Vértice #88: Rattata de Bigode

2016-12-01T15:36:35+00:00 1 de dezembro de 2016|Vértice|25 Comentários

[vc_row type=”in_container” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”3/4″][vc_column_text]Comovidos e motivados pela linda visão do xaropinho Rattata de Alola, os mestres Pokémon em potencial André, Sushi e Corraini se reúnem nesse que é um Vértice recheado de joguinhos! Rapaz!

Discutimos o engenhoso e inteligente Dishonored 2, o lento porém fofinho Pokémon Sun/Moon, o estranho e engraçado Maize, o divertido e promissor Gwent e o subversivo Tyranny.

E claro, também discutimos algumas das notícias que rolaram na última quinzena, como o patch para pacificar o universo de No Man’s Sky, nossas apostas para os vencedores do The Game Awards 2016, rumores de um novo Marvel vs Capcom e a trágica história de Sleeping Dogs 2.

Rattata eu escolho você para dividir a eternidade!

Tem alguma dúvida, questionamento ou tópico de discussão sobre games, a vida, o universo e métodos de ganhar dinheiro? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de.

Links:

[/vc_column_text][/vc_column][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”1/4″][vc_column_text][fap_track url=”http://media.blubrry.com/bilid/content.blubrry.com/bilid/vertice_ep88.mp3″ title=”Vértice #88:” share_link=”http://jogabilida.de/2016/11/vertice-88/” cover=”http://jogabilida.de/wp-content/uploads/2015/11/photo_2015-11-12_15-56-43.jpg” meta=”Rattata de Bigode” layout=”grid” enqueue=”yes” auto_enqueue=”yes”][/vc_column_text][vc_raw_html css=”.vc_custom_1448870167039{margin-top: 30px !important;}”]JTNDZGl2JTIwaWQlM0QlMjJmZWVkLWJ1dCUyMiUyMHN0eWxlJTNEJTIydGV4dC1hbGlnbiUzQSUyMGNlbnRlciUzQiUyMiUzRSUzQ2ElMjBzdHlsZSUzRCUyMmRpc3BsYXklM0ElMjBibG9jayUzQiUyMGNvbG9yJTNBJTIwJTIzZmZmJTNCJTIyJTIwaHJlZiUzRCUyMmh0dHAlM0ElMkYlMkZnYW1lcy5qb2dhYmlsaWRhLmRlJTJGJTIyJTIwdGFyZ2V0JTNEJTIyX2JsYW5rJTIyJTNFJTNDaSUyMGNsYXNzJTNEJTIyZmElMjBmYS1yc3MlMjBmYS0zeCUyMiUyMHN0eWxlJTNEJTIyZGlzcGxheSUzQSUyMGlubGluZS1ibG9jayUzQiUyMG1hcmdpbiUzQSUyMDAlMjAxMHB4JTNCJTIyJTNFJTNDJTJGaSUzRSUyMCUzQ3AlM0VGZWVkJTIwUlNTJTNDJTJGcCUzRSUzQyUyRmElM0UlM0MlMkZkaXYlM0UlMEElM0NkaXYlMjBpZCUzRCUyMml0dW5lcy1idXQlMjIlMjBzdHlsZSUzRCUyMnRleHQtYWxpZ24lM0ElMjBjZW50ZXIlM0IlMjIlM0UlM0NhJTIwc3R5bGUlM0QlMjJkaXNwbGF5JTNBJTIwYmxvY2slM0IlMjBjb2xvciUzQSUyMCUyM2ZmZiUzQiUyMiUyMGhyZWYlM0QlMjJodHRwJTNBJTJGJTJGaXR1bmVzMi5qb2dhYmlsaWRhLmRlJTJGJTIyJTIwdGFyZ2V0JTNEJTIyX2JsYW5rJTIyJTNFJTNDaSUyMGNsYXNzJTNEJTIyZmElMjBmYS1tdXNpYyUyMGZhLTN4JTIyJTIwc3R5bGUlM0QlMjJkaXNwbGF5JTNBJTIwaW5saW5lLWJsb2NrJTNCJTIwbWFyZ2luJTNBJTIwMCUyMDEwcHglM0IlMjBjb2xvciUzQSUyMCUyM2ZmZiUzQiUyMiUzRSUzQyUyRmklM0UlMjAlM0NwJTNFSXR1bmVzJTNDJTJGcCUzRSUzQyUyRmElM0UlM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][vc_raw_html css=”.vc_custom_1448870206131{margin-top: -25px !important;}”]JTNDYSUyMGhyZWYlM0QlMjJodHRwJTNBJTJGJTJGeW91dHViZS5jb20lMkZqb2dhYmlsaWRhZGUlMjIlMjB0YXJnZXQlM0QlMjJfYmxhbmslMjIlM0UlM0NpJTIwY2xhc3MlM0QlMjJ5b3V0dWJlLWJ1dCUyMGZhLXlvdXR1YmUtcGxheSUyMGZhLTJ4JTIyJTNFJTNDJTJGaSUzRSUzQyUyRmElM0UlM0NhJTIwaHJlZiUzRCUyMmh0dHAlM0ElMkYlMkZmYWNlYm9vay5jb20lMkZqb2dhYmlsaWRhZGUlMjIlMjB0YXJnZXQlM0QlMjJfYmxhbmslMjIlM0UlM0NpJTIwY2xhc3MlM0QlMjJmYWNlLWJ1dCUyMGZhLWZhY2Vib29rJTIwZmEtMnglMjIlM0UlM0MlMkZpJTNFJTNDJTJGYSUzRSUzQ2ElMjBocmVmJTNEJTIyaHR0cCUzQSUyRiUyRnR3aXR0ZXIuY29tJTJGam9nYWJpbGlkYWRlJTIyJTIwdGFyZ2V0JTNEJTIyX2JsYW5rJTIyJTNFJTNDaSUyMGNsYXNzJTNEJTIydHdpdC1idXQlMjBmYS10d2l0dGVyJTIwZmEtMnglMjIlM0UlM0MlMkZpJTNFJTNDJTJGYSUzRQ==[/vc_raw_html][divider line_type=”Full Width Line” custom_height=”20″][toggles][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Trilha do Podcast”][vc_column_text]

