Vértice #45: A Vida é Um Estranho Holograma

Vistam seus óculos de realidade aumentada e aumente sua alegria com o Vértice que acaba de chegar na sua sala de estar!

Os hologramas de André, Rick, Sushi e Márcio estão ao seu lado, discutindo as experiências com Life is Strange, FIFA 2015, Alien: Isolation, Resident Evil Remaster HD e Dying Light enquanto se acomodam em seu sofá e colocam o pé em cima da mesa de centro.

Além disso, eles também desfrutam de sua geladeira sem pedir enquanto discutem o fim do Nintendo Club e o Creators Program, a mais nova prova de que a Nintendo não manja nada da internet, o suposto teaser do Metal Gear Rising 2, a Sega fechando estúdio e abrindo fabricas de Sonic e é claro, também falamos das míticas Hololens da Microsoft.

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  • Felipe José

    É engraçado como ultimamente tem sido legal ouvir sobre jogos, ver vídeos sobre jogos… E tão ruim jogar.
    Estou doente?

    Acredito que Alien seja um puta jogo (ou incrível, como preferir), mas não é pra mim. Fico puto com o suspense, puto no sentido de que se fosse na vida real provavelmente eu iria gritar loucamente até o Alien me matar, só pra acabar com a tensão.

    • André Campos

      Acontece, tenho fases assim também. Quando isso acontece tento jogar coisas fora da minha “zona de conforto”, outros gêneros e tal.

    • Link

      Tô curtindo mais ainda ouvir do que ver, mas te entendo perfeitamente. Não sei ao certo o que é, se a falta de jogos ou excesso na verdade, de jogos iguais, somado à falta de tempo em alguns casos, dinheiro em outros haha. E isso somado ao conteúdo de qualidade que a galera não somente do Jogabilidade como de alguns outros (poucos) produz.

    • Lucas2099

      Eu já tô nesse barco a muito tempo. Prefiro escutar o que têm a dizer do que jogar.

    • Sushi0

      Engraçado, o que você falou sobre o Alien é um baita elogio ao jogo, mas como você disse ele não é pra você. =(

    • Eu prefiro mil vezes jogar,ter minha própria experiência do que ver os outros jogarem,só faço isso depois de ter jogado um jogo e zerado

  • Guest

    Estou pensando em aproveitar meu restinho de férias (que na verdade começaram essa semana) e pegar uns 3 RE pra zerar. Sempre tive vontade de jogar seguindo a cronologia e dessa vez entendendo os diálogos.
    Resident nunca fez meu estilo, acho que o ÚNICO decente que joguei foi o 3 (e sim, eu joguei o quatro).

    • Felipe José

      O problema é aguentar umas 2h até começar a curtir…
      Ah essa vida de jogador de joguinhos…

      • André Campos

        Eu entendo que alguns jogos realmente só engrenam depois de algumas horas, mas se o período até chegar lá é algo que não te causa nenhum divertimento (pelo que você disse parece até o contrário), acho você não devia jogar o jogo em questão.

        • Felipe José

          Sim, por esse motivo já desisti de Half Life 2 umas 5 ou mais vezes. Desde o lançamento eu tento me convencer de que ele é tudo que falam mas ainda não consegui.
          No caso de um RE, sei que vou curtir com o tempo, de inicio só vou ficar muito puto com a câmera e com a minha falta de habilidade em desviar de zumbis, mas depois pego o jeito (ou não).

  • Atos Ferreira Machado

    Achei interessante como o Sushi gostou do Alien assim como o André, mas dei uma desanimada quando vi um review, que por sinal é muito bom, do Previously Recorded. Eles me deram uma percepção diferente sobre o jogo, embora eu ache que eles tenham até pegado um pouco pesado. De qualquer forma vale a pena conferir. https://www.youtube.com/watch?v=hOrphBFlDsg

  • Lucas Vinicius

    Não consegui ver online no twich travava bastante

  • Bruno Araujo

    Nem ouvi ainda, mas o Jogabilidade vai traduzir Life is Strange? Não custa perguntar…

  • Rafael Bard

    Interessante o Sushi mencionar Dragons Dogma. E é realmente um terror andar a noite no jogo porque tem umas emboscadas bem tensas, pois os inimigos que aparecem a noite mudam e isso significa que você pode se deparar com algum inimigo que você não faz a minima ideia de como se mata e pra piorar, como quase todo inimigo, ele pode ter mecânicas de chamar mais gente pra luta.

