Um sentimento feliz, mas com uma pontinha de melancolia, que todos conhecemos muito bem.

Os jogabilideiros André Campos, Ricardo Dias e Eduardo Sushi recebem o (possível) novo membro dessa bela família, Caio Corraini, para discutir a nostalgia.

Qual o propósito da nostalgia? Quando ela pode ser positiva e negativa? Por que experiências sociais são mais nostálgicas? Vídeo games produzem mais desse sentimento que outras mídias?

Discutimos tudo isso e também se há alguma chance do remake de Final Fantasy VII ser algo além de uma grande decepção para todos. Spoilers: não.

Tá No Seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

Links

 

  • AdviSjet

    Tô no Patreon de vocês. É pouco mas é o que um pai de família assalariado pode fazer por vocês. Parabéns, força e sucesso!

    • Sushi0

      Muito obrigado por acreditar na gente! <3

  • luiz gomes

    o som do ninja gaiden de background foi um tapa na cara de nostalgia

  • Nacib Véio

    Carai, to morrendo aqui com esse #jogabiliday <3
    Assim q compensar o boleto vou virar patrão! o/

  • André Pierre

    isso aqui promete hehehe

  • Gus Mendonça

    Já colaborei! Rumo à jogabilicasa!

  • Caio C

    No meu caso comecei a jogar Zelda no A Link to the Past mas meu preferido é o Wind Waker.

  • Lucas Aliança

    Eu estou, assim, perplecto! Quanto conteúdo sensacional! Vou tecer comentários mais profundos num email, por enquanto queria só deixar minha sinceras desculpas de pensar nesse tempo todo:”esse pessoal do Jogabilidade ta fazendo tão pouco conteúdo, vagabundos!” Ahahahsh e na surdina vcs vão e me calam a boca desse jeito? Meus parabéns e saibam que em breve meu suado dinheirinho vai cair em vossas mãos. Ps: O Corra ja era do Jogabilidade desde que ficou sem Podcast, vcs que não queriam assumir ahahahah ❤

  • Lucas Aliança

    Sobre o programa, o barulho do ps1 ligando ativou minha memória do meu primeiro console, e agora estou a porra da noite toda jogando emulador( meu amado e desconhecido RPG Legend of Legaia). Sobre a pergunta de um remake ou jogo novo, na tri-ace eu vejo que seria muito mais negócio um remake de star ocean original do que as bombas sequências(o 3 ainda desce). Ainda na tri-ace, o RPG que eu mais amei na vida é Radiata Stories, porque fui pego por ele em uma fase muito particular, e me identifiquei TANTO com o personagem principal, Jack Russel, que eu não vejo nada de chato ou infantil na estética e história, pelo contrário, a leveza de tudo torna o jogo muito fluido e sincero. Espeto fortemente que ele seja reconhecido algum dia e sequer mereça a conversa de ter um remake/ continuação. Alias,a solução mais meio termo pra agradar gregos e troianos é explorar o mesmo universo sem precisar fazer tudo igual (como esperamos do novo mass effect), nos dando novidades e memórias novas sem chutar pra longe a nostalgia.

    • Sushi0

      Que isso Legend of Legaia é um clássico dos rpgs de PS1! Eu nunca tive um PS2 e não consegui jogar o Radiata Stories, mas pretendo jogar ele ainda esse ano quando o PS2 chegar.

      • Lucas Aliança

        se interessar, mando minha biblioteca do ps2 + memory card. alguns poucos originais, mas tem jogo pacas(de ps1 tbm)

  • inominavel

    Eu sou totalmente contra esse Remake do Final Fantasy 7, acho que certas coisas não tem como serem replicada, era outra época, outra estética, por exemplo aquela Quest do Cloud pra se vestir de mulher pra se infiltrar na casa de um pervertido sexual …. cara…. não rola, principalmente aquela parte em que ele entra numa piscininha cheia de caras de sunguinha e super marombados… imagina isso com gráficos atualizados e em 1080p…. não quero imaginar hahahaha, aquela parte da praia …. sério, ver o mojo numa cadeira de pegar sol na praia e de JALECO DE CIENTISTA!!! não obrigado hahahahahhaha, eu sou muito fã do FF7, foi o jogo que me apresentou o RPG de turnos que até então era desconhecido pra mim, então tenho um carinho especial por ele, mas acho que é algo que não se replica mais, não vindo de FF7 e sim de um novo jogo que me faça sentir isso, por isso concordo muito do que foi dito, que quero sim esse sentimento que a nostalgia me deu com aqueles jogos no passado, mas não com eles e sim com novos jogos que me façam sentir aquilo que aquele jogo me vez sentir….

  • rubensxd

    Alguém sabe qual é a música que toca aos 23 minutos?

