Sejam bem-vindos, seus digníssimos porcos com roupa humana!

O clube de maior excelência no que tange a discussão da arte de animação japonesa está de volta e dessa vez além dos corriqueiros Superintendente RickBarão SushiCalifa Corraini e Comodoro Ogro, também recebemos de volta o pária Raugrave André, para dissertar sobre Kill la Kill enquanto suas roupas deslizam pelos seus mamilos luminosos.

Como sempre, é recomendado o consumo prévio da obra, pois todos os seus detalhes e minúcias serão expostos em completude.

Ao final do debate, um dos outros membros será sorteado e escolherá o tema da próxima reunião. Mas caso já queira saber de antemão, clique aqui.

O que achaste?

A sessão do clube continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes!

Links

 

  • WOW. WOW OW OW. CALM DOWN! Dois no dia? Mata um do kokoro!

  • Primeira vez aqui no Jack, e tudo muito bom, a ideia, o podcast e o anime. Curti e vou me preparar pra edição 09. E dar aquela força no Patreon tbm.

    Acompanho vcs (de uma forma esporádica muitas vezes) desde o Now Loading e acredito que nunca tenha deixado um comentário, um agradecimento. Vamos resolver isso aí: Obrigado pelo bom trabalho!

    Aproveitando, alguém aí já assistiu Shirobako?

    • Sushi0

      Nós é que agradecemos por nos acompanhar por tanto tempo e pelo suporte. xD
      Não conhecia, mas está nas listas de indicações.

  • inominavel

    NUDISTO BEACH …. As minhas impressões são muito parecidas com as do Sushi, o anime é bom,mas…. não é isso tudo que falam, achei interessante a maneira como abordaram o poder da mulher, a crítica sobre diferenças sociais, e o mais engraçado é que embora a casta inferior fosse maior eles nada faziam pra mudar aquilo, meio que conformados com aqui, em nenhum momento pensam em se unir para fazer uma revolução e mudar isso, ao invés disso ficam só esperando mesmo uma oportunidade para fazer parte da classe superior, meio que mostra o quanto a sociedade mesmo que a de renda mais baixa é um tanto egoísta….

  • Doansel

    ontem acompanhar a transmissão de 12 horas, hoje ouvir tudo q foi lançado

  • Rodrigo Souza

    Gostei de Kill la Kill não esperava nada e me surpriendi com o rumo da historia.

  • Pedro Guilherme

    De novo, ótimo cast. Acho que é uma experiência boa quando você não espera tanto de alguma coisa e recebe mais do que aquilo que você pediu. Devo confessar, que apesar do sucesso de Kill la Kill, não esperava muito do anime, mas acabei me divertindo, não só pela ação frenética, mas até mesmo pelas discussões que acabam sendo levantadas mesmo que sem querer pelo desenho e foi muito bom ouvir a opinião de vocês quanto a tudo isso. Aguardo ansioso o próximo Cast.

  • Luk

    Eu assisti Kill la Kill e não conseguia gostar de nada daquele ecchi exagerado. Eu recomendo que vocês assistam Gurren Lagann, que é pra mim a base de onde eles tiraram a maioria dos plots do anime. Só que Gurren Lagann não tem tanto desse ecchi e possui personagens e lutas bem melhores

    • Sushi0

      Eu e o Rick adoramos TTGL e iremos falar dele sem falta!

  • Hijikata

    Adorei :3. Continue com o Podcast.

    • Sushi0

      E iremos! xD

  • Almighty

    Olá, nobres senhores!
    Já fazem alguns meses que estou assistindo a Kill La Kill a passos lenmtíssimos. O anime é legal e maluco, porém não consegui me prender a ele. No momento, estou no episódio 18 e já estava pensando em desistir. Acabei ouvindo o podcast e me deu vontade de terminá-lo, finalmente. Vocês trouxeram alguns pontos que eu não havia notado, muito legal mesmo. Ultimamente estou sem paciência para assistir qualquer série, então ando meio afastado dos animes. Tentarei recompor o ritmo e assistir à recomendação do Rick para ouvir o proximo JACK e alguns episódios passados que acabei pulando por não ter assistido ao anime.
    Um abraço!