    Complicado também, é o fato de você não ter o mapa aberto e não saber quando vai chegar em um lugar seguro. Depois que liberei o mapa e conheci tudo, comecei a calcular o tempo da viajem e preparei meu equipamento de acordo com o caminho e é muito legal fazer isso.

    Vocês colocaram The Protomen pra tocar! que lindo! Light up the night!

  • Pedro Guilherme

    Aaaah, o Vértice saiu ontem, que pena. Só por que saiu trailer de Persona 5 hoje, gostaria muito de ver a notícia comentada no Vértice, por que o trailer está FODA PRA CARALHO.

    • Sushi0

      Sempre haverá o próximo Vértice!

  • Felipe Pimentel

    Comecei a ouvir aqui agora e já quero comentar a apresentação… se Boyhood é bom pq levou muitos anos pra ser feito, isso significa que Duke Nukem Forever e Chinese Democracy são bons também???

    Agora fiquei mais tranquilo com relação a Half Life 3 e The Last Guardian… xD

    • Sushi0

      MAS É CLARO!

    • Patrick Ribeiro

      Eu também acho super inválido esse argumento de ser bom por demorar muito. Ri muito com o inicio do cast. Eu curto boyhood, mas não por isso. É como “Somewhere”, um filme que aparentemente é “parado” mas pra mim diz muito. Só que tem uma diferença gritante entre desenvolver um jogo por 12 anos, gravar um álbum por 12 anos e produzir um filme por 12 anos que utilize os mesmos atores. Não é bom por isso, mas merece um destaque, obviamente 😛

  • Felipe Pimentel

    Eu adorei o primeiro episódio do Life is Strange. Mas oq mais me chamou a atenção (além da iluminação dos cenários pq, sei lá, tem uma magia naquilo ali… pqp, que coisa mais linda!!!) foi um questionamento: eu quero mesmo desfazer uma ação?? Enquanto eu jogava TWD, por exemplo, sempre tiveram momentos em que eu pensava “poxa, se eu pudesse fazer isso de outra forma…”. Depois de jogar LiS, eu agora me pergunto se eu realmente iria querer voltar atrás… e tudo isso com decisões bem mais simples e menos intensas do que as situações apresentadas em TWD… sensacional!!

    Minha única crítica ao LiS é que eu queria ver puzzles mais elaborados, pq tirando a terceira foto lá e essa parada da caixa do drone na mochila da menina (que eu não sabia até vcs falarem), não tem desafio algum…

  • Vitor Calfa

    Ninguém jogou Dragon’s Dogma vírgula. Eu joguei. 600 horas nas costas e digo com segurança: um dos melhores RPGs da geração anterior. Sistema de combate dele engole muitos RPGs mais badalados por ai… Um certo Dark Souls por exemplo… Skyrim então nem se fala… (erguendo escudos). =P

    • Felipe Pimentel

      Até onde eu preciso jogar pra ser fisgado??? Eu já tentei começar 2 vezes e não passo da missão de levar a cabeça da Hidra… =/
      Eu sei que o jogo é bom… só preciso que alguém me convença pra valer… =(

      PS: não vem falar mal de Dark Souls não pq eu te bato até sua stamina acabar e tu baixar esse escudo aí =P (aliás, esse é um exemplo de jogo que precisou de um amigo meu me convencer de que era tão fantástico…)

      • Vitor Calfa

        KKK. Eu falei mai de Dark Souls e Skyrim mas joguei muito os dois também. O ultimo principalmente. Mas enfim… Dragon’s Dogma:

        A minha primeira recomendação para ser fisgado por Dragon’s Dogma é ter a versão Dark Arrisen. Ela é bem superior ao jogo original. Se não tiver, well, jogue um pouco da original pra ver se vai ser fisgado ou não. Se rolar o clima, vai pra DD: DA que lá as coisas funcionam melhor.

