was successfully added to your cart.

Videogames são lançados todos os dias. Aos montes.

Em um mercado onde temos mais opções do que tempo e dinheiro para consumir tudo, é muito fácil esquecer que todos aqueles produtos são desenvolvidos por pessoas. Pessoas com sonhos, medos e histórias próprias.

O objetivo do Construindo Mundos é tornar estas pessoas o foco da discussão. É trazer para a luz os responsáveis por erguer todos os universos fantásticos onde exaurimos nosso tempo livre.

Sob o comando de Caio Corraini, este programa é focado em entrevistas com desenvolvedores brasileiros que trabalham ativamente na indústria de games.

Nesta sétima edição o convidado é o Paulo Souza, que é evangelista da Epic Games no Brasil. Antes de sair por aí espalhando a palavra da Unreal Engine para estúdios e universidades brasileiras, o Paulo já fez de tudo um pouco em dois estúdios de games lá do Recife, a Preloud e a Playlore.

Feedback?

Deixe seus comentários, sugestões, críticas e o que mais tiver em mente nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de.

Links:

Trilha do Podcast

  • “Yeah!”, por Magnus “Souleye” Palsson

Blocos do Podcast

  • Introdução: 00:00:00
  • Entrevista: 00:01:17
  • Jabez Asafe

    Saiu no último dia do mês, mas saiu.

    • AINDA É MAIO NO CALENDÁRIO? Então tá sussa.

      • Jabez Asafe

        Sim, ainda é maio

  • Levi Fernandes

    Parabéns Caio e a todos os envolvidos no jogabilidade. Esse é um dos podcasts mais interessantes e relevantes relacionado a games atualmente. Ele que me motivou a criar meu jogo, embora esteja indo devagar e sempre hehe. É sempre bacana ver a experiencia de todos os lados dessa industria para ajudar a cair na real e começar por baixo, já sabendo o que evitar e o que fazer. Vlw meus queirdos. Parabéns de novo.

  • ViniAleixo

    Quando eu comecei a trabalhar na minha empresa atual na Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais), acho que o maior choque que eu tive foi de justamente saber que desenvolvimento de jogos não tá concentrado nem fudendo só em SP. Tem umas puta empresa agressive na região de Recife (bem como no Rio Grande do Sul). Acho ótimo ver um cast denotando um pouco mais disso.

    Corra, nem sei dizer o que é, mas já faz uns 3 ou 4 casts do Construindo Mundos que eu sinto que o programa se encontrou muito bem no formato. Parabéns pelo pulta trabalho!

  • Dudley_o_Boxista

    Eu adoro ouvir mais de profissionais da área, espero que continue com o projeto. Sem querer ser o chato, mas tem algum mês programado pra lançar algum que esteja atrasado? Entendo que provavelmente mês que vem nem role já que tem E3.
    E gostaria de sujerir trazerem algum dublador que atuou na dublagem de jogos. Acho que é uma visão diferente e interessante.
    Continuem com esse excelente trabalho =D

  • André Gross

    Muito legal o papo. Concordo com o Paulo e o Caio sobre a indústria brasileira “resetar” de tempos em tempos. De fato o talento tende a sair do país por alguns motivos…. Antes de continuar, aqui vai um disclaimer. Eu trabalho na indústria de games aqui fora também e isto é minha opnião sobre assunto sem nenhum cunho ciéntifico.

    Dito isto, os motivos:
    1) Os jogos que somos fãs e crescemos jogando, vem de fora do Brasil, naturalmente ao querer realizar o sonho de criar estes jogos e passar as experiências que tivemos para outras pessoas, tendenciamos a querer sair do país e ir de encontro as empresas que criavam estes mesmo jogos quando crianças.

    2) O salário que ganhamos aqui fora tende a ser maior com que é ganho no Brasil, o custo de vida também é maior, mas isto é compensado pelo item abaixo.

    3) A qualidade de vida, normalmente é um fator importante também. Um lugar melhor para constituir família, menos violento entre outros items.

    4) Por fim, na minha época a linha de pensamento “Tudo fora do Brasil é melhor”, sempre foi muito presente. E isto vai contigo até a vida adulta. Hoje eu acredito que isto é apenas uma fantasia. Já que estamos lidando sempre com os problemas do dia a dia no Brasil tendemos a achar que outros lugares não tem os problemas que temos. Eles tem os mesmos problemas ou outros problemas, a grama do visinho é apenas mais verde quando não se vive na casa do vizinho.

    Enfim, a indústria brasileira tem sim, um potencial imenso. E se eu já não tivesse investido tanto tempo aqui fora, estaria disposto a voltar se tivesse uma boa oportunidade ai na terrinha.

    Vale ressaltar que oportunidades que saltam os olhos faltam também. Seria interassante importar talentos de fora para passar o know how que já existe e é estabelecido aqui, agregando a versatilidade e atitude brasileira.

    Foda o programa Caio. Abs

  • Rodrigo Paixão

    Caramba! Realmente, o nosso mind set ainda é muito atrasado…
    Apenas um ponto a acrescentar sobre o mercado brasileiro de games. Brasileiro não dá valor aos produtos criados aqui.
    Tudo que vem de fora, tende a ter mais valor.
    Por este ponto, também, qual a diferença entre Gilliard da Hoplon e Gilliard da EA?
    Esta imagem de “bem-sucedido”, por trabalhar em um país de primeiro mundo, pesa muito na escolha de qualquer indivíduo.
    Excelente cast, parabéns!

  • Patrick Reis

    Parabéns pela ótima entrevista. Mas tenho um ponto, sou programador a 10 anos, recentemente investi em estudar engines, fiz cursos de Unity, Unreal, coco2D entre outras.
    Qual é o problema então para se desenvolver um jogo sozinho sendo um programador (principalmente se for de back-end)?? Por mais que conseguimos entender, codificar e fazer algo funcional, sai um jogo feio para burro, cheguei até fazer curso de Maya para tentar superar essa limitação, não sei se é uma limitação minha, mas programadores não tem um Q artístico muito apurado, se alguém tiver a ideia de desenvolver um game seria bem interessante fazer em parceria com algum design ou alguém que tenha um ponto de vista mais artístico, ai você entenderá os conceitos mas focaria no que tu é bom de verdade. Apenas minha opinião de merda.