  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “Meaningless”, por Pain of Salvation

[/vc_column_text][/toggle][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Blocos do Podcast”][vc_column_text]

  • Gwent: 00:05:23
  • Tyranny: 00:19:36
  • Dishonored 2: 00:26:21
  • Maize: 00:45:55
  • Pokémon Sun/Moon: 00:55:42
  • Patch do No Man’s Sky: 01:13:08
  • The Game Awards 2016: 01:15:37
  • Rumores de novo Duke Nuken e Mahvel 4: 01:21:58
  • A morte do Sleeping Dogs 2: 01:25:45

[/vc_column_text][/toggle][/toggles][/vc_column][/vc_row]

  • Rodrigo Martins

    André, sobre o Pokémon.
    É o que o Sushi disse, você “tem” que usar mais de um Pokémon.
    Falo com aspas pois, o que você está fazendo é quase como grindar(é assim que se escreve?)

    Se usar apenas um o jogo fica muito fácil, e esse problema é desde muito tempo. Se você for usar 6 Pokémons, igualmente, o jogo fica mais difícil mesmo, já que você vai estar no mesmo lvl dos inimigos, ou até abaixo.

    Espero ter ajudado

    • André Campos

      Mas o jogo não devia me incentivar a fazer isso de alguma forma? Se fosse pelo menos divertido usar outros Pokémons ou houvesse um incentivo na mecânica pra trocar (sei lá, o seu Pokémon vai ficando cansado com o tempo?), mas trocar de Pokémon é quase perder um turno, e inserir ainda mais lentidão num combate já tão lento. Sei lá, eu só to jogando da maneira mais eficiente que eu encontrei, simplesmente fazer isso quebrar o jogo nesse nível é bizarro pra mim.

      • Rodrigo Martins

        O jogo até incentiva você a fazer trocas com a efetividade dos golpes e tal, mas só se você fizer isso do começo, se estiver muito mais forte, isso realmente não é problema.
        Sobre a perda de turno, ela existe como ponto de estratégia, tanto que existem golpes que tiram essa punição da perda de turno.

