O derradeiro dia enfim está próximo… O dia em que nosso salvador surgirá das areias radioativas do deserto para nos salvar das toupeiras e baratas radicais.

Enquanto esperamos, André, Rick, Sushi e Corraini aproveitam a estadia no Vault 062 para discutir Need For Speed, Guitar Hero Live, Tales of Zestira e a nova onde do verão: Fallout 4.

Não satisfeitos, também comentamos as notícias da Blizzcon 2015: Overwatch pago, o trailer de Warcraft, os campeonatos e mais. E para fechar, a primeira jornada da Nintendo exclusiva para um smartphone.

Obrigado, Kenshiro!

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Trilha do Podcast

  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “White Light”, de Tales of Zestira

Blocos do Podcast

  • Fallout 4: 00:05:13
  • Tales of Zestiria: 00:32:21
  • Need For Speed: 00:50:43
  • Guitar Hero Live: 00:58:01
  • Overwatch Pago: 01:14:08
  • Trailer do Warcraft: 1:30:43
  • Heroes of the Storm: 01:37:27
  • Campeonatos: 1:39:49
  • Miitomo: 1:43:25
  • André Luz

    Caras sobre a parte grafica eu acho que o pessoal anda muito se importando com a aparencia e esquecendo que evolução grafica tambem significa evolução de features tipo, quantidade de objetos processados na tela ao mesmo tempo, tamanho do horizonte, quantidade de inimigos que o jogo consegue processar ao mesmo tempo, inteligencia artificial etc…
    Acho que muitas reclamações ficam em cima da parte visual e o pessoal acaba ão prestando a atenção nesses outros detalhes que podem ter evoluído muito no Fallout 4 por exemplo.

    • CD falsificado de Playstation

      Discordo. Outros jogos, já bem mais antigos que FO4, conseguem fazer tudo isso e mais, e ainda assim não têm uma aparência tão datada e usam tanto processamento CPU/GPU quanto FO4. Eu me pergunto como que um jogo consegue dar lag numa GTX 970 e ainda assim ser tão feio.

      Inteligência Artificial, tá brincando, né?

      • André Luz

        meu comentario e mais sobre o geral do que FALLOUT 4 pq eu não estou jogando. Digo no sentido que o pessoal sempre fala de grafico levando em conta só o visual, no caso do Fallout acredito que o jogo poderia ser mais caprichado, mas como to preso no ps3 ainda eu acho tudo lindo dessa geração haha

      • Bruno Araujo

        No meu PC o que fode é mais a memória, tenho só 3GB, sem falar que uso um core 2 duo, mas tenho uma gtx 560, se eu trocasse pra um i5 com 8GB ia ficar com lag ainda, é isso?

    • Eu nem achei o jogo feio, agora oque eu cobro do game é otimização, aqueles gráficos na teoria é pra rodar tranquilo na minha ATI 5770.

    • Diésio Ferreira

      Concordo contigo André. Mas as pessoas nos últimos tempos estão tão exigentes quanto a isso que na minha opinião se eu fosse um CEO de um estúdio não iria deixar “de lado” ou simplesmente dizer que o Jogos da betheda são assim mesmo e ponto. Exemplo The Order, graficamente impecável, mas não tem 1/3 das mecânicas de Fallout, em contra ponto, Metal Gear V conseguiu abraçar o melhor dois mundos e não que isso deveria ser predominante, mas quando um jogo peca em algum desses pontos ele não estará fora desses burburinhos.

    • Johnny Lapís

      Porra poderiam gastar mais pra pensar a Inteligencia dos Companions, são burros que nem um cone.

    • Johnny Lapís

      a questão é que os outros detalhes não justificam, ok o gráfico é pior mas me entrega uma experiencia lisa e sem um monte de loads, com uma inteligencia artificial bosta, e umas animação estilo manequim.

      E a gente sempre tem que esperar um jogo bonito, e eficiente mesmo que o anterior não seja, melhore na próxima, acho que o Corraine está sendo passional com Fallout 4.

