Aqui é Big Boss. Operação Intrude DASH56. Infiltre-se no podcast inimigo Jogabilidade e descubra tudo sobre as origens da série de espionagem definitiva, Metal Gear.

Vamos repassar os detalhes primeiro: entre em contato com os agentes André Campos, Ricardo Dias, Eduardo Sushi e Caio Corraini para aprender sobre o pouco promissor início de carreira de Hideo Kojima, como as limitações despertam o melhor de nossa criatividade e como surgiu o conceito inicial para o primeiro Metal Gear, lançado para MSX2 em 1987. Investigue a fundo as diferenças entre essa versão e a americana lançada para o NES e os motivos que justificam a existência da sequência bastarda conhecida como Snake’s Revenge.

Localize a fonte da história que conta de um fatídico encontro num metrô que evitou que Hideo Kojima abandonasse a saga de Solid Snake e Big Boss antes mesmo da primeira sequência oficial, Metal Gear 2: Solid Snake, de 1990. Por fim, destrua o cartucho de tal jogo, avançado demais para sua época e sua plataforma no MSX2, certamente construído com magia negra e o provável protótipo da arma seminal Metal Gear Solid.

Vamos usar a frequência 120.85 caso queira comunicar-se comigo sobre a história desses jogos, mas sem complicar demais com informações e retcons que vieram depois. Poderei especular contigo sobre a geografia de Outer Heaven e Zanzibar Land, as motivações e o poder da voz de Big Boss e, quiçá, descobrir uma farsa a cada soar do alarme de repeteco.

ATENÇÃO: Snake, aborte a missão caso queira evitar spoilers de Metal Gear 1 e 2 (MSX/NES) e alguns detalhes leves sobre a trama de Metal Gear Solid 1 e 3. Desligue seu player!

…Câmbio desligo. (Mas fique na linha para uma surpresinha musical.)

Tá No Seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

Links

 

  • Nacib Véio

    As vezes é bom acordar cedo no domingo 😀
    Baixando! o/

    PS: Achei que o nome desse cast seria Kojima: The Dark Knight…

  • (Max)yuzurity

    Acordei cedo hj e vcs me vem com isso, esse jogabilidade é demais mesmo!!

  • Lucas2099

    Metal Gear!?

    • Metal… Gear?!

      • Sushi0

        Metal… Jér!?

        • DAT_AZZ

          Meral guirr

          • Samuel Madeira

            Merawl Geeearrrrr!

          • BROOOOOOOOOOOOOOOOODA!!!

    • Chupa Hot

      Katrina? Minha arte? Jarbas? O MEU PAI!!

  • Wesley

    Eita que a coisa ficou séria, Dash num belo Domingo pela manhã. Vocês são lindos demais parabéns.
    E espero que essa série de Dash sobre Metal Gear, continue nos próximos meses.

  • DDD

    Musiquinha no final heheh

  • Lucas Vinicius

    MUSICA NO FINAL o/

  • Pingback: DASH #56: Metal Gear I & II | Podflix()

  • Esio Sanson

    Um belo presente de aniversario, valeu mesmo! Assim que eu estiver recuperado das próximas horas de alcoolismo indevido irei ouvi-lo.

  • André Bonifácio

    Aí sim! Metal gear clássico!

  • PocketVinDiesel

    Carai…parabéns por terem jogado e feito o cast dos primeiros jogos…vcs são zica mesmo!

  • samuel mascarenhas

    para quem gosta de japonesas cantando, nunca achei que sentiria falta de cuecas cantando, nowloading me corrompeu hehe, parabens, belo cast e final excelente

  • Igor Deschamps

    YEESS!!!1!

  • Thiago Cares

    Po que final foda. hahahahaha

  • Atos Ferreira Machado

    Excelente dash, foi aquele dash raiz, de várzea que eu tanto gosto. Apesar de concordar com os defeitos apontados pelo André, ainda acho o MG2 melhor que o primeiro. Só fico triste que fica cada vez mais distante o sonho do spin-off do Running man, que inclusive o próprio Kojima concorda em ser o melhor boss.

    • Sushi0

      Spin-off do Running Man hahahahha

      Eu antigamente preferia o primeiro, mas despois de rejogar os dois eu concordo com você, o segundo é melhor sim.

    • Se o próximo Metal Gear da Konami for do Running Man acho que eles se redimem.

