Vértice #46: Vapor Punk

Sejam bem-vindos ao primeiro show da banda Vapor Punk!

Responsável por um dos sons mais quentes da revolução industrial a banda é formada por: André na bateria, Rick no baixo, Sushi no triangulo e Márcio na guitarra. A setlist de hoje inclui clássicos como: The Order: 1886, Layton Brothers, Apotheon e Rocksmith.

Vapor Punk é uma banda experimental que, além de emocionar o público com seu som, também os informa com as mais importantes notícias dos mundo dos jogos como: o anúncio de um novo Rock Band, Netflix fazendo uma série baseada em The Legend of Zelda, o lindo trailer de Persona 5, Evolve e seus polêmicos DLCs, Peter Molyneux falando demais e as expectativas para uma conferência da Bethesda na E3 de 2015.

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  • Atos Ferreira Machado

    Sei que é atrasado, mas fica aqui meus parabéns ao menino Sushi. Queria te dar um abraço, mas a tecnologia não permite isso ainda.

    • Sushi0

      Muito obrigado! E não seja por isso, vem cá _O_

  • Anthony Santos

    Parabéns Sushi Edition

    • Sushi0

      Muito obrigado Edition! <3

  • Outrem

    Os primeiros jogos de Persona eram para ser uma versão highschool de Shin Megami Tensei, mas mecanicamente era idêntico à série principal, incluindo os diálogos com os demônios (sim, demônios e não shadows) como o Sushi disse. O Lore de Persona, superficialmente falando, era bem simples. Havia 2 deuses, um que não via potencial na humanidade e acreditava que se deixada só ela se mataria, e um que ainda acreditava em seu potencial. Eles fizeram uma aposta e ficaram de ver no que resultava, aí que entra Persona 1. Uma menina desenvolveu síndrome de Alice no País das Maravilhas e trancou sua mente no fundo de seu subconsciente. O pai, rico e influente, após ver que a ciência não poderia ajudar sua filha apela ao ocultismo e acaba fazendo um pacto com o deus descrente para ajudá-la, e este, cansado de esperar para ganhar a aposta, aceita o pacto vendo uma oportunidade de acelerar as coisas a seu favor. O pai, com o poder adquirido força a filha de seu subconsciente para o mundo real, trazendo parte do País das Maravilhas. Todos os medos e inseguranças da garota, seus demônios interiores, vieram parar no mundo real e começaram a tocar o inferno. O outro deus, vendo que seu concorrente estava influenciando o mundo, resolve responder à altura ensinado um jogo simples a algumas pessoas que quando jogado permite aos jogadores invocarem suas persona, e envia seus servos ao mundo para dar suporte a este usuários que aceitaram o desafio de acabar com os planos do deus “ruim”. Estes são Igor e a trupe da Velvet Room. Esse deus do caos é o grande antagonista dos Personas 1, 2 Innocent Sin e Eternal Punishment (eles são senquências da saga do deus descrédulo, embora não protagonisados por todos os mesmos personagens e tendo cada jogo um plano diferente para ser impedido). No final do Persona 2 EP, último dessa saga, ambos os deuses vão embora e deixam o mundo do jeito que ficou depois de toda essa confusão. Aí que entra Persona 3. P3 não é fortemente ligado aos anteriores, e a pouca conexão que ele possui, por mais que uma coisa ou outra seja interessante, é completamente ignorável (tanto que Persona 4 é um jogo completamente isolado dos anteriores). Ele foi praticamente um reboot da série. Trouxe shadows que manifestavam a escuridão do consciente coletivo da humanidade, Social Links, 1 ano da vida de um estudante de 2º ano do ensino médio (agora sim realizando a proposta de um MegaTen colegial), deu significado às Arcanas, que antes eram só um nome diferente para as raças de demônios dos jogos anteriores mas agora de fato representavam as fazes da vida de uma pessoa, acabou com o diálogo com os inimigos e se focou mais nas relações entre os personagens. No trailer do Persona 5 não pude deixar de imaginar que você talvez volte a enfrentar demônios invés de shadows, e temo que o jogo volte com elementos de MegaTen que o 3 e o 4 perderam, e por isso se tornaram mais acessíveis a mais pessoas. Estava torcendo para que eles se livrassem dessa herança que fazia com que você tomasse Game Over se seu protagonista morresse mesmo que os outros party members ainda estivessem vivos, mas agora estou com receios em relação ao jogo. Pelo menos não vou me decepcionar muito, já que agora não espero tanto dele, mas estou curioso para ver o que eles vão fazer. A Atlus sempre faz jogos incríveis, mesmo quando eu não consigo jogar pela mecânica oldschool hardcore de MegaTen, adoro o mundo e a trama que eles criam.

