Vértice #37: Aquele Vértice Veio da Lua

Num futuro muito distante, quatro Guardiões são convocados por uma esfera gigante para gravar um podcast.

André surge do subsolo com sete “projéteis” e um pós-apocalíptico Metro: Last Light, Rick derruba a sua internet em 3, 2, 1 no programável Hack ‘n’ Slash/Rick, Sushi adota um novo estilo visual que envolve um sobretudo, um implante ocular, um cigarro eletrônico e parte ao encontro de Shadowrun Returns, Márcio cruza o sistema solar trazendo a alegria com sua dança em Destiny e nosso guardião convidado, Caio Corraini, torna-se o amigo de toda a garotada no colorido Persona 4 Golden.

Após concluída a missão, eles decidem fazer algumas quests paralelas nos cenários repetidos da possível compra da Mojang pela Microsoft e do anuncio de Resident Evil: Revelaitons 2.

Envie Sua Pergunta!

Tem alguma dúvida, questionamento ou tópico de discussão sobre games, a vida, o universo e métodos de ganhar dinheiro? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Você pode também enviar sua pergunta pelo nosso Ask.fm!

Caixa Postal

Se você também acha que se comunicar somente através e-mails ou comentários conosco nos traz mais e mais próximos das máquinas que um dia nos dominarão, você pode também enviar suas cartinhas, desenhos, presentes e qualquer outra coisa (inofensiva e não explosiva) que quiser para:

Jogabilidade
Caixa Postal 24553
CEP: 03365-970 / São Paulo – SP

Links:

  • Ghost

    Já tinha ouvido ao vivo, então vou repetir o comentário que fiz lá no stream. O Destiny deixou muito a desejar em vários aspectos, e pelo menos do jeito que fizeram, não acho que raids + FPS realmente dêem certo. A história consegue ser pior que FFXIII, onde você tem que catar os cacos dela (no FFXIII tem um glossário gigantesco), e mesmo assim ela é bem porcaria. Parece que você está lendo um livro de uma coisa que aconteceu em outra era, e não algo de que você esteja participando.

    Pelo menos por enquanto, não acho que eu vá continuar. Depois de ver o recolor nº 10 do mesmo chefe que é uma esponja de balas, eu larguei do jogo. Vou acompanhar o desenvolvimento do mundo, mas duvido muito que dure 10 anos, como eles queriam. Eu já disse isso no cast onde vocês comentaram de Wildstar, mas será que o hype para qualquer coisa nova não está monstruoso demais? Não fazem nem 6 meses que Wildstar saiu e já amornou consideravelmente.

    Sobre o Resident Evil RE 2… eu gostei do clima sujo do local, a parte do corredor com as grades me lembrou RE1. Eu achei o design da filha do Barry meio genérico (se bem que hoje em dia muita coisa é genérica), mas vamos ver como ela será de personalidade. Tomara que ela herde a Magnum do pai.

  • gustavo dias

    A última pergunta, sobre os filmes de terror, fui eu que fiz. Mandei a pergunta como anônimo por preguiça mesmo.

  • Deivide Elven

    Aeeeeeeeee, depois de terminar de ouvir, deixo meu veredito.

  • Patrick M.

    corrainooooooooo!!!! Posso sonhar com um j.a.c.k. novamente?

  • Atos Ferreira Machado

    Que comece a campanha “Márcio plays Persona 4”.

    • gustavo dias

      Campanha Endurace Run: Persona 4 – Marcio’s Edition.
      Se tiver 1500 inscritos no Twitch do Jogabilidade o nosso Correspondente AAA vai jogar este excelente RPG.

  • SouoMaia .

    O que me afasta de Destiny é vc pensar que está pagando o preço cheio por algo que não está completo, cheguei pronto para criticar o Sushi e ficar do lado do Marcio, mas não deu!! acabei ficando do lado desse nobre prato de comida japonesa.
    Em relação a expectativa quando vi a arte do game pensei encontrar um enredo bem trabalhado próximo ao estilo de Mass Effect, não em relação a mecânica, mas ao universo e suas explicações, pelo contrario só vejo comentários sobre a falta de informação, mas não de um jeito bom e sim da pior forma possível.
    Deixa sair a versão Goty quem sabe compre…

  • Só corrigir o “Revelaitons 2” 🙂

  • Armoderic

    Apenas comentar uma coisa, durante o vértice o André comentou comparou o Civilization a outros jogos mais baseados em Skinner Box, então, entendo perfeitamente o que ele disse, inclusive, de fato existem uma tonelada de jogos de facebook/browser com uma temática de “estratégia”(se eles seriam é discutível) meio imitando civ ou mesmo um age of empires e que de fato são skinner box.