  • Angriest_Kidy

    Eu vi esse anime ate o episodio 16, Dai perdi um pouco o animo pra ver o resto, apesar de ter “baxado” tudo. rs,
    MAS, sinceramente, Não entendo porque alguns de vocês reclamaram da animação, Em momento nenhum me passou pela cabeça que quem animou estava tentando conter gastos.
    Mas de qualquer forma, eu não vejo animes, vi esse por causa do Gurren Laggan, =D (acho que esse estúdio e um dos poucos que me chama atenção. rsrs)

    De resto, estou Lento Prison School, Ecchi ate o talo, PURO ECCHI e eu adoro. Não vejo sentido reclamar do “ecchi” no Kill la Kill. Serio mesmo.
    Vão ver um Ecchi de verdade, a coisa e muito, muito Gratuita e apelativa. E eu adoro. =D

    ps. Eu trabalho e tinha namorada, digo, terminamos no inicio do ano, mas tenho uma vida social ativa. =D

  • Outrem

    Porra Rick! Quebrou a temática de animes ecchis desta temporada!
    .
    .
    .
    Zuera.

  • Weslley Ngr

    EITA! Anime dos nudistas! E que anime, ein? Só queria dizer que eu discordo totalmente das opiniões do Sushi mas compreendo ele totalmente sobre essa questão da impressão das mulheres estarem sendo expostas a algo bem vergonhoso e até mesmo wierd pois de dato é algo bem estranho você ir ver o anime e acabar se deparando com mulheres/homens que ficam nus de forma excessiva e até certo ponto desnecessário até.

    PORÉM eu consegui captar a mensagem do anime que me fez ignorar tudo isso: Não tem mensagem nenhuma e ele não deve ser levado a sério, assim como 98% de animes japoneses. PORTANTO… Deixando isso de lado, ele é um anime divertido com uma arte incrivelmente linda, possui momentos de comédia que AO MENOS PARA MIM funcionaram muito bem, são bem engraçados. Até mesmo as partes onde eles se utilizam dos corpos dos personagens para entregarem algo sério em cenas repentinas totalmente all of the sudden e você tentando entender o que está acontecendo e aos poucos vai percebendo que tudo se trata da magia do anime que é ser frenético, rápido, surpreendente a todo momento, coisas acontecendo bastante aqui e ali, plot twists estranhos (Aliás, o da Kiryuin Satsuki fazendo aquilo com a mãe dela foi uma cena digna de RULES OF NATURE – Metal Gear Rising).

    Ótimo cast COMO SEMPRE… Continuem, por favor. <3

  • Atos Ferreira Machado

    Discordo um pouco do que o Corraini disse a respeito de pessoas que questionam o top qualquer coisa de outras pessoas. Primeiramente porque eu acho que qualquer coisa é discutível, até mesmo gosto, o que não quer dizer que eu esteja embutindo valores nisso. Ele cita que geralmente essas pessoas são arrogantes e que demostram que seu gosto é “superior”. Sim, isso é verdade as vezes, mas o que eu vejo geralmente é que as pessoas confundem qualidades com gostos. Eu reconhecer que um aspecto em uma obra é melhor do que em outra não significa que eu goste mais da obra com aspecto superior. Só que a qualquer sombra de crítica que justifique o fato de algo não ser tão bom quanto dizem soa ofensivo a essas pessoas. Falta humildade das pessoas reconhecerem que não são especialistas naquilo, e por não conhecerem outras obras que fariam-as refletir sobre aquilo que elas classificam como “bom”. Também não sou especialista de animes, bem longe disso, mas pelo menos eu consigo não levar para o lado pessoal caso alguém um dia me questione aquilo que considero “bom”. Eu digo isso contanto que a pessoa me dê bons argumentos e me mostre as referências da mesma.

    Agora Sushi, cadê jack de Gunbuster? Quando é que algum de vocês vai tomar vergonha na cara (brincadeira) ? Mas sério, mesmo que nenhum de vocês o traga para o Jack, o que é uma injustiça, assistam. Ele é referência para séries muito boas como Evangelion e Gurren Lagann. Só não quero entrar em mais detalhes, pois já que o anime é curto (6 episódios) qualquer coisa relevante é meio spoiler.

    • Discordo totalmente do seu ponto, já que gosto NÃO se discute. Você quer falar em um plano neutro, sobre o valor técnico ou ideológico da obra? Bora. Isso se discute tranquilamente, mas nunca alguém pode chegar e dizer “você gosta disso? Risos, tá errado”.