        Segundo: Classe inicial – A melhor classe para se iniciar o jogo é cavaleiro, isso porque “Strider” ainda não tem nenhuma das skills que fazem ele brilhar (esquiva principalmente) e magos, well, Magos são uma desgraça nesse jogo, infelizmente.

        Terceiro: Segure a missão da hidra quando chegar lá. Volta para a cidade portuária Cassardis, a do início do game, e faça o máximo de sidequests por lá. No acampamento aonde você enfrenta a hidra tem umas sidequests no mural também. Faça-as para subir uns leveis. Meu único porem é uma missão em que você tem que entrar no poço da cidade de Cassardis. É uma missão realizável a essa altura do jogo, mas você precisa um pouco mais de intimidade com ele para rolar numa boa. Se os inimigos lá estiverem te dando muito trabalho, deixa ela pra depois.

        Outra coisa, quando você fizer a missão de resgatar a amiga do seu personagem na floresta (faça-a obrigatoriamente antes de entrar na cidade de Gran Soren, senão a menina morre e você perde a missão), tem um bando de ladrões no caminho para a floresta. O líder deles tem level altíssimo neste momento e a melhor opção é fugir. VAZE de lá sem medo e siga para a floresta. Terminada a missão de resgate, volte para Cassardis e ai continue ou outras sidequests ou faça a missão da hidra se não houver mais nada pra fazer ou possível de se fazer.

        Quarto: Build de personagem – Dragon’s Dogma tem um sistema em que conforme você sobe de level em classes específicas, você destranca habilidades relacionadas a essa classe e seus atributos vão crescendo conforme as otimizações de cada classe. Todo santo jogador avançado faz a mesma recomendação: Assassino. Chegando em Gran Soren, na taverna você troca sua classe para essa e segue com ela até o fim do jogo… Mas eu tenho uma ressalva. Use as classes Warrior e Sorcerrer até obter as duas skills de defesa física e mágica que cada uma destas dá respectivamente. O assassino é um canhão de vidro: tem o melhor ataque do jogo, mas morre com poucos hits. Essas duas skills vão te ajudar pacas.

        Dai pra frente é por sua conta. Faça a build que preferir, mas eu como a maioria dos jogadores recomendo assassino também como sua classe para todo o resto do jogo. Além de ser extremamente forte e veloz, suas skills são incriveis. Eu pessoalmente recomendo Easy Kill / Masterfull Kill, skills de contra ataque formidável, Skarlet Kisses / Hundred Kisses para fazer combos e manter pressão nos inimigos e finalmente e não menos importante Rezet / Instant Reset, que cancela qualquer animação que você esteja fazendo, seja sendo atacado por inimigos ou fazendo combos. Essas skill permite uma mobilidade absurda e rápida alternância entre ofensiva e defensiva.

        De equipamento eu recomendo facas e arco e flecha. O assassino pode equipar espadas e escudos dos cavaleiros, mas as habilidades destas armas não estão em par com as das armas que recomendei.

        Por ultimo, se estiver no PS3 e quiser me adicionar, meu gamertag é codenamedois. Fazendo isso você evita de pagar fortunas em souls para adicionar personagens de level maior na sua party. Eu tenho uma maga como personagem secundário em level 200, com os melhores equipamentos possíveis e uma boa AI programada. Se quiser, ela vai te quebrar um galho e tanto na jornada.

        É isso por agora. Qualquer duvida é só me chamar. Abração ai e bom jogo. =]

        • Felipe Pimentel

          Cara, é muito amor mesmo… nunca imaginei que uma perguntinha inocente resultaria praticamente num detonado =P

          Mas são ótimas dicas!!! Depois que eu jogar o Dragonagem, eu vou dar mais uma chance pro jogo e vou botar em prática oq vc ensinou 😉

          Pena minha versão ser a de 360… uma ajuda in game seria ótima tb… =/ mas mesmo assim, vou te adicionar lá na PSN… meu gamertag é philshepard (ou Felipe Pimentel, não sei como vai aparecer xD)

          Abração e valeu pelas dicas!! =]

    • Sushi0

      Dragon’s Dogma é um dos meus jogos favoritos da geração passada, mas falar que o combate dele é melhor que o do Dark Souls é exagerar demais.

