DASH #51: Que Há Num Simples Nome?

2014-08-27T14:23:49+00:00 27 de agosto de 2014|DASH|92 Comentários

O DASH de número cinquenta e um chega para discutir as boas (e más) ideias ao se nomear um jogo. Em meio a frustrante incapacidade de identificar jogos como Daylight, Dying Light, Deadlight e Blacklight Retribution pelos títulos, André Campos, Slash/Rick, Eduardo Sushi e Marcio Barrios se unem numa conversa sobre o propósito e a importância deles.

Temos títulos simplesmente funcionais, os óbvios demais, os malucos demais, os longos demais, os japoneses de mais e os da Square Enix. O nome pode ser a vida ou morte para um jogo? Existem nomes responsáveis por capturar nosso interesse e atenção? E nos consoles: como é que podemos viver num mundo que aceitou o nome Zeebo?

Descubra por que Tetris é um nome tão legal, o que fazer quando até seus vizinhos são zumbis e qual a diferença entre um Game Boy e um Game Girl Gear.

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  • Nacib Véio

    HAHAHA, melhor tema! Espero que falem de Dream Drop Distance ou Hyperdimension Neptunia. XD
    Baixando!

    • sapojoe

      bom tema, mas o JACK morreu? ou e como o half life 3 e sai alguma hora.

      • Sushi0

        O JACK tá só tirando um cochilo, já já ele volta.

  • ETA PORRA! DASH!! /o/

  • Elber Nogueira

    É uma miragem? Não! É um Dash novo!

  • Gaspar

    Dash é o único podcast que sempre me pega de surpresa. Ninguém pode prever seus movimentos.

  • Bruno Leandro

    Valeu pelo Dash nessa quarta feira sofrida! Espero muito ouvir sobre os títulos japoneses traduzidos

  • Rodrigo Souza

    Alguém sabe a música que roda aos 20:30 +/- ?

      • Rodrigo Souza

        Valeu!! Parabéns pelo cast, gosto muito de ouvir a opinião de vocês. São minha companhia pra “papear” sobre games, pois onde moro não conheço muita gente que curta os videojogos. Abraço e sucesso!

  • JPOliveira91

    Lista de bons nomes não citados que fiz durante o cast:

    Burnout
    Driver
    Enslaved
    Gravity Rush
    Mass Effect
    Need For Speed
    Persona
    Portal
    Uncharted
    Vagrant Story

    • Daniel

      Burnout é um nome que meio que se encaixa, mas “perda total” seria perfeito.

    • Henrique Martins Carvalho

      Enslaved é um nome muito maneiro mesmo!

      • JPOliveira91

        Sim, e entra no esquema de ter outro significado quando se acaba o jogo.

  • Renan Critelli

    Belo Dash moleque, com boa discussão, como sempre!
    É meio bizarro, mas eu nunca tinha relacionado “Resident Evil” com o fato do primeiro jogo se passar numa mansão, faz sentido, hahauahah… Sempre pensei no vírus e no mal que reside nas pessoas!

    Só comentando que na leitura de e-mails o André falou que o jeito de ser feliz em The Wolf Among Us (que nome excelente) é libertando a sua violência. Bem… Nas vezes em que eu tentei ser violento, fiquei com remorso e infelicidade dentro do meu coração… Sou muito mole mesmo, hehe.

    Por último, não gostei muito da nova abertura, achei um pouco “over”. Mas como vocês mesmo disseram, são só uns 30 segundos, então ok (e nem vou pular!) 🙂

  • Felipe Pimentel

    Excelente Dash, amigos jogabilideiros!!!

    Acho que existem nomes de games que melhoram depois de jogados. Um caso claro desses, pra mim, é Bioshock Infinite. Tendo jogado o primeiro e analisando somente a sinopse do game, faz parecer que ele poderia ser de uma franquia nova mas quando temos as revelações finais do game, o subtítulo “Infinite” e o fato de ser um “Bioshock” fazem total sentido.

    E sobre os nomes de console, acho que o melhor de todos é o “brasileiríssimo” Phantom System =P

    Seria demais sonhar com Dashs quinzenais?? Sinceramente, espero que a resposta seja não… <3
    Como ainda só joguei o primeiro episódio de The Wolf Among Us (aliás, os tempos de loading no PS3 estavam bizarramente longos… é normal isso?), esse foi o primeiro Dash que ouvi no novo formato. Gosto muito mais da abertura antiga mas o esquema de passarem a leitura de emails pro final do cast ficou show. Deu um dinamismo bem legal no papo. Continuem com o ótimo trabalho! =D

    Abraços, Dashers!!!

    PS: sugestão de tema – jogos em que o maior defeito é a parte videogame. Ex: estou jogando e adorando td em The Last of Us, menos o fato de eu ser obrigado a ter que jogar pra ver a história avançando…

    • Isso tava na pauta e acabou não sendo citado! Gone Home é outro que parece um título bem óbvio mas ao final do jogo, ganha outro significado!

