Vértice #89: Trico Piruleta

2016-12-16T20:16:12+00:00 16 de dezembro de 2016|Vértice|33 Comentários

[vc_row type=”in_container” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”3/4″][vc_column_text]Às vezes tudo que precisamos para nos sentir completos é um Trico. Aquele Trico piruleta, que de vez em quando pistola, mas que nos enche de alegria quando verificamos os detalhes anatomicamente corretos. Aaah mano!

E nesse podcast histórico André, Rick, Sushi e Corraini se juntam para discutir o poder da amizade e dos husbandos com Final Fantasy XV, um pouco sobre a internet e corporações malignas com o colorido e divertido Watch Dogs 2 e se emocionam com uma criatura mais viva do que todos nós em The Last Guardian.

Mas como só joguinhos não bastam, também falamos do The Game Awards 2016 com a declaração de amor do Geoff Keighley para o Kojima e o novo trailer do Death Stranding, a Playstation Experience 2016 com o trailer do DLC do Uncharted 4, do remake da trilogia Crash Bandicoot, de Mass Effect Andromeda e de The Last of Us Part II, e a Nintendo dando uma passada no programa do Jimmy Fallon para mostrar um pouco do Super Mario Run e do Nintendo Switch.

E tudo recheado com muita pistola e carinho.

Tem alguma dúvida, questionamento ou tópico de discussão sobre games, a vida, o universo e métodos de ganhar dinheiro? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de.

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  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “The Impresario”, por Jake Kaufman & Tommy Pedrini

[/vc_column_text][/toggle][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Blocos do Podcast”][vc_column_text]

  • Final Fantasy XV: 00:09:01
  • Watch Dogs 2: 00:47:32
  • The Last Guardian: 