    • Gabriel Valente

      estou jogando Persona 1, e apesar de vc explicando assim parecer que o jogo tem uma trama bem desenvolvida, estou achando bem superficial e pouco inspirado até agora, além das mecânicas de batalha serem bem fraquinhas e cansativas. Mas estou tentando relevar isso tudo, afinal é um jogo de 1996, e vou seguir até o fim, estou com 08 horas no momento, e pelo que vi o jogo não é muito longo. Persona 2 joguei um pouco quando lançou, mas não fui em frente. Pretendo terminar todos antes do 5. Mas não entendi muito bem, existem duas versões de P2, Eternal Punishment e Innocent Sin?

      • Outrem

        Sim, eu falei superficialmente pra não ficar maior ainda o comentário, mas a série tem bastante detalhes legais, você vai ver isso mais no 2 quando enfretar um certo ditador e seu exército. Persona 2 são dois jogos, primeiro vem o Innocent Sin e depois o Eternal Punishment (continuação direta de onde o IS terminou), tipo Final Fantasy X e X-2.

        • Gabriel Valente

          realmente não sabia isso de serem 2 jogos diferentes, pra mim eram apenas versões tipo a japonesa e americana, valeu pelo esclarecimento, vou procurar.

      • Atos Ferreira Machado

        Você está jogando que versão do Persona 1? Estou perguntando, pois para qualquer jogo da série as reformulações são sempre melhores como os personas 1, 2 e 3 de PSP, e o Persona 4 Golden de vita. De qualquer forma o P1 é o mais fraco da franquia, mas pelo menos a continuação é muito boa, principalmente por dar mais personalidade aos personagens do P1.

        • Outrem

          Persona 3 FES de PS2 em relação à versão de PSP só não tem a opção de uma protagonista feminina, permitindo que você faça social links com os homens da sua party. FES tem o The Answer (um epílogo 1 mês após o final do jogo), e o protagonista pode equipar qualquer arma, exceto as facas do Koromaru e as armas de fogo da Aigis.

          • Atos Ferreira Machado

            Esqueci de citar esse, valeu pela correção.

        • Gabriel Valente

          estou jogando a versão de PsOne mesmo num emulador. Na época que eu tinha um PSP joguei o 3 mas não cheguei a terminar, a Atlus podia lançar essas versões na PSN.

          • Atos Ferreira Machado

            Os personas 1 e 2 (Innocent Sin) de PSP tem na PSN. Inclusive eu joguei assim

          • Gabriel Valente

            mas compativel com PS3 ou só pra PSP? Vou olhar depois. De qualquer jeito o 1 não deve valer a pena comprar, pq o jogo é bem fraco.

    • André Campos

      Olha aí! Na minha cara por ter duvidado do pequeno Sushi.

    • Tony Horo

      Outrem disse tudo. Não gostaria de ver a série voltando a ser um Pokémon de capetas como era nos primeiros jogos. Peguei eles tardiamente e não consegui gostar dessa mecânica de convidar os demonios para a party.

      Ainda assim acho que a Atlus é marota o suficiente pra entender que P3 e P4 criaram não pode ser simplesmente jogado fora, então talvez o sistema de batalha do P4G seja aprimorado apenas, deixando como novidade só a temática mais descoladinha.

    • Atos Ferreira Machado

      Concordo parcialmente com seu comentário. Acredito que a Atlus não vá voltar atrás com certas coisas que você citou, pois se você pegar do Persona 1 (P1) até o Persona 4 Golden (P4G), vai ver que nos relançamentos de PSP/PSvita eles ouviram reclamações de fãs e melhoraram alguns aspectos dos jogos como:

      – No P1 e P2 Innocent Sin de PSP eles melhoraram a interface dos menus e colocaram um modo de acelerar a batalha;
      – A partir do Persona 3 eles removeram muitos tipos de ataque, dando assim uma certa simplificada no jogo;
      – No P3 FES/ P3P/ P4G o slot de roupas é diferente do de equipamentos;
      – No P3P e P4 era possível controlar os membros do grupo durante as batalhas, livrando assim do problema das péssimas IA’s;
      – No P4G tinham autosaves cada vez que você sobe ou desce um andar. Isso facilitou o jogo num bom sentido, visto que ficar refazer a dungeon desnecessariamente não é divertido ;
      – No P4G era possível escolher que habilidades seriam passadas adiante durante a fusão de uma persona, uma das melhores mudanças em relação ao P4 normal.