    • Anderson

      era melhor ta ‘jogando’ no youtubestation então

      • Felipe Pimentel

        Sabe oq era melhor ainda?? Se tivessem feito um jogo gostoso de jogar…

        Mass Effect, por exemplo, tem um universo fodástico super interessante e bem construído, história legal e personagens inesquecíveis. E fez tudo isso com uma jogabilidade que não atrapalha o andamento do jogo. Ao meu ver, TLoU erra rude nesse ponto. E se é pra ter uma produção feita com tanta qualidade e cuidado na parte de direção de arte e roteiro, e cagar pra jogabilidade, que façam logo um filme/livro/série da HBO…

        • Anderson

          Comprei ele para PS4 e estou gostando basteante da jogabilidade, principalmente nos combates contra humanos. Eu entendo você não ter gostado, mas porque você não gostou você acha que a Naughty Dog cometeu um erro, “Mass Effect é melhor”…
          não vejo sentido nisso, sinceramente.

          • Felipe Pimentel

            Não não. Não estou querendo comparar The Last of Us com Mass Effect… o ponto não é esse (se fosse o caso, eu teria o maior prazer em defender ME pq é minha franquia predileta de todos os tempos mas nem vou entrar nisso xD)

            Eu consigo ver a qualidade em The Last of Us. E consigo ver pessoas não tendo problemas com a jogabilidade. Ela não é de todo ruim. Só acho que ela fica em segundo plano demais pra uma produção do tipo. Se eu fizesse um review como naquelas revistas antigas, eu daria, sei lá, 10 pra gráficos, 10 pro som, 10 pra história e uns 5 pra jogabilidade. Na minha cabeça, videogame pode ter tudo que outras mídias podem oferecer, mas não pode abrir mão da jogabilidade. Aliás, acho que na verdade, deve haver um equilíbrio entre todos os pontos.

            Outra coisa: odeio a sensação de ter que me forçar a jogar uma parada só pra ver a história avançando. No caso de TLoU, por exemplo, eu me pego sempre olhando a porcentagem do save pra ver se tô chegando no final. (e ainda estou só em ~45%)

            E não estou reclamando de dificuldade. Se o jogo tá difícil mas desperta meu interesse, eu coloco no easy e vou ser feliz. Foi assim pra mim com o primeiro Bioshock, por exemplo, e não me arrependo nem um pouco.

          • Anderson

            Mas então, Felipe, esse é outro ponto complicado que eu vejo de algumas pessoas que não gostaram de TLoU. Ja me disseram que a historia de Bioshock é muito boa, e de Halo também. Mas eu não gosto de FPS single-player e não vou aproveitar o jogo da mesma forma se eu for jogar só pela historia. Muita gente não gosta de JRPGs clássicos que tem historias muito boas, mas eu não vejo ninguém dizer que era melhor Bioshock ou Halo ser um filme, ou Final Fantasy ser uma Visual Novel ou sei la. The Last of Us é um jogo, algumas pessoas podem não gostar dele mas não deixa de ser um jogo com todos os méritos de um jogo de videogame.

          • Felipe Pimentel

            Anderson, vc deu um exemplo que acaba explicando um pouco o meu ponto de vista… assim como vc, eu também não sou muito fã de FPS. Mas ainda assim, eu quebrei essa barreira do “não-gosto-desse-gênero” algumas vezes só pra aproveitar jogos conhecidos por ter uma história legal. Foi assim em Bioshock Infinite, por exemplo. Em nenhum momento, eu me peguei reclamando da jogabilidade. Muito pelo contrário… tava tão gostoso de jogar aquilo que eu zerei rapidinho e fiquei muito feliz de aproveitar toda aquela experiência.

            TLoU é de um gênero que eu curto e ainda assim não tá sendo legal (ainda estou nos mesmos ~45% que eu falei antes). Por isso que eu digo que quando sair o filme, provavelmente eu vou curtir mais.

        • Dudley_o_Boxista

          Discordo, acho o tiroteio de Mass Effect anos luz mais chato que as partes stealth de Last of Us. Comigo foi o oposto, tinha que aguentar os tiroteios dos 2 primeiros Mass Effects pra poder seguir com a história. Apesar disso tem partes bacanas, mas ainda assim teve um ponto no jogo onde eu tava de saco cheio, queria só ver como ia seguir a história. Last of Us teve alguns poucos momentos assim, mas gosto mais da parte de ação dele do que da parte de ação do Mass Effect.

