Após o desaparecimento do Comodoro Ogro, o Superintendente Rick, Barão Sushi e Califa Corraini resolveram fazer o inimaginável: uma transmutação humana para traze-lo de volta.

A transmutação foi um sucesso, mas não de graça.

A lei da troca equivalente se fez presente e, dessa vez, cruel. Ela tomou a altura do Superintendente, o cabelo do Barão e a capacidade respiratória do Califa e pior ainda… Trouxe de volta o Raugrave André.

Com os cinco lordes novamente reunidos, discussões começam a surgir sobre alquimia, seus preços, consequências e a obra da vez: Fullmetal Alchemist Brotherhoood.

Como sempre, é recomendado o consumo prévio da obra, pois todos os seus detalhes e minúcias serão expostos em completude.

E com essa reunião nós chegamos ao fim da segunda temporada do JACK. Mas não temam: ao fim do encontro já recebemos uma breve visita do próximo Lorde convidado e anunciamos qual sera a próxima obra a ser discutia por vossos cavalheiros.

Caso queira saber de antemão qual será o próximo, clique aqui.

O que achaste?

A sessão do clube continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes!

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  • DDD

    Baixando. Já comento antes de ouvir, FMA é uma das melhores obras japonesas que eu já li. Me agrada ver que o Japão tem tanta coisa que temos infinitos episódios de JACK pela frente! (otimista). Valeu pelo trabalho Jogabilideiros! E já comento, que ainda não contribui no Patreon, faça como eu e ajude os caras! Trabalho bem feito como esse não sai de graça!

  • Tenho que terminar de ler FMA ainda pra ouvir o cast (é, nunca terminei, shame on me, e olha que eu tava gostando muito, mas não lembro os motivos de ter parado de ler lá pelo volume 11 mais ou menos, mas o cast me motivou a reler pra terminar de uma vez por todas…. coisa que eu já devia ter feito há tempos, heh), mas venho comentar que eu já tô num hype ABSURDO de saber que o próximo é da trilogia de filmes do primeiro Gundam, que é um dos meus animes favoritos (e uma das minhas histórias de ficção científicas favoritas, num geral).

  • @MarcusMaia_

    Eu devo ser a unica pessoa a reclamar da intro do Jack. kkkk é tão zuado essa ideia de Sommelier de anime… mas é FMA bora ouvir.

    • DDD

      O cast é bom, mas eu concordo heheh, a abertura é meio vergonha alheia. Mas uma nova temporada do JACK vem ai, quem sabe eles não mudam?

  • Paulo C. Almeida

    Esse Jack em um sábado a noite não podia vir em melhor hora. FMA é uma obra prima, ~baixando~

  • Nacib Véio

    Noooo, nao terminei minha maratona de FMA ainda! D:
    Rushar esses ultimos episódios que nem louco agora.

  • Lukas Tavares

    Não terminei a maratona ainda, então não vou ouvir agora =(

    E até que fim uma desculpa pra assistir Gundam

    P.S. Mussa <3

  • Mateus Severo

    Em relação ao hokuto no ken, o anime é igual ao mangá ou são muito diferentes?

    • André Campos

      Imagino que tenha lá suas diferenças, mas é a adaptação da mesma história.

    • Shirokasi

      História é a mesma, mas o anime é bem mais enrolado e tem bastante filler.

      Vale mais a pena ficar com mangá.

    • Gato Preto

      Uma diferença pra mim é que o mangá é extremamente mais bonito que o anime.

      • Carlos Bloodstone

        Sim o mangá é extremamente mais bonito, eu que fui atrás do anime depois de jogar o First of the North Star meio que tomei um soco na cara com a qualidade dos traços, mas ai fui ler o mangá e vi que era bem melhor, sem contar que o mangá não tem censura

  • Pingback: JACK #10: Fullmetal Alchemist: Brotherhood | Podflix()

  • Lucas Vinicius

    Adoro FMA lembro de começar a ver na animax dublado por causa do meu irmão mais novo e ficava vidrado a dublagem da série é espetacular todas as vozes combinam.O Brotherhood eu vi dublado ta excelente e fullmetal me ensinou e abriu meus olhos para muita coisa é uma série que é profunda mas que não deixa de ser divertida.Amo os 2 animes apesar de eu achar o segundo.

  • Uhul, estou ouvindo agora 😀

    Uma nota: o Hughes não morre “sem entender”, achando que foi a esposa dele que o matou. O Envy primeiro aparece como Maria Ross, e ele percebe que não é a Ross de verdade porque ela está sem a pinta abaixo do olho, e só aí o Envy se transforma na esposa. Não me lembro se ele deixa explícito, mas ainda assim acredito que o Hughes sacou que era um homúnculo ali.

