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Quando está chegando o fim do ano e você nem compreende mais toda essa metáfora sobre caixas, está na hora de fazer uma pausa e continuar fora dela!

No último Fora da Caixa do ano, Rick, SushiCorraini recebem a Karol para falar um pouco do musical Wicked, de estudos antropológicos em eventos de anime, do maravilhoso A Chegada (Arrival) e por fim recebem o André e a Clarice para uma sessão sobre Rogue One, onde falam tudo o que acharam do filme com spoilers.

Tem algum feedback, sugestões de filmes, músicas, séries, apresentações de balé ou qualquer outra coisa? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de.

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Trilha do Podcast

  • “First Crush”, por Saberpulse
  • “Defying Gravity”, de Wicked

Blocos do Podcast

  • Wicked: 00:02:16
  • Ressaca Friends (ou como tomos os fãs de anime irão odiar o Sushi): 00:18:30
  • A Chegada: 00:26:37
  • Rogue One: 00:39:39
  • Fabiana Massini

    Sobre o Rogue One/furos em Star Wars:
    A fala “muitos Bothans morreram para nos trazer essas informações” é referente aos planos da Estrela da Morte 2, no Retorno do Jedi, e não sobre a primeira estrela da morte! Então isso em particular não seria um furo na cronologia.

    • Saymon Souza

      Exatamente! Muito bem visto. Aliás, Rogue One corrige mais furos do que cria.

      • Fabiana Massini

        Acho que o que atrapalha mais é a trilogia prequel mesmo…
        Ela transforma o Obi Wan do episódio IV num véio loko sem memória alguma xD

        • Saymon Souza

          Nem para isso a trilogia prequel serve.
          Apesar que ‘véio loko’ define bem o Obi Wan do início do episódio IV.

    • Mikael de Freitas

      Opa, ainda bem que alguém veio corrigir isso 🙂

    • Vim aqui comentar exatamente o mesmo. É uma daquelas memórias falsas, tipo o Darth Vader dizer “Luke, eu sou seu pai” 😁

    • Everardo Feres

      Entrei aqui só pra falar isso, quando vi esse post. haha.

    • Thiago Luiz

      Wtf sério isso? Meu deus, eu tinha certeza que era no EPI IV!
      Pelo jeito rolou um Efeito Mandela fodido nisso.

      • É como comentei acima (ou abaixo): é o efeito que faz as pessoas lembrarem o Darth Vader dizer “Luke, eu sou seu pai”, quando na verdade ele nunca disse isso. Nunca EXATAMENTE isso, pelo menos. O que ele diz no filme é uma resposta a um argumento do Luke:

        – Darth Vader: Obi-Wan nunca lhe contou o que aconteceu com seu pai.

        – Luke Skywalker: Ele me contou o suficiente! Ele me contou que você o matou!

        – Darth Vader: Não, eu sou seu pai.

  • El Luchador

    Massa!

    Sou de Joinville-SC, e nas minhas férias na metade do ano, fui pra SP (quase que) exclusivamente para ver Wicked.
    Gosto bastante.
    Fiz isso quando estava em cartaz O Rei Leão também.

    Sempre pego na primeira fileira porque né, se for pra fazer todo esse esforço, tem que valer a pena.
    HAHAHAHAHHA

    • Fabiana Massini

      Sobre isso: vi o Rei Leão e o Wicked do do mezanino, e acho esses lugares muito bons! Vendo o palco de cima acho que é diferente e gosto muito, mas nunca fui na plateia pra opinar se algum seria melhor ou pior.

  • Gabriel Azmodam

    A live do Sushi azedando no FFXV pelo visto nunca vai ser reupada… odeio minha vida muito fortemente.

    • Outrem

      eu cheguei bem no final depois de já ter perdido tudo 🙁 ninguém aí gravou não?

      • Mikael de Freitas

        O Sushi disse que estava gravando no PC do André. Vamos torcer e esperar para sair o upload.

    • André Campos
      • Gabriel Azmodam

        Te amo André! <3

  • Guilherme Antônio

    Enquanto vocês falavam sobre como cada parte da sociedade reagiria a aliens, eu só consegui pensar em adolescentes brasileiros fazendo memes com a sutuação.

  • Caio_RB

    Só queria fazer uma correção: O universo expandido não foi completamente descartado porque o filme do Clone Wars e a série CG da Clone Wars ainda são canon. De resto é Rebels, as novas hqs de Star Wars na Marvel e tudo mais..

  • Henrique Tavares

    Rogue One foi disparado o melhor filme que vi esse ano (confesso, não vi muitos e acho que não vi bons o suficiente pra montar um top 5, talvez A Chegada concorresse com ele), o que me foi completamente inesperado. Eu até tinha expectativa de ver um filme bom, mas o que faz ele se destacar tanto de outros blockbusters é que ele se torna melhor quanto mais penso nele, ao contrário do que acontece com outros, como Animais Fantásticos, onde cada minuto que penso nele faz menos sentido.

    O filme não contradiz em quase nada a simplicidade narrativa e o visual do episódio 4 (além de explicar diversas conveniências que deixam a experiência mais rica), mas o mais impressionante é que ele se liga ao filme mais antigo da franquia, e ao mesmo tempo consegue ir além do que jamais foi mostrado ao borrar as definições de bom e mal de sempre que ficariam muito fracas para um filme de guerra.

    Achei o filme bem audacioso em colocar equivalentes aos conflitos do oriente-médio onde nos colocam, ainda que sob o aviso de que são extremistas, do lado do equivalente aos terroristas árabes. O Império também deixa de ser exclusivamente uma representação do nazismo, pois aqueles dois ataques da Estrela da Morte são parecidas demais com as duas bombas atômicas dos Estados Unidos pra ser apenas uma coincidência. E nessa atenção aos detalhes cada vez vejo mais profundidade colocada nesse roteiro.

    Também achei o filme muito melhor que o Episódio 7. A questão do carisma dos personagens até é válida, mas acho que não funcionaria Rogue One sem o tom leve (e achei alguns personagens muito carismáticos com isso em consideração). Além disso fico muito feliz de não ter nada perto daquelas piadas rídiculas do Finn, ou todos os instant bro que surgem. O roteiro não tem nem comparação de quanto Rogue One é melhor, o que faz com que a questão do carisma fique bem equilibrada. Por exemplo, a relação de confiança entre Cassian e Jyn, que tem uma construção que dá muito mais peso do que o Finn querer ir até o fim do mundo pra salvar a Rey que ele conheceu um dia antes.

  • Keila Sparrow

    Plmdds, gravem o podcast sobre o segundo ato de Hamilton!! Sobre as pessoas gritando e aplaudindo muito em Wicked, isso aconteceu porque era a última apresentação do musical no Brasil. Normalmente o povo só aplaude quando a música acaba. Não fui assistir, mas vi uns vídeos no Youtube da última apresentação de Defying Gravity e fiquei muito emocionada com o público cantando junto. Daria tudo pra ter ido nesse espetáculo. Os Miseráveis irá substituir Wicked no teatro Renault ano que vem