      Porque quem é você no jogo do bicho pra contestar o meu plano de fundo? E quem sou eu na fila do pão para apontar dedos e retirar de ti algo que é pessoal e exclusivo?

      Exatamente: ninguém.

      Quando alguém contesta os teus gostos, o faz porque automaticamente coloca os seus próprios em um patamar acima, seja lá por qual motivo. Maior experiência, maior qualificação na escolha ou até a simples ignorância.

      Gosto não se discute, meu velho. Porque ninguém é obrigado a pensar/sentir/vivenciar coisas igual a você. Sendo assim, ninguém é melhor do que ninguém, somo todos apenas diferentes.

      Eu posso lhe apresentar coisas novas, tentar expandir os seus horizontes, mas nunca julgar ou reprimir alguém por ter determinados itens como seus favoritos. Porque eu sou eu e você é você, se fosse tudo igual, essa conversa nem existiria 🙂

      • Atos Ferreira Machado

        Cara, eu confesso que eu posso não ter sido claro o bastante, deixando margem para uma interpretação diferente do que quis dizer, mas tentarei fazer meu ponto novamente. Concordo que não tem sentido em discutir valor em gosto. Eu mesmo tentei, e falhei aparentemente, quando eu disse “o que não quer dizer que eu esteja embutindo valores nisso”. Quando eu digo isso, me refiro exatamente aquilo que você disse sobre experiências de vida diferentes que moldam nossas personalidades e preferências. O que eu realmente quis dizer sobre “gosto ser discutível” é justamente ao próprio exercício que vocês realizam no Jack ou no Vértice, que é apresentar aspectos que vocês curtem ou não em uma obra e o porquê. Isso querendo ou não é gosto, porém pautado em uma argumentação. O próprio André no final disse isso. Não me acho melhor do que ninguém mesmo. E não ia achar ruim se alguém chegasse para mim e falasse: “Ei porque você acha isso melhor do que aquilo?” e após eu respondesse a pessoa dissesse “Sério? Mas e essa outra obra? Não acha melhor?”. Isso para mim que é discutir gosto. É tentar questionar minha própria visão daquilo que acho “bom”.

        O motivo de eu ter feito aquele comentário, foi porque no momento que escutei o cast, me soou muito “arrogante” (não acho você arrogante Corra, só a falta de uma palavra melhor, S2) você não ter “aceitado” as opiniões dos outros participantes de que Kill la Kill não é lá esse hype todo que a internet coloca, utilizando como argumento que eles “minimizaram” o gosto alheio. Inclusive pareceu um pouco contraditório você ter dito logo depois que após assistir o anime considerava-se uma pessoa melhor, mas que não assistiria 90% do que vocês haviam discutido se dependesse de você. Quando alguém me questiona o que eu acho que é “bom”, geralmente eu tento ver, dependendo do discurso da pessoa, se ela quer me apresentar algo que me faça uma pessoa melhor, ou que mude minha concepção, gosto ou se só está sendo babaca. Espero não ter soado desrespeitoso, e que tenha acrescentado algo na discussão. Abraços Corra. Ah, e o mais importante: assista gunbuster. Você ignorou essa parte.

        • Atos, entenda. O que está em discussão é o produto. No programa em questão, o anime.

          Em nenhum momento deve entrar em pauta o apresso que X ou Y tem pela obra, porque isso é algo pessoal e não aberto a discussão. Foi isso o que eu disse.

          O programa é sobre Kill la Kill e não sobre “vamos discutir se fulano deve ou não gostar de Kill la Kill”. A discussão foi para este lado quando rolou o “risinho da soberania” quando disse que ele era um dos meus favoritos. E isso não pode acontecer, porque quem somos nós para julgar o que outra pessoa acha bom?

          Eu não preciso “convencer” ninguém de que ele merece estar entre os meus favoritos, não preciso “ganhar o direito” de dizer isso sem ser tratado de outra maneira que não com o mesmo respeito de sempre. Foi isso o que eu quis trazer quando falei sobre a arrogância que as pessoas geralmente usam nestas horas.

          Este é o ponto aqui 🙂

          • Atos Ferreira Machado

            Desculpe-me alongar demais essa nossa discussão Corra, mas acho que você não me entendeu ainda. Talvez se fosse uma conversa ao vivo eu poderia expressar de maneira melhor meus pensamentos. Prometo que farei desse meu comentário final sobre o assunto.

