Veja só: alguns monstros passaram por aqui e, pelo espaçamento e peso das pegadas e cabelos de careca deixados pela trilha, só podem ter sido os até então míticos André, Rick Sushi, quiçá acompanhados de um Caio Corraini. Hum… Pelo cheiro, dá para perceber que discutiram por horas sobre Invisible Inc., Toren, The Witcher 3 e Puzzle & Dragons.

E o que é isso? Parece que deixaram alguns documentos para trás. Neles, verifico o anúncio dos anúncios de Fallout 4, Doom 4, o novo Need for Speed, Tony Hawk Pro Skater 5 e Assassin’s Creed: Syndicate. E não para por aí: esses outros contam histórias do trailer de Mad Max, do Kickstarter de Bloodstained: Ritual of the Night e da polêmica de uma silenciosa boneca de seios fartos.

É melhor tomar minhas poções e preparar meus óleos: essa caçada será foda.

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  • Dudley_o_Boxista

    Ouvi ao vivo, só vim ouvir a música que o Sushi colocou no final.

    • Paolo Pestalozzi Cezar

      o dia que eles colocaram subvision foi <3

  • Dudley_o_Boxista

    Sushi, eu não tô achando Vagrant Story ruim, longe disso. Mas não achei aquilo que a galera vendia. Pode até ser que eu ainda mude de opinião ao longo do jogo. Mas sem sombra de dúvidas é um jogo com bastante coisa interessante.
    E nós últimos dois anos joguei pela primeira vez parasite eve que achei muito bom. Além do primeiro Silent Hill que é excelente.

  • Bruno Bessa

    Que feio falando mal do primeiro Assassin’s Creed! Entendo que ele é bem repetitivo, mas ainda é um jogo acima da média, sim. E digo mais: em alguns aspectos ele ainda supera todos os outros. Por exemplo, no tema geral (assassinos e assassinatos) e na liberdade para planejar e assassinar os alvos. Infelizmente esses aspectos foram sumindo com o tempo, dando lugar a missões mais lineares e, eventualmente, repetitivas também. Acho que o ideal seria uma união entre a liberdade das missões de AC1 com o ritmo da história de AC2 ou Brotherhood.

    • Dudley_o_Boxista

      Feio é falar bem do primeiro AC. Ele te incentiva a ser stealth mas tem um péssimo stealth. Sempre acaba virando combate e o combate dele é outra tristeza. Além da própria repetitividade que você mesmo citou. É um jogo com uma liberdade grande pra explorar uma cidade completamente vazia.
      Salvo a temática e a história, nada no jogo se salva.

      • lucasvilanovag

        Há o senso comum o que séria dos comentaristas do MDM e outros sites que a um tempo atrás nem gostavam de games mas agora querem se achar os “especialistas” dessa mídia, volta pro buraco onde tu saiu poser.

        • Dudley_o_Boxista

          Não entendi.

          • lucasvilanovag

            Poser bazingueiro volta pros teus quadrinhos.

          • CD falsificado de Playstation

            Alá, ficou bolado.

      • bassitos

        huehue fanboys piram. AC NUNCA foi um jogo de stealth, porque a mecanica usada para isso é, simplesmente, horrivel

        AC, no geral, tem uma história foda, ou pelo menos tinha…..a jogabilidade do AC é muito, mas muito repetitiva, missões nada inovadoras, etc. Grande potencial, porém porcamente aproveitado à partir do momento em que começaram a lança-lo anualmente.

    • Ramon Nogueira da Silva

      Se me perguntarem qual foi o pior AAA que já joguei na vida nem exito em dizer que foi o primeiro AC. Ele tem sim umas ideias interessantes mas nenhum aspecto do jogo é bem executado. O combate corpo a corpo,por exemplo,é mais superficial que o de jogos beat’em up do MegaDrive ou SNES. Com excessão de jogos indie(que apesar de terem muitos bons tem muitos horríveis tb)foi o pior jogo que joguei da sétima geração.

  • Paolo Pestalozzi Cezar

    Toda vez que alguém fala Toren, minha mente completa com “escudo de carvalho”

    • Danillo Lange

      Same here lol

  • O texto do post ficou excelente! =D

    • Carolina Gonçalves

      Falta de amor no coração.

      • lucasvilanovag

        O amor enfraquece o ódio fortalece.

  • Michael Pereira

    Feed tá fora do ar, jogabilideiros. Já deletei o Feed, e readicionei o Feed mas nada.