          • Felipe Pimentel

            Dudley, acho que seu caso foi uma questão de adaptação ao estilo. Não sei como vc jogou os ME, mas acho a parte de tiroteio num nível bom, mas que brilha mesmo quando se junta isso às habilidades biotic e/ou tech. Achei o primeiro ME o mais fraco quando se fala de jogabilidade, mas suspeito que tenha sido pq eu o joguei como soldier. Quando o Mass Effect se resume a somente tiros, a ação realmente fica mais fraca e repetitiva. Mas ao jogar os outros 2 como sentinel, a ação se tornou muito mais tática e, consequentemente, muito mais interessante (mas ainda assim, a parte de tiro é, pra mim, muito boa, visto que ME2 é o jogo em que eu mais dei headshots xD).

  • Dariek

    Ainda estou no começo do podcast, mas tive que passar pra fazer um comentário sobre nomes bizarros.
    Meu jogo favorito de todos os tempos é Shining force 1, de mega drive, que tem um dos piores nomes no ocidente que eu ja vi.No Japão, o subtitulo do jogo é “The legacy of the gods”, já no ocidente o nome virou “The legacy of great intention”.

    Quando eu terminar de ouvir o podcast eu volto pra comentar algo util( ou não).

    • Itallo

      Bom, pelo menos você não pode dizer que não traduziram com uma boa intenção… BA DUM TS*

    • Anderson

      Shining Force é bem foda, por algum motivo eu sempre falo com um sotaque japonês! 😛
      Por sinal por onde anda essa franquia?

  • Atos Ferreira Machado

    Dois dash’s em um mês? Acho justo. Continuem assim.

  • Gaspar

    Aprofundaram bastante no assunto. Curti o insight, especialmente nos nomes em Engrish, que a gente acaba relevando porque ouviu eles em uma época em que eles soavam naturais por não sabermos nada de inglês próprio.

  • João Trindade

    Lembro de uma matéria do kotaku sobre nomes bizarros japoneses e um que eu achei muito irado é um jogo de ps2 chamado Unlosing Ranger VS Darkdeath Evilman. nem sei do que se trata mas com esse nome tem a obrigação de ser bom.

  • Daniel

    Acho Call of duty um nome perfeito… pro Call of duty. Em nenhum dos call of duty nada, desde a violência da guerra às infrações de direitos humanos ou até mesmo o próprio objetivo da missão é questionado. Até a estrutura dos níveis do jogo é (extremamente) rígida. O DEVER está chamando, e você vai, e ponto! Alias nesse assunto: não seria esse jogo onde você só faz e não questiona um dos mais realistas simuladores de guerra já feitos?

    • Sushi0

      Que belo questionamento esse no final.

  • Patrick Mactavish

    Olá seu lindos. Vamos lá. . Ninja storm é uma referência ao fim do arco onde o sasuke se bandeia para o lado negro da força. . “Chuva de lágrimas”. . Depois o fim da chuva de lagrimas e quando shikaku fala com o shikamaru (que esta chorando por ter falhado na sua primeita missao)ele cita a tempestade de emoções que habita o coração de um ninja. Cabe ele controla las para que seus amigos não paguem o preço de seu erro. Acho que é isso Abraços. ..

  • Shirokasi

    Gostei bastante da discussão, só fiquei o cast inteiro na expectativa do nome Megaman/Rockman ser citado.

    Quando vocês falaram de continuações, me lembrou daquele episódio do AVGN: http://youtu.be/OEVzPCY2T-g

    Uma coisa que sempre confunde é quando vão rebootar uma franquia e usam o nome do primeiro jogo, assim você acaba tendo que usar o ano que foi lançado para poder diferenciar, por exemplo: Sonic the Hedgehog 1991 e 2006, Mortal Kombat 1992 ou 2011, Tomb Raider 1996 ou 2012. Pior ainda é quando vão fazer uma continuação do reboot e eles não podem usar “2”, se não fica mais confuso ainda, sendo assim acabam criando nomes péssimos como Mortal Kombat X ou Rise of the Tomb Raider. Estranhamente, isso não foi um problema para Ninja Gaiden, que teve duas trilogias distintas no NES e na geração passada.

  • Itallo

    Belo dash, adoro quando vocês fazem de temas mais diferentes assim. Dando uma rápida olhada nos meus jogos da steam aqui, acho que os meus favoritos são: Left 4 Dead, Machinarium, Thomas Was Alone, Papers, Please, The Stanley Parable(meu favorito desses) e Hotline Miami(esse evoca bem o estilo do jogo e soa “cool” sem ser babaca). Um nome recente que me intrigou muito foi o “Everybody’s Gone To The Rapture”, esse nome despertou bem mais curiosidade do que qualquer teaser que já tenha saido desse jogo.

    Sobre colocar subtitulos e/ou numeros, acho que se mantêm a mesma linha de história tem que ser numerado, no caso do Witcher por exemplo, que são todos uma sequência direta do anterior. Já no caso da série Elder Scrolls, acharia melhor eles utilizarem só os subtitulos, no caso The Elder Scrolls: Skyrim. O nome por si só acaba desgastando a série depois de um tempo. Só ver todas as piadinhas com Final Fantasy e etc.

