“Procurem a porta marcada por um「9」.”

Após acordarem presos num luxuoso navio, André Campos, Eduardo Sushi e Caio Corraini encontram o misterioso Erick Seika, que diz vir das terras distantes do Overkill. Juntos, eles tem três horas para cooperar e tirar suas raízes digitais para tentar desvendar os mistérios e chegar ao final verdadeiro de 999: Nine Hours, Nine Persons, 9 Doors.

Discutimos tudo o que fez do primeiro jogo da trilogia Zero Escape um dos visual novels mais bem sucedidos no ocidente, os méritos de Kotaro Uchikoshi como escritor, o valor dos puzzles de Escape Room, a árdua tarefa de criar e apresentar nove (oito?) personagens interessantes e as muitas, muitas revelações, reviravoltas e segredos dessa ambiciosa história.

Campos morfogenéticos, previsões de desastres, glicerina cristalizada, ratos inteligentes, o cérebro humano como um dispositivo de exibição, pessoas que se molham em elevadores… O que é verdade, o que é mentira? Em quem podemos confiar? E por que diabos a Lotus está vestida daquele jeito?

Aviso: Os primeiros 40min do podcast não possuem spoilers. Há um aviso quando eles forem começar.

Tá No Seu Turno!

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Trilha do Podcast

  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “Trilha Sonora de 999”, por Shiji Hosoe
  • “Eclipse Apocalypse”, do OCRemix

Blocos do Podcast

  • 0:03:32: Introdução à Visual Novels e Kotaro Uchikoshi
  • 0:17:44: Premissa de 999
  • 0:24:15: Apresentacao dos Personagens
  • 0:41:18: As Regras do Jogo
  • 0:54:30: Portas 4 e 5
  • 1:25:03: Portas 3, 7 e 8
  • 1:49:56: Portas 1, 2 e 6
  • 2:08:45: Safe Ending
  • 2:25:54: True Ending
  • Edmilson Rocha

    IT’S HAPPENING!!!

  • Mateus Oliveira

    Yes!!!

  • Itallo Alexsander da Fonseca

    999 é um dos meus jogos preferidos ever, queria um DASH sobre ele há anos.

  • Jabez Asafe

    Nunca joguei o 999 nem seus sucessores, mas mesmo assim vou escutar o dash pq sei que não vou jogar tão rápido.

    • Warley Rocha

      Não kra não faz isso

      • Jabez Asafe

        Esse jogo tem tradução? Pq se tiver blz, jogo essa semana e depois escuto o dash, mas se não tiver ferra pq não sei inglês tão bem assim.

        • Warley Rocha

          Não tem tradução mesmo não. Falei só por que o jogo fica muito melhor sem spoiler. Mas o inglês é importante mesmo. Abs

          • Jabez Asafe

            Ok, então vou esperar sair na steam.

        • Lucas2099

          Já eu sei inglês e escutei de teimosia mesmo. Me arrependi pra caramba :

          • Outrem

            Eu só não me arrependi porque não tenho um DS, e não compraria só pra um jogo, e já tem mais de 5 anos, teve sequência, então não vou ficar de mimimi com spoilers. A essa altura em que eu tive tanto tempo pra poder jogar e já ouvia falar sobre ele, reclamar agora seria frescura minha.

        • William Vasconcelos

          Não tem tradução, mas, como eles disseram no podcast, vai ser lançado pra Steam em breve. Quando o 999 sair por lá, eu tô querendo muito juntar uma galera pra traduzir esse jogo pro português.

          Mas sério, se guarda pra ter essa experiência jogando. Esse jogo é daqueles que eu gostaria de apagar minha memória sobre, só pra poder jogar novamente como se fosse a primeira vez. Sinto inveja de você.

    • William Vasconcelos

      Não tem tradução, mas, como eles disseram no podcast, vai ser lançado pra Steam em breve. Quando o 999 sair por lá, eu tô querendo muito juntar uma galera pra traduzir esse jogo pro português.