    Porém o Civ não se encaixa nisso: A razão está que o tempo em civ (seja o tempo produção/pesquisa ou a barra de alguma coisa) é totalmente manipulável pelo jogador (você pode reduzir o tempo de algo de várias maneiras e isso é uma das decisões que você precisa tomar, o tempo é um “recurso”) e de fato o próprio jogo faz com que esse tempo vá diminuindo naturalmente para guiar o jogo a uma conclusão.

    Já outros jogos e alguns mmos o “tempo” ou barras são fixas e crescentes e ligadas a pequenas recompensas- você precisa de mais e mais alguma alguma coisa para preencher alguma outra coisa, não há um guia natural a um clímax ou conclusão. Também não existe como manipular ou reduzir o tempo/barra de algo de forma significativa, exceto com dinheiro real.

    Uma outra coisa meio relacionada ao que estava sendo debatida sobre o Destiny – não é viável lançar um jogo com “tudo” a medida que jogos ficam mais complexos (e caros) decisões precisam ser tomada tanto para garantir a “saúde” do projeto quando do time por trás. Logo é relativamente natural “cortar” coisas (nem todo mundo admite que faz isso, mas no fim tem que fazer) e move-las adiante de acordo com o tempo ou recursos disponíveis. Claro a grande questão é se esses cortes são feitos por questões de qualidade/tempo ou são “artificiais” ou arbitrários. Na real nem com jogos simples (principalmente com recursos limitados, vide as histórias de jogos indies/kickstarters dando errado) é muito viável ter “tudo” em ambos os casos, salvo exceções o risco, é virar um duke nukem forever em um ciclo de desenvolvimento do inferno.

    Bom de resto, excelente vértice e ótimo ver o Corraini de novo.

    • André Campos

      Talvez por ser um jogador iniciante (e ruim), toda vez que eu joguei Civilization, 90% do meu tempo era passado esperando coisas ficarem prontas pra poder fazer a próxima coisa e esperá-las ficarem prontas, aí eu sempre perdia no meio ou me cansava e saia com uma sensação vazia de tempo perdido.

      • Armoderic

        Compreendo perfeitamente – de fato o início é um tanto devagar já que as opções são bastante limitadas (mais muito importantes), o que faz sentido por um lado, diminui o volume de informações mas pode produzir exatamente o que você sentiu (e eu mesmo senti jogando, não exatamente o civ, mas um clone menos conhecido, chamado Call to Power, nunca tinha paciência para ir muito além, mesmo gostando de civ). Porém mais adiante isso inverte, mecanismo são introduzidos e permitem manipular melhor o tempo (que naturalmente fica mais curto) e essa diminui sensação já que há mais coisas para fazer.

  • Bruno Araujo

    Sushi! Assiste “Tetsuo: The Iron Man” e “Suspiria”, outros níveis de horror. Tá recomendado!

  • Deivide Elven

    Sushi, pequena lista de filmes que recomendo:
    Dagon, la secta del mar (2001)
    Masters of Horror: Dreams in the witchhouse (season 1, ep 2 – 2005)
    The Cabin in the Woods (2012)
    House of the Dead (2003) ou qualquer outro de Uwe Boll.

    quiser discutir os 3 primeiros, tamo junto qualquer hora.

    • Márcio Barrios

      Dagon é incrível, baseado na obra do mestre Lovecraft. Um filme que tem uma menina polvo pagando peitchenho merece uma conferida ;P

      • Deivide Elven

        Rolam dois peitineos em Dagon, da namorada de Paul e da Sacerdotisa Uxia.

  • Benjiro

    Opa, bora ouvir!

