Você que procura a iluminação ante as diversas mazelas da existência, que anseia por trilhar caminhos menos tortuosos em busca de uma presença confortável neste plano astral, que suplica por uma migalha de sabedoria no átimo mais importante de uma rotina desregrada… Você veio ao lugar certo.

No Linha Quente, este nosso novo canal de sapiência e muita streetwise (todos tiramos vinte no dado e somos os Lordes das Ruas), responderemos todas as suas questões sobre qualquer assunto.

É sério. Qualquer um.

Neste vigésimo quarto episódio, oferecemos um pouco de nossa extrema erudição sobre assuntos que passam por escolhas mágicas envolvendo comidas, viagens, troca de corpos com fins de enriquecimento instantâneo e o primeiro amor!

Abunde-se em um lugar confortável e esteja preparado(a) para expandir os horizontes de sua mente!

Tem alguma dúvida insaciável?

Basta clicar aqui e enviar sua pergunta.

Links:

Trilha do Podcast

  • “Tiger Balm” por Bob Bradley/Noel Dennis
  • “Early Summer” por Miami Nights 1984
  • “Last Embrace” por Makeup and Vanity Set
  • “Dust” por M.O.O.N.
  • “Elevator of Love” por Miami Nights 1984
  • “Turing Sequence” por Makeup and Vanity Set
  • “Plus Four” por M.O.O.N.
  • “On the Run” por Miami Nights 1984
  • “Memory Cycle” por Makeup and Vanity Set
  • “Delay” por M.O.O.N.
  • “Sunset Cruise” por Miami Nights 1984
  • “Senses Dynamics” por Makeup and Vanity Set

Blocos do Podcast

  • Primeira pergunta – 2:12
  • Segunda Pergunta – 10:52
  • Terceira Pergunta – 23:22
  • Quarta Pergunta – 31:24
  • Quinta Pergunta – 39:41
  • Sexta Pergunta – 43:50
  • Gabriel PS

    Minha primeira paixão foi minha vizinha. Eu tinha 5 anos e ela 12 (DOUZE!). Passava o dia inteiro na sacada esperando ela aparecer também. Aí quando ela enfim aparecia, ficava tímido e corria pra dentro de casa. Ela morreu aos 15, caindo do oitavo andar em que a gente morava.

    (Mentira).

    Mas teve uma situação merda, quando minha mãe vendo que eu não saía da porra da sacada por conta da garota, convidou ela pra ‘me’ visitar.
    Que situação merda. Eu, pivete, estremecendo de vergonha sem saber o que fazer, sem conseguir arredar o pé da sala de estar e a guria brincando com minha irmã sem entender nada; até cansar e ir embora.

  • Daniel Neves Araujo

    Nossa mas eu escolheria a questao de transporte de graça FÁCIL. No dia a dia deixaria sempre meus podcasts em dia, não teria carro, só andaria de Uber e afins, e em todas as ferias iria pra algum destino interessante, e no tempo longo de duração da viagem colocaria em dia séries filmes mangas etc. só precisaria ter internet durante esse tempo :p

    Sobre viagem estou planejando desde já ir pro Japão em 2020 ver as olimpíadas e também visitar o interior além de Tokyo.

    Sobre evitar o 11/09, tem um livro muito bom do King que virou até série: 11.22.63, em que o personagem volta no tempo e tenta evitar o assassinato de jfk, é uma boa sugestão pra um futuro fora da caixa se alguém de vocês se interessar.

    Essa pergunta me lembrou dos olhos do shinigami, e assim como o Light, eu não aceitaria, é muito complicado viver como criança, mesmo tendo o conhecimento, e viver só até os 30 não é nada, não vale a pena.

    • Mikael de Freitas

      A série é realmente muito bom, minha preferida desse ano, merecia uma citação em algum fora da caixa.

  • Julio Cesar

    Transporte de graça é muito melhor, você não precisa necessariamente ir pro Japão direto, eu faria assim: Ia pra um país próximo, Chile por exemplo, e ficaria um tempo por lá e depois viajaria pra outro país próximo, até chegar no Japão.

    • slashrick

      Estadia não é de graça. =p

  • Arthur Ruiz

    A questão da viagem tem um pequeno detalhe: qualquer meio de transporte é gratuito e tem seu tempo de viagem triplicado. Em cidades só viajar de helicóptero e se ta a mais de uma cidade de distância, jatinho. TCHARAM.

