Vértice #33: 1001 Valiant Kingdom Knights

Após quase um mês, o seu podcast sobre jogos e (sem) notícias está de volta! Nessa época de poucas notícias e com tantos jogos acumulados, usaremos esse episódio especial para somente discutir nossas mais recentes experiências gamísticas.

André te emocionará com Valiant Hearts antes de te matar com 1001 Spikes, Rick te entediará com Kingdom of Amalur: Reckoning e te fatiará com Tiny and Big Grandpa’s Leftovers, Sushi te pintará de dourado Deus Ex: Human Revolution e te enterrará com Shovel Knight e Márcio  te caçará com The Witcher 2 e te lerá um livro sobre Divinity: Original Sin.

Tudo isso sem sequer citar Dark Souls… Há! Até parece que seria possível.

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  • Zabuzeta

    Download tá lentinho D:
    BTW, bora ouvir!

  • inominavel

    o/ Festa na favela !!!!! uhull !!!

  • lipepimentel89

    AEEEEE que saudade do Vértice =D
    Mas dadas as últimas edições feitas pelo Sushi, eu tô curioso pra saber qual vai ser a música do final… não me decepcione , Sushi!!

  • WagnerTerradaRocha

    Acho que o momento X de Deus EX que fascinou o André foi o mesmo que me fascinou, precisei dar una 15 reloads mas valeu a pena. Até aquele momento estava jogando sem matar ninguém, mas nesta hora fui full Rambo e não me arrependi, acho que o Jensen faria isto naquele momento.

  • lipepimentel89 Jamais!

  • DiegoBrandao

    Sushi0 lipepimentel89 Quero saber quando Sushi vai colocar Opeth.

  • taisfantoni

    Tenho dois postmortems de Deus Ex (um da Game Developer Magazine) e tanto em um quanto no outro havia um tópico sobre a boss battles, de como que eles não esperavam a reação do público depois do lançamento – pois o feedback dos playtesters era positivo – e de como essa parte mal recebeu atenção durante o desenvolvimento. Também achei essa parte um belo porre e, quando joguei, estava com a corda toda até chegar no boss “sem pele”, que fica tacando granadas em você. Essa parte foi tão frustrante pra mim que literalmente nunca mais voltei até agora pro jogo, coisa que se agrava porque não posso reaproveitar meu save no director’s cut. Fora isso, me apaixonei perdidamente pelo DX:HR, tanto que me baseei na estética dele pra fazer um trabalho da faculdade <3

  • Poisony

    Vocês deixam o site por um mês sem avisar, aí voltam com flores, uma caixa de chocolates e um Vértice editado como se não fosse nada e OLHA TUDO O QUE EU QUERIA DIZER É QUE ISSO DÓI E NÃO BRINQUEM MAIS ASSIM COM O MEU CORAÇÃO. </3

    Ah, sim. Vocês deviam fazer mais Vértices assim, sem comentar notícias. Tem semanas que as notícias de joguinho tão mornas (como essa foi, tirando os DIGITAL SPORTS) e tem semanas que as notícias já foram tão comentadas e saturadas nos outros veículos especializados que eu fico mais interessado nas opiniões do que vocês estão jogando mesmo. Aí cabe fazer isso de boa.

  • Lucas2099

    I missed Jogabilidade.

  • lipepimentel89

    Caras, excelente Vértice!! Acho inclusive que esse formato de vcs só falarem sobre oq jogaram ficou bem melhor. Talvez ficaria melhor se vcs deixassem as notícias pra um outro tipo de programa menor… pensem a respeito, por favorzinho!
    Agora sobre o programa… quando o André falou o 1001 Spikes, eu me lembrei do sentimento de quando eu joguei (após a indicação de vcs) Catherine. Não gosto da sensação de jogar um jogo que se resume a tentativa e erro. Pra mim, Catherine foi muito assim. Acho que a curva de aprendizado simplesmente inexiste naquele jogo. Entanto, oq me fez continuar até o final foi a história que, ao meu ver, estava muuuuuuito legal e interessante. Se fosse puramente mecânica, eu teria desistido do jogo com certeza e xingaria vcs =P (aliás, Catherine faz parte da minha lista de jogos que eu amo, menos da parte videogame)
    O Deus Ex HR é um jogo que tá lá parado no HD do meu Xbox. Ele não conseguiu me fisgar. Ainda vou dar uma chance nova pra ele quando tiver um tempo.
    Comprei os dois Witchers na última Steam sale. Quando eu comprar meu PC novo no fim do ano, eu jogar pra ver qual é desse Bruxeiro aí.
    Shovel Knight é um jogo eu quero muito jogar ainda mas eu acho que ele tem cara de console. E como nunca compraria os consoles atuais da Nintendo, vou esperar sair pra PS3 ou X360.
    Mas ótimo cast, amigos jogabilideiros!! Por favor, não deixem a gente na vontade por mais um mês. Abração

  • DaniloDias

    MÁRCEO, VOCÊ TEM ALGO CONTRA OS PENES Q EU COLOCO NOS MEUS JOGOS?1 ESTOU PREPARANDO UM PENES NESSE EXATO MOMENTO PRA VOZE!