  • Tais

    Sushi, lembra de quando seu personagem abria uma gaveta e saía um cara de lá? Ele é o protagonista do Shadowrun de SNES. Também não joguei-o, mas enquanto tava no Returns fui ler a respeito e vi que foi uma das homenagens aos fãs de longa data =P

    (ow, estética estranhinha?? seu feio u_u)

    Quanto às críticas sobre “falta de conteúdo”, o que eu li/entendi usando os reviews do steam como parâmetro era basicamente “mimimi ele só dura 12 horas devia levar 100 pra terminar mimimi”, já que é um RPG. As escassas sidequests também entram na equação.

    Eu joguei quaaaaase até o final (a última boss battle só dava pra avançar se o harlequin que tava na sua party ainda estivesse vivo, o que não era meu caso – ou algum char que desse dano corpo-a-corpo) e, bem, tirando o fato que eu não consegui acompanhar muita coisa devido ao INGRISH, não me incomodei tanto assim com as limitações do jogo (a linearidade em especial) e muito menos com a “curta” duração. Meio irônico, pois um dos meus maiores problemas com Remember Me era justamente ser linear pra caralho ;P no Returns eu senti que isso foi menos escancarado, ao menos comigo…

    Quem se interessou pelo jogo, recomendo ler as features do Dragonfall (o DLC standalone), pois ele dá umas liberdades maiores quanto à customização das skills entre outras coisas. E diz lá na página do jogo que, por ser uma história à parte, não precisa jogar o Returns primeiro pra entender o que está acontecendo.

    Agora que vocês tocaram na questão “custo de produção”, isso rendia um podcast à parte, hein? Vejo por aí que quem tá fora da indústria não tem noção do que é realmente baixo o orçamento pra fazer um jogo (e quando é do kickstarter, nunca lembram que parte da grana arrecadada fica pro site), aí na hora de julgar, não separam o que é realmente culpa do estúdio das limitações orçamentárias…

  • Anderson

    Destiny ta se aproveitando da seca no mercado, quando sair Halo master chief vamos ver quem vai continuar jogando Destiny mesmo. Pessoal esquece que tem hype de jogo novo também. 😛

  • mrgapman

    Sushi ai vão as indicações de alguns dos meus filmes de horror favoritos. E uma breve descição.

    The Innocents (1961) – Horror gótico extremamente atmosférico. Top notch.
    Nosferatu: Phantom der Nacht (1979) – remake do famoso filme expressionista mas com uma trilha apavorante
    I tre volti della paura (1963) – clássico do Mario Bava, Technicolor lindo
    The Brood (1979) – Horror grotesco do Cronenberg, trama excelente
    The Haunting (1963) – O filme default de casa assombrada
    Taxidermia (2006) – nojeira, nojeira, nojeira, nojeira
    Dead of Night (1945) – Antologia de contos. Final mindblowing. Clássico absoluto.
    The Gate (1987) – Clássico B, nos moldes de Mestre dos Bonecos
    The Keep (1983) – nazistas libertam um demônio do inferno. Clássico B.

  • Juliano Da Silveira Riça

    muito feliz que vão comentar sobre Resident evil revelantions 2, baixando pra conferir!

  • Ronda

    Onde eu posso ver essas fotos q foram mencionas no inicio do cast ?

  • Felipe Pimentel

    Tive uma sensação esquisita com esse Vértice. Eu não vi a transmissão ao vivo mas eu tive a impressão de que o programa teve conteúdo demais pras 2h10min. Sei lá… parece que o tempo passou diferente…

    Por favor, alguém me diga que teve a mesma sensação e que eu não sou tão louco =P

    Sobre os assuntos do programa, só vou dizer que vcs me convenceram a jogar os Metro e ler os livros. Eu já tinha criado um certo interesse quando o Rick falou do Metro 2033 num Vértice antiiiiigo mas ainda não tinha ido atrás dele. Tô com o Metro Last Light que eu peguei de graça na Plus mas ainda não joguei pq eu não gosto de jogar sequências sem conhecer os primeiros (isso é uma merda às vezes but……). Mas por coincidência, os dois jogos do Metro estão em promoção pro X360 essa semana então vou pegar o primeiro pra jogar (e quebrar o feng shui dos consoles mas tudo bem).