  • Pedro Guilherme

    Salve, jogabilideiros, desejo sucesso nessa nova empreitada de vocês. Me sinto triste por não poder compartilhar da alegria de contribuir no Patreon, pois no momento estou em uma situação financeira indesejável (vulgo desemprego), o que não me impedirá de contribuir espalhando a palavra sobre um dos melhores sites produtores de conteúdos para internet no Brasil.

    Mas bem, me focando no cast, acredito, tal como dito no cast, que a nostalgia talvez influencie a nosso coração quanto aos nossos jogos favoritos, mas dito isso, quando olho para trás, eu percebo que a minha nostalgia pesa mais para o lado dos jogos que se sustentam pela jogabilidade mesmo em comparação as mecânicas mais complexas de hoje em dia, talvez por que dentro de sua proposta, eles executem melhor possível aquilo que era praticável em sua época. Por isso, dentre alguns dos meus jogos preferidos, estão alguns jogos como Super Metroid, Zelda: A Link To The Past, Castlevania Symphony Of The Night e sobretudo, os RPG’s da era do PS1 e do PS2: Persona 3/Persona 4, SMT: Nocturne, Valkyrie Profile, Chrono Cross, Final Fantasy XII, Final Fantasy Tactics, dentre outros. Acho que os RPG’s de turno ou os RPG’s táticos de maneira geral, são capazes de sustentar bem ao teste do tempo levando em consideração a sua proposta de jogabilidade e o fato de que a história, lore, atmosfera do jogo são geralmente até mesmo mais importantes do que a jogabilidade nesses casos. Apesar disso, enxergo que esses jogos também tem defeitos (exceto Tetris, qual jogo não tem, não é mesmo?) e que a cada geração que passa os jogos se tornam melhores, também estão entre meus favoritos, alguns jogos da geração passada como Dark Souls, The Last Of Us e Red Dead Redemption.

    Experiências sociais parecem realmente ajudar a definir nostalgia, apesar de meus jogos preferidos geralmente serem experiências solitárias, ao me lembrar deles, me lembro da época da minha vida em que eu os joguei pela primeira vez e em outros casos, como no caso de jogos que envolvem uma interação social maior tal qual jogos de luta nos antigos fliperamas, existem momentos da minha vida do qual me lembro quase nitidamente, com um grau de detalhes que outras lembranças não chegam a igualar.

    Por fim, ótimo podcast, ótima discussão, bem-vindo Corraini e longa vida ao Jogabilidade. õ/

    • Sushi0

      Sem problemas Pedro, nós entendemos muito bem essa situação e agradecemos o suporte. <3

      • Diogo de Brito

        Sushi qual a musica que toca no inicio quando começam a falar do patreon? Vcs poderiam postar por favor o set list desse cast? Procurei e não achei as musicas….

  • Nacib Véio

    Foda foi a nostalgia com essas música tudo aí da época do now loading. T-T

    Excelente cast como sempre, que venham mais nesta nova empreitada, amáveis senhores. <3

  • Henrique Tavares

    Eu JURAVA que tinha Symphony no top 5 do Sushi oO

    • Sushi0

      A única certeza que eu tenho é meu Top 3: Dark Souls, Journey e Silent Hill 2, não necessariamente nessa ordem. Abaixo daí estão sete jogos que ficam flutuando e mudando de posição constante mente e o SotN está alí, junto do Vagrant Story, Uncharted 2, Braid e uns outros.

  • Schmidt

    Nossa memória nos prega peças incríveis… Certo dia estava eu mostrando a um amigo o Gran Turismo 5 e ele me disse: – Parece jogo do play 1…..what!!!!! Mas depois coloquei os dois games rodando lado a lado e constatamos que as lembranças do caro colega estavam carregadas de nostalgia da infância a muito tempo perdida, ele não jogava des daquela época e não acompanhou a evolução dos games..!!

  • Rafael Junio

    Olha, acho que o console que eu tenho mais nostalgia é realmente o SNES, mas acho que pelo simples motivo de ter sido meu único console antes de ter um ps3. É um video game que cresceu comigo, desde meus, sei la, 7 anos até os 17, tem aquela coisa, eu revisito alguns jogos, conheço outros que nunca tinha jogado, mas sei que muitos dos meus jogos favoritos da infância nem são la tão bons assim, por esse motivo, só jogo algo que sei que vou lembrar e gostar, como os jogos do Mario, o Super Metroid, castlevania etc e só vou jogar algum diferente por recomendação, se não, é melhor deixar tudo em minha memoria, pois é melhor assim.

