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Em 2013 aconteceu pela primeira vez o BitSummit, um evento que tinha como objetivo colocar em evidência de um lado do desenvolvimento de jogos japonês que nunca tivera seu lugar ao sol: os jogos independentes.

E é para discutir essa faceta da terra da Nintendo e do PlayStation que André Campos e Eduardo Sushi recebem Fábio Santana nesse podcast que tenta analisar o que aconteceu no passado, celebrar o que está acontecendo no presente e, por fim, especular sobre o futuro dos indies nipônicos.

Por que ouvimos falar tão pouco sobre a cena independente de lá? Quais os jogos e desenvolvedores que se destacam nela? Como o sucesso do Xbox 360 podou o potencial da indústria japonesa na última década?

Qual a diferença entre doujin e indie? E como é que o mesmo país que inventou um tem tanta dificuldade com o outro?

Tá No Seu Turno!

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Links:

Trilha do Podcast

  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “R.U. Overdrive”, por AkumajoBelmont & BrainCells
  • “Cave Story (Title Mix)”, por DM DOKURO & Pixel
  • “Moonsong”, por DM DOKURO & Pixel
  • “Running Hell”, por DM DOKURO & Pixel
  • “Labyrinth Fight”, por DM DOKURO & Pixel
  • “Gestation”, por DM DOKURO & Pixel
  • “The Unbroken”, por Nutritious
  • “To All Tha Dreamers”, por Soul’d Out

Blocos do Podcast

  • 00:00:00 – Introdução
  • 00:02:42 – Apresentação do Convidado
  • 00:06:20 – O Passado
  • 00:31:23 – O Presente
  • 00:47:30 – O Futuro
  • 01:11:44 – E-mails!
  • Gabriel Guimarães

    Não saiu no feed ainda =/

    • slashrick

      Só esperar.

  • Aurélio Dantas

    O exemplo que o Sushi deu da Type-Moon de circulo que virou empresa foi preciso, porém, o título que foi utilizado como exemplo, a franquia Fate/, foi lançado na época que eles já tinham virado uma empresa e foi pensado de maneira totalmente comercial e até mesmo por isso o autor teve que fazer várias mudanças no projeto inicial para ele tornar-se comercialmente viável, o que é muito triste, porque ao observar a obra proposta original você percebe uma qualidade maior… Continuando essa mesma linha de raciocínio, dentre as obras inicias do “circulo” Type-Moon temos Tsukihime, uma visual novel, que explodiu tanto causou o fenômeno de outras pessoas fazerem obras baseadas no jogo original, como por exemplo, Melty Blood, um jogo de luta French-Bread que continuava a história original de Tsukihime.

    • Sushi0

      Eu to ligado no Tsukihime e a relação do Melty Blood, mas na hora passou batido e esqueci de comentar =/
      E mais pra frente cheguamos a comentar brevemente do Melty Blood, só no sei se passou na edição.

  • Ayana

    sushi e andre suportam imperialismo
    repassem

    • Sushi0

      Isso ae! (oi?)

    • Anderson

      Sei que você ta brincando mas me incomoda muito quando falam “nós aqui no ocidente” e na verdade estão se referindo a americanos nos Estados Unidos ou europeus.
      O cenário de jogos indies brasileiros ta tão melhor assim que o japonês? eu não sei (sério, eu não sei)

      • André Campos

        Tá bem melhor sim (o que não quer dizer que esteja muito bom). Mas de fato isso é algo que me incomodou também enquanto eu editava! Valeu pelo toque!

  • MarcusVss

    Tema bem inusitado, curti bastante!
    E estou em dúvida se ter gostado da leitura de comentários faz de mim um idiota haha

  • Vyrian

    Tinha jogado um jogo indie japones de vaporpunk pra nunca mais na vida, aquilo me atormentou por semanas.

  • Flávio Lourenço Carvalho

    POR ISSO QUE EU GASTO DINHEIRO COM ESSA PORRA: enquanto boa parte do conteúdo em português sobre jogos que tem por aí é rasteiro e óbvio, esses caras conversam por cerca de uma hora sobre a cena indie japonesa com o glorioso Fabio Santana (o Fabão), estão de parabéns.

  • VictorHK1

    Bom, talvez não tenha muita relação, e talvez vocês até tenham falado (não ouvi ainda). Mas a indústria de games japonesa tem um grande problema: falta de comunicação entre empresa/desenvolvedor e consumidor. E um jogo indie precisa disso. Precisa desse contato, dessa parceria entre jogador e quem faz o jogo pra poder funcionar.

  • Bonidex

    Adorei esse programa. É nessas horas que vocês mostram que estão a um nível acima de qualquer outro site de games. Olha esse assunto!
    Obrigado por terem aberto meus olhos para esse lado da indústria de games que eu nunca sequer tinha parado para pensar. É como se eu tivesse descoberto todo um universo novo de jogos interessantes para descobrir e jogar. Agradeço encarecidamente.

  • Márvio

    Não conhecia este lado da indústria. Acho que é a primeira vez que leio/vejo/ouço algo sobre em um site brasileiro. Sempre quando falam do mercado nipônico é tudo muito superficial e apenas uma réplica do que já virou senso comum do assunto. Obrigado pelo cast.

  • Esse programa foi muito MUITO bom. Eu estava meio recioso em apoiar o Jogabilida.de no patreon/padrinho mas depois desse e é claro dos últimos ótimos programas sinto que você realmente merecem, conteúdo de qualidade com bom humor de sempre. Nunca me deixaram na mão.

    Estou orgulhoso de vocês

    Forte Abraço

  • Acho muito da hora a coletividade do Japão, mas infelizmente tudo tem um lado negativo.