            1) “Em nenhum momento deve entrar em pauta o apresso que X ou Y tem pela obra, porque isso é algo pessoal e não aberto a discussão.”

            Cara, isso foi exatamente o que vocês fizeram o programa inteiro. Toda vez que vocês falam “eu acho ele tão perfeito naquilo que ele se propõe” ou “eu não vejo isso” vocês estão colocando em pauta o apresso que vocês tem pela obra. Então ao meu ver, esse seu ponto é contraditório.

            2) “O programa é sobre Kill la Kill e não sobre “vamos discutir se fulano deve ou não gostar de Kill la Kill”. ”

            Concordo que o programa não é sobre se o fulano deve ou não gostar do anime em questão. Ninguém é obrigado a gostar de nada.

            3) ” A discussão foi para este lado quando rolou o “risinho da soberania” quando disse que ele era um dos meus favoritos.”

            Eu re-escutei o cast a partir do trecho 1:38:49, que é onde você cita que Kill la Kill entra no seu top 5. Caso tenha acontecido antes disso, peço desculpas, mas não tive a oportunidade de re-escutar o cast inteiro para ter certeza. Sinceramente, eu não percebi nenhum “risinho da soberania”. No máximo o que ocorreu foi uma “comparação de merda” do Sushi. De resto todos foram bem razoáveis e respeitosos em suas colocações.

            4) ” E isso não pode acontecer, porque quem somos nós para julgar o que outra pessoa acha bom? Eu não preciso “convencer” ninguém de que ele merece estar entre os meus favoritos, não preciso “ganhar o direito” de dizer isso sem ser tratado de outra maneira que não com o mesmo respeito de sempre. Foi isso o que eu quis trazer quando falei sobre a arrogância que as pessoas geralmente usam nestas horas.”

            Não somos “ninguém”. O problema é: será que nós sabemos também o que achamos “bom”? Eu acho que não. Porque se soubéssemos nós não mudaríamos de opinião com o tempo. E o que nos faz mudar de opinião? Novas experiências e autocrítica. Ou seja questionando a nossa visão de mundo, nossos gostos e experiências. Se não fosse por alguém “me enchendo o saco” talvez hoje eu fosse uma pessoa intolerante a muitas coisas que vão desde anime até a problemas sociais como homofobia. Foi somente através do confronto direto de opiniões que eu fui refletir sobre mim. E através disso eu me considero hoje uma pessoa melhor que já fui no passado. Eu não nego que existem pessoas que questionam a opinião alheia como forma de se auto-afirmarem, mas esse nunca foi o meu ponto. Você não é obrigado a me dar esclarecimentos sobre o porque você acha algo “bom”, mas isso não invalida o meu direito de querer questioná-lo, mesmo que ninguém mude de opinião no final. A discussão em si não é intrinsecamente ruim. Ruim são as pessoas que acham superiores as outras por “conhecerem mais” e possuírem um gosto “refinado”.

            Eu realmente gastei um tempinho refletindo sobre o assunto e se eu realmente estava “certo”. Peço desculpas por gastar seu tempo com esses comentários gigantes e agradeço a atenção. Espero que a partir de agora com o patreon e o meu dolinha de coração vocês possam dar continuidade aos projetos, e sempre que possível dando essa atenção aos fãs. Abraços Corra e assista Gunbuster :p .

          • 1) O que estamos discutindo é o anime, não a opinião da pessoa. Para discutir algo, damos a nossa opinião, mas em nenhum momento a “opinião” é o foco da discussão. Não se discute se ela está correta ou errada, já que cada um tem um ponto de vista diferente. Tanto que quando discordamos, o fazemos porque compreendemos e encaramos a obra de uma maneira diferente e não porque o interlocutor está equivocado ao ter absorvido aquela informação de uma maneira incorreta.

            Ou seja:

            CERTO

            – Eu gosto do céu porque ele é azul.

            – Ah, mas eu discordo porque prefiro cinza.

            ERRADO

            – Eu gosto do céu porque ele é azul.

            – Ah, mas eu discordo porque você está errado em gostar de azul.

