo é realmente awesome, ou estou ficando gay e me emocionando por qualquer coisa.
    Prefiro a primeira opção ;P
    Obrigado pela dica, matou uma tarde inteira de um recesso tedioso.
    Confesso que eu fiquei com sensações um pouco conflitantes depois do término do jogo.
    Eu me envolvi bastante no começo (tanto que uma das partes que eu me emocionei foi bem no comecinho mesmo, num diálogo que o John tinha com a River, até me senti um pouco patético por isso, haha), mas, conforme a história foi se desenrolando, eu fui perdendo um pouco essa "imersão". Não sei ao certo o porquê.

    — SPOILERS —

    Fato é que o ápice do enredo é, de fato, aquele momento em que mostra como o John e a River se conheceram, mas, o que vem depois disso… sei lá. Fiquei com a sensação de que as coisas ainda podiam ter sido diferentes. Apesar de a história terminar com os dois "juntos", achei que a história que os dois tinham construído ainda era melhor do que aquilo, apesar do final trágico.
    Estou sendo muito chato?
    Enfim, de qualquer forma, valeu muito a experiência.
    Abraço!

    • Rodrigo_T

      Concordo 100% com vc… Mas tanto a ultiam cena antes dos creditos qnto a pos creditos nao deixam a peteca cair.

  • A cobertura de vocês sobre o jogo foi perfeita, mas acho que vou mandar minha opinião por e-mail pra não largar spoiler de graça aqui na página de comments… 😀

  • Parabéns, cast foderoso… só não chorei como um ninja silencioso pois estava almoçando e ouvindo num restaurante e todos iriam apontar para mim e rir.

    • Hauhauha seria uma cena deveras engraçada!

  • Ogro Himself

    Ouvi os primeiros minutos do cast e o jogo me fisgou, já que Amnesia e Vanilla Sky são dois dos meus filmes favoritos. Só não comprei e joguei naquela hora mesmo porque era tarde e tinha que ir dormir.

    ####### Possíveis SPOILERS #######

    A discussão sobre viver a felicidade de mentira já ta ai a anos. Imagine uma pilula capaz de te dar a sensação de felicidade, simples, fácil e sem esforço. Sera que o sujeito se realizaria com isso facilmente?

    Eu acredito que não. O ser humano é um eterno insatisfeito. O que nos move é a BUSCA pela felicidade, não a felicidade em si. Quando atingimos um objetivo que nos deixa felizes, gozamos da felicidade por um certo tempo e depois o deixamos de lado, em busca da próxima meta.

    Eu fiquei com muita raiva do Johnny no high school, pois naquele momento ele foi muito mesquinho. Ele não quis se aproximar da River por ela ser diferente dos outros (o q é uma atração natural) mas sim porque ELE queria ser diferente.

    Só fui entendê-lo quando o seu passado foi completamente desvendado. Vejam se concordam comigo:

    Ele sofria seriamente do estigma de "ser mais um". Tinha um irmão gêmeo que, além de ser o preferido da vaca da mãe deles, era realmente alguém especial. Joey já tinha um sonho, parecia ser um garoto inteligente e parecia ser bastante maduro. Johnny devia se sentir um secundário, afinal ele era só "mais um John".

    Acho que foi isso que fez ele se atrair por River, não só no highschool mas na noite do festival. Afinal, ela quem disse: as estrelas são todas iguais, mas cada uma delas brilha de um jeito especial.

    Por fim, fiquei com a impressão que no final Johnny alcançou sim a Lua. Lembrem que quando o "inception" é plantado, toda timeline de memorias se modificam ao mesmo tempo. O Joey aparece em memorias bem mais recentes (no bar por ex) e o velho Johnny, provavelmente um astronauta aposentado, descansa com River ao lado do farol.

    O momento final da decolagem foi escolhido para ser visitado pelos personagens Por ser o grande trunfo da vida de John, o momento que o seu irmão especial é quem passa a admirá-lo. E claro, quando o velhinho finalmente deixa esse mundo, ele está de mãos dadas com a sua esposa que já partiu na frente dele e o está esperando na lua.

    Simples e perfeito. Desde Final Fantasy 6 sprites não me emocionam tanto. Obrigado pela recomendação. Abraço, galera!

    • Bela colocação ogro!

      Além de tudo, também tem o fato do Johnny já ter conhecido a River antes mas não se lembrar… Ele provavelmente queria se aproximar dela novamente mas não sabia exatamente o motivo. Dai deu essa desculpa de querer ser diferente.

      A parte dele ter chegado na lua, também é verdade. Lembro que realmente eles visitaram esse pedaço da memória só para vivenciar o triunfo do personagem. Mas continuo achando que se chegou ou a nave explodiu no meio do caminho, é indiferente. No final, a lua não era o objetivo, e sim um meio. O que ele queria mesmo era encontrar a River novamente.

      Obrigado pelo comentário muito bem posicionado! É esse tipo de coisa que queremos incentivar aqui no Jogabilidade. =)

      • Ogro Himself

        a impressão que eu fiquei é que sim, tinha algo no fundo da memoria dele que o atraiu pra River pela 2a vez, mas ele AINDA sentia a necessidade de ser o diferente. Ele não tinha esquecido totalmente de River, mas tb não tinha esquecido totalmente do Joey.

        E sim, concordo … o que importa mesmo é que na hora que ele partiu a River estava do lado dele.

    • Lpolon

      "Eu acredito que não. O ser humano é um eterno insatisfeito. O que nos move é a BUSCA pela felicidade, não a felicidade em si. Quando atingimos um objetivo que nos deixa felizes, gozamos da felicidade por um certo tempo e depois o deixamos de lado, em busca da próxima meta. "

      Talvez você se interesse em saber que este é o ponto de partida dos questionamentos daquele tal Schopenhauer. Ele parte daí e o "filósofo do pessimismo" não concorda com você =]

      No mais acho que você sintetizou bem parte da história!
      um abraço! e um bom ano pra você!

    • Ricardo Lopes

      Essa parte do colégio do diálogo com o Nicolas também me fez pensar que Johnny depois da morte do irmão estava sempre vivendo à margem da vida de Joey, por isso ele vivia dizendo que queria algo dele. Lá no seu subconsciente, a experiência do seu primeiro encontro com River foi essa coisa especial. Mais do que tudo, era ela que dava essa identidade especial para ele por aquele momento e porque ele queria fazer de tudo para deixá-la viva.