  • Zabuzeta

    Obrigado Rick por me fazer desistir de pegar o K. of Amalur, quase cai nas garras dele na Summer Sale, mas acho que fiz bem de não pegar!
    10/10 ► Valiant Hearts

  • HenriqueTavares

    DiegoBrandao Sushi0 lipepimentel89 Verdade, rola aqueles instrumentais como Patterns In The Ivy (apesar de ter um minuto de duração)

  • marciosbarrios

    DaniloDias huhuhauhuahuahuau por favor

  • Salve jogabilidadeiros! Eu zerei Amalur, com umas 40 + ou – e concordo com tudo que foi falado. Eu acrescentaria ainda que trilha sonora é desinteressante e com pouca variedade. O mesmo vale pras armas e armaduras, tirando uma ou outra arma tipo única. O jogo é bem fácil mesmo jogando no hard e nas poucas horas que ele me desafiava um pouco geralmente era no fim de uma quest quando tinha um inimigo mais forte com muitos minions, só que se você morrer lá, o boss perde vários minions e metade do health ou seja: tira o seu desafio e ainda e dá um tapa na cara. Fora quests bugadas a dar com pau, terminei o jogo com várias incompletas e algumas que falharam se razão aparente.
    Eu acredito que apesar de todos esses pontos negativos o jogo valeu a pena os 7 reais que eu paguei nele. Os cenários são bonitos e até bem variados. Uma coisa sensacional é a opção de você poder resetar todos os pontos investidos por um custo bem pífio visto que o ouro se torna quase inútil na metade do jogo. Se eu tivesse que continuar com a classe que eu iniciei certamente não teria terminado o jogo.

  • Tohno Shiki

    Eita já é o terceiro podcast que fala sobre Melty Blood… bem pelo menos não é Arcana Hearts

  • Gostei da parte que falaram sobre desenvolvedores brasileiros. Assim como vocês, eu também não desenvolvo jogos, mas crio conteúdo para internet. Para mim, é muito mais fácil alguém dizer o que eu estou fazendo de errado, pois assim eu não tenho que advinhar. Claro que a internet não perdoa e as pessoas vão falar o que der na telha e vai ser necessário calma para analisar e ver se tem como tirar algum proveito do que foi dito.

    Eu também vi esse jogo ai de “Guy” e também tive a mesma opinião sobre a direção de arte e o nível da história e posso dizer que o gameplay, apesar de ser bastante simples, é a melhor coisa do jogo, entretanto o conjunto da obra destrói qualquer qualidade que ele poderia ter.
    Sobre o jogo do Tormenta, não sei se é porque eu não esperava muita coisa, nem me decepcionei tanto. Acho que a qualidade de texturas e iluminação no cenário está o esperado, só a movimentação dos personagens que tem que dar uma arrumada.
    Agora os outros jogos brasileiros mais famosos que eu joguei recentemente, acabei gostando da maioria, até de alguns que foram feitos na “Super Br Jam”. Acho que temos muitos talentos aqui capazes de trazer jogos que podem construir um mercado interno, assim como acontece na Europa, EUA e Japão, mas para isso temos que ajudá-los a chegar lá com nossas criticas, de preferência construtivas.

  • Gus

    Gostei do cast! Joguei o amalour quando saiu. Estava em crise de abstinência de skyrim e o logo cumprir o papel de me dar mais uma aventura medieval, ainda que um pouco genérica ! No mais, adoro o trabalho de vocês! Abraços!

  • atosfm

    Comentário meio atrasado, mas o cast ficou muito bom. Só discordo do André quando ele fala que o D-pad do 3DS é pior que o de PS3. Na minha opinião o D-pad do PS3 é o pior se comparado com o de Xbox360, 3DS e PSVita. Ainda mais levando em conta que é um jogo plataforma, o D-pad do 3DS e do PSVita são muito melhores e precisos.

  • IvanToledoPrado
  • Prodigyboy

    Muito foda, adoro vocês.

  • D Motta

    gostei