JACK #19: Berserk – O Arco da Era de Ouro

2016-09-27T09:56:23+00:00 27 de setembro de 2016|JACK|152 Comentários

[vc_row type=”in_container” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”3/4″][vc_column_text] Sejam bem vindos à mais um encontro do grupo de mais garbo e elegância do mundo da discussão da arte da animação japonesa!

Neste agrupamento, a equipe de degustadores profissionais composta pelo Superintendente Rick, Barão Sushi, Califa CorrainiDitador Ivan Mizanzuk recebem novamente o falecido Raugrave André para discutir em toda as minúcias todos os acontecimentos dos filmes que consistem O Arco da Era de Ouro de Berserk!

Os três filmes contam as origens dos personagens e do mundo criado por Kentaro Miura, desde como o mercenário Guts se envolveu com o Bando do Falcão, seguindo o carismático Griffith em busca de propósito, até como tudo deu muito errado em proporções infernais quando um certo eclipse ocorreu.

Lembrando que o próximo episódio dará fim à essa temporada e sera sobre Nichijou, obra que foi combinada no início dessa temporada.

O que achaste?

A sessão do clube continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes!

Links:

[/vc_column_text][/vc_column][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”1/4″][vc_column_text][fap_track url=”http://media.blubrry.com/bilid/content.blubrry.com/bilid/jack_ep19.mp3″ title=”JACK #19:” share_link=”http://jogabilida.de/2016/09/jack-19/” cover=”http://jogabilida.de/wp-content/uploads/2015/11/jack_p.jpg” meta=”Berserk – O Arco da Era de Ouro” layout=”grid” enqueue=”yes” auto_enqueue=”yes”][/vc_column_text][vc_raw_html css=”.vc_custom_1449180476769{margin-top: 30px !important;}”]JTNDZGl2JTIwaWQlM0QlMjJmZWVkLWJ1dCUyMiUyMHN0eWxlJTNEJTIydGV4dC1hbGlnbiUzQSUyMGNlbnRlciUzQiUyMiUzRSUzQ2ElMjBzdHlsZSUzRCUyMmRpc3BsYXklM0ElMjBibG9jayUzQiUyMGNvbG9yJTNBJTIwJTIzZmZmJTNCJTIyJTIwaHJlZiUzRCUyMmh0dHAlM0ElMkYlMkZuYW9nYW1lcy5qb2dhYmlsaWRhLmRlJTJGJTIyJTIwdGFyZ2V0JTNEJTIyX2JsYW5rJTIyJTNFJTNDaSUyMGNsYXNzJTNEJTIyZmElMjBmYS1yc3MlMjBmYS0zeCUyMiUyMHN0eWxlJTNEJTIyZGlzcGxheSUzQSUyMGlubGluZS1ibG9jayUzQiUyMG1hcmdpbiUzQSUyMDAlMjAxMHB4JTNCJTIyJTNFJTNDJTJGaSUzRSUyMCUzQ3AlM0VGZWVkJTIwUlNTJTNDJTJGcCUzRSUzQyUyRmElM0UlM0MlMkZkaXYlM0UlMEElM0NkaXYlMjBpZCUzRCUyMml0dW5lcy1idXQlMjIlMjBzdHlsZSUzRCUyMnRleHQtYWxpZ24lM0ElMjBjZW50ZXIlM0IlMjIlM0UlM0NhJTIwc3R5bGUlM0QlMjJkaXNwbGF5JTNBJTIwYmxvY2slM0IlMjBjb2xvciUzQSUyMCUyM2ZmZiUzQiUyMiUyMGhyZWYlM0QlMjJodHRwJTNBJTJGJTJGaXR1bmVzMi5qb2dhYmlsaWRhLmRlJTJGJTIyJTIwdGFyZ2V0JTNEJTIyX2JsYW5rJTIyJTNFJTNDaSUyMGNsYXNzJTNEJTIyZmElMjBmYS1tdXNpYyUyMGZhLTN4JTIyJTIwc3R5bGUlM0QlMjJkaXNwbGF5JTNBJTIwaW5saW5lLWJsb2NrJTNCJTIwbWFyZ2luJTNBJTIwMCUyMDEwcHglM0IlMjBjb2xvciUzQSUyMCUyM2ZmZiUzQiUyMiUzRSUzQyUyRmklM0UlMjAlM0NwJTNFSXR1bmVzJTNDJTJGcCUzRSUzQyUyRmElM0UlM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][vc_raw_html css=”.vc_custom_1448870206131{margin-top: -25px !important;}”]JTNDYSUyMGhyZWYlM0QlMjJodHRwJTNBJTJGJTJGeW91dHViZS5jb20lMkZqb2dhYmlsaWRhZGUlMjIlMjB0YXJnZXQlM0QlMjJfYmxhbmslMjIlM0UlM0NpJTIwY2xhc3MlM0QlMjJ5b3V0dWJlLWJ1dCUyMGZhLXlvdXR1YmUtcGxheSUyMGZhLTJ4JTIyJTNFJTNDJTJGaSUzRSUzQyUyRmElM0UlM0NhJTIwaHJlZiUzRCUyMmh0dHAlM0ElMkYlMkZmYWNlYm9vay5jb20lMkZqb2dhYmlsaWRhZGUlMjIlMjB0YXJnZXQlM0QlMjJfYmxhbmslMjIlM0UlM0NpJTIwY2xhc3MlM0QlMjJmYWNlLWJ1dCUyMGZhLWZhY2Vib29rJTIwZmEtMnglMjIlM0UlM0MlMkZpJTNFJTNDJTJGYSUzRSUzQ2ElMjBocmVmJTNEJTIyaHR0cCUzQSUyRiUyRnR3aXR0ZXIuY29tJTJGam9nYWJpbGlkYWRlJTIyJTIwdGFyZ2V0JTNEJTIyX2JsYW5rJTIyJTNFJTNDaSUyMGNsYXNzJTNEJTIydHdpdC1idXQlMjBmYS10d2l0dGVyJTIwZmEtMnglMjIlM0UlM0MlMkZpJTNFJTNDJTJGYSUzRQ==[/vc_raw_html][divider line_type=”Full Width Line” custom_height=”20″][toggles][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Trilha do Podcast”][vc_column_text]

  • “Moonlight BLues”, por Bruce Maginnis
  • “Aria”, de Berserk Ougon Jidai Hen
  • “Avant la Tempete”, de Berserk Ougon Jidai Hen
  • “My Brother”, de Berserk Ougon Jidai Hen
  • “Closing Credits”, por Berserk Ougon Jidai Hen

[/vc_column_text][/toggle][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Blocos do Podcast”][vc_column_text]

  • Morte, Vida, Felicidade, Tristeza, Sofrimento, Prazer: 0:00:00

[/vc_column_text][/toggle][/toggles][/vc_column][/vc_row]

  • Vamos ouvir sobre o “Dark Souls” dos Animes! Anyone here agrees?

    *Qualquer coisa, eu edito o comentário para adicionar mais informações e opiniões sobre o que achei do cast, indo ouvir literalmente neste momento.

  • Kandongas

    Berserk é muito bom, o manga é excelente, o anime antigo é bom (dado os limites da época), os filmes são muito bons (depois que se acostuma com o 3D), mas o anime novo (2016)… esse não consigo ver. Pena também que o manga tem infinitos hiatos, agora mesmo entrou em outro. E o Miura já é um mangaka velho pra idade média de mangakas, me pergunto se ele não pensa em se aposentar.

  • Gárgula Vermelho

    Sempre adiei esse anime, por onde vale apena começar??

    • Pelos filmes comentados sem dúvida.

    • Thiago Henrique

      O ideal seria começar pelo mangá, mas você tem três opções: Mangá e depois assistir anime clássico, filme e anime atual – iniciar com o anime clássico e ir pro anime desse ano, ou assistir os filmes e assistir o anime desse ano.

      • Acho melhor começar pelo filme pq é uma forma de introduzir vc no universo, se vc pegar o mangá pra depois o filme, talvez vc acha o filme uma bosta (como muitos) por ele ser resumido demais. Agora sobre o anime desse ano eu acho que é melhor nem ver, porque aquilo é triste e afasta qualquer pessoa que não conheça previamente o fantástico universo de Berserk. kkkkk

    • Thiago Henrique

      Os filmes englobam o anime clássico mais resumido e o final da era de ouro.

    • Sushi0

      Pra assistir eu recomendaria os filmes mesmo. O anime de 97 ficou obsoleto depois dos filmes por cobrir melhor a mesma parte da história e o anime desse ano meio que continua de onde os filmes pararam, mas ele é bem ruim então eu não recomendo.
      Aí caso queira mais é só ir pro mangar que lá não tem erro.

    • VALE COMEÇAR PELO MANGÁ E FICAR SÓ NELE MESMO <3

    • Cesaeer

      Eu comecei pelo anime clássico (se você cresceu assistindo CDZ, DBZ, YUYU etc você não vai achar o traço ruim ou obsoleto, isso é frescura), depois assista aos filmes. Ou vá lendo o mangá aos poucos…

      • Gárgula Vermelho

        peguei pelo filme , vi que o mangá tá no final do eclipse

  • Finalmente! Ansioso por esse Cast desde que ouvi o primeiro Jack. Agora só falta o de Death Parade. rs

  • Conseguiram me convencer a assistir os outros 2 filmes. Parei no primeiro pelos mesmos motivos que vocês comentaram, ritmo acelerado e CG esquisita. Discordo em gênero, número e grau com o André sobre a animação de 97. Não acho que seja uma animação tosca, o traço é bem mais “fiel” ao mangá que em relação aos filmes. De fato tem aquele clima de anime dos anos 90 mas nem por isso é tosco. Tem animes da época com animação muito pior.

  • Resumão desse episódio pra quem tem a vida muito corrida:

    LEIA O MANGÁ (mas os filmes são bons)

    Fim.

    • Perfeito resumo.

      Me diz que na escola você mandava bem em resumos, Caio, seria fantástico.

  • Ricardo Ferreira

    Ótimo cast. Berserk é uma obra prima.
    A única coisa que devo discordar é quando o Mizanzuki diz que a parte ofensiva a alguém poderia ter sido tratada de outra forma. Veja, eu compreendo quando o material ofende alguém. E essa pessoa tem todo o direito de se ofender e não apreciar a obra ou mesmo de não assistir o material. Porém TUDO ofende alguém. Na minha opinião todas as cenas são feitas com o propósito de criar um sentimento X nas pessoas. O estupro, o sexo, o abuso. Mesmo que ela ofenda alguém, ela tem o valor dela, que neste caso acho ser vital para a obra. Foi aquele sentimento que o Miura quis colocar na história. No eclipse a mesma coisa. O Horror, o desespero, o estupro do corpo e dos valores. E existe uma beleza na arte de criar esse sentimento nas pessoas. Buscar formas de mudar isso é reduzir a idéia do peso que o autor colocou na trama. Nem toda obra vai agradar a todos e elas nem tem esse propósito, como diferentes estilos musicais, como diferentes jogos e tipos de filme. Raimundos ofendeu muita gente. Planet Hemp foi preso por apologia. Pollock é discutido em aulas de arte (modernismo e etc). GTA é discutido até hoje por causa da violência. Humoristas são taxados a torto e a direito se o seu humor ofende ou não.
    Nem todo entretenimento vai agradar a todos. Nem toda cena vai deixar de ofender alguém. E isso não pode ser alterado pois isso não apenas faz a arte ser reflexiva mas faz as pessoas indagarem a motivação e o saldo que cada problema, cada cena e cada violência traz na vida das pessoas. É exatamente por isso que foi colocado um trigger warning no começo do cast, não? É por isso que foram criados os selos para definir qual faixa etária deve consumir aquele material. E assim a pessoa, de acordo com a sua história, pode avaliar se o consumo da obra ofende ou não e se deve ser assistido ou não.