  • Johnatan

    Ouvi falar desse jogo,eu lembro que vi o trailer dele mas eu não tinha entendido a proposta do jogo, aí quando eu finalmente saquei qual era percebi que é um dos melhores rpgs indies criados até então

  • O Cast ficou muito bom, conheci esse jogo no site metacritic e vi que ele tinha recebido boas notas dos usuários com comentários enaltecendo sua historia, joguei o demo de uma hora, gostei e comprei o jogo, joga-lo foi uma experiência muito boa, porem não recomendo o jogo para quem não curte muito o cenário independente ou jogos com gráficos antigos, caso contrario, vai fundo que vale o investimento.

    —————————— SPOILERS ZONE ——————————

    Quando comecei a jogar, como vocês, não fazia ideia do que o jogo era, e até aquela luta fake de RPG realmente achei que era um jogo no melhor estilo jRPG, mas depois fiquei tranquilo vendo que não era isso. Sobre o final, achei muito deprimente, tipo aquele final que te derruba, fique assim com o final do Vanilla Sky também. Para o John foi muito bom, ele viveu da melhor maneira que poderia ter vivido e no fim nunca soube que tudo não era real, mas achei essa atitude muito egoísta da parte dele, ele deveria ter encarado a realidade em respeito a própria River, ela não teve a oportunidade de fazer tudo de volta, a vida dela foi aquela. Ele preferiu esquecer tudo isso em pro dele mesmo. Embora deve-se levar em consideração que talvez ele não soube-se que sua vida inteira iria mudar devido ao seu desejo.

    Agora sobre o jogo em si, achei ele fraco, como o próprio André citou o Jonathan Blow sobre a relação Jogabilidade/Historia eu vou além, acho que o mínimo necessário para um jogo ser bom é sua jogabilidade o resto é complemento, vide Mario, nesse aspecto o jogo é muito superficial, me senti jogando mais uma historia interativa do que um jogo propriamente dito, espero que eles melhorem isso no futuro ou que mudem o foco, um quadrinho interativo não seria nada mal e removeria todo aquele gameplay desajeitado.

    • Lpolon

      Cara, pense que tudo que foi dito sobre a River durante o jogo pela Isabela e pelo próprio John encaixam muito melhor para descrever a situação do John. A Isabela contando que a sua Sindrome (de Asperger) a fez atuar por tanto tempo que ela não consegue mais parar e não lembra mais quem é, é o John. Com certeza a River (que era muito dificil pra ela demonstrar o que sentia) foi quem mais poderia ter sofrido no relacionamento. John fala que nunca foi egoísta quando quis tratar a River e não construir a Casa. A River sim nunca foi egoísta e cuidou do "Joey". Quem não teve a liberdade de ser diferente, afinal, foi o John (ele fala ao nick: "Quem disse que ela escolheu ser diferente?).
      Eu coloco ele como vítma. Ouso dizer que "Ir a Lua" foi o único ato dele conscientemente "egoísta". Mas antes de tudo é uma redenção (ja tarde demais) para com a River..

      Eu concordo que a jogabilidade faz um jogo. To the moon é um romance.

      • Quando digo que a atitude dele foi egoísta me refiro a antes de tudo, quando ele contratou o serviço, o jogo não menciona, mas provavelmente ele foi avisado que sua vida inteira poderia mudar devido ao seu desejo, ou seja, ele poderia nessa nova vida nunca ter encontrado a River, e se ele tivesse concordado com isso ai acho que seria muito egoísta da parte dele. Porem se ele não soubesse disso, ou se soubesse que a modificação de sua vida sempre traria as mesmas pessoas com quem ele viveu na realidade ai concordo com você, espero que a continuação esclareça melhor essa questão…

        • Lpolon

          Antes de tudo, meu primeiro comentário é um.. Ranting que o John também é vitma de uma psiconeurose (google it).

          Julio, isto não me incomoda nem um pouco pelo seguinte. Acho que depende da forma de tentarmos entender a motivação da River.

          Tipo, o fim da vida entre eles foi algo triste. Ela morreu desgostosa depois de uma vida convivendo com o sofrimento do "johnny perdido" e o John sabia apenas ele faltou para com a River em algo muito importante e se viu sozinho.

          Se eu entendesse que ele ESCOLHEU ir a lua, concordaria com o John egoísta porque, independente das consequências, foi uma "decisão de fuga". Mas eu assumi que o John gostaria muito de ter realizado o desejo da River e não conseguiu por também ser uma vítma de sua Neuropsicose. Sendo assim, além da "intenção de fuga", eu acho razoável interpretar como a "intenção de redenção" subconscientemente.

          Resumindo, estou dizendo que o desejo e portanto a escolha de ir a Lua não foi uma escolha real, mas foi um desejo com raízes subconscientes. Eu acho sutil, mas ao se ver sozinho com o vazio deixado pela river e talvez algo mais, tudo que RESTOU para ele foi esse desejo de ir a Lua. Diferente de "po, que vida eim? A Lua é legal! Espero não esquecer da River!"

          você escreveu: "ele deveria ter encarado a realidade em respeito a própria River". Eu estou dizendo que ele não teve esse opção. Aliás, diria que isto É o desejo dele e ele não sabe.

          "Ele preferiu esquecer tudo isso em pro dele mesmo." e eu digo que ele não preferiu.

          Eu não sou tão fã desse raciocínio psicanalítico e é mesmo um tanto estranho eu justificar tudo negando a liberdade do John. Mas ainda é um jogo com a Sigmund comporation e centenas de imagens da psicanálise. Claro que é a minha interpretação, mas estou tentando usar ao máximo a "wiki" que o jogo apresentou.

          • Pensando nas ações do John no jogo, principalmente na velhice, se os doutores tivessem dado a escolha para ele depois dele saber de tudo, eu acho que o John iria preferir encarar a realidade, porém como ele sofreu tanto na vida e naquela hora não tinha como resolver mais nada, já que a River já tinha morrido e ele estava para morrer, o que os doutores deram para ele foi um presente.

  • Porque vocês não falam da jogabilidade(sem trocadilhos,plox) ANTES de entrar na história.Eu ouvi até a parte que o majin falou "recomendo não escutar até começarem a jogar,é melhor ser surpreso",e aí que eu fecho o podcast,olho pro horizonte e digo:
    "…eu nem sei de que genêro é essa porra…"
    p.s:antes que os sensíveis negativem meu comentáro,falar que algo é uma porra não é nescessáriamente que algo é ruim.
    De repente,essa porra…
    ,é do caralho!
    YEAAAAAAAAAAAAAH!!!!