  • Ótimo DASH! Sempre quis ouvir vocês falando sobre Metal Gear, minha série favorita dos video joguinhos. E fico muito feliz que estão indo com calma, pretendendo fazer diversos episódios pra não ficar a bagunça que podcasts sobre a série geralmente acabam sendo.

    Bem, pra esse comentário não ficar gigante, vou tentar ser direteo e falar das coisas das quais discordo, ou pelo menos possuo um ponto de vista diferente.

    Primeiro de tudo, um comentário rápido sobre o que vocês falaram de não haver muito incentivo no Metal Gear 1 para infiltrar furtivamente. Eu até concordo, do ponto de vista da jogabilidade, mas se você entrar no mundinho, isso de ir correndo sendo visto e atirando em todo mundo estraga muito a experiência. Todos sabemos que, na real, Solid Snake passou despercebido por aquela base. E esse é o meu insentivo para permanecer não detectado 😛

    Agora sobre minha discussao principal.

    Sempre vi o André criticando muito Metal Gear2, e já esperava que nesse DASH ele falasse as mesmas coisas. Acho que muito dos problemas dele com o jogo vem do simples fato de não ser um estilo de jogabilidade que ele gosta. Afinal, quase tudo que ele reclama tem a ver com o “tempo de espera”, ou com a paciência demandada.

    A tensão criada pelo stealth desse jogo está totalmente ligada à paciência que o jogador deve ter de se aproximar dos inimigos, se esconder, analisar suas rotas de patrulhas, descobrir um bom momento para avançar, e aí sim se movimentar. Pelo que vi nos streamings que o André fez, ele queria sempre avançar o mais rápido possível, o que obviamente fazia com que ele fosse visto diversas e diversas e diversas vezes.

    Um bom exemplo foi a reclamação sobre o cone de visão dos soldados. O André disse que, por não haver uma representação visual da visão dos inimigos, não se pode saber com certeza quando ele pode ver o jogador. A minha resposta é: seja cauteloso como Snake seria naquela missão, entre no mundinho, e só avance quando o inimigo estiver DE COSTAS. De preferência quando ele acabou de se virar para andar na direção oposta, e quando você já sabe qual caminho ele vai fazer. Sim, requer paciência de analisar a rota que ele faz e de esperar ele se virar, mas isso faz parte da furtividade, principalmente pra um jogo daquela época.

    Talvez, de fato o que faça mais falta aqui seja o que o Rick falou: a capacidade de manipular os soldados, jogando alguma coisa ou fazendo algum barulho para poder lidar com eles mais rapidamente. Realmente isso é algo que melhoraria o jogo, mas ainda acho que a ausencia disso não faz Metal Gear 2 um jogo ruim.

    Acabou que, no final das contas, meu comentário ficou gigante mesmo. Acho que estou aprendendo demais com o Kojima hahahaha

    OBS: um pequeno nitpicking, nada muito importante. Mas durante o cast inteiro, o Sushi chamou Outer Heaven de Outer HAVEN, talvez por um erro de pronúncia inglesa mesmo, mas só estou comentando porque são duas coisas totalmente diferentes, e inclusive no próprio universo da série existem coisas com os dois nomes, podendo causar confusão XD

    OBS2: Essa música no final foi sensacional hahaha Espero que nos outros casts sobre a série vocês façam isso também. Quero ver vocês cantando The Best is Yet to Come naquela língua bizarra (sei que nunca vai rolar)!

    OBS3: Sou eu. Sim. Sim, tudo ocorreu como o planejado. O comentário foi enviado. Sim, eles pederão pelo menos cinco minutos da vida deles lendo todas aquelas palavras. Com certeza. Sim, o ornitorrinco se arrependerá de suas palavras. Mas é claro. Também obtive uma cópia de uma música cantada por eles na qual acho que você estará interessado. Sim. Sim. Nos veremos em breve……….. Senhor Presidente.

    METAL JÉR SOLIDO
    By Hideo Kojima

    • André Campos

      Eu adoro entrar no mundinho do jogo, mas acho muito mais difícil quando as mecânicas não colaboram. Ao contrário do que você disse, eu ADORO jogos stealth, sempre que um jogo me dá essa opção (tipo Dishonored e Deus Ex) é sempre a minha primeira escolha. Mas as mecânicas tem que estar lá para tornar divertido o que estou fazendo e me recompensar por estar tomando a rota mais “difícil” e metódica. Acho que esse é meu problema com o stealth de Metal Gear: pra mim, não é divertido… E a inconsistência das mecânicas, o constante backtracking e a pouquíssima consequência ao ser descoberto tornam quase zero o incentivo de jogar “como o Snake faria”.