  • Gabriel.psd

    Parabéns, vocês conseguiram fazer eu ODIAR o final de um dos meus animes preferidos!

  • E.Bernardo

    Putz, msmo achando a parte final do anime d 2003 um pouco confusa e mal resolvida, acabei gostando mais dessa primeira versão do q Brotherhood, ambos começam bem, mas qnd aquela May Chang e o Ling Yao aparecem em Brotherhood o anime perde o ritmo, por sinal odiei estes personagens e o “tipo” d humor q eles trazem para a trama, claro q tem mt haver com a época em q assisti, já q qnd assisti o anime d 2003 ainda encarava a cultura japonesa com bons olhos, e o fator novidade era maior, já qnd assisti Brotherhood minha paciência para “japonesices” diminui e mt rsrs, d vez em qnd ainda tento consumir jogos, animes e filmes, mas os japas forçam a barra, esse formato d animes por exemplo, com episódios d 20 minutos por semana, sendo q desses 20min. se bobear uns 15min. é q são d episódio msmo, os japas ñ mudam, ñ se adaptam, ainda ñ desisti d vez, mas poucas são as vezes em q me divirto, como um dia já me diverti, e sinceramente ñ curti tanto assim o brotherhood, só assisti até o fim por causa da nostalgia em relação ao anime d 2003.

  • Lucas Vinicius

    Uma coisa que eu vi dessa carta de armadilha eles constroeem sim com a pesquisa do irmão do Scar e com a parada do pai usando alma do povo dele nos pontos do circulo de transmutação.

  • PILOT

    Fullmetal Alchemist: Brotherhood ♥

  • Com tantos anos nesse industria vital esse foi o primeiro anime que me fez chorar

    • Bode333

      Cara, cada vez que tocava bratja eu chorava rios. Quando eu pesquisei o que significava a letra, mais um rio foi derramado.

  • William Saito

    Otimo cast pra variar , agora vamos ver gundam e finalmente tenho um motivo p ler hokuto no ken =)

  • Shirokasi

    Gundam e Hokuto no Ken? Próxima temporada do JACK promete.

    • Renato Gutierrez

      shirokasi vc sabe onde baixo o Mobile Suit Gundam ??cara ta difícil só encontro em inglês , é se tive só inglês é dificil vou passa esse anime então

      • Shirokasi

        Pior que essa trilogia de filmes só existe legendada em inglês mesmo, mas a série original tem em português.

  • Danilo

    O Sushi disse que o sacrifício do Al para restaurar o braço do Ed não faz sentido porque havia vários soldados para serem usados. Mas sem o consentimento da pessoa, isso não seria o mesmo que homicídio?

    Também me decepcionei com a solução para restaurar o corpo do Al. O engraçado é que a Arakawa poderia facilmente ter criado uma solução mais coesa.
    Eis os acontecimentos referentes a solução dela:

    1 – O Hohenheim fala para o Ed usa-lo como pedágio para trazer o Al de volta
    2 – Ed recusa e usa o tal “portão” da alquimia dele
    3 – Hohenheim morre sentado no túmulo da esposa

    Se a escritora pretendia restaurar o corpo do Al e matar o Hohenheim de qualquer forma, poderia muito bem ter usado o Hohenheim como sacrifício para restaurar o Al, assim não precisaria inventar esse portão-que-permitia-o-uso-de-alquimia-em-cada-pessoa de última hora como sacrifício. =/

    • Lucas Cavalcante

      O Sushi não disse pra sacrificar outras pessoas, só que o sacrifício do Al em si não faz sentido: Ele não precisava “morrer” pra que o problema tivesse solução

      • André Campos

        Exato, o sacrifício do Al ali ocorre porque o Homunculo estava indo atacar o Ed que estava preso nas ferragens e incapaz de usar alquimia. Bastava todos os soldados atirarem loucamente no Homunculo, que já estava enfraquecido, sem o “escudo”, ao invés de ficar assistindo e torcendo.

