JACK #03: Oretama

2014-06-04T19:48:51+00:00 4 de junho de 2014|JACK|114 Comentários

Saudações, caros membros remotos. É com muitíssimo prazer que trago-lhes uma edição do Jogabilidade Anime Club Knights dedicada ao libidinoso Oretama, também conhecido como My Balls. Esta marca nossa primeira discussão sobre um mangá – a finíssima arte sequencial japonesa – que também é a primeira indicação do mais que brilhante Califa Corraini. Nossa reunião, como sempre, será mediada pelo Superintendente Rick e conta com a ilustre presença do Raugrave André e do Barão Sushi.

O conteúdo do mangá Oretama, assim como as discussões contidas nessa reunião não são recomendadas para menores de 18 anos.

Ao final do debate o Rugrave André, o último que restou no sorteio, escolherá a obra a ser discutida na próxima edição. Caso já queira saber de antemão, clique aqui.

O que achaste?

A sessão do clube continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes!

Links

  • slash_rick

    Desculpem.

  • maajin

    slash_rick Eu sinto muito.

  • CaioCorraini

    hihihi

  • CaioCorraini

    maajin slash_rick Eu não regreto nada!

  • _vdomiciano

    Sem ouvir ainda o jack 3 mas vendo a escolha do Rugrave André pro proximo ser incrivel! Comprei o mangá quando saiu pela panini e mesmo sendo um volume fica no meu top !!!

  • atosfm

    Finalmente saiu! Pena que ainda não li o mangá.

  • GabrielOliveiraAlmeida

    recomendação para chorar de rir, golden boy!!

  • pedrofurbino

    Já li Nozoki Ana por recomendação de Corraino… Indo virar noite lendo Oretama. Flw, vlw.

  • Dudley_o_Boxista

    Uretrama

  • Bom podcast!
    A questão é que My Balls é aquele tipo de história que você precisa conhecer por diversos motivos, e nenhum deles é por ser algo de qualidade. Talvez o principal ponto seja que possivelmente o mangá é o melhor que o Japão tem a oferecer desse tipo de história, esse ecchi-quase-hentai-altamente-fetichista. Esse estilo é bastante comum; o “enredo” é apenas uma desculpa para mostrar cenas de sexo, sendo coerente com a história ou não. 
    E justamente por atirar pra todo lado como vocês disseram, My Balls se torna uma obra que te permite dizer “Ok, já vi o que o Japão tem a oferecer nesse sentido, então não preciso ir atrás de outras coisas do gênero”. É um checkpoint na sua experiência de leitura.

    E queira ou não, conhecer coisas diversas, sobre os mais variados temas e com as mais absurdas abordagens serve como comparativo para pautar melhor sua opinião sobre qualquer obra. Todos os animes e mangás que você conhece ficam um pouco melhores depois de você ler My Balls, e é pra isso que ele serve (e também pra fazer piadinhas de tiozão, como falei nos comentários do JACK anterior).

    Sobre ter obras que abordam o sexo de forma melhor que My Balls, é complicado, tudo vai depender do objetivo. Se você quer uma obra que fale especificamente sobre sexo, a maioria vai ser nesse estilão de My Balls mesmo, dificilmente o sexo é abordado de forma madura e/ou não fetichista. Por outro lado, o que é um pouco mais fácil de achar são obras que se focam em outros temas mas que vira e mexe abordam e mostram sexo de forma mais lógica, desenvolvida e não-masturbatória. 
    Vou deixar aqui duas recomendações de mangás, uma pra cada um dos tipos: A Girl By The Sea, e Oyasumi Punpun, respectivamente. Ambos do mesmo autor, um cara que curto bastante, e que mostram o sexo (o primeiro como foco da história, o segundo como elemento narrativo esporádico) com a naturalidade e a crueza necessária para não se tornar esteriotipado. E ambos tem, obviamente, pegadas totalmente diferentes de My Balls.

    Ah, e Onani Master Kurosawa é totalmente excelente, não se deixem enganar pela premissa. O desenvolvimento de personagem e a história são ótimos, vale muito a pena ler!

    Abraço a todos!

  • Por culpa de vocês eu li essa ~obra~ numa madrugada só.

  • Entre o minuto 18 e o minuto 19, durante a lista de nomenclaturas ao membro genital masculino, eu quase morri engasgado de rir por estar bebendo uma caneca d’água.
    Obrigado, mais uma vez 😀

  • Estranhow Eu concordo com você, é sempre bom consumirmos de todos os gêneros de um mídia, nem que só um pouco. Por isso estou sempre experimentando jogos estranhos ou que nem foram tão elogiados. Experiências novas são sempre bem vindas.
    E fico feliz em saber que Oretama é tudo o que esse gênero tem a oferecer, pois sinto que já vi tudo que tinha pra ver nele.

  • Dudley_o_Boxista Ba dun tis!

  • MaiaSorata

    Aguardando um cast sobre Take on Me o manga!!
    e pelo amor de deus muda essa entrada de club do monóculo, vcs são melhores que isso!!

  • BodeMistico

    Gostaria de saber como o Corraini está passando em Manaus-AM, já que sou daqui seria interresante saber.

  • BodeMistico

    Nunca li um mangá até o final, eu estudava em uma escola japonesa onde tinha uma biblioteca com mangás. Cresci a vida toda ser apreciar muito os quadrinhos japoneses, já os animes, somente quatro marcaram a minha vida, um sobre o velho oeste(o qual não me lembro o nome), e três filmes, A viagem de chihiro, Ponvo uma amizade que venho do mar e o Castelo animado, filmes que eu assisto até hoje.
    Além de tudo isso me deleito ao ouvir o jubiloso podcast.

  • AAAAAAAAA123

    Eu não via a Elyse como uma criança pq ela lembra fisicamente MUITO a minha namorada. E ela tem mais de 18 anos.

  • BodeMistico

    @AAAAAAAAA123 Que complicado cara.