      Ocorreram outras melhoras além das que eu citei acima, mas o ponto é que depois de ter jogado quase todos os jogos da franquia (Nesse momento estou jogando o Persona 2: Eternal Punishment de PS1, pois o de PSP só tem a versão japonesa) eu percebi que embora cada jogo tenha suas peculiaridades, existe uma notável evolução da série. A Atlus andar para trás em muitas das melhorias seria um tremendo tiro no pé.

      • Outrem

        Sim, mas algumas coisas podian já ter ido embora antes, como o Game Over se o protagonista morrer mesmo com os outros vivos. Além disso estamos falando de jogos de 10-20 anos atrás e seus remakes e expansões, faz tempo que não sai um Persona novo, por isso é difícil imaginar o que eles vão fazer asseguir. A parte técnica provavelmente terá upgrades, meus medos são a temática e a abordagem, ainda há muita pouca informação pra saber o que esperar. Só aguardando o lançamento agora.

        • Atos Ferreira Machado

          Concordo contigo com relação ao Game Over, era uma das poucas coisas que me irritavam no P4G. Volto a reiterar: se a Atlus corrigiu muitos erros com o passar do tempo, eu tenho plena confiança de que o produto final será muito bom. Agora é sentar e esperar, até porque depois desse trailer eu não quero ver mais nada para não criar falsas expectativas.

    • Pedro Guilherme

      Acredito que o mais importante não seja eles utilizarem de mecânicas antigas do jogo, mas de como eles iriam implementar elas. Acho que as principais e mais importantes elementos adicionados em P3 e P4 vão se manter e possivelmente ser melhorados e se eles forem trazer aspectos dos jogos antigos, estes devem ser adaptados para serem mais simples e acessíveis ao jogador. Não curto muito o sistema de de recrutamento de demônios em Persona, mas eu gosto da maneira como ele foi utilizado no Shin Megami Tensei Nocturne, era bem simples e era divertido conversar com os demônios. Acredito que se eles forem trazer essas mecânicas de volta, a inspiração deles acabaria sendo os jogos mais recentes da franquia. O meu medo é somente que o retorno dos demônios possa afetar a lore estabelecida principalmente em P3.

      De qualquer forma, embora eu não ache que a Atlus vá se livrar da sua velha maneira de dar “Game Over”, ela deve tornar o jogo mais acessível de outras maneiras.

  • Vértice!

  • Lucas2099

    It’s here o/

  • Davi Gomes Tomé

    Ei, disseram que o rocksmith no Brasil tá 400 reais, tá beeeem mais barato, na fastgames tá 237 a vista no boleto junto com o cabo
    Não vou por o link pq não sei se pode, mas só dar uma pesquisada básica que vc acha

  • Call of Cthullu ♥ pqp Sushi

  • joaof00

    Eu só queria lembra a todos que no ultimo aniversario do Sushi (o do The Sims) o Andre tentou beijar ele, e falhou.

    • André Campos

      Como se eu já não lembrasse disso todas as noites. =´[

  • Kim Souza / Saga

    Amigos, boa tarde!

    Ouvi o podcast de vocês (DASH #52) pela primeira vez hoje! Além de gostar (MUITO!) do podcast, achei que realizaram um excelente trabalho.

    Contudo, gostaria de dar uma opinião: Eu assino o podcast via feed (itunes). No entanto, na descrição do podcast e, consequentemente, dos episódios, não tem muita informação acerca de vocês, tais como: twitter, página da internet, etc..

    Isso me obrigou a vir até o google e pesquisar sobre o podcast, a fim de obter mais informações. Acredito que isso afaste o pessoal que não conhece o podcast.

    Portanto, descrevam melhor o podcast e coloquem mais informações nos episódios. Divulguem mais o trabalho de vocês. Fiquei muito contente em encontrar um podcast sério que fale de games.

    Obrigado pela atenção, e até o próximo episódio!!