            3) Não fui eu quem editou o podcast e geralmente não escuto programas dos quais participei – afinal, já vivi aquilo, lembro do que aconteceu, não preciso consumir de novo – então não sei se o estopim para a discussão entrou ou não na edição, então me perdoe por colocar na discussão detalhes que podem ter ficado de fora da versão final. Eu falei que Kill la Kill era um dos meus favoritos e riram de mim, daí se originou o meu discurso.

            4) As pessoas mudam o tempo todo, mas apenas mudam por vontade própria, não por pressão externa. Eu já fui racista, homofóbico e machista. Fui criado no interior por um avô italiano e que tinha pulso firme. Vim para São Paulo com todos estes pensamentos na bagagem e só mudei de opinião quando percebi que sendo deste jeito, iria afastar as pessoas de mim, porque estava sendo um imbecil.

            Não foi porque alguém chegou e disse “você tá errado, muda aí”. Foi porque me olhei no espelho e pensei “talvez esteja errado, vou tentar mudar”.

            As pessoas podem apenas nos apresentar novos pontos de vista, mas se a mudança não partir de dentro, nada acontece. Vai por mim.

          • Márcio Zacarias

            Ouvi a discussão no jack e vim aqui dar uma olhada pra ver se tinha mais esclarecimentos. Fiquei feliz de ler este papo de vocês dois, o Atos basicamente falou tudo que pensei na hora que ouvi o cast e agora acho que deu pra entender bem o que o Corra quis dizer, o que, vejam só, me fez mudar de opinião.

            Meus dois centavos: Acho que realmente é uma questão de imaturidade essa “soberba” que as vezes demonstramos, meio sem querer, ao julgar o gosto dos outros. Quem aqui nunca sentiu isso ao ver alguém que gosta de funk, pagode ou sertanejo, que adorou crepúsculo e 50 tons de cinza e diversos outros Hors Concours de ruindade, na opinião de massa?

            Embora, pessoalmente, não goste de funk e tenha achado crepúsculo terrível, concordo com o Corra que menosprezar e rir DA PESSOA que gosta destes produtos é, sim, meio babaca. Nunca sabemos o porque da pessoa gostar daquilo, já julgamos ela de inexperiente, inocente e até meio burrinha, sem pensar em todo o contexto pessoal/emocional que pode ter levado a pessoa a gostar daquele produto. Acho que é sim uma forma de desrespeitá-la. Quem não tem seus “guilty pleasures”, que ficamos com vergonhazinha de espalhar que curtimos por medo de, justamente, ser julgado assim?

            Imagino que o pessoal do cast acabou fazendo isso meio sem querer, mas acho que foi útil o “esporro” do Corra. Pelo menos fez o Atos e eu pensarmos um pouco sobre isso.

      • Lucas

        Concordo que o “risos” é babaca, mas não vejo problema algum na confrontação de gostos. Inclusive, é isso que vocês fizeram o programa inteiro. A base de toda discussão saudável é essa, pessoas discordam e mostram porque discordam, nesse confronto avaliam qual lado tem mais lógica e fim. São gostos pautados em argumentação sendo postos em prova, às vezes você analisa o outro lado e percebe que aquilo que você gosta não é tão bom assim, ou o outro lado percebe que os motivos dele não gostar não são consistentes, todo mundo se abraça e se ama no final, olha que bonito. Todo mundo ganha. Acho uma imaturidade ver isso tudo de forma negativa, levando como uma ofensa pessoal. As pessoas não devem enxergar o gosto como algo imutável, não é saudável para o pensamento crítico e para sua evolução como indivíduo.

        • Atos Ferreira Machado

          Eu até ia responder o Corraini de novo, mas acho que você resumiu bem o meu sentimento. O meu maior problema com a frase do Corraini de que “não se discute gosto” é o tipo de consequência que isso traz. Quando alguém fala que algo “não pode ser dito” isso me remete automaticamente a ditadura, intolerância e falta de discussão. Dizer que algo é discutível e outra coisa não é querer instituir uma polícia do pensamento, em que somente o que eu acho que é certo é que deve ser dito. É muito parecido com aquele dito popular que “não se discute futebol, religião e política”.