    • Na real, foi proposital que fizemos isso. Achamos que falar o gênero, de um modo geral, ia estragar um pouco umas piadas e desanimar algumas pessoas precipitadamente.

      • mas e se eu não gostasse do genero,dinheiro pela janela e fim de papo?

  • FrankCastle

    Como meu PC é uma carroça, fiquei com medo de não rodar o jogo, mas como tem um trial de 1 hora para baixar gratuitamente no site, comecei a instalar aqui para ver se rodava. Como não achei no site uma seção falando dos requerimentos mínimos, acho que esta tela aqui pode ser útil:
    http://img151.imageshack.us/img151/2451/tothemoon

    Estou instalando neste momento, mas se de fato seguir a especificação, QUALQUER PC roda! 🙂

  • Uma das melhores histórias que eu já vi na minha vida dentro de um dos jogos mais chatos que já tive a oportunidade de jogar, o que é bem triste de dizer pois sou muito fã desse estilo 16 bits.Por mais que a idéia dos cientistas e das memórias seja interessante não me agrada essa idéia de ser um mero espectador da história e não um participante de fato.Jogos, interação, vocês sabem…

    Ainda não terminei de ouvir o cast, mas deixo como contraponto The Binding of Isaac, igualmente simples, igualmente indie, com uma história menos brilhante, ambiciosa e profunda mas que por outro lado utiliza de forma espetacular a mídia a qual pertence para contar sua história e se sai infinitamente melhor que To The Moon, na minha opinião, nesse aspecto de jogos contando histórias .Esse texto do kotaku deixa bem claro o que estou tentando dizer.
    http://www.kotaku.com.br/conteudo/a-sutileza-de-t

    E ainda tem o gameplay que é excelente, e as provaveis mais de 40 horas de jogo e 12 vezes que já o terminei o colocaram na minha lista de melhores do ano.

    Já To the Moon, é uma história linda que ainda vou ficar pensando por muito tempo, gameplay fraquíssimo, provavelmente jogaria a sequência e provavelmente ficaria frustrado novamente caso insistissem em utilizar o gameplay como muleta para progressão de uma história que você não participa.E sempre tem aquilo de que se o ponto forte é a história por que ser um jogo?O fato de ser um jogo não acrescentou nada dentro da história, poderia ser qualquer outra coisa que provavelmente funcionaria da mesma forma ou quem sabe até melhor.

    Mas levando em conta que foi a forma que o Kan Gao encontrou para contar essa história para o mundo, considero a experiência válida, igualmente válida a discussão sobre a evolução dos jogos e das narrativas, mas longe de ser uma demonstração bem sucedida dessa ideia.

  • Escrevo isto momentos depois de terminar esta obra-prima e com os olhos extremamente cansados e digo que a construcão do roteiro é simplesmente perfeita,pois cada peca nova adicionada ao tabuleiro modifica o significado que algumas pecas antigas (as quais voce nao havia dado tanta importancia,antes) e o seu nível de empatia com cada um dos personagens,porém este fato não atrapalha a catarse emocional que momentos finais são capazes de causar ,afinal é algo cultural segurar o choro e louvável um jogo ser capaz de desatar este nó cultural.

    Mesmo que a jogabiliadade esteja lá apenas para justificar o fato dele ser um jogo e que a que Kan Gao escreveu provavelmente funcionaria melhor em qualquer outra mídia,acredito que foi a melhor ou talvez a única forma que ele encontrou para compartilhar esta bela história com o mundo,logo é válido.Só espero que ele procure melhorar este aspecto na sequencia,pois assim talvez seje melhor ver um gameplay do jogo no youtube do que j
    joga-lo

    Sobre Viver uma ''mentira'',acredito que a única comprovacão das acões que realizamos durante nossas vidas vai,são nossas lembrancas e não vejo problema em modifica-las para fazer que voce acredite que tenha vivido tudo isto ,pois as respostas sinápticas seram as mesmas,tenham sido elas causados por algo ''real ou não.Enfim,gostaria de agradecer de coracão `a voces dois por terem feito com que eu jogasse To the Moon,agora irei escutar o cast =)

    Ps: Outro filme que aborda um pouco este tema é o recente filme do Ducan Jones : Source Code,mas falar o por que disto seria um enorme Spoiler

    Pss:Acabei comprando além da trilha sonora e os outros jogos da Free Bird.15 copias do jogo que irei distribuir ao longo do ano ^^

    • O argumento de choro ser um nó cultural é muito bom mesmo (já ouvi ele em outros lugares antes, hein? =P) e concordo plenamente, mas não chorei nesse jogo.

      E fui jogar To The Moon porque muita gente falou desse jogo ao mesmo tempo, e fiquei impressionado por vocês do Dash E pelo Lucas Pires falarem que ficaram muito emocionados com a história! E ela é foda mesmo!

      Obrigado a vocês todos!

  • Rafaelhbanger

    Já tinha ouvido falar deste jogo, mas estava no trabalho e deixei para pesquisar mais sobre ele em casa, acabei esquecendo. Quando vi que fizeram um cast só sobre ele, já foi o suficiente para me convencer que deveria jogá-lo, pois alguns dos meus jogos favoritos hoje, são indicações de vocês. E não diferente, ‘To The moon’ já está entre meus favoritos. Que história foda. Emocionante. Obrigado por me apresentarem mais uma grande obra.

    Pelo o que entendi ouvindo o cast, vocês quem estão tentando de alguma forma fazer uma tradução do jogo para o PT-BR. Se precisar ajuda…?

    PS. Comprei o jogo com meu cartão nacional mesmo, sem problema algum.

  • fbarti

    Bom, sou apenas mais um que vcs conseguiram convencer a jogar To the Moon, e digo que valeu a pena, mesmo tendo um inglês bem fraco consegui entender a história perfeitamente, embora tive que usar um dicionário de vez em quando, o que me levou 6 h 22 m para finalizar o game, ao invés da média de 4 horas. Confesso que eu ia esperar a tradução de vcs para prestigiá-los, mas minnha curiosodade foi maior hehehe. O jogo me envolveu tanto que acabei pesquisando sobre a doença citada no jogo, pois queria descobrir porquê a personagem agia daquela maneira, e acho que é a primeira vez que um jogo faz isso comigo, fazer com que eu busque informações relacionadas para entender melhor a trama. Terminei de jogá-lo hoje de manhã e fui correndo ouvir o restante do cast, e percebi como que eu sou fraco em perceber certas nuances da história, vcs citaram certas coisas que eu jamais perceberia sozinho, por isso acho que vcs tem realmente um dom para fazer podcasts, a minha experiência com o jogo ficou muito mais completa depois de ouvir o bate papo de vcs dois. Enfim gostaria de agradecê-los por me apresentarem esse jogo fantástico que prova mais uma vez que games são uma forma de arte. PS: Na parte que o André disse que esse jogo foi feito pra ele e coisa e tal, faltou ele dizer também que um dos símbolos do jogo é um ornitorrinco!!! kkkkkkkk

  • Primeiramente obrigado a vocês por me fazerem jogar esse jogo belíssimo! Esse ano eu joguei MUITOS jogos indie e essa foi a história mais bem trabalhada e bem fechada que vi entre eles!