  • CD falsificado de Playstation

    Corrigindo uma coisa que o Caio disse: nos outros Fallouts, os companheiros morrem sim. O único em que eles são “derrubados” é no New Vegas, e mesmo assim, apenas se você não estiver jogando no Hardcore. O que acontece é que tanto no 3 quanto no NV, o jogo marcava alguns personagens como “essenciais”, e esses personagens não podiam morrer. Só que no 3, nenhum dos seus companheiros era essencial, enquanto no NV todos eram.

    • Memória do New Vegas estava mais fresca, tu tem razão. Lembro que quando as missões me obrigavam a carregar companheiros no 3, eu mandava eles ficarem fora do lugar, para não morrer.

      • Gabriel Valente

        no 3 só o dogmeat que era substituido por um “filho” na porta do antigo vault, em caso de morte, então era basicamente como se ele não morresse.

  • Vitor Calfa

    Corraini, quem “encomenda” os experimentos nos Vaults é a organização conhecida como Enclave. Só pra lembrar.

    • Caceta, eu não lembro NADA da história mermo D:

  • Bruno Araujo

    Pra quem tinha expectativa de mudanças no lançamento do Fallout: New Vegas, o impacto do Fallout 4 é totalmente diferente. Coisas como o crafting que mudou toda a dinâmica dos equipamentos do jogo, o V.A.T.S. está bem menos vantajoso, a aparência e comportamento dos inimigos mudou drasticamente, os cenários estão bem mais diversificados até onde joguei, o protagonista com personalidade, a interface que evita o máximo atributos numéricos, enfim, só algumas coisas que mudou muito, os gráficos estão ótimos pra mim, e olha que tirei muita coisa pra rodar no meu pc, não consigo entender mesmo quem diz que é um repeteco do 3, eles devem estar jogando o new vegas, só se for.

  • Johnny Lapís

    Eu to me divertindo muito com o Fallout mas na moral em 2015 acho o texto das quests tão pobre e simplista, ainda mais depois que joguei The Witcher 3, tem duas quests bem parecidas onde alguém te pede pra pegar um item para presentear um possível namorada, em The Witcher o cara que te pede a quest conta uma hístoria linda um texto lindo, vc quer ajudar esse cara, ir no casamento dele e ser padrinho! , em Fallout ok quantas tampinhas vc vai me dar porque essa sua justificativa é uma bosta, é tudo tão direto sem um rebusco que eu to pouco me fodendo pra maior parte dos personagens.

    Inteligencia artificial zoada. e porra os personagens ainda tem aquelas animações bizarras parecem uns manequins,menus pouco intuitivos, vc pode armazenar sua sucata em uma plataforma de criação pra não ter que ficar entulhado carregando tudo, cada refugio tem o seu “baú” digamos assim, só que se vc precisar de um item e colocou no baú de outro refugio e precisa de 2 de vidro para um craft, Vc se tem que ir lá na pqp pegar onde vc guardou um load, e voltar pra onde estava outro load, e se as paradas forem pesadas vc tem que fazer isso varias vezes já que não da pra dar Fast Travel quando está acima com muita carga , falta polir essa parada varios Loads, entrou em um predio pouco maior Load, saiu e entrou na cidade Load, ai beleza ok o jogo tem tantas coisas interessante que a gente até pode relevar visual mas e a performance ? , caralho visual datado e ainda dando Drop de frame Rate? e eu nem ligo pra isso juro não ligo, mas cara está atrapalhando a Jogabilidade em alguns pontos, na hora de trocar a Arma se tiver muita coisa na tela tem um Delay violento.

    To numa sindrome de Estocolmo do caralho tem muita coisa que eu acho zoada, mesmo assim eu to amando esse jogo! Bizarro.