      • Vitor Calfa

        Entendo sua discordância, mas acho nessa comparação pesa muito para a preferência pessoal de cada um. Eu por exemplo, acho que, apesar de ter um sistema bem justo e exigente, Dark Souls peca terrivelmente em precisão de controles e estética de combate.

        No departamento controles, cito o chute, que tem o comando frente + golpe fraco, mas este pede uma precisão absurda, resultando em erros constantes e golpes normais disparados sobre guardas inimigas prontas para rebater tais erros ferrenhamente. Outra falha de Dark Souls em minha opinião é a não existência de um sistema semi automático de lock-on como Devil May Cry e Ninja Gaiden em que o jogo realiza um lock-on magnético no inimigo mais próximo a ser atacado enquanto as animações de ataque acontecem, liberando esta trava no exato instante em que o jogador para de atacar, independente do travamento manual de mira. Tal sistema evita que animações de ataque passem em branco por causa de imprecisões pequenas. Por ultimo e não menos importante, eu pessoalmente acho o manuseamento de itens e troca de equipamentos em Dark Souls bem problemático. Cito por exemplo a luta com o dragão na ponte em Undead Burg, combate o qual você (em uma das formas possíveis de se vencer tal combate) tem que alternar constantemente entre espada / escudo e arco e flecha. Minha birra é o arco e flecha (e bestas por tabel) não irem para uma visão com mira sobre os ombros logo de cara. Esse imput extra que você é obrigado a digitar custa um tempo que muitas vezes é a diferença entre você sair vivo ou morto de uma investida do dragão.

        Já o Dragon’s Dogma, por mais que ele não demande a mesma precisão de combate, não tenha a mesma linha de aprendizado exigente e não tenha um design de localização de inimigos e chefes tão aterrorizantes quanto Dark Souls (excedendo a ilha de Bitterblack, DLC em que as acomodações lembram muito Dark Souls), o jogo possui um excelente e responsivo sistema de mira sobre os ombros para arcos e flechas, possui comandos simples e precisos com respostas rápidas, possui um sistema de lock-on magnético para golpes físicos e além disso, possui belas e eficientes habilidades e um eficiente e estiloso sistema de combos. Outro ponto a favor é a variedade que estas habilidades proporcionam. Por exemplo, a classe assassino possui quatro skills de contra ataque (duas para espada, duas para facas) que colocam o personagem do jogador em uma pose defensiva. Se atingido neste momento, o personagem paralisa o adversário e voa para seu pescoço desferindo um corte na garganta do oponente. Não conheço sistema similar em Dark Souls. E por ultimo, há o incrível sistema de subir em monstros e atacar seus pontos fracos, deviando devidamente das tentativas dos bichos de derrubar você que foi chupinhado descaradamente de Shadow of Colossus. Batalhas contra bosses com essa mecânica inclusa são incríveis e tensas. Eu pessoalmente tenho memórias muito queridas das lutas contra dragões em Dragon’s Dogma.

        Por fim, um breve adendo, não que este pese na balança em termos técnicos, mas conta no departamento estética: não sei vocês, mas pra mim jogar com mortos vivos é broxante.

        -_-

        o_o

        =]

        Enfim, apesar de toda a minha defesa, acho justo haver a predileção por muitos jogadores por Dark Souls pois como disse inicialmente, vai do gosto pessoal de cada um. Eu por exemplo acho o design de posicionamento de inimigos em DS infinitamente superior a DD, e se isso pesasse mais para mim do que estética de combate e precisão de controles, provavelmente eu estaria no mesmo barco dos entusiastas de DS.

        • Sushi0

          Realmente é gosto. Eu acho o combate do Dark Souls muito preciso, prefiro que troque os itens separadamentes, que o arco/besta tenha não vá para primeira pessoa de cara, não me importo com sistema de combo ou skills e acho vital que ele continue sem mapa.

