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DASH #52: Transistor

Hello World!

São as últimas horas do ano de 2014. E antes que seu sucessor chegue com a inevitável distopia, megacorporações e skates voadores, chacoalhamos o saco do Papai Noel pra ver se tem mais algo pra cair nessa caixinha chamada DASH Podcast.

Após meses cozinhando o tema, enfim chegou a hora das funções andre(), slash_rick() e sushi() soltarem seu processo sobre o possivelmente utópico, provavelmente cyberpunk, extremamente denso e definitivamente fantástico universo de Transistor, além de entrevistarem o diretor criativo Greg Kasavin!

Embarque nessa moto para Cloudbank, onde Red e seu picolé Transistor tentam descobrir a verdade sobre os desaparecimentos das mais influentes vozes da cidade e do sinistro plano da sociedade secreta conhecida como Camerata. Como a Supergiant Games lidou com a responsabilidade de superar o aclamado Bastion? Os jogos são parecidos demais?

A primeira hora do podcast é totalmente livre de spoilers, mas a partir da segunda mergulhamos de cabeça neles e tentamos entender, em meio a filosofia de boteco, programação e referências a Dark Souls, qual a real natureza dessa intrigante história e universo.

Tá No Seu Turno!

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  • jose edson

    Tava com saudades do DASH, vértice é bom mais o DASH é especial.

  • Odilon Junior

    Quando eu menos esperava me aparece um DASH novo, feliz ano novo seus lindos.

  • DDD

    Eba, vertice! Mas, ouvindo outra vez essa abertura, ficou meio cafona mesmo 😛

    • André Campos

      Mas é Dash!!

  • Itallo Alexsander da Fonseca

    Dash do meu quase jogo do ano e ainda entrevistando o Greg Kasavin? Saudades do DASH caras, vocês são fodas.

  • Alisson André

    Baixando!
    Tinha esperanças de mudarem a abertura.

    • André Campos

      NUNCA

      • FabricioVaz

        Pelamordedeus André, a entrada mais genial de todas PRECISA continuar! Não se atreva a mudar!

  • Atos Ferreira Machado

    Tal qual como um ladrão, quando você menos espera ele aparece. E viva o Dash.

  • Alan Almeida de Andrade

    A abertura me da muita vergonha alheia mas por favor nao mudem, sei la, dá um tom diferente e te prepara ao mesmo tempo que abre um sorriso no seu rosto, boas festas dash!

  • Gabriel Hesedis

    Ahhhh finalmente!!! o/. Vou poder saciar minha vontade de ouvir a opinião de outras pessoas sobre esse jogo tão amado por mim :D. Boas festas à todos!

  • Dariek

    Sem marcio?
    Não comprei ainda, mas vou ouvir mesmo assim 🙂

    • Power Otaku-Kun

      Tem o Marcio sim, mas como uma gotinha de amor no finalzinho XP

  • Bruno Oliveira

    O lance da abertura pra mim, é porque a primeira foi tão icônica e passava um clima gostoso e tranquilo que só o dash tinha. Como geralmente eu escuto os podcast na cama já, antes de dormir era muito bacana e sem falar que tinha aquela musiquinha que dava uma personalidade massa pro podcast antes dos emails.
    Imagina os podcasts dos Bioshocks ou até o do próprio Bastion sem aquela introdução. Pra mim é impossível.
    Mas o importante mesmo é que saia podcasts bons, o resto se aprimora com o tempo.
    Grande abraço rapazes.

  • Victor H.

    Sem palavras pra descrever esse jogo. Que trilha sonora sensacional, jogabilidade super cativante, meio old school. E essa temática que mescla steampunk e cyberpunk. Show de bola e merecia mesmo um cast só pra ele.

  • Dariek

    Uma pergunta meio burra, mas a “quarta voz” no final do podcast, é do Marcio?

    • Sushi0

      O Márcio cantou, mas não participou do cast.