      Mas sério, se guarda pra ter essa experiência jogando. Esse é um daqueles jogos que eu gostaria muito de apagar minha memória sobre ele só pra poder jogá-lo pela primeira vez novamente. Sinto inveja de quem pode fazer isso.

  • Warley Rocha

    Muito bom o cast. Ficou muito bom. No final do 999 eu fiquei bem confuso e tinha entendi apenas que o junpei estava transferindo a informação para a a Akane. Mas com a explicação de vocês o final do jogo ficou 200 vezes melhor. Muito bom. Continuem com o ótimo trabalho.

  • Pingback: DASH #69: Zero Escape: 9 Hours, 9 Persons, 9 Doors – Podflix - Jogabilidade - Podcast()

  • MTrulin

    A entrada do Dash, para mim, sempre é foda xP

    No mais, um otimo cast

  • Nacib Véio

    Caracaaaaa! Eu não tinha feito essa ligação das duas telas com Junpei x June. Puta que pariuuuuuuuu!

  • alvaro

    jogabilideiros o motivo da lótus ter 8 pétalas nas artes relacionadas ao budismo é porque no budismo a um conceito chamado as 4 nobres verdades e a quarta nobre verdade é o caminho óctuplo que são as 8 passos para alcançar o nirvana(não a banda) ouvi até agora e o podcast tá fantástico não parem

  • Lucas2099

    É, eu deveria ter confiado e não escutado a parte com spoilers.
    Pensei: “Ah, joguinho de visual novel cheio de texto, nunca vou me interessar”. Me lasquei bonito :

    Fica aí um aviso aos navegantes para confiarem e jogarem 999.

  • Tayla Olandim

    Quando vcs falaram sobre a popularidade dos visual novels no Japão (me pergunto se essa popularidade estende-se a outros países asiáticos ou se fica só no JP mesmo…) deu um estalo em mim. Será que poderíamos dizer que os Visual Novels são os Adventure Games japoneses e, se sim, o que fez o gênero “morrer” por aqui e ser um sucesso por lá? Temos o aspecto dos puzzles escalafobéticos como os de Gabriel Knight 3 e o pixel hunt que muitos adventures se tornaram, mas será que é só isso? Tenho minhas dúvidas.

    De qualquer forma, bom trabalho, gente. Ótimo Dash!

    • Outrem

      Normalmente adventures não tem muito tempo de texto direto como VNs, e quando tem não é estático, é uma cutscene ou animação do tipo, sem falar que tem muita mecânica no meio, enquanto VN as mecânicas são detalhes, o foco é bem na história mesmo, quando vc não tá falando com alguém vc navega em menus, em adventures vc anda pelos cenários, normalmente.

      • Tayla Olandim

        Sim, sim, eu sei. Eu entendo que são dois gêneros diferentes. O que eu quis dizer é, guardada as devidas proporções, será que eles não possuem paralelos uma vez que os dois são centrados e movidos pela história ao mesmo que possuem mecânicas de interação “menores/superficiais”? A mecânica dos adventures tradicionais são, basicamente, achar itens no cenário, ir de ponto a ao ponto b através de telas (normalmente) estáticas e tentar adivinhar qual é a solução para um puzzle (preferencialmente de forma lógica, mas, as vezes, tmb por tentativa e erro). E, se vc tirar esses puzzle, os adventures são basicamente texto (Narração/voice acting é texto narrado. Continua sendo texto da mesma forma, não? E só é narração pq, na era de ouro dos adventures, eles davam dinheiro. Como os meninos disseram, VNs são jogos econômicos.).

        Agora, se pegarmos um “The wolf among us”, que é um adventure mais recente, as partes que possuem “mecânica” são mínimas. Elas se limitam a escolhas, QTE e andar de uma lado para o outro em um cenário fechado. Sendo que, se os QTEs não estivessem inseridos no jogo não faria quase que diferença nenhuma para o flow da história e do jogo. O inventário mesmo está lá só para dizer que está. Até esquecemos que ele existe.