        Sobre a facilidade que existe em quebrar o jogo, é, sou obrigado a concordar.
        Não deveria ser tão fácil.

        Não sei se nesse tem, mas nós anteriores existia a questão de que você não pode controlar Pokémons muito mais fortes do que deveria, pois as insígnias te habilitavam a controlar esses Pokémons.
        Mas também, você pode estar no limite disso.

      • MarcusVss

        Eu tava pensando, seria interessante se viesse a “equipe Rocket” (sei que não é esse o nome nesse jogo) e roubasse seu pokémon principal e vc tivesse que resgatá-lo usando seus outros pokémon.

      • Artur Antunes

        Para mim o jeito mais eficiente de fazer isso é nerfar ou tirar o distribuidor de xp. Na primeira geração, esse item só era entregue quanto tinha umas 4 insignias. Não sou o mais entendido de pokémon, porém acredito que entre as novas criaturas não existem mais pokémons como o Abra e o Magikarp, que são inúteis se não evoluírem. O que poderiam resolver isso é pegar esses pokémons inúteis e dar ao menos um ataque básico para eles, como um water gun para o magikarp e um confusion para o Abra, eliminar o distribuidor de xp de vez e reequilibrar a campanha para que os inimigos usem pokémons com tipos mais variados que exija um time mais equilibrado. O jogo poderia até ter um sistema de análise do seu time e sugerir que você tenha um pokémon de determinado tipo e que tire outro pokémon de tipo repetido. Na hora da troca poderia inclusive sugerir um pokémon que tem ataques que terão vantagens contra o próximo pokémon adversário.

  • Doutor Rey Strange

    Live de Pokémon Sun com André, POR FAVOR, nunca pedi nada a vocês!

    • André Campos

      Se eu tivesse como capturar imagem do 3DS, até fazia! =´[

      • Power Otaku-Kun

        Falando nisso, espero que dê pra fazer live direto do Nintendo Switch, mas ai eu estou acreditando demais na Nintendo.

      • Tony Horo

        André, tem um emulador chamado Citra, a rom só precisa estar decrypted, mas roda de boa.

  • Em defesa do nosso querido Dedé (vulgo André), listarei os meus problemas com a série Pokémon como um todo e porque eu acho que ele ainda pegou “leve”. Embora ele tenha falado algumas bobagens no início, como o fato do X/Y não possuir batalhas em dupla ou falando que o design do Greninja não é MANEIRÍSSIMO ( Cara, você gosta do Farfetch’d, não tem moral para falar nada), acredito que os pontos levantados por ele são pertinentes, mas nem de longe os piores.

    Gostaria de deixar claro que eu não joguei o Sun/Moon justamente por conta do que eu vou listar. Apesar disso, joguei quase todos jogos da série principal e zerei pelo menos um jogo de cada geração até a 5ª (Black/White).

    Dificuldade:

    A dificuldade juntamente com a interface e a estrutura estagnada são os problemas que a série carrega desde o início. Acho que muita gente não lembra da dificuldade dos primeiros jogos justamente por ter jogado quando era muito jovem, por isso muitas pessoas tem a impressão que os primeiros jogos eram “difíceis”. Apesar disso, é notável o decaimento na dificuldade com o passar do tempo na campanha principal.

    Na maioria dos jogos existem desafios depois da liga principal, que de fato são difíceis, como a Battle Frontier ou uma Battle Tower. Neles se fazem necessários o uso de conhecimentos das mecânicas de batalha. Pena que você tenha que jogar o jogo inteiro para chegar na parte boa.

    Interface:

    Acho que dos problemas, a interface infelizmente é o menor deles. Eu já li que o botão “FIGHT” gigante era para evitar cliques errados, mas me parece que é mais uma interface voltada ao público infantil mesmo. Não sei no resto do mundo, mas no Japão a franquia ainda tem um apelo forte para crianças, então me parece a explicação mais plausível.

    Porém nada justifica outros vícios na interface, como os citados textos desnecessários. As vezes eu não sei se as coisas permanecem por preguiça ou medo.

