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DASH #51: Que Há Num Simples Nome?

O DASH de número cinquenta e um chega para discutir as boas (e más) ideias ao se nomear um jogo. Em meio a frustrante incapacidade de identificar jogos como Daylight, Dying Light, Deadlight e Blacklight Retribution pelos títulos, André Campos, Slash/Rick, Eduardo Sushi e Marcio Barrios se unem numa conversa sobre o propósito e a importância deles.

Temos títulos simplesmente funcionais, os óbvios demais, os malucos demais, os longos demais, os japoneses de mais e os da Square Enix. O nome pode ser a vida ou morte para um jogo? Existem nomes responsáveis por capturar nosso interesse e atenção? E nos consoles: como é que podemos viver num mundo que aceitou o nome Zeebo?

Descubra por que Tetris é um nome tão legal, o que fazer quando até seus vizinhos são zumbis e qual a diferença entre um Game Boy e um Game Girl Gear.

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