          Meu principal ponto era que as pessoas só crescem de verdade quando o ponto de vista delas é posto em cheque e elas percebem que não são donas da razão. Quando alguém me questiona algo que me tira da minha zona de conforto, isso pode me ajudar a me tornar uma pessoa melhor. Novamente, como disse acima, eu só acho errado quando alguém passa a adicionar valores a discussão do tipo “eu sou superior a você porque eu gosto disso”, mas somente por em cheque o porquê eu gostar de algo, ao meu ver, não tem problema. O próprio comentário do Corraini, me fez refletir por uns 30 minutos se eu estava certo ou se tinha interpretado algo errado. Até re-escutei o trecho final do podcast antes de responde-lo.Tentando resumir isso tudo em uma frase bonita, eu digo que pessoas merecem respeito, não ideias.

  • Atos Ferreira Machado

    Gostaria de deixar uma sugestão para um controle de sugestões caso o mesmo seja levado em consideração: Porque vocês não criam um perfil no MyAnimeList do Jack e listam as recomendações dos fãs. Dessa forma ficaria mais fácil de ver se algo já foi recomendado. E dá para fazer um recadinho do lado do anime, então dependendo do que for dá para se ter uma noção do que vocês já assistiram e recomendam também. Isso evitaria a constante repetição de comentários e perguntas, tipo a minha logo abaixo sobre Gunbuster.

  • Igor Deschamps

    Bunda na cara

  • Israel

    Muito bom o Podcast. Eu apenas discordo com o lance da animação, que não me incomodou muito. Teve certos momentos que eu esperava ver algo mais plastico, mas nada que eu ja não estivesse acostumado. Para o padrão de animes hoje em dia, a animação em si é bem feita, na minha singela opinião.
    Parabéns por possuírem um dos melhores Podcasts de anime da podosfera, e vocês conseguem fazer isso mesmo ele sendo um cast “” secundario “” .

  • Xangopunk

    Senhores, mais um excelente Jack. Já tinha assistido muito antes de sugerirem o anime. Como um dos fãs de Gurren Lagann, não me incomodei de nenhuma forma no anime. A Yoko, por exemplo, é uma “Quiet” no mundo de Lagann, então já esperava essa puxada fan service. Se o telespectador não tentar mergulhar longe demais da superfície do anime vai aproveitar bastante. Adorei. Mais piadas escatológicas, e fan service. Fiquem com o meu fan service.

  • Armoderic

    Muito como o André falou, a questão da nudez é trata com uma naturalidade, que nada verdade é um tanto cultural (precisaria confirmar exatamente, a partir desse ponto estou comentando com base que lembro de algumas coisas e de umas aulas de Cultura Japonesa que tive na faculdade: desde de a período Edo já existia toda uma tradição de produção “erótica”, além de que a nudez talvez não fosse um tabu no mesmo nível que para nós pelo menos até o momento de contato com o ocidente, quando isso pode ter mudado um pouco). Anyway, no anime causa estranheza no início, mas com o tempo, assim como os personagens, você vai lidando com aquilo. Na real é interessante pensar que as pessoas que mais tratam aquilo com estranheza ou exagero são os personagem de fundo que não crescem ou amadurecem – eles de certo modo lidam aquilo com muito personagem de anime… enquanto os personagem principais agem naturalmente ou aprendem a lidar com isso.

    Normalmente eu não me importo muito com fan service ou coisa do genero desde que seja coerente com o tema/trema/gênero do anime/mangá ect…. Kill la Kill faz isso relativamente bem, de modo que apesar de algumas pontas soltas, tudo ainda fica amarrado e coerente com o que se propõem a ser. No geral eu gostei bastante, principalmente de algumas músicas – como a da mãe da Satsuki e a don´t lose your way. Falando na Satsuki, ela a Mako e a Ryuko foram as personagem que mais gostei, seguidas pelo Gamagori e Nonon… sim ela e não tanto assim, só partes digamos, como o contraste da personalidade dela.

    Uma coisa que achei curiosa é que, de certo modo eu sinto que ele tem influência de Shoujo Kakumei Utena (Garota Revolucionária Utena, um anime e mangá shoujo clássico e muito bom) como o tema, principalmente na primeira parte, de duelos contra um conselho estudantil e os uniformes.