    @sushi0:disqus, sobre os filmes de terror, assista os Atividade Paranormal, principalmente o 1 e o 3 (que é o filme que mais me deixou com cagaço em toda a minha vida… assustou, inclusive, minha namorada que nunca se deixa levar por filmes de terror)

    @mrciobarrios:disqus, eu tenho medo de palhaços mas não por conta do It (até pq eu nunca assisti). No meu caso, eu tive uma festa de palhaços quando fiz 2 anos e meu avô tinha feito um palhaço enorme numa armação de metal coberta por uma roupa colorida, uma luz dentro e uma bola de isopor pra servir como cabeça. Na época, eu não tive medo mas essa foi a única festa minha que foi filmada e vendo o vídeo alguns anos mais tarde, eu fiquei apavorado com aquilo… um dia, eu vou procurar uma foto desse palhaço pra te mostrar xD

    • Sushi0

      Isso de parecer mais longo do realmente foi é ruim ou bom?

      • Felipe Pimentel

        É ótimo… foi só um estranhamento pq deu a impressão que tal volume de conteúdo estenderia demais o programa mas ficou na medida certa. Talvez isso tenha acontecido pq eu vi vc falando no twitter que a discussão com o Márcio sobre Destiny tinha ficado gigante e, como eu não vi ao vivo, eu esperava um Vértice de umas 3h no mínimo. Mas no fim, eu senti que não faltou informação e que não ficou arrastado em nenhum momento… então, continuem assim!! =D

  • Everardo Feres

    André, gostaria de perguntar algo que fui perceber re-escutando casts antigos. No Dash de Day of the Tentacle você disse que a premissa de viagem no tempo em jogos era a melhor para adventures. Quando o Rick disse que achava essa premissa batida em games, pois já tinha visto em Prince of Persia e Braid, você disse que DotT veio primeiro, logo ele não poderia achar isso batido. Entretanto, vendo uma de suas jogatinas de Dark Souls 2, reparei que você disse que seu problema com Senhor dos Anéis é porque é muito genérico, ainda tendo dito: “Eu sei que ele veio antes de tudo do gênero, mas não deixa de ter ficado genérico agora”. Como as duas argumentações são meio contraditórias, e eu curto sua opinião, gostaria de saber, afinal, qual é ela no caso de algo inovador que é copiado até saturar. Pode ou não se tornar genérico?

    • André Campos

      Eu acho que é importante sempre, ao analisar algo, colocar esse algo no contexto de quando foi criado. Ou seja, é importante lembrar sobre o pouco uso de mecânicas de viagem no tempo em jogos quando DotT foi lançado e a inexistência de clichês medievais quando Tolkien escreveu Senhor dos Anéis.

      Dito isso, todo mundo tem todo o direito do mundo de achar isso tudo um saco, ultrapassado, se sentir saturado e não suportar os clichês, seja sobre viagem do tempo, mundos mágicos ou os gráficos feios de Final Fantasy 7.

  • Dudley_o_Boxista

    Quem não assistiu a versão em vídeo perdeu nada mais que Rickby, a verdadeira face do Rick.

  • Lucas2099

    Ontem a noite eu havia pensado em um trocadilho muito bom envolvendo as palavras “lua” e “vértice” para comentar aqui, mas agora eu esqueci.
    Talvez fosse apenas aquele tipo de coisa que só é engraçado quando se está bêbado. (apesar de eu estar sóbrio no momento)

  • Diésio Ferreira

    Estava a aguardar tanto os reviews do Polygon e do Jogabilidade antes de tomar qualquer decisão quanto a Destiny. Confesso que mantenho vocês como parâmetro ( um bom parâmetro, diga-se de passagem faço isso desde o finado NL ) antes de comprar meus jogos, e pela primeira vez, mesmo ouvindo um reviews “positivo” ( graças ao Marcio ), não fui tomado pelo hype por comprar Destiny! Não sei dizer ao certo se para minha pessoa está meio nublado suas mecânicas e atrativos, mas um ponto forte abordado durante ao Vertice, “A Propaganda exagerada” que não me pega mais e o fato de que se eu resolver daqui alguns anos começar a jogar e tudo que era relevante foi apresentado nos primeiros meses de lançamento, não faça mais sentido, me desanima 100%. Espero estar errado quanto ao Destiny e pretendo dar sim, uma oportunidade para mesmo, mas não será uma prioridade, estará em segundo plano.

    P.S Estava rolando Destiny Child, enquanto falava-se de Destiny…..safadinhos!