  • Larissa Guilger

    Ótimo jack, só queria deixar aqui minha opnião.
    acho que o começo do brotherhood é corrido talvez por assumirem que todos viram o anime de 2016.
    agora sobre o final, Acho FODA, concordo com o deus ex machina no caso do cancelamento do circulo de amestris (hoeheinhem apelão) mas curto muito os 2 últimos episódios, sobre o sacrificio do Ed acho que tem muito mais a ver com os pecados que são tratados sutilmente desde o inicio (a correlação de cada personagem com o homúnculo que ele lutou) e no caso do Ed desde o inicio ele tem o pecado do orgulho, ele era o menino prodigio antes da morte da mãe e mesmo depois ele sempre tentou resolver as coisas sozinho e ele sempre foi o mais dependente de sua alquimias, acho que o argumento do “ah, mas ele podia ter dado o portão o tempo todo” faz com que o final seja melhor ainda, por que SIM ele podia ter pensado nisso antes, mas seu próprio orgulho não deixou que ele visse a solução que estava na frente de seus olhos e ele teve que passar por um longo caminho de amadurecimento pra ver esse caminho.
    Amo MUITO o reencontro deles com a Winry(a delicadeza da Winry ouvindo o Al dizer que estava sentindo cócegas) e adoro o epílogo, porém algo que me sinto um monstro por pensar é que seria MUITO mais marcante se o Roy continuasse cego, faria jus a posição de guia da hawkeye e funcionaria como uma “punição” pelo seu passado, achei muito furado depois de saber tudo sobre a pedra filosofal ele dar a desculpinha que ele deu.
    mas bem, opnião é igual bunda, cada um tem a sua dá quem quer. No mais foi um ótimo episódio.

    P.S algo que acho muito foda em fullmetal são as correlações com o nazismo

    • Lucas Cavalcante

      Acho que o maior problema em relação a essa questão do portão é a incoerência. Em nenhum momento do resto do anime inteiro ninguém define isso como uma possibilidade, uma regra, ou o que quer que seja. É simplesmente algo incoerente narrativamente, inventado às pressas pra suprir uma necessidade da narrativa, que, aliás, não acontece só aí, ou com a carta armadilha do Van Hohenheim, mas constantemente durante TODOS os conflitos apresentados na parte final do anime.

    • Concordo totalmente, acho que a galera tá levando esse lance do portão pro lado errado. Eu acho incrivelmente foda a tirada da autora, é uma daquelas coisas que você pensa “putz, como não pensei nisso antes!?” e que depois que acontece faz todo o sentido. Acontece que eles precisavam pensar fora da caixa, e isso nem sempre é fácil. Desde o começo Ed e Al estavam buscando alguma maneira de usar a alquimia para recuperar os corpos, e nunca passou pela cabeça deles que a parte de “usar a alquimia” era o problema.

      Discordo de quem diz que isso foi um Deus-Ex Machina inventado na hora, e acho que essa sempre foi a intenção da autora, e acho que o único pecado foi não haver um motivo claro pro Ed ter chegado àquela conclusão naquele momento. Se tivesse tido alguma dica de que ele estava desvendando aquilo aos poucos em algum momento, não pareceria tão repentino e “fácil”.