    Enfim, o cast foi ótimo e adoro o Mizanzuki, é apenas um ponto de vista diferente.

    • Angriest_Kidy

      Outro adento seria, quando o Corra diz que algum editor mandou o Miura colocar high fantasy, duvido muito, Acredito de verdade que o Miura faz o que quer com essa historia é muitas coisas que acontecem ele vai dando pistas bem antes na historia.
      Outra, Miura e um ser humano tão inacessível… será que o editor teria esse poder, se tivesse esse poder, porque não usaria para agilizar os trabalhos invez de impor algo na historia… etc. por isso não concordo com nosso camarada (me da benção) Corraino. =D
      Do mais. Grande cast.

      • Pedro Guilherme

        Concordo, não acho que algum editor tenha colocado idéias na cabeça do Miura.

        O maior problema desse arco que todo mundo reclama é o fato de que ele foi muito longo devido aos hiatos. A expectativa era grande pro que viria a acontecer e demorou muito pro payoff chegar, mas agora que chegou, se você ler tudo de uma vez, dá pra ver que o arco é bom. Embora, no caso do Corraini que leu de uma vez, o problema seja a dinâmica das coisas.

        Aprofundando um pouco na questão do high fantasy em Berserk… Tudo é uma ilusão. Até mesmo a arte tá sofrendo mudanças pra condizer com a superfície da realidade do mundo de Berserk nesse ponto, mas tal como a besta na mente do Guts, ali no âmago ainda está a sobriedade característica da série. No fim das contas, Berserk vai fazer o que sempre fez e nos surpreender sendo simplesmente aquilo que a obra sempre foi.

        • Joe Gonçalves

          Eu entendo que o Mizanzuki tenha ficado ofendido. Mas achei bem paia problematizar a questão da Casca, pq tudo no Berserk nesse arco teve um propósito, não foi apenas jogado ali, principalmente na noite do sacrificio em que foi feito principalmente pra impactar, traumatizar e causar tudo que é negativo no leitor.

          • Ricardo Ferreira

            Tem mais na realidade: O Griffith TEM um proposito no estupro da Casca que só é revelado depois do manga. Não é por nada. Mas infelizmente o filme para ali e nem daria para abordar a razão disso. O ponto é: Não é a toa, não é por nada e não é gratuito. Ofende? Claro, mas até ai qualquer pessoa pode se ofender por qualquer coisa, como os pais ofendidos pela piada do bebe no microndas feito no linha quente. E nós não podemos censurar obras porque ofende. Isso só danifica a criatividade das pessoas. E eu acho estranho o Mizanzuki pensar dessa forma depois de ter estudado tanto sobre religião, principalmente depois de ter ouvido ele no mundo freak falando sobre o Crowley.

      • Kirano

        Quando vi quem era e li o comentário me perguntei se era a mesma pessoa. Mas ninguém mais usaria isso. xD

        • Angriest_Kidy

          Kirano? Do vortex? voltou do inferno???

          • Kirano

            O próprio.
            Não, a internet aqui é boa, então ta tranquilo da até pra trabalhar.

      • Paulo de Tarso

        Lembrando que uma inspiração do Miura é Guin Saga, uma novel inacabada. Eu acho que Berserk vai ter o mesmo fim. 🙁

        • Angriest_Kidy

          Pois zé, eu lembro, acho que não tem tanto tempo que a Autora do Guin Saga, morreu… :'(

    • VictorHK1

      Concordo plenamente. A ideia do autor era fazer um universo dark mesmo, onde coisas horríveis acontecem e não são punidas. A idade média era assim também. Essa é a visão do autor, não é questão de ofender ou não, é esse clima do negócio.

    • ogeid

      Meu deus, articulou completamente tudo o que pensei. Bom jack e ótimo comentário.

    • Tony Horo

      Concordo completamente com o @disqus_UKIzzIsy8H:disqus.
      Acho que quando você cogita mudar uma obra feita para adultos com medo de ofender alguém, a coisa toda perde a essência. Se mangás podem ser apreciados da mesma forma que livros e outros tipos de arte consideradas “clássicas”, acho que a mídia pode e deve gerar sensações no leitor.

      Eu mesmo lembro de ter lido o capítulo bem lá no começo onde havia uma orgia satânica e fiquei bastante impressionado de ver algo do tipo em um mangá. Eu não gosto desse tipo de coisa, mas entendo que está lá com um proposito e gostei de ter me impressionado com isso, assim como outras coisas que acontecem durante o mangá.

      Ainda estou no meio do arco da Era de Ouro, e vou terminar de ler essa saga pra acompanhar essa parte animada, mas achei que seria interessante dar um parecer sobre o tema.

    • Outro ponto que fez o Mizanzuk ficar com uma ideia totalmente errada da cena ou do mangá foi que: No filme não explicam quase nada de que o próprio Gatts foi uma vítima de estupro, e que a cena de sexo entre o Gatts e a Caska que Mizanzuk disse ser totalmente dispensada e que não tinha tem sim uma necessidade e um propósito, só que no mangá…

      Ai que vai uma das minhas críticas ao filme que essa cena no filme foi só bonitinha, mas no mangá tem um certo impacto que essa cena em expecifico foi o que fez o Gatts se livrar de todo o medo que ele tinha de se relacionar com outras pessoas, ter um relacionamento aberto com outra mulher por causa de todo o abuso que ele sofreu na infância. Foi realmente uma cena pra msotrar que o Gatts era fraco e sofria com o que aconteceu com ele, até demonstrar que um homem também é fragilizado por uma coisa dessas, que no filme ficou só uma ceninha bonitinha e na minha opinião bem sem graça e sem propósito…

      E também concordo contigo e discordo totalmente do que ele disse que foi que Berserk pode ter uma mensagem machista,quando é totalmente o contrário,um dos objetivos desse arco é realmente mostrar como era a idade média,como uma mulher sofria em uma época dessas. E mesmo que venha contra-argumentar com “mas tem monstro,é um mangá de fantasia”. Não tem realmente nada a ver, porque diversas obras japonesas usam de temáticas desse tipo como Ciberpunk,high-fantasy pra debater e mostrar umas coisas que ocorrem ou ocorreram na nossa própria realidade.

      Eu entendo totalmente o ponto dele,mas discordo fortemente do que ele disse, e que gerou esse tipo de discussão porque o filme não trata disso direito e ou sequer mostra,deixando as coisas rasas.

  • melkorcg

    Galera. A música de abertura do Golden Age, é “Aria”, do Susumu Hirasawa. Segundo o próprio Hirasawa, a letra da musica é cantada num idioma inventado. A trilha de Berserk tem várias composições dele, incluindo as fantásticas “Forces”, “Behelit” e “Theme of Guts” (essas duas ultimas sempre presentes em video de Dark Souls de youtubers por aí). Esse cara também compôs pra trilha de Paprika e de outras obras do Satoshi Kon.
    Dica… Procurem alguma versão live dessas músicas pra ver o Hirasawa praticamente ser um “one man band”, com o sintetizador bizarro dele.

    • Angriest_Kidy

      Hirasawa e pra mim o mais próximo do que relatam do lúcifer na bíblia, do sentido do cara produzir um som celestial (da época que o lucifer era do team god.)

    • Hirasawa é um dos meus compositores e cantores japoneses favoritos,tem uns álbuns dele que realmente são fantásticos

  • Evilasio Costa Junior

    Muito bom o cast! Sou fã de Berserk e sim eu vi a série nova, porque eu realmente queria ver algo além do eclipse animado. Entendo bem as críticas, mas me diverti um tanto com essa série, claro que muito menos do que quando vi no mangá a mesma saga, mas o anime ainda me causava agonia tal como mangá faz, embora no mangá seja algo elevado a décima potência. Enfim, o novo anime cobre a saga de Albion e muito provavelmente a próxima temporada (que está confirmada para abril do ano que vem) deve falar do império do falcão.

    Quanto aos mangás no Brasil. Tanta a primeira edição quanto a edição atual saíram pela Panini (O mangá que saiu pela conrad incompleto e então a panini relançou completo, foi Monster). Na primeira versão, o mangá era lançado meio tanko, ou seja, meio volume japonês (mais ou menos isso), e saiu até a edição 74, logo, até o volume 37. Eles devem passar essa marca apenas quando a edição atual chegar até esse volume. E sim, o mangá parou quando acompanhou o Japão (pelo menos em volumes).

    No mais, fica a dica aos que não leram o mangá (e aos que leram também), que para entender melhor a narrativa do Miura e a qualidade da arte em seus mangás, em vez de começar por Berserk (já que acham longo de mais), podem ler o Gigantomachia, outro mangá do Miura que saiu no Brasil também pela Panini e tem apenas um Volume. Segue uma imagem desse mangá para ficar só um gostinho.

    https://uploads.disquscdn.com/images/ada01ec4da82de6ff902da576cad3c02899d6fe12e7086318a625356e27099ba.jpg

    Até Mais!

    • Carlos Alberto

      Gigantomachia é lindo demais, dá vontade de ver mais dessa história/mundo, só que aí teria que parar Berserk pra continuar o outro. Maldito Miura!

      • Evilasio Costa Junior

        Penso o mesmo.

  • Sobre as cenas de sexo e violência sexual, eu achei muito bacana que vocês abordaram de forma bastante respeitosa, eu concordo que a gente deve respeitar o ponto de vista de quem se sentiu ofendido e não apenas discordar, mas tentar entender o porque ela foi ofensiva para a pessoa. Agora pessoalmente, achei as cenas muito bem utilizadas, e não considerei nenhuma gratuita, elas pra mim evocaram o sentimento da situação, extremo desconforto entre o Griffith (que nomezinho) e a princesa, uma bonita e amorosa entre o Guts e Casca, e o estupro me gerou um ódio e desespero tão profundo que eu também teria ativado o modo berserk do Guts, as cenas tem um contexto dentro da história e acho que foram executadas perfeitamente.
    Sobre a questão daquele universo ser misogino, eu em partes concordo com o Mizanzuk, eu acho que sempre que for mostrado esse tipo de coisa, seja escravidão, misoginia ou estupro, tem que ter um contexto bem aparente e não deve ser glamorizado, é legal quando eles mostram esse lado, mas sempre com o intuito de desconstruir aquilo. A Casca era uma personagem excelente no inicio, mas conforme foi passando a história, ela foi se tornando cada vez menos relevante, a ponto de ser apenas uma pessoa a ser salva. Independente de ser assim na trama original ou não, ela era uma personagem muito foda, a ponto de ser a mais bem vista pelo Griffith antes do Guts aparecer, mas chega um ponto que pra mim ela deixou de ser aquele personagem forte, para virar apenas a pessoa a ser salva. O desfecho dela foi muito triste pra mim, pq eu a via como alguém muito forte, e ela se torna alguém muito vulnerável, isso me deixou destruído quando eu terminei de ver o filme. Saber que o criador fez aquilo com a personagem somente para dar mais espaço para o Guts é tanto quanto decepcionante.