  • Outrem

    André, mesmo que Resident Evil não acabe os personagens estão ficando velhos e logo terão que se aposentar. O que você vai fazer quando isso acontecer?

    • André Campos

      Chorar!

      • JessicadaSilva

        Mas isso não vai acontecer. Vide o Snake de Metal Gear, velho a beça, mas em melhor forma que nunca. Aposto que ele vai durar vários joguinhos ainda, assim como nosso Leon “cabelinho” kennedy e turminha da pesada dele.

  • Edson Vitor

    Da uma olhada no meu vídeo? desde ja OBG https://www.youtube.com/watch?v=t0XPxK7MDz0

  • brunopessoa

    Eu as vezes crítico o Sushi de o Quão maluco e freak que ele é, mas ao escutar sobre o que ele disse em relação ao Destiny para min ele mostrou ser um cara sensato, racional e sincero nas suas palavras em opinar esta obra medíocre, de falsa publicidade e totalmente baseado em elementos da velha geração que é este jogo. Ao contrário de uma certa pessoa que defendeu com unhas e dentes um título que segue com essa nova metodologia atual que as grandes empresas estão vendendo os seus grande títulos de uma forma incompletos e enganando. É triste ver pessoas que engolem à seco ou defendem tais atitudes que as grandes empresas estão fazendo hoje em dia (o que na minha opinião deveria se combatido com força), lamentável ver esta pessoa se “prostituir-se” por uma empresa de jogos. Acho que se continuar desse jeito vou seguir os passos do Sushi.

    • André Bonifácio

      Cara, eu entendo o que você diz sobre o Sushi. Mesmo que muitas vezes o gosto dele seja diferente da maioria ele é como aquele amigo que te apresenta várias coisas legais se você nunca conheceria sozinho. O jogabilidade é um site muito bom, não só pelo humor mas pela variedade das opiniões e gostos deles. 🙂

      • brunopessoa

        Eu gostava da época em que não tinha esse estagiário e o Corraini!!! Depois dessa asneira que eu ouvi, prefiro ir atrás de outro.

        • André Bonifácio

          Eu gosto do Márcio. Mas na questão do Caio eu concordo. Eu gosto dele no jack mas aqui ele não parece se encaixar bem.

          • brunopessoa

            Bom pra vc que gosta dele!!! Eu que não vou dar audiência a esse imbecil

          • André Bonifácio

            Ok.
            Só pra eu saber, você o está chamando de imbecil porque ele gostou de destiny… Ok. Eu comprei destiny ontem… E eu, que odeio Halo, gostei.
            E concordo com o Márcio… Então eu sou um imbecil também! Eeeeee
            o/
            Mas cada um tem seu gosto.

          • brunopessoa

            É mais ou menos isso aí mesmo. Pra falar a verdade a minha relação com o estagiário é bem mais pessoal do que julgar o mau gosto dele por jogos.

          • HaPa

            falou o cara que mais entende de jogos no Brasil quiça universo brunopessoa? comedia!

          • brunopessoa

            “quiça”

            Essa doeu até nos meu olhos ao ler isso. O que é comédia, eu opinar minha opinião ou um anônimo que não sabe escrever tirar sarro de min??

  • brunopessoa

    Muito me intriga um cara que se diz fanático por zumbi ter a ousadia de falar uma heresia que Resident evil depois que tudo esta franquia trouxe para o mercador de games e para cultura pop. Isso por que defendeu um jogo vazio, sem alma, genérico, incompleto, chato pra caralho feito por empresa que era a galinha dos ovos de ouro de todo caixista. Isso é a mesma coisa do que cuspir do mesmo prato que come.