  • Artur Antunes

    Já li o mangá e vi as duas séries. Entre todos esses, ainda gosto mais do primeiro anime.
    Uma coisa interesse que ficou faltando comentar no cast é a ideia de criar Fullmetal. A autora cresceu em uma fazenda e naquele ambiente ela poderia ver claramente o ciclo de troca da natureza, como as plantas precisando de adubo para crescer em solos sem nutrientes e animais precisando de alimento para produzirem. Foi dai que veio a ideia da troca equivalente, o modo que a alquimia funciona no anime.
    Quando falaram para mim que Fullmetal era um shounen, eu não acreditei, pois tinha visto apenas a adaptação de 2003. Tá certo que essas classificações de animes, muitas vezes não querem dizer nada, pois afinal de contas K-on é seinen, mas mesmo assim FMA parecia uma obra bem madura. Fiquei pensando nisso até ler o mangá. A adaptação de 2003 cortava todas as paradas que eram para adolescente gostar, aumentando muito a qualidade do anime e deixando ele muito mais profundo e maduro. Vou destacar alguns pontos:
    – Não tem romance entre o Winry e o Edward, o que eu acho ótimo. Porra, é um romance água com açúcar, sem graça nenhuma, que literalmente desenvolve apenas na última cena do Brotherhood. Aquela parte que você acharam foda, eu tava fervendo de raiva. O cara se confessa para ela na última cena e depois aparece uma foto deles casados e com filhos?! Ah vai a merda, que porra de desenvolvimento é esse?! Tá certo que é tipico de animes shounen, mas eu esperava mais de FMA. Se é para fazer assim, seria melhor terminar o anime deixando isso no ar, sem declaração de amor nenhuma.
    – Quando os irmãos Elric descobrem do que é feita a pedra filosofal, no anime de 2003 eles falam “foda-se, vamos usar porque não tem como ressuscitar as pessoas que morreram mesmo. Pelo menos vai servir para alguma coisa boa”. No Brotherhood não podem usar porque “pessoas morreram por causa da pedra”. Alguém tem que avisar que se não usar a pedra, ninguém vai ressuscitar. Por esse tipo de atitude eu acho a personalidade dos irmãos Elric muito mais condizente no anime de 2003. Eles já viram um monte de merda e sabem que o mundo não é uma fantasia idealista que eles pensavam que era.
    – A parte mais vergonha alheia é o combate que o time do Mustang faz sem matar ninguém. Sério?! Que parada mais shounen de “a vida é importante”. Em um combate contra pessoas armadas querendo te matar não tem essa de “não vou matar ninguém”. Poderiam ter feito um negócio muito mais profundo, mas parece que tudo no Brotherhood tem que ser cartilha idealista adolescente.
    – O pior do Brotherhood é que a melhor parte do mangá, que é o começo, ficou corrida e muito merda. A parte inédita é justamente o momento que o mangá vai dando uma caída até finalizar no momento saga de One Piece, com luta individuais para mostrar que todo mundo é foda, com um monte de Deus Ex Machina.
    – É verdade que os mistérios fazem mais sentido no Brotherhood, mas no de 2003 dão muito mais margem para exploração de personagens. Porra, os homúnculos são transmutações humanas que não deram certo, criações imperfeitas e rejeitadas. No brotherhood uns caras ai criados pelo homúnculo.
    – Por última e com certeza o problema mais chato de brotherhood é as piadas fora de contexto forçadas em momentos sérios, porque a audiência não pode ficar triste demais. No de 2003, a mestre dos irmãos Elric sofre por vomitar sangue, mas no brotherhood isso na maioria das vezes é encarado como piada. Porra, como pode ser engraçado uma pessoa que tá morrendo?

    Enfim, tem coisas que eu gosto no Brotherhood, como ter arrumado o primeiro capitulo do mangá, que são os 2 primeiros do anime de 2003. Aquela estatua gigante ganhando vida era muito mais do que o Ed deveria dar conta de fazer. No Brotherhood é algo mais plausível com o que é mostrado no resto do mangá. Me parece que esse primeiro capitulo foi feito assim apenas para autora conseguir a aprovação do piloto e depois ela resolveu desacelerar.
    Também acho legal que no final das contas, quem derrota o inimigo final não é o Ed, mas sim o Mustang, que na minha opinião, mesmo com o poder do protagonista, o Ed claramente não era o mais forte da série.

    Fim, o Brotherhood é maneiro, mas o de 2003, esse sim é muito melhor.

    Agora sobre o tema do próximo episódio, alguém ai conseguiu encontrar os filmes para baixar, digo, “comprar” na net? Procurei em tudo que é canto, mas não encontrei os filmes, apenas a série.

    • como que é essa história de que K-on é seinen?

      • Artur Antunes

        Muita gente pensa que essa denominações de estilos vem do conteúdo do anime, mas na verdade vem da revista que esse título é publicado. A revista pode ser direcionada ao público adulto, mas costumam colocar algo mais juvenil apenas para garantir alguma venda. É o caso de K-On, algo que é feito obviamente para adolescentes, mas tá numa revista para adultos e por isso é Seinen.

  • Victor H.

    Gostei bastante do episódio, amo FMA e foi um prazer pra mim rever ele, foi um anime que me marcou bastante e o último anime que acompanhei até o fim, acho que ele foi tão importante pra mim e tão magistral em termos de narrativa que parei de assistir animes depois dele, fiquei algo como 2 ou 3 anos sem assistir nada. Tudo parecia muito sem graça, foi meio que aquela sensação de que nenhum outro anime poderia me prover uma sensação como aquela, o ápice da narrativa nos animes. Pra mim, até hoje, Death Note, FMA, os 3 filmes de Berserk, os 2 primeiros Rebuild of Evangelion são as obras mais profundas entre os animes.
    Vocês estavam ai debatendo sobre qual seria o anime da temporada, além das recomendações claras que dei acima, POHA GENTE VAMOS FALAR DE RUROUNI KENSHIN (SAMURAI X)? 😀
    É isso eu acho, então “fiquem com Deus, bença” (Corraini, Caio – 2015) e até a próxima.