  • losk

    Vai ter cast sobre Dark souls 2?
    Estou curioso p saber pq foi uma decepção para o André.
    E se os participantes pretendem comprar a versão do ps4.
    Vou comprar os jogos da série souls e o bloodbourne por causa de vcs.

    • Gustavo Karsten

      Em algumas das lives de DKS2 o André fala sobre isso, ele se decepcionou porque o Hype tava absurdo, ele achou que seria melhor que o primeiro, coisa que não foi, não é que ele não goste, ele só ficou boladin memo

      • Sushi0

        Tem isso, mas ele realmente não gostou do jogo.

    • Sushi0

      Infelizmente as chances de um DASH de Dark Souls 2 é bem próximas de zero. Eu e o André não gostamos muito do jogo e não temos vontade de gravar um podcast, que atualmente está raro e trabalhoso de fazer, sobre um jogo que não gostamos.
      Uns dos problemas que temos com o jogo é que o mundo, os chefes e os NPCs são chatos e desinteressante, ele é muito mais longo do que precisava, não gostamos da existência de um atributo ligado à esquiva e por aí vai.

      • losk

        Ah que pena. Mas muito obrigado pela resposta Sushi.
        Parabéns pelo trabalho.

  • Like a stone[r]

    q delicia terminar meus frete no ETS2 ouvindo um vértice

  • Gato Preto

    Parabéns Sushi o/ e por favor,qual a música de encerramento?

  • Alduim

    “Mas infelizmente eu me odeio”(Majin, André 2015)
    Eu ri muito com essa frase

  • Marcelo Cardoso

    Alguém poderia me dizer o nome da música do final?

    • Sushi0

      É a Time Flies do Porcupine Tree.

  • Dudley_o_Boxista

    Tive de concordar com o Rick, mas ainda assim, não é como se eles fossem formar a banda e aprender a tocar, tipo de um integrante conhecido que resolve formar uma banda nova pra lançar um álbum.

  • Patrick Ribeiro

    Bom cast. Dentre os assuntos, dois estão em alta ultimamente e um outro começa a surgir: DLC’S, Game Lenght e Insatisfação. Em relação aos DLC’S, não vejo como um pecado mortal das empresas, (há exceções, como a Capcom); Concordo com o André no quesito “o game foi entregue completo”; mas sejamos honestos, cobrar 15 doláres por um monstro é algo que beira ao abuso contra o consumidor. O problema todo é que a exceção virou regra e agora todas as empresas AAA estão se apoiando nesse recurso para resolução de qualquer problema. Durabilidade simplesmente é algo que passa batido por mim e acho que a galera ultimamente tá muito “bitching” por nada. Existem jogos e jogos, ponto final. Sinceramente acho um saco jogos no estilo de God of War que duram sei lá, 20 horas. Dante’s Inferno é um exemplo disso; o jogo é demorado, ruim e cheio de encheção de linguiça. Poderia durar 4 horas que estaria ótimo. Não irei comprar The Order pelo fato de que detesto jogos com essa mecânica, mas acho que a galera elevou as reclamações à 10ª potência. Esses e outros problemas levam a gente a enxergar como um “desânimo” dos players, mas na verdade, a maioria são pessoas que adoram reclamar de tudo, sem nenhuma paciência, que aliás é o que observei na fala do André de “vamos esperar”. Ninguém quer esperar mais; a Internet tornou tudo imediatista demais, saca? É o agora ou nunca; Se vocês pararem pra observar, esses mesmo jogadores que andam ” totalmente insatisfeitos” com a indústria andam insatisfeitos com tudo.
    Enfim, parabéns mais uma vez pelo cast e pelas opiniões sensatas.
    PS: Valeu a indicação de Layton Brothers! Muito bom jogo!

  • Armoderic

    Um problema secundário na entrevista é John Walker usando aquele tom é que ele acaba por demandar um nível de controle sobre um projeto que é irreal, pois quando o Molineux comenta sobre coisas saindo errado em um projeto, ali de certo modo há uma verdade – que não justifica (de modo algum), mas ajuda a explicar e jogar uma luz do que acontece com esses projetos quando eles saem dos trilhos, só que pelo tom é jogado de lado. Pois a gente vê jogos cujo o desenvolvimento sai do controle (principalmente agora com kickstarters e early acess) mas raramente sabemos exatamente o que acontece. Logo não seria estranho se fosse os mesmos problemas se repetindo. Um tom que fosse menos “estou julgando um criminoso de guerra” talvez pudesse ter obtido os mesmo resultados e ainda lançado algumas luzes nisso.