  • André Bonifácio

    Muito obrigado por mais um programa incrível. Vocês são meus parceiros de caminhadas agora. 🙂
    É engraçado como as coisas acontecem. Todas as propagandas do Destiny me faziam olhar com desgosto para este jogo, mas os comentários de vocês e o DST me fizeram comprar esse jogo. (Sushi, não se sinta mal por isso. kkkk Cada um tem um gosto diferente)
    Eu gosto muito de Borderlands. MUITO. E ao ver que o jogo era mais um MMO Borderlands do que um halo online me fez me interessar muito. O fato que dá pra jogar sozinho se quiser também é um fator. Eu sou um daqueles que só joga em conjunto online quando é necessário. Não sou muito fã de multiplayer e mesmo achando Titanfall o FPS mais bem feito que já joguei na vida, não o comprei, pois a falta de uma história, uma progressão me faz muita falta.
    A mesma coisa que faz o Sushi achar o jogo incompleto, e eu concordo que deve ser um jogo raso pelo que andam falando, me faz ficar animado. O fato de que muito conteúdo futuro está planejado me anima a jogar como aqueles que jogam Diablo ou the sims. Joga bastante, para um pouco. Depois de um tempo sai algo novo interessante e você volta e joga mais um pouco. E o processo se repete.
    Os únicos jogos que eu constantemente volto e jogo de novo são metal Gear Solid, the sims e Burnout Paradise. Quem sabe eu não acho mais um. Fica a esperança. Que meu destino seja afortunado.

  • Nesse lance que o Corraini mencionou, de armaduras e suas aparência, o DC Universe Online resolveu de uma forma exemplar: cada parte possui um Estilo, que é independente da sua armadura. E a partir do momento que você monta tal armadura no seu personagem, ele ganha este estilo (se já não possuir o mesmo por outra armadura anterior ou por ter obtido o estilo diretamente), mesmo que se livre da armadura depois. E você pode selecionar qualquer estilo que tenha coletado, independente da armadura equipada. E você também pode TRAVAR os estilos, mantendo a aparência que desejar não importando qual armadura estiver equipada 🙂

  • Dudley_o_Boxista

    Nada a ver com nada, mas o Rick e o Sushi podiam fazer um durabilidade maroto, né? Nesse tempo já rolou RE2 com o André e ao mesmo tempo tá tendo Wind Waker com o Márcio e Dark Souls 2 com o André.

  • Pizzalogan

    Rodrigo Veiga/Pizzalogan ou também aquele ouvinte que deu o pacote de Ruffles pro André, umas 2 cervejas para o Marcio e pelo ótimo papo e que também ficou decepcionado pelo Sushi mão ser o Suhei Yoshida.
    Estou aqui pra recomendar 3 filmes que considero excelentes…
    -A Casa do Espanto(fácil)
    -A Chave Mestra(médio)
    -Pague para entrar, reze para sair(difícil)

    Abraço à todos…

  • Kiliano Lopes

    Olá compadres, belo podcast 😀
    Eu puxo o saco mesmo, porque traduzir indies é um trabalho nobre e que melhora ainda mais a acessibilidade desses joguinhos fora da curva que nós tanto amamos.

    Feliz em saber que o Sushi curtiu o Shadow Run 🙂 O meu está aqui guardado, sem tempo de ser jogado. Um abração forte, te cuidem!

  • Jf Fernando

    Bem concordo com o Márcio, durante os jogos sempre tem uma cena galhofa nivel wtf? em re4 com a estatua do Salazar, Re 5 com a parte da pedra, a abertura do re 1 era galhofa pacas mas, esse era o nivel da época só ver a lista de filmes do mesmo ano do lançamento do game, agora em Re 6 os caras cheiraram paçoca, pqp!!! pior são as partes sem explicação, como na sequencia toda do helicóptero com Jake, onde Ustanak pula de helicóptero em helicóptero sem nem mesmo derrubalos, lembrando que ele é quase otamanho deles e carregava uma minigun de quase 2 metros, outros Res sempre eram bem mentirosos mas nunca nesse nivel facepalm, re6 seria o Evil Dead 3 da franquia kkkkkk

  • HaPa

    Vcs deviam comprar o passe do Caio Corraine para o podcast. A inclusão do Marcio no programa já deu uma nova cara pro podcast so falta o Dogão! sinceramente o melhor podcast sobre games disparado! parabéns!

  • Barrios e Corraini no mesmo podcast? Nem ouvi e já adoro esse episódio. <3

  • Fabiano Novaes Ferreira

    só estou no começo do cast mas recomendo que leiam o Guia de sobrevivência aos Zumbis do Max Brooks que é sensacional, engraçado AND ensina quais armas usar … se não me engano (faz tempo que li) a melhor arma melee é o MACHETE. lá tem a explicação. e ele explica porque de não usar uma Katana. porque você não vai conseguir cortar nada com ela .

  • Antonio Pimenta

    Pq o link do linha quente 08 tá caindo aqui? Me sinto perdido…