  • Nacib Véio

    Faltou uma menção honrosa às aberturas, que são maravilhosas, e com as melhores cenas de ação do anime! Uma coisa que explodiu minha cabeça foi voltar pra primeira OP e perceber quem realmente é o primeiro personagem que aparece:
    https://www.youtube.com/watch?v=CfNGe6VCbhc

    • Flávio Augusto Priori

      Engraçado que, ouvindo o cast, eu só conseguia lembrar das músicas do FMA de 2003 (READY STEADY GOOOOOOO), mas em dois segundos do vídeo, eu já “ah claro que era essa música. Mas as OPs e EDs eram todas sensacionais, sem exceção.

  • Gato Preto

    Não achei o cancelamento do circulo pelo Hoeheinhem no final um deus ex machina, porque pelo que eu me lembro ele aparece em algum momento no mangá antes disso fazendo as marcas na terra com o “sangue” dele, nesses momentos ele ainda fala o nome de todas as pessoas que “compõem” ele. Mas de resto eu concordo bastante com a opinião dos senhores.

  • Bode333

    Curti muito esse Jack, infelizmente é o segundo q posso ouvir por conhecer previamente o anime comentado, apesar de ter visto mais de 150 animes em sua maioria são animes genéricos pipocao kkk

    Quanto a Fma, ele é o meu anime favorito há anos já. Eu saia correndo da escola pra ver na rede TV o anime de 2003. Quando veio o brotherhood então, foi lindo.

    Eu discordo que o Hughes morreu achando que a era a esposa dele ali. O envy chega usando a aparência da Maria Ross só que sem a pintinha e só isso já é suficiente pro Hughes perceber que não era ela.

    Compartilho a opinião da Larissa, eu gostaria mais do final se eles não tivessem usado a pedra filosofal. O Roy aprendendo a lidar com a cegueira e com a hawkeye sendo seus olhos… No meu coração terminou assim!

  • Kirano

    Eu gosto muito de FMA, acompanhei o antigo e li o mangá. O Brotherhood eu não cheguei a ver todo, por estar vendo outras coisas e como era apenas uma transcrição do mangá não me importava tanto.
    O inicio, como dito ai embaixo, é corrido pelo fato de até o quinto laboratório, quando encontram o Barry, tudo que acontece é IGUAL ao outro anime. Eles fizeram algo que não precisa que você assista o primeiro para entender este, mas se passassem por toda a narração que tiveram no outro seriam apenas uns 15 episódios iguais. Como “pegue o anime antigo e apenas remasterize”.
    Já o final eu vi com outros olhos. A “aventura” é sobre dois personagens e seus crescimento: Ed e Al. O quão eles cresceram como pessoas ao longo disso tudo. Não havia a possibilidade dele pagar o preço final desde sempre, pelo simples fato de que ele não tinha tudo o que ele conseguiu durante a trama. Como dito, os dois cresceram, aprenderam e amadureceram. No inicio eles tinham um pensamento bem infantil e direto, a tramsutação nos dará nossa mãe. A pedra filosofal nos dará nossos corpos. E ai eles vão aprendendo e vendo que não é bem assim.E tudo culmina naquele ponto da história, que embora corrido, ainda é relevante e condizente com a jornada. O Ed não pode fechar o circulo e se defender, a onda tinha colocado praticamente todos em check. Então o Al pede e troca a alma dele pelo braço, afinal se é uma “troca equivalente” ela funciona para os dois lados. Eles vencem, e no final é que ele descobre, algo que ele pode pagar, sem alterar nada do que ele tem, ele paga com seu orgulho e seu poder, ele paga com algo que sem o qual ele não teria feito a jornada, algo grande o suficiente para representar seu irmão, poderoso o suficiente para abrir tudo e ainda assim que ele pode viver sem. Foi algo que não foi realmente tratado antes, mas é algo que dentro dos símbolos do desenho faz sentido e fecha bem a jornada dos dois.

    Quanto aos próximos Jacks, embora já tenham 2 decididos, posso deixar aqui algumas sugestões:

    1- Meu anime preferido ever, já assisti algumas várias vezes. Um anime que trata um assunto bem complicado como viagem de tempo e consegue fazer uma história que não decepciona dentro das próprias regras: Steins;Gate.

    2- Um anime tecnicamente curto, divertido e que eu acho a ideia base muito boa: Tiger and Bunny.

    Já passando para mangás há classicos que podem ser sempre bem vindos, 20th Century Boys, Blade of the Immortal, Monster e Lone wolf and Cub, são obras longas, então pela regra teriam que ser de final de temporada, mas seriam muito bons de se ver sendo analisados.