  • ok ok

    Teste

  • ok ok

    Não leiam um hentai chamando Brandish

  • AAAAAAAAA123

    BodeMistico   Eu deletei o comentário antes e o bode místico acabou comentando, então deixa eu reescrever aqui antes de responder:
    Eu não achei a Elyse uma criança ou algo assim pq ela lembra abusrdamente a minha namorada (que é maior de idade, btw).
    E cara, esse mangá por mais bobo e errado que seja foi meio “esclarecedor” por conta dessa semelhança? Eu fiquei até meio chateado pq por uma parada única eu devo ser a única pessoa a ler Ore Tama a sério. Ah, e além do lance da semelhança física o próprio triângulo do Kotha com a Minayo e a Elyse lembra muito o que aconteceu comigo, tirando o lance MANGÁ DE PUTARIA do caminho. (eu gostaria de estar brincando)

  • Eu acho que um episódio especial deveria ser de Cavaleiros do Zodíaco. A série completa, desde o Seiya pegando a armadura de Pégaso até o final de Hades. Eu adoraria e ouviria correndo pelado pelas ruas.

    Agora, sobre Oretama, como eu disse anteriormente li em somente uma madrugada, e, talvez por ter 19 anos e  ter uma cabeça bem besta pro humor, gostei muito mesmo do mangá. E, admito, houveram momentos que até fiquei um pouco excitado com a Elyse.
    Calma, calma. Irei explicar: ela me lembra minha namorada, desde o cabelo até o tipo físico.

    Agradeço a recomendação desse mangá, que com toda certeza eu não teria lido, e me diverti muito absorvendo a obra. Ri muito sozinho no meu quarto durante aquela madurgada.

  • Dudley_o_Boxista

    Sushi, de onde tirou essa música? To ouvindo desde que twittou ela, maldita música viciante.

  • AAAAAAAAA123

    GuttoChaos CARA, alguém mais namora menina que tem A-Cup com cabelo curto e ficou “sensibilizado” com Elyse. EU NÃO TÔ SOZINHO.

  • Dudley_o_Boxista Hauhauhau Ela é o segundo encerramento do Yakitate Japan.

  • @AAAAAAAAA123 GuttoChaos Eu também já tive namorada A-cup e de cabelo curto, além disso ela era bem baixinha. Você não está só.

  • Sushi0 No meu caso, até a cor do cabelo é muito absurdamente parecida

  • AAAAAAAAA123

    Sushi0 GuttoChaos não sei se você leu o comentário que eu fiz ali embaixo, sushi. O problema, no meu caso, é que até a dinâmica do Kotha-Minayo-Elyse é um tanto parecida com a minha história. (Tirando que não chovia mulher em cima de mim, minhas bolas nunca foram usadas em rituais bizarros ou minha namorada é um lesser demon ). Eu li Ore Tama até bem sério por conta disso.

  • GuttoChaos Espero que sua namorada não tenha dois croissant na cabeça, como a Elyse.

  • Sushi0 imagina a Elyse do ultimo capítulo, depois que virou humana

  • @AAAAAAAAA123 Sushi0 GuttoChaos Huahuahau As minhas semelhanças ficam só na aparência mesmo. xD

  • @AAAAAAAAA123 Sushi0 eu só levei a sério no final, na parte de tentar salvar a Elyse fazendo ela virar humana. Antes disso eu tava lendo bem relaxado, sem nem me importar muito com as situações, só rindo das coisas absurdas.

  • GuttoChaos Ah não sei se terá um JACK de CdZ, mas você pode se divertir com esse EXCELENTE podcast até lá. http://jogabilida.de/2009/05/round-47/

  • Sushi0 @AAAAAAAAA123 Minhas semelhanças também são puramente visuais

  • AAAAAAAAA123

    GuttoChaos Sushi0 Ah, mas eu ri muito da maluquice desse troço. Aliás, eu não ouvi nenhum JACK antes, e realmente não sei como diabos eu fui ler esse mangá ontem por completo acaso. Ainda estou curioso com isso.

  • Sushi0 @AAAAAAAAA123 primeiro NowLoading que ouvi na vida. Me falaram do site, e era o podcast mais recente da época. Foi amor à primeira ouvida

  • seocrispim

    Cara, eu juro que tentei, mas esse manga não deu. Vamos lá ver se o cast consegue melhorar essa imagem do manga.

  • seocrispim Spoiler: Não irá.

  • Feraligatr

    Deveria ter um album so com os encerramentos dos podcasts, é sempre uma boa musica.
    ….quando ao cast, meh, nao gostei do anime, respeito as opinioes e talz mas é esse exagero japones foi o que me afasta cada vez mais de animes.

  • NacibVeio

    Infelizmente dropei no primeiro cápitulo XD
    Mas quero ver essa discussão. Já prevejo os awkwards hahaha

  • Bruno_olis

    Fui ler esse mangá por ver o Corraine falando nele no Twitter, e assim como o André e o Sushi, foi um mangá que não me pegou, não consegui achar engraçado (exceto por alguns raros momentos) e achei os personagens mal desenvolvidos.
    Mas um que o Corraine falou e eu achei excelente foi o “Onani Master Kurosawa”, uma pena ele falar que não gostaria de recomendar no Jack, pois acho que daria uma discussão interessante.

  • ha curti não!

  • Armoderic

    Lá vai outro wall maria of text.
    Sobre mangás com temas adultos tem muita coisa boa, mas tratados de forma mais séria eu recomendo Paradise Kiss, um mangá shoujo (josei) muito bom e curto quatro volumes e uns doze episódios de anime (se bem lembro), sexo não é o foco, mas ele é tratado de forma mais séria e sutil.
    E sobre harém, tem um anime em particular que subverte muito dos clichês é o Ai Aoi Aoshi: em que o protagonista já está na universidade, tem um trabalho e é apaixonado por uma garota e permanece apaixonado por ela a trama inteira.
    As outras garotas que aparecem ao invés de formarem o harém, acabam servindo para debater temas como o grupo se sente uma família e como eventualmente iram ter que se dividir. Infelizmente o anime tem umas forçadas de barra em algumas coisas 
    que quase arruina a subversão da trama. Mas vale a pena.
    Ainda sobre harem eu acredito que grande parte do problema venha não tanto do formato narrativo, mas que muita gente viu uma fórmula e copiou ela, com diferentes níveis de qualidade e sucesso e fracasso, e alguns na tentativa de se diferenciar acabam meio forçando a barra.
    Porém, tem muitas obras que brinca, coma fórmula do harem de maneiras interessantes: Hana Yori Dango (aka Boys Before Flowers, eis outro shoujo que recomendo, o anime é meio longo e antigo, mas tem vários doramas), Ouran Host Club (outro shoujo, não é longo, o anime é bem divertido recomendo muito), Mein Liebe (baseado em um jogo de DS eu acho, era um dating sim para
    garotas, com personagens em uma academia militar, o anime é bem legal) *nota os três últimos tem protagonistas femininas e o harem é masculino. Tem o Kimagure Orange Road também que é não é tanto harem (pelo menos até o ponto que lembro) mas é muito bom.