    Outra coisa é sobre o Nowloading, nostalgia daquela época eu tenho com toda certeza do mundo, mas querer que aquele formato retorne? De forma alguma, não que a qualidade do Nowloading seja ruim, mas com o amadurecimento intelectual de todos nós, o jogabilidade se mostra uma evolução natural e superior ao nowloading no sentido de ser mais organizado, focado e interessante.

    • Alisson André

      Do Nowloading sinto falta de quando falavam de uns jogos bem “mais ou menos”, tipo The Godfather II.

  • Vitor

    Uma coisa que eu nunca vou ter nostalgia é de esperar tanto tempo no escuro por um Dash, a partir de agora 😀
    Assim como o Rick, Ocarina of Time é um jogo que pega forte em mim pela nostalgia. Primeiro foi essa propaganda sensacional que eu, ainda criança, vi na TV: https://www.youtube.com/watch?v=kSXpRpsDAhc
    Uns dias depois comprei uma Nintendo World e fiquei babando na revista por uns meses, até que finalmente ganhei o jogo. Mas nada disso tinha me preparado para a primeira vez que eu saí em Hyrule Field. Por ser o primeiro jogo de mundo aberto desse tamanho que eu peguei, a sensação de possibilidades foi gigantesca. Aqueles momentos andando a esmo pelo campo explorando e completamente perdido na inocência dos meus 10 anos foram bem marcantes.
    Para complementar a excelente discussão, só deixo como recomendação esse excelente artigo que o Six escreveu no Another Castle: http://www.anothercastle.com.br/a-psicologia-da-nostalgia-nos-jogos-eletronicos/

  • Mário César San Felice

    Olá jogabilideiros, muito legal que lançaram o patreon, pretendo contribuir para que atinjam as metas :). Mas uma dúvida me aflige (dramático), meu programa favorito é o Dash. Vocês tem planos de voltar a produzí-lo periodicamente? Valeu e sucesso.

    • slashrick

      É uma das metas produzir o Dash com mais frequência! =D Confere lá na página do Patreon o que já foi alcançado! ;D

      • Mário César San Felice

        Legal :), agora eu vi lá. Já tinha procurado nas metas do patreon, mas ele estava ocultando as metas atingidas.

  • Davi Jucimon Monteiro

    Pessoal, provavelmente vocês já notaram, mas o link do site para o Dash 55 dá para um Vértice 42 de 2014.

    • Sushi0

      Esse na real é um problema maluco da home que se tentar clicar em algum dos casts antes dela carregar todo ela te manda pra um post aleatório, mas estamos tentando arrumar isso.

      • Lucas Vinicius

        Agora do Kimi ta vendo para o Dash 55

  • Bruno Oliveira

    Não consigo visualizar o player do episódio, e quando consigo não consigo baixar pelo celular. Só o de vocês, pois baixo outros podcasts de boa e tem memória de sobra aqui. =

    • Gabriel Zuanetti

      Aqui também ta assim =/

    • Erro nosso! Já está corrigido!

      • Bruno Oliveira

        Desculpe, mas ainda não estou conseguindo baixar. Nem pelo Chrome nem pelo Firefox. No celular.

      • Henrique Tavares

        Que nick, minha gente, QUE NICK.

  • Raphael Silva de Santana

    Muito bom ouvir as pegadas ao fundo da apresentação do tema. Isso quer dizer que a discussão mais inteligente sobre jogos esta começando, aliás a introdução do DASH para mim é a melhor entre todos os Podcasts que eu escuto.

    Gostei muito da teoria que vocês abordaram: Qual o melhor console e o que marcou a sua vida? O que me marcou foi o Master System, pois foi a época que eu mais joguei e são jogos que até hoje estão na minha memória e que me trazem um sentimento muito bom quando eu relembro deles, tais como: Shinobi, Castle of Ilusion, Alex Kid in Miracle World, Phantasy Star e Psycho Fox (só para citar meus 5 favoritos).
    Porém, o melhor console (até o momento) talvez eu tenha que dizer que está sendo o PS3 mesmo. Foi nele que voltei a jogar videogames depois de mais de 10 anos afastado da mídia e pude experimentar belíssimos títulos como a série Uncharted, The Last Of Us e Journey.

  • Humberto De Oliveira Silva

    Gostaria apenas de desejar boa sorte a vocês. Acompanho o trabalho da turma desde o saudoso nowloading, mas nunca havia comentado ou mandado email ( nao faço isso com nenhum site, um erro meu por sinal), mas diante desta nova empreitada, não poderia ficar de fora.

    Apesar de nao poder contribuir financeiramente agora, fica a promessa de, assim que possivel, ajuda-los nesta nova jornada, que, com certeza, será a mais incrivel desde que começaram a falar sobre joguinhos na internet.