  • Ramon Nogueira da Silva
  • tiagocartum

    Putz, me identifiquei com a primeira pergunta.
    A primeira mulher com quem me apaixonei foi Priscila, conheci na terceira série e estudei com ela ate a quarta. Mudamos e escola e ficamos sem se ver por anos, até q em 2012, uns 15 anos depois q cada um foi p seu lado, nos batemos numa formatura, ficamos, e hoje estamos noivos =D.
    Sem essas tragédias ai de vocês.. hehehe. APenas um final feliz

    • Lucas Santana

      Que foda cara! Já no meu caso, a primeira garota que gostei só gostava de mim como irmãozinho mesmo. Não fiquei triste, mas aliviado de poder seguir em frente. Hoje corto o cabelo na casa da mãe dela e ela tem uma bebê muito lindinha!

      • tiagocartum

        Po amizade e economia com o cabelereiro. Isso também não tem preço =D

  • Lincom Ramos

    Sobre a história do primeiro interesse romântico do André, não consegui evitar de imaginar que a menina teria meramente se mudado de escola/cidade e os professores teriam criado a história do acidente para os demais alunos entenderem a importância de se usar cinto de segurança kkkkkkk

  • Lucas Santana

    Sobre o moço que gosta do amigo, aconteceu o seguinte comigo:

    Meu amigo disse pra mim que gostava de mim. Eu não podia dizer o mesmo, mas mesmo assim somos amigões até hoje, ele vem na minha casa e tals, jogamos, saímos com nosso grupo… acho que vem muito mais de você se entender e aceitar algo que não vai rolar e partir pra outra, mas pra isso você não precisa cortar laços com ninguém.

    • André Campos

      Concordo. O lance do cara que fez a pergunta é que aconteceu essa primeira parte que você falou, mas ele ainda continua obcecado com essa ideia. E isso não faz bem.

  • Patrick Reis

    Eu fui no maidreamin, foi uma experiencia unica não tem nada de errado não.. kuma burguer com muito Moe. Japão é muito amor S2.

    • Patrick Reis

      Kuma Burguer

    • Lucas Santana

      Lugar bem iluminado, vai até senhora de idade.

  • Henrique Tavares

    Nossa, que história essa do André na primeira pergunta. Eu seria transtornado até hoje por ter um coleguinha do primário que morreu em um acidente 🙁

  • Henrique Tavares

    Sobre voltar no passado, vão aguentar viver de SNES e PS1 tudo de novo, e quando chegar nos dias de hoje novamente morrer e nunca ver o que acontece com a indústria daqui uns 10 anos?

    • Sushi0

      Claro, tem muito jogo dessas gerações que eu quero jogar e não posso por falta de tempo, sem contar os excelentes que eu quero rejogar. E cara, morto não se preocupa com nada, muito menos com indústria de joguetes.

      • Henrique Tavares

        Morto não, mas a pessoa viva que vai tomar essa decisão sim. E não só os jogos que gostamos que vamos ter que esperar serem lançados novamente, uma eternidade até jogar novamente, em uma indústria onde sabemos todos os passos e quando estamos chegando na época de ver COISA NOVA, pá, morreu. Além disso, a mesma coisa todos os filmes e séries e livros, ficando sempre limitado ao que tivesse na época, com os meios de acesso da época. Sei lá, eu não queria voltar pros anos 90 não, mesmo que fosse pra ser a pessoa mais rica do mundo, só se eu tivesse cansado disso tudo e voltasse no tempo pra viajar e conhecer o mundo ou algo assim.

  • Thais Leal

    minha primeira paixão foi o Yugi do yugioh porque o cabelo dele era estiloso, a voz dele era maneira e eu tinha seis anos :p e eu tinha várias quedinhas de duas semanas por colegas de sala o tempo todo, era uma desgraça. “Olha, o fulano cortou o cabelo e me emprestou uma lapiseira! ESTOU APAIXONADA PARA SEMPR… não pera aquele garoto ali gosta de Digimon ESTOU APAIXONADA PARA SEMPRE”, etc.
    Só fui me apaixonar de verdade, por um bom tempo, e me imaginando como seria louco namorar, pela minha melhor amiga da época (inclusive um abraço Amanda onde quer que você esteja, pena que você virou fã da Ayn Rand na adolescência rebelde). Foram uns 3 anos de paixão platônica, da quarta até a sexta série. Estudei com ela até o fim do ensino médio e como a gente foi se afastando pelos rolês da vida, a paixão foi embora (mas a amizade continua guardada naquele cantinho do peito <3 momentos felizes jogando videogame, vendo animes e falando de pseudofilosofias). Serviu pra perceber amizades, como manter poker face diante de perguntas amorosas e bissexualidade, então foi um sucesso e uma experiência bacana.

  • Carla Soriani

    Finlândia é muito amor!