    Sobre o Oretama a impressão que eu tive é que se ele fosse mais curto (me pareceu longo demais) e meio reestruturado ou refocado, talvez pudesse funcionar melhor e talvez não ficasse tão forçado.

    Ah, uma coisa que queria ter trazido no comentário ainda do outro Jack, mas que também é relevante para este Jack. levei horas olhando na minha timeline do facebook para achar este artigo que eu tinha compartilhado a muito tempo atrás: 
    http://www.independent.co.uk/voices/comment/sex-myths-without-substance-mislabelling-japan-8911325.html

    Como
    o título diz, a matéria aborda muito sobre falsos mitos a respeito de
    sexo e sexualidade, muitas vezes criados por jornalistas justamente para
    alimentar uma imagem negativa do Japão. No caso a autora crítica em
    particular algumas matérias que associam a queda de natalidade a otakus.
    Vale a pena ler
    Uma citação do artigo que é bem pertinente: “As happens all
    too often, a tiny minority is portrayed as though it were representative of the
    wider population, and its impact wildly exaggerated”

  • CaioCorraini

    BodeMistico Estou passando muito calor hahaha
    Mas a cidade é massa, a comida é boa e o pessoal é legal.
    Não tenho nada que reclamar (a não ser dos serviços, porque tudo aqui é bem lerdo. Ou vai ver eu que estava mal acostumado mesmo)

  • lucas_izumi

    Alem de Kimi ga Nozomu Eien, citado pelo Andre, Saikano eh outro anime que trata sexo de uma forma bem adulta. Nao so isso mas o tema geral dele eh bem adulto e a forma que ele aborda ele eh muito boa. Porem, o unico problema eh que tanto Saikano quanto Kimi ga sao bem depressivos, isso parece um pre-requisito pro Japao tratar o sexo de uma forma mais seria.

  • Jeronimous_

    Primeiro JACK que ouvi até o final. Acho que por causa do humor; nunca ri tanto em um podcast do Jogabilidade xD Esperando ANSIOSAMENTE a próxima indicação do Corraino e bem curioso para o próximo! =)

  • GabrielValente

    Na boa, mas vcs estão de parabéns por conseguir falar tanto tempo sobre Oretama.

    Não me importo com a classificação que os japoneses usam, é um Hentai, não tem como negar. Li até o 20 e depois estava de saco cheio, pulei direto pro 35 só pra poder ouvir o podcast. Ao invés de buscar discussões, mais fácil ser sincero e ir direto ao ponto: não tem humor ou desenvolvimento de personagem, é um mangá de put*ria onde o objetivo é servir de material pra quem quer se masturbar, simples assim.

  • IgorNavarro

    Não consigo publicar os links aqui, mas no fansubber.com.br tem os três filmes

  • MrSchrodinger

    Eu acabo de terminar de ouvir o podcast e preciso dar meus parabéns pro Rick pela forma como ele conseguiu usar eufemismos pra begoda e benga com uma seriedade sem igual.

    Não li Oretama e o podcast me fez ter certeza que não quero ler, mas ri muito enquanto vocês usavam sinônimos dos órgãos sexuais

    Queria fazer uma sugestão pra vocês. Aproveitando que o JACK tem quatro participantes fixos, vocês poderiam fazer algo especial nos episódios multiplos de 5. Como chamar um convidado que escolhe o tema(Dougão! Dougão! Dougão! Ou o Mucioli) ou então no 3º episódio vocês escolherem uma lista de animes/mangás e deixarem os ouvintes escolherem, por exemplo.

    PS: Hoje tô nível Sushi de dislexia, porque fui procurar pelos filmes para o próximo podcast e procurei por Voices of Giant Star e The Garden of Woods

  • Jhonatan Carneiro

    Longos dias e belas noites, jacksters!
    Como comentara no episódio anterior, já havia lido Oretama há um bom
    tempo. Na época, o fato de eu estar acompanhando um número muito maior de
    mangas e animes (alguns deles ecchi e/ou seinen) contribuiu para que eu
    apreciasse mais o Oretama, pois ele parecia ser, como vocês destacaram, um “compêndio”
    de todos os exageros do gênero. Contudo, a releitura de alguns capítulos nos
    dias atuais me causou um efeito parecido com o Corraini. As situações
    extremamente exageradas que antes me pareciam cômicas, agora soam apenas isso:
    exageradas.
    De qualquer forma, acho que o gênero no qual Oretama se encaixa possui
    outros exemplos interessantes (ou que, ao menos, eram interessantes na época).
    Dentre os que acompanhei, lembro ter gostado muito da trama de Ichigo 100%.
    Sim, o mote inicial é bastante simplório e ele possui vários capítulos que são
    claramente Fan Service. Contudo, o seu aspecto “Slices of Life” me prendeu
    bastante.
    Quanto aos próximos episódios, já tive o prazer de assistir o 5
    Centimeters e agora terei a oportunidade e incentivo para assistir outras obras
    do Makoto Shinkai.
    Quanto ao Cowboy Bebop, estava até então no mesmo patamar que o Rick:
    tudo o que sei é que é uma obra extremamente bem aclamada e apreciada. Assim
    sendo, aguardo ansioso pelos próximos episódios!
    PS: Preciso perguntar: vocês possuíam algum dicionário de sinônimos,
    para trazer tantas nomenclaturas para os órgãos sexuais humanos, ou todos esses
    nomes vocês já sabiam de cabeça? De qualquer forma, parabéns! Hahaha!
    Abraços, e continuem com o trabalho excepcional,
    Senna

  • RafaelSchebuk

    bom agora que escutei fiquei com vontade de ler

  • Finalmente termimei de ler a uma semana mega ancioso por este cast

  • Glauber Campos

    Como é de praxe, excelente podcast. Até tentei ler o mangá, mas não consegui, principalmente por não ser um dos gêneros que me agrada, porém, confesso que achei alguns dos momentos da obra bem engraçados, como a mão da Rainha Demônio saindo do pepeu do garoto, só imagino o desespero dele.