  • André, o Life is Strange tem um pass completo por 20 dolares na PSN sim. Acho que vc não conseguiu achar pq a PSN do PS4 esconde muita coisa sei la pq.
    Enfim, esse jogo foi uma puta surpresa.

    Ouvindo o cast ainda, mas digo que concordo com o Sushi…. RE1 era meu favorito também até o Remake sair.
    E vocês falaram de mais remakes de RE…. com o time atual da capcom, espero de verdade que eles fiquem bem longe de RE1, 2 e 3, hahahahaha!

  • Armoderic

    Há uma coisa curiosa nesse rolo todo da Sega, a reforma toda já vinha sido planejada desde 2014 e olhando, dava para ver os sinais:

    primeiro ela obteve a Creative Assembly (série Total War) e depois não fez pouco esforço e obteve a Relic (Company of Heroes e Warhammer 40k: Dawn of War), ambas desenvolvedoras de jogos de estratégia para pc que podem ser considerados até bem complexos (e duas das desenvolvedoras que mais gosto). Mas não foi só isso, a Sega deu um jeito de convencer a Gamesworkshop (dona do Warhammer) a deixar a Creative Assembly usar a IP do Warhammer Fantasy (são IPs separadas) o que era algo que a CA sempre quiz fazer enquanto no meio tempo a CA fez o Alien Isolation (provavelmente a Sega deve ter ajudado em negociações ou coisa do gênero) enquanto a Sega comprava a Atlus e fez o porte do Valkyria Chronicles para pc (novamente lembrando o novo foco em pc). Porém, enquanto isso ela lançava o jogo do Sonic…às vezes parece que ela está se saindo melhor como publisher do que como produtora…

    No meio tempo também, a CA tem produzido dois jogos mais online – Kingdoms e o Arena (lembrando a menção da Sega jogos em online) ma sem interferir na produção da linha principal da CA o Total War, cujo o novo título sai por agora – Total War: Attila- que diga-se de passagem jogo para o qual estou bem empolgado.

    Pelo que li a respeito no gamasutra (http://www.gamasutra.com/view/news/235432/Shakeup_at_Sega_sees_up_to_300_jobs_cut_and_an_office_shuttered.php?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+GamasutraNews+%28Gamasutra+News%29) a coisa toda em parte parece ser mais uma reforma na área de “Amusement Businesses division” e o “Western packaged software division” (que foi realocada, mais exatamente para mais perto de onde a divisão da Atlus fica) não chegando na parte de jogos digitais e online que são apontados como a parte que mais cresceu. Vamos ver o que vai rolar

    Há um fato curioso, no Press Release da Sega sobre a reforma (sim eu li) eles mencionam “Resort Business” XD

  • Viktor Hidalgo Comitre

    o proximo programa tem que ter comentario sobre o novo trailer do persona 5 que finalmente mostrou mais conteudo do jogo! e ja que esta muito diferente do ultimo quero saber a opinião deles rs eu adorei!

  • Viktor Hidalgo Comitre

    a nintendo esta muito babaca eles estão fechados ao mercado externo e quem ajuda eles a divulgar os produtos deles eles me fazem isso? meu o happy console gamer mostrou uns 5 segundos do trailer do zelda e uma img do jogo e eles tiraram o video dele do ar! meu eles nao sabem lidar com o mercado e pronto.

  • Alisson André

    Só estou esperando a raça alienígena aparecer em Life is Strange.

  • Dying Light não tinha me chamado a atenção ainda, mas agora vou colocar na wishlist, para experimentar daqui a algum tempo.
    Life is Strange eu estava reticente em começar, mas vou dar uma chance para ver o que acontece.
    Valeu, gurizada!
    Té.

  • O que o Andre falou sobre o problema de imersão de dispositivos VR/RA em relação ao mundo real existe. É por isso que muitos projetos de realidade aumentada pra carro, por exemplo não funcionam. Recentemente tentaram “gamificar” o ato de dirigir e acabou não indo muito longe. O nível de imersão é bem mais agressivo e dependendo da pessoa pode dar merda séria.