    • melkorcg

      Note que “o criador fazer aquilo com a personagem somente para dar mais espaço para o Gutts” é opinião pessoal da galera no podcast. É um ponto de vista, eu vejo de outra forma. Se foi a intenção real do autor ou não, só perguntando pra ele.

      O estado catatônico da Casca, eu percebo como a unica saída pro autor motivar o Gutts a continuar lutando, prosseguindo. Em determinado momento ele descobre que é possivel cura-la e traze-la de volta e vai até o fim do mundo pra isso.
      Caso o Gutts tivesse a Casca com ele e ela estivesse normal, acho muito difícil que ele arriscasse perder a unica felicidade que pode ter, pra ir buscar vingança contra o Griffith e arriscar o pouco que tem. A estória terminaria aí, se de fato fosse consistente com os personagens.
      Lembrando que estamos falando de Berserk e não do shonnen tradicional. O Gutts não tem ambições, ele ficou no grupo do falcão simplesmente porque se sentiu em família e acolhido. Com a Casca sadia, Rickert com eles, ele teria uma segunda chance de felicidade com o que lhe resta de família, algo que pesaria mais do que vingança pelo Griffith. O Griffith mesmo não se importa mais com eles, então não haveria conflito.

      Sobre o estupro e mais especificamente o que ele acarreta, ser aparentemente gratuito, entendo que essa seja essa a impressão pra quem apenas viu os filmes, mas acho que é equivocado ponderar sobre as decisões artísticas do autor antes que saibamos se não fazem sentido ao final da obra.
      Violência sexual, em particular, sempre é chocante e vai agredir o leitor, principalmente o do sexo feminino, isso não se discute. No entanto Berserk passa longe de chocar só pelo choque em si. Posteriormente no manga, você chega a se pegar pensando se tudo que o Griffith fez, não foi por um bem maior no fim das contas e vai se sentir mal por isso. Isso é ótimo! Quantos mangas te fazem pensar sobre a sua própria moralidade? Talvez o maior ponto positivo do manga não ter terminado, é você continuar com essas duvidas incômodas.
      Há um outro ponto bem espinhoso no evento do estupro, que não foi citado no cast, que é o momento em que a Casca parece estar se entregando ao Griffith, ruborizada e retribuindo o beijo, culminando no pedido cheio de pena da mesma para o Gutts: “não olhe, por favor”. Ali é o ponto em que talvez o Gutts estivesse mais perdido, porque até então ele só tinha a fúria de salva-la da violência do inimigo, mas ali, ele percebe que pode ser que tenha perdido ela completamente ou pior, que jamais teve o amor verdadeiro dela. É realmente um momento doloroso em vários níveis.

      (Vão ter uns spoilers de leve no paragrafo logo abaixo, se não leu o mangá, esteja avisado)

      Quanto ao estupro ser puro sadismo do Griffith, até isso, fica em aberto se foi gratuito realmente ou se já não era parte do plano do Griffith.
      Os filmes se não me engano, chegam a mostrar a Casca tendo o filho demônio/espirito la dela, que some imediatamente. Esse filho tem um papel fundamental posteriormente no renascimento do Griffith como ser humano. Seria isso parte do plano do Griffith ou puro fruto do destino imutável que é pregado por todos os personagens misticos do manga? Sem esquecer que o sonho do Griffith era de ter seu próprio reino, não em ser Deus necessariamente, então ele precisaria efetivamente voltar ao plano terreno para concretizar o plano.

      No mais, eu acredito que a Casca volte ao normal, aí sim, fica a pergunta do que vai acontecer com o Gutts. De qualquer maneira, acho difícil esperar algum final feliz pra ele.

      • Muito bom seu comentário, me deu mais vontade ainda de continuar a ler o manga. E tipo, não sei se meu comentário deu a entender isso, mas eu não achei nenhuma das cenas que contem sexo, gratuitas. Sobre o Gutts, ainda não to nem perto do atual momento do manga, mas realmente, talvez não tenha um final feliz pra ele, mas espero que tenha um final coerente para a obra e não acabe como um mangá comum.

        • melkorcg

          Ah, quanto a isso eu acho que vai manter o padrão alto até o fim, sim.

      • Karl-El

        Eu discordo nessa parte da Casca parecer se entregar ao Griffith, me pareceu muito mais o momento de impotência diante da situação do qualquer coisa.
        É fato que ela nunca deixou de amar o Griffith, tanto que ela passa a admitir os sentimentos pelo Gutts, mas continua com ciúmes da princesa(durante o arco de salvação do Griffith), no entanto, antes dela perder a sanidade, via ela dividida entre o amor platônico pelo Griffith e o relacionamento real(talvez amor) com o Gutts.

        (Spoiler do mangá)

        Sobre o estupro em si, acredito que ele tenha feito para atingir muito mais o Gutts do que outro objetivo, o Griffith sempre tratou todos em volta dele como objetos exceto o Gutts, no mangá isso fica explícito quando ele está formando um caminho de corpos até o sonho dele e a única coisa que faz ele vacilar é o Gutts. Tanto que quando ele renasce ela vai até Gutts para confirmar que não fica mais “balançado” por ele. Eu não acredito que ele tenha feito isso pensando em reencarnar no filho demônio, porque os dois(Gutts e Casca) morreriam ali e o Skull Knight salvá-los foi algo que fugiu a sequência de acontecimentos, talvez dê pra considerar isso como mais um dos “acasos” que estão na história de Berserk.

        Também estou esperando ela voltar ao normal, mas isso vai ficar para 2017(espero), já que o mangá entrou novamente em hiato.

        • melkorcg

          É possível ver isso pelo seu ponto de vista também. Um dos pontos fortes do Miura é trabalhar bem com essas sutilezas. Não tem respostas mastigadas sobre o que os personagens pensam e sentem mas não verbalizam ao leitor.

          Sobre a razão do Griffith ter feito o que fez no eclipse, a interpretação depende de saber se como God Hand ele naquele momento já tem onisciência/influencia sobre os acontecimentos, como o “Idea of Evil” tem e orquestrou pro Griffith desde o nascimento, trilhar o caminho para se tornar Femto. Temos que saber também se o Skull knight está sujeito ao “destino” como todas as outras pessoas, ou se ele, como o Gutts parece ser, é uma variável independente também.
          Eu acredito que o estupro teve ao menos um componente de planejamento, já que depois vemos que a razão de existir do apostolo behelit, desde a concepção, é puramente proporcionar o renascimento do Griffith e sendo o renascimento condicional ao bebe demônio, então o bebe demônio é parte fundamental aos eventos predeterminados. Nesse caso aquilo ali precisava acontecer, incluindo a aparição do Skull Knight pra resgata-los.
          Acho meio tosco que todo o evento do renascimento que parece orquestrado nos mínimos detalhes, tenha um componente acidental no fruto do estupro.
          Você pode argumentar que como Femto, ele também está sujeito ao destino, e que o estupro teria que acontecer aquém das intenções dele, mas eu acho que isso reduziria os God Hands a espectadores só.

          (spoiler de leve)

          De qualquer maneira, cabem inúmeras interpretações realmente. Eu fiquei surpreso que finalmente estão tratando da Casca agora, quem sabe agora vai…

  • Alejandro Tallez

    Muito bom o Cast, acho que a única cena que falta nos filmes e a que tem no manga e na serie antiga, que e uma na fogueira depois que o Guts mata os cem soldados, e nela a Caska e ele falam sobre sonhos, e toca uma musica de fundo que acho excelente e importante para a trama, de resto e bem evidente que os filmes são um resumo melhor, mas a duvida maior em Berserk é quando que ela vai acabar, e qual lado a Caska vai escolher quando se cure, se ficar com o Guts e lutar contra o Griffith ou fugir pro lado do Griffith e eventualmente se sacrificar por ele ou lutar contra o Guts.

  • Gabriel Barbosa

    Qd vcs falaram que ia ser sobre os filmes achei que não seria mt bom, escutei o podcast e me arrependi, to com puta vontade de rever a golden age arc e vai ser pelos filmes kkkk

  • Denorads

    Muito bom ver o time do Jack abordar essa grande obra! Só queria adicionar que existe a fanedit “Berserk Redux” que mistura o melhor do anime de 1990 e com os 3 filmes tentando criar uma experiencia mais fiel ao Manga. E devo dizer que ficou fenomenal e que vale a pena conferir! (considerando que é uma edição não profissional misturando estilos visuais totalmente distintos)

    Trailer:
    https://vimeo.com/118679440

  • Lucas Valgarengui

    Tem muita censura no anime de 2016
    https://pbs.twimg.com/media/CkpBkZsUYAAvkmW.jpg

  • Kaue Fonseca

    Caras, parabéns pelo cast. Essa é sem dúvida a minha ficção favorita da vida.
    Gostaria de fazer um comentário sobre o Lost Chapter (capítulo 83 do mangá). É um capítulo escrito e ilustrado pelo Miura, que não chegou a ser publicado, e conta o exato momento que Griffith aceita sacrificar o bando do falcão e se encontra com a entidade “Idea of Evil”. Nesse encontro a entidade revela alguns pontos do plot tão importantes, que o Miura achou melhor não publicá-lo.
    https://uploads.disquscdn.com/images/9428c1ab3bb9baf57c33a51c48bcf4251abf407323c1bb15cd604cc550797a86.jpg

  • Lumpemproletariado Latino

    Nóoofa só textão nos comentários, a migração pendular no transporte público hj vai ser loka hein

  • Panino, o Manino

    Assistiram os filmes? Poxa, esperava que fosse o anime original.

    • Heider Mesquita

      E eu que fosse sobre o mangá kkkkk

      • Panino, o Manino

        Cast de duas horas e comentários quilométricos, fico sem saber o que comentar…
        Estou no início ainda do cast e passando apenas para dizer que participei dos comentários, duas coisas:
        1- poxa, não vim ouvir isso para ouvirem falar mal de Blade. É algo MUITO diferente de Berserk e também é bom, cada um é cada um. Pode não ser tão filosófico quanto Berserk mas também tem personagens bons (aliais, personagens femininas interessantes), e seus muitos bons momentos. É tão seco quanto Berserk na questão da violência, pode até ser mais controverso porque é um mundo menos de fantasia e com pessoas ainda mais ruins, se sentiram a necessidade de alertar que Berserk pode ter algumas cenas chocantes e incômodas para alguns então Blade é melhor nem recomendar por poder ser traumático.
        2- mas o que eu queria realmente comentar sobre algo dito no início do Cast é que o mundo de Berserk, Midland, é mais na Europa continental, há um capítulo com uma visão do espaço do mundo e isso fica bem nítido, apesar de que é também uma conveniência usar uma foto real de referência. Os cenários em si tem grande inspiração na Espanha, a maioria dos castelos são baseados em castelos espanhóis. Isso mais para o início e metade, depois começa a ter bastante inspiração otomana e árabe/hindu

        Aproveitando enquanto estou aqui… a arte do mangá atualmente está muito ruim, infelizmente, o que aconteceu com os rostos dos personagens, que tragédia.