  • Lukas Tavares

    A primeira parte de Kill la Kill eu realmente odeio, principalmente por causa do ecchi exagerado que não tem um mínimo de apelo pra mim e por umas partes que eu fico com muita vergonha alheia. O que mais odeio mesmo no anime é eles sexualizarem uma menina de 17 anos, tipo sério ela é menor de idade e tem um pai de família querendo espionar ela, eu sei que é Japão e essas coisas são normais por lá (eu acho), mas não deixar de ser errado pra mim… Sem contar na transformação onde tem close na buceta da menina que eu fico muito incomodado…
    Os personagens, eu realmente não me importo com nenhum personagem dessa história, em nenhum momento senti que deveria assistir o próximo episódio pra saber o que iria acontecer, se não fosse pelo o Jack eu nem teria terminado, pq nem a pela a parte de ação eu ficaria…
    Todo mundo vai me odiar mas, eu odeio a Mako, eu normalmente eu gosto desse tipo de personagem super nonsense, mas toda vez que escutava o “Aleluia”, já vinha aquele suspiro e a sensação de “lá vamos nós”, não tinha graça era só “too much”.
    Só mais uma coisa que não sei se ficou clara pra mim por causa da minha burrice, mas é um mundo que particularmente eu não gostei muito, uma das coisas que não entendi é como funciona o sistema de castas nesse mundo, por exemplo, pra famílias ficarem mais ricas elas teêm

  • Lukas Tavares

    A primeira parte de Kill la Kill eu realmente odeio, principalmente por causa do ecchi exagerado que não tem um mínimo de apelo pra mim e por umas partes que eu fico com muita vergonha alheia. O que mais odeio mesmo no anime é eles sexualizarem uma menina de 17 anos, tipo sério ela é menor de idade e tem um pai de família querendo espionar ela, eu sei que é Japão e essas coisas são normais por lá (eu acho), mas não deixar de ser errado pra mim… Sem contar na transformação onde tem close na buceta da menina que eu fico muito incomodado…
    Os personagens, eu realmente não me importo com nenhum personagem dessa história, em nenhum momento senti que deveria assistir o próximo episódio pra saber o que iria acontecer, se não fosse pelo o Jack eu nem teria terminado, pq nem a pela a parte de ação eu ficaria…
    Todo mundo vai me odiar mas, eu odeio a Mako, eu normalmente eu gosto desse tipo de personagem super nonsense, mas toda vez que escutava o “Aleluia”, já vinha aquele suspiro e a sensação de “lá vamos nós”, não tinha graça era só “too much”.
    Só mais uma coisa que não sei se ficou clara pra mim por causa da minha burrice, mas é um mundo que particularmente eu não gostei muito, uma das coisas que não entendi é como funciona o sistema de castas nesse mundo, por exemplo, pra famílias ficarem mais ricas elas têm que ter filhos para deixar eles em condições melhores, independente da profissão que elas têm, então supostamente que fornece a renda da casa são os filhos e não os pais, nesse caso pq eles não trocentos filhos, pq teriam mais chances de conseguir uma renda melhor. Se tiver alguma coisa muita errada aí vocês falam se quiserem…
    No final, eu não considero um lixo pq eu gostei de algumas coisas, como o design das coisas se baseia nessa sexualização exacerbada (mesmo continuando a odiar o uso de uma menor de idade pra isso), o tema de roupas que continua indo até o final e como ele começa com uma premicia muito idiota e vai até o final com essapremicia, que fica cada vez mais absurda e mais idiota e ele não tem vergonha disso em nenhum momento…
    Continuem com o Jack, adoro que possa existir um podcast que saiba falar bem sobre animes, o único com opiniões de verdade que não se limita ao “é foda” e vai bem mais profundo que isso, amo vocês 💛

  • ViniAleixo

    Engraçado que vocês discutiram bastante e, mesmo assim, acabaram não tangendo o que eu considero a melhor qualidade do anime: o total desapego a ideias e personagens quando ele julga necessário.

    Ele apresenta personagens originais (com visuais ou conceito sempre interessantes) apenas para usá-los por alguns minutos e então descartá-los para sempre. A viagem dos alunos, por exemplo, é cheio desses. O mesmo vale pras transformações e uniformes de todos os personagens, frequentemente se alterando e sofrendo redesigns. Quando você pega friamente o conteúdo que Kill la Kill traz para a mesa, dá pra ver que ele tinha material para durar temporadas e temporadas, e o fato dele ter comprimido tudo em 20 e poucos episódios, ao meu ver, mantém o “awesome per second” dele sempre bem alto.

  • Lucas Santana

    Só eu notei que no último episódio, após a Fibra de Vida mór ser destruída, o mamilo divão brilhante deixou de brilhar?