    Fico feliz, sobre o podcast de Cowboy Bebop, vi a obra há pouco tempo e junto com FMA: Brotherhood, é uma das minha preferidas (tá até no meu papel de parede). Aproveito esse comentário para lhes fazer uma pergunta sobre o vindouro JACK #05. Vocês irão apenas discutir a série televisiva e seus 26 episódios, ou irão estender a conversa também para o filme “http://www.anbient.net/filmes/cowboy-bebop-knockin-heavens-door”? Apesar de ser um filme que não é necessário para a série, acho que a discussão vale a pena.
      Enfim, isso é tudo. Continuem com o ótimo trabalho 🙂

                                                                                                                                                                                                            SEE YOU SPACE COWBOY

  • Armoderic Excelente comentário como sempre. Continue com eles por favor! xD
    Muitas dicas de harem, como ainda é meio cedo para eu ler ou assistir outro eu deixarei na minha listinha de animes a serem consumidos.
    E muito interessante essa matéria. Lerei AGORA.

  • MrSchrodinger Minha dislexia agora é transmitida por som, tome cuidado!

  • Jhonatan Carneiro Shiii não conta para ninguém, mas eu vi uam lista de sinonimos na tela de alguém aí que tava no podcast. Não fala pra ninguém! xD

    No final eu li: “Abraços, e continuem com o trabalho sexual.” Oretama me fez muito mal.

  • Glauber Campos Não chegamos a discutir se falaremos do filme, mas acredito que todos nós (menos o Rick, claro) já vimos ele e é bem provável que falemos dele também.

  • BodeMistico

    CaioCorraini BodeMistico O pessoal por aqui é bem ‘descansado’, como dizem. O calor é meio insistente, o tempo de chuva, agora, só no final do ano. 
    Minhas boas-vindas, mesmo que atrasadas, e eu acredito que vi atividades suas pela cidade.  ; D

  • CaioCorraini

    Bruno_olis Olha Bruno, pensando bem, eu até quero falar sobre o Onani algum dia. Só vou esperar um pouco para o André não me chutar daqui 😀

  • Jhonatan Carneiro

    Sushi0 Jhonatan Carneiro Poxa… Perdeu um pouco a magia agora que essa lenda foi desmistificada. Hahahaha!

    Sushi, tu tá extremista. Ou fica um mês sem nada, ou começa a enxergar sacanagem em tudo! xD

  • RafaSouza92

    Muito bom o episódio. Sobre o Oretama eu confesso que ouvi sem ter lido porque me dá uma certa preguiça ler quadrinhos/mangá no computador. Talvez eu dê uma chance pra ele algum dia mas não tá nas minhas prioridades. E como o Sushi já cheguei no fundo do poço e disse “chega”, mas fui fraco e só aguentei 2 dias.

    To animado que vão rolar episódios sobre filmes e/ou diretores. Espero muito que role um sobre o Satoshi Kon. Perfect Blue, Paprika e Tokyo Godfathers são uns dos meus filmes favoritos, animação ou não.

    PS: COWBOYBEBOPPUTAQUEPARIU!!!!111

  • Outrem

    Corraini – “eu gosto de ver as pessoas aceitando conteúdo sexual de uma maneira aberta”

    Já jogou no Monster Girl Quest no eroge.com ?

  • leucampos

    Baixando agora pra ouvir, quando terminar posto alguma opinião e se vou assistir ou não a esse anime. Espero que falem sobre Gurren Laggan algum dia!

  • leucampos Iremos falar sim, é um dos meus animes favoritos.

  • maajin

    lucas_izumi Saikano é excelente, mas eu jamais veria de novo! xD

  • BRodrigues

    Uma coisa que eu não consigo entender é por que existe essa tolerância com coisas japonesas? Explico.
    Se Oretama fosse exatamente do jeito que é com a única diferença de ser uma hq ocidental, qualquer análise apontaria a hq exclusivamente como material pra punheta com um fiapo de história pra amarrar as coisas. Mas aí porque é mangá é cultural. faz parte do nicho específico x tem um nome para o subgenêro  y que segmenta essa mesma premissa com animações diferentes e bem pouco valor narrativo. 
    Dizer que Oretama “discute” sexo é a mesma coisa que dizer que os vídeos da Brazzers discutem sexo. Ambos são fetichismos feitos para excitar quem quer que seja, nada contra ambos existirem do jeito que são mas não entra na minha cabeça tentar encontrar subtextos e análises aprofundadas da narrativa ou mesmo humor em algo que tem como objetivo a putaria A piada de oretema morre na premissa. li 10 capítulos e depois pulei pro ultimo e cada capitulo é a mesma punheta (há) de “ah meu deus não posso gozar senão o mundo se fode” com uma skin de fetiche diferente.
    Sei lá, é estranho pra mim ver vocês discutindo jogos de forma tão adulta, discutindo aspectos da sociedade e como eles são bem ou mal retratados nos jogos e (racismo, machismo minorias, etc) e coisas como gêneros estagnados e a falta de novidades, aí quando discutem anime/mangás relevarem até certo ponto esses mesmos aspectos por serem aceitos como característicos de certo subgênero. Traçando alguns paralelos: a discussão de uma cena de estupro no ultimo Tomb Raider antes mesmo do lançamento, se ele acrescentaria algo a trama ou seria algo fetichista e gratuito, em oretama estupro é receorrente e considerado “normal” dentro do subgenero hentai então não tem discussão se é certo se é errado, insinuações sexuais de personagens com traços infantis puramente pelo fetichismo da coisa, seriam execrada em qualquer outra mídia é considerado normal  e esperado dentro de subgênero x. A nudez gratuita dentro de qualquer outra mídia é apontada como desnecessária mas nos animes/mangas são fan service, são normais aí eu que sou o errado de discutir se são relevantes ou não para a obra.
    E dizer que existem as mesmas coisas no ocidente se vc procurar na deep web de forma alguma serve de argumento para defender essa parte da cultura japonesa, na verdade serve pra mostrar que coisas que coisas que aqui são consideradas até doentias lá são  bizarramente vistas como aceitáveis
    Entendo o argumento de encarar mídias diferentes com mindsets diferentes, mas certos julgamento de valores se mantém, e parece com animes/mangás existe essa tolerância de apontar certos vícios e falhas do meio como algo cultural e intrínseco e pra mim que não conheço muita coisa. qualquer discussão parece nivelar por baixo aí acaba que eu perco o interesse de ler/ver coisas novas.
    Mal pelo wall of text mas essa é uma dúvida que eu sempre tive em relação aos animos/mangas e esse cast de oretama praticamente me obrigou a vir aqui comentar antes mesmo de terminar de ouvir o cast.