    Queria também apontar algumas notas que fiz enquanto ouvia o podcast:

    ========SPOILERS===========

    -> O Rick falou durante todo o podcast que a mãe do Johnny deu os beta-blockers para que ele esquecesse o que aconteceu, mas durante o jogo não reparei nenhuma pista que me levasse a crer nesse objetivo. Talvez ele tivesse sido receitado por médicos para controlar ataques de ansiedade e teve como efeito colateral essa amnésia. Recomendo a leitura desse artigo científico sobre o assunto, que mostra como os beta-blockers afetam a memória, principalmente com eventos muito traumáticos (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11031131 , tem que comprar o artigo, mas a internet dá um jeito de ser de graça se você procurar com vontade). Acho que aliviaria a barra da mãe um pouco, não acho que ela QUIS apagar a memória do menino, ninguém tão traumatizado pensaria nisso.

    -> Achei muito interessante como esse jogo trata de temas como os efeitos psicológicos e as memórias. É tudo bem encaixado e coerente, apesar das coincidências deixarem tudo meio improvável. Mas a vida é improvável, por isso é tão bonita a história!

    -> A River falou que os faróis parecem solitários porque não conseguem se comunicar entre eles, e por isso ela queria cuidar de um deles. Acho que isso é muito importante para a trama porque retrata a condição exata da River naquele momento e na vida dela. Muito poético.

    -> Gostei muito das referências todas, Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, Inception, Dragon Ball, RPGs, etc.

    -> Acho que essa história só poderia ser passada por um jogo mesmo, igual à história de TRAUMA, outro jogo indie. A jogabilidade, mesmo bem fraquinha nesses dois jogos, dá uma imersão muito grande e dá uma sensação de interferência e vivência da situação. Nenhum outro meio de comunicação dá essa possibilidade de maneira tão boa, e defendo que essa história não seja adaptada para outras mídias (assim como Shadow of the Colossus), porque não seria tão bom. Se fosse analisar o JOGO mesmo, daria uma nota alta para To The Moon e TRAUMA, mas essa jogabilidade pobre tiraria muitos pontos, mas a história compensaria.

    -> Eu não mudaria minhas memórias, até porque isso não mudaria minha vida efetivamente (mesmo que eu não soubesse disso por estar em uma cama morrendo). Acho que essa modificação equivaleria a tomar a pílula azul e continuar na ignorância. Prefiro tomar a vermelha e encarar uma coisa real, mesmo que dolorosa.

    OFF TOPIC: Falando nisso, e aí, André? Se você fosse o Neo e descobrisse que sua vida talvez fosse uma mentira, você preferiria continuar na Matrix e na ignorância ou sair dela e encarar o mundo destruído?

    Abraço cafeinado pra vocês! Parabéns pelos casts de jogos desconhecidos e indies, são meus favoritos!

    • Lpolon

      Cara, eu tenho os meus n créditos na faculdade em neuro e farmacologia e tanto faz ou não para a história conhecer os receptores do sistema simpatico. Quando eu cheguei nessa parte foi mals ou menos: "ah, legal o cuidado. whatever a explicação!" =p

      Mas eim, não comprem o artigo. O google acadêmico muitas vezes tem de graça e qualquer PC de faculdade (ou proxy) tem a assinatura de revistas científicas (só pedir).

      Eu não sei.. Depois de viver a sua vida, ter a chance de matar a curiosidade sobre algumas coisas que poderiam ter sido diferentes e estavam fora do seu controle?
      Acho mais complicado saber o QUE querer do que SE gostaria.

      John sabia o que ele queria e não sabia por que,

      Pessoalmente, me incomoda mais as questões dos limites da simulação "questões insception" do que "o que é real – matrix".

      • Poisé, velho, coloquei o estudo só pra ilustrar meu ponto: a mãe do Johnny não é uma pessoa má, coitada… É verdade, não comprem o artigo, na internet você acha de graça.

        Sobre a chance de matar sua curiosidade: não sei se esse meio de mudar as memórias é efetivo. Afinal, tudo que aconteceria seriam suas projeções sobre um possível futuro alternativo, ou seja, não coincidiria com a realidade ou com um possível futuro real. No final das contas, se você achasse que conseguiria voar botando um foguete na cadeira, isso aconteceria nos seus sonhos, mas não na realidade. É por isso que a River foi parar na NASA nos sonhos do Johnny. Só porque ele REALMENTE ACREDITOU que eles se reencontrariam em alguma ocasião de sua vida. Inception.

        O John sabia o que ele queria mesmo, mas no final das contas, se você não souber o que quer, seu subconsciente escolhe para você. Geralmente ele escolhe tudo: irmão vivo, casamento com sua paixão de infância e ir para a Lua (com a River, inclusive).

        Com certeza você também gostaria de mudar seu passado para ter alguma coisa que você não pode ter, sem abdicar das coisas boas de sua vida atual, né?

        Acho que o aparelho da Sigmund está mais para um realizador de vontades que nem no Vanilla Sky, ou no Matrix, do que um simulador de realidades alternativas que nem acontece no Efeito Borboleta.

        E esse tanto de filme que vamos citando, hein? Esse jogo é cinematográfico mesmo… rsrs!

        Abraço!

    • Só vou discordar de você em uma coisa: Eu acho que To The Moon tem que ir para outras mídias, inclusive a história do jogo ficaria muito melhor em qualquer outra mídia não interativa. Se eu fosse o Christopher Nolan estaria comprando esse roteiro agora.

  • Jogo fantástico e um ótimo cast, senhores. Obrigado por apresentar esta obra de arte pra todos nós.

  • Acabei o jogo e também de ouvir os Spoilers do episódio, e vocês esclareceram muito as coisas pra mim! Eu não tinha entendido o final do jogo =(

    Impossível não comparar esse cast com o NL sobre Braid, que causou o mesmo efeito em mim: parei de ouvir o cast pra só ouvir o final quando terminei o jogo. E ambos me causaram um grande impacto, apesar de que o impacto do Braid foi maior em mim.