    Sobre o cast, incrível como resumiram MUITA coisa que senti durante o anime, ele foi realmente uma montanha russa de emoções parando para pensar; desde o questionamento sobre até que linha aquilo é considerado fanservice até coisas que nem tinha percebido que tinha sentido até ouvir vocês rs

    E aquele final é amável, todos pelados abraçados mostrando que todos eles se aceitam foi fods s2

    Já estou assistindo Shigatsu pra ouvir o próximo Jack!

  • Não consegui verificar se foi dito, mas os episódios estão disponíveis também no Netflix.

  • Chupa Hot

    Fala pessoal! Excelente podcast ein! Por favor, me tirem uma dúvida… eu tenho assistido Kill la Kill pelo Nflx e lá possui dublagem em inglês, apenas a original em jap. Onde consigo assistir a versão com dublagem em inglês?

  • Silvio Domingues

    que bug loco, eu cliquei no post desse episódio e foi baixar o vertice 8!!

  • Dudley_o_Boxista

    Pela primeira vez vi um anime pro Jack, acho que é uma experiência mais legal, antes disso havia ouvido os 4 primeiros sem ter visto os animes. E achei muito bom o anime, estou muito mais com o Rick e o Corraini sobre o anime, gostei bastante, muito disso graças a não ter lido/visto nada antes sobre o anime na internet. Sobre sexualização, acho que realmente tem umas partes, tipo aquela onde eles vão pras outras escolas e o Sanageyama enfia a espada na bunda do cara diversas vezes, apesar dessa parte ser bem mais cômica que sexualizada. Concordo também que ali tem episódios que enxergo como desnecessários, ou como o Ogro disse que desempenham mal o seu papel. Mas gostei muito do anime.

    Sobre essa parada de gostos, é bem polêmico mesmo. Eu concordo com o Corraini que muitas vezes a pessoa quer se impor como um “ser superior” por gostar de certas coisas, e isso soa ofensivo pra outra pessoa. Mas, por mais que eu goste de algo, isso não implica na qualidade do mesmo. Por exemplo, eu acho Assassins Creed (O Primeiro) um jogo muito merda por n motivos, mas se alguém falar “Eu gosto desse jogo”, ele deve ter os motivos dele. Igualmente tem coisas que eu gosto muito mas que eu SEI que tem vários problemas e gosto mesmo assim. Enfim, é algo bem complicado de explicar.

    No mais, agradeço ao Corraini pois gostei muito da recomendação, agora tenho que terminar Cowboy Bebop que já comecei e ver os outros animes do Jack também.

  • losk

    Olá guris, adoro o trabalho de vcs.
    Sei que vcs fazem lives via ps4 e gostaria mto de ver elas ao vivo. Tem um dia e hora que vcs fazem transmissão?
    Não tenho twitter, existe outra forma de receber alguma notificação de qnd começa um video?
    Obrigado!

  • Bem,terminei de ver o anime esses dias pra conseguir ouvir o podcast sem spoiler e posso dizer…. Q ANIME SENSACIONAL!!! Sério,a forma como ele trata esse lance de hierarquia,como somos julgados por nossa roupa,como ela define nossa condição social é sem igual msm.

    E mesmo vcs reclamando da animação,posso dizer que ela me incomodou mt pouco,na real eu achei ela mt bonita,e bem única,mesmo ele tendo que cortar os gastos.

    E sobre o lance da sexualização feminina no anime eu nem liguei mt pra isso,até porque eu já esteja acostumado a ver isso,na real achei até bem engraçado a forma como eles sensualizam homens e mulheres dentro do anime,acho de uma forma bem justa pra ambos os lados,e é uma forma de mostrar como elas são poderosas em não ligar pras roupas que vestem,sem serem aquelas meninas acanhadas,como vcs disseram no cast. E sério,eu n tinha reparado nisso de a roupa que ela veste,e todo o lance do sangue representar a fase inicial de uma garota,com a coisa da menstruação,etc. Acho que vou até rever ele pra pegar essas coisas que passou despercebido por mim,sem contar que eu vou rever porque achei Kill La Kill do caralho tbm!

    No mais bom cast,só vou terminar de ver Full Metal Alchemist pra ouvir o cast do mesmo. vocês fazem um trabalho excepcional!

  • Victor Hugo

    Um dos melhores animes que já vi, gostei de mais, as lutas, a história, a trilha sonora me dá arrepios.