  • ad_maru

    BRodrigues randômico respondendo.
    Mas teu argumento ignora
    1) discussões sobre narrativas (formas diferentes de entregar excitação)
    2) gradação de sexualidade (oretama é bem menos intenso do que um brazzers)
    3) objetivo (que pode ser a punheta, ou apenas excitação… de novo, graus).
    4) contexto de origem (japão é ponto de partida cultural distinto do da américa, assim como europa também é)

  • Xovangam

    Excelente cast!! Nao sabia que existiam tantos apelidos, “sinonimos”, para o nosso “instrumento”.. hahahaah E oq falar do Japão né? É outro nível.

    No mais, voces tem que fazer um cast sobre Steins;Gate, Monogatari Series (que é DOIDO pra caralho) e Evangelion!! Mas o de Eva vcs tem que fazer em um dia especial, pq nao se pode estar em um estado mental normal para falar sobre.. 😉

    Um abroço pra voces!

  • ad_maru

    Sobre harem:
    Generalizando, personagens losers tem mais apelo no Japão porque lá há maior empatia com histórias de crescimento e superação. Quanto pior a situação inicial, maior o sucesso quando ele vem. Tanto nos mangás, quanto nos livros, doramas, filmes e até no mundo real das idols, quem recebe mais foco são os ruins. Suas trajetórias de superação e aperfeiçoamento são o que inspiram, não seus talentos. Até porque talento é um negócio que se herda, enquanto determinação é algo que qualquer um pode ter. 
    Isso não exclui a oportunidade. Protagonistas são contemplados com alguma sorte divina que os coloca na história. Nos harens é a mesma coisa. O destino o coloca nessa roda de meninas, mas ele ainda tem problemas para lidar com isso. E é essa superação de barreiras internas que vai levá-lo até as garotas, não o contexto. Há exceções, mas acho que a lógica mestra é essa. 
    ======

    Sobre meninas: 
    Uma coisa legal de se ter em mente é que no Japão há uma quantidade enorme de moças com mais de 20 anos (a maioridade legal de lá) que possuem traços suaves que alguns encarariam como infantis. Em outra ponta temos uma sociedade que lida com sexualidade de forma muito natural, precoce, sem a moral cristã condenando o ato. Na terceira, temos uma sociedade de contrastes emocionais: que ao mesmo tempo que tem dificuldades para formar de laços afetivos, não condena a coleção de amigos só para sexo. Na quarta, temos a questão otaku da pureza, das relações platônicas idealizadas, da coletividade (se todos querem, ninguém toca) etc etc. Na quinta, temos a parte da população que acha que os artistas estão exagerando e estão lutando por restrições a esse tipo de conteúdo.
    ======

    Sobre estupros e outras “perversões”: 
    Como falei antes, o Japão tem uma relação menos moralista em relação ao sexo. Ao mesmo tempo, é uma sociedade que pressiona muito seus indivíduos (seja por performance, senso de comunidade etc). E isso tem uma série de consequências sobre as válvulas de escape. Elas tendem a ser muito bem definidas, para então serem toleradas. Beber até cair na rua é aceito, desde que o/a sujeito/a não incomode quem passe. Ir no host bar pagar pra conversar com carinhas bonitos é ok, desde que com discrição. 
    Agora imaginem a figura: a menina ainda inocente, que está se descobrindo e lidando com suas barreiras internas, é posta em uma situação sexual não negativa (ela nunca tem nojo do cara, apenas dúvida) e então sua válvula de escape estoura graças a ação do avatar do leitor. Acho que é essa mais ou menos a lógica do fetiche.

  • BRodrigues

    ad_maru BRodrigues
    1
    Uma cena de sexo dentro de um filme, um filme softcore e um filme de
    sexo explicito entregam formas diferentes de excitação e eu não vejo
    como pode. surgir discussões interessantes sobre a roteiro e personagens baseadas nisso.
    2 A intensidade nesse caso não importa visto que pra mim ambos tem o mesmo objetivo, e novamente nada contra ambos existirem, eu só não vejo valor narrativo e possibilidade de maiores discussões.

    3  Se algo é feito para punheta ou excitação e somente isso não tem muito espaço para outras discussões, de que vale discutir por exemplo evolução de personagens se o objetivo é te entregar um fetiche novo a cada capítulo?
    4 Esse é o maior problema que eu tenho, fugir de qualquer discussão sobre relevância e se algo é moralmente aceitável levantando a carta de que algo cultural. Se é cultural mostrar estupro e pedofilia em mangas/animes a gente discute como isso errado em todas as outras mídias mas o japão é o café com leite na história? Se o mundo todo está discutindo o machismo e como a personagens femininas são tratadas na ficção, animes e mangás ficam de fora porque é culturalmente esperado que as mulheres sejam mostradas em diversas obras com único objetivo de vender fetiches.Como eu disse é essa tolerância que eu não entendo e no meu modo de ver acabam nivelando o material discutido por baixo.

  • maajin

    BRodrigues Mas tudo isso que você comentou foi discutido no podcast. A gente não ficou lá exaltando Oretama como uma obra super madura e artística! xD

  • LucasL_

    Se bem que o público dos games e animes andam lado-a-lado, mas ainda há uma imagem negativa na cabeça de alguns, principalmente no pessoal mais velho.

  • MrSchrodinger

    Senhores, pretendo assistir os filmes recomendados pelo André e gostaria de fazer como vocês e anotar coisas que eu acho interessante neles e venho aqui qual o método de vocês para isso.

    Vocês pausam o vídeo e anotam num txt, vocês anotam num tablet/celular/caderno/whatever enquanto assistem, esperam terminar o episódio/filme e fazem as anotações depois?

  • CaioCorraini

    MrSchrodinger Eu sempre vou pausando e anotando as coisas que acho importantes. Mas anote de uma maneira que você entenda fora de contexto depois. Direto anotei de qualquer jeito, fui ler um dia depois e nada daquilo fazia o mais puto sentido D:

  • Holden

    Senhores do condado, recomendo fortemente o mangá Believers do Naoki Yamamoto, um mangá curto (2 volumes) mas extremamente marcante que envolve os temas de sexualidade, games, isolamento social e religião. Inspirado nos Ataque do gás sarin no Metrô de Tóquio pela Aum Shinrikyo. Garantia de um ótimo Jack.

