Vértice #36: A Guilda da Justiça Social

Quando uma série de acontecimentos asquerosos nos faz querer desistir dos vídeo games e da humanidade como um todo, quem você chama? A guilda da justiça social, é claro!

Mas como ninguém é de ferro (exceto o Mega Man), André, o Caçador; Rick, o Paladino; Sushi, o Ladino e Márcio, o Bardo discutem primeiro o que jogaram nas últimas semanas: Virtue’s Last Reward, World of Warcraft, The Walking Dead Season 2 e Super Mario 3D World, respectivamente.

Eles não se esquecem também de comentar os últimos e mais relevantes acontecidos nesse mundo de joguinhos: desde as notícias da Nintendo com o New 3DS, Pokkén e DLCs diversos, o novo trailer de Persona 5 (com as obrigatórias discussões sobre logos e moda), a compra do Twitch pela Amazon, ao misterioso Firewatch.

E claro, damos nossos pontos de vista sobre o polêmico #gamergate… Agora dá licença que vou ali queimar esse teclado por ter sido usado para digitar essa sequência de letras.

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  • Diésio Ferreira

    Só queria dizer que se manterem essa rotina de “nem uma mês para um
    novo podcast” vou parar de acompanhar….uma puta falta de sacagem com a galerinha gamer #sqn =D

    Obs.”O podcast que enverga mais não quebra”…..foi genial!

  • Gradash

    Bem eu gostaria de deixar aqui a minha opnião sobre o caso do machismo e a Anita que foi abordado no cast, se vão ler ou não, para mim é indiferente.

    Eu não concordo nem um pouco com o trabalho da Anita, eu detesto o que ela faz mas sou a favor da causa feminista.

    Por que não concordo com ela? Não só o fato de ela não ter qualquer carisma e ser totalmente escrota. Ela pega temas pontas soltas e coisas mínimas para criticar e muitas vezes sem sentido ou qualquer embasamento, ela fez críticas pesadas a Metroid por causa do “prêmio” que o jogador tem no final de ver a Samus de biquini, em entrevista o Myamoto confirmou que a Samus só apareceu em biquine no final de Metroid 1 pois eles tinham 10 pixels de altura para representar uma mulher de forma que não fosse confundida com um homem de cabelos longos, ele queria mostrar que no final do jogo, você estava com uma mulher. Ao ponto que o final comum (com mais de 3 horas) em todos os Metroids é a Samus com armadura mas sem o Elmo, porém isto deixava a interpretação em aberto.

    Quando ela falou da Peach ser a princesa em perigo que precisa ser salva por um homem e blablablabla, eu concordo com isto, acho escroto. Mas Mario é um jogo de contos INFANTIS e mesmo assim atualmente é cheio de piadas a respeito dela sempre ser sequestrada pelo Bowser, ao ponto que Mario RPG faz muita piada com isto. Mas estes pontos ela ignora, pois pega apenas o que interessa ela para falar mal de tudo.

    É como falar mal de Dragon’s Crowl por causa da Soceres, devo dizer que pegando toda a arte do jogo ela é uma das personagens mais comportadas! O jogo tem tanto sexualização feminina (de forma exagerada e muito escrota) como masculina, mas a sexualização masculina não é um problema… Apenas a feminina… Não vejo ninguém reclamando de o quanto o Dante é sexualizado e ele é.

    Para mim tanto sexualização masculina como feminina não tem problema algum desde que ambos os lados sejam iguais, ou faça sentido! Se a mulher está usando um Bikini Mail, não coloque DEFESA nessa merda… O mesmo vale para o cara com tanga de texugo que NINGUÉM reclama.

    Um caso que mostra como a Anita tem uma total falta de senso no que fala é o caso do Smite, ela criticou absurdamente as deusas do Smite por serem gostosonas e sexualizadas, primeiro ela ignorou o fato de serem DEUSAS, e acha mesmo que uma deusa vai parecer com uma mulher feia? Segundo os homens em sua maioria também são sexualizados pra caramba no jogo. O motivo é bem simples, a gigante maioria das ilustrações das divindades elas estão NUAS… Mas como o jogo tem que ser PG13, então não pode ter mamilos femininos aparecendo certo? Houve tanta reclamação principalmente por causa da Deusa Kali que eles mudaram o modelo dela que era este:

    http://how2play.pl/wp-content/uploads/2014/08/smite_kali_buff1_18883.jpg

    Que sim é bem sexualizado, para este:

    http://fc03.deviantart.net/fs71/f/2013/347/3/c/smite_kali_v2_by_armachamcorp-d6xtmox.jpg

    Qual foi o problema da mudança? Bem está é uma representação original da deusa da destruição Kali

    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/89/Kali_by_Raja_Ravi_Varma.jpg

    Me diga agora… Qual está mais fiel?

    Inclusive tem este vídeo do Game Theory que é MUITO bom e mostra como é sem nexo esta reclamação da Anite…

    https://www.youtube.com/watch?v=UiPZFPYhmzs

    Entendam, não sou contra as feministas… Sou inclusive a favor que TODO game tenha sim personagens femininas, na real raramente goste de jogar um jogo onde eu não possa criar o personagem que vou jogar, gosto de personagens mulheres fortes, um exemplo que na DC meu herói favorito é uma heroína, Batwoman que merecia muito mais um game que a porra do Arkham Knight que vem ai.

    O meu maior problema com a Anita é que ela não haje como uma feminista, ela haje como uma Feminazi, ela quer a superioridade do sexo feminino, quer que os homens se rastejem aos seus pés, a sua forma de falar é péssima. Tenho muitas amigas que concordam comigo inclusive.

    Mas a Anita não é a que mais me irrita, os que mais me irritam são os HOMENS feministas… Pois eles não sabem o que é ser uma mulher, não sabem o que é ter direitos privados… E a maioria deles querem ser o cavaleiro branco que vem salvar todas as mulheres com seu feminismo… sério… Se você é assim… não seja…

    Eu sou criticado no Alvanista (rede social de games) por fazer posts refutando coisas definitivamente misóginas como caso do Assassin’s Creed que permite customizar o seu personagem mas não jogar com uma mulher por causa de desculpa esfarrapada (meu AC favorito é o Liberation só para constar) e o caso que me fez pirar foi o tornei de Heartstone que proibia as mulheres de jogar por causa que a final seria em um país Árabe…

    Contra este tipo de coisa, eu xingo muito no Twitter, mas colocar argumentos vazios e pegar pontos isolados para defender a sua tese… Se eu pegar só partes dos vídeos da Anita eu posso fazer o que quiser com ela, isto é simplesmente o poder da edição.

    • Omega Red

      Gradash, eu concordo com você em boa parte. Principalmente na parte dos “homens feministas”. Eu não acompanhava muito jornalismo de games, e só fui saber disso pelo twitter de um developer. Mas eu olhei que em pelo menos dois dos casos, os caras só estão atrás de “crédito” com feministas. Só deixando aqui:
      – Jason Schreier (Kotaku): eu fiquei sinceramente surpreso desse cara ter sido contratado para ser jornalista de qualquer coisa. Eu conheço ele de muito tempo do GameFAQs, e ele é um dos mais lendários shitposters que já passou pelos fóruns LUE (Life, Universe and Everything). Ele escreve muito sobre controvérsias, mas ele era um weeaboo dos diabos. Se quiser conferir, o nick dele lá é “Prism” ou “Fox1340”.
      – Ian Miles (editor do GameRanx): eu conhecia esse cara do RPGCodex (o Jason Schreier também postava lá), e ele era um dos caras mais estúpidos que já tive o desprazer de conhecer nas interwebs. Declaração de racismo, antisemitismo, tudo isso era coisa diária para ele.

      Quanto aos vídeos da Anita, eu acho que esse debate tem que ser feito sim, mas a Anita tem os seguidores mais tóxicos que já vi. Esse tipo de “campeão da causa” eu já vi em tudo que é lugar, e sempre acaba em lágrimas. Ela também é uma vítima profissional de primeira.

      Só para ver como isso não existe “só nos videogames”, dê uma busca no google por:
      – Adria Richards (“campeã” dos direitos das mulheres na indústria de tecnologia)
      – SWFA controversy

      Nem precisa ir muito longe, Geisy Arruda é uma vítima profissional também, bem aqui do nosso lado.

      • Gradash

        Pessoas sendo atacadas é comum… Infelizmente e a única forma de resolver é fazer o que o Marcio disse, acabar com o anonimato.

        • Omega Red

          Concordo. Uma rede social como o Twitter não deveria ter anonimato. Eu nunca usei muito o Twitter, mas tive que criar uma conta por causa do trabalho. Quando você faz com que algumas pessoas coloquem seus nomes verdadeiros, mas não obriga todos a fazer isso, é claro que as pessoas anônimas vão se sentir protegidas, e vão “botar para foder”. Já fui chamado de tudo que é coisa pelo Twitter, por coisa que eu nem fiz, e já vi que é um balde pronto para entornar.