    Quem diz que games não podem ser arte ou é um alienado ou é simplesmente um IDIOTA! Parabéns a vocês por incentivarem essa que é minha "vertente" favorita dos jogos.

  • Taliston

    AAEEE galera!!
    fico feliz que tenhao voltado.

    e sobre o ultimo cast eu achei muito foda e ja fui atraz do game, como nao tenho cartao internacional tive q procurar uma versao com tapa olhos e perna de pau!

  • Grandmaster Meio

    Obrigado pela indicação de jogo. Já tinha visto ele uma vez, mas provavelmente se não fosse esse podcast eu não o teria jogado nunca. É daqueles jogos que te faz ficar pensando durante um bom tempo sobre a mensagem que este deixa ao seu final.

    Depois do que já foi discutido aqui, gostaria de trazer à tona um ponto que pode ser uma pequena dica de uma sequência (embora eu ache que por si só, a história já esteja fechada).

    —————————————–SPOILERS———————————————-
    Assim como Inception, o jogo me pareceu estar se passando em mais de uma camada. Mais especificamente, na mente do Dr. Watts. O que me leva a pensar nisso é o vício dele em analgésicos, e logo no final, aparece o mesmo efeito de quando Johnny está morrendo, mas desta vez com o Watts. Estaria ele vivendo suas memórias novamente, para tentar consertar algo? E então, seria a história do Johnny apenas uma história contida na história do Watts?

    Outra coisa que me leva a crer isso é uma cena bem emblemática, mas que pode passar desapercebida para a maioria. Logo no começo, quando eles encontram o Johnny sentado no banco com a Lily, e os doutores se apresentam e explicam o que estão fazendo ali. Quando eles voltam a esse mesmo ponto, e dizem que já parecem ter memórias suficientes, o Watts explica para o Johnny que ele é só uma cópia, uma simulação feita a partir do Johnny que está inconsciente, e que é uma perda de tempo explicar qualquer coisa a ele. O que é interessante é que a Dr. Rosalene pergunta a ele então, porque ele se deu ao trabalho de explicar isso para a cópia, se ele não se importa? E o melhor, depois que a Dr.Rosalene sai, a cópia ainda pergunta ao Watts se é realmente verdade que ele (cópia) não sente nada. A minha interpretação dessa cena é que o Watts se deu ao trabalho de explicar a situação para a cópia porque ele também é uma simulação, mas do Watts de verdade. Daí a importância de ele ficar para trás por um instante, e ser o único a ouvir a cópia dizer isso.

    Outra coisa que me levou a crer isso, e que pode parecer bem viagem, é que se vocês prestarem atenção, na linha do tempo do Johnny, enquanto você volta as telas, o tempo vai voltando um pouco. Não seria esse o caso do Watts? Lembram que logo depois que ele atropela o esquilo, e ele está indo em direção à casa, eles vêem um esquilo voando na direção em que eles estavam. Não seria esse o esquilo que iria ser atropelado por ele? E ainda, eles vêem o mesmo esquilo duas vezes. Não seriam as memórias dele se repetindo?
    —————————————–SPOILERS———————————————-

    Ótimo jogo, novamente. Faz muito tempo que não jogava nada que me fazia pensar tanto sobre as coisas.

    • Lpolon

      Sem dúvida é uma questão pouco explorada no jogo. Sem dúvida o fim do jogo deixa aberta a possibilidade do Watts. Apenas não dê o status de teoria à sua hipótese =p

    • Interessante a sua teoria, só seu ultimo paragrafo que eu achei meio viagem, mas os outros fazem muito sentido.

  • Grandmaster Meio

    Ah sim, boa sorte com a tradução.

  • Bispo

    André, já que você curte tanto o Vanila sky, talvez valha a pena conhecer a versão original: o filme espanhol Abre los Ojos, aqui saiu como Preso na Escuridão, também conta com a participação de Penelope Cruz no elenco

  • Lpolon

    Engraçado como tamanho dos comentários vão multiplicando de tamanho =p

    Eu nem começei a ouvir o cast. Acabei de zerar o jogo numa sentada e ainda preciso ouvir… Mas estou ansioso para comentar!

    É um romance denso. Mesmo com o Hype do André e eu esperando no mínimo a saga do half life eu não me decepcionei. Eu não tenho certeza em como a mídia do videogame ajudou a contar essa história. Claro que eu não estranhei, mas depois de terminar é dificil imaginar um livro ou quadrinhos fazendo melhor que isso.

    *Spoiler*

    Eu preciso chamar atenção de como foi DINOSSAURAMENTE FODA a parte da conversa entre o John e a River na Infância. De como em poucas frases o papel da River na vida do John é compreendido e ela sai do papel de vitma.. Aliás, é quase uma inversão completa dos "papeis" ("motivação, não sei.) entre ela e o John ao meu ver. Só não seria justo chamar de inversão por que o john precisa ser pensado de outra forma depois que descobrimos do acidente..

    E como é bizarro lembrar de como ainda estamos apenas na cabeça do John…
    *fim dos spoilers*

    Que seja. Claro que eu não teria achado o jogo sozinho e que a recomendação de vocês fazem toda a diferença. Eu só posso agradeçer.
    Majin, Rick. Um excelente para vocês =)

    (volto depois de ouvir o cast)

    edit:

    Sobre a River perguntar sobre o Coelho de duas cores. Só mais um detalhe: Vocês repararam que o vestido de noiva da River era azul e amarelo?

    Eu realmente pensei em interpretar o coelho de origami não apenas como a Lua necessariamente, mas por causa do vestido um pouco mais como "John, você está perdido? Você me encontrou?"

    Querer ir pra lua e encontrar a River é também SE encontrar =´)

    *chills*

  • Grandmaster Meio

    Mais algumas referências no jogo:
    – No centro de controle da NASA, Watts fala sobre o Zordon (Power Rangers)
    – Em uma das salas da NASA, tem um boneco de um personagem de My Little Poney em cima de uma mesa.
    – Em uma parte, Rosalene diz "Cool Story, Neil", se referindo à frase "Cool Story, bro".

  • FrankCastle

    Olá pessoal! Gostaria de dizer que pausei o cast e joguei o Trial de 1 hora do jogo. Gostei muito do visual e estilo/tema de narrativa. Queria muito jogar a versão completa, mas apesar de não ser caro, ainda acho um preço que pesa um pouco no momento (em vista do que já torrei no final de ano).