        E essa questão de “andar pelos cenários” é relativa. Em VNs do estilo dating sim você também “anda” pelo cenário. Escolhe se vai na biblioteca/ginásio/trabalho/etc ou se vai sair com sua waifu/husbando e por aí vai. De certa forma você está “andando” pelo cenário também. A diferença é que, nos adventures, por serem normalmente em terceira pessoa, o jogador vê o personagem/avatar na tela. Não sei se essa habilidade de ver o personagem caminhando de um canto ao outro do cenário é uma característica tão definidora do gênero assim…

        Enquanto eu escrevia esta resposta me veio um exemplo na cabeça: Vamos pegar a série Phoenix Wright. Ele é um adventure ou um VN? Nele nós temos uma bela quantidade de texto, fazemos “pixel hunt”, temos inventário e mecânicas de análise e combinação de itens. De certa forma nós temos puzzles. Se pegarmos o Phoenix Wright Spirit of Justice ele deixa de ser um VN só porque possui cutscenes animadas? E o spin-off do Miles Edgeworth no qual nós podemos controlar o Edgeworth em terceira pessoa? Qual o gênero dele?

        • Outrem

          Nunca joguei Phoenix Wright porque não tenho DS, mas entendi seu argumento. De fato, danganronpa você também anda pelo cenário e fica pegando itens pra levar de um canto pro outro, nesse sentido ele é um adventure simplificado, já que há um botão para mostrar itens interagíveis, e não ter pixel hunt, e com um botão você faz tudo, você não clica pra depois aparecer 4 opções de interagir com o item, o personagem já faz tudo de uma vez.

  • Outrem

    Não sei de onde o Corra tira que Danganronpa tira regra do nada. A única vez que o monokuma muda uma regra é quando uma personagem pergunta “se eu tenho que matar alguém e não ser pego, então eu posso matar todo mundo pra ninguém descobrir?” e aí o monokuma muda a regra pra “você só pode matar no máximo 2 pessoas” porque senão não teria jogo.

    • Concordo, o que ocorre é que novas situações podem adicionar novas regras, mas não mudá-las. Mas já que estamos falando da série, apesar de adorar os dois jogos e estar acompanhando os animes, eu odeio a história. Não a história dos personagens, mas a grande história, a relação maluca entre esperança e desespero parece forçado, acho que o escritor não achou uma solução realmente boa para colocar os personagens lá e criou essa história. Tanto é que no 3 não será neste universo.

      Outra coisa: só eu fiquei puto com o fato dos personagens do 2 não serem os mesmos do 1, apesar de serem cópias descaradas? O Nagito não ser o Naegi é ridículo!!!! O que acham?

      • Haru Nakubo

        (SPOILERS DE DANGANROMPA 2)
        Em que sentido você fala?Em termos de aparência?A primeira vista sim,eu concordo. Porem com o passar do tempo achei genial.Ele, o Nagito, se coloca em uma posição de amizade pelo comportamento dele em relação ao protagonista e ainda pela forma como ele é desenhado com uma aparência que lembra muito o protagonista do 1 primeiro jogo,deixando, o jogador, com a guarda baixa mas ainda com uma pulga atrás da orelha pela semelhança gritante.Acho que a ideia é fazer um Naegi negativo,quase uma paródia, devido ao Nagito ser maluco por “esperança” e de ser achar azarado. Para depois, com o passar o tempo, descobrirmos a suas verdadeiras cores.Culminado no melhor caso de DR, na minha opinião, pelo ótimo uso do quirk do Nagito e desfecho. Mas essa é a única semelhança gritante em relação os personagens dos jogos que eu lembre.Eu gostei de serem diferentes. Já que os personagens de DR são definidos pelo o seu quirk ,ter o mesmo cast com os mesmos quirks no segundo jogo é bem possível que desse uma cansada de ver a mesma dinâmica entre eles.temos que lembrar que ambos os jogos são meios longos. Acho bom que eles tenham arriscado e renovado o cast e não terem jogado na safe zone com o pessoal do primeiro jogo. Levando em conta o payoff, pelo menos para mim, que foi um cast ainda melhor que o primeiro, e com os meus personagem de preferidos de DR,(Nanami,Nagito,Kuzuryu e o Gundham) acho que foi um risco de valeu a pena.
        E eu concordo com você,essa dualidade desespero e esperança é a coisa mais estranha de DR.Fora isso os jogos são muito bons.Por mais que eu goste muito mais do 2.

