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Um círculo, uma linha e uma ponta redonda.

Uma forma que nunca mais abandonará as mentes de André Campos e Eduardo Sushi que, para resolver este enigmático podcast recebem as indispensáveis ajudas de Ivan Mizanzuk (Anticast & Projeto Humanos) e Heitor de Paola (Overloadr) e juntos embarcam numa discussão sobre The Witness!

Partindo de uma discussão sobre seu inseparável criador Jonathan Blow, sua carreira e importância para a cena dos jogos independentes, passando pela concepção de um dos mais ambiciosos jogos de puzzles e chegando enfim numa discussão sobre as mecânicas e diferentes tipos de desafios, dos mais aos menos óbvios.

Como um conceito tão simples é tão versátil e rende tanto? O que The Witness não queria que você soubesse antes de jogar? O mundo tão minunciosamente criado tem propósito?

E claro, não podíamos deixar de tratar dos temas filosóficos que o jogo expõe ao longo da jornada. Qual o objetivo da presença deles? É uma discussão rasa? Ele tem alguma mensagem afinal?

Aviso: A discussão tem spoilers de The Witness do começo ao fim!

Tá No Seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

Links:

Trilha do Podcast

  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “Oort Cloud”, por HOME
  • “Before the Night”, por HOME
  • “Overflow”, por HOME
  • “Native”, por HOME
  • “Pyxis”, por HOME
  • “Synchronize”, por HOME
  • “Sleep”, por HOME
  • “Glass Window”, por Mediaeval Baebes
  • “In the Hall of the Mountain King”, por Edvard Grieg
  • “Light the Fire Up In The Night”, por Shoji Meguro
  • “MAZE OF LIFE”, por Shoji Meguro

Blocos do Podcast

  • 0:00:00 – Intro
  • 0:02:47 – Braid, Jonathan e Origens
  • 0:15:20 – Puzzles Ambientais & Vídeos
  • 0:46:38 – Diferentes tipos de Puzzles
  • 1:13:59 – Desafio e Finais
  • 1:53:26 – E-mails!
  • Jabez Asafe

    Não tenho PS4 nem um PC que rode, mas mesmo assim to escutando o cast e to gostando muito. E espero que os convidados voltem.

  • De um tempo pra cá, os posts novos tão demorando a aparecer no feed.

    E pessoal da comu do Super BRJAM, tá rolando um Bolão lá!

    • Daniel Leidson

      Bolão Backstab – não salva um.

      • Omelete Box

        Algum motivo em especial pro bolão?

        • Daniel Leidson

          Olha os convidados.

          • Omelete Box

            Pior que nem tinha visto.

      • slashrick

        Pode elaborar? =)

  • Pingback: DASH #63: The Witness | Podflix()

  • Lucas2099

    E lá vou eu tomar spoiler :

  • Artur Oliveira

    Eu não planejava jogar o The Witness até ouvir os primeiros 20 minutos de podcast. Não que eu não achasse o jogo interessante, mas nunca tive saco pra jogos de puzzles em geral. Mas essa coisa da metanarrativa me chamou muito a atenção, e parece que não existem muitos jogos com esse nível de detalhe atualmente, estou pensando em comprar o jogo…

  • ednaldofilho

    Curti The Witness…Parece muito bom.

  • aurliodantas

    Uma observação e um fã maluco de Persona 3 quanto a leitura dos e-mails, a persona principal de Yūki Makoto, não é Tânato, mas sim Orfeu, que também tem várias alusões a morte, assim como toda a jornada do protagonista, já que Orfeu dá origem a palavra órfão e o mito dele simboliza a tolice humana e o sacrífico.

    • André Campos

      O Orpheus não se transforma eventualmente no Tanathos? Ou eu to maluco?

      • Daniel Leidson

        Não. O Thanatos aparece de dentro do Orpheus por outro motivo, não é uma evolução da Persona (Orpheus é Fool e Thanatos é Death).