  • Alisson André

    Pra mim Transistor é só um nome maneiro tipo Cérebro positrônico.

  • Lucas2099

    Uia!

  • Onire de Morais

    Ainda não terminei de ouvir, mas uma pergunta pra vocês três: Durante as cenas do jogo, vocês esperavam que elas acabassem ou passavam assim que possível?

    • André Campos

      O que seriam as “cenas do jogo”?

      • Onire de Morais

        Hmmm… Tipo aquela hora em que você acha um Poster de Red, antes de encontrar a primeira Lady.

        • André Campos

          Ah, em cenas desse tipo que te esperavam apertar um botão pra continuar eu esperava até perceber que todo o diálogo possível acabou antes de prosseguir.

          • Onire de Morais

            Eu achei muito bons os diálogos que apareciam quando você não pulava as cenas <3

  • DDD

    Estou no minuto 26 do epi, em que vcs comentam sobre potencia de 2 (não sei se depois chegaram a alguma conclusão), o que deve estar ocorrendo, é uma referencia as palavras, que são em código binário. Por exemplo, a palavra 0010 é =2, 0100 é 4, 1000 é 8, 0001 é um, 1010 é 10. Percebem o padrão? As casas binárias são potencias de 2, a primeira é 2 elevado a 0 (1), a segunda é elevado a 1 (2), a segunda é a 2 (4) e a terceira é a 3 (8), então com combinações eu posso representar até o número 15 (com essa palavra de quatro bits)= 1111 (8+4+2+1), tendo uma opção de 0 a 16 em decimal. Perceba que em decimal precisamos de dois numeros (1 e 6), e em binário, nesse caso, 4 números. Se eu adiciono 1 bit, adiciono uma potência de 2 apos a de maior significância, então uma palavra de 5 bits (00000 a 11111) teria 32 significados, ou usualmente, de 0 a 31 números decimais.

    • Aperipe

      Tem como vc desenhar isso. Não entendi nada.

      • Paolo Pestalozzi Cezar

        É o seguinte, @aperipe:disqus, os números binário que computadores utilizam para funcionar (basicamente fazer cálculos) são feitos com apenas dois digitos: 0 e 1. Eles são usados para representar números decimais, que são os números arábicos comuns.
        Pense nas potências de 2.
        Temos:
        2^0 = 1 (^ é elevado à)
        2^1 = 2
        2^2 = 4
        2^3 = 8
        2^4 = 16
        2^5 = 32
        e assim por diante. Para representar o número 1 em binário escrevemos apenas “1”. Significa que existe um valor na coluna 0 (por isso 2 ^ 0 = 1; e sim a primeiro coluna é a zero). Para representar o número 2, você utiliza 2 colunas, isto é “10” significa que há o valor 2 (da coluna 1) e não há valor da coluna 0.
        Se quisermos representar o número 13 em binário, fazemos uma soma de vários números. No caso, para formar 13, somando apenas potências de 2, precisamos somar 8, 4 e 1. Então temos 1101, pq a 3ª coluna é o 8 (2^3) a 2ª coluna é o 4 (2^2), não temos nada na 1ª coluna por isso fica zero, e temos por fim 1 na coluna 0.
        Espero que eu tenha explicado direito 😛

        Como Transistor utiliza vários elementos de programação, é natural utilizarem binários para representação para coisas no jogo, já que o computador faz cálculos com números binários.

        • Thomaz Diniz

          Bin = Decimal

          0 = 0;
          1 = 1;
          10 = 2;
          11 = 3;
          100 = 4;
          101 = 5;
          110 = 6
          111 = 7;
          1000 = 8;

          Simplificando, binário é como como se você contasse com apenas 2 dedos (Enquanto a gente tem 10 dedos para contar).

          Óbvio que a gente não precisa contar toda vez que a gente quiser converter os números. Para isso a gente usa a soma polinomial dos números elevados a sua potência. Que é exatamente o que o Paolo disse.