  • Nouveau Vieux

    – Bem, tenho uma critica há fazer sobre o Podcast de Berserk. Para ser mais preciso, gostaria de falar sobre a discussão que vocês tiveram sobre estupro no anime, mas já adianto que não discordo totalmente de vocês, é só que acho que minimizaram muito a importância desse ato de violência para o Gutts e de como isso também tem um impacto muito forte no personagem. Primeiramente, quando eu vi o primeiro filme e notei a falta do passado do Gutts, já fiquei um pouco com pé atrás com ele, acho que essa parte da vida do personagem é extremamente importante para sua construção. O horror que ele passa por causa do abuso sexual que ele sofreu na infância, tem um peso muito grande na vida do personagem e inclusive explica o porque da falta de confiança que o personagem tem com outras pessoas – isso é demonstrado muito bem na cena onde ele e a Caska tem sua primeira relação sexual, onde Gutts se sente totalmente indefeso e assustado ao ser tocado por uma pessoa.
    – Por isso quando eu estava ouvindo a discussão de vocês, fiquei um pouco incomodado com a diminuição que vocês dão ao abuso sexual que os personagens masculinos também sofreram na infância e de esquecerem o de como isso é importante para a construção de Gutts – e até mesmo do Griffith – na história.
    – Como eu disse lá em cima, concordo com vocês, esse tipo de conteúdo pode ser muito ofensivo para um determinado público, mas fiquei um pouco incomodado – foi assim que interpretei ouvindo o podcast – com a diminuição que vocês deram ao estupro que os personagens masculinos também sofreram.
    – Bem, acho que é só isso mesmo, espero que tenham entendido o meu ponto de vista sobre esse assunto pontiagudo. Desde já, agradecido pelo ótimo podcast.

    • André Campos

      Concordo totalmente, mas como você disse, esse pedaço do passado do Guts não é abordado pelo filme, que era o que a gente estava analisando, por isso foi tratado superficialmente. Concordo que se estivesse lá, daria um contexto maior pra outras cenas de violência sexual, mas isso já seria uma discussão para o mangá.

      • Nouveau Vieux

        – Sim sim, por isso que discordo um pouco sobre o estupro da Caska ter sido somente um recurso narrativo, acho que esse acontecimento tem um impacto muito mais profundo no Gutts por causa do abuso que ele sofreu no passado.

        • ogeid

          Concordo. Além disso, o impacto não só foi profundo no Guts, Caska foi completamente traída e descartada pelo homem que mais confiava, eu fico me perguntando COMO DIABOS ela vai reagir quando se recuperar do trauma mental no mangá.

  • Bruno

    “Fan de anime é a pior coisa que tem!” Devia ser o subtítulo do Jack

  • Kirano

    Vamos lá! Como sempre vou anotando pontos que gostaria de comentar e surgiram alguns.

    Mas vou sair do topico e falar de Blade of the immortal que eu até falei nos comentários do JACK anterior comparando a arte do Samura e tal. Pois eu acho ela linda demais. E quanto a história eu gosto muito, entra fácil pro meu top de mangás. Principalmente pela construção de personagens dele, a história e o final é mais ou menos. Mas os personagens dele são todos cinzas(tirando o Shira) e representam bem pra caralho o que se tem sobre a época e sociedade dali. E a arte do Samura é de falar putaquepariu em vários pontos pela beleza escrota que ele faz na parada. Como eu amo Blade of the Immortal. E fiquei um pouco triste pela maneira que falaram porque ao que parece o povo dai não gosta muito e sempre fico a espera de vocês falarem das obras que eu gosto muito e com essa negativa sei que dificilmente vai ser assunto.

    AGORA SOBRE BERSERK:
    Eu discordo bastante sobre a ideia de que o Guts se sentiu traído quando ele escuta o Griffith. Eu não vi os filmes, tenho só o mangá na cabeça, e ali há várias cenas ao longo das campanhas que vão mostrando o quanto o Guts é importante pra ele. E o Guts sabe disso, o que ele teve ali foi a noção de que ele não era igual o Grifith, não por ter sido traído, mas por não ter um sonho. Enquanto um achava o outro realmente seu amigo/irmão(ou algo mais) o outro, naquele momento, se viu inferior.

    Concordo com quem disse que o duelo de despedida mostrava um lvdown do Griffith. Vocês mesmo falaram antes, o primeiro duelo o Guts tava ferido, ali ele tava inteiraço. Mais ainda enquanto o Guts era linha de frente e lutava e lutava e lutava, o Griffith era general, não lutava tanto e comandava. Então a habilidade da espada de um subiu para caralho enquanto o outro gastou pontos com outras coisas.
    Ainda no duelo como eu disse, no mangá se explicita mais o que Griffith sente pelo Guts. Então a derrota tem um sentimento de perda absurdo. Ele já vai pro duelo com sangue nos olhos de “como VOCÊ que eu achava que ficaria comigo pra sempre é quem ta saindo?”. Ai junta isso a derrota, a todo mundo estar ali vendo e ser abandonado e bla bla bla bla. Ele perdeu a cabeça.

    Eu entendo a discussão de vocês sobre as cenas de sexo dos filmes, mas acredito que todas elas tiveram sua razão para estar ali. Faltou uma, o estupro do Guts, que ajuda muito na criação de personalidade dele. Explica porque ele não gosta de ser tocado, gosta de ficar sozinho e tudo mais. Mas as 3 cenas que estão ali elas tem seu sentido, com a princesa é porque era a ÚNICA coisa que faria o rei ficar possesso contra o Griffith e com tanta raiva que não o mataria. Caska e Guts, porque além de reassegurar a ligação entre os dois, é um momento intimo de uma vitima de estupro, ele que não tinha isso com ninguém se abriu pra ela. Essa cena tem uma importância para indicar o sentimento dele por ela. E a cena do Griffith e da Caska é porque, como o Sushi e o Corra falaram, ele percebe que o Guts além de ter sido a ruína dele foi pegando tudo que ele “possuía”, o bando do falcão, o amor da Caska… tudo. Então aquele momento em que ele estupra ela na frente dele é uma vingança pessoal, poderia ter sido feita de outra forma? No filme, SIM. Já que no mangá há uma criança demoníaca fruto do estupro que é EXTREMAMENTE importante para tramas futuras, mas que já que os filmes não iriam trabalhar com isso não tinha porque ter.
    Quanto a regressão da Caska. Ela tinha que ficar viva para dar a luz, ou morrer no parto. Mas ela ainda tem bastante influência depois por causa dessa criança. Se ela ficasse normal, não daria para a trama continuar. A ideia de que ela “não confiaria em homens” não funcionaria por causa do Stigma. O Guts é o Guts. Ele consegue lutar contra apostolos e todo resto…. A Caska em sã consciência não. Então fazer ela ficar presa a um lugar protegido e sã provavelmente o Guts ficaria ali também. Então era necessário que ela não fosse ela para que assim ele não quisesse ficar com ela.
    Algo que não foi citado, mas porque pelo jeito não há muitos apóstolos nos filmes: todos os apóstolos tem facetas animais. Macacos, Cachorros, Gafanhotos, Abelhas, Borboleta… Já apareceu tudo no mangá, mas da sempre pra traçar um apóstolo a um animal.
    E falaram ai que o Guts tem a fama de Espadachim negro. Na real é diferente. Existe a lenda do Guts, comandante lendário do Bando do Falcão e a lenda do espadachim negro, que por onde passa deixa sangue e destruição (indicando aqui que os apóstolos quando morrem voltam para forma humana, então não há provas da existência deles). Por isso ninguém sabe que ele é ele.
    E eu não consigo olhar esse novo Berserk. Principalmente pela animação. Esse 3D novo que eles utilizaram é algo que me deu um sério problema com a série. Eu acho ele feio, escroto, a animação é completamente desajeitada e não natural.

    E após o textão espero que vocês continuem. Ainda não vi Nichijou, não sei se conseguirei ver até o mês que vem porque ta foda. Mas escutarei porque gosto de ouvir a opinião de vocês. Continuem assim.

    • ogeid

      Eu normalmente não me incomodo com cenas em 3D, mas francamente…

    • Paulo de Tarso

      Outra coisa que me lembrei, lendo seu comentário, foi que o Gutz nasceu de um cadáver e a mãe adotiva dele era meio loquinha, tipo como a Casca ficou. Será que isso tem alguma coisa haver? Tem vários detalhes que não mostram nos filmes e anime que são fodas demais. O fato de ele usar uma espada desproporcional é que ele começou a lutar muito cedo e não tinha espadas pro tamanho dele.

  • Rosemberg Almeida

    Ótimo cast, todos juntos mais o Mizanzuki é muito amor. Relação ao Berserk, continuar a estória do jeito que continua após o eclipse pra mim não tem sentindo, foi um evento muito forte onde o cara ferra com qual quer coisa que possa vim depois daquilo é enrolação. Estou falando de motivação para eu continuar lendo que foi o que ocorreu. Obrigado continuem com o trabalho Non-Stop de vocês.

    • Anderson

      Tem todo o sentido. Berserk não é a historia do bando do falcão, não é a historia de Casca nem Griffith, é a historia do Gutts. Desde o nascimento o personagem é um sobrevivente, o eclipse não muda isso. Só que agora o nível é outro.

      • Rosemberg Almeida

        Sim a estória é dele, mas eu não achei nada mais relevante depois do fato. O ciclo do eclipse é fechado para mim, tem um início e um FIM. Os outros arco são apenas linhas retas desmotivantes que não surpreenderam em nada, de novo para mim. A única coisa que eu acho interessante é a evolução da arte, porem a estória acabou a muito.

  • VictorHK1

    Ótimo cast.

  • Crow

    Eu gosto bastante do Mizanzuki, mas na boa, a pessoa já pesquisar sobre misoginia antes de ver o anime/filme é bem bobo para não dizer pior, eu entendo que é relevante se afastar de matérias misóginos, mas você começar a passar um filtro nas coisas procurando por defeito nelas é simplesmente sem sentido, o que raios você espera ao pesquisar “misogyny berserk” no google ? Algo totalmente a favor da obra ? Não né.
    De novo eu entendo você querer entender um lado que você não pode sentir (um homem não vai sentir a mesma coisa que uma mulher sentiria nessas situações), mas você está entrando em nichos específicos que estão com o intuito de difamar a obra, não estou entrando no valor que se houve o erro ou não, estou entrando na questão de que você está literalmente indo já para um anime com a visão diferente pelas coisas que você está procurando, sendo que aquilo pode não ser verdade, é a famosa frase do Silvio Santos “Eu não vi mas minha filha disse que viu e adorou”.
    O Mizanzuki de uns tempos para cá depois do excelente cast sobre o machismo no mundo nerd está agindo como um representante mundial de todo movimento LGBT e Feminista, sendo que isso é totalmente contra qualquer um desses movimentos, o fato de como você disse um homem branco hétero de classe média vestir a camisa e dar uma de protetor dos fracos e oprimidos, sendo que isso é o contrário que essas manifestações pedem, eles querem ser representados, não dessa forma. Você pode chegar no twitter e falar que tal coisa é machista, mas o que te garante que não são pessoas extrapolando ? Você não pode garantir, você só cegamente acha que é pois é preferível achar que algo está errado do que certo.
    Esse tipo de pensamento que cada vez da mais medo para qualquer um fazer uma obra com mulheres (principalmente), pois ou você é tachado como um SJW ou você é tachado de misógino, você é escrachado dos dois lados, e acaba preferindo fazer o padrão, um homem branco hétero de classe média, se é isso que você quer Mizanzuki então está indo no caminho certo.
    Provavelmente escrevendo isso vai ter a mesma reação acima, ambos os lados vão me xingar, mas pelo menos é isso que eu acho sobre a discussão do estupro (pelo menos uma fração dela).