    Quanto a duração de jogos: o que eu penso é que a duração deve ser de acordo com o que o jogo se propõem, se é longo ou curto não importa, mas se é coerente com o jogo e não resultado de um alongamento artificial ou de problemas de desenvolvimento.

    Sobre DLCs, acho que a chave é transparência e comunicação e cada empresa achar o seu modelo. Paradox achou o dela por exemplo que são sempre bem recebidos pelos jogadores. Ela sempre deixa bem claro como ira funcionar, preços, ao mesmo tempo que está sempre colocando mais conteudo gratuito.

    Mesmo a questão de cortes em jogos que viram dlcs, nem sempre é por uma razão “maligna”, na real cortes são necessários justamente para evitar que projetos entrem em “cíclos de desenvolvimento do inferno” (como vemos acontecer aqui e ali agora) ou mesmo para garantir estabilidade (pode ser que algo planejado simplesmente não funcione na hora), ou por questão de tempo/recursos (não há tempo necessário/dinheiro necessário para faze-lo). Durante um tempo eu fiz parte de um equipe de mod grande do Mount & Blade, inclusive o lider era um cara com experiência em industria, muitas vezes tivemos que cortas ideias, simplesmente por que não rolava ou estava atrasando tudo (algo muito comum com mods, ele ficam em longo períodos de produção tão longos que as pessoas da equipe vão embora e ai já viu) e algumas coisas só depois a gente conseguiu adicionar.

  • Juliano Campagna

    Fala galera, ótimo podcast, digo isso mesmo sem ter acabado de ouvir inteiro rs.
    Demorei muito para me acostumar com o “ritmo” do podcast, agora eu gosto muito!

    Ainda não terminei de ouvir, tive que fazer uma pausa e achei o Rocksmith por R$ 194,65 no Magazine Luiza.
    Obrigado pela indicação Márcio, agora eu acho que aprenderei a tocar, e também levei em conta o que você falou, sobre ensinar ao filho usando o Rocksmith, meu garoto completou 9 anos recentemente e já gosta de fazer barulho na guitarra, tentamos colocar ele no conservatório mas ele não estava animado para completar.

    E parabéns ao Sushi! Não sei se não prestei atenção, mas houve alguma dica do número da vela no bolo? rs

    • Sushi0

      Muito obrigado! <3
      A dica é: 26. xD

  • Pedro

    Não conhecia o site. Gostei muito do podcast. Joguei Apotheon e gostei dele, achei ele inteligente em várias partes, com uma execução até que decente, eu não ouvi sobre ele antes que ia ser um “Metroidvania” então não fui com essa expectativa e nem de longe achei que era um enquanto jogava, hehe. Sei lá, gostei gente, mas adorei ouvir o que vocês tinham a dizer sobre ele, fiquei refletindo sobre. Ah, vou continuar ouvindo aqui. E muito legal o site, vou passar a acompanhar 🙂

    • Sushi0

      Muito obrigado e seja bem-vindo! o/

  • ednaldofilho

    Adorei o Cast, muito obrigado.

  • ednaldofilho

    vlw pelo Cast.

  • Nouveau Vieux

    – Vale lembrar que em Ocarina of Time se passa no tempo em que esta acontecendo a “Guerra Civil” em Hyrule.
    – Em Wind Waker se passa em um mundo em que os Deuses castigaram a humanidade com o dilúvio para impedir a expansão de Ganon.
    – E por ultimo, teve a guerra contra o Ganon pela triforce e acabou enfraquecendo o exército de Hyrule.
    – Então eu acho, somente acho que daria certo fazer uma série Live Action dela.

    • Nouveau Vieux

      – Eu tenho que parar de estudar a mitologia dos games e fazer meus estudo sobre história…rsrs

  • SmokeE3 .

    Cara… faz um ano que esse vértice foi ao ar… Mas eu vim comentar hoje pq joguei o The Order há apenas alguns meses atrás, e estive pensando sobre o que a Ready at dawn pode estar fazendo em seguida. E da mesma forma que foi comentado, eu acredito que The Order tem que ter uma continuação, a história dele é muito boa, mas mal aproveitada, existem lobos e vampiros, mas são bem pouco utilizados, e realmente eles criaram um bom combate e no jogo em si foi pouco utilizado. Pensando como o gears é, esse jogo daria sim de ser tão bom quanto.