      • Mas você deu a impressão de achar o Metal Gear 2 pior do que todos os outros, quando eu diria que a jogabilidade do MGS1, 2 e 3 têm bem mais problemas nesse sentido. Todos eles demandam um esforço grande do jogador pra conseguir se divertir, e um esforço ainda maior pra dominar aquela jogabilidade e enfim fazer tudo certinho. E em comparação, apesar de cometer erros similares, acho Metal Gear 2 bem mais tranquilo do que os outros, bem mais fácil de dominar e se divertir. Claro, MG1 é mais fácil e simples que ele, mas essa simplicidade extrema me tira muito do jogo, infelizmente.

        Gosto do 1 mais por uma questão histórica e por eu ser um grande fã da série, do que por ele ser um jogo legal mesmo. Já o 2 eu curtiria jogar de qualquer jeito, sendo Metal Gear ou não.

        • André Campos

          Eu acho que MGS 1 a 4 tem muitos problemas, mas eles são aliviados com a maior possibilidade de manipular os inimigos e, por serem 3D, não tem o problema que comentei das 9 telas e te dão mais liberdade de movimentação.

          • Mas ao mesmo tempo MGS1 e MGS2 te obrigam a olhar pro radar o tempo todo, e eu diria até mais do que o MG2, que você só precisa olhar em alguns lugares mais abertos, e ainda assim costuma ter lugar pra você se esconder de soldados que possam vir de outra tela caso você não esteja olhando.

            Bem, eu realmente acho o MG2 bem mais agradável de se jogar do que o MGS1, e só prefiro o de ps1 por causa da história, clima e visual mesmo.

          • André Campos

            Não acho que seja ideal neles também, mas eu não olho pro radar do MGS1 e 2 nem um décimo do que eu precisei olhar no MG2 hahah. Só de terem ambiente 3D e som mais realista, já dá pra tirar uma quantidade de informação sobre a posição e comportamento dos inimigos incomparável à do MG2.

  • Genoscleido

    Cadê a meta no patreon para que vocês façam videoclipes dessas músicas maravilhosas?

    • Dá um fundo verde pra gente e tempo que tu vai ver o que sai

  • dinopron

    O primeiro Metal Gear que eu joguei foi o Ghost Babel de GBC, eu achava ele o melhor jogo já feito (sério) e ele foi muito importante na minha adolescência, jogando o Solid anos depois (é que eu demorei para comprar um PSX) eu percebi tantas semelhanças na sequência de acontecimentos que achei que ele era um remake do jogo de gameboy color, e agora ouvindo vocês falarem sobre os dois primeiros eu fiquei meio decepcionado em saber que o Ghost Babel é só a mesma história contada de novo, e não a jóia escondida que eu achava que ele era… Eu acabei de ver um run do jogo e poderia listar todos os elementos recorrentes mas seria repetir a mesma coisa que vocês falaram, o jogo ainda é excelente mas eu tinha ele em um pedestal e agora sinto que ele não era tão especial assim. A vida, meu amigos, sempre acha um jeito de derrubar.

    • Como assim, @dinopron:disqus, que absurdo é esse de nunca ter jogado MG1 e MG2? Tem que corrigir isso aí XD

      Mas a jogabilidade do Ghost Babel ainda é muito foda, melhor que a do MG2 (que acho melhor que o 1) com certeza. Ele tem seus méritos, apesar de não ser canon. Inclusive eu adoraria um remake do MG1 e MG2 nos moldes do GB!

      • dinopron

        Sim, sou um fraco, tentei algumas vezes jogar o primeiro no Legacy Collection mas não fui capaz, achei que ele envelheceu demais, mas terminei todos os outros depois do Solid (canônicos). E acho que agora, depois do 5, nunca mais jogo os antigos tbm D:

        • Que pena, o 2 é muito bom. Na jogabilidade acho melhor até que o Solid.

  • Outrem

    Onde entra a parte da Vagabanda?