    E pelo pouco que joguei, fiquei pensando: se trata de um jogo mesmo? No trial, não tive uma interatividade MUITO grande, eu gostaria de acompanhar a história pela história, mas me pareceu mais uma animação interativa do que um jogo propriamente dito. Creio que devam ter comentado algo assim no restante do podcast, mas como tenho esperanças de jogar o jogo completo, vou deixá-lo aqui separado para ouvir depois. Mais uma vez obrigado pelo cast e pela divulgação deste jogo/obra de arte!

  • B0NATTI

    Parabens, 20 minutos de Cast me fizeram pausar o mesmo para ir comprar o jogo.
    Quero só ver a comissão q vcs vão ganhar, hahaha!

  • Acabei o To The Moon, agora posso ouvir o Cast sem peso na consciencia (:

  • Gustavo Lugoboni

    Jogo foderoso! Comprei antes de ouvir o podcast, e assim como vocês, virei o jogo numa tacada só, espetácular.

  • Ricardo Lopes

    Bom, eu acabei de terminar o To the moon. Voltei a um dia da minha viagem de ano novo e levei os casts de vocês pra ouvir lá. Parei de ouvir na hora em que vocês iam pra parter de spoilers como deveria ser e ontém comprei e terminei a pouco….

    Não me lembro quando foi a última vez que chorei tanto, vou terminar de ouvir o cast de vocês agora. Obrigado.

  • SeoCrispim

    André e Rick, muito obrigado por me apresentarem essa história tão tocante.
    Sei que estou atrasado, mas só consegui tempo pra jogar agora.
    Como não queria repetir o erro que fiz no cast de Braid, eu ainda não ouvi e resolvi comprar To The Moon, às cegas, para conferir.
    Ok, primeiro eu baixei a versão tapa olho, mas, com mais ou menos uma hora de jogo, resolvi pagar os R$24,00 e vou dizer uma coisa: não podia estar mais feliz com a minha decisão.
    Acabei de finalizar o jogo e estou com os olhos completamente cheios de lágrimas. Nunca imaginei que um jogo pixerizado poderia ser tão emocionante, carismático, tocante, engraçado e cativante. Juntando a ótima história a uma trilha sonora excelente, temos uma receita perfeita para nos emocionarmos.
    Fico realmente grato por me proporcionarem essa experiência.
    Um grande abraço e até mais.
    Agora posso escutar o cast em paz. Se tiver algo a acrescentar às suas opiniões eu volto aqui.

  • Anderson

    Engraçado vocês falarem isso, eu conheci Persona 4 através dessa sátira no youtube http://www.youtube.com/watch?v=7mUTQKMRLYQ
    Hilária! xD

    • Anderson

      Maravilha! post no lugar errado! xD

  • Otto

    Nossa cara, que cast lindoo.

  • Anderson

    Mas sobre esse cast: Que historia legal! Emocionante mesmo! Seria legal se adaptassem para as telonas?
    só uma nota: Vanilla sky é o remake de Abre los ojos, que é fastastico.

  • B0NATTI

    Realmente, valeu por apresentar esse game!
    Só pude jogar hj e joguei em uma sentada tb…. sensacional!
    Irei ouvir o cast inteiro agora!

  • DashMascarado

    Joguei com o Google Translator e consegui entender tudo. Obrigado pela dica, realmente o jogo tem uma história bem legal e foi uma experiência bem diferente jogá-lo!

  • Ouvi, joguei, chorei na cena do onibus espacial subindo e agora não posso mais olhar pra lua sem pensar num coelho.

    • DashMascarado

      Verdade. Faz dois dias que joguei o jogo e não paro de pensar nele ao olhar para a lua.

      Por favor, façam mais casts sobre jogos com histórias legais como essa, nem sou um jogador assíduo e o que me faz voltar a jogar são jogos como esse.

  • Kleber_klr

    O que eu posso falar da historia? Ela e fantastica. Ja fazia um bom tempo que eu nao me emocionava durante um jogo.

  • Ivan Mota

    Acabei de terminar To The Moon. Só quero agredecer a vocês, André e Rick, por me apresentarem uma das maiores experiências que os games podem proporcionar. Muito Obrigado.

  • Todo que vou falar é spoiler, estejam avisados quem não jogou.

    Eu terminei o To The Moon. Realmente uma história muito boa. Eu quase pensei que vocês do Dash iriam pagar tanto pau para o jogo que iriam esquecer que ele bem que poderia ser um filme ou um desenho, porém ouvindo a parte spoiler, eu percebi que vocês não deixaram de perceber e tiraram as palavras da minha boca.

    Na hora que os dois doutores brigam e tem aquela ação eu não reparei muito a jogabilidade meio ruim, embora eu tenha ficado preso em uma parte pelo número de zumbis, mas eu joguei no teclado como o jogo tinha recomendado e não tive muitos problemas, mas naquela hora todas as memórias do John ficam embaralhadas e a River velha faz a pergunta do que é o coelho e a River mais nova responde o que o John responderia se lembrasse, que são milhares de faróis no espaço.

    O que eu melhoria nesse jogo nem é muito a jogabilidade, mas sim a adição de finais alternativos. Vejo que muita gente não gostou da decisão dos doutores de terem realizado o desejo do John, apesar de ser emocionante existia ainda a possibilidade de fazer ele encarar a realidade e finalmente descobrir o que a River queria. Seria meio brutal fazer isso com uma pessoa que está morrendo, mas para mim é melhor a realidade terrível do que a fantasia. Isso nem poderia nem interferir muito nos outros capítulos já que são pacientes diferentes.

    Vi também que ele deixaram duas brechas que eu gostaria que fossem utilizadas. Uma é a dor do doutor e o vicio dele por analgésicos e outra é uma citação breve de um caso no ano anterior que tinha sido tão difícil quanto esse. Eu penso que o próximo caso poderia ser esse anterior, no lugar de um próximo.

  • Enfim resolvi jogar e (obviamente) zerar. Achei um jogo de mediano para fraco. Antes que comecem as pedradas, o que eu quero dizer é: To the Moon é fraco enquanto jogo. A jogabilidade é simples e repetitiva, não há inovação (em termos de jogo) nem desafio. Já a narrativa é sensacional. Escrevi inclusive um review que vocês podem conferir aqui: olharleigo.com/reviews/3816 Estou agora ouvindo o podcast. Parabéns pelo excelente trabalho!!!