  • Anderson

    Discordo do André quando ele diz que jogos japoneses não são tão julgados quanto os ocidentais. Fallout 4 é um AAA recebendo 9/10 na crista da onda do open world, enquanto esse Tales of whatever ninguém nem sabe que existe para poder fazer a comparação. Agora se algum Final Fantasy sair com gráficos assim aí veríamos o que aconteceria.

  • Alguém gostaria de comprar meu Demon’s Souls? Tá novinho! http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-723128687-demons-soul-ps3-_JM

  • leoleonardo85

    Olha, sobre um filme do Overwatch, eu acho que o potencial é enorme, maior até que um filme de Warcraft ou Starcraft.

    Um filme de Overwatch ia atrair gente que vai no cinema normalmente pra ver uma animação da Pixar ou da Dreamworks, sem nem saber que é um jogo, depois ia atrás de mais informações e ia acabar descobrindo que tava saindo um jogo de mesmo nome.

    Já Warcraft a pessoa vê o filme e simplesmente não vai saber por onde começar no jogo, por qual jogo, por qual expansão de WoW, é um caminho difícil pra quem não acompanha.

  • Yamato

    A diferença é que Tales não tem o orçamento de Fallout, por isso é ridículo a Bethesda lançar aquilo no ps4 considerando o dev time grande e a quantidade de grana daquela empresa, Tales é uma série que já lucra se vender 500 mil cópias, até menos se considerar as vendas só japonesas. Vivemos numa época que vários devs japoneses pularam pros portáteis porque ficou caro desenvolver pra console, que é um mercado pequeno em comparação lá, por isso vemos tantos jogos saindo como PSvita+PS4, o PS4 é pensado só pro ocidente em quase todos os casos, assim como a versão de PC.

    Mas eu realmente acho que eles tem que otimizar a engine deles, era pro jogo ter uma performance de 60fps com aqueles gráficos, como Xillia tinha no combate mas Zestiria não tem mais. O bom é que Tales of Berseria ta meio sumido demais, espero que demorem nele pra lançar lisinho.

    • André Campos

      Pra mim, o orçamento não importa tanto nesse caso, já que os dois são vendidos pelo mesmo preço de $60 dólares. Se um jogo quer justificar valores de produção baixos por conta de um orçamento inferior, tem que ser vendido por um preço inferior também.

  • Armoderic

    Uma das coisas mais interessante de observar é que a Bethesa consegue fazer jogos ambiciosos que normalmente outras desenvolvedoras gostam de se gabar que poderia (ou irão fazer) mas em geral por recursos/tempo ou outros problemas não conseguem, enquanto que a Bethesa vai lá e faz, não é sempre a coisa mais perfeita do mundo, mas são jogos únicos. Não só isso, eles ás vezes conseguem criar jogos fazendo um desenvolvimento que normalmente é sinônimo de desastre – o Arena, o primeiro jogo deles era para ser sobre gladiatores, mas em algum momento, virou um jogo imenso onde você vaga por toda a Tamriel atrás dos pedaços do Staff of Chaos, ou seja o jogo virou algo muito maior que tinha sido pensado e de gladiadores só sobrou o nome pois não deu tempo de mudar….

    Há uma certa diferença entre, digamos, os entre tipos de mundo aberto (nota não estou fazendo um dizendo que esse ou aquele é melhor, apenas que são diferentes) – o que a Bethesa faz normalmente é um mundo aberto com uma ênfase menor em “mecânicas que o forçam a explorar” o que eles fazem é parte focar no design de mundo e alguns sistemas (normalmente de dinâmicos de interação entre npcs ou eventos) para encorajar o jogador a naturalmente explorar o mundo. Tanto que eles não contabilizam os lugares, eles estão ali e ponto, se você cruzou com um deles – ótimo, não tá afim de ver um deles ? beleza deixa para próxima.