          O André deve saber desse drama pois ele acessa o Giant Bomb, mas lembra quando, dois meses atrás, o GB contratou “dois homens brancos” para o cast? E olha quem estava lá jogando insultos neles? As mesmas pessoas que estão por trás da Anita. Eu achei até engraçado a Leigh Alexander estar lá no meio, depois que ela virou persona non grata no GB por ter participado de dois streams completamente bêbada. O que eu achei mais engraçado ainda foi gente linkando o artigo dela dos “Gamers estão mortos”. É um barril de risadas.

  • Omega Red

    Não ouvi o episódio todo ainda (parei na parte da Zoe), mas tenho que discordar de algumas coisas.

    – A acusação da Zoe ter sido “doxxada” é mentira. O telefone que postaram é do Havaí, e o número de seguro social (SSN) é de uma família do Canadá. Todo dia ela fica tentando criar uma polêmica para ver se ela se safa disso, mas tá difícil…

    – Isso vai parecer condescendente demais, mas sinceramente, custa sair da internet por um dia? Eu vi algumas das ameaças que fizeram à Anita no twitter, e sinceramente, ela está se fazendo só para desviar as críticas a ela. Ela só recebeu tanta voz assim por ser mulher, mas tudo que é homem recebe ameaça de morte diariamente no twitter e não fazem esse auê todo. Por isso eu acho que ela é uma vítima profissional. De novo, o debate que ela trouxe é importante sim, mas ela é o pior tipo de pessoa para fazer isso. Talvez por isso tantas feministas a odeiem… e isso nos leva a:

    – Dois pesos e duas medidas: se fosse com qualquer outro, não teria sido feito tanto auê. Ninguém lembra quando o Jack Thompson era ameaçado de morte diariamente, em tudo que é fórum da internet, e todo mundo ria pois ela era “o inimigo dos games”? Até mesmo no caso na justiça onde ele acionou o site Kotaku, o editor (na época) disse que os comentários pedindo a morte do Jack Thompson eram “hipérbole” e não representavam uma ameaça real. E olha só! Hoje eles são os mesmos dizendo que “as ameaças tem que parar”. É muita hipocrisia para uma discussão só.

    – Gente como a Anita acaba por dificultar a entrada de mulheres na indústria. Se querem ver um caso igual, procurem por “Adria Richards” no google. Eu poderia até contar um caso que aconteceu comigo (por eu ser negro), mas como envolve nome de empresa, é melhor não comentar os pormenores aqui. Basta dizer que um “campeão dos direitos dos negros” fez uma merda gigantesca depois de chegar a executivo, e depois que botaram ele no saco, todo negro na empresa era olhado com desconfiança. Ao invés de ajudar, ele só atrapalhou.

    Aqui um artigo sobre a proporção de homens e mulheres ameaçados em mídias sociais:
    http://www.thedailybeast.com/articles/2014/09/04/men-are-harassed-more-than-women-online.html

    • Gradash

      Uma das coisas que eu acho mais preconceituosas é a Cota para negros e Indios, isto faz com quem já é preconceituoso fique mais mais raiva ainda por “estas pessoas inferiores” como eles acreditam estarem “roubando vagas” por causa das cotas.

      • Omega Red

        Já tive uma discussão acalorada sobre isso com meu chefe. Parece que, há um ano atrás, estavam querendo votar uma “cota” para empresas particulares também. Só que não era bem cota, e sim quem contratasse certa porcentagem de negros, receberia benefícios fiscais do governo.
        A única conclusão a que chegamos foi que isso seria o fim, pois as empresas só falsificariam os registros para aumentar os números (“coloca aqui que você é negro, que você ganha mais no primeiro mês”). Afinal, se para uma empresa continuar competitiva, ela tiver que contratar negros (pois vai estar em desvantagem se não contratar), o que ela vai fazer? Falsificar.
        Isso já acontece com partido político, com o mínimo de 30% de mulheres candidatas, eles colocam gente que não vai tirar 1 voto só para completar os 30%. E ninguém tá nem aí.

        • Seu argumento faz sentido mas ainda assim não invalida as cotas porque o problema não são as cotas e sim o hábito das empresas de falsificar documentos

          • Ghost

            Eu ainda acho que a cota deveria ser social, e não racial.

      • Gengarito

        Nop.

        • Gradash

          Não se combate intolerância com mais intolerância, isto que te digo.

        • Dudley_o_Boxista

          Cara, não vejo como a cota social, e não a racial, não possa resolver os problemas.

          • Gengarito

            As duas são importantes, de forma complementares.

  • Gabriel Valente

    Ainda não terminei de escutar tudo, mas não consegui entender ainda a má vontade do André e Sushi com a segunda temporada do The Walking Dead.

    Dizer que o personagem que voltou foi uma tentativa de transformá-lo no novo Lee? Sério, que remédio é esse tarja preta que vocês que estão tomando? Ele voltou da maneira que era na 1a temporada, “merdeiro”, e continuou assim, em nenhum momento senti que o jogo queria que eu gostasse dele como uma figura paterna pra Clementine. Pelo contrário, o jogo te dá a oportunidade de dar o troco por coisas que ele fez na 1a temporada. E não me refiro aos acontecimentos do último episódio.

    Gostei dos epis 1,2 e 5, obviamente não foi no nivel da 1a, mas achei sim no mesmo nivel de The Wolf Among Us (que não achei essa maravilha toda). O que se perdeu de 2012 pra cá é que acabou aquela ilusão de que você escolhe o rumo que a História do jogo vai seguir. Que nada, tanto em The Wolf como nesse eu já sabia que era apenas um passageiro observando tudo e mudando pequenos eventos, mas sem a oportunidade de realmente modificar a estrutura central dos acontecimentos.

    Concordo com o Márcio, vale a pena jogar sim.

    • André Campos

      Te juro que não foi má vontade. Posso ter começado a temporada meio incerto, mas o primeiro episódio me conquistou. O que aconteceu dali pra frente é que eu não consegui comprar.

  • Ghost

    Ouvi o episódio todo, e tenho que discordar da opinião do André. A Zoe já é conhecida por esse tipo de controvérsia inventada para angariar simpatia, vide o caso do Wizardchan. Ela já tentou fazer isso várias vezes desde que a controvérsia começou, inclusive no 4chan, e sempre falhou lindamente. Ela me lembra da história do Pedrinho e o Lobo. Quando chegar na hora que ela for realmente ameaçada, ninguém vai acreditar.

    Quanto ao Max Temkin, está errado. O Nathan Grayson disse (no Facebook) que também foi ameaçado, e teve toda sorte de insulto proferido contra ele. Vamos a outro caso, antes disso: o Brad Wardell, CEO da Stardock. A Kotaku/outros sites noticiaram um caso de abuso sexual contra ele, e ele também recebeu ameaças de morte, ameaçaram os filhos dele e ligaram para a casa dele. Se quiser checar, vai no @draginol no Twitter, ele conta toda a história lá. Isso é hipocrisia, dois pesos e duas medidas, claramente. Ele mesmo disse que não foi fazer escândalo no twitter pois sabe que isso faz parte do trabalho dele (ele já tem 20 anos de indústria), e que se você quiser ficar sob os holofotes, tem que aguentar os benefícios E os malefícios.

    Nesse caso do Max Temkin, o primeiro site a reportar foi o Rock Paper Shotgun, que tem uma postura clara, de “lutar contra a misoginia”, e dá para ver a clara hipocrisia do editor (John Walker), ao começar com “Por que ninguém mais está falando disso?”. Aí quando estoura o caso da Zoe, o disclaimer dele é “O RPS nunca vai tolerar discutir a vida pessoal de ninguém”. Hipocrisia dupla.

    Sobre o termo SJW, eu ofereço um contraponto: “misoginia” e “sexismo” já foram tão usados por esses sites e pelo próprio povo da indústria, que já perdeu o efeito. Criticou o vídeo da Anita? Você é misógino. Não aceita que o artista de Divinity: Original Sin tenha sido cooptado a mudar a capa? Você é sexista. Isso é uma hipocrisia de ambos os lados. São palavras de poder (power words). São bobagens jogadas ao vento para querer desacreditar o outro lado. É a mesma coisa que dizer que o cara é um simpatizante do nazismo.

    A outra hipocrisia maior ainda, é que 99% do staff desses sites é de homens brancos, e eles se sentem no direito de reclamar de sexismo/misoginia, mesmo que ninguém tenha pedido isso a eles. Eles querem ser a voz das minorias, querem dizer o quanto elas estão sofrendo por tal e tal coisa, mas quando chega a hora das minorias realmente se manifestarem, não querem nem saber. Vide a hashtag #notyourshield no twitter, que é do pessoal reclamando que eles sempre usam as minorias oprimidas para se defender das críticas, mas não dão voz alguma a essas mesmas minorias. São homens reclamando de homens. Hipocrisia linda.