  • Hitoshi Adati

    Programão. Virei Padrim de vocês depois dessa, já estava ensaiando faz muito tempo. Parabéns, rapazeada, amo vocês.

    • Sushi0

      Muito obrigado <3

  • o japão é um lugar esquisito mesmo, acho que só comecei a ficar mais esclarecido em como funciona a sociedade e questões até antropológicas de identidades lá com o tempo/estudo. mas curiosamente é justamente esse forno de social acima do individual que consegue nos trazer essa coisa tão diferente, tão absurdamente longe das mentes ocidentais, isso é observado até mesmo no campo das artes. japão é japão:

    sushi e andré otakus repassem

  • Jefferson Almeida

    esses dash ta com barulho de trote de cavalo. Porque isso?

  • Jefferson Almeida

    os cavalos tão trotando no dash. Só escuto trote de cavalo. no fundo. Não to falando de vcs que falam no dash to falando do barulho esquisito que to ouvindo no dash.

    • Hector Bonilla

      O Tião Caminhoneiro deve estar fazendo visitas para cavalgar na tua casa, tranque as portas.

  • Scott Pilgrim boladão

    Jogabilidade é meu doujin favorito ❤️

  • Armoderic

    Uma coisa influenciou muito no desenvolvimento de jogos no Japão, foi que os pcs de lá tinham que lidar com o problema de conseguir reproduzir a própria língua japonesa, principalmente o uso de kanjis, o que exigia uma resolução de imagem muito maior que o normal da época. O primeiro impacto disso foi que esses pcs tinham muito mais facilidade em exibir imagens estáticas (porém para move-las era um pouco mais complicado) em alta resolução.

    Isso combinado com o fato que a própria língua japonesa, justamente por usar kanjis (onde um único “caractere” pode ter um ou mais significados), permitia a eles criar jogos muito mais texto (e por consequência, desde cedo, criar uma tradição da narrativas), mesmo usando menos caracteres (computadores/consoles antigos tinham limitação de quanto texto poderia haver, devido a limitações de armazenamento*), essa combinação de imagens estáticas de alta resolução, mas a capacidade de ter mais texto em jogos, permitiu a eles criarem muitos adventures, bem complexos** logo de inicio que eventualmente iriam se tornar as famosas Visual Novels.

    Uma outra curiosidade, que descobri pesquisando (tenho um profundo interesse por esse tipo de jogo) a arte delas nas mais VNs mais antigas, pelo que pude descobrir, meio que se desenvolveu um quase estilo de arte nesse tipo de jogo bem característico, que combinava o uso de scanners, dithering, pixel art, e estética de anime/mangá dos anos 80-90 (um exemplo de jogo moderno que meio imita essa estética é o valhalla).

    Dois sites legais para ver algumas imagens de muitos adventures, visual novels e outros jogos japoneses, incluindo vários doujins é o http://fullmotionvideo.free.fr/screen/!index.html que é um database com vários jogos de pc-9801 divididos por gênero, ano, ect (algumas imagens pode ser meio NSFW)… e http://fmtownsmarty.tumblr.com/ (aviso, meio NSFW).

    A razão que várias distribuidoras/desenvolvedoras estão trazendo algumas visuals novels e outros jogos mais clássicos, não é só pelo “sucesso garantido”, mas por que há uma demanda real, é importante lembrar que jogos como higurashi, clannad, ect… não eram exatamente fáceis de achar (seja por meio legais, ou mesmo torrents) e ás vezes nem eram fáceis de fazer rodar (ou colocar patches de tradução, supondo que alguém tenha feito um), logo muita gente sabia deles, mas nunca teve chance de joga-los ou ter acesso. Porém, essas distribuidoras/desenvolvedoras tem balanceado esses jogos antigos, com alguns novos.

    Ah, sobre o Hatoful Boyfriend, o motivo dele ser tão popular em parte eu suspeito seja devido a let´s plays antigos (em texto***) e pela própria história do jogo – o grande truque dele é que você “venha pelos pombos, mas fique pelo terror psicológico e pós-apocalíptico”, além de ser uma das poucas paródias que realmente funciona.

    Notas:
    * Em alguns episódios do Gamecentral, o apresentador jogo alguns adventures antigos de nes que incluíam coisas como eventos dinâmicos e múltiplos fins.

    ** Por exemplo, jogos antigos de rpg ocidental muitas vezes ou tinham muito pouco texto, ou a maior parte dele estava em um manual separado – tipo literalmente o jogo só dizia “veja página tal”.

    *** Outro Let´s Play famoso de um jogo obscuro japonês que deve ter introduzido muita gente ao Princess Maker 2 é esse http://lparchive.org/Princess-Maker-2/Update%201/

  • Jefferson Almeida

    esperando um dash de the last guardian

  • Hector Bonilla

    Que?

  • nico

    Sicneramente, não gostei tanto do programa (não gosto tanto de quando vocês apenas “relatam” histórias sem grandes discussões) MAS adoro sempre que vocês trazem convidados, por que é extremamente raro que eles não acrescentem ao conteúdo, seja dando informações relevantes ou mudando a dinâmica da conversa. Dito isso, ótimo trabalho! Foi uma boa pesquisa de um cenário que eu conhecia “decentemente” sobre, muito informativo

  • Matheus Hatje

    Requesting a musica que toca antes da leitura dos emails

  • Caio Maiochi

    Ow, galera eu não vi ou não achei OUUU não tem mesmo o nome dos jogos falados no Podcast ! Queria saber o REAL nome do “ASTERBRIDGE” Shooter de navinha indie japones ! Obrigado