    • Sushi0

      Ainda não ouvi a versão editada, mas na gravação rolou quando o André teve que sair por um momento e o Corraini falou disso do nada. hahaha

  • Gus Mendonça

    Muito bom o cast!!!!! Gosto da série metal gear mas tenho impressão que a história é absolutamente incompreensível, repleta de clones, impostores, dopplergangers, agentes triplos imbuídos de nanotecnologias e até uma baleia gigante em chamas… Parece que nesses primeiras, a história ainda não era tão convoluta, vou dar uma conferida.

  • Rafael de Souza

    Isso é o começo de um mês (ou trimestre, tem jogo pra cacete) de Metal Gear?

    • André Campos

      Já adiantamos que o próximo DASH não será de Metal Gear, mas vamos tentar não esperar 3 anos antes do próximo hahah

  • Samuel Madeira

    Excelente cast, como ja era esperado. Só a música ja valeu o episódio hueahaehuehehuhea

    Give me moooarrrre!!

  • Henrique Tavares

    E essa arte da vitrine, hein? Preciso achá-la para apreciá-la em sua totalidade.

  • Ezequias Campos

    A música no final QUASE me fez comprar o MGSV.

    QUASE, sério.

    Mas estou com os dois pés atrás, jogar um MGS só por jogabilidade é demais para mim. Pelo que eu ouvi o jogo é bem raso neste aspecto.

  • Nossa… Me passem essas músicas de fundo desse Dash

  • Gabriel Batista

    Ótimo Dash, mesmo não sendo muito fã da série Metal Gear gostei da discussão do cast, e também entender um pouco mais da história dos games antes de jogar o Phantom Pain.
    Se possível vocês poderiam fazer um Dash de Fallout ? Falta quase um mês pro lançamento e o hype é real para ele.

  • mateuskies

    Quando gravamos um cats sobre esse tema lááá no antigo Super Contole, me recordo de ter ficado realmente chocado com o que esse jogo foi capaz. Na época, tive de zerar dos dois primeiros e me deparar com o primeiro jogo sendo basicamente o que o Metal Gear de PSX seria, foi animal. A música, os temas, os itens, as mecânicas…

    Solid 2 é um jogo bem bacana, mas de difícil trajetória.
    Vou ouvir o podcast, mas MAS eu quero saber da ligação de Phanton Pain, que ….quem zerou sabe. Tá foda, amigos.

  • KoiSTB

    Sobre ninjas entregando pizza que o Rick falou: foi lançado no Steam o jogo Ninja Pizza Girl, que foi financiado no Kickstarter e é sobre uma adolescente ninja que entrega pizza e sofre bullying. Ou algo assim, sei lá. XD

  • Almighty

    Nossa, que cantoria horrorosa. Adorei! =D
    Pretendo jogá-los depois de finalizar o Phantom Pain. Ou não.

  • Chupa Hot

    Cade o desenho do SNAKE SUSHI explodindo a pobre criança de pixels?

  • Pedro Guilherme

    Escutando o cast, e embora meu comentário não tenha muito haver com o jogo em si, é basicamente a justificativa do Kojima para a existência de armas bípedes, conforme explicado na tape “The Need for Bipedal Locomotion” do Huey”.

    Em terrenos acidentados e complexos, onde pode haver selvas, pântanos e montanhas o único jeito de passar por eles, não importa o quão acidentado, é com pernas. Essa é a justificativa do Huey e do Granin para utilizar armas bípedes. O Huey diz que chegou a testar tanques no terreno da Costa Rica, mas que os testes não foram muito bem por depender demais de força bruta. Bem, eu acho que a justificativa funciona pro Peace Walker, que era uma arma bípede que também tinha a intenção de ser stealth e se infiltrar em bases inimigas, agora com os Metal Gear em si, considerando que eles ficam parados a maior parte do tempo, não era muito necessário mesmo não. Mesmo assim, é legal ver o quanto o Kojima consegue ir longe para poder justificar suas peculiaridades de uma forma realista.

    Ótimo cast pessoal, foi muito informativo, nunca soube muito sobre esses jogos por que não joguei eles, mas foi bem legal poder acompanhar as jogatinas de MG e MG 2 no canal do Jogabilidade.

    PS: Dei replay na “Nuclear” do final umas 3 vezes. Eheuahuaehae, foda demais.