  • Ops, segue o link do review do comentário anterior: http://olharleigo.com/reviews/3816

  • Claudio Marcio

    Como a maioria aqui, também parei de ouvir o cast na hora e fui baixar a demo. Acabei a demo e automaticamente comprei o game.
    Voltei aqui pra agradecer.
    Algumas horas depois, minha esposa entrou no quarto e se deparou com um cara grande, de 41 anos, olhando pra uma tela de créditos, e chorando de soluçar. Caras… ela me abraçou pelo pescoço e perguntou o que estava acontecendo. Ela não curte muito os games. Fiz ela sentar na cama e contei toda a história pra ela, de forma resumida. No final, ela marejou os olhos e tentou falar mas a voz embargou.
    Obrigado por trazer To The Moon como tema de seu terceiro podcast. Obrigado por permitir que eu conhecesse essa história fascinante.
    Vocês já são um sucesso… vida longa à jogabilida.de!
    – Claudio Marcio / Itajaí – SC

  • pedro nogueira

    Comecei a escutar o cast, parei, comprei o jogo, passei as ultimas horas jogando, chorei bastante, voltei a escutar o cast e voltei a chorar mais. É um dos jogos mais incriveis que eu já joguei na minha vida inteira. Vale cada centavo, inclusive eu acho que poderiam cobrar 10x mais que ainda seria pouco pra pagar as coisas incriveis deste jogo.

    No Mais, Nada Mais.

  • Quando saiu o cast, n ouvi, mas sendo um jogo indie do qual valeria a pena se fazer um cast. Já sabia q o jogo seria foda.
    Acabei de jogar o jogoe fui ouvir o cast pq n keria estragar a experiencia. São jogos como esse q t fazem ter orgulho d ser gamer e d conhecer esse universo tão rico e envolvente.
    Tb trabalho com jogos e podcast no site bitSTART, n conhecia o jogo, mas com certeza é um dos enredos mais bonitos e emotivos q já vi da história (leia-se n só nos video-games). A história é mt rica e linda. Fala sobre as coisas simples da vida e o valor q elas têm, fala mt sobre o ser humano.
    Outra coisa rica do enredo e q n foi citada, é q eles contam a história d trás p frente. Começando do presente e indo para o passado, explicando os fatos pelo passado, até a fase da infância. O q é genial, ainda mais com um enredo bem amarrado. Por um momento eu parei e tentei ler os diálogos d trás p frente, achando q poderia ser um jogo todo ao inverso. Mas n fez mt sentido, xD. Mas isso só mostra o quão foda é esse jogo.
    Realment me emocionei várias vezes com o jogo e a impressão q tu fica é q todos deveriam jogar esse jogo para sentirem o msm.
    Jogos indie são uma ótima coisa q vem cada vez ganhando mais força com o passar do tempo, e é bom q as pessoas estão dando o devido valor a eles.
    Só fica o sentimento como vcs citaram, d qts outros "To the Moon" ainda estão perdidos por aí, esperando por nós. rs

    Abraços e continuem o bom trabalho!

  • Sara

    Sei que provavelmente esse comentário nem será lido, mas n custa nada XD

    Bom, ainda não joguei To The Moon, mas já comprei ^^ Super barato mesmo =3. Me interessei bastante pelo jogo e me segurei para não terminar de ouvir o cast XD Pelas imagens ele me lembrou bastante as VN's que jogo. (Duvido que seja nesse estilo, mas n custa sonhar =p). Bom, boa sorte pra vocês, e estou ansiosa para os próximos "Dashs" ^^

  • Bruno Gomes França

    Parei o cast antes dos spoilers, cheguei em casa, comprei, sentei e zerei.
    Vou ser sincero…. fiquei com muito medo de jogar o jogo e ele ser uma merda, pois fiquei hypeado demais com a primeira parte do cast…
    O jogo não foi tão bom quanto eu esperava… foi MUITO melhor! o.O
    Chorei igual um bebê =P
    Uma das melhores histórias de amor que já ouvi!
    Agora….. bora pra parte do cast com spoilers! xD

  • Memnock

    malditos, aasim eu fico sem verba, comprando jogo agora, ouvir cast depois hehehehe.
    pelos comentarios de quem jogou deve ser bom, apos fecha-lo volto para dar meu opinião de M+**+*

  • Shingo Watanabe

    Faz 5 minutos que eu acabei o To The Moon e obrigado! O jogo é lindo!! Muito emocionante, me segurei várias vezes para não chorar. Ótima indicação !!

  • Carlos de Sá

    E ai. Traduziram a parada?

  • Perfeito esse jogo,ouvi o cast depois de zerar e foi mais emoção ainda!!! sobre a tradução do jogo vocês estão fazendo? ou já existe alguma pronta? tenho amigos que precisam jogar mais não dominam a língua original do game.
    Abraços Dashers!

  • Acabei de terminar o podcast, comprei o jogo mais demorei a conseguir tempo para finalizar ele. Curti muito a história e assim como o Kan, curto muito os filmes usados como referências e também o citado Vanila Sky.

    Forte abraço para o amigos.

  • Pingback: Scrapeboard()

  • Muitooooooooo bommmm… Conheci o podcast de vocês há poucos dias e estou impressionado com a qualidade. Parabéns pelo trabalho de vocês. Eu mesmo estou sondando a possibilidade de criar um podcast para o meu blog (whosnerd.com ), e caso vocês tenham interesse de fazer um convite para participar do podcast de vocês, sintam-se a vontade. (hohohoho)

  • Olá pessoal, uma dúvida e um aviso.

    Dúvida: já foi disponibilizada a tradução em português do jogo? A única coisa que encontrei foi um tópico antigo que estava com seguintes dizeres:

    "Translation Progress:
    2400/18731

    Revision Progress:
    1500/18731
    « Last Edit: January 10, 2012, 05:43:39"

    Aviso: o jogo está disponível no GOG.com por US$ 8.99:
    http://www.gog.com/en/gamecard/to_the_moon

  • Caramba, eu escuto esse podcast um vez por mês pra relembrar desse jogo.

    E a tradução, vai rolar? Queria muito jogar ele em português! 🙂

    Jogo FODA!

  • Porra!!! Vou ter q jogar antes de ouvir o resto 🙁

  • E vamos pro dash 4…

  • Eita peuga! Voltei a ouvir vcs! Me deparo com esse cast… tive q parar de ouvir jogar e voltar!
    Bora ouvir o resto do podcast!
    FODAAAAAAAAAAAAA!!! História foda!

  • Mariana

    Na verdade o nome da música que o Johnny toca pra River é "For River" que remete também a palavra "Forever" por causa da pronuncia ser parecida.

    Muito foda o cast e o jogo

  • Raphagro

    Vocês são foda!!!