  • Tais

    Sushi cantando na introdução já valeu quase que o cast todo, huehuehhueh! Brigada Sushi <3

    • Sushi0

      Não sei se peço desculpas ou agradeço.

      • Tais

        ora,

  • Heider Bmth

    Ta no meu Top 5 do ano com certeza =D

  • joaofelipe0

    A edição dos últimos minutos da leitura de emails ficou bem legal.O Marcio cantou tão bem no final que destoou dos outros, ele tem que cantar um pouco pior da próxima vez.

    • Alisson André

      Fico imaginando o Marcio cantando Snake Eater depois desse cast.

  • Danillo Lange

    OMG! Dash de Transistor?? Não pode ser.
    Vou ouvir now, transistor foi a surpresa mais agradável pra mim nesse ano, um primor em diversos aspectos e que me faz ouvir a OST dele até hoje.

  • BrunoW

    O marcio canta mt bem, faz os outros parecerem ainda piores.
    Sem comentarios sobre a performance do Sushi

    • Sushi0

      <3

  • Doansel

    ja tava com saudades

  • Pedro Marinelli

    Caras, ótimo cast!!

    Tenho tanta coisa pra falar desse jogo/obra de arte ~geimistica que nem sei por onde começar.
    Pra mim foi o jogo de 2014 e isso considerando que me achei bem mané por só ter finalizado uma vez e não ter esquentando muito para a profundidade da trama ou do final.

    [SPOILERS!!!]

    Alias, falando do final, pra mim a luta foi dentro do transistor e lembro que fiquei curioso pelo Royce ter um transistor também com todas as habilidades, mas desencanei por ter diverssas explicações para isso começando pelo fato de eles estarem dentro do transistor.
    Acho que a Red sai da luta com o poder de controlar toda a cidade mas não as pessoas, pois se fosse assim a Camerata teria pegado todos sem dificuldades quando o transistor estava em seus poder, logo ela não tem como trazer ou criar pessoas, masmo artificiais (fora que uma interpretação para aquelas pessoas em capsulas estilo matrix é que o processo absorveu tudo para dentro do sistema e quando o transistor foi colocado no “berço” elas foram para dentro dele).
    E sobre a cena final, minha interpretação inicial era que aquele era “apenas” um mundo surreal e que queles eram pessoas daquele mundo, logo eles morreram pra mim (alias fiquei bem puto com o final até aparecer a ultima cena) e considero que a Red fez o que fez no fim pelos dois motivos, não poder trazer as pessoas de volta o que faria a reconstrução da cidade sem sentido e não poder a unica pessoa que realmente importava para ela.
    Mas pensando em tudo que falaram no cast fico com a teoria que eles “morreram” naquele mundo e foram pra outro seja qual for o “interior”.

    Ainda tenho muito o que queria discutir, mas paro por aqui.
    Valeu pela volta triunfal do DASH com um dos meus jogos favoritos!

    o/

    PS: A musica no fim começou com um “WTF!?” e terminou com um “FODA!” da minha parte! xD

  • Danillo Lange

    Gente, e esse Márcio cantando?
    Além de ser lindo canta bem, é pra casar.

    • Aperipe

      (mode MDM on) Dá pra ele então. Mas cuidado que o cara já é casado, dá escondido pra não ter confusão.

  • Aperipe

    Um dash!? quem disse que o jogabilidade não tem especial de natal.

  • Gabriel.psd

    OPA! Esse final foi SENSACIONAL, e por isso, dos mesmos criadores de Bingobilidade, aqui está o trailer de Transistor VERSÃO JOGABILIDADE!!!!

    http://youtu.be/0rYZvFjUQQg

  • Thomaz Diniz

    Excelente cast, Dashers!

    Transistor é um jogo com uma narrativa intencionalmente vaga e abstrata, que pede para que o jogador explore todas as possibilidades do jogo para saber um pouco mais. Seja com os outros personagens, seja com os diálogos entre a red e o black (como eu nomeei o boxer). Além disso, você ainda tem que prestar atenção nos monólogos do black e nos comentários de todos os outros personagens.