    Fica, por enquanto, meus desejos de boa sorte a todos na nova investida e o agradecimento retroativo por todas as milhares de horas de divertimento que vocês me proporcianaram. Queria deixar um abraço para o André, Rick, Sushi e Caio, pois, apesar de nunca ter conhecido voces pessoalmente, sinto com se fossem bons e velhos amigos.

    Obrigado novamente e continuem fodas como são para sempre 🙂

  • Carol Campoli

    Ótimo Dash! Parabéns pelo Patreon, galera!
    ps: eu choro um pouquinho por dentro toda vez que vocês usam trilha sonora de Persona <3

  • Alisson André

    Saiu tanta coisa junto que nem vi o DASH novo.

  • Bruno Eduardo Teodoro Vieira

    E a música que toca em 1:10:05? Alguém sabe??

  • Danilo Santos

    O que as pessoas inconscientemente querem é um remake do final dos anos 90, o que é impossível. O máximo que as pessoas podem ter é o remake do Final Fantasy VII.

  • Bode333

    Não sei se foi de proposito ou não mas, o André mexeu com a nostalgia das viúvas do nowloading usando na trilha varias músicas carimbadas do saudoso podcast. <3

  • Dudley_o_Boxista

    Olá floresta pegando fogo,
    Esse tema… eu sou viciado(?) em nostalgia. Volta e meia me pego pensando em jogos/animes/filmes que conheci no passado e vem toda a lembrança da época. Por morar em cidade pequena e do interior o que acontecia era sempre um zeitgeist local, épocas em que todos estavam jogando Harvest Moon Back to the Nature, comentando o que já tinham em suas fazendas e sobre a vaca que dava leite dourado. Época que o pessoal tava pirado em Tony Hawk’s 2, disputando pontuação, zerando um monte de vezes, sempre trocando pra No Cigar antes de começar a run da fase, etc.

    Já na era do PS2 dois jogos que lembro com muito carinho são Guitar Hero 2 e Tenchu 3. Tenchu 3 muito pelo multiplayer. Infelizmente é um jogo de Stealth split screen, logo não tinha muito como se esconder. Além disso tinha um botão de mapa que mostrava onde o outro jogador estava. Mas pra mudar isso fizemos algumas regras e gambiarras. Primeiro, colocamos um pedaço de papelão bem no meio da divisão estabelecida pelo jogo, colocávamos alguns objetos pra sustentar o papelão em pé e tava pronto. Como era uma TV de 14″ a que a gente jogava a solução era bem eficiente. Uma terceira pessoa que não estivesse jogando aquela partida ficava de olho pra nenhum dos dois usar o mapa. Com isso o multiplayer ficava extremamente mais divertido com mortes que tu não fazia ideia de onde o cara surgiu.

    Fiquei muito feliz com o sucesso do Patreon, quero muito ver vocês cobrindo a E3 ano que vem, além da curiosidade sobre o Projeto Jogabilidade.

  • André Luz

    o Corraini comenta uma hora no cast que quem perde o Zeitgeist do inicio de alguns jogos acaba perdendo muito da experiencia, isso e verdade, mas sinto que cada vez mais a industria está “punindo” quem quer adquiri um jogo no lançamento. Com essa onda infinita de dlcs, personagens e etc, quem compra no lançamento muitas vezes para ter o jogo completo acaba gastando bem mais quem comprar o jogo um ou dois anos apos o lançamento, comprando as versões ja completa deles, com dlcs e muitas vezes patchs corrigindo erros iniciais. Otimo podcast galero e muito sucesso com o patreon de vcs ^^

  • Diogo de Brito

    Qual a musica que toca no inicio quando comecam a falar do patreon?

  • Raphael J. Harper

    ainda nao ouvi, terminei agora de ver o anime e caralho foda, pqp muito foda, e vi q voces fizeram o podcast, coincidencia? irei ouvir amanha de manha indo p trabalho, puts cara, sem comentarios p anime, foda de mais !

  • Pedro Henrique Prado

    Acabei de terminar de assistir ao ultimo episódio e ainda não sei se gostei.
    Passei 21 episódios sem sequer molhar os olhos, quando cheguei no último: desmontei!
    A estória é muito boa, bastante cativante e te faz sempre querer conectar um episódio no outro. Porém, o último episódio me fez mal.
    Eu sei que eles tentaram passar uma mensagem positiva no final das contas, mas o que acontece me destruiu, parecia uma criança. Mais do que uma lágrima: eu chorei!
    Passei todos os episódios pensando se teriam coragem de fazer o que fizeram e ainda assim me surpreendi e não quis acreditar.
    Eu ainda não sei o que pensar sobre o desfecho, eu estava realmente torcendo para que o final fosse outro. Me apeguei demais aos personagens.

    Eu ainda não ouvi o episódio, vim aqui só para desabafar. hahaha
    Valeu RIck pela indicação.