    Vi que não comentaram da parte do jornalismo, mas acho que o que as pessoas se cansaram foi de serem chamadas de sexista, misógino e o escambau, e quando respondiam, tomavam um cala-boca de volta. Ou como eu disse acima, as minorias que estavam sendo “ajudadas” por esses jornalistas, quando na verdade os jornalistas em si só queriam ser a voz delas, e não deixar elas falarem. Chegou ao ápice de developers serem cooptados a mudarem aspectos dos seus jogos por causa de uma minoria vocal que encontra voz nesses sites. Cito o caso do Divinity, ou de uma empregada da XSEED que recebeu todo tipo de insulto via twitter, e se retirou da internet, pois alguém ameaçou se matar se ela não mudasse algo que desagradou a essa pessoa. Acho que era a palavra “trap” no Akiba’s Trip 2. Ou quando o Nathan Grayson foi incomodar a Blizzard, dizendo que os designs das mulheres eram sexistas. Ou quando o Jason Schreier chamou o aritsta de Dragon’s Crown de imaturo, “14 anos” e outras coisas mais, e quando viu que as pessoas não tinham achado nada daquilo que ele tinha achado, se sentiu “ofendido”.

    • Tome meus likes, jovem.

    • André Campos

      Cara, agradeço todos os comentários extremamente bem escritos e argumentados, pela sua educação e inteligência. Tenho tentado encontrar um tempo pra responder tudo que eu gostaria, mas antes que se passe tempo demais, deixo alguns pontos:

      A maioria dos seus argumentos parecem tentar demonstrar que “o outro lado não é puro e imaculado como vocês pensam”. Durante o podcast, foi uma preocupação minha deixar bem claro que eu não acredito em defender um lado, em achar que existem o pessoal “do bem” e “do mal”, mas talvez não tenha feito um trabalho tão bom nisso.

      Eu não acho que a Zoe é uma santinha que nunca fez merda, não acho que a Anita é a salvadora dos games além de qualquer crítica, detesto a postura de sites como a Kotaku ou o RPS, definitivamente nunca defendi ameaças de morte ao Jack Thompson e não conhecia esse caso do Brad Wardell, mas te garanto que ninguém pretendia que ele recebesse ameaças de morte e que pararam de cutucar a história quando esse se tornou o caso.

      E se alguém não tiver parado, é porque existe gente de merda em tudo que é lugar. Tem gente tentando alcançar notoriedade sendo a voz das minorias? Muita. E daí? Não acho que a existência dessas pessoas diminui as outras tantas, sérias, que só querem ver uma indústria mais justa e inclusiva.

      Esse argumento do “custa sair da internet?” ou “quem tá sob os holofotes tem que saber lidar com isso” não funciona, é muita falta de empatia e isso já discutimos da primeira vez que o Phil Fish deu rage quit da internet. Seria fantástico se todo mundo que tem uma vida pública tivesse pele de aço e não se afetasse e soubesse lidar com tudo que é tipo de abuso, inclusive muita, muita gente (homens e mulheres) conseguem. Mas ninguém é obrigado a aturar e permanecer calado.

      Como disse antes, ninguém no podcast estava canonizando a Zoe, ela fez merdas homéricas e as continuou fazendo. Não investiguei a fundo essas falsificações de doxxing que ela supostamente fez, mas não duvido que realmente tenha acontecido.

      Nesses casos, eu sigo um pensamento muito simples. Se ela tiver mentido sobre absolutamente todas as ligações que ela e sua família recebeu e as pessoas que apareceram em sua casa e coisas mais tensas e preocupantes desse tipo… Quem isso prejudica diretamente? Só a reputação dela (e talvez uns jornalistas de merda que vão fazer matérias sensacionalistas sobre isso).

      Mas, e se, caso contrário uma única pessoa tiver realmente descoberto o endereço dela e tiver a intenção e o potencial de fazer alguma merda real com ela e a família? Mais uma vez, empatia. Isso, pra mim, já é o suficiente para que ela tenha o benefício da dúvida.

      E de novo, muito obrigado pela discussão civil e inteligente! =)

      • Ghost

        Eu acho que o erro começou em separar essa bagunça toda em “lados”.

        Tenho de discordar do caso do Phil Fish. Eu não sei se é um problema da internet ou se é dessa geração mesmo, mas o Phil tem um personalidade explosiva, ele é um ímã de trolls. Você pode estar na internet e não estar no twitter. Você pode estar no twitter e não responder a todo insulto que te jogam. Você pode simplesmente bloquear. Mas não, o Phil Fish ia alimentando e alimentando isso, até que uma hora explodiu. Acho que foi o Rick que disse, mas custa lembrar de “Do not engage”? Não é culpa do Phil ele ser um ímã de trolls, mas é culpa dele alimentá-los.

        Eu não vejo isso só no Phil Fish. Várias “personalidades” desse meio também são notórios casquinhas de ferida, vide o Ben Kuchera (Polygon), John Walker (RPS) e o editor da PC Gamer (me foge o nome agora). Alguém puxa alguns botões deles e eles explodem. O artigo do John Walker sobre o porquê de ele não ir cobrir a PAX (daquela época dos Dickwolves) é uma das coisas mais deprimentes que já li na internet.

        Sobre o negócio das ameaças, o que eu não gosto é que usem isso para defletir críticas. Isso acaba colocando um bloqueio em qualquer argumento que esteja sendo discutido. É só alguém ser ameaçado, que isso vira argumento para destruir qualquer crítica. Não só no caso da Anita, mas um caso mais próximo de nós: o Netinho (sim, aquele que deu um soco no Vesgo), toda crítica que cai no colo dele, “Vocês falam isso só porque eu sou negão”. Mesma coisa da Anita. “Só vi vídeos de homens misóginos refutando os argumentos da Anita, então eles não valem” (embora tenha vídeos de mulheres também, que são sumariamente ignorados).

        O que eu acho que causou essa explosão toda foi o pessoal ter ficado de saco cheio de ser levado por uma narrativa claramente tendenciosa, e então receberem um “sexista” ou qualquer outra bobagem para defletir qualquer crítica feita a esses jornalistas.

        • André Campos

          Concordo que o Phil Fish é péssimo em lidar com essas coisas e várias vezes foi buscar encrenca onde não tinha, mas isso foi depois da explosão inicial de ódio contra ele, por isso não consigo ver a situação toda como culpa dele quando tudo que ele fez foi não saber aceitar calado os insultos e provocações que começaram tudo. E aí só bem depois depois é que ele assumiu uma posição meio de “tá no inferno abraça o capeta” (que eu acho péssima).

          Por outro lado, a Anita faz o exato oposto do Phil. She does not engage. E aí eu vi uma pessoa comentando uma vez sobre ela: “como levar a sério uma pessoa que diz querer discutir mas deixa os comentários desabilitados?”, ou seja, damned if you do, damned if you don’t. “Mas ela podia pelo menos responder ás críticas construtivas”, seria o ideal, claro, mas se ela sabe que não lida bem com a toxicidade da internet, é natural não querer nem olhar pra qualquer tipo de tópico de fórum sobre os vídeos dela. E ainda assim, nesse último vídeo ela trouxe contra-argumentos que ouviu e os refutou.

          Como disse, não sou muito fã dos vídeos da Anita, mas o papel mais importante deles que é gerar discussões sobre os temas levantados está acontecendo, independente dela estar participando ou não, independente de se ela realmente teve motivo pra sair de casa ou não.

          • Luis Nunes De Araújo

            Críticos sempre haverão André, não importa o que você faça, mas eu
            discordo de você neste caso. A Anita ao bloquear os comentários ignorou
            não apenas os trolls, mas também aqueles que pudessem fazer críticas
            construtivas ao que ela havia dito. É o mesmo que considerar que todos
            que possuem opiniões diferentes da sua são pessoas sexistas e ignorantes
            que não possuem nada real a acrescentar à discussão. Não responda às
            baixarias da internet, mas também não ignore aqueles que possuem algo a
            dizer sobre isto.

            E não vamos generalizar, existem monstros dos
            dois lados, mas pelo que eu ando vendo no twitter, aqueles que estão a
            favor do Gamer Gate se tornaram bem mais educados nas discussões com
            aqueles que estão contra, dando argumentos e nunca fazendo uso da ofensa
            em si para atacar aos outros. Pelo menos não recentemente. Na verdade
            muitos deles estão pedindo a todos que apoiam o movimento para que não
            façam ofensas em nenhum momento, pois isto traz mais uma vez o velho
            estigma da misoginia atrelada a eles anteriormente.

            Gostaria
            também de chamar a atenção aos dados que vazaram sobre a Polytron e a
            IGF depois que hackearam o site deles, ou algo assim. É uma longa
            história, mas eu suma, se eu tiver entendido bem, a IGF (Indy Game
            Festival) realizou uma entrega de prêmios à diversas categorias, como
            história, design, etc dos jogos indie. Segundo os documentos vazados do
            site da Polytron, dos 10 juízes que estavam presentes, 8 havíam
            investido diretamente em FEZ. Isso causou uma certa revolta entre as
            pessoas, e inclusive a própria IGF se pronunciou oficialmente sobre o
            assunto. Infelizmente quase nenhum site está abordando este assunto e
            isto pode fazer com que você não confie nesta informação. Quanto à isto
            não posso fazer muita coisa, mas lhe trago pelo menos uma notícia feita,
            apesar desta puxar até demais a sardinha pro lado do GamerGate, então
            fique atento:

            gamesnosh.com/fez-investors-outed-judges-2011-igf-award/

            Peço desculpas por qualquer erro de concordância ou gramatical, estou com preguiça de revisar o texto.