      • aurliodantas

        Um leve spoiler de Persona 3:
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        O que sai de dentro do Orféu não é o Tânato, mas sim a própria “Morte” que havia sido selado dentro do protagonista por Aegis quando ele era criança, a Morte que manipula o protagonista em seu subconsciência para compelir a ele realizar as ações do início do jogo, por isso que ela surge uma única vez rasgando Orféu na primeira vez que o invoca.

  • Guilherme Carneiro

    Comprei The Witness no lançamento perto do carnaval e pensei: esse jogo de puzzles vou terminar rapidinho e jogar outras coisas no feriado. Me enganei pois joguei o carnaval inteiro e ainda um pouco no fim de semana seguinte. O mais impressionante é a sensação de evolução que você sente quando desmascara um segredo novo. Uma coisa que não percebi no cast foi sobre os pilares pretos que dão dicas sobre os puzzles de ambiente, se não me engano são 6 deles que tem desenhos das figuras que você faz num ambiente próximo e ainda a direção que o desenho está no pilar é a direção que está no mapa. Quando fazemos o puzzle no ambiente o desenho se apaga do pilar e quando fazemos todos os desenhos do pilar ele fica branco acrescentando um +1 no seu save. Outro dia pesquisando na internet vi um vídeo que seria um final diferente, não sei se é real mas é bem parecido com o video do cara levantando e andando pela casa, porém em um ambiente diferente, vocês chegaram a ver? No mais foi uma ótima surpresa esse Dash, não imaginei que seria feito. Parabéns!

  • Lucas Santana

    Queria saber se esse jogo pode ser jogado por pessoas que não são boas e por isso não jogam muitos jogos puzzle…

    • André Campos

      Com certeza, ele tem uma das melhores curvas de aprendizado que eu já vi.

      • Lucas Santana

        Então numa promoção, quando estiver mais barato darei uma chance 🙂

    • Guilherme Gondin

      Faça o seguinte, quando estiver muito chato um puzzle, estiver trava demais, tente achar um mais fácil que normalmente terá algum.

  • André Gross

    Não vou mentir, eu não sabia que existiam puzzles ambientais. T_T

    Dei uma parada no The Witness depois de jogar um tempo. Cheguei no alto da torre e não tinha reparado no rio. Tinha visto a nuvem cinza e falei “ué qualé dessa nuvem”… mas não fiz as conexões…não sei se chegaria a ver… ou perdi uma experiência? :P.

    Muito bom o cast, como sempre 😀

  • El Douradon

    Eu gostei desse dash mas acho que poderia ter sido bem melhor, queria ter escutado mais o Heitor e o Ivan, principalmente este que não pertence ao “mundo dos joguinhos”, queria ouvir mais a opinião dele sobre o ponto de vista dele, acho que foi pouco.

  • jiraspiom

    Só uma observação, o Jonathan Blow é irmão do Sushi?

  • Joka

    Porra, mas esse Ivan não sabe nada e fica só no achismo quando se trata do jogo em si. Eu entendi o porquê de terem chamado ele, mas mesmo assim, ele me pareceu super deslocado. Bem, cabe aqui que não gosto do Heitor, então possivelmente por isso não tenha gostado do episódio.

    • Johnny Lapís

      achei que era só eu.

      *Pulei esse episodio porque não tinha jogado na época.

  • Márvio

    Ouvi o cast sem jogar, pois provavelmente nunca jogarei.

  • Vagner Aniceto

    Achei a participação do Ivan muito boa. Tragam ele mais vezes. Quanto ao jogo, pena que não tem pra xone, senão eu comprava.

  • SmokeE3 .

    Terminei esse jogo essa semana, e não é apenas legal jogar, to achando muito legal ver outras pessoas tentando resolver puzzles que eu já sei como funcionam (vai ver era isso que Jonathan Blow sentia vendo os outros jogar)