    Acho que o fato de um jogo com uma história relativamente linear pedir que o jogador abstraia muitos dos pontos que o jogo tenta criar, faz com que alguns jogadores se afastem dela e a achem fraca, cansativa ou confusa.

    Gostaria de colocar meus cinquenta centavos de opinião sobre o transistor!
    Eu acredito que o transistor tenha, sim, sido criado pelo Royce.

    – “Where I found it, where I found it, why, I found it on a lark!”
    – “Right around here, geographically speaking…”
    – “Although geography was only one small factor.”
    – “There was also the math, awful lot of math involved.”
    – “Wasn’t entirely myself when I found it you might say. ”
    – “Sometimes I think… I didn’t find it at all, more like, the otherwise around.”

    O fato de que ele teve que executar muita matemática para encontrar o transistor, mostra que houve pesquisa envolvida, não foi algo encontrado por acaso em algum lugar. Ao mesmo tempo, demonstra que ele não entende bem o transistor, mesmo sendo algo que TALVEZ ele tenha criado (?).

    Uma coisa que eu acho que foi o (slash/)riki quem comentou, o fato de que o Royce está dentro do transistor. Provavelmente isto não é verdade, Royce deve estar escondido em algum lugar onde o processo não pode afetar. Por dois motivos:
    1 – O royce aparece na cena. (Fora do transistor. E ninguém que entrou no transistor saiu pra dar um tchauzinho.)
    2 – O processo realmente não afeta o lugar onde royce está. (Perceberam como está tudo branco, mas quando você vai entrando no “Estúdio” do royce, tudo começa a ficar mais estilizado?)

    Outra coisa interessante, é que o motivo pelo qual a Red coloca o transistor no berço é para que o Royce possa, de alguma forma, mandar o processo embora:
    – “Transistor plus cradle equals no more Process.”
    Nada impede que, de alguma forma, Royce tenha entrado no berço, para pegar o transistor e ter controle sobre cloudbank.

    Na minha interpretação, o “Cradle” é o berço do transistor (e talvez de toda aquela realidade), isso talvez explique o motivo de ter tantos transistores espalhados lá dentro. Mas o que me faz sustentar que eles não estão lutando dentro do transistor é mais uma coisa que Royce diz:
    – “Things are looking up!”
    – “I beat you, I get my town, I get the transistor…”
    – “But then I’ve often what it’s like in there…”
    – “What it’s really like…”
    – “So, in a way… No matter what, I win!”
    Essa citação se linka exatamente com as citações em que ele diz:
    – “Funny things about the transistor…”
    – “You can get in, but you can’t get out […]”
    e
    – “I’ve seen inside it. Had myself a little look. But I didn’t see much, didn’t see much at all. It was like… staring at the sky.”

    O que indica que é algo que ele não compreende completamente, mas que ele gostaria de entender melhor. Por que ele quer ver dentro de algo que ele já estaria dentro? E ele ainda comenta que apenas um daqueles transistores vai funcionar para a viagem de volta. Ou seja, para sair daquele lugar que eles estão (que eu suponho que seja o berço), eles irão precisar de um transistor.

    Outra dúvida é sobre o berço. O que é realmente o berço? Que eu me lembre, nunca foi explicado exatamente na história do jogo. Mas a resposta deve estar no nome. Será que ele é o berço de toda aquela realidade? Qual a razão ele ter formato de um transistor? E se eles realmente estão no berço, por que existem pessoas encubadas lá dentro. Será que é um sistema completamente interligado? Tipo este brinquedo da juventude chamado internet?

    Acho que esses são os principais pontos que eu gostaria de comentar sobre o cast, no resto eu concordo com a maioria das coisas que os senhores comentaram.
    No fim das contas, sistemas, computadores, jogos, programas e processos, são feitos através de uma representação simplificada de coisas que nós temos no dia-a-dia. Trocando em miúdos, muito de programação é relacionado com abstração. Assim como transistor. E é esta abstração de fatores específicos da história que poderá fazer o jogo ser comentado extensivamente por nós, jogadores.