  • Gurizada, sobre o que vocês falaram sobre a distribuição de pirataria na época do MSX, na verdade a maioria dos jogos era distribuída em fitas K7 mesmo. O aparelho reprodutor das fitas era parte integrante do computador, então todos tinham. Já o slot de cartucho era um periférico comprado em separado e, pelo preço que esse tipo de coisa custava na época… eu mesmo nunca cheguei a ver um pessoalmente.
    Joguei muito MSX, tudo em fita K7. Pelo que me lembre, cabiam uns 10 jogos em cada fita. Mas não me lembro de ter jogado o Metal Gear, apesar de ser possível que tenha jogado, já que experimentava de tudo que aparecia.
    O que joguei muito foi o jogo do Rambo (que também era visão topdown e era muito dificil) e um de avião tipo After Burner. Este, quando descobri, abandonei todos os outros – joguei até queimar o computador um tempo depois.
    Parabéns pelo cast excelente (cada vez melhor) e pelo Patreon!
    Té.

  • Sobre o final: Rick é barítono, todos os outros são tenores. Talvez com prática o Rick consiga alcançar as notas dos Baixos. O André é o que canto mais afinado, já participou de coral ou fez aula de solfejo?

  • Aliás, quando pretendem continuar a série que começou no DASH#45? Zelda II é incrível

  • Rafael Correia

    Muito obrigado pelo excelente cast… Espero que façam episódios para a franquia inteira… =)

  • Ai galera, quando clica na imagem do Dash de metal Gear, está direcionando para o Construindo Mundos #1. Dêem uma olhada quando der tempo!

    • A Cobra Acrobata

      Também vejo esse bug, as vezes clico num post e sou levado pra outro completamente aleatório

  • Karaoke como sempre arrasando, desde a época de Now Loading 😀 Hahahaha

  • André Oliveira Rielo

    Vocês são lindos. Obrigado por me viciarem em mais uma música.

  • André Luz

    Excelente cast caras, fiquei feliz por ter o comentario lido haha.

    Como um bom atrasado que sou, estou jogando metal gear solid pela primeira vez na vida agora, no ps3. Consigo ver o quão incrivel era o jogo na epoca do ps1, mas a jogabilidade dele em algumas partes eu estou achando bem ruim. Sofri para conseguir derrotar a sniper wolf pela primeira vez.
    e o final do podcast fez eu me sentir menos mal quando canto metal em falsete tomando banho hauehuaehuhae.
    Continuem com o excelente trabalho.

  • Rafael Bard

    Parabéns pelo cast! O outro podcast que vocês tinham falado de Metal Gear tinha ficado muito confuso. Vocês falam muito e nada ao mesmo tempo. Dessa vez ficou tudo explicadinho.

    Agora sobre esse final, podiam deixar o Sushi cantando sozinho que estava perfeito haha

  • João Paulo Vilela

    Quero um CD dessa boyband.

  • André Luz

    Só dizendo que a capa do primeiro metal gear e baseado nessa imagem do kyle Reese do primeiro Terminator hehe

    • André Campos

      Falamos disso e está linkado no post, inclusive haha

      • André Luz

        então meu cerebro apagou completamente essa informação ahuehuaehuaheuha sorry

  • Sempre penso em jogar metal gear, mas a história parece tão complexa e interlgiada, que não tenho saco de começar. Agora vocês deram o empurrão que eu precisava 😀 (adianto que usarei detonado para ambos. A vida é muito curta pra testar tanto cartão pra abrir portas!)

  • Andrey Santiago

    Na moral,o DASH é um dos melhores podcasts que ouço, falando de MG então, tá fácil no meu top 5! Otimo trabalho! :DD

  • Rafael Bard

    Tinha esquecido de comentar isso mas esse negócio do inimigo sempre saber onde você está só não existe no MGSV:GZ. Porque até no TPP eles sempre sabem exatamente onde procurar, pra onde olhar e pra onde mirar. Não importa se eles já te descobriram de novo ou não, as armas deles sempre apontam pra onde você está ou vão procurar no lugar onde você esteve atirando.
    Depois de jogar o MGO3 a minha impressão é de que o sistema de barulho do MGO3 está presente no TPP mas é imperceptível para os jogadores. Se esse for o caso, faz todo sentido. Porque toda vez que você atira, corre ou usa algumas habilidades, aparece um borrão no mapa inimigo. E você mesmo pode ver o borrão provocado por você no seu mapa. Como o TPP não tem minimapa enquanto você está atirando e fazendo qualquer ação que não seja andar normalmente em pé, agachado ou deitado, não da pra saber se você gera um borrão no seu mapa ou não.

  • Roger Vincoletto

    Nunca havia ouvido o cast, fantástico, ouvirei sempre