    A má utilização das mecânicas:

    Não se engane com as pequenas mudanças, o jogo é basicamente a mesma coisa desde 1996. Dentre as coisas mais estagnadas, a pior delas sem dúvidas é a forma como o jogo utiliza, ou melhor, não utiliza das complexas mecânicas que ele mesmo desenvolve.

    No site http://www.serebii.net/games/mechanics.shtml tem uma lista de várias mecânicas, mas vou citar algumas como exemplo de como é interessante.

    Restrição de 4 habilidades – Parece um defeito, mas é justamente por ser restringido que o número de possibilidades aumenta. Dessa forma com um mesmo pokemon podem surgir diferentes tipos de estratégia.

    Status Base – Todo pokemon possui um valor base para cada status (HP, attack, defense, special attack, special defense, speed). A partir desse valor base, é possível definir o maior valor possível que uma determinada status pode assumir

    Effort Values – Valores recebidos a cada batalha em que se ganha experiência. Basicamente é uma forma de personalizar as status de um pokemon, de forma a torna-lo especializado.
    http://www.serebii.net/games/evs.shtml

    Individual Values – São basicamente os “genes” dos pokemons, definindo o quão bom é um pokemon em determinada status em relação aos seus pares da mesma espécie. São valores que variam de 0 a 31, sendo 0 o pior valor que uma status base de um pokemon pode ter, e 31 o maior valor.
    http://www.serebii.net/games/ivs.shtml

    STAB – Se o pokemon tem um mesmo tipo do seu ataque, aquele ataque recebe um bônus de 1.5X. Ex: Ember é um ataque de fogo com poder 40 de ataque. Se um Charmander usar é 1.5x mais forte, ou seja, o poder passa a ser 60.
    http://www.serebii.net/games/damage.shtml

    Speed Priority – Existem dois fatores que determinam qual pokemon ataca/age primeiro: a prioridade da habilidade e a velocidade do pokemon (status speed). Em batalha, quando a prioridade é igual, o que define é a velocidade. Isso é muito importante, porque ao contrário do que o André acha, matar com um ataque (OHKO) é bem comum, por isso a velocidade é provavelmente a status mais importante do jogo.

    Diversidade de efeitos secundários: Ao contrário de outros RPG’s de turno, os ataques de pokemon possuem muitos efeitos secundários. Não dá para ficar listando, mas faça seguinte experiência: escolha um pokemon e veja que tipos de ataque ele pode aprender. Acesse o
    http://www.serebii.net/pokedex-sm/ por exemplo.

    Wheather effects – O clima é um fator fundamental em alguns tipos de estratégias, uma vez eles podem aumentar a precisão e o poder de alguns ataques, diminuir o poder de outros aléms de outros efeitos como dependendo da habilidade.

    Citei alguns dos motivos que tornam pokemon um jogo complexo, mas o maior problema é: quando o jogo te ensina isso? Até o Black/White ele não ensina, e pelo que pesquisei isso não mudou. O que mais me deixa puto é que não seria algo difícil de se fazer. Bastava que os ginásios fossem voltados para as mecânicas que ele quer te ensinar, ao invés de se restringir a um tipo de pokemon. Ao final de cada ginásio, o conhecimento poderia ser testado e reforçado. Isso tornaria o jogo um grande tutorial para o competitivo, mas bem mais interessante que a fórmula comum.

    Performance:

    A performance do Sun/Moon e do X/Y são patéticas. Jogos como Youkai Watch são tão bonitos quanto e rodam melhor. Nada justifica as quedas bruscas de frame rate.

    Desculpe pelo texto longo. Ainda não falei tudo o que poderia falar, mas o texto já está grande demais.

    • Thiago Nunes

      Sonho com um pokémon que integrasse toda a complexidade das mecânicas (que eu acho que é o que mais interessa quem ainda é fã dos jogos depois de criança) na campanha single player. Fazer isso seria matar o produto, infelizmente. Mas daria um bom spin-off. Um Pokémon “Smogon Edition”, sei lá

      • Aí que tá cara. Existem formas de se fazer isso. Uma forma, por exemplo, seria uma versão “hardcore” e uma versão “light”. Seria um uso melhor do formato de 2 jogos. Outra forma seria colocar esses tutoriais que cito no late game, e fazer uma Battle Frontier que te forçasse a utilizar isso tudo.

