Vértice #44: Era Nintendo, Agora Nada

Ano novo, vida nova. Vértice novo, jogos velhos!

Nesse primeiro (e futurístico) podcast de de 2015 André, Sushi, Márcio e Caio Corraini viajam ao cyberespaço, fazem uma breve retrospectiva do ano que se foi e discutem Persona Q, Dragon Age: Inquisition, Pikmin 3, Metal Gear Solid V: Ground Zeroes.

Nas notícias, os ataques à PSN e Xbox Live durante o natal, o adeus à representação oficial da Nintendo no Brasil e alguns momentos do sempre impressionante Awesome Games Done Quick.

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  • Dariek

    o/ Awe, bora ouvir pela terceira vez 🙂

    • Gustavo Karsten

      Comassim? nao é a segunda?

      • Sushi0

        Não, é quarta! ba dun tis.
        Desculpa.

        • Gustavo Karsten

          Porra sushi, ta de parabéns mesmo!

  • Fernando Augusto

    Menino Corraino o/

  • Opa, agora me animei.

  • Atos Ferreira Machado

    Um beijo na sua alma menino sushiro.

    • Sushi0

      Obrigado *__*

  • Lucas2099

    bye, Nintendo : (

  • Heider Bmth

    Nossa deve ser bem chato começar o Inquisition sem ter jogado o Origins e o II,pq a cada aparição de personagem eu ficava feliz pra caramba tipo em Mass Effect quando revia os antigos membros de grupo.To com o Marcio DAI jogo do ano (ainda senti falta de uma mulher como a Morrigan mas fazer oq =D)

  • Gabriel Menezes de Medeiros

    o ultimo jogo de 2a guerra foi o sniper elite 3

  • Marcos Kinhos

    Isso, Sushi! Legend of Grimrock, porra. Isso!

  • Esse Dragon Age ta pesado pra caramba, mesmo no low o jogo cai dos 30 FPS no meu PC, perdi a vontade de jogar por conta disso.

  • Tenho um Wii U com uma conta canadense e nada vai mudar com a saída da Nintendo do Brasil. Faço minha parte comprando os jogos originais e o dinheiro esta chegando no destino final, o bolso da Big N, se o Brasil não esta ganhando uma parte nesse processo não faz diferença para mim.

    • Tito

      A loja virtual vai continuar a existir. O que morreu aqui no Brasil foi a distribuição dos jogos no varejo.

  • Alex Amaro

    Menino Corraino dando informações que nem imaginava sobre o mercado de games o/

  • Onire de Morais

    Corra citou o GotR como “morto”, mas a galera upou todos (ou quase) episódios no google drive. Baixem aew o/ https://drive.google.com/folderview?id=0B0YygSNKJJRFNkxXNW1KVDREWkU&usp=drive_web

    • Ethel

      Eu te amo esse tantão *………………………..O………………………../*

  • Armoderic

    Sobre Dragon Age:

    – Customização: A criação de personagem é boa, talvez uma das melhores (em ordem para mim é: Aion, Skyrim, DAI), o grande problema é que não permite ajustar o resto do corpo e a luz na tela de criação não ajuda pois ela é muito diferente das outras luzes do jogo. Além disso em geral os cabelos são horríveis (fora que tem poucos).

    Entendo o muito bem o ponto do André, mas eu acredito que eles tentaram não colocar um padrão justamente para evitar existir um “padrão” de aparência e sexo. O jogo seleciona aleatoriamente ambos quando você entra na tela (pode parecer estranho para gente, mas para outras pessoas é algo importante). No entanto, novamente, concordo com André, pois quase 90% dos Presets (rostos predefinidos) são péssimos levei horas para chegar perto do que eu queria.

    – Tenho impressão ás vezes que eles queria fazer um mundo aberto, mas mudaram de ideia no meio do caminho, tipo, verdade seja dita – DAI não é um jogo de mundo aberto, é um jogo de “módulos” ou mapas o que não é ruim, pois acho que a Bioware tem mais a manha de trabalhar com módulos (ou mapas) fechados, vide como os mapas fora da Hinterlands (o mais perto de um mundo aberto) são muito mais interessante e legais. Mundo aberto é mais a área da Bethesa.

    – Se bem lembro creio que o DAI era originalmente para ter sido um MMO, vide que ainda há quest bem estilo mmo nele…

    – Para que diabos tem cavalos no jogo? sério 99% do tempo não há necessidade de usa-los, exceto quando você volta a um mapa.

    – Concordo com o Marcio, customizar a base (e a maior parte do crafting de armas e armaduras) é bem divertida.

    – Meu grupo é a Viviane, Dorian e o Iron Bull, uma combinação que gera muito diálogos hilários. Não gostei da Sera, quase pelas mesmas razões que o Sushi comentou, porém não cheguei a tentar jogar mais com ela.