          • André Campos

            Eu acho que depende da comunidade que vai comentar. Se os vídeos fossem postados num Giant Bomb, num tópico do NeoGAF ou coisa do tipo, eu concordaria em ser um erro desabilitar os comentários.

            Mas o YouTube tem uma das comunidades mais tóxicas da internet. A coisa mais rara do mundo é você ver alguma discussão relevante ou construtiva sobre qualquer coisa nos comentários por lá. Por isso, concordo com a ideia de que essas discussões existirão naturalmente em outros lugares, com pessoas que também tem o que discutir e não estão comentando somente porque tem uma caixa onde elas podem escrever alguma coisa.

          • Luis Nunes De Araújo

            Cuidado com a generalização. Concordo que o Youtube não é um dos melhores lugares para se criar uma discussão, e que é muito difícil manter esta discussão civilizada, mas eu acredito que possam existir indivíduos com coisas interessantes a adicionar em qualquer lugar, por mais tóxico que o mesmo seja.

            Mas você tem um bom ponto, apesar de eu acreditar que não justifica completamente o bloqueio da opção de sequer comentar nos vídeos dela.

          • Gaspar Nolasco

            Eu não diria que é uma comunidade “tóxica”. É só uma comunidade grande. São milhares de canais que atraem milhões de pessoas de todos os nichos, culturas e idades, e a um click de distancia um do outro, isso gera caos e barulho as vezes, mas eu já tive discussões interessantes em comentários de videos do YT, pessoalmente. Lógico, só depois que implementaram o tal do G+ lá.
            Acho que é uma opção válida fechar comentários em vidoes como os do PewdiePie nos quais tem mais spam de gente tentando fazer anúncio do próprio canal do que qualquer coisa, mas em um vídeo em que existe um tópico ou propósta de tópico para discussão, fechar comentários fica mal.

          • Ghost

            Você acertou em cheio. Não importa o que você diga na internet, alguém sempre vai distorcer seu comentário para um lado ou para outro (damned if you do, damned if you don’t). Acho que é isso que as pessoas ainda não entendem. Principalmente no twitter, onde não há filtro algum (se você não usar DM ou deixar os tweets privados, todo mundo vê o que você escreve e pode se intrometer).

            Isso me lembrou do George Lucas, sobre os filmes da nova trilogia de Star Wars. Ele disse que não importava o que ele fizesse, alguém sempre vinha reclamar de alguma coisa, então ele não ia fazer mais. Ponto.

  • Leonardo Guerreiro

    caras eu NUNCA achei q ia fazer um rage post mas GIFF Cowboy Bebop Jack por favooooooooooor

  • Ghost

    Sobre a panelinha indie, eu acho que ela vai ser a que vai sair mais prejudicada disso. Sei que alguns de vocês seguem eles no twitter, mas eles são o povo mais tóxico que já vi. Um colega meu já recebeu tudo que é ameaça (e também strikes) por fazer vídeo-review falando dos aspectos negativos dos jogos deles. O IGF já teve a credibilidade bem abalada.

  • Dudley_o_Boxista

    Esperando a descrição do Vértice/Dash onde lerei “e Marcio Barrios, A Incrível Voz”.

  • Alisson André

    Na parte de TWD pareceu que vocês falaram um tempão sobre nada.

    • Ghost

      Ha, eu também achei isso.

  • Renan Critelli

    Comecei a jogar TWD:S2 nessa semana. Joguei só o primeiro episódio, e estou me esquivando de spoilers. Mas fiquei um pouco preocupado com a opinião do Sushi/André. Por enquanto, estou gostando bastante. Da para imaginar que provavelmente não vai conseguir bater a Season 1, devido a personagem principal ser uma criança, e então forçar protagonismo pode ficar meio estranho. Mas estou achando o jogo bem legal – e bem bonito, diga-se de passagem. Na parte do cachorro fiquei imaginando a reação do Rick…

    Eu concordo de modo geral com o exposto na questão do “gamergate”. Não há nada substancial e que seja de interesse geral para ser publicado.
    Também acho que não dá para comparar os casos Zoe Quinn/Max Temkin, MAS no caso do Max foram publicados artigos com tinta carregada. E ele de modo algum foi grosseiro, foi muito ponderado, mesmo sob grave acusação de estupro.
    Nathan Grayson foi ameaçado e xingado, Max Temkin levou pedrada de todo lado. Eu sei que existe bastante misoginia, e é sensível atentarmos para isso, mas tenhamos cuidado.

  • Dudley_o_Boxista

    SPOILERS de TWD season two:

    Caraca, acabei de ouvir o André e o Sushi falando sobre o personagem da primeira que volta na segunda. Cara, se vocês acharam que eles forçaram ele ser o Lee, quem era o Lee de vocês? Pra mim esse personagem que voltou, manteve a mesma personalidade que ele tinha na temporada anterior, além disso O JOGO INTEIRO, é sempre ele que tá falando as coisas que fazem sentido. Eu entendo achar ele irritante e tals, mas discordo totalmente deles tentarem forçar ele ser o novo Lee. Xô voltar pro podcast.

    • prcl

      Cara, quem é esse personagem? Não joguei a season 2 (e acho que nem vou) e fiquei meio perdido

      • Guest

        SPOILER:

        Kenny

      • Guest

        SPOILER

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        Kenny

    • Felipe Pimentel

      A princípio, achei que eles tentariam forçar o tal personagem a ser um novo Lee. Eu, inclusive, sofri um ataque de ninjas com cebolas quando teve o reencontro com a Clem. Mas acho que ainda no mesmo episódio, eles já quebram essa percepção tendo em vista os acontecimentos do final. E acho que isso deixa os outros episódios mal escritos, pq mesmo fazendo isso, eles continuam forçando uma relação ao mesmo tempo que vão provando o quão fdp esse personagem se tornou. Na escolha durante o conflito final, eu fiquei com a opção mais óbvia (considerando oq falei, acho que dá pra saber sem precisar entrar em spoilers), mas eu tenho a curiosidade de saber se o jogo permite realmente a outra opção ou se eles resgatam um pouco da coerência forçando a opção que eu escolhi.

      • Dudley_o_Boxista

        Cara, o que você disse confirma ainda mais o modo que tratei o personagem, ele ainda é o cara da outra temporada, explosivo e cheio de problemas. Mas mesmo sendo intenso era ele que escolhia as coisas com as quais eu me identificava. Mesmo quando eu discordava um pouco o jogo me mostrava que eu podia estar errado.

        Sobre o conflito final eu não tive a menor dúvida. Pra mim fdp é quem faz pegadinha do malandro pra provar seu ponto. E sim, o jogo permite a outra opção, e me senti muito satisfeito com isso.

  • Alisson André

    É fácil assim achar o endereço das pessoas pela internet?

    • Ghost

      A maioria das pessoas deixa dezenas de pistas no Facebook.

  • Alisson André

    Tem algum lugar que define certo o que é SJW?
    Essa de baixo vale?
    http://www.urbandictionary.com/define.php?term=SJW&defid=6349922

    • Ghost

      “Warrior” é um termo pejorativo para qualquer pessoa que só faça seu “ativismo” pela internet. Ex: guerra de fóruns, guerra de twitter, postar que está sendo oprimido(a) no seu tumblr. Vem do mesmo lugar de “internet warrior” e “keyboard warrior”.
      Em tecnologia, a gente chama isso de slacktivist (slack = preguiçoso) ou armchair activist.

  • Janio

    Salve pessoas de ponta evergada!

    Acabei de ouvir o Vertice 36, e gostaria de compartilhar alguns pensamentos sobre o Walking Dead Season 2 que penso ser importantes para a total compreensão dele. Foi comentado durante o programa que os primeiros 15 minutos da Season 2 não fazem sentido, e de certa forma não faz mesmo, mas acredito que o que eles quiseram fazer foi de colocar o peso da morte do bebê da mulher que estava grávida lá no início sobre os ombros do jogador, tornando-o responsável. Pois foi por causa de uma burrada da Clementina que o companheiro dela morreu, e com certeza isso contribui para o aborto (ou não sobrevivência do rebento). A mulher no início do jogo estava grávida, e depois do jogo pular alguns anos, não existe nenhum comentário sobre o que aconteceu, levando a crer que a criança não sobreviveu. Então, o jogador encontra uma outra mulher grávida em situação semelhante mais tarde. O que a Telltale quis fazer foi o jogador se importar com essa situação e querer salvar esse bebê. Concluindo, o início e o final do jogo estão ligados, vejam bem, e é sob esse aspecto a redenção da Clementina…

    Já sobre o jogo no geral, também não gostei (ah, joguei no PS3, a Season 1 eu tinha jogado no PC), os personagens são todos malucos bipolares merdeiros (eles preferiram deixar uma garotinha de 11 anos morrer a ajudar ela) e só queria que todos morressem logo. E na Season 1 eu não jogava assim, era um jogo completamente diferente e eu gostava dos personagens.

