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A E3 está ali virando a esquina, mas antes dela chegar ainda temos tempo para mais um Vértice cheio de sabedoria das ruas, discussões de joguinhos de memes do Bambam.

Neste episódio, André tenta passar de ano em Danganronpa, Corraini perde sua alma para Clash Royale e todos, incluindo o Sushi, discutem o apelo e o sucesso incontestável de Overwatch!

Também discutimos os anúncios que queimaram a largada da E3, como Agents of Mayhem e FIFA 17, a grande piada que está se mostrando ser Mighty No.9, o adiamento de No Man’s Sky ou “como a humanidade não presta” e os mais recentes rumores das novas versões do Playstation e Xbox.

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Trilha do Podcast

  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “The Room Where It Happens”, de Hamilton

Blocos do Podcast

  • Overwatch: 00:05:57
  • Clash Royale: 00:27:16
  • Danganronpa: 00:37:43
  • Semana Pré-E3: o Filme : 00:51:24
  • Mighty No.9: 01:09:26
  • No Man’s Sky e a humanidade: 01:15:49
  • Neo vs Scorpio: 01:20:57
  • Bem que podiam ter falado do Total War: Warhammer que foi um sucesso absurdo de vendas além de trazer o Total War para um universo de fantasia que faz você babar ao ver as batalhas.

  • Pingback: Vértice #75: As Regras da Rua | Podflix()

  • Outrem

    Não vou dar spoillers da Danganronpa, mas vou falar umas coisas. Profundidade nos personagens o 2 melhora um pouco, mas o 1 não tem muita coisa. Pra compensas, o jogo sabendo que é clichê e que não vai além disso, ele tira proveito pra esconder fatos do big picture (quem é o psicopata controlando o monokuma e qual seu objetivo), ex: tem uma fala no cap. 1 que vocês provavelmente já esqueceram de tão solta e ignorável que ela parece ser, até vc chegar no capítulo final do true ending e descobrir que aquela frase é uma das mais importantes do jogo. Deixar uma peça chave do mistério camuflada no meio da história é regra em boas histórias de mistério, então isso não é nada de mais, embora ainda seja foda.

    PS: pra quem tá reclamando das mãos simples do danganronpa olha essa monstruosidade:

  • Douglas Marques

    Como o console gasta muuuuuuuuuuuuuuuuito menos que um PC com a mesma performance de um console? Jogos são mais baratos, steam sale, não paga pra jogar online. A diferença de gasto em hardware é de 200-300 reais que você recupera na compra de 2-3 jogos (média de 150 PC e 250 console). A não ser que ele esteja falando especificamente de VR, apesar que nada impede também de alterar propriedades gráficas dos jogos para rodar da mesma maneira que no console.

    • Sushi0

      Quando falamos essa parte do muuuuuuuuuito a gente tava falando de gasto de energia elétrica. E sim, a gente tava falando de custo beneficio de rodar bem algo em vr e mesmo os pcs que pedem o minímo ainda é bem caro.

  • Realmente Clash Royale tem esse problema de pagar pra ganhar mais facilmente, mas ow eu estou na arena 7 (a penúltima) e nunca gastei um centavo com o jogo. Se você pegar a manha de como fazer as coisas, fica tranquilo e é COM CERTEZA o melhor jogo já feito para smartphones. O negócio é não encanar demais em passar rapidamente de nível. Vai jogando de boa até conseguir os quatro baús de tesouro e deixa. Vive sua vida, abre os tesouros e joga as batalhas diárias para conseguir o baú especial. Depois fica de boa de novo até o próximo dia. E assim vai indo. Deixe seu Clash Royale livre, se ele te dá um baú mágico é porque ele realmente te pertence.

    • Bruno Alves Siqueira

      Concordo, eu desisti de jogar, estava chegando na arena 4, foi quando percebi que esse jogo segue a mesma regra de todos os jogos com microtransações: “Ou gasta dinheiro ou gasta tempo”. Mas da sim para passar pelas arenas só que vai gastar tempo.

  • Eu queria ouvir a opinião de vocês sobre o Danganronpa já faz um bom tempo, e quando enfim um dos jogabilideiros resolveu testar um jogo da série, foi triste de ouvir, pelo menos no começo. “Cópia de Persona”, sério? Não vi nada que me fizesse ligar os dois jogos.
    O estilo dos personagens, eu gostei bastante, mas isso é pessoal, né, não dá pra forçar alguém a gostar de algo.
    A história, se é pra dizer que é copiado, não falem que é de Jogos Vorazes, porque a temática de alunos matando alunos já é bem antiga no Japão, vem lá do Battle Royale, em 1999 (aliás, recomendo lerem o mangá ou o livro se tiverem um tempinho, é bem bacanudo).
    O que vocês falaram sobre os personagens serem bem bidimensionais, bom, isso eles são mesmo, clichezão de anime, eles são definidos pela habilidade deles e a garota que é a melhor artista marcial é bem burra e só sabe resolver as coisas na porrada e coisa do tipo. Maaaaaassss, alguns momentos isso vai causar uma pequena surpresa porque você acha que sabe tudo sobre aquele personagem pelo pouquinho que conhece dos estereótipos, (tipo no segundo capítulo) e no segundo jogo isso é bem mais usado, e os personagens costumam ser mais “humanos”.
    Já o anime é mal falado mesmo pelos fãs, eu não assisti mas já me recomendaram a nem ver.
    Não sei se vou conseguir acompanhar a cobertura da E3, infelizmente, mas tô com bastante expectativa de ver o que vai sair e os comentários de vocês.

    • André Campos

      Mas nós citamos Battle Royale quando comparamos!

    • Outrem

      Eu assisti ao anime antes de jogar o jogo, então sou suspeito pra falar. Mas uma coisa que posso garantir é que em questão de história o anime é tão fiel que você poderia assistir ao anime e ir jogar direto o 2 (embora eu não o recomende principalmente pela parte da jogabilidade, a curva de dificuldade do 2 praticamente começa de onde o 1 termina, se vc não estiver acostumado vai ter bastante dificuldade em jogar o 2)

  • Patrick Reis

    Otimo Cast como sempre. Só queria dizer que após ouvir o cast, joguei dinheiro na tela do PC.. e comprei OverWatch. Como faz para adicionar os jovens senhores no battle.Net para aquela partida marota de OverWatch??
    E uma pergunta, por que no “Sobre” do site, não tem nosso querido menino Corraino??
    Rick, tu vai estar presente na final do CBLOL dia 9??

    Quando vi o novo cabelo do corra, só lembrei dessa pessoa :
    http://www.wired.com/wp-content/uploads/2015/11/cibele3-1024×576.jpg

  • Antonio Souza Junior

    Concordo com vocês sobre o FFXII, eu nunca zerei…. porque a história é muito whatever…
    mas o jogo em si é muito bom, ano passado voltei jogar só por conta das mecânicas de luta é muito divertido.