    No caso do uso em casa, por exemplo, nem sempre dá pra perceber o perigo tão facilmente (como um bebê chorando), às vezes você só vai sacar que o moleque enfiou o dedo na tomada, caiu da escada ou se queimou no fogão quando a merda ja estiver feita e nem sempre vai haver um terceiro pra avisar. Se hoje, nego morre atropelado porque tava olhando a tela do celular, imagina com um treco gigante na cara.

    Muita gente que estão lidando com projetos de dispositivos VR estão tendo que quebrar um pouco de neurônios com possíveis soluções pra esse tipo de situação.

    • Patrick Ribeiro

      Falou tudo cara. Pessoal já anda pela rua igual maluco com o telefone grudado na cara, imagina utilizando um negócio desses, mesmo que em ambientes fechados? Eu acho que no caso de RA é mais tranquilo, pois como foi dito, permite a interação com o mundo real; obviamente tudo isso em ambiente fechado haha.

  • Patrick Ribeiro

    Também curti muito o “Life is Strange”. Além de ser um jogo muito bom, possui referências das mais diversas mídias. Vi música, literatura e cinema sendo mencionados a todo o instante. Realmente é um jogo que me surpreendeu de forma positiva. Graças a vocês, irei comprar o “Dying Light”, pois esperava que fosse apenas mais um “Dead Island” (Até curto, mas como André falou, jogo de ps4 é caro). Pra ser honesto, depois que o Sushi mencionou algo sobre o final de Dragons Dogma, me interessei e comprei o jogo pro xbox. Estou jogando e curtindo, pra ser honesto, muitas vezes o jogo é desafiador, e tirando alguns bugs, considero que foi uma das últimas coisas boas da Capcom. Em relação ao Google Glass, discordo de vocês totalmente no que diz respeito a “me sentiria incomodado conversando com alguém com o glass”. Sinceramente acho que não seria essa bagunça toda, especialmente por causa das leis de uso de imagem, que mesmo não sendo tão respeitadas, ainda assim funcionam. Particularmente eu estava ansioso pelo dispositivo e foi um banho de água fria ao descobrir que não deu certo. Sinto que grande parte disso veio mais pelo medo. Enfim, ótimo podcast. Abraços a todos!

    • André Campos

      O lance é que isso de se sentir incomodado com o Google Glass não é algo hipotético, na prática as pessoas se sentiram desconfortáveis em massa e foi um dos motivos do fim do experimento.

      • Alisson André

        Acho que qualquer coisa com câmera vai incomodar, quando tive meu primeiro celular com câmera se eu segurasse ele na direção de alguém, essa pessoa me perguntava se eu estava tirando foto dela(conhecido ou não). Mas com a popularização dos celulares a paranoia acabou.

  • Schmidt

    Não consigo fazer o download através do celular…nem a pau! To fazendo algo errado, da erro no download toda vez e só neste site.

    • Márcio Barrios

      O ideal pra celular é vc baixar algum agregador de feeds, tipo o BeyondPod (app que uso no Android) e aí sim fazer o download dos episódios. Baixando direto pelo navegador do celular geralmente dá erro.

      • Schmidt

        Valeu!

  • Vinicius

    Andre.. Life is Strange, que jogo LOOKOOO! Ando meio por fora dos lançamentos e etc. (Recem casado… Imagina a correria)
    Adorei o desing do jogo, a trilha sonora me lembrou The Last of Us. Gostei muito do que eu ouvi e vi em alguns gameplay e com toda a certeza apos essa correria acabar eu vou pegar para ter a minha experiência de jogo.

    Vlw!

  • Schmidt

    E segue a Nintendo dando tiro nos pés………adeus Nintendo, pode falir!

  • Xua

    Da geração passada, ainda prefiro Kingdons of Amalur do que Dragons Dogma, apesar de achar os dois muito bons, logo atrás da trindade Dark Souls, Witcher 2 e Skyrim.

  • Finn Suado #DeMadureira

    “entre cajuzinho e brigadeiro eu, prefiro cajuzinho”

  • Hector Bonilla

    voltei!!!!!