    Descobri tem uma semana esse podcast de vocês e decidi seguir o conselho de vocês para experimentar o jogo antes de escutar o episódio.

    Fui às lágrimas várias vezes e não lembro de ter me emocionado tanto com um jogo assim. Esse jogo é uma obra de arte que deveria ser experimentado por todas as pessoas e não apenas jogadores.

    Parabéns, continue nos iluminando com jogos assim!

  • J. Oliveira

    To The Moon tá no Steam agora o~/
    http://store.steampowered.com/app/206440/

    A tradução para PT-BR ainda tem chance de rolar?

  • Wow !
    Acabei de comprar o To the Moon pelo Steam e jogar por 5 horas seguidas.

    O jogo começa muito promissor, usando a curiosidade para despertar o interesse do jogador, mas dá uma barrigada forte e a jogabilidade ajuda bastante na fadiga, o que me prendeu foi a expectativa que o Dash colocou em mim e minha mania de não ficar sem respostas.

    A River começou a me deixar com raiva por estar entre os sonhos do John e fúria contra o próprio idoso por deixar, esperando que os agentes resolvessem eliminar os links referentes a ela.

    Até o desbloqueio da memória ao descobrir a garota não era a pedra no caminho, mas a própria estrada, ao explicar o motivo do ornitorrinco, coelho multicolor, o farol e a lua.

    Me conquistou, me envolvi, uma sequência de desespero, raiva, angústia, realização e alegria.

    Gostaria de agradeçer ao jogabilidade pela oportunidade de conheçer esta obra de arte com um roteiro e trilha sonora di. Keep Dashing.

  • A quem possa interessar: To The Moon a US$ 3.99 no GOG.com:
    http://www.gog.com/en/gamecard/to_the_moon

  • Hugo GRA

    Cadê a tradução para o português ???

  • XxROXxX

    Caralho, depois que esse cast saiu, eu fiquei quase um ano sem ouvi-lo até eu finalmente arranjar o jogo, cujo eu acabo de terminar.

    Valeu completamente a pena.

  • Kurujah

    Estou me unido ao coro dos q querem saber quando sai a tradução, ou em q passo q ela esta…

    Parei o podcast no meio, estou na espera para pode jogar o jogo…

  • Pingback: Sobre Outros Podcasts – 028 | LagCast()

  • Ademar Abiko Jr.

    Só pra deixar registrado que depois de 1 ano e meio vou poder finalmente ouvir esse cast direito. Mas valeu a pena. Velho, que jogo.

  • Chi

    FINALMENTE!
    Estou baixando e POSSO ouvir esse podcast agora!

  • Chi

    Poisé, mais um podcast sobre To The Moon e, mais uma vez, eu penso em muitas coisas pra dizer e elas não fazem sentido na hora que começo a escrever…

    De qualquer forma, só queria agradecer o André e equipe por mais uma vez ser responsável por apresentar um jogo que faz minha vida ter sentido.

    E enfim, respondendo a pergunta do André de "o que aconteceria com alguém que tivesse a realidade alterada e sobrevivesse depois pra ver o mundo diferente", quem sabe ele resolvesse trabalhar na área pra entender o que aquilo faz com a cabeça e talvez, tomar analgésicos pra lidar com as dores de cabeça…

  • phaeulos

    Simplesmente o jogo mais emocionante e incrível que joguei esse ano… sei que foi com atraso, mas comecei a jogar em pc essa semana e… cara, que jogo foda… que podcast foda… parabéns.

  • micchel815

    To bem atrasado mas…PQP que história fantástica!!! Primeiro jogo que comprei no Steam e estou praticamente desidratado, que porra foi essa o.O

  • Antes de mais nada, quero parabenizar as cordas vocais do kan gao, o cara tem uma voz que parece veludo brother. Enfim, eu fico muito feliz de descobrir To The Moon pelo jogabilidade, e olha, eu posso dizer, sem duvida que To The Moon foi o melhor jogo indie que eu ja joguei, diria que pra mim ao menos foi um dos unicos jogos que a lição que ele me deu eu carregarei pelo resto de minha vida, é um jogo simples, não tem uma jogabilidade profunda, ele as vistas não tem nada demais, talvez a baixa expectativa ajude o jogo.
    Espero mesmo que as pessoas joguem esse jogo porque não tem como você não carregar esse jogo pela sua vida, seus objetivos de vida, ou simplesmente pelo jogo ser bom, eu recomendo a todas as pessoas jogarem To The Moon, e no final, os ninjas das cebolas apareceram e seus olhos iram suar

  • Pingback: [Review] To the Moon - Vortex Cultural()

  • Allan Lazarini

    Cara só tenho a agradecer, obrigado a equipe do Jogabilidade, foi graças a vcs que tive a oportunidade de jogar esse jogo incrível. O jogo é foda demais, fiquei sem palavras quando terminei.
    Parabéns pessoal um ótimo cast e continuem com o ótimo trabalho

  • Pingback: Sobre Outros Podcasts – 028 | Putzilla!()

  • Kandongas

    Um marco para o Jogabilidade:
    https://gaming.youtube.com/watch?v=H4hdac-z5ZE

  • Gidean Galon

    Eu comprei o jogo, depois de ver a entrevista com o Kan Gao, que gravaram no mesmo dia do Saideira quando ele esteve no Brasil. Mais uma obra, onde você vê muito do criador nele, algo tão pessoal, e o cara era tão simpatico e por ver a importancia que isso tem pra ele, eu comprei, joguei, e vim ouvir… Que jogo, que musica 😀 E, se não fosse o Jogabilidade, provavelmente nunca teria conhecido, então… Obrigado :B

  • Jefferson Almeida

    andré bota esse podcast como recomendação de 2017

  • Fábio Guedes

    6 anos depois, 5H:40 sem parar e, finalmente, conferi e chorei. A única peculiaridade, e que me está dando um remorso, é que só sentei na frente do computador hoje porque minha esposa se aborreceu comigo e não estávamos no clima de compartilhar silencio juntos na sala… e já até foi dormir sem me dar boa noite…. Agora que terminei, tudo que desejo é compartilhar essa experiencia do jogo com ela. PQP, que jornada linda que nos leva a querer ver todo mundo conhecendo. Não é tão simples consumí-lo quanto um filme ou livro, contudo, exatamente por isso que se torna tão especial. Finalmente entendo e concordo com hype de elogios que tanto fizeram. De parabéns Kan Gao e Lannie Neely e André e Rick pela tradução e divulgação. Obrigado.