    – No quesito de dificuldade, jogando no normal, está ok em sentido de ritmo – nem lento demais (como as vezes o Origins ficava, principalmente em partes como Deep Roads) e nem rápido demais. Porém, sim concordo que ficou um pouco simples demais, fora que sinto falta de uma classe especializada em arcos, tipo meu elfo era ladino arqueiro e tive que mudar para assassino e usar duas adagas.

    Sim Legend of Grimrock é muito bom, apesar de ter ficado um pouco cansado com primeiro, devido a alguns puzzles de tempo (e aqueles carangueijos) no primeiro jogo (que ainda acho um jogo excelente), estou achando o segundo jogo ainda melhor.

    Meus três melhores jogos de 2014 seriam: Age of Wonders III, Endless Legend e Dragon Age Inquisition a decepção de 2014 foi o Civilization: Beyond Earth. Quanto a jogos esperados para 2015 seriam: The Witcher 3, Total War: Attila, Metal Gear.

    Se fosse listar relançamentos ou portes para pc em 2014 seriam os seguintes três jogos: Valkyria Chronicles, Legend of Heroes: Trails in the Sky, Dynasty Warriors 8 Xtreme Legends.

  • Tamon Takeuchi

    A, não… Corraini não, caras! Mas ouvirei pelos outros três participantes e por conhecer o alto nível do podcast.

  • Doansel

    Alguém anotou o juramento do tênis verde?

    • Sushi0

      No indie mais caro, na historia mais densa, nenhuma publisher terá minha presença….
      Todo aquele que venera o massa véio há de penar, quando o poder do tênis verde enfrentar

  • Bodemistico

    My body was not ready =(

  • lps89br

    Aehoo

    Me preparando pro DA:I eu terminei DA:O e DA2 e eu concordo com o Marcio no caso de Dragon Age 2, o jogo ganha muito flak por pouco motivo, eu entendo que o jogo é bastante repetitivo, tem muitas quests nos mesmo lugares e talvez, alguns personagens sejam muito unidirecionais. Mas eu adorei o combate de DA2 e, principalmente, os diálogos dos personagens enquanto você andava com eles, Aveline e Isabela andando juntas tem as melhores sequências de linhas de quase todos os jogos da BioWare.

    Por incrível que pareça eu acabei pegando nojo do combate de Dragon Age Origins, por volta achei que o jogo estivesse sendo bastante injusto com alguns surprise attacks que você recebe, onde você monta sua estratégia bonitinha e, do nada, os inimigos aparecem atrás dos meus magos e matam ele com meio hit. Adorei a história e eu até diminui a dificuldade só pra andar pra frente, atropelar todo mundo e ver todos os diálogos, inclusive nas últimas horas (terminei com umas 50 e poucas) eu não aguentava mais o combate e só queria que o jogo terminasse logo, algo que não tive com DA2.

    Provavelmente a culpa disso é minha mentalidade de jogador de MMO, já estou acostumado, por isso, consigo fazer quase tudo no automático até chegar nas partes que eu acho importante. Vai saber.

    Comecei um Dragon Age Inquisiton e joguei por umas 3 horas, como pode a BioWare cagar tanto no combate como fizeram ali? Porque eu preciso ficar segurando o botão de ataque, quando no DA2, eu podia apenas apertar o R e o personagem atacava o inimigo mais próximo? Até mesmo no controle, meus dedos ficam esmigalhados de segurar o botão de ataque. Sério, a visão tática desse jogo é patética, é muito sensível e deveras inútil, talvez pra usar poções quando necessário, mas fora isso, não há motivos pra usa-la. Ainda assim estou animado pra jogar, quero muito ver a história e gostei do que eu vi nas 3 primeiras horas porém, vou esperar uns meses pra poder desintoxicar de Dragon Age depois de 15 dias só jogando Dragon Age Origins e 2 xD

    Agora me surpreende vocês deram tantas praises pra Metal Gear Ground Zeroes, uma demo gourmetizada e overpriced, gosto de Metal Gear mas eu me senti ofendidissimo quando soube do preço da demo, vou esperar The Phantom Pain sair pra pegar em um pacote onde ele venha de graça, ou no máximo com 5 dólares de custo. Agora o que me mais irrita nesse caso é todo mundo ficar atrás do Kojima, endeusando o moço como se isso fosse algo louvável, que papinho esse de “A Konami forçou o Kojima a lançar Ground Zeroes”, sério que vocês engolem essa? Pra mim é quase o mesmo papo da época do Castlevania com a auditoria do Kojima, se o jogo tivesse sido um puta sucesso, tudo foi por causa do Kojima, se o jogo tivesse sido um flop absurdo a resposta seria, “Mas ele nem participou desse jogo”. Fanboys piram no japinha xD

    Tenho que ponderar nos melhores e piores de 2014 ainda, rever listas de lançamentos desse ano, talvez eu poste depois xD

    • Sushi0

      Eu concordo com você que o preço do Ground Zeroes é uma putaria, mas apesar disso o jogo é muito bom.
      Você realmente acha que foi o Kojima que chegou nos executivos da Konami oferecendo uma demo paga só de zua?
      Ah, eu adorei o Shadow of Mordor e tenho certeza que ele não relou um dedo no desenvolvimento do jogo. Eu gosto do trabalho do Kojima, mas não sou cego de acharo que tudo que ele toca vira ouro ou de ficar puxando o saco dele.