    E no ultimo adendo, um nome que substituiria muito bem Bioshock seria apenas Rapture. A etimologia da palavra que tem muito a ver com arrebatamento, é mais ou menos o que o Andrew Ryan pretendia com o lugar, já que ele queria criar uma utopia que não precisasse se preocupar com problemas “mundanos”, como a ameaça nuclear(que até poderia ser considerado como o apocalipse nesse caso), trazendo homens e mulheres para esse “paraíso embaixo da agua”. E de novo, excelente dash, me fez ficar pensativo sobre como eu nomearia um jogo que tenho em mente a anos.

  • Poisony

    Que bom que o Rick não seguiu a preferência dele pra sequência numerada quando foi jogar Persona 4!

    • Luis Nunes De Araújo

      Uma pena.

      Persona 1 e 2 são bons jogos.

  • Dudley_o_Boxista

    Opa, excelente podcast, tema bacana, achei a discussão muito divertida.

    Gostaria de falar sobre o nome Jogabilidade, que na verdade pra mim não faz muito sentido. Não em relação ao nome do site, mas em relação ao que se usa normalmente. Não tem razão de se falar jogabilidade, não faz sentido. Na maioria das vezes que a pessoa fala que o jogo tem uma boa jogabilidade, mas isso não diz nada pra mim. Você nunca sabe o que a pessoa realmente quer dizer, diria que em alguns casos nem mesmo a pessoa que fala sabe, ela fala pra demonstrar que o jogo é bom. Além disso, quando você quer falar mais a fundo sobre “jogabilidade” tem que especificar o que você quer dizer com a palavra.

    Em suma é isso. Sobre os comentários, achei muito interessante o comentário do Jonas, e lembrando sobre o Blind Legend, um jogo pra mobile que estava em crowdfunding e se não me engano conseguiu o valor. Fiquei realmente interessado em testar ele por se tratar de um jogo que visa ser possível aos deficientes visuais.

    No aguardo dos próximos Dashs, Vértices, Jogabilistreams e do Durabilidade que anda MUITO sumido.

  • André Bonifácio

    Caramba esse dash foi incrível! Vocês amadureceram muito nesses anos e é perceptível, mas o humor está mais afiado do que nunca! A parte da Square me fez rir demais. Final fantástico! Hahaha
    Minha entrada favorita era aquela que parecia que vocês estavam saindo do metrô caminhando e conversando. Mas nada que atrapalhe muito. Por favor não digam que o jack está num hiato porque eu estou assistindo cowboy bebop e adorando.
    Gostei da parte dos emails no fim. Evita de quebrar o ritmo na introdução.
    Parabéns pelo melhor podcast de games da internet. Espero que vocês tenham o reconhecimento que merecem (financeiro também).
    André Bonifácio, guarulhos, sp.
    Atualmente jogando persona 4. Graças a vocês.

    • Sushi0

      Continue vendo o Cowboy Bebop que o Jack irá voltar sim.

      • André Bonifácio

        Aeeeee! Que alegria! Valeu sushi.

  • Anderson

    Nome de console que eu acho bacana é Jaguar e Mega Drive. E independente do que significa Dreamcast é um nome bem foda. Eu sempre pensei como tipo cast a spell que no caso seria o “sonho”.

    • André Bonifácio

      Mega Drive é 10 vezes melhor que Genesis, o nome americano.

  • Dotcom

    Caraca, vou parar de ouvir este cast. 2 integrantes tem uma voz de fresco muito irritante (Esse André e esse Sushi). Só por curiosidade, sem ofensa: vocês dois são gays?

    Marcio mito, to ligado que vc já sutilmente jogou idéia na Mah Versiani e Natchy, seu safadão. E punheta é sagrada mesmo, melhor frase que vc provavelmente disse na sua vida. Mas vc tem que largar esses nerds tetudos e voltar a falar de caganeiras e estripulias, que é o seu grande ponto forte.

  • Dotcom

    Ok, já tenho uma PISTA importante!

    Marcio da Silva Barrios
    Rua Servulo Goncalves, 107
    Sao Paulo – SP
    CEP: 03376140 – BR
    phone: +55 11 986298690

  • Atos Ferreira Machado

    Mais um podcast com o selo Jogabilidade de qualidade. Com relação ao cast, quando um jogo tem o objetivo de atrair um público mais amplo, apelar para nomes genéricos ou que tentem passar de uma forma pouco criativa o que ele tem a oferecer me parece justificável no mínimo. No fim das contas é interessante que o nome de um jogo seja criativo, mas a capa e os trailers hoje tem uma importância muito mais fundamental no marketing de um jogo, pois foi-se o tempo em que a informação era escassa, e as vezes era mais comum a propaganda boca-boca. Como o próprio Márcio disse, o que realmente vai importar é se o jogo é bom, nós vamos nos acostumar com o nome ao longo do tempo.