    Vocês gostaram do episódio 5??? Perceberam que vocês não fazem praticamente nada o episódio inteiro??? Eu me sentei no sofá durante 1 hora, apenas assistindo o show bizarro dos bipolares… Com toda a minha interação se resumindo a apertar o botão apenas 1 vez lá no fim, para matar o maluquinho mor da série inteira… Aliás, o game todo é mais uma novela do que qualquer outra coisa, a jogabilidade é praticamente inexistente desta vez.

    Espero que nunca mais façam um game Walking Dead nesse estilo novamente.

    Lamentei saber como as pessoas continuam sendo ignorantes, isso é triste amigos. Mas fico feliz com as opiniões de todos vocês, estão fazendo sua parte.

    Sobre o anonimato na internet, está em vigor agora em nosso país o Marco Civil da Internet, não sei se vocês sabem, caso não, vocês devem ler. Ele prevê direitos e deveres para todo mundo na internet, de usuários a provedores, passando também por quem possui sites. Acredito que é um bom caminho. Se houvesse uma legislação internacional que iniba essa merda toda que acontece na internet, sem censurar a livre expressão de quem não quer mal aos outros, a internet seria uma coisa muito mais próxima do ideal.

    Ah, e eu uso o 3D ativado no máximo quase sempre no meu 3DS XL 😛

  • Carlos

    Porra….. eu já larguei vários sites gringos por causa dessa merda de caso…. vocês querem que eu largue o Jogabilidade também?

    Zoe Quinn é uma filhadaputa que além de ter trocado sexo por mídia positiva, sexo por premiação pro “jogo” dela, sexo por tudo quanto é coisa, ela ainda tem no currículo ameaças, estupro (segundo a própria definição dela de estupro), estelionato, a lista é longa…
    Por que não contar o que ela fez com o The Fine Young Captalists? um grupo feminista (desses que prega igualdade e não supremacia feminina como a Zoe e a Anita)… mas não né… só é noticia quando a Zoe é ameaçada, quando ela ameaça não é nada…

    E sobre a Anita, ela é uma “crítica de jogos” que já disse em palestra não gostar de jogos e não jogar… sério que ela é levada a sério por pessoas com um QI maior que a temperatura ambiente?
    As últimas ameaças que ela recebeu tem indícios de terem sido fabricados por ela própria apenas pra levantar a moral do seu sistema de doações….
    goo . gl / Kmwdq0

    (tirando o link direto pro comentário não precisar de aprovação, copie e cole no
    browser pra ver as “ameaças” que a Anita recebeu)

    mas cadê o outro lado da história?
    quer ajuda? veja os 3 vídeos do Internet Aristocrat “Quinnspiracy Theory”, procure sobre a história com o The Fine Young Capitalists, a história da Vivian James e aí faça um novo texto com o outro lado da história…
    seus leitores merecem…

    • Ghost

      Bom, é a opinião dele. Eu já vi editor de site grande proferindo coisa bem pior. E como é um podcast, é para ter a opinião deles mesmo.

      Sobre o Internet Aristocrat, eu vejo que ele está só surfando na controvérsia. Ele tem alguns pontos válidos, mas ele é conhecido de círculos fascistas por aí, e é o primeiro a pular em uma controvérsia para provar que “feministas” estão erradas.

      • guilherme

        Odeio o internet aristcrat.mas o inimigo do meu inimigo e meu amigo

        • Ghost

          Já eu não acho isso. Tanto ele quanto aquele MundaneMatt trouxeram a Anita para a discussão, o que era completamente desnecessário. A Anita só aproveitou o trenzinho do vitimismo e todos saíram perdendo.

          Veja lá o líder da panelinha indie no twitter, com a tag #gameethics dele. Tão patético quanto. E olha que eu adoro o jogo dele, Luftrausers.

  • Carlos

    Os defensores dessas duas já ameaçaram: 1. Crianças, 2. Um Veterano do Iraque, 3. Mulheres asiáticas, 4. Mulheres desenvolvedoras de jogos com menos influência, 5. Um reporter grego, 6. Adam Baldwin, 7. JonTron, 8. TotalBiscuit, 9. Gamers de uma forma geral, 10. Homens de uma forma geral; (os dois últimos sendo também feitos por “jornalistas”)

    A ideia é que quando uma delas está sendo ameaçada o mundo para… “Como podemos viver num mundo onde isso acontece???”, mas quando alguém que é aliado dela ameaça é o que? “Direito à opinião”? “Troll”? Enfim, qualquer coisa menos “ameaça” né?

    Dito isso, eu não estou falando pra DEIXAR DE FALAR sobre as ameaças que elas receberam (mesmo tendo indícios fortes de terem sido fabricadas por elas próprias), o que eu quero é que o outro lado da história seja também mostrado e o leitor que decida por conta própria se elas valem ou não o tempo deles, em vez de mostrar as duas como anjos na terra, enquanto qualquer um que tente fazer qualquer tipo de crítica sendo retratado por elas e seus cachorrinhos como o demônio machista misógino em pessoa…

  • Junior Medias

    Interessante notar que a nossa queridissima feminista psicótica é do tipo “machista as avessas”, que já foi desmascarada algumas vezes como uma “fake gamer”, do tipo que faz reviews de jogos que… nunca jogou.
    Obviamente que qualquer pessoa deve ter(e tem) o direito de falar sobre ou jogar videogames, mas falar que o que está acontecendo com ela só acontece por ser mulher é MUITA leviandade, quem conhece o babaca do Phil Fish sabe que as pessoas o odeiam e xingam por ser um babaca, assim como fazem com a anita sarkeesian…

    Algo não é sexismo só porque é feito contra uma mulher.

    • Ghost

      Acho que os termos sexismo e misoginia perderam o significado nesses meios, de tanto que foram usados erradamente. Eu já ouvi isso em uma oficina acadêmica (!!), e é o que eles chamam de terceira onda do feminismo, ie. o que vale é desprovar o lado contrário e o ativismo em si, que se danem os meios. Feministas mais moderadas odeiam esse tipo de gente, pois elas só atraem atenção indesejada, e acabam por prejudicar a causa.

  • Junior Medias

    Misoginia é quando alguém fala “você não pode fazer tal coisa por ser mulher”(na verdade é ódio por mulheres, mas enfim), o que é bem diferente de xingar pesado uma “crítica de games” que sequer joga os games que critica… E o phil fish se não recebeu ameaça de estupro, não se preocupe, recebeu umas 15 de morte pra cada de estupro da igualmente babaca(porém sem a parte talentosa), Sakeesian…
    Videogames são tão sexistas pra um lado, com mulheres peitudaças, quanto pro outro, com caras extremamente marombados e “másculos”, e nem por isso vejo homens enchendo o saco de mimimi “ain isso é o esteriótipo do macho alpha mimimi”.

    • André Campos

      “E o phil fish se não recebeu ameaça de estupro, não se preocupe, recebeu umas 15 de morte pra cada de estupro”

      Aaah, poxa, então tudo bem! Ufa!

      • Junior Medias

        Não foi isso que eu quis dizer não tire os meus argumentos fora de contexto, e morrer é muito pior do que estupro fala sério.

      • Junior medias

        E ser ameaçado de morte é tão grave quanto estupro.

  • Luiz

    Primeiro: o verdadeiro significado de machismo não tem nada haver com repressão a mulheres (vide dicionários antigos e não os editados da internet).
    Segundo: sempre haverá sexismo nas mídias, pois homens e mulheres são DIFERENTES, e costumam se apegar e ser atraídos por valores diferentes. O Marketing, não pode atropelar isso em prol da utopia bizarra da igualdade entre os sexos.
    Terceiro: Nem sempre a sexualização de uma personagem é decisão de marketing, vários jogos gratuitos usam disto pela simples preferência artística do desenvolvedor.
    Quarto: “Homens Perfeitos” tambéme stão aos montes nos games, mas o sexo masculino não tem tanto amor a ego como o sexo feminino, e por isso não ficam criticando (invejando) os músculos do Zanguief ou os cabelos do Link.
    Quinto: O Rage da comunidade gamer não é certo, mas não é novidade, e ocorre com tudo que é assunto, desde críticas estúpidas a jogos como Minecraft à debates infinitos de fanboys. Quem entra neste meio, tem que estar preparado (infelizmente) para lidar com isso.

    • Icaro

      Não posso deixar de concordar com você, sem adicionar que podemos notar dois tipos de Sexismo: O Estereotipado, que deve ser combatido (os de seus exemplos, parcialmente) e o Natural que não deve ser combatido e nem ignorado. Existem diferenças que devem ser respeitadas (e por que não) exploradas pela industria, um bom exemplo: Enquanto o homem é mais sexualmente ativo, graças à sua carga hormonal superior, as mulheres são mais vaidosas graças ao seu próprio instinto de competitividade e necessidade de satisfazer o ego (deixando claro que sempre existem exceções). Por isso a industria pornográfica fisga mais homens enquanto a industria de cosméticos fisgam mais mulheres. São tendência naturais exploradas pela mídia, assim como exploram nossas necessidades básicas da Pirâmide de Maslow. Por isso ainda vão existir coisas de homem e coisas de mulher, não porque um é melhor que o outro, mas sim porque um é diferente do outro.