    • smokingvader

      Confuso mas lúcido. Ivan hj em dia morre de medo de cair em contradição e não fala o que pensa pra agradar agenda.

    • ogeid

      Concordo, Berserk é e sempre foi um mangá extremamente pesado. Sim, a cena do estupro pode ofender, mas assim como a cena de estupro do Guts, cenas gore, nudez, religião e tortura também PODEM ofender muitas outras pessoas e PODERIAM ter sido abordadas de outra forma. Na minha opinião, não devem, pois isso implicaria em diminuir o peso da arte em uma obra que foi feita para ser pesada, até porque tais cenas não foram gratuitas e tem seu valor e impacto nos personagens e na história.

    • alexseph

      Existe também uma outra consequência da terrível cena de estrupo do 3º filme, que é apresentada no mangá. É aquilo, a cena é feita para ser desconfortável em todos os sentidos, nem de longe pode se comparar com cenas de ecchi ou até mesmo hentai de vários animes com fanservice sexual que tem hoje em dia aos montes.

    • Rodrigo Oliveira Tenório

      Eu já notei que quando o assunto descamba pra os topicos de feminismo e misoginia o mizanzuk força a barra. Lembro que uma vez ele reclamou do filme mad max road fury num podcast e disse que sua esposa ficou ofendida com os figurinos das escravas do immortan joe e saiu no meio da sessao de cinema. MAS ORA! NO FILME ELAS ERAM ESCRAVAS SEXUAIS! Estavam vestidas como tais, totalmente contextualizado, onde isso é machismo meu deus?.

      Acho otimo o cuidado com que o jogabilidade trata esses assuntos delicados, mas como o colega falou em cima de maneira muito eloquente: se forçar a barra o efeito termina sendo o contrario.

      • Crow

        Na verdade você lembrou errado, era pior ainda o motivo para eles não terem visto, era porque as atrizes estavam nuas em uma cena!

        • Tony Horo

          Sinceramente eu não consigo respeitar a opinião de uma pessoa que simplesmente sai do cinema por um motivo desses.

  • ogeid

    Não entendi o ponto em que o Ivan disse que não precisava existir relacionamento amoroso entre o Guts e a Caska por não ter função. Como não tem função?
    O romance é exatamente algo mais intimo e demonstrou um desenvolvimento enorme e significativo na interação dos dois personagens

    Seria uma retrocesso reduzir isso a uma relação de dois companheiros que se respeitam. Um exemplo é o personagem Rickert (no mangá), que apesar de ser um companheiro de Guts não possui o mesmo valor sentimental se comparado com a Caska.

  • Gabriel Macena

    Ótimo cast, me incentivou a ver os filmes antes de ouvir, já tinha lido o mangá e esperava odiar o filme mas acabei que gostando mais do que eu imaginava. Uma coisa que vocês não mencionaram é como eles conseguiram dar a aparência perfeita para o Griffith, nunca imaginei que seria possível fazer isso em qualquer adaptação de Berserk, é como se ele carregasse uma aura de carisma por onde vai no mangá e acho que eles acertaram em cheio nisso nos filmes. Agora é tirar um tempo pra reassistir Nichijou e esperar pelo final da temporada.
    Ah, e um mangá que eu queria recomendar pra vocês é Vinland Saga, provável que seja meu mangá favorito, ele não tem elementos sobrenaturais como Berserk mas ele conta a história de um grupo de mercenários/vikings lutando em uma guerra e também tem um ponto de virada na história, apesar de ser o contrário do que acontece em Berserk ele consegue construir uma narrativa baseada em fatos reais inacreditável (recomendo não pesquisar os nomes dos personagens no google por esse motivo), pra quem tiver interesse o mangá está saindo aqui no Brasil pela Panini e já está no volume 16 (e ainda está saindo no Japão mensalmente) https://uploads.disquscdn.com/images/2d4db82ccc106f3fc7ffe2736a4a771611b1b28d65695c90690053042dc736e3.png

  • Diego Lopes

    Acrescentando sobre o Dragon’s Dogma, que por sinal possui uma ótima história que não é tão bem compreendida pela massa, e possui um dos dragões mais fodas dos games, o Grigori, enfim… Ele não só chupa Berserk na arte, personagens e cenários, como tem o armor set do Guts e do Griffith junto com as armas de ambos, e não são armor sets parecidos ou inspirados, são exatamente as armaduras deles, uma homenagem sem frescura. Inclusive tem um preset do Guts no criador de personagem, com o olho cego e etc.

    Merece aparecer no Jogabiliday viu! Vou cobrar!

    https://uploads.disquscdn.com/images/596c86498c5ab210047ec07c6379821ba2199d71868e6694c372e37b96a9040a.jpg

    • Sushi0

      Eu falei disso e até coloquei link no post com umas comparações =D

      • Diego Lopes

        Putz, que vacilo, foi mal Sushi, eu não tinha visto os links, eu comentei enquanto ainda estava ouvindo o podcast pq não ouvi esse detalhe das armaduras.

        E olha que ironia, a primeira coisa que eu olho em todos os podcasts são os links… kkkk

    • Carlos Bloodstone

      E tem aquele parte em que o seu personagem é enviado para o calabouço e é chicoteado, bem parecido com o Griffith

  • alexseph

    Quando o pessoal comentou sobre a solução do Miura para manter a Casca na história “pós merda apocalíptica” eu lembrei que tinha me incomodado, quando li o mangá já a muito tempo, o fato de ela estar a tanto tempo nessa situação traumática e incapacitada, que ela já poderia ter “voltado ao normal” e se juntar ativamente a turma do Guts.

    Se por um lado a gente pode pensar em como que ela, apesar de ser uma guerreira foda, conseguiria enfrentar os demônios da série, por outro lado temos alguns personagens na turma do Guts que são guerreiros bem inferiores a Casca, mas que conseguem fazer alguma coisa utilizando armas mágicas, então, porque o Miura simplesmente não deu uma arma foda para a Casca? Será que a Casca estando normal não seria um impedimento ao Guts em sua caçada, visto que ele poderia simplesmente fugir com ela e viver em um dos poucos lugares seguros que existe ou até mesmo ficarem isolados e encararem os eventuais demônios que aparecessem diante deles? Acho que no final das contas muito da jornada do Guts é para conseguir um dia “curar” a Casca. Para mim seria muito mais interessante ela companhando ele, mas né, foi a decisão narrativa definida pelo Miura.

    No mais excelente cast, muito boa a discussão.

  • excelente cast, deu até uma coceirinha de ir atrás da obra

  • Karl-El

    É sempre prazeroso ouvir alguém falando sobre Berserk, e esse podcast trouxe vários pensamentos semelhantes aos meus.
    Berserk é meu Top1 de mangá, empatado com Vagabond, tanto em relação a história quanto em relação à arte e foi a minha porta de entrada para ler mangás Seinens, porque anos atrás quando eu alcancei o ritmo de publicação do Miura, fiquei desesperado pra achar algo que ocupasse o lugar de Berserk, e isso me fez ler outros excelentes mangás seinens.

    Sobre o filme, achei a adaptação “honesta”, mas o 3D me incomodou muito, quando anunciaram o novo anime até tive esperança de ver algo na qualidade Fullmetal Alchemist Brotherhood, ou a adaptação mais recente de HunterxHunter, mas acho que seria um produção muito cara e que talvez não trouxesse retorno financeiro por limitar o público, então eles acabam optando por algo de custo mais barato, no caso o 3D.

  • Rodrigo

    Ótimo cast!

  • Manteiga No Biscoito

    As pessoas tem o direito de se ofenderem com qualquer coisa, menos com bebê no micro-ondas. Não é mesmo, Rick?

  • Paulo de Tarso

    O que eu acho mais sensacional nesse anime é essa coisa do Gutz tem de mandar um foda-se para o destino.
    É ele que vai decidir como ele vai viver e morrer. Por mais difícil que as circunstâncias da vida possam ser.
    Isso fala muito comigo e acredito que com muitas pessoas fãs desse anime.
    Ele tem a marca do sacrifício, assim como nós temos a sociedade e esses falsos mitos da vida que nos obrigam a viver uma vida comum e monótona.
    O Gutz é esse que sai desse esquema e contraria tudo e a todos. Eu acho isso foda demais.

    • Crow

      Pena que o final é um lixo.

      • Paulo de Tarso

        Ops, eu quis me referi mais ao mangá mesmo.

        • Crow

          Eu me referi ao mangá mesmo, o anime eu nem vi.

          • Cristiano Rafael

            O mangá num acabou, como você pode dizer que o final é ruim?

          • Crow

            Voltou ? Pois eu lembro que tinha acabado, não quero entrar em detalhes por motivos de spoilers, mas se tem um novo arco agora estou curioso, mas ele é prequel ou sequel de uns acontecimentos trevosos que aconteceram ?

          • Cristiano Rafael

            Nunca chegou a acabar.
            A história ainda está em andamento.

          • Crow

            Nossa eu dei um missread fantástico. Eu ao invés de ler Gutz eu li Gantz (que o final do mangá é realmente ruim).

          • Cristiano Rafael

            Ah, sim, aí é outro esquema.
            Gantz não tem apenas o final ruim, diga-se de passagem.

  • Fiquei até surpreso dos participantes não conhecerem o Susumu Hirasawa, mas já que não conhecem eu sugiro forte vocês verem vídeos de shows dele,ouvirem álbuns que as coisas que ele faz realmente são fodas. E além dele fazer a trilha dos filmes e do anime antigo ele compos as trilhas pros filmes do Satoshi Kon, inclusive a minha favorita dele do paprika: https://www.youtube.com/watch?v=APIKVLw1tT0&index=90&list=PLM7YN3qynG7EKyxlMs3clWrP7g2DPWn5d

    • Bruno Ximenes

      Saudades do Kon…

  • Gabriel Azmodam

    Se você se sente ofendido com o Manga ou o filme e fica reclamando de “Ai, devia mudar isso”, “Ain, deveria ser assim”, “Ain, isso é muito ofensivo”… Sério cara, não le ou assiste, sério, não tenta mudar as paradas que você acha ofensivo, só não consuma. Suas reclamações só deixam o mundo mais canceroso e escroto.
    SE NÃO GOSTA, NÃO VEJA… e o mais impotente, não incomoda as pessoas que gostam.