    Entre obras pequenas talvez Liar Game, um mangá que tem uma jornada passando por jogos incomuns, uma jogada de estratégia meio “Death Note”, por você ter personagens que tem uma “inteligencia” e capacidade de analisar outros e saber o que vai acontecer e bla bla bla, mas bem divertido.

    Ousama Game, é bem curto, a base, a narrativa e o clima são fantásticos, o final deixa muito a desejar, mas acho que até chegar nele, ainda vale.

    Deadman Wonderland, é um mangá excelente, o anime não fez jus a qualidade dele.

  • Giovanni Romanelli

    EITA! Pessoal! Aí não! Pô, vocês jogando spoiler na cara do anime de 2003 assim do nada? Poxa, quem só viu o Brotherhood que nem eu vai ter menos motivo de ver o antigo.

  • Agora com o episódio 100% escutado queria tecer pequenos comentários de um semi-fanboy: Sobre o primeiro episódio realmente é muito filer e quase que bizarro ao pensar que a série Brothehood é para ser 100% fiel ao mangá. Porém acho que faltou os jogabilideiros tocarem no ponto que o Alquimista do Gelo na verdade havia descoberto que toda a capital era um círculo de transmutação e por isso ele estava colocando o próprio símbolo nos pontos demarcados.

    Senti falta também de vocês falando sobre o encontro do Ed com o corpo do Al e o estado em que ele estava. Apesar de ter cenas muito mais fortes(como o enterro do Hughes), acho uma das paradas mais bizarras e fodas que teve nessa obra. Acompanhava o mangá e não pude deixar de sentir um arrepio na coluna enquanto lia… E também terem explorado um pouquinho mais da relação Riza & Mustang, já que foi o pai da Riza era o sensei do Mustang e gravou nas costas dela a formula final da Salamandra.

    Por fim, sendo realmente chato, vocês bem que poderiam ter falado dos encerramentos e aberturas. Fullmetal Classic e Brothehood tem músicas excepcionais!

    Espero ansiosamente pelo Jack sobre Slam Dunk(top 2 na minha lista)! Comecei a ler SD na mesma época em que comecei a jogar basquete, era estilo “Eye of the Tiger” em academia, só de lembrar dos jogos de Shohoku eu começava a jogar alucinado! E por favor não esqueçam de Berserk, O MELHOR MANGÁ JÁ FEITO! FAZ CRESCER CABELO NO PEITO, SEUS LINDOS!

  • Tony Horo

    Eu entendo todo o amor que o pessoal tem sobre Brotherhood, mas pra mim, que li o mangá na época e acompanhei o primeiro anime, sinceramente não consigo gostar taaaanto assim do segundo.

    O primeiro é um caso raro onde a história sai pra longe da história original e segue um rumo inesperado e vejam só: muito bom! No primeiro FMA não temos alquimia chinesa (rentanjutsu, não sei como traduziram) e temos um tema que termina com a ida de Ed e Al para um mundo diferente, e talvez muito conhecido por nós… =) Claro que essa parte é desenvolvida no filme (Conqueror of Shambala, e não, não tem o Nathan Drake xD), que serve como um epílogo da primeira série.

    Garanto que não tem como se arrepender, pois as ideias do roteiro foram ótimas.

  • Heider Bmth

    Melhor shonen já feito e quem diz que o primeiro anime é melhor tem algum problema mental.(o mangá é superior a ambos)

  • Lucas Santana

    Sobre o Ed estar crescido no final, acredito eu que a resposta mais coerente é uma que foi dita durante o anime:

    Os nutriente necessários para manter o corpo físico do Al vivo lá no Portão estavam sendo retirados do Ed, por isso ele não crescia e sempre rolava aquela piada de que ele tinha que tomar mais leite.

  • leoleonardo85

    Eu parei pra pensar umas 3x sobre os melhores animes que já vi, FMA BH sempre fica em primeiro lugar e eu tenho uma tatuagem de OP nas costas. hehehe

    Sempre gostei bastante da relação dos personagens na série, o mangá nunca li, só vi os 2 animes e gosto muito dos dois.

    Uma coisa que não sei se perceberam é a relação que as personagens femininas tem que o Al e o Ed na série, principalmente o Ed.
    Seja a Izumi, a Riza ou alguma outra em algum momento pontual, acaba se agindo como se fosse a mãe dos dois, mostrando na série que apesar de tudo, a figura da Mãe na educação adulta deles faz falta e algumas vezes alguém precisa tomar pra si esse papel, são momentos pontuais, mas que acontecem em alguns momentos do anime.