    Obrigado pelo cast e continuem com o bom trabalho!

    • Thomaz Diniz

      Eu quase esqueci… Que performance musical, em?

    • Ótima analise!

  • Luan

    Alguem sabe dizer qual o episodio de dark souls que o stalker do andré aparece?

  • Anderson

    Dash de volta! Tava sentindo falta!

  • Raphael Silva de Santana

    Gostei bastante do cast. Conforme fiz no passado (To The Moon e Bioshock Infinte) comprei o jogo influenciado por vocês!
    Joguei uns 40 minutos e foi o suficiente pra gostar da jogabilidade e da temática.
    Como vocês não ganham nada da empresa por falar do jogo, aproveitei e doei um pouco lá pro Bulbassauro e ajudar nas despesas.

  • Edimilson Prazeres

    Só pra lembrar que outro jogo que utiliza bastante influência de Klint na arte é Dragon Age Inquisition.

    Podemos ver isso claramente nesse exemplo:

    • Sim, jogando o DAI eu percebi isso /o/

  • FabricioVaz

    Muito bom o programa, tava com dúvidas se esse jogo valia a pena ser jogado e agora não tenho dúvidas de que SIM é um bom jogo!

    Trazer um dos criadores do jogo tem sido uma marca de vocês desde os tempos do NL, e nem consigo imaginar as pequenas jornadas necessárias para conseguir um espaço nas agendas apertadas destes caras.

    E, claro, o programa ficou completo com meu e-mail lido no final do programa (que eu tinha esquecido completamente).

    Amplexos

  • Jonas S. Marques

    Vou perguntar, mas é a última vez, juro. Até por que Sound Hound, enfim, nenhum app me ajudou.

    Que música ser essa que toca de fundo na abertura?

    Ah sim, sou team abertura nova

  • Anthony Santos

    Ouvindo o podcast atrasado. Ótimo programa. Me deu vontade de jogar de novo.
    Algo bem legal que vocês não citaram é que na versão de PS4 existe a opção da voz do Transistor sair no Dualshock 4. Pra mim acrescentou bastante a experiência.

  • Samuel Madeira

    Cara, vocês me fizeram ter MUITA vontade de jogar Transistor, sério. Por favor façam mais podcasts que me deem vontade de jogar os games citados.

    PS: Vocês já fizeram isso muitas outras vezes, mas façam mais :3

  • Mais uma vez você me fizeram ver o assunto do Dash, parar tudo, jogar o jogo até o final, e ouvir o podcast. Faço isso desde o Dash de To the Moon e nunca me arrependi! =)

    e mano, eis que estou curtindo a musica lindamente cantada pelo sushi quando “a wild JACK BLACK” entra no meio da canção! hahahaha
    mandou muito bem Mácio!

  • Arkhan

    Este é um dos gloriosos temas do Dash.
    Esplêndido, ousado e fantástico.
    Não sei se estou a dirigir essas palavras ao podcast ou ao jogo. Ambos merecem.

    Quem dera eu pudesse resumir em palavras a perfeição artística, intelectual, visual e sonora dessa obra ao mesmo tempo filosófica e empolgante.

  • Era o Márcio cantando ali no refrão? Cara, estava tão bem e com uma pronúncia tão boa que achei que tinham posto o convidado para cantar também 😀

  • Outrem

    Aw, eu gostava da outra abertura.

  • ednaldofilho

    Esse game parece ser loko

  • Bharathz

    O podcast sobre o jogo foi muito bom. Me fez querer jogá-lo de novo. A minha única crítica ao jogo, como um dos membros falaram, é sobre a jogabilidade. A jogabilidade não é ruim, ao mesmo tempo, não chega a ser nada grandioso.