    • Wolfcold Losano

      Basicamente isso cara, as pessoas não querem só nao gostar daquilo, não concordar, elas querem que não exista, que pare de publicar, ou seja…ridiculo!

      Juro que não entendo porque as pessoas vivem querendo dizer que o ESTUPRO não pode ser mostrado, porque incentiva, é falta de respeito, mas quando alguem MORRE, tipo..acaba a vida da pessoa é menor “pior”…pessoa pode passar por qualquer trauma, ela ainda pode lutar para superar, quando morre…ja era.

      Enfim, sabemos quem faz esse choro, geralmente feministas extremas que vivem no mundo da revolta delas.

      • Gabriel Azmodam

        E o pior, muitas vezes, quem critica nem é consumidor do produto do qual esta reclamando.

  • Carlos Alberto

    Quando acontece o Eclipse no mangá foi a primeira vez que eu fiquei mal com uma obra de ficção, terminei de ler e fiquei muito bolado, parecia que tinha morrido um amigo, foi uma sensação horrível.E foi assim que Berserk virou meu mangá favorito all-time, e toda vez que entra em hiato (como agora) é uma desgraça, e dessa vez é pior ainda pq o mangá deixou um gancho absurdo pro que vem a seguir.

    O anime desse ano é uma atrocidade, mas assisti tudo porque (sou masoquista) não sai praticamente nada de Berserk além do mangá, quando sai tem que aproveitar. No fim do ano vem o jogo estilo Musou e vou comprar um ps4 só por isso mesmo sabendo que deve ser bem ruinzinho. MAS VAI DAR PRA JOGAR COM O ZODD, ENTÃO FODA-SE.

  • Paulo de Tarso

    A única cena que eu acho superior no anime da década de 90 é quando o Gutz salva a Casca do suicídio no penhasco. Aquela trilha é de chorar.
    https://www.youtube.com/watch?v=boB54WIB5B4

  • Dudley_o_Boxista

    Achei muito bacana o podcast mas discordo de alguns pontos. Eu acho que é válido tudo que é mostrado da forma com que é mostrado. E entendo completamente quem se ofende, acho que a pessoa tem todo o direito de se ofender. Mas discordo da visão do Mizanzuki de que “Porque tem monstro vale tudo”, eu acho que a partir do momento que o cara escolhe representar a sociedade da idade média com monstros, ele pode manter para conseguir fazer um paralelo muito melhor, faz sentido dentro do próprio universo.
    Sobre o estado da Caska pós estupro, acho que é uma visão válida, uma vez ouvi uma mulher questionando justamente obras que fazem do estupro pra fortalecer a mulher sendo que é algo que quebra a pessoa. E eu acho que esse foi um caso que apresenta isso apesar da forma extrema.

    • Manteiga No Biscoito

      Esse Shamo é bem interessante, obrigado pela indicação.

      • Dudley_o_Boxista

        Vai fundo, apoveita que já tá completo

    • ogeid

      Eu gostava do Puck quando ele era usado como contraponto e contraste em relação ao Gutz antes dele ter seu grupo formado, hoje em dia ele é alívio cómico, não acho muito engraçado, mas também não o odeio quanto muitos por aí.

      • Tony Horo

        https://uploads.disquscdn.com/images/1883122cf12055d55e29eca9d64b79dc658d9f664393498c91462afaed6b0213.jpg

        O Puck sempre foi alívio cômico. É só ver esse quadrinho do volume após Eclipse: Era o Miura explicando (ou dando uma cutucada editor).

        No mais, sobre a opinião do Ivan: Dizer que algo “não é necessário” é um argumento pobre que só serve pra afirmar a opinião tendenciosa e sensível dele.
        Não que tenha problema em ele pensar assim, mas se explicar dessa forma é basicamente dizer “é ruim por que não gosto”.

        • ogeid

          Realmente, Puck sempre foi alívio cômico mesmo, o problema é que ele está limitado a isso atualmente e nem sempre foi assim. Por exemplo, antes ele servia como um compasso moral do Gutz, tinha uma interação bem interessante.

          Quanto a questão do Ivan sobre algo não ser necessário, bom, nada é necessário numa obra de ficção, mas pode estar ali por alguma função narrativa ou expressão artística. Eu fiquei decepcionado em saber que a Caska não seria mais a mesma pois ela era realmente uma personagem muito foda… NO ENTANTO, isso foi algo a mais para mostrar o quão profundo foi a cicatriz que Griffith deixou nos personagens.

          Aliás, aquela cena de estupro foi extremamente eficiente em fazer todo mundo automaticamente odiar o Griffith.

          Quando ele estava sendo convencido pela mão de Deus a sacrificar seus amigos eu fiquei em dúvida sobre como o Griffith iria reagir após sua escolha, eu acreditava que era um decisão difícil em prol de ter uma segunda chance de realizar seus sonhos, que iria embora sem olhar para trás, tentando esquecer do preço que pagou… mas NÃO, além de sacrificar todo mundo que o salvou e obter o poder supremo, a primeira coisa que ele faz é humilhar o resto de seus amigos da pior maneira possível.

          • Tony Horo

            Acho que ele só humilhou o Guts por ciúme mesmo. O Miura preparou o terreno pra isso, mostrando o Griffith presenciando a aproximação do Guts e da Caska, vendo que o Guts acabou ficando com tudo que era dele. Isso mostra como ele era só egoísta e infantil, ao ponto de estuprar a Caska só pra se provar como superior ao Guts.

  • Paulo de Tarso

    Para quem animar fica a recomendação: Guin Saga, inspiração de Kentaro Miura.
    https://uploads.disquscdn.com/images/7f2f68d3a458d34885333481e50ad769bc80a06dd2f28c963aa8999e243d283d.jpg

    • Holy shit! Qualé a da história dele?

      • Paulo de Tarso

        Na verdade é um livro de literatura com mais 100 edições que virou mangá, anime e game. História inacabada pois a autora morreu. Os fãs ficaram carentes hehehe. Eu vi só o anime, a muito tempo atrás, que conta uma parte da história, assim como Berserk. Espero que o Miura não morra antes de acabar!!!

        Segue sinopse:

        O reino de Parros foi invadido pelo exército de Mongaul, e seu rei e
        rainha foram mortos. Mas as, pérolas gêmeas de Parros, a princesa Rinda e
        o príncipe Remus, conseguem fugir ao fazer uso de um estranho
        dispositivo oculto no palácio. Perdidos na floresta de Rood, são salvos
        dos soldados de Mongaul por um homem com cabeça de leopardo chamado
        Guin, que não tem memória alguma com exceção da palavra Aura.

  • ogeid

    Agradeço muito por terem escolhido esses filmes do Berserk. Sempre ficava com o pé atrás com eles devido às críticas de alguns fãs.

    Recomendava o mangá para meus irmãos, mas eles recusavam por não serem leitores ávidos de quadrinhos; tentei o anime antigo, porém não foi o bastante para fisgá-los. O anime novo? Vish, esse nem eu quis.

    Bom saber que tinha uma alternativa que estava na minha frente o tempo todo. 🙂

  • Wolfcold Losano

    Cara, se for parar para pensar, tudo ofende alguém, seja por X motivo, não tem como evitar isso, por isso você tem todo direito de não gostar, não assistir e acabou.
    Não consigo entender porque as pessoas querem vetar isso, uma coisa que acho curiosa, é quando falam que cena de estupro não devem ser mostrada(um grupo de pessoas revoltadas, sabemos o nome rs), mas tipo…morte tanto faz, é como se morrer fosse menos pior que ser estuprada(não que seja uma coisa boa) mas a morte é o fim para tudo para aquela pessoa e o fim para todos que ama e se importam, por mais que 1 pessoa não consiga superar o estupro(eu acho difícil) mas ela ainda ta viva.

    Não entendo porque as pessoas querem “Medir” as dores ou as situações ocorridas, como se 1 fosse menor ou pior, eu particularmente não gosto de muita coisa e simplesmente não assisto, as pessoas deveriam aceitar isso, as opções estão ai, e nunca…nunca algo assim vai deixar a pessoa violenta ou incentivar a nada, apenas uma maneira de transmitir a historia aos olhos de como o autor queira, seja lá quão pesado seja.

    Enfim, berserk é muito foda.

  • Cristiano Rafael

    Alguém, pelo amor de deus, indique Tengen Toppa Gurren Lagann!

  • ednaldofilho

    Apesar de ser a única atração do site que não gosto muito, por conta de não curtir tanto anime assim, achei interessante até.

  • Ismael1509

    Terminei de ouvir o podcast e passei pra comentar sobre a música de encerramento, que REALMENTE tinha que ser blood & Guts.Ótimo cast.

  • Manteiga No Biscoito

    Assisti 5 episódios do anime novo, é muito ruim. Não dá nem pra dizer que “é melhor do que nada”.

  • tiagocartum

    Ótimo Cast sobre um mangá Fantástico. Não assisti o anime nem os filmes, só li os mangás, mas pelo q vcs comentaram, a adaptação esta muito bem feita.
    Obviamente meu comentário vai sobre o tema “polêmico” do cast que é a relação do sexo (sempre gera problema esse assunto.. n sei pq).
    O sexo, no mangá, quase sempre é retratado com uma forma de violência ou definição de caráter do personagem.
    – Guts foi violentado quando criança, o q tb o traumatizou (ele odeia q outras pessoas toquem nele, exceção da Casta).
    – Os personagens apóstolos mais cruéis são os q mais utilizam o estupro (p mostrar o quanto são vis)
    – E finalmente Griffith. Ele SEMPRE utiliza o sexo como forma de domínio. Quando ele perdeu o domínio sobre Guts ele ficou maluco e buscou o sexo para mostrar que ainda possuía o domínio da situação, da princesa, de forma violenta.
    – Quando o Guts retorna e resgata um Griffith quebrado e já sem nenhum domínio sobre seu corpo, ele percebe q tb perdeu seu domínio sobre Casca, q agora tb esta envolvida com Guts.
    – Com isso, a violência do Griffith contra a casta é uma forma de reafirmar o seu domínio perdido, para a Casta e para o Guts e p mostrar o quão podre é o personagem.

    E no meio disso tudo, o único sexo feito sem violência, e com carinho ate, foi justamente entre Guts e Casca. 2 personagens quebrados e, q de forma meio torna, foi construindo uma relação de afeto e confiança. Ate ser quebrada novamente justamente pela violência sexual.

    • Kirano

      Eu entendo parcialmente o que o Mizanzuk diz. Quando as cenas de sexo realmente constroem algo, como as que eles falaram que tão no filme (e eu falei no meu comentário mais abaixo), é uma coisa. Quando é um estupro/sexo apenas para mostrar “olha como ele é mau”, é diferente, existem outras maneiras de exemplificar isso sem que se utilize de estupro. Tipo, os caras comem humanos, se você quer exemplificar que até entre eles tem gente pior, você pode fazer isso de outra forma do que “hmmm ele também estupra”.