    E faltou falar sobre as aberturas do anime, todas excelentes e com musicas muito boas, a primeira por exemplo, mostra o Al desaparecendo, o Ed Perdendo o braço e a perna e a Winry só balançando, mostrando de forma sutil que ela devido a proximidade que tinha com os dois acabou também sendo afetada por tudo que aconteceu com eles, bem legal isso.

    E lembro quando vi o episodio da Quimera no primeiro anime eu fiquei uns 10 minutos parado sem ação, eu simplesmente não sabia como agir, eu queria simplesmente quebrar o DVD do anime e nunca mais assistir aquilo, fiquei totalmente sem chão, não esperava por aquilo, acho que depois disso só fui ter essa mesma sensação no Red Wedding de GoT.

    A morte do Hughes também me balançou bastante, adorava o personagem e me fez mudar como me comporto com criança, sempre que minha sobrinha vem em casa eu fico igual ele, ela adora. ahahaha

    E ao contrário do que falaram no cast eu gosto bastante daquele final do anime de 2003 que eles vem pro mundo real.

    E agora eu preciso rever o Brotherhood pela 3º vez, não será nenhum sacrifício.

  • “Terminamos mais uma temporada do JACK”. Teve outra? 😀

    • Sushi0

      Sim, os cinco primeiro episódios foram a primeira temporada. haha

  • Samuel Madeira

    Excelente episódio, assim como esperado 🙂 Só senti falta de comentarem sobre a trilha sonora de abertura e encerramentos, em especial da série original que embora não fosse o foco é extremamente digna de atenção. No mais fico no aguardo para o próximo e espetacular episódio do JACK (e quem sabe até lá termine Kill la KIll pra terminar de ouvir o episódio deste ç_ç).

  • Faltou falar um pouco da alquimia no mundo real, que realmente existiu e foi a base pra química.
    Círculos de transmutação, homunculi e a busca pela pedra filosofal foram coisas que realmente existiram, embora a receita pra criar um homúnculo fosse um pouco diferente e envolvesse algumas gramas de sêmen + bruxaria

    • Sushi0

      Comentamos por alto isso sim (eu fui um daqueles adolescentes que “estudou” alta magia e alquimia), só não lembro se tirei na edição. hahaha

  • Lukas Tavares

    Vamos lá, tenho ótimas memórias da minha infância assistindo o primeira série do Fullmetal Alchemist na redetv,eu tinha tipo 8 anos, em nem lembro muito na real, mas até hoje eu tinha respeito pelo o anime mesmo sem ter assistido, eu tinha chegado a ter assistido antes o brotherhood mas sempre parava nos primeiros episódios não sei porquê mas sempre parava.

    Possivelmente a coisa que mais gostei do anime inteiro são os personagens, como o Corraini disse, chegar a dar raiva como essa mulher consegue construir aquela quantidade de personagens bons e tão poucos capítulos e alguns nem tem uma motivação foda, só são carismáticos. Tanto que quando eu tava lá pela a metade do anime eu já tava declarando como o melhor anime que já assisti. Mas depois do final do arco de Briggs o anime tem uma queda de ritmo bem perceptível pra mim. Ele não fica ruim, mas todo o arco que estava sendo construído perde o interesse e a única tensão que sobra é “Como eles vão chegar lá” e “Como eles vão fazer isso”.

    Falando em defeitos, um dos principais defeitos do anime (não sei é assim no mangá), é o constante flashback da transmutação da mãe deles, essa repetição faz a cena perder todo o peso dela e quando ela começa, já vem o suspiro de “De novo não”. O final de fato é uma pequena decepção, mas dada aquela cena do Monstro indo a lua, que foi um legítimo WTF, a resolução foi muito convencional de anime, bem decepcionante.

    Apesar dos defeitos não deixa de ser uma ótima história com um mundo magnifico criado pela a autora, todos os lugares mostrados são interessantes e que pouco mostrados como Xing, ficam muitas dúvidas de como funciona a alquimia desse lugar e como vive as pessoas de lá. O que gosto, porquê eu gosto de preencher essas lacunas, o que acho que é uma qualidade de um mundo bem feito.

    Com certeza fica entre umas das melhores coisas que já vi, obrigado por terem indicado, senão eu ficaria empurrando com a barriga infinitamente.

    P.S. Assistam Silver Spoon é um dos anime mais good vibe que já assisti. É muito gostoso de assistir.