  • gabriel victor

    Nossa! Eu não poderia discordar mais do que disseram sobre TWD. Mas, sem spoilers, só queria comentar o que considerei a maior falha na leitura de vocês:

    Vocês disseram que os roteiristas tentaram empurrar “o personagem” que vocês odeiam como sendo o “novo Lee”, mas o que eu vi foi o exato oposto!

    Lee se tornou uma espécie de Shepard (ME), quase um messias, e sempre há um “o que o Lee faria agora (ou um “que opção eu teria se estivesse jogando com ele”)” por trás dos diálogos. E em primeiro plano, sempre há uma opção de diálogo em que a Clem tenta ser como ele.

    Dito isso, notem (sério, por favor, notem) que, nos diálogos entre a Clem e “o personagem” não há, em momento algum, essa relação de admiração/inspiração, que há(via) entre eles e o Lee. Eles podem ser amigos, eles podem se respeitar, podem confiar um no outro, ou podem entrar em conflito, mas é sempre uma relação horizontal.
    Assim como há momentos em que a Clementine busca apoio “nele”, “ele” faz o mesmo com a Clem. Não havia isso com o Lee. Ele sempre era o responsável pelo que iria acontecer. Não porque o Lee era o jogador, mas porque o personagem Lee era o líder e protetor daquele grupo.

    E há um debate que eu gostaria de propor: Notei que vocês sempre dizem “pude/não pude fazer o que EU queria fazer”, então eu me perguntei: e quem disse que aquele personagem são vocês (somos nós)?

    Em Skyrim nós SOMOS o personagem. Ele não tem nome, aparência, ou sequer atitudes que não sejam inseridas pelo jogador. Mas em The Walking Dead Lee e Clementine são personagens com aparência, voz, atitudes e (até certo ponto) personalidades próprias (criadas pelos roteiristas).

    Sendo assim, eu vejo em The Walking Dead um jogo onde nós AJUDAMOS a história a ser contada. Algo bem diferente de um jogo onde NÓS CONTAMOS a história.

    • Dudley_o_Boxista

      Concordo, não entendi nem um pouco essa comparação. Eu me via no papel de uma Clementine que tentava não deixar esse personagem se afogar ainda mais nas merdas que tinham acontecido. Eu olhava pra ele e sabia que eu era a única pessoa que ia apoiar ele. Repito, não vi quase nenhuma decisão que ele tenha tomado nessa temporada como errada, na maioria das vezes era o contrário.
      Outra coisa que essa temporada teve de diferente foi me deixar “escolher” o final, foi o momento em todos os jogos da Telltale em que eu senti que minhas decisões influenciaram além do que sempre influenciavam antes. Sim, pode ser que ignorem tudo isso e a terceira nem tenham os personagens dessa, mas ainda assim senti que decidi o rumo da história.

      No mais, a temporada foi mais fraca que a primeira e que TWAU? Sim. Mas mesmo assim achei um jogo muito bom.

  • Anderson

    Concordo com a opinião de vocês no TWD 2ª temporada. Roteiro fraquíssimo, me parece que eles estão capitalizando numa espécie de síndrome de Estocolmo, as pessoas estão apegadas ao personagem e vão jogar por pior que esteja. Na minha opinião, a Telltale precisa urgente de concorrência nessas “light novels” interativas. Só assim para perceberem como eles estão preguiçosos.

  • Anderson

    O grande problema dessas discussões é tentar ignorar o elefante gigante na sala, as pessoas que são de fato (no caso) sexistas e tem a opinião totalmente comprometida pela sua agenda ideológica. Achar que essas pessoas são uma “minoria barulhenta” é ingenuidade. Você realmente acha que a maioria das pessoas não é ignorante? Tirar o direito que todos temos ao anonimato é o mesmo que empurrar a sujeira para debaixo do tapete. A unica maneira que eu conheço de combater a ignorância é com conhecimento, é tentar ser racional e honesto intelectualmente sempre que existem essas discussões. :

    • Dudley_o_Boxista

      Eu acho que tirar do anonimato não ia mudar a ideia das pessoas, porém, quando anônimas as pessoas agem como realmente querem sem qualquer tolerância. Aposto que você deve conhecer várias pessoas homofóbicas que acabam sendo mais tolerantes por não terem como expressar sua opinião anonimamente. É triste essa realidade, mas o anonimato te proporciona falar o que quer sem as consequências que aquilo que você disse deviam causar a você.

  • Ser das Trevas

    Um vídeo muito interessante sobre esse caso da Anita. https://www.youtube.com/watch?v=3x0ov6blYRc&list=LLb7rc9Eozlsv2o0fsudQi5w&index=1

    • Ghost

      Olha só esses comentários. Ainda bem que esse povo só fica no youtube mesmo.

      • Ser das trevas

        Você viu o vídeo ate o final?

      • Ser das Trevas

        Os comentários que você se refere são os do vídeo ou o postado pelos que estão comentando?

        • Ghost

          Me referi aos comentários das pessoas, não do vídeo em si.

  • Não participei dessa treta bizarra que rolou e não sei se eu não tava prestando atenção ou se vocês esqueceram de comentar, mas o que é a hashtag @GamerGate? Até agora não entendi o que isso tem a ver com tudo o que rolou

    • Ghost

      Eles comentaram muito por cima, pois só quem tinha ido atrás de pesquisar foi o André.

      É uma hashtag pedindo uma mudança de postura dos sites de games. Tem tanta coisa envolvida que eu nem sei como explicar direito. Mas em resumo, é para que eles parem com esses artigos inflamatórios, e pararem de insultar os próprios leitores. Tá uma confusão, pois começou do caso da Zoe, mas já se desapegou dele faz tempo. Se você nunca viu esses sites insultando os próprios leitores, pesquise por:
      – Mass Effect 3 fiasco
      – DmC fiasco

      Como alguém resumiu antes:
      “Consumidor: Este jogo é uma merda!
      Jornalista: Não, você é que é um merda!”
      – Apenas no jornalismo de games

      Enquanto isso, a panelinha indie tá querendo embarcar a @gameethics, numa tentativa claramente falha. Dá até vontade de rir do Rami Ismail (Vlambeer).

      Eu acho que quem está certo mesmo é o Edmund McMillen (Super Meat Boy, Isaac). “Essa cena é composta por um bando de animais perdedores, que criam um drama por semana, e ficam soltando disparates como misoginia, sexismo e estupro, e nunca tiveram nada disso acontecendo com eles”. Ele mesmo já criticou o IGF (Indie Games Festival), por achar que era uma panelinha (o que era realmente é).

      • Halan

        Mass Effect 3 não é um fiasco é ótimo jogo que infelizmente foi incompreendido pela maioria de gamers imaturos gordos burros e chorões que só sabem reclamar sem nenhum argumento que valha a pena.

        • Ghost

          Hã…
          O jogo não é um fiasco, o fiasco é o modo como a imprensa tratou os jogadores. Foi daí que nasceu o termo “Entitled”. A tatuagem do gordinho no GTA V é uma piada sobre isso.

          E bom, você acabou de confirmar o que eu disse.
          “Gamers imaturos gordos burros e chorões”. Quer escrever na Kotaku? Temos vagas.

          • Carlos

            Kotaku é o câncer dos “jornalistas” de games.

          • Ghost

            Se até um conhecido troll de fóruns de internet consegue emprego lá, qualquer um consegue.

          • Halan

            Mas a Bioware não merecia nada disso, não merecia ser acusada de ter perdido o seu talento justo quando ela lançou a sua obra prima, não merecia ser forçada a lançar um conteúdo que não faz nada além de explicar (desnecessariamente) um final tão lindo e inteligente.
            Mass Effect 3 é o melhor jogo desse geração e a maior expressão de arte dessa mídia. Eu falo isso com um mínimo de dúvida e nenhuma arrependimento.
            É o Cidadão Kane dos games, um dos únicos jogos a expandir a barreira artística dessa indústria e merecia mais que isso.
            E pelo que eles receberam eu estou envergonhado de ser um Gamer.

          • Ghost

            Eu até ia escrever alguma coisa, mas quando li “Cidadão Kane dos Games”, morri.

            x.x

          • Halan

            É a minha opinião eu tenho o direito de achar Mass Effect 3 o Cidadão Kane dos jogos se você não acha tudo bem o gosto é seu o que importa é o meu gosto e não o dos outros, agora não venha com o seus cinismo para cima de mim achando que só o seu jeito de ver o mundo o mundo e sua opinião em relação ao jogos importa. Sim eu acho que os que reclamaram de Mass Effect 3 serem um bando de idiotas, eles ameaçaram de morte várias pessoas e fizeram vários baixo assinados para mudarem o final do jogo isso é inadmissível querendo ou é uma obra pessoal se você não gostou tudo bem mas dai querer mudar o final a força não faz sentido.