      • tiagocartum

        Até concordo que da p fazer de outras formas. Mas, naquele momento específico, ele queria mostrar seu domínio perdido sobre a personagem e, principalmente, seu ódio para com o Guts. Acredito q poucas formas seriam tão brutais e impactantes quanto a utilizada. Posso concordar que, ao menos no manga, a exploração da cena pode ser um pouco exagerada, mas a proposta dela é compreensível. A cena não é tratada como desejo, é tradada com violência e repudio.
        Não acho q foi gratuita, ela fez sentido com o universo construído ate então

        • Kirano

          “E a cena do Griffith e da Caska é porque, como o Sushi e o Corra falaram, ele percebe que o Guts além de ter sido a ruína dele foi pegando tudo que ele “possuía”, o bando do falcão, o amor da Caska… tudo. Então aquele momento em que ele estupra ela na frente dele é uma vingança pessoal, poderia ter sido feita de outra forma? No filme, SIM. Já que no mangá há uma criança demoníaca fruto do estupro que é EXTREMAMENTE importante para tramas futuras, mas que já que os filmes não iriam trabalhar com isso não tinha porque ter. ”

          Então, isso é parte do que eu já escrevi. Concordo que a cena é repudio e tal. Mas podia ter sido feita uma cena de controle mental em que a caska vai pra ele, ou ele usando a Caska em luta de alguma forma. Ali o motivo era simplesmente afirmar o ódio. No mangá você tem a cria demoníaca dessa cena, então era necessário o estupro (embora eu tenha uma teoria de que a cria demoníaca era filho do Guts e da Caska e que o eclipse e o estupro tenham mexido no feto que já existia). O que eu falei de “reafirmar como ele é mau” na real foi considerando você ter dito ” Os personagens apóstolos mais cruéis são os q mais utilizam o estupro (p mostrar o quanto são vis)”. Para mostrar o quanto esses apóstolos são vis há inúmeras maneiras de se fazer isso sem usar estupro.

          • tiagocartum

            Sobre o lance dos apóstolos, na real o único q eu lembro q estuprava geral era o Wyald, q, após morto, se mostrou ser apenas como um velho fraco (dando a entender mais um pouco sobre a origem dos seres apóstolos, o q representam e a corrupção em busca de desejo e poder ) .

            Concordo com sua teoria da criança tb. Acredito q ela já estava grávida, e o ato “corrompeu” a criança

  • Everardo Feres

    Uma coisa que não fez muito sentido pra mim foi o tamanho do Skull Knight (e não King, como disseram, esse “outro” personagem). Quando ele invade o eclipse e tenta acertar com a espada o Void (líder da God Hand), ele está praticamente do tamanho do Void, que, em outra cena,parece ter quase do tamanho da Slan (a Succubus) ali. Ou seja, seriam todos gigantescos, ou, colossais, como disse o Sushi. Entretanto, no fim do terceiro filme, o Gattsu pega a espada do Skull Knight, que parece cer de um tamanho razoável, e não colossal. A não ser que ele seja transmorfo, algo que eu não duvido, realmente fiquei sem saber o tamanho real do cavaleiro.

    • Kirano

      Não sei se no filme tem isso. Mas todos os mãos divinas eles aparecem gigantescos e diminuem até o tamanho “humano”. No mangá isso fica bem claro, principalmente no momento em que eles tão todos em cima da mão de cabeças louca lá, dá pra ver que aquela perspectiva eles já estão do mesmo tamanho do Grifith, que ainda é humano. É como se na transição eles aparecessem maiores e ai fossem diminuindo até chegar o tamanho humano. Por isso o Skull Knight é do mesmo tamanho deles e depois do mesmo tamanho do Guts.

  • Ramon Figueiredo

    Muito bom o episódio. Esse JACK veio com um timing perfeito pra mim, que finalmente tive com quem “conversar” sobre Berserk. Apenas recentemente eu tomei vergonha na cara e decidi ver os filmes, fiquei maluco e agora estou lendo o mangá e aguardando ansiosamente o Musou. Continuem com o excelente trabalho.

  • Elisa Moraes

    Primeiramente, OBRIGADA por falarem dessa obra prima incrível dos nossos tempos.
    Gostaria apenas de deixar meu comentário aqui, só para dar uma visão feminina, se me permitem, sobre algumas #polêmicas no podcast todo e no mangá em si:
    (Preciso esclarecer antes que apenas li todo o mangá (até onde foi lançado), não vi os filmes nem o anime.)
    Berserk é uma história muito bem construída. Quanto mais você lê e se aprofunda nos personagens, mais você percebe o propósito de diversos acontecimentos, por mais perturbadores que sejam. Na verdade, são justamente essas cenas desconfortáveis que nos permitem um insight nas personalidades e consciências pessoais de cada um naquela história. São cenas que servem como alavancas para “abrir” os personagens e mostrar o que tem de mais cru dentro deles mesmos.
    O sexo, assim como a violência, são extremamente carnais. Sei que parece uma redundância dizer isso, mas não é á toa que classificamos filmes e séries com essa temática como “para adultos”. Esse tipo de expressão é muito complexo e cru, revelador e perturbador. É o momento de maior exposição de um ser humano, quando ele literalmente se liberta para seus próprios instintos.
    Assim, posso dizer que encaro absolutamente todas as cenas sexuais de Berserk como necessárias. E não, não me sinto ofendida. Eu entendo que o Mizanzuk tem a tendência a achar que a maioria das mulheres se ofende com isso, mas eu completamente NÃO me sinto assim, e na verdade acho um pouco ofensivo da parte dele achar que esse tipo de coisa é muito “chocante” para mulheres.
    Assim como apontado por diversas pessoas aqui na sessão de comentários, as cenas de abuso e de sexo servem um propósito muito maior do que simplesmente visual ou “ser chocante”: são uma espécie de metáfora, uma analogia, para as situações e os conflitos dos personagens. Quando o Griffith estupra a Caska, no mangá, é visível a mistura de emoções acontecendo naquele momento. Ao mesmo tempo, temos o Griffith se libertando do sentimento de derrota que ele estava tendo em relação ao Guts, e se afirmando como o dominador e superior, além de se mostrar desprovido de emoções, ele está completamente apático. Junto com isso, temos claramente um conflito interno da Caska, que ao mesmo tempo, ao meu ver, ama e odeia o Griffith, mas também ama de modo diferente o Guts. Já o próprio Guts é a pura forma do ódio e do inconformismo. Naquele momento, ele espelha o que nós, leitores, estamos sentindo: uma indignação, tristeza, raiva e prepotência.
    Enfim. O texto acabou ficando um pouco mais longo do que eu pretendia, mas, colocando de forma simples:
    TL;TR: NÃO me sinto ofendida com as cenas de sexo e estupro, entendo e inclusive acho importantíssimas nas construções de personagens. Falows!

    • Ricardo Ferreira

      Otimo reply. Parabens.

    • Esse comentário tem de ficar fixo no topo aqui, não só por ser finalmente uma mulher falando sobre algo que só estou vendo homem ainda batendo a tecla (e querendo dizer o que é ou não ofensivo), como por ter resumido toda a questão.

      • Elisa Moraes

        Valeu ;D

      • Tony Horo

        Acho que isso é um bom ponto, pois da forma que o Rick e o Mizanzuki colocaram, parece que é uma verdade universal de que as pessoas vão se ofender com o conteúdo, principalmente mulheres.
        Eles já se colocaram na defensiva (“quem sou eu homem branco pra dizer tal coisa..”), quando na verdade é uma questão mais pessoal do que por gênero, cor, etc…

        E como já disseram: a opinião pessoal deve ser respeitada, mas por se tratar de um conteúdo adulto, o melhor que deve ser feito é evitar que pessoas sensíveis aos temas assistam/leiam, ao invés de julgar algo por ser necessário ou não com base no que está sendo abordado, ainda mais se tratando de Berserk, que como a Elisa colocou muito bem, trata tudo com um proposito, ainda que não fique claro.

        São coisas que geram sensações, e isso é muito bom.

    • ogeid

      Não poderia ter escrito melhor, muito bom comentário.

  • Coxinha de mortadela.O isentão

    Eu como homem branco cis-hetero classe D baixa . Me liguem.

  • André Gross

    Apenas um comentário sobre a recomendação. Obrigado.

  • Didi Pool

    Fica uma sugestão para os nobres: Hellsing Ultimate.
    Esquece o anime, Hellsing Ultimate(OVA) é perfeito.

  • Armoderic

    Muito bom o podcast.

    A única coisa que levemente me incomodou, e foi um detalhe pequeno e nem foi sobre o debate do anime, mas sim um detalhe de algo no inicio que estava falando sobre shonen e shoujo. Você usaram um tom de “divisão” como algo meio forçado, o que está bem errado – o que acontece é o seguinte, desde pós-guerra e principalmente a partir dos anos 60, no Japão sempre ouve um reconhecimento muito forte de que mulheres eram uma parte muito importante do mercado editorial, seja como consumidoras ou autoras (enquanto isso no ocidente de vez em quando a gente vê editores fingindo que mulheres não existem) , consequentemente isso levou a criar revistas (e até espaços) onde mulheres poderiam escrever para mulheres, mas não é a “divisão” que usaram – qualquer um pode ler, e você tem tanto mulheres como homens escrevendo (e consumindo) em ambos os lados, mas sim entendido como espaço que permitiram novas autoras (e até autores) e explorarem novos temas e novas estéticas surgirem (muito de como o mangá/anime é hoje, foi criado por mulheres, e depois foi reabsorvido em shonen e vice versa algumas vezes).

    Dito isso, e voltando o anime – uma das coisas que eu acho mais interessante em Berserk é o uso de contraste e choque, tipo o ambiente e visual com tons “realistas” em choque com elementos fantásticos, sendo que discordo do Corraini que tenha sido editores forçando tons, mas sim, você tem um universo que de um tom “realista”, pós eclipse, está cada vez mais mergulhando em uma espiral que tudo está cada vez mais fantástico e estranho, logo você tem bem claro o tom de desespero da situação. Porém, nunca tinha pensando no espaço de tempo entre os capítulos do mangá, e não imaginava que haviam sido 7 anos até o eclipse…. seria curioso, descobrir qual foram as reações na época…

    Eu assisti o anime antigo, na época eu gostei mais das parte só entre humanos, e vendo eclipse, meio desgostei um pouco – eventualmente eu vi os filme e gostei bastante, até olhei o anime novo, achei…. ok…eu acho…sei lá, talvez tenha gostando não tanto do anime mas sim pelos grupos novos que apareciam (como os cara de Kushan, que parece um misto de Índia+Irã+Império Otomano, que eu já tinha visto algumas imagens antes).

  • Kendi Souza

    Aparentemente o filme realmente não é para pessoas que não conhecem a série do Berserk, só se ver pelas impressões do Mizanzuki.

    • Sushi0

      Vai de pessoa pra pessoa, eu não conhecia NADA antes de ver os filmes (e ainda não consumi nada além deles) e peguei tudo aquilo que falei, inclusive sobre o passado do Guts

      • Kendi Souza

        Sim, realmente isso é algo que varia. Mas minha dúvida é se o filme é de fato atrativo para maioria das pessoas que não são conheciam nada Berserk, ainda mais com o tanto de informação que é jogado na cara logo no primeiro filme.
        Sobre a parte do sonho do Guts, ninguém no podcast conseguiu entender totalmente o que estava aconteceu no sonho do Guts, essa cena poderia ser mais bem trabalhada na minha opinião

  • Excelente podcast.