    • Sushi0

      Voltou!

  • Heider Bmth

    Parasite Eve é bom pra caralho esse povo ta maluco….

    • Patrick Ribeiro

      Mas nenhum momento ninguém falou que era ruim pô.. apenas falaram “eu odiei” :P..

  • Caio… Sobre o projeto envolver a comunidade tem o Star Citizen, eles mudam coisas com base no feedback do público, são inteiramente abertos e mostram bem como o projeto está andando, só não sabe como o projeto está quem não quer saber sobre. São muito mais abertos que o Broken Age, pois não precisa ser Backer para ver como o projeto está andando.

  • Renato Lauriano

    Corraino… fica logo no jogabilidade plzzzz!!!!!!!!

  • CD falsificado de Playstation

    Nenhum desses aí me dá hype algum, principalmente Tony Hawk’s 5. Posso morder a língua, mas aposto que vão cagar em alguma principal do jogo, como DLC de Revert no HD ou aquela jogabilidade do Project 8.
    Um conhecido jogou Mad Max a portas fechadas e já adiantou que é bem fraco.

  • lucasvilanovag

    Em que parte vocês falam do jogo Mad Max?

  • lucasvilanovag

    Parasite Eve é baseado em livro.

  • Atos Ferreira Machado

    Só uma correção: Vocês comentam que a Inti Creates é a desenvolvedora do Mighty No 9, o que é parcialmente correto, já que ela está co-desenvolvendo com a Comcept, o estúdio do Inafune. Se você pegar a lista de jogos desenvolvidos pela Inti Creates, vão ver uma série de bons jogos como a série Mega Man Zero, por isso não entendo a desconfiança de vocês pelo estúdio. Se existe talvez uma “culpa” do que o Mighty No 9 está se tornando, provavelmente ela é do Inafune e o estúdio dele.

    • Dudley_o_Boxista

      Sim, também não to entendendo essa desconfiança que muita gente tá tendo. Megaman Zero é melhor até que alguns da série X.

      • Sushi0

        É, acho que podemos dizer que o melhor do Mega Man Zero é melhor que o pior do Mega Man X, não que isso signifique muita coisa.

        • Dudley_o_Boxista

          É que eu gosto até do Megaman X7, talvez se eu rejogar vou rever meus conceitos.

    • Sushi0

      To ligado que ele está sendo desenvolvido pelos dois estúdio, mas eu não sei qual deles é responsável pelo o que, então eu julgo os dois igualmente culpados pelo o que o jogo se tornou. Sobro os jogos da Inti, ela tem jogos oks, como Mega Man Zero e Mega Man 9 e 10, mas eu só acho eles ok, então é difícil achar que eles vão simplesmente fazer um jogo foda do nada.

      • Atos Ferreira Machado

        Concordo que é difícil julgar qual estúdio é o responsável pelo resultado atual do Mighty No 9, embora eu ainda ache que a equipe liderada pelo Inafune tenha uma parte maior da culpa, visto que eles tem um papel maior de liderança como diretor, produtor e level design, além de que até onde eu sei, nenhuma daquelas pessoas faz parte da Inti Creates. Com relação ao Mega Man Zero é difícil eu comparar com a série X, visto que eu joguei somente o primeiro da série X. De qualquer forma, eu ainda acho a série Zero bem mais que “ok”, mas se aparentemente você jogou as duas séries, eu respeito sua opinião. Abraços querido Sushi.

  • Igor Deschamps

    Ae saudades do vértice

  • Alisson André

    Caio Corraini não é mais publico alvo da boneca silenciosa?

  • Thiago Nunes

    “Eu dei pro Tim Schafer porque ele era o Tim Schafer” ~ Ricardo Dias.

  • Vértice, ainda mais com Corraini!

  • Patrick Ribeiro

    Cara, não deveria ter ouvido esse cast. Agora irei parar de jogar DA (19 horas) e vou começar The Witcher 3, que por sinal, foi a MELHOR embalagem que tive nessa geração. Mapas, trilha sonora, adesivos e principalmente uma cartinha simpática da empresa. Achei o máximo.

    • Sushi0

      Realmente a embalagem é muito foda. CD Projeckt Red é <3

  • Flaviometal

    UAU! “True Survivor” no final foi a cereja do bolo!!!