          • Ghost

            Sim, é a sua opinião, e eu a respeito. Eu não quis parecer cínico, eu só lembrei que “Cidadão Kane dos Videogames” foi um termo tão desgastado em 2013 que virou até uma piada. Todo mês saía um desses, criaram até um tumblr para a expressão:
            http://thecitizenkaneofvideogames.tumblr.com/
            Mas tudo bem é a sua opinião.

            Eu concordo que Mass Effect 3 não mereria ter sido tão massacrado, mas eu me referia à imprensa tentando dar lição de moral nos jogadores por eles terem achado o jogo ruim. E enquanto eu concordo que a única parcela do “abuso” que transpareceu foi o final ter sido ruim (e quererem mudá-lo), também haviam partes que realmente mereceram críticas, como o final não mudar de acordo com as suas decisões (como propagandearam desde o ME1, e no trailer do ME3), ou o jogo ter porções obviamente inacabadas (os sprites na parte do desembarque).

            Deixa eu dar um outro exemplo então, DmC. Foi um jogo premiado por toda a mídia e teve uma recepção morna pelos jogadores. Você até hoje pode achar artigos dizendo “Fãs rancorosos matam série DmC”. Veja bem, um artigo dizendo que os “fãs rancorosos” mataram a série porque não compraram o jogo. Isso é hipocrisia ou não é? Afinal, o único jeito de se votar numa série é com seu dinheiro, e quando as pessoas fazem isso, são chamadas de “rancorosas”?

            Isso não vem de agora, já é uma coisa que vem se arrastando faz tempo. Começou em 2011, se arrastando pelo Doritosgate, passando pela ascendência do Youtube e Twitch.tv como novas plataformas, e veio desembocar nesse caso aí.

          • Carlos

            A controvérsia em relação ao final de Mass Effect mostra a imaturidade do público gamer. Além de não estarem dispostos a aceitar um final diferente do que eles imaginaram (sejamos justos, todos sabem que o que essa gente queria era um final estilo Michael Bay), serem incapazes de apreciar um final tão intrincado e artístico como esse e bebês chorões que no menor sinal de contradição batem o pé e abrem o berreiro até que os seus desejos sejam atendidos.
            Mass Effect 3 é o meu jogo favorito de ps3. Tem algumas imperfeições, Algumas coisas que eu faria diferente, algumas decisões contestáveis. Mas isso não me impede de amar esse jogo. o seu coração está no lugar certo. A história e o modo como você a vivencia são espetaculares e sem precedentes. O jogo trata de assuntos maduros de uma forma adulta e que estimula o pensamento.
            é também um dos jogos mais emocionalmente envolventes que eu já joguei, com muitos dos momentos mais tocantes que eu já experimentei segurando um controle.

        • Incompreendido é uma palavra meio falha. O final é ruim mesmo, mas não merecia toda essa revolta.

      • Eu só não entendi de onde vem esse nome. Porque “Gate”?

        • BGC

          É em referencia ao escandalo Watergate, quando o presidente americano Richard Nixon mandou agentes federais invadirem a sede do partido democratico no hotel Watergate para roubar informações

          • Caraaaaamba finalmente entendi, valeu cara. Achei gente palpitando e explicando a treta em todo canto mas todo mundo esquece de explicar de onde vem o nome da hashtag

  • Thiago Cares

    Po Rick, se tu linkar a conta com algum amigo tu além de upar mais rápido com ele em alguma party, se um passar o outro pode dar alguns níveis para ele. (com limitações claro.)

    E as lores são incriveis, as quests iniciais de goblin são geniais por exemplo, e o mundo é tão rico de detalhes, as vezes pequenos que te deixam maluco, lotado de easter eggs.
    E o André ia ficar maluco com as quests do Harrison Jones em Uldum.

  • Pyron

    Achei estranho vocês penalizarem os jogadores com mais idade por serem os “culpados” por esse bando de barbaridade na internet. Afinal internet é o lar dos trolls aonde pessoas sem senso gostam de expor seu lado escroto e jogadores mais clássicos não tem nada a ver com isso. Ainda mais apontar essas pessoas como um “mal” da industria. É claro que vai ter de tudo ali, mas somente após você saber a identidade e a idade de cada energúmeno que está cometendo essas atrocidades você não pode alegar isso. Um abraço!

    • Junior media

      Eu concordo com você, como alguém pode afirmar uma coisa dessa sem dados ou uma fonte confiável.

    • André Campos

      Não acho que tenhamos generalizado assim, até porque eu faço parte desse grupo e não me colocaria como parte desse problema citado.

  • Ghost

    Ah, eu já ia me esquecendo. Se querem conhecer dois ninhos de trolls na internet, pesquisem por:
    – FYAD (sub-fórum do Something Awful)
    – Weird Twitter

    Eles pulam em qualquer controvérsia e atacam ambos os lados, só para ver o circo pegar fogo.

  • André Bonifácio

    O episódio foi muito legal como sempre. Acho que as pessoas estão se tornando cada vez mais insuportáveis online e por isso que cada vez mais paro de ler comentários. Como esse Ghost aí embaixo. E como faz parte de pessoas assim, elas não conseguem deixar quieto. Elas tem que retrucar! Não entendo.
    Phil Fish é um cara difícil pacas, mas trabalho com artistas e muitos tem realmente uma personalidade peculiar. Se eu estivesse sendo perturbado como o Fish ou a Quinn teria abandonado a internet também.
    E esse papo de “se está na mídia precisa saber aguentar” é papo justamente de quem é o problema e não a solução.
    Um abraço jogabilideiros e me digam: o squirtle está na frente né?

    • Ghost

      O que há de errado em discutir a questão?

      E eu posso generalizar também, que tal? Eu posso dizer que se você deixar quieto, então você é parte do problema, e não a solução. Gostou? Dois podem jogar esse jogo, e eu não precisava do insulto.

      • André Bonifácio

        Deixa quieto… Você parece que está a fim de discutir por qualquer coisa… Eu não.
        Fique na paz.

  • Israel Riegel

    Não tava muito afim de prolongar a discussão, mas vi gente, inclusive aqui nos comentários, receosa em tratar o 4chan, e toda essa palhaçada do gamersgate como a babaquice que é. Eis o porquê do meu comentário:
    http://wehuntedthemammoth.com/2014/09/08/zoe-quinns-screenshots-of-4chans-dirty-tricks-were-just-the-appetizer-heres-the-first-course-of-the-dinner-directly-from-the-irc-log/

    • Ghost

      Mesmo que os “cabeças” (eu duvido que seja isso mesmo) tenham vindo do 4chan, veio muita gente de outras comunidades também, enganadas ou não. É só ver que a tal hashtag #gamergate tinha mais de 4000 mensagens por hora, enquanto as raids do 4chan não contam com nem 10 pessoas.

  • Trey

    Curiosidade daora sobre World of Warcraft e a banda Level 90 E.T.C: Samuro, o Orc vocalista, é interpretado por Samwise Didier, Diretor de Arte da Blizzard. Sig Nicious, Blood Elf guitarrista é Chris Sigaty, Produtor de Starcraft II; Bergrisst, Undead guitarrista é Dave Berggren, Concept Artist e Game Designer; Chief Thunder-Skins é Alan Dabiri, Programador Sênior que trabalhou em Warcraft II; E o Mai’Kil, o Troll baixista é ninguém menos que Mike Morhaime, Presidente e Co-fundador da Blizzard.

    Todo ano eles se apresentam na BlizzCon ao vivo tocando as músicas do jogo. https://www.youtube.com/watch?v=hqEI6XrsKl4

    Abraço!

  • Blone

    Podcast polêmico esse, várias discussões acaloradas nos comentários.
    Não vou entrar nesse colóquio. Só passei por aqui para fazer justiça. Há um ou dois podcasts atrás eu reclamei da música de encerramento. A de hoje foi excelente. Parabénzes!

  • godzilla giroflex

    Da o Metroid pra Bungie, sucesso

  • Ezequias Campos

    Sobre todo o assunto discutido: escolha bem com quem se passa uma noite.

    Posso ser brega, mas cito o homem da sabedoria mor: nunca atire a primeira pedra.

    São coisas tão simples que evitam tantos problemas.

  • Bode333

    Eu sabia que estava acontecendo alguma treta naquela semana pela quantidade de gente se manifestando no twitter mas como era relacionado com joguinhos, fiquei tranquilo porque sabia que teria um resumo no meu podcast favorito. Acho que foi o melhor que eu fiz.

  • Rorigo

    Pessoal, vou aproveitar que teve algum conteudo sobre o 3ds nesse vertice e pedir uma ajuda 🙂
    Qual o valor de jogos digitais do 3ds? Tem a venda jogos do ds anterior a venda na midia digital?
    Eu estou querendo um 3ds para mim, mas pagar o valor que as lojas br estão pedindo, que orbita o valor de 2 ou 3 jogos que eu compro na Steam, não vale a pena comprar na minha opinião :/

  • Heitor

    Tanta discussão bacana, e eu aqui querendo saber se poderei jogar os jogos que comprei na eshop do 3DS no New 3DS.