  • Lemongrab

    Dead, Dark, Dragon, War e Legend, acho que esse deve ser o top 5 de palavras mais usadas em títulos de jogos.
    Engraçado que no Street Fighter, se for pegar o 2 como exemplo, o único cenário que é uma rua é o da Chun-li.
    Na questão da sonoridade, o título que eu mais curto é o Parappa The Rapper. Ao mesmo tempo que ele é quase um trava-língua, ele é também um nome muito cool de se falar.

    • Sushi0

      The Legend of the Dark: War of Dead Dragons.

  • Anderson Paranhos

    Pessoal o Xbox só tem esse nome por causa do Direxct X, os criadores diziam que esse video-game seria “a caixa do Direct X” e inglês seria “Direct X Box” e depois tiraram o “Direct” e ficou somente o X Box.

    • Dinopron

      Caraca! boa explicação, e faz todo o sentido… trivia de videogames nunca é demais pra mim XD

    • Sushi0

      Acho que o Marcio chegou a chutar essa hipótese, mas deve ter ficado na edição.

      • Galera…é perder 10 minutos pesquisando que voê encontra toda a lista de possíveis nomes do XBOX e que a hipótese na verdade é fato. DirectX Box—-> XBOX
        @andrbonifcio:disqus @dinopron:disqus

    • André Bonifácio

      Eu ainda acho que é caixa X mesmo, de mistério, surpresa ou potencial infinito.

    • Paulo Rogério B. Lopes

      Ficou simples e bom, melhor que Turbo Graphix 16

  • Alisson André

    Prefiro Biohazard, gosto do som que faz.

  • FabricioVaz

    Caras… Que FO-DA essa nova entrada do Dash! Putasquiparel!

    Vou ouvir e depois comento o que achei do cast (que tem um tema que muito me interessa, adoro falar dos jogos em nível conceitual).

  • José

    Parabéns Galera, excelente cast. Sobre a discussão de nomes genéricos, apesar de gostar muito do jogo, o nome “Team Fortress” é bem genérico.

  • Um dia após ouvir o Dash coincidentemente fui jogar um game da época do Playstation 2 que eu amava, era um de faroeste, cowboy, “bang bang”, e mundo aberto, adivinhem qual era o nome dele? Gun…G-U-N-! Tem nome pior do que esse pra colocar em um game? Tenta colocar Gun no youtube.

  • Armoderic

    Muito boa a discussão!

    Uma coisa sobre nomes de jogos antigos é que além da funcionalidade, não era incomum títulos que eram propositalmente enganativos (apoiados por capas que não tinham nada haver com o jogo, Carnival, um jogo bem antigo de atari tinha na capa o Ghengis Khan) eram bem comum achar um mesmo jogo com nomes diferentes.

    Pessoalmente eu acredito que os títulos devam ser coerentes ao jogo e o que este se propõem a ser, respeitando as diferenças regionais de nomes. Mas não sendo nem marketeiro demais e nem título pedante de tcc.

    Títulos que eu gosto (só alguns para não ficar muito longo):
    – Might and Magic: rpgs antigos em geral tinham nomes que eram “palavra + & + outra palavra” (Tunnels and Trolls, Wizards & Warriors, ect…), porém, Might and Magic não só era um bom, mas soa bem.
    – Heroes of Might and Magic: spinoff de estratégia da série Might and Magic, de novo descreve bem – e o Heroes faz sentido já que você tem heróis que lideram exércitos.

    Curioso (ou sem contexto fica confuso):
    – Wargame Airland Battle: Parece uma mistura de termos bem estranha, mas ouvindo o Three Moves Ahead a explicação, fica interessante: Airland Battle era uma doutrina do exército americano para a europa durante a guerra fira nos anos 80 e pregava o uso de forças aéreas para golpear divisões soviéticas e paralisar elas para então as divisões de terra terminarem o golpe.

    Pois bem, o jogo é de fato na guerra fria nos anos 80 e a sua jogabilidade (elogiada por repensar muito do rts) envolve o uso coordenado dessas forças. O problema só fica pelo Wargame, já não é um wargame tradicional como um Panzer General, War in the East ou outros.

    Nunca vou entender:

    Não sei quanto isso é comum, mas pelos duas franquias que eu gosto recentemente alteraram a ordem do título – Heroes of Might and Magic virou Might and Magic Heroes enquanto Total War que antes era, por exemplo, Shogun: Total War virou Total War: Shogun. Ainda que nesse caso não ficou ruim: apesar de “Total War” na real ser um conceito militar moderno, também é meio o nome do engine deles e até faz sentido a troca, porém ainda fica confuso e soa estranho.