  • Armoderic

    Uma coisa interessante sobre a representação geográfica (digo no sentido de florestas, colinas, ect…) do mundo no The Witcher 3 é o modo “suave” em que diferente tipos de terreno se sucedem de forma continua, sem existirem tantas barreiras ou “muro invisiveis”, o Skyrim já tinha conseguido algo muito próximo disso, principalmente em relação ao Oblivion. Comparando com Inquisition que fica no meio termo (algum mapas são mais suaves e continous, enquanto outros são um pouco mais “quebrados” no sentido de existirem barreiras ou obstáculos que exigem quase um pouco plataform jump para alcançar algumas parte ou coisas, como aqueles shards irritantes). Claro salvo as devidas proporções, uma vez que o Inquisition é um jogo de alta fantasia e faz sentido o terreno dele ser mais fantástico (Oblivion porém apesar de mesmo temas, tinha um terreno quase comum demais, enquanto o Skyrim chegou em um agradável meio termo) enquanto The Witcher tenta reproduzir um ambiente bem mais agrário e pouco urbanizado (algo parecido que se veria no leste europeu na época equivalente) e o faz muito bem.

    Alias é interessante ver a diferença de como a White Orchard funciona melhor que as Hinterlands (DAI) como área inicial, o Whiter Orchad é grande suficiente para dar uma ideia do escopo do jogo mas não é tão cheio de coisas a ponto de você ficar lá para sempre, já o Hinterlands…

    Uma coisa que estou ficando bem curioso é com as possíveis referência que o The Witcher 3 pode ter, tem alguma que já meio suspeito:
    – Em White Orchard tem aquele campo de batalha, ele me lembra um pouco a cena final do filme Henrique V, principalmente o modo que os corpos estão espalhados (https://www.youtube.com/watch?v=Z1GDRx-F1C0).
    – O Bloody Baron me lembra muito o ator Brian Blessed visualmente (https://www.youtube.com/watch?v=mKHihAPr2Rc é o cara de armadura) e (https://www.youtube.com/watch?v=UgeshLMA2j8)

  • Renato “Chopin” Grigoli

    Só corrigindo!

    O Puzzle & Dragons Z (o do 3DS) que vai vir junto com a edição do Mario NÃO saiu pra celulares [ainda??] nem no Japão nem em lugar nenhum…
    E, pior que isso, é um jogo também desenvolvido pela Gung-Ho (ou algo meio chinês assim, como o Caio falou) e não pela DeNA. Ainda não temos nenhuma informação sobre jogos da Nintendo no celular, à exceção de que devem sair 5 jogos até o fim do ano fiscal de… 2017, salvo engano.

  • Vish, o site ta pesado pra caramba, não termina de carregar nunca x_x E eu loco pra ouvir sobre The Witcher 3, meu jogo favorito desse ano. rs

  • Blone

    Sobre o Witcher 3, achei muito chato no jogo não podermos apreciar a paisagem da forma que se deveria. A sensação de mundo aberto se perde porque se você der três passos para fora da trilha vai ter um inimigo te atacando. Não porque seja um inimigo difícil nem nada do tipo, mas é que a música fica tensa, o seu personagem já saca a espada e você tem que se defender. Isso cria um estado de alerta constante e a gente acaba não tendo “clima” para apreciar um mundo tão bonito e cheio de detalhes. É um design de jogo que nos trata de maneira infantil, porque parece que o jogador precisa de um desafio constante para continuar engajado no jogo (como nos Simpsons ou nos desenhos da Disney em que é obrigatório um estímulo a cada 2 min). Falta o silêncio para que nossas próprias impressões preencham o vazio. Será que ao invés de criar um “ninho de cachorros mutantes” não podia ser um mirante ou uma toca com filhotes de cervo, só para apreciarmos? Sinto falta de jogos tipo Journey. Queria ver os ensinamentos de jogos tipo aquele aplicados a AAAs como O Bruxeiro.

  • Almighty

    Vocês tiveram praticamente as mesmas opiniões que eu sobre o Toren. Mesmo assim, vou acompanhar os futuros projetos do estúdio.
    E parabéns a quem escolheu a música do final.

  • TRUST ME, I’M AN ENGINEER

    Pra quem quer jogar Puzzle & Dragons e não tá conseguindo, tem um muito parecido que também é muuuito bom e segue exatamente a mesma premissa: Tower of Saviors. Recomendo 🙂

  • Arthur Rocha

    Primeira vez ouvindo vocês e meus parabéns. Muito bom o programa com uma introdução escrita bem bolada.