  • Olha esse Marcio falando bem do mario que no Drink n Play que nunca foi ao ar ele criticou tanto, hahahaha…. sabia que você estava sendo hater naquele dia, hahahah.

    Ps. Um beijo pra você também, Marcio! s2

  • Sobre o Gamepad, ele é otimo quando usado para facilitar os jogos, em vez de fazer coisas bobas… o Wind Waker é um exemplo, onde você troca de armas com mais facilidade e tal, sem ter que ficar pausando o jogo.
    Outro muito bom é o Splinter Cell, onde no final do jogo eu nem lembrava que botão trocava de arma (no jogo vc tem que segurar algum botão para abrir um menu em tempo real e ai trocar de arma), pois era só tocar na tela e já era.

    Imagino que Demon’s/Dark Souls cairia como uma luva no Wii U, visto que é um jogo sem “pause”, seria muito melhor (e mais seguro) você trocar os equipamentos rapidão pelo gamepad em vez de ficar abrindo menus correndo.

  • Sushi, sera se o fato de você ter jogado os 2 últimos jogos da Telltale meio que de uma vez (todos os capítulos juntos) e quase seguidos do outro não influencio com o fato de você estar meio que cansado da formula de “bate boca”?

    Sobre Walking Dead, inferior a primeira temporada, mas ainda assim, eu gostei muito.

  • Halison

    Pessoal do jogabilidade vocês me permitem comentar e chamar atenção para um outro ponto de vista sobre essa situação?

    Olha só, para todo mundo que ler essas noticias relacionadas a esses acontecimentos. É um fato, não tenham dúvidas e não deixem ninguém negar isso, sexismo existe sim! Está presente nessa indústria e nos jogos mesmo que de forma involuntária as vezes assim como em qualquer outra. Esse é um fato e assunto cativo para discussão e conscientização. Dito isso quando vocês ouvirem falar desse causo atual lembrem do que vou escrever agora: estão fugindo do ponto.

    Eu já defendi muito a Anita no passado e continuo defendendo a causa, porém por ter feito isso com o tempo percebi que não dá para simplesmente apoiar cegamente porque vocês sabem, tem muito espertinho no mundo. O “trabalho” que a Anita faz é muito básico, é basicamente mostrar imagens e dizer, “olha só, isso é misoginia estão vendo?”, apontar coisas que todos somos capazes de ver e infelizmente não vai além disso, não existe mais nenhum trabalho em melhorar essa situação e é com isso que a maioria crítica ela. Ao invés de inventar algo criativo ela insiste em lembrar o quanto somos horríveis por jogar esses jogos. O que ela quer que façamos, parar de jogo? E então o que mais?
    Até aí tudo bem, cada um faz o que pode dentro dos seus limites, o problema são os espertos que comentei. O caso dela é um muito difícil de negar que ela não tenha feito profissão de ser vítima para faturar uma boa grana. Nesse caso mesmo das ameaças que ela recebeu muita gente ficou bem irritada porque ficou um clima muito forte de ameaça forjada. Que ela recebe ameaças isso ninguém nega, mas muito gente recebe o tempo todo e não age da mesma forma. Ela disse que recebeu a ameaça e que por isso estava se mudando de casa por segurança e “não deixem de apoiar a causa depositando dinheiro diretamente na minha conta, afinal vou precisar pagar aluguel da casa nova, ho ho ho”. Parece suspeito a forma mal explicada como estou contando isso, mas sim, ficou essa suspeita no ar por conta de toda essa situação das últimas semanas e do ponto principal que disse que estão fugindo.
    O ponto é corrupção no jornalismo de jogos.
    Essa polêmica não é nova, é rotineiramente discutido e de tempos em tempos surge um caso que expõe más práticas jornalísticas. O caso começou com a exposição da Zoe, não porque as pessoas querem saber com quem ela faz sexo, é porque a exposição do namorado denunciou ligações dela com jornalistas e gente da indústria. Esse é o ponto, assim evidências de más práticas jornalísticas e rabo preso. A discussão da comunidade sempre foi essa mas fugiram do assunto e pintaram a história toda de misoginia. Como pelo narrado pelo ex dela a Zoe teria uma personalidade manipuladora as pessoas da internet começaram a investigar e aí já sabem, não parou mais. O tal ataque que ela recebeu foi uma farsa, mas quanto mais se descobria sobre o submundo do jornalismo de jogos mais a baixaria crescia.

    Que existe problema com a forma como as mulheres são retratadas e representadas nos jogos não temos dúvidas, mas essas pessoas que se auto intitulado “Paladinos da Justiça Social” são as pessoas certas para resolver isso? Os maiores ataques e ofensas nessas discussão acabou vindo deles, e chegou a essa situação absurda de aquela imprensa decretar a “morte dos gamer”. Eles dizem que a comunidade tem problemas, mas só eles sabem qual é e como resolver, como não querem discutir dizem que não importa, vão fingir que a comunidade não existe e criar uma nova? Bastante ridícula.

    Faço dois comentários pessoais.
    Primeiro que essa questão do mau jornalismo deve ser isolado e discutido à parte depois de exposto. A princípio são amigos trocando favores entre amigos, nada que você não tenha visto antes em outros locais, mas se querem ser jornalistas se fato então tem que aceitar que “jornalista não tem amigo” é trabalhar de acordo. Porque afinal essas mesmas pessoas querendo ou não colocam toda a indústria em uma situação de reféns, os desenvolvedores se preocupam em agradar a imprensa e isso afeta a qualidade dos jogos que compramos.
    Em segundo lugar, essa questão de feminismo, faço um apelo: “não julguem com a mente e o coração turvos pelo ódio”. Isso não vai fazer bem para ninguém é infelizmente é essa a posição de muitos desses paladinos, inclusive muitos vem de fora da comunidade, gritam orgulhosos que não jogam e não gostam de jogos, é espalham um discurso de ódio. É um movimento muito mais destrutivo do que construtivo. Dividem o mundo entre nós e eles e querem apenas humilhar e acabar com o outro lado segundo palavras deles mesmos. Quando o 4chan como um todo que foi feito de bode expiatório é quem melhor entendeu a situação é veio com a solução mais simples você tem noção do quão grave e crítica essa situação é. Resumindo para fins de referência, basicamente surgiu uma personagem lá dentro (contexto suprimido por não ser relevante) que é como o símbolo do “cala a boca e joga”, mas jogar no caso juntos, homens e mulheres pararem de brigar e se divertirem juntos. Mas como disse, a nível do ódio só permite que alguns alguns interpretem isso da pior forma equivocada que você puder imaginar. Mas não imaginem, lembrem, paz e amor.

    E sério, esqueçam que o Phil Fish existe, ele é desequilibrado, é cada uma que ele protagonizou essas duas últimas semanas que dá vergonha de lembrar.

  • Inocêncio Farias

    “Se o maior número aplaude é porque a coisa não é boa.”

    Se eu tenho uma personagem feminina, é lógico que eu quero que ela seja gostosa, seja forte, tenha atrativos, tenha malícia, enfim, tenha algo que me atraia a ela.
    Se eu tenho um personagem masculino eu o quero forte, impávido, com destreza, com apelo e coisarada tal.

    Ao meu ver é lógico que queremos personagens que nos atraem, ninguem quer um
    personagem feio, banal, sem apelo a não ser em casos onde isto tenha alguma relação para o enredo.

    Eu não suporto machismo e nem este movimento feminista, acredito que ambos são
    equivocados e só ajudam a perpetuar a maldita guerra dos sexos e isto não terá fim.

  • Gabriel

    Como o Firewatch teve participação de um dos criadores do Gone Home, viajei em uma ideia doida, no gameplay do Firewatch aparece o livro escrito pelo pai da Sam, uma clara ligação com Gone home, ai comecei a ligar uns pontos, o personagem que você controla e sua parceira que se comunica por radio também fazem parte do Gone Home! Sua parceira se encaixa com a mãe da Sam, ela é uma guarda Florestal em Gone Home, e o personagem controlável seria o parceiro de trabalho dela citado muitas vezes em Gone Home, me empolguei ainda mais nessa teoria quando na outra parte do gameplay, em que a missão do guarda e expulsar uns turistas da floresta que estavam fazendo bagunça, estes turistas eram aparentemente duas garotas, percebido pelos sutiãs jogados no chão e no momento em que o guarda conversa com uma delas longe, poderiam ser muito bem Sam e Lonnie curtindo a vida juntas depois de fugirem. Bom Esta teoria caiu por terra, fui checar os nomes dos personagens e a localização dos acontecimentos dos dois jogos e infelizmente nenhum bateu 🙁 Gone Home se passa em Oregon, o nome da Mãe é Janice e Firewatch se passa em Wyoming, a personagem se chama Delilah. Mas seria super legal se realmente os games tivessem uma conexão, mesmo assim ainda quero muito jogar Firewatch :).