  • maajin

    CaioCorraini Bruno_olis Imagina. <3

  • MrSchrodinger Eu vou anotando alguns detalhes que se destacam durantes os episódios e depois que ele termina eu escrevo umas impressões. Depois de ver o anime todo eu anoto minhas impressões gerais.

  • lucas_izumi

    maajin lucas_izumi Ah Andre, voce conhece o “Cross Road”, do Makoto Shinkai? Apesar de ser so um comercial de 2 minutos ele mostra bem o estilo de arte dele (nao so a visual, mas o todo). Pode servir tanto como uma introducao pra quem ainda nao conhece o diretor, quanto pra levantar um hype em quem ja conhece http://www.youtube.com/watch?v=AfbNS_GKhPw

  • BRodrigues Como o André disse, nós reclamamos disso tudo que você acha que não reclamamos.

  • ad_maru
    Sobre harem:
    Eu entendo o formato, o objetivo e porque gostam dele, mas isso não faz ele sem bom, ao meus olhos, e nem ter um roteiro interessante. Simplesmente não gosto do formato.

    Sobre meninas:
    Simplesmente não intendi o que você quis dizer. Você listou várias coisas, mas não colaboram uma com as outras para gerar algum ponto.

    Sobre estupros e outras perversões:
    Você realmente está defendendo o fato de japoneses criarem/consumirem tanto conteúdo sobre estupro com a desculpa que é uma válvula de escape e ainda colocando parcela da culpa em quem é estuprada?

  • BRodrigues

    Sushi0 BRodrigues vcs comentaram sim, mas como eu disse o meu questionamento não é necessariamente só sobre esse podcast nem sobre oretama em si, mas sim como a galera que curte anime em geral é mais tolerável quando certas coisas meio zoadas estão inseridas dentro de animes/mangas por ser algo que faz parte da cultura, e mais críticas quando essas mesmas coisas são inseridas em outras mídias.
    Esse podcast só serviu pra lembrar de questionar isso aqui. E valeu por responderem 🙂

  • BRodrigues Sushi0 Ah sim! Então to contigo nessa. xD

  • ViniGoncalves

    André e Côrra, podiam fazer um programa sobre “Katanagatari”.

  • Poisony

    BRodrigues Só pra acrescentar um pouco com uma parada aleatória que pensei ouvindo pela primeira vez esse podcast:

    Também acho um pouco assimétrico demais o exemplo de deepweb que o Corraini soltou, porque no Ocidente, procurando você acha práticas REAIS de estupro e pedofilia sendo documentadas. Não estou dizendo, claro, que o Japão e outros países ou regiões são isentos de produzirem esse tipo de material doentio, ou que eu não acho a produção da parada repugnante em si mesmo que expressa ficcionalmente, mas antes um homem se satisfazendo sozinho com pornografia do que externando feitiches nocivos para a sociedade como violação, estupro e pedofilia.

  • YSvolt

    Qual é a musica do final do cast???

    Otimo programa, ri muito (mais que o manga pelo menos) xD

    Uma coisa que não entendo é essa repulsa (para não dizer outra coisa) que as pessoas tem por tentaculos. Ok, não é a coisa mais comum nem a mais agradável de se ver, mas não me incomoda como outras coisas bizarras que já vi nesse mundo de hentais.

    Um anime que gostaria de ouvir vcs falando, e acho que tem a cara de vcs (não de todos) é o  Usagi Drop! O anime tem uns 13 ep e é muito bom. Basicamente é a vida de um cara de 40 anos que ia normal até que seu avó bate as botas. No enterro ele descobre que o velho havia traído a mulher e tinha uma filha de uns 6 anos. Todos os membros da familia segregam a garota e ele (o protagonista) querendo dar uma de senhor superior decidi cuidar dela. É uma historia adulta, que faz vc refletir sobre muitas questões da vida.

  • YSvolt

    Uma coisa que esqueci de comentar, esse anime já fez eu cair na porrada com um amigo por causa de uma parte que acontece nos ultimos ep.

    Da a entender uma coisa não muito boa e meu amigo diz com toda certeza que isso não aconteceu, mas depois dessa cena a coisa “muda”.

    Não quero colocar spoiler nem nada então não vou comentar mais xD

  • YSvolt

    Sushi0 Dudley_o_Boxista  Ah, então essa é a musica!! Vlw =3

    E Sushi, qual desse trés subgêneros do hentai te incomoda mais? lolicon, tentaculos ou futa? E por qual motivo?

  • ad_maru

    Sushi0 
    Sobre meninas: 
    Meu ponto é que no Japão existem fatores biológicos e culturais que afrouxam a borda moral para o que é considerado pedofilia (apesar de, como em toda sociedade, haver forças conservadoras contrárias). Até porque 18 anos é um limite completamente arbitrário. Sendo que no Japão mesmo a maioridade penal é de 20 anos. 
    Sobre estupros e outras perversões:
    É tricky demais discutir esse assunto sem cair em más interpretações. No meu texto estou explicando a lógica do fetiche que gira em torno da hesitação do sexo oposto. O sexo culpado, envergonhado. É um fetiche. Tanto que nos pornôs japas, as meninas sempre parecem estar chorando, enquanto os “diálogos” demonstram gozo. É na contradição que está a tara.
    Nos mangás, acredito que na maioria dos casos (com que me deparei) a menina está hesitante. Hesitação. E até onde isso vai é uma linha muito tênue, sem base lógica, que geralmente descamba para más interpretações (como talvez já esteja acontecendo).
    Antes, vou colocar um disclaimer: Há uma coisa chamada ABUSO. Forçar alguém sob ameaça (aberta ou velada). Ou tornar alguém inconsciente. Isso é filha da putice de inteira responsabilidade de cada ser humano que a comete e tem que ser punida para o bem da sociedade como um todo. 
    Agora, o sexo só é consensual quando todas as pessoas envolvidas refletem eras sobre o ato e estão 100% convictas daquilo? Ou a vida gera situações de sexo consensual com 90%, 70%, 51% de certeza? Muitas vezes esses encontros causam arrependimento posterior. Esses casos são estupros? Sexo bêbado, é estupro? E se a pessoa enganou que te amava e depois do sexo fugiu, isso é estupro? Questões para debatermos durante séculos.
    E advogar por esse meio termo é sempre rechaçado por medo de que qualquer brecha pode ser aproveitada pelos abusadores para justificar seus atos. Cabe distinguir cada caso. É milhares de vezes mais trabalhoso determinar caso a caso quem passou do ponto? É. Mas tornar a condenação ou inocentação maniqueísta, apesar de mais fácil, é injusto.