    Alguns nomes de jogos ruins:
    – Last Armageddon: nunca joguei, mas considerando que um Armageddon já é uma coisa meio “final” um Last Armageddon fica redundante e parece que ouve algum outro que não foi lá essas coisas.
    – Megalomania: nome grandioso demais para um clone de Space Invader com gráficos levemente diferentes.
    – Disciples III Reinassence: Cai exatamente no problema do excesso de títulos com R, a única ligação era por ser uma tentativa de reviver a franquia Disciples. Porém o jogo foi um desastre, o que não impediu os desenvolvedores de lançar uma expansão chamada: Disciples III Ressurection, que ironicamente foi a primeira e última expansão antes deles quebrarem.
    – Rage of Mages: Parece um título legal, mas…na verdade o título original do jogo em russo era Allods: the Mystery of the Seal, que misteriosamente virou “Rage of Mages”. Haviam magos, mas eles estavam de boa.
    – Kingdoms of Amalur: concordo com o Rick e o que foi dito.
    – Divine Divinity: Nem precisa dizer nada.

    Só para fechar:
    http://www.gamerevolution.com/features/worst_game_names : post muito divertido com capas e títulos bizarros com ótimos comentários, clássico.
    http://videogamena.me/ – divertido gerador de nomes de jogos.

  • Dinopron

    O meu nome de jogo favorito é Metroid, eu acho meio enigmático, misterioso, combina muito com o clima do jogo, pra mim é a cereja no topo do bolo. Eu gosto muito de nomes de shmups também, um estilo de jogo que eu sou péssimo mas que só pelos nomes já dá vontade de jogar: Gradius, R-Type, Ikaruga, Galaga, Radiant Silvergun, Sine Mora, Hydorah, Salamander, tem vários, acho que jogos direcionados para nichos tem nomes mais criativos.

    Os indies as vezes tem nomes bem viajados (não queria citar nomes mas não resisto): Aways Sometimes Monster, Cthullu Saves the World (palavra impronunciável por seres humanos aliás), Attack of the Friday Monsters, AaAAAaaAA reckless disregard for gravity… é assim com nomes de filmes, livros, bandas e de discos também, nem é preciso pensar muito para achar alguns exemplos (http://goo.gl/ohkGQK).

    Uma leve omissão foi o melhor nome de DLC já visto pelo homem: “Super Ultra Dead Rising 3 Arcade Remix Hyper Edition EX Plus Alpha Prime” e talvez o menos ambicioso “Persona 4: The Ultimax Ultra Suplex Hold”.

    O pior nome é difícil de dizer, mas assim na lata eu diria Pong, sério que nome broxa 😛 E por fim o melhor nome de console é PC (até nisso ele é o melhor haha!)

  • Excelente tema e com discussões muito boas também.

    Ontem mesmo estava discutindo com um pessoal sobre um jogo que tinhamos certeza que era japonês por causa do título (Scram Kitty and his Buddy on Rails), mas fomos surpreendidos por ver que ele era na verdade do país de Gales.

    Inclusive me fez lembrar de um artigo do Kotaku sobre os nomes mais nonsense de games japoneses

    http://kotaku.com/what-are-the-most-nonsensical-japanese-game-titles-1567476254

  • Vinicius SS

    Excelente cast. Curti muito a abertura (mas estranhei o microfone do André que pareceu meio “seco”).

    Melhor nome de jogo pra mim: Gone Home (o tapa na cara vem em ondas).

    Pior nome de jogo que faz eu cavar um túmulo e entrar nele ainda vivo só pra me revirar: Super Smash Bros.

    Melhor nome de console: Dream Cast
    Pior: Saturn

    E gostaria aqui de elogiar a pauta e desenvolvimento do assunto no cast.

    Abraço,
    @Vinimzo

  • Vinicius SS

    Esqueci de mencionar. Uma tradução mais apropriada de Bare Knuckles no jargão das brigas de rua seria “Próprios Punhos”.
    Desconfio que Streets Of Rage tenha alguma idéia de remeter ao Streets Of Fire (Ruas de Fogo) que era sucesso na época que explorava temas parecidos com o do jogo.

    Abraço

    • Daniel

      Imagino que o termo pro portugues brasileiro seria “mãos limpas” não? Já que “na mão suja” é quando um cara bate em alguém usando alguma coisa.

      • Vinicius SS

        Também é uma boa tradução Daniel. “Vou arregaçar todo mundo de mãos limpas” ou “vou arregaçar todo mundo com meus próprios punhos”.

  • rubensxd

    Alguém sabe qual é a música que toca a partir de 49:55?