    • André Campos

      Como respondi pra um sujeito no YouTube essa parada do MissClick não cola pra pra mim, até porque o botão de Run é tão grande quanto o do Fight e basta um clique sem confirmação pra fugir da batalha.

      (E Farfetch’d >>>>> Universo >>>>> Greninja hahaha)

      • Concordo contigo, missclick não me parece uma boa explicação. Eu acho que é só para deixar mais agradável ao público infantil mesmo. As vezes eu me pergunto até que ponto isso justifica.

    • Artur Antunes

      Não joguei o Sun/Moon, mas joguei o X/Y e realmente achei que o modo campanha ficou muito fácil. Logo no começo do jogo já tem um tanto de facilidades, como pode escolher 2 iniciais de duas regiões diferentes e ainda te dão o distribuidor de xp logo de cara, além dos ginásios serem bem tranquilos, poder apagar HM, entre outras coisas mais. Não faz muito tempo que joguei o Ruby, Fire Red e o Heart Gold, e apesar desses jogos não serem muito difíceis, eles me desafiaram de modo constante em toda a jogada, algumas vezes de forma desequilibrada como o ginásio de pedra sendo o primeiro e você não escolhendo o Squirtle. Pelo que me parece, não reequilibraram a formula de pokémon depois de arrumar um monte de conceitos antigos e isso prejudicou o game. Pokémon já foi mais difícil e isso nunca prejudicou as vendas do game, então acredito que isso seja apenas mancada. Poderiam colocar uma seleção de dificuldade e acho que já resolveria. Se querem vender mais, aumentem o número de idiomas. Em pleno 2016 e ainda saindo pokémon sem tradução em português oficial?!

      • O problema de seleção de dificuldade é que eu não sei de que forma eles fariam isso. Não que isso não seja possível, pelo contrário, as possibilidades são muitas. O principal problema é que provavelmente permaneceria a não utilização das mecânicas mais complexas durante a campanha. Só aumentar o level dos inimigos não me parece algo atrativo. Por isso que eu digo que quando o André fala mal de Pokemon, ele dá sorte que não tem um conhecimento mais profundo das mecânicas, porque ai ele ia perceber o potencial desperdiçado que é o jogo.

  • Nem precisa ir muito além pra falar de pokémon: é um jogo infantil com uma abordagem de design infantil, PORÉM complexo de masterizar, toda facilidade na campanha é oposta a dificuldade absurda do competitivo ou até mesmo em farmar eggs e obter pokémons com atributos perfeitos. Acho que a dualidade entre ser um jogo relaxante, agradável, confortável, mas também ser chato, duro, exigente no multiplayer é um equilíbrio lindão.

  • Marcus Vinicius

    Não vão comentar Civ VI? Perdei alguma coisa em outros podcasts?

  • Vinicius Duarte

    Não sei voces, mas os produtos da guitar hero não são tão bons, minha guitarra ja veio com falha na paletada para cima, abri para consertar e até hoje ta aberto. O ruim é não ter peças que substituem :/ (Minha guitarra do Guitar Hero Live)

    • André Campos

      A minha guitarra do GH Live veio com o dongle defeituoso! É uma relação de amor e ódio com esses instrumentos! =[

      • Vinicius Duarte

        Sim kkk Atualização: tentando consertar eu acabei quebrando o botão da palheta pra baixo que era o unico que funcionava, dei uma busca aqui na cidade e achei uma loja de eletrônicos e comprei uns botões que são os mesmo das guitarras mais antigas. Soldei e esta funcionando de boas, sem contar que esta até menos barulhento. Pelo menos posso passar para frente de boas

  • Ícaro Melo

    Cadê o Rick?

  • ArcanoXV

    A banda Piscada 182, aquela da Música do Adão.

  • Thiago Nunes

    Queria apontar algo que foi comentado no chat ao vivo:

    O Rattata sempre teve bigode. Esse novo aí só dá aula e é bigode grosso.

    Abraços.

  • André totalmente pistola. Isso ao vivo foi lindo

X