        • Outrem

          É, o cast do 2 é uma trapaça divertida para manipular você brincando com suas expectativas, como se o monokuma estivesse rindo da sua cara. Mas isso também acabou permitindo os novos personagens terem mais camadas de personalidade que os do primeiro.

          Quanto ao danganronpa 3, vai ser no mesmo mundo, só que não terá mais nada haver com a academia da esperança. Pelos trailers dá pra identificar a menina de cabela verdo do spin off de tiro, o Ultra Despair Girls. Parece que vai ser que nem Dark Souls 2 com o 1, em que a história principal é continuação da side quest da DLC, e não da história principal, e Drangleic é tão distante de Lordran que a história do 1 não afeta tanto o 2.

          • Haru Nakubo

            Não tinha parado para pensar em DR 3 dessa maneira.Bem interessante.
            Mas sobre o que você falou em relação ao Corra e o que ele disse, como eu não ouvi o podcast pois quero jogar de novo 999,mas acho o que ele pode ter dito é que enquanto Zero Escape coloca as regras desdo começo e só faz brincar com elas com o decorrer do jogo, não as de fato muda, DR muda um pouco elas com o passar de jogo e, o que pode ser o problema para ele, é a sensação que o Monokuma pode mudar a qualquer momento as regras para acomodar as vontade deles.
            O que para mim não é algo necessariamente ruim, principalmente por que a função do Monokuma é causar desespero nos jogadores e mudar as regras pode levar a isso, porem pode também levar ao jogador a perder o contato com a verosimilhança mundo do jogo já que as regrar são inconstantes.O que, de novo, pode ser a intenção do escritor mas não sei se até que ponto em DR isso vale a pena para a história como um todo.

          • Outrem

            Mas o monokuma não muda as regras, tirando o caso que eu citei, essa é a questão.

  • Fiquei muito empolgado pois essa é uma das minhas séries favoritas. Joguei há pouco o Time Dilemma e achei horrível o twist do final. Nunca imaginei que seria tão ruim. Além disso, só o 999 passava uma sensação real de violência, nos outros dois, por não terem bombas nem a correria das portas, o impacto sempre pareceu menor. O que acham?

    • William Vasconcelos

      Concordo. Depois de tanta espera e expectativa, o ZTD não vingou, infelizmente.
      Fora que eu já tinha deduzido um dos twists do jogo antes dele lançar, e o jogo deu dicas gritantes desse twist antes dele acontecer.

  • inominavel

    Adorei o DASH, ouvi sem ter jogado, mas não me arrependo, pois fiquei muito intrigado conforme o cast foi se desenrolando, poré tem uma coisa que ficou me confundindo muito durante o cast, não sei se aconteceu com os demais ouvintes, mas eu ficava muito confuso quando falavam Akane ao invés de June, e falavam June ao invés de Akane, lá já no final do cast é que fui me acostumar, mas fica citando a personagem ora como no japonês, ora como no inglês era muito confuso, ai eu ficava sem saber as vezes a quem se referiam na história, teria sido bom se escolhessem apenas uma das versões para se referir ao personagem durante vocês iam contando história.
    No mais excelente cast !

    • Fabiano Castro

      Não é nome da localização do japonês e do inglês. Akane é o nome real dela, June é nickname que ela recebe. Ela é chamada das duas formas na história.