  • FabricioVaz

    Minha dica de música pro Maajin cantar AV7 no Karaokê: Nightmare, 😀

  • Dan_Smith7

    Ficou bem divertido o cast nunca imaginaria que gravariam sobre este tema, apesar de concordar com o que vocês disseram de que existem muitos nomes ruins e genéricos tenho que admitir que eu não dou muita importância para o nome do jogo ou console, é aquele negocio de não julgar o livro pela capa, acho que o jogo também não deveria ser julgado pelo nome, como vocês falaram ao final do programa no fim das contas o que importa é o jogo ser bom.

    Alguns nomes que eu gosto são The Last of Us, Uncharted e Persona por se encaixarem bem com a temáticaenredo dos respectivos jogos na minha opinião, outro titulo que gosto mas este mais pela sonoridade do que pelo significado é Silent Hill não sei explicar direito porque, um jogo que vocês citaram como um péssimo exemplo é a serie Metal Gear que realmente não tem sentido este nome, mas tenho que admitir que gosto de alguns subtítulos da série, acho Sons of Liberty e The Phanton Pain bem legais sonoramente e também fazem sentido com o contexto do que esta sendo apresentado no enredo dos mesmos.

  • romuloapx

    Opa, blz? O sentido de Dreamcast é um trocadilho com broadcast, que invés de ondas, transmite sonhos. É um bom nome, vai!

    Conker é uma franquia, ainda que pequena. Sua carreira começou no Game Boy, com Conker Pocket Tales, de 1999, certamente um jogo feito a partir da participação do personagem no Diddy Kong Racing.

    Por fim, Diablo pode soar interessante para um gringo, pois por incrível que pareça, a associação com a tradução fica mais distante.

  • Daniel

    Meu nome favorito de jogo é “brothers in arms”, porque além de com o passar do tempo você ficar intimo dos personagens e conhecendo suas manias e personalidades(tanto em jogabilidade quanto em dialogo), quando alguém do seu pelotão morre você fica muito bolado, como se fosse seu irmão morrendo mesmo. Eu lembro que toda vez que alguém morria eu resetava a fase, mesmo que ele voltasse na próxima missão.

  • victorbass

    Comentando tarde, mas tá valendo. Ótimo cast, mas fiquei surpreso de nenhuma menção a série Mega Man e seus spin offs intermináveis com nomes como X, Zero, ZX, ZX Advent, Legends, Battle Network, Star Force, The Power Battle, The Power Fighters, Battle & Fighters, Battle & Chase, Powered Up, The Willy Wars, entre outros…

    Sobre as sequências numeradas, dois exemplos que eu acho curiosos são os casos de Saints Row e Ridge Racer. A série sandbox da falida THQ muda o “estilo” a cada sequência numerada:

    Saints Row
    Saints Row 2
    Saints Row: The Third
    Saints Row IV

    Talvez o próximo seja “Saints Row 101”, vai saber…

    E o caso de Ridge Racer é ainda mais bizarro, pelo menos nos lançamentos para o PS1:

    (1) Ridge Racer
    (2) Ridge Racer Revolution
    (3) Rage Racer
    (4) R4: Ridge Racer Type 4

    Enquanto pra Arcade foram lançados jogos nomeados “Ridge Racer 2” e “Rave Racer” (com “v” mesmo, na versão pra console ficou com “g”). Parecia que a Namco tinha controlado sua mania de nomes bizarros, até o lançamento de “Ridge Racer Unbounded” que recebeu uma versão f2p chamada “DRIFTOPIA”.

  • Paolo Pestalozzi Cezar

    2 rápidos comentários:

    Como vocês não comentaram da Serie Elder Scrolls? Todos tem subtítutlos incríveis (Morrowind, Skyrim etc)!

    Sobre Half-Life, a pronúncia correta é “Réf-Laife” e não “Ralf-Laife”. Eu falava da mesma forma que o André e minha namorada vivia me corrigindo quando eu fala “Ralf” para o jogo ou para série Two and Half Men. Eu contra-argumentava perguntando como ela falava o nome do jogo que tinha o Ryu, Blanka e Ken e ela respondia “Istrit Faiter” e tudo ficava na mesma.

    • Sushi0

      Lembrando que Half só é “Réf” em inglês americanos em britanico é “Ralf” mesmo.

  • victorbass

    E um pensamento a respeito do nome mais bizarro de todos “Super Mario Bros.”: Se o locador do escritório da Nintendo of America que foi “homenageado” no jogo, ao invés de ser um descendente de italianos, fosse um brasileiro chamado Wandilson, o jogo se chamaria “Super Wandilson Bros.”?

    E o inimigo do Wandilson se chamaria “Mandilson”?

    Enfim, algo a se pensar…

  • BulletStorm :V

  • Ghost

    Nem tinha visto que tinham lançado este DASH. Como já comentaram abaixo, o Streets of Rage tomou inspiração do filme Streets of Fire. Se você olhar o protagonista do filme, o Axel (Streets of Rage) e o Cody (Final Fight) foram claramente inspirados nele. Aliás, o nome do protagonista é Tom Cody.