    Um exemplo – o Daggerfall, o segundo jogos deles é de longe um dos maiores mundos abertos já feitos (sério, ele tem o tamanho da Grã Bretanha) – haviam dezenas de reinos e cerca de 15 mil locações geradas aleatoriamente, apoiado isso havia um sistema dinâmico de quest aleatórias e um de facções e eventos aleatórios o que gera um mundo que dá uma boa ilusão (na época pelo menos) de vida e permite muita jogabilidade emergente (que sempre foi um foco deles). o Daggerfall não estava preocupado em saber (e te forçar) se você viu ou visitou este ou aquele lugar – a função dos 15 mil lugares era sustentar os sistemas do jogo não exigir que você viesse eles um por um (até por que seria impossível). Na real você pode terminar (e provavelmente vai) o Daggerfall sem ver muita coisa dele – eu joguei ele por anos e tem muita coisa que eu nunca vi.

    É um sistema diferente por exemplo de outros mundos abertos onde há uma porrada de atividades e lugares que são contabilizados e talvez até exigido, através de mecânicas que você veja dezenas deles ou realize tantas atividades para acessar/liberar/obter algo. Outro diferencia é que vários mundos aberto são bastante estáticos ou com pouca interação (apesar das atividades).

    Mudando de assunto, estou gostando muito do Zestiria, na real, apesar de que desde o Shining Force II no Genesis eu já curtia jrpgs, meu gostou por eles tem aumentado bastante, enquanto meio interesse por rpg ocidentais caiu (notei que esse ano e no outro deixei passar vários, enquanto que o número de VN que joguei subiu… XD), eles tem algo que para mim os torna mais atrativos, mas sei que algo pessoal.

    • Felipe de Albuquerque

      Cara, desculpa, mas Fallout 4 não tem nada de ambicioso. Eles pegaram a essência do 3, e transportaram para outro parte do mundo de fallout. Eles não fizeram nenhuma grande inovação. Eles jogaram o mais seguro possível, e ainda tentaram dar uma simplificada em algumas coisas pra atrair mais público. MGS V TPP e Witcher 3 são ambiciosos. Fallout 4 é a Bethesda fazendo a mesma coisa de sempre.

      • Armoderic

        Entendo, porém, eu não falei do Fallout 4 em particular (talvez não tenha ficado claro quando eu comentei), eu falei mais sobre o design geral de jogos de Bethesa, principalmente alguns dos títulos mais antigos deles.

  • Stephan

    Orc mais fodão do Warcraft é o Broxigar, nem fudendo que é o Thrall.

  • Miracle Megalodon

    Mas esse novo design de postagem tá uma delicinha, viu?
    Parabéns pelo trabalho, caras!

  • Felipe de Albuquerque

    Eu fiquei decepcionado com Fallout 4.
    -Roteiro fraco
    -Quests repetitivas
    -A I.A. dos companion é uma piada.
    -Sacrificaram a complexidade dos diálogos pra implantar um sistema meio Mass Effect com um protagonista com voz.
    -Não tem o humor característico da série
    -Sem sistema de Facções

    Eu ainda estou me divertindo, porque o combate está bem gostoso, e o mundo é bem interessante de se explorar. A minha decepção vem de ver a Bethesda jogando seguro e não tentando inovar. Só simplificaram algumas coisas pra tentar deixar o jogo mais acessível e nem tentaram aprender com o que a Obsidian fez com o New Vegas. Eu acho que FO4 deixa claro que a Bethesda precisa melhorar a qualidade do pessoal dela que escreve as histórias e as quests do jogo. Com 30 horas de jogo não vi nada genuinamente marcante em termos de storytelling.

  • Oi cambada! Aqui vai uma homenagem minha a vocês, inspirada por esse episódio do Vértice: http://migre.me/sctJA

    Abração e continuo na luta pra consumir o que conseguir sua avalanche de contudo! Parabéns!

  • Quem é que estava jogando enquanto gravava o podcast? Vazou o audio todo do jogo no podcast 😀

  • Muito interessante ouvir esse podcast agora em 2017, e vocês opinando sobre Overwatch em 2015, sabendo no que ele se tornou, o tanto que ele cresceu, os prêmios que ele recebeu.