  • Lucas Bacelar

    Gente não consigo baixar no meu celular, alguém poderia me dizer como faço? Quando clico em baixar me direciona para um player mas não inicia o download nem toca nada, porfavor me ajuda :), obg

    • Lukas Tavares

      Clica nesse player com o botão direito e depois clique em “Salvar como…”, aí é só definir o local do download. Pronto só isso! =)

  • Vinícius Braga

    Ainda não ouvi o cast (To relendo o mangá, para ouvir com a história fresca na mente). Mas alguém pode me indicar mais detalhes que trilogia de filmes é essa do Gundam para eu assistir antes do próximo Jack, já que tem muitos filmes do Gundam

    • É a trilogia de filmes referentes à história do Gundam original. Ao final do podcast eles falam os nomes, mas são “Mobile Suit Gundam I”, “Mobile Suit Gundam II – Soldiers of Sorrow” e “Mobile Suit Gundam III – Encounters in Space”. São basicamente só esses 3 filmes mesmo (os outros filmes da franquia são só continuações diretas de algumas séries, filmes-compilação bem ruins e um que é história fechada independente meio whatever).

  • Conde Ferreira

    Cara, só eu assistir o BrotherHood, achado que era o original e único? pulz! :(…

  • Elber Nogueira

    O único anime que me fez chorar até hoje.

  • Ademar Abiko Jr.

    Cabei atrasado =D. Eu ainda sou mais fã da narrativa de 2003. Eles souberam contar melhor uma história e foram hábeis ao diminuir o escopo da trama, sem perder profundidade. Pelo contrário, ao se voltar para os dramas dos personagens, acho que eles conseguem explorar bem melhor as questões principais da trama.

    O ciclo da vida e a troca equivalente são exemplos da diferença de abordagem das duas séries. Enquanto Brotherhood usa energia das placas tectônicas, a antiga usa vida(s).

    E pra continuar na crítica à Arakawa (ou talvez seja problema do anime só), o rentanjutsu praticamente não é explorado. Nós sequer aprendemos a real diferença filosófica entre os dois métodos.

    No entanto, Brotherhood tem o mérito do universo maior, com um leque de personagens incrível. Quando até o elenco de apoio te dá um calor no kokoro, você pode ficar tranquilo que tem alguém bom escrevendo aquili ali. Gin no Saji é a comprovação disso.

    E vou defender o final aqui. Gosto da vitória ter sido uma soma de esforços. Do pessoal de Xerxes, Briggs e Ishval principalmente (e acho que os círculos foram sendo insinuados durante a trama, sim… não vejo deus ex machina neles). E a solução pros irmãos Elric me parece muito bem construída:

    A Verdade sempre foi implacável com aqueles que ousaram quebrar as leis da natureza para obter algo além de suas alçadas. A Verdade sempre jogava a real na cara das pessoas (=D).

    E o Ed acaba entendendo qual é a verdade do universo. Ele acumulou experiências. Passou a pensar mais calmamente sobre as coisas. Usou a própria alma como combustível para a pedra filosofal de uma pessoa só quando se curou após a batalha com o Kimblee. E viu a ambição de se tornar Deus ser concluída a tantas custas e culminar na derrota do “Pai”. No fim, a conclusão a que o Ed chega é que a presunção de resolver tudo sozinho (simbolizada pela alquimia) não resulta em nada. O que ele precisava de verdade era do apoio de amigos para conseguir resolver os problemas e construir algo (tipo o pessoal de Liore). E esses amigos são a verdadeira pedra filosofal, cada um sendo um indivíduo humilde, mas conseguindo milagres em conjunto. Zen wa ichi. Ichi wa zen.

    E tome poder da amizade na sua cara =D

  • Samuel Madeira

    Just dropping dis here

    PS: essa imagem de vocês 4 ficou ESPETACULAR!

    https://www.youtube.com/watch?v=gbHLdQ8YcGg

  • Caio

    Faltou mencionar que a Square Enix (antigamente a Enix) é a dona da Gangan Comics que é a publicadora do Fullmetal Alchemist.

  • Edson de Freitas

    Sobre o final, mas tem episódio mostrando o Hohenheim, arracando pedaços dele em alguns pontos.
    E no final ele aprendeu, não foi a toa.

  • Otimo episodio pessoal
    pequena correção
    Hughes não achou que era a esposa.. ele sabia ser um ser que se transformava, mas simplesmente não conseguiu atacar um ser com a aparência da esposa.