  • Augusto Schoof

    É um absurdo o quanto absurdamente esse podcast pode falar a palavra absurdo para tudo! Estou absurdado com isto. E deixa o Marcio gostar de Destiny, e o Sushi gostar de legend of grimrock e tênis verde. Vocês estão parecendo testemunha de Jeova, vão começar a bater na porta dos outros falando: “Goste dos jogos que eu gosto. Não tenha uma personalidade. Seja mais um clone meu.” =p
    Agora, desligando o modo zoera. Eu gostei da opinião de vocês sobre Dragon Age Inquisition e do Shadow of Mordor. Principalmente por serem jogos bons mas que tem seus defeitos, e se você falar sobre qualquer um dos defeitos que você encontrou enquanto estava jogando(e gostando do jogo), você leva uma voadora, com os 2 pés na cara, da internet. Uma voadora e um abraço para vocês.

    • Juliano Da Silveira Riça

      O testemunha de jéova batem na porta das pessoas pq seguem o exemplo de Jesus que fazia o mesmo e por acreditarem nele, clone pq? pq eles tem objetivos em comum. Assossiações e grupos existem nos mais diversos lugares do mundo. Se torne um funcionário do Banco do Brasil, no treinamento de lá vc vai ter que reproduzir a cultura organizacional deles e o objetivo disso é formar um padrão de atendimento e sucesso nas vendas, os caras vão te dizer até o que você tem que vestir.

  • Patrick Ribeiro

    Belo Cast. A presença do Corraine sempre acrescenta algumas opiniões interessantes. Concordo com a maioria dos comentários do André sobre a posição da Nintendo permanecer praticamente a mesma. Sinceramente a grande parte dos jogadores, especialmente na webz, formulam opiniões e comentários baseados no calor do momento, sem refletir muito sobre a indústria. Considero até um milagre a Nintendo ter feito tanto esforço aqui no Brasil, já que a mentalidade do jogador brasileiro no geral é “Nintendo é coisa de criança e nem tem jogo bom”. O mais engraçado disso tudo é a galera reclamando e ao mesmo tempo colocando em uma posição de vanglória as empresas como MS e Sony, que cobram preços abusivos por jogos já ultrapassados. Pra ser bem honesto com vocês todos, acho válido o esforço das empresas em tentar estabelecer uma indústria aqui, porém com a mentalidade do empresário brasileiro, vai ser bem difícil e continuaremos nos jogos importados no ML ou via digital store. Abraços a todos e continuem o excelente trabalho!

  • Gus

    É curioso como funciona a expectativa: só joguei Dark souls 2 da série e adorei. Achei o ano bem fraco de lançamento: sunset overdrive, infamous: second son, dragon age inquisition, shadow of mordor e bravely default foram meus jogos preferidos do ano, mas todos tem falhas bem evidentes. Não houve, infelizmente, nenhum jogo que fosse do nível de GTA V, Unchartted 2 ou Last of Us. Na verdade, o jogo do ano, para mim, foi persona 4 golden, que só joguei nesse ano.

  • Paulo Henrique

    Parabéns pelo Podcast. Descobri vocês a pouco tempo e virei um fã. Vocês reavivaram meu interesse pra alguns gêneros de jogos e especialmente para animes, que adorava mas que fazia uns 10 anos que não via mais. Tenho uma pergunta, se vocês puderem respondem num próximo Vértice ficaria muito feliz: Depois de ouvi-los falando na série Persona fiquei muito interessado, porém não tenho mais meu Play 3 para jogar alguns dos títulos anteriores. Vocês acham que vale a pena começar pelo Persona Q de 3ds e jogar depois o que será lançado pra PS4, ou eu ficarei muito perdido na série? Obrigado e um grande abraço.

    • Pedro Guilherme

      Não vale a pena você começar pelo Persona Q não, por que é um jogo que é mais fanservice do jogo. Se você não tiver na bagagem o 3 e o 4, fica um pouco complicado e você vai perder alguns detalhes interessantes do jogo. Você tem a opção de baixar o 3 e o 4 da PSN, caso você tenha PS3, são bem baratos e vale muito a pena. Mas em último caso, você pode sim começar pelo Persona 5 que vai sair pro PS4, cada jogo da franquia é independente apesar de se passarem no mesmo universo, então cada um conta uma história própria do começo ao fim e você não só vai ser bem introduzido na franquia, como não vai ficar perdido de forma alguma.

  • Luis Alexandre Dalposso

    Menino Corraino, sempre fui fã

  • Dotcom

    Tenho uma péssima notícia pra você, Márcio. Descobri a agência que você trampa.

  • Juliano Da Silveira Riça

    Eu realmente acho uma tristeza, uma tragédia quando um jogo é considerado o melhor do ano pela sua historia, jogos estão se tornando outra coisa.