  • Kalebe Alves

    Começa o cast e meu coração palpitou ao ouvir a musica da abertura de persona 4 no inicio do cast… e logo depois a musica que tocava durante alguns diálogos… ótima escolha de musicas!rs
    Joguei persona por causa do dash, e amei o jogo, história, trilha, tudo muito foda, jogando o 3 agora.rs

    E por falar no jogo, é um que tem o nome que não da nenhuma pista do que se trata o jogo. E por um bom tempo no jogo não tem dicas sobre isso.

    Discussão sempre muito interessante.
    Excelente cast. Adoro os dash’s.

  • Guest

    Uma das melhores traduções que ja vi. :/

  • Guest
  • Bode333

    Apesar de ser o meu jogo favorito da vida, tenho que concordar que o nome Chrono fazia mais sentido no primeiro jogo pra super nes. Chrono é algo que remete as viagens no tempo que ocorrem no game o que não ocorre mais na sequência.

    Nota 10 pra edição do cast também, parabéns a todos os envolvidos!

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  • Marcio comentou sobre o Resident Evil Gun Survivor, essa franquia é um caso a parte do nome ruim, por que segue a bagunça:

    Primeiro, Resident Evil Gun Survivor, OK, um jogo novo e diferente que se passa no universo da franquia.
    Depois, Resident Evil Gun Survivor 2: Code Veronica, unico que não joguei, mas aparentemente é o Code Veronica em primeira pessoa (pra que isso???).

    AI o bicho fica legal:
    Gun Survivor 3: Dino Crisis (também conhecido como Dino Stalker)…. é isso ae galera, vamos usar o mesmo nome só que com uma franquia diferente.

    Ah, perae, cagaram para o 3, então bora ae…
    Resident Evil: Dead Aim, também conhecido como Gun Survivor 4: Biohazard: Heroes Never Die…

    Capcom não tem IDEIA do que fazer com essa merda mesmo, pqp…
    Pior que joguei o 1 e o 4 até o final… o 4, por sinal, era bacana na época, tinha uma ideia parecida com o Revelations (se passava em um navio e tal). O 3 eu joguei até perto do final e larguei.

    Sobre nome de console, eu sempre achei o nome Genesis muito bom, sonoro e tal, assim como Sega Saturn.

    • brunopessoa

      Pra ser sincero…não acho problema um título mudar de gênero eu acho uma forma de tentar revitalizar e fazer render um grande título.

    • Ghost

      Na verdade, Gun Survivor é uma série direcionada a quem tem uma light gun. A Namco tem uma série dessas também, agora não recordo o nome. Só que Gun Survivor é só no Japão, e lá esse jogo segue a numeração (Gun Survivor 1,2,3 e 4).

      Nos EUA, os jogos são:
      – Resident Evil Survivor 1
      – Resident Evil Survivor 2
      – Dino Stalker
      – Resident Evil Dead Aim

  • Guest

    Caras, a imagem a seguir é um print de um post no facebook de uma loja online com a lista de reestoque um dia desses… essa era toda a lista de PS3.

    O pior é pensar que dava pra lista ser maior ainda só nessa pegada xD

  • Guest

    Caras, a imagem a seguir é um print de um post no facebook de uma loja online com a lista de reestoque um dia desses… essa era toda a lista de PS3.

    O pior é pensar que dava pra lista ser maior ainda só nessa pegada xD

  • Thiago

    Sobre Diablo, claro que a lore dele pode ter vindo depois do nome mas pelo menos ela “explica” de alguma forma, o nome real dele é Al Diabalos e acabou simplificado pelos mortais como Diablo, não é grandes explicações mas acho que Al Diabalos seria um nome ainda mais confuso apesar de ter mais personalidade.

    Comentário meio atrasado mas é por conta da frequência esquisita que ouço podcasts haha.

  • Conde Ferreira

    Sobre o nome “X-Box” é referencia sim ao directx Sim…

  • por favor me diz que música é

    Por favor
    Alguém sabe que música toca a partir de 1:12:24 ?

  • Caras, ali por 18min a poluição sonora me incomodou MUUUITO, tem 3 músicas tocando ao mesmo tempo? É uma do Jogabilidade, uma do Soul Edge e mais outra que eu não consegui identificar. Cuidado com essa parada de áudio, é crucial e nesse caso ficou muito incomodo, chega a doer os ouvidos, fico com vontade de desligar o som das músicas haha Dando pausa no cast pra ver se não deixei nenhuma outra aba aberta com música… é horrível! Enfim, só cuidem porque esse período do cast ficou totalmente comprometido por conta desse detalhe.

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