  • ad_maru

    BRodrigues 
    Mas isso é discussão de narrativa. Formas de entregar conteúdo. Formas de entregar sexo é uma discussão narrativa. Sei lá, em Azul é a Cor Mais Quente, a cena das meninas lá é gratuita ou serve um propósito em uma história que aborda também o sexo? Fora que tem as discussões de como filmar melhor uma cena de sexo, como torná-la mais ou menos vulgar, mais excitante para este ou aquele público. É discussão de método, não de fim. E mesmo o fim nem sempre é a punheta em si.
    E como citei Azul é a Cor Mais Quente, filme de base francesa, lembro como a discussão sobre a menor idade das meninas foi bem branda. Por isso não enxergo todo esse café com leite japonês. As discussões se acirram em países moralmente mais conservadores, geralmente montados com bases religiosas mais fortes.

  • BRodrigues

    ad_maru BRodrigues Eu não vi Azul é a Cor Mais Quente, mas tenho quase certeza que quem fez e de modo geral quem assistiu não estão ali pelo fetiche do sexo lésbico entre menores e acredito que dentro da obra essas cenas tenham um contexto maior. Obviamente vai ter uma galera que vai pegar a cena fora de contexto botar num xvideos da vida e vai servir de material pra punheta mas o ponto é que originalmente a cena não é gratuita.
    Agora vc pega Oretama, ou um outro Hentai eles colocam os fetichismos e
    as bizarrices e amarram com um fiapo de história que serve como desculpa
    para que o material de punheta (ou pra deixar excitado que seja)
    aconteça. E pra mim soa até desonesto discutir o valor narrativo de um
    gênero como esse, vou soar repetitivo mas é como discutir roteiro de
    pornô.

    Na ficção de modo geral é um trabalho complicadíssimo justificar coisas
    como pedofilia e estupro dentro de uma obra pra que estes não se
    enquadrem como perversão gratuita e os autores sejam julgados por isso,
    aí nos hentai da vida vc pega tudo de errado e vende como fetiche
    gratuito, e culturalmente, isso é visto como normal.
    E só pra deixar claro, não é moralismo da minha parte, que exista pornô, que exista hentai, que o sexo seja discutido de forma mais aberta, mas também que exista a honestidade de analisá-los pelo que são e que coisas extremas sejam vistas como extremas independente de onde estejam inseridas culturalmente.

  • BRodrigues

    Poisony BRodrigues cara eu até entendo seu ponto, mas conceitualmente ainda é bizarro vc pensar que alguém desenha algo que explicitamente remete a pedofilia, bota no meio de outra meia dúzia de fetiches e vende pra alguém que se excita com aquilo e isso não só não é discutido como algo errado como é culturalmente aceito. É menos pior que extravasem na ficção ao invés da vida real, mas ainda assim é uma parada horrível.

  • YSvolt A música do final do cast é a To All the Dreamers, ela é o segundo encerramento do Yakitate Japan.
    Esse Usagi Drop parece bem legal, baixarei para ver qualé.

  • ad_maru

    BRodrigues 

    A cena é longa e sua duração é um dos pontos de discussão. 
    Para alguns, basta apenas indicar que vai haver sexo para a história andar. Para outros, é importante mostrar graficamente. E que o que é extremo pra um é brando pra outro. Qual régua deve medir isso? 
    Outra é que hentai, assim como pornô, é uma categoria tão grande que colocar tudo no mesmo saco só porque o objetivo principal é sexo me soa generalista. Esse é o outro ponto que discordo de ti. 
    E outro pra destacar é que roteiro =/= narrativa. Discussões de narrativa de pornô existem. Uma das mais interessantes é a que discute a produção de conteúdo para parte do público feminino.

  • FabianKurayamiBessa

    Kimi Ga Nozomo Ein é mesmo excelente. Meio novelão, mas ainda assim, história com personagens bem desenvolvidas que trata sexo e desejo de modo natural.
    Antigão, mas vale MESMO a pena uma conferida.

  • FabianKurayamiBessa

    YSvolt O final de Usagi Drop é DOENTIL.
    Felizmente o anime teve um final diferente.
    Simplesmente Woody Allen demais para meu gosto.

  • FabianKurayamiBessa

    E o próximo tema promete.
    Makoto Shinkai é sensacional. Lembro quando, em 2002 exibimos Hoshi no koe em um festival de animações e todo mundo saiu de olhos marejados.
    Todas as obras dele tratam de amor com muita sensibilidade. Garden of the Words é sensacional, possui uma capacidade de abordar isolamento e depressão com extrema delicadeza. E visualmente… wow… O shinjuku Gyoen foi retratado com um nível de detalhismo absurdo!
    Sempre que vejo fico com uma saudade absurda de Tokyo e de seus jardins.
    Sério, ASSISTAMos filmes de Makoto Shinkai. São animações muito delicadas, com um ritmo lento, meio melancólico mas que marcam o expectador de verdade.

  • YSvolt

    FabianKurayamiBessa YSvolt Não estou falando do manga, é do anime mesmo. Mas como não quero por spoiler, não vou dizer mais nada.

    Agora fiquei curioso para ler o manga xDDD

  • YSvolt

    Sushi0 YSvolt  Não vai se arrepender!

    E já baixei a musica aqui. Ela é simplesmente viciante /o/

  • FabianKurayamiBessa Seja bem-vindo ao clube e fico feliz que tenha gostado! 
    Ah, não deixe de ouvir as duas primeiras edições. xD

  • SergioPedroOliveira

    ouvinte recente do podcast.
    gostei muito desse novo quadro sobre mangás e animes.
    a (palavra babaca e inventada) podosfera estava precisando de mais podcast´s sobre isso.