    Esse foi o ano que decidi jogar no lixo meu preconceito babaca com Animes/Mangas e Berserk foi uma das primeiras coisas que comecei a ler.
    Estou acompanhando os lançamentos pela Panini e acho que é uma boa pra quem tem preguiça de ler muita coisa, a cada 2 meses sai uma HQ de 200 e poucas páginas que vc le numa tacada só e descansa por um tempo.
    Por sinal, mesmo vendo os filmes acho que ainda vale a pena ler elas por conta de algumas coisas melhor construídas, como as guerras, a construção do resto do exercito do falcão e pq essas pessoas se tornaram tão importantes para o Guts e até o pq o Guts sempre usa uma espada gigante e ainda é rápido com ela.

    Devo dizer que essa HQ é uma das coisas mais bem escritas que já li (em qualquer midia). No começo vc já ve o personagem sozinho naquele mundo, puto com algo e muito fodido…. eu até fiquei com medo de “putz, é só HQ de lutinha com personagem fodão” e nem tava curtindo tanto…. mas ai começa o Golden Age e acho que o que é foda nele é o fato de vc saber que tudo isso vai dar merda, vc já saber QUEM fez a merda, e mesmo assim vc se apegar a todos, inclusive o “vilão”…. eu chegava a me questionar se realmente eu tinha entendido o começo corretamente… “não pode ser que essa galera foda ai vai toda morrer…. não é possível que ele vai trair a todos”. Chega a arrepiar isso.

  • Bruno Ximenes

    Conheci Susumu Hirasawa pelo Satoshi Kon, este último talvez meu diretor de animação japonês predileto. Adoro também Miyazaki (que admito, em animação clássica é bem superior), porém Kon é mais ousado. Infelizmente, se foi cedo.
    Retornando a Hirasawa, adoro as aberturas de Paranoia Agent (série produzida do Kon), e as músicas de Paprika, de autoria desse músico. É diferente de tudo que vi no pop rock japonês. Mesmo a trilha de Paprika, que usa da moda das VocaloIds…

  • Bruno Ximenes

    Os anjos da Mão de Deus, para mim, realmente parecem os cenobitas…

    P.S.: Toda vez que falavam de Rei Caveira, me lembrava da carta do Yugioh!

  • Nathan

    Acho que tem muita forçam um pouco a barra com as semelhanças de Berserk com Darksouls, Dragons dogma e blood born. É darkfantasy, ok, tem minotauros, hidras e ruinas e mulheres morenas guerreiras? Ok. Mas e daí? Berserk não é inovador por conta desses itens na obra.

    • Sushi0

      Não sei se você sabe, mas as referência já foram publicamente confirmada em entrevistas, povo não tá achando pelo em ovo, os jogos realmente se inspiraram em Berserk.

      • Nathan

        Não sabia não. É que eu olhei poraí e tudo que encontrei foram rumores.

  • marcos

    Cast espetacular que infelizmente só consegui escutar agora, dias depois que lançou.
    Foi uma ótima discussão sobre essa obra prima que, assim como alguns de vocês, quando peguei o mangá li numa porrada só, e já estou na época de ler tudo de novo.E eu recomendo vocês procurarem e lerem a entrevista do Miura em que ele fala que nada foi planejado, ele só foi fazendo o que achava que ia ficar legal.

  • Rafael Correia

    Sempre ouço os programas, embora não costume comentar…

    Gosto muito da qualidade de tudo o que vocês fazem, inclusive gostei bastante desse episódio, mas…

    Todo esse discurso feminista e a forma como analisam a obra nesse ponto é um saco…

    É simplesmente ridícula essa necessidade atual de padronização de tudo o que é desenvolvido, querem restringir a liberdade criativa ao ponto de que nunca nada ofenda ninguém…

    Berserker é uma das tantas obras que felizmente não cabem nessa utopia esdruxula e sim ela tem seu público… Toda e qualquer obra tem seu publico e por mais amplo que este seja é impossível agradar a todos.

    Para aqueles que por algum motivo se sentirem ofendidos certamente existem outras opções de leitura que melhor os satisfaça…

    A liberdade de ter as mais variadas ideias nos torna humanos, é uma merda essa constante imposição do que consideram o “certo”.

  • Felipe Mascarenhas

    O cast foi muito bom, Berserk sem dúvida é uma obra prima. É lindo ver discussões sobre esse tipo de anime.
    Mas sobre o ponto onde falam que o anime de 1997 se tornou irrelevante e que a qualidade dele é duvidosa. Discordo completamente, é primoroso, tanto na narrativa, quanto na arte/animação. Não atoa são compartilhados inúmeros gifs de cenas do anime clássico onde a animação é tão fluida que impressiona. Anos luz mais impactante do que a versão dos filmes. E não é nostalgia, pois é revi recentemente e continuo a achar lindo.
    No mais, o mangá ainda é a melhor pedida. Grande abraço!

  • Ótimo programa. Eu não assisti aos filmes ainda e curiosamente li o mangá esses dias (e lembrei que o podcast tinha saído enquanto lia) e parei após o fim da Era de Ouro pra cuidar dos afazeres da vida mas tô SEDENTO de vontade de continuar lendo após terminar de me livrar daquelas tarefas de fim de ano e tal, mas deu pra acompanhar de boa a discussão.

    Tenho bastante vontade de ver os filmes, apesar de que o mangá me trouxe uma experiência que mesmo já tendo lido muita coisa nessa vida me surpreendi com a forma como é feito e Berserk se mostrou uma obra feita com um esmero inacreditável. Vocês comentam de ter “movimento” nos filmes e tal por conta da animação, mas acho legal jogar aqui que o mangá também tem uma fluidez bem legal de movimentação pela leitura que está em pequenos detalhes dos desenhos que tornam as ações mais “suaves”, digamos assim. É uma narrativa meio cinematográfica pra mídia de banda desenhada que enche os olhos e é bem confortável de ler (comentei isso no twitter esses dias, caso alguém queira ver eu explicando isso um pouquinho melhor e inclusive recomendando um artigo do Kotaku que fala de um aspecto bem parecido de fluidez de movimento, só que usando Dragon Ball como objeto de análise https://twitter.com/Nintakun/status/785980291936456704).

    Ainda sobre o mangá, acho que toda a trajetória da Era de ouro ainda teve um impacto ainda maior por já conhecer o personagem e o mundo antes nos capítulos iniciais, como o Rick e o Corraini comentaram de leve no cast, e imagino que ao contrário do que muitos fãs xiitas dizem, o filme deve funcionar ainda melhor pra quem já conhece a história original, enquanto também agrada aos marinheiros de primeira viagem. Ainda não assisti, mas pelo pouco que vi de umas cenas jogadas e tal, se mostra parecer uma ótima adaptação, por mais que tenham cortado um momento ou outro do mangá que eu goste bastante (mesmo que eu ache que a fuga na carruagem quando eles lutam contra aquele monstro gigante seja um pouco gordurinha, foi uma gordurinha tão gostosa…. apesar de que no filme, de fato, não faz tanta falta assim parando pra analisar, por mais que ali rolem umas coisas legais pra construção de personagem do Guts).

    Sobre toda essa sequência da fuga depois do resgate do Griffith, uma parada que me chamou a atenção enquanto eu lia é que toda vez que aparecia um quadro mostrando o Griffth em detalhes, a gente já notava muito do que o personagem estava sentido apenas PELO OLHAR dele, que já diz muita coisa ainda mais do que se ele tivesse abrindo a boca pra falar (supondo que ele tivesse condições de falar naquele estado, claro), e a forma como o Miura desenhou todas essas cenas desse segmento da história foi uma parada que me deixou bem marcado. Eu já sabia da cena do estupro durante o Eclipse por causa de spoilers que acabei não sendo capaz de desviar durante esses 10 anos que ouço falar de Berserk, mas essas pequenas cenas dos olhares malignos do Griffith acabaram funcionando meio que como um foreshadowing do que viria, ou pelo menos eu acabei vendo dessa forma. É um detalhezinho que parece bobo, mas achei fantástico (e a forma como toda a narrativa visual é construída com ângulos interessantes no cenário e isso vai montando passagens fodas e memoráveis foi talvez uma das coisas que eu mais gostei no mangá até agora. Aliás, li por aí que o Miura estudou fotografia e cinema por uns tempos, o que provavelmente explica isso).

    Puta merda, eu tenho tanta coisa pra falar de Berserk ainda que eu tô me segurando pra não fazer um comentário mega gigante, mas devo dizer que eu tô amando ler essa porra e por muito tempo protelei pra ler pelos mesmos motivos que o Sushi citou de ter muito hiato e tal, mas sei lá, desencanei disso e eu meio que já leio outras coisas assim, tipo Hunter X Hunter (que é um dos meus mangás de aventura/lutinha favoritos) e Five Star Stories (que por sinal, é ainda mais antigo que Berserk e tem só TREZE volumes até hoje, chegando a ter alguns períodos de hiato que duram quase 10 anos. Mas ó, é bem bom, viu). Mesmo que eu talvez nunca veja o final desse troço, acho que o que tá rolando já foi tão bom que fez valer a pena.

  • Rodrigo

    O Mizanzuki foi perfeito em suas colocações. Minha irmã assistiu aos três filmes de Berserk comigo e ficou extremamente incomodada na cena do Eclipse. Sim, é uma cena pra deixar desconfortável, pra cutucar, pra violentar o espectador, mas ainda assim é uma cena que pessoas sensíveis podem não gostar. E como o próprio SUSHI falou, uma pessoa que se ofende com algo, você deve entender o porquê, e não questioná-la. O Kentaro Miura tem todo o direito e liberdade criativa para escolher aquela solução pra cena, assim como nós público temos o direito de desgostar dela. Eu fiquei incomodado, ainda sabendo de todo o histórico japonês com misoginia e cultura machista. Berserk, apesar de ser uma grande obra, sofre com isso. Lendo o mangá eu ainda não consigo defender aquele estupro, tão pouco dar razão ao Griffith, por mais que aquela cena seja desejo criativo de seu autor. Nesse ponto, o Mizanzuki, do contrário do que alguns disseram aí embaixo, foi perfeito. Será que ele não poderia demonstrar seu empoderamento de outra forma? Precisava destruir a Casca (a ÚNICA mulher fora dos clichês machistas dentro desses filmes)? Será que não havia outra forma de explorar essa construção do Femto? Enfim, não demonizem o cara por levantar a bandeira das mulheres nesse ponto importante dos filmes. Voltando a minha irmã, que foi vítima de estupro, é algo muito sério que tem que ser colocado de forma inteligente e não de maneira machista (como foi a cena do Eclipse) numa obra de ficção. Ela muda completamente uma pessoa.

  • João Gabriel Soares Silva

    Ok. Acho que quero ler os mangás. Qual a diferença dos mangás já existentes e os publicados pela Panini?

  • Jhonathan Francioli

    “Chega fazendo drift com o cavalo” uahauhauhauahau

  • Daniel Marques Silva

    Assistam o anime de 1997 porque só a trilha sonora vale a pena, é na minha opinião a melhor o Susumo meu compositor favorito.

X