      • inominavel

        Entendi, mas ainda assim foi confuso pra mim, já que tirando o protagonista, ninguém mais sabia o nome dela, então ela deve ser mais referido no jogo como June e não como Akane, to certo ?

  • Fabiano Castro

    Tenho uma solução pra dublagem do jogo funcionar

    Zero: O objetivo no jogo nonário é passar da porta 9.
    Jumpei: que?
    Zero: Exatamente.

    • Whateverman

      Encontramos o lider da eguipe de dublagem!

    • Lucas Santana

      Huahauhauahuahua, só fui entender depois que terminei de ouvir o cast XD

  • SmokeE3 .

    Atualmente não gosto de jogos visual novel (talvez no futuro) então vou ouvir o programa.

  • Pedro Guilherme

    Parabéns, jogabilideiros! Esse foi um dos melhores DASHs (junto com o de Dark Souls, To The Moon e o de Uncharted 4) que ouvi, tenho certeza que irei ouvi-lo mais de uma vez no decorrer do ano. A pesquisa de vocês realmente rendeu, diversas coisas mencionadas por vocês eu nem tinha ideia, por mais que adore 999.

  • Armoderic

    Para não tomar muito spoiler, só escutei mais a primeira parte – sobre o porque o gênero de visual novels se desenvolveu tanto no Japão, talvez uma explicação esteja que devido a natureza da linguagem japonesa, através os kanjis, em que cada caractere pode ter múltiplos significados, eles podiam desde muito cedo, quando consoles e computadores ainda tinha fortes limitações técnicas e de armazenamento, ter jogos com muito mais “texto” mesmo usando pouco caracteres (nota: enquanto isso no ocidente, mesmo rpgs tinham durante muito tempo a maior parte do “texto” no manual, na real, haviam alguns rpgs que o “texto” inteiro estava no manual*).

    Isso permitiu a eles terem desde cedo jogos com narrativa e texto**, vide por exemplo alguns episódios do Gamecentral, que o cara joga uns jogos de nes (ou snes, não lembro direito) que são uns adventures bem complexos para a época. Falando nisso, Visual Novels são o caminho pelo qual adventures continuaram existindo no Japão (tenho quase certeza que há um texto do hardcore gamer 101 sobre isso, não lembro se no site ou naquele livro deles sobre adventures). Alias, tem um tumblr bem interessante – o http://fmtownsmarty.tumblr.com o cara posta várias imagens de adventures japoneses e outros jogos relacionado bem antigos (nota: de vez enquanto é meio NSFW)

    * Literalmente, tipo ao invés de uma descrição/dialógo de algo, havia apenas um “leia a página tal do manual”.

    ** Tem um episódio do extra credits que eles falam sobre as diferenças sobre wrpgs e jrpgs onde eles comentam sobre isso.

  • Ícaro Melo

    Eu sempre tive um preconceito fudido com Visual Novel, depois desse Dash, comecei a rever meus conceitos, despertou um interesse por esse tipo de jogo.

  • Dario Lima

    Fiquei muito feliz de finalmente sair esse DASH. Perdi a conta de quantas vezes pedi ao Corraini um programa sobre Zero Escape pelo Twitter.

    Agora, a pergunta que não quer calar… vai rolar um sobre VIRTUE’S LAST REWARD também? (please, say so!)

  • Marcelo C S Martins

    Há muito tempo eu queria um cast sobre 999!! O cast ficou muito bom! Vocês detalharam bem a história, foi muito bom para relembrar algumas partes que eu não lembrava tão bem. E deu pra ver que vocês pesquisaram muito sobre os vários assuntos interessantes que o jogo aborda, eu não tinha ido atrás e não sabia que várias dessas coisas são verdadeiras. Concordo com vocês que o VLR e o ZTD não são tão bons, mas não sei se eu fui com muita expectativa já que eu achei a história do 999 tão incrível,

  • @zabuzeta <3

  • Lincom Ramos

    Cristalização? Alotropia? Diferentes alótropos do carbono e do gelo?