  • SergioPedroOliveira

    ps.: hentais são legais. (ponto final)

  • daoM

    Essa perversão não é uma exclusividade dos japoneses, acho que vocês nunca usaram a tag ”sleeping” no xvideos. Questões de pedofilia são comparáveis a filmes em que a atriz está com um figurino caraterístico de pessoas de baixa idade, (esse caso eu acho até mais grave do que o desenho que aparenta ser uma menina de 12 anos, mas ele diz que ela tem 18) e bem, isso tem bastante no xvideos também. haha, Também é muito comum o ”estupro profissional” na indústria pornográfica.
    Posso estar falando besteira, mas eu acho que só há essas insinuações pedófilas na área profissional do mangá/anime sob essa desculpinha de que o personagem é maior de idade, é o que vocês falaram sobre burlar a lei. Mas qual é a diferença real disso para os casos que citei do xvideos? Levando em consideração que um é em desenho e o outro é live action, envolvendo pessoas de verdade na situação. Eu realmente não entendo esse choque vocês tiveram. 

    outalvezeusótenhaidoparaumaareadoxvideosquevocêsnuncaforam
    talvezeutenhaquepararcomisso

    huahuahauhau. enfim. foi muito divertido o podcast.

  • Olá a todos.
    Estou gostando bastante desse novo podcast. Acho a proposta dele bem diferente mesmo e espero pelos próximos.
    Sobre esse mangá, pelo que eu senti lendo os dois primeiros capítulos, ele é um mangá de putaria que muito raramente tenta fazer alguma graça. A premissa absurda entrega um anime que não é exatamente tão absurdo assim o tempo inteiro. Enfim, eu achei uma merda.

  • davidwfranco

    Senhores, como sempre parabéns por mais um excelente JACK, mesmo que de uma obra não tão excelente na minha opinião.

    Gostaria de deixar somente alguns pontos aqui e uma recomendação:

    1 – Ri descontroladamente quando rolou aquela série infinita de sinônimos do braulio, benga, trolha, jiroba, etc…

    2 – Antes de ouvir a opinião dos caros lordes Oretama (e Nozoki Ana btw) estava fora da minha concepção de um quadrinho que não fosse um hentai, esse nivel de pornografia descarada sempre, na minha cabeça, estava no mesmo nível de qualquer outra midia destinada ao onanismo, não que isso seja ruim, só era a minha concepção para a parada o que me impedia de parar para ler “seriamente” algum material desse tipo.

    3 – Em relação ao quadrinho em si, eu até gostei, não terminei infelizmente, pois quadrinho de comédia pura que teoricamente se sustentariam somente pelas piadas, em sua grande maioria não conseguem me fisgar por muito tempo, apesar disso eu gostei do pouco que eu li e dei algumas boas risadas (CaioCorraini high five do humor de 5 anos)

    E sobre a recomendação, cheguei a citar este quadrinho nos comentários do JACK anterior, mas como a questão de relacionamento e sexo ainda estçao em voga gostaria de novamente recomendar “GE – Good Ending” que na minha opinião foi uma boa representação (with japonezices) de relacionamentos amorosos na adolescência, os primeiros capítulos são meio mornos, mas depois engata mais.

    [OFF-Topic ON] 

    Onde os senhores leem os quadrinhos? Web? Mobile? Pedem pro Dougão?

    [OFF-Topic OFF]

    No mais, nada mais

  • sonickratos

    Só que me faltava PUNHETEIROS de desenhos animados!!

  • slash_rick

    sonickratos Não falta mais.

  • _vdomiciano

    Terminei de ler Oretama – ou como preferir My Balls – de forma atrasada e tenho minha avaliação: um mangá comum de comédia com conteúdo erótico.

    A história é basicona do Kohta um perdedor que num come ninguém, que do nada todas as mulheres querem comer ele (praticamente pois tem partes que ele sofre praticamente um estupro coletivo). A Elyse com a personalidade de garota nervosa mas que gosta do protagonista também é clichê ( Naru e Ryoko no mesmo estilo).

    Achei com a fisionomia dela muito infantilizada, que chegava a muitos momentos incomodar na leitura – a unica justificativa pra escolha dela é mais pela tara do povo de lá por lolis… se fosse mais com o corpo parecido das outras garotas ficaria “menos” errado…

    Ah sobre o que disseram de gargalhar com o mangá só tive isso em um momento  – e justamente no epílogo do último volume, em que mostra o Kohta casado e fracassado… 
    Nem nas partes com a Minayo que seriam as de comédia forçada ri dela. De resto o que máximo ocorreu foi aquele sorrisinho de canto de boca.  

    No fim o que motivou a terminar ele foi justamente querer terminar ele (não deixar incompleto) – como a minha mania velha de comprar Freezing até hoje….

    Ele é um mangá comum como os outros e se não fosse pela indicação de vocês não teria lido… um nota 5 por ser uma história media, que não ficará na  lembrança.

    Percebi que esse podcast diferente dos dois primeiros não focou só na história, foi mais temático sobre determinado gênero (ecchi, hentai, harem). Essa temática foi só ao acaso de Oretama ou será empregado em futuros episódios do JACK?

    Por fim, de indicação poderiam falar sobre uma (ou as duas) obras que to acompanhando recentemente (até pode se encaixar em ser um programa temático) – mangás ou animes que são adaptações de livros:

    All You Need Is Kill – livro que gerou depois o mangá, que teve agora a adaptação pro cinema em No Limite do Amanhã (do famigerado Tom Cruise).

    Battle Royale – livro que gerou o mangá, filme japonês e a polêmica “inspiração que as autoras dizem que não a conheciam mas tem o plot parecido” de Jogos Vorazes e Divergente.

  • ad_maru
  • FabianKurayamiBessa

    Pessoal, quando sai o próximo JACK?
    Ah, dêem uma olhadinha no meu site, em especial esta matéria com os cinco animes imperdíveis desta temporada de primavera nipônica:
    http://inuaoi.com/animes-que-voce-deveria-ver-primavera-2014/
    Abs!

  • Lucas Souza

    Esperando o cast de nozoki ana

    • Mário César San Felice

      O melhor deste cast, de longe, foi a recomendação de Nozoki Ana. Muito bom quando uma obra ousa sair da abordagem comum de um gênero. Façam um cast de Nozoki Ana assim que possível. Ele certamente conseguirá conciliar o tema da sexualidade com o alto nível das obras e das discussões do JACK.

  • Bonidex

    Primeira indicação que fugiu bem do nível do programa… Não dá pra ler um negócio desses não…
    Mas o programa foi hilário! Então, nem tudo está perdido, né?

  • D Motta

    Li o mangá curti ñ achei o ó, mas deu pra digerir legal q essa indicação desse tipo, fugiu do habitual gostaria de ver mais mangás com esse tipo de abordagem. Quem sabe uma próxima leva oyasumi punpun entre nesse bingo!?

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