    Nunca esperei ouvir vocês citarem num cast estes tópicos que só vejo na faculdade! kkkkkk

  • Aurélio Dantas

    Para aqueles que tem curiosidade sobre o 428: Fūsa Sareta Shibuya o jogo do Nakamura que recebeu 40/40 na Famitsu, você consegue um fragmento da história do jogo na sequência dele chamado Canaan que é um anime em 13 episódios, que mesmo sendo uma sequência ao jogo, tem uma história fechada dentro dele.

  • Marcos Neguéti

    Pessoas!
    Gostei do jogo até onde eu ouvi o Podcast, ou seja, até antes de começarem os Spoilers. Quero muito jogar, mas eu estou com dúvidas. São quantos jogos que compõe a série?
    Por qual devo começar? E por ultimo, só tem pra DS e IOS?

    A propósito, ao escutar e a descrição do Corraini do cara com a máscara, pensei nos Ghost People do Fall Out – New Vegas, e vendo o head do episódio percebi que são bem parecidos.

    Por favor me tirem essa dúvida pois quero muito jogar esses jogos!

    • André Campos

      Comece pelo 999. Só tem pra DS e iOS por enquanto, ano que vem deve sair para PC.

    • Acácio Melo

      Fora o 999 tem o Zero Scape: Virtue’s Last Reward (3DS e Vita), e o Zero Time Dilemma (3DS e Vita).

  • Carlos Junior

    Pra quem estiver interessado, tem uma entrevista com o Chefe de Localização da aksys (Ben Bateman) sobre a localização do VLR. https://www.youtube.com/watch?v=T-bn8elaDg8

  • Bruno Oliveira

    Pessoal desculpa se eu me distraí em algum momento, mas esse jogo está localizado em PTBR no 3DS também? Estou afim de ouvir o ep todo mas tô com medo de muitos spoilers.

    • André Campos

      Não, ele não está localizado em PTBR em lugar nenhum, infelizmente.

  • Lucas Santana

    Um dos melhores DASHs já feitos! Joguei esse joho a muito tempo atrás, talvez eu volte a jogar no meu DS XD

  • tiagocartum

    Apos ouvir esse cast… ONDE EU ACHO ESSE JOGO!?? Não tenho DS e não ele n encontra na eshop do 3DS

    • André Campos

      Pois é, pra jogar no 3DS eu comprei o cartucho. Você encontra por 180 a 200 reais no Mercado Livre.

      • tiagocartum

        Infelizmente ai fica muito caro. N é o ideal.. mas vou esperar o lançamento p PC. Ou… outros meios

  • ArayaK

    Não sei se está nos planos fazer um Dash para os outros 2 jogos da franquia, mas como fã dela e do trabalho de vocês, quero deixar aqui o meu “Muito Obrigado!”. Saibam que fizeram alguém muito feliz com esse podcast.

  • PrimeRaziel

    Quero MUITO escutar esse dash porém não joguei o 999, só seu sucessor do 3ds, o Virtue’s Last Reward, que é de longe um dos jogos que eu mais amo.
    Obviamente que já fui spoilado pelo sucessor, mas quero guardar tudo (Emoção de terminar o 999 + dash) pra depois, visto que o 999 ta com um preço bem não-camarada

  • joão bidu

    Alguem tem recomendações de visual novels com tradução ou de terror?

    • Armoderic

      De cabeça que eu lembre e tem no steam (traduzido para o inglês):

      Com temática de horror – Higurashi, Corpse Party (Não é exatamente uma visual novel, mas…), CUPID (gratuita, não é exatamente de terror, mas tem elementos)

      Outras: Clannad, Hate Plus, Analogue, World End Economica, Narcissu (gratuita), Notch: Innocent Luna, Hatoful Boyfriend, Danganronpa.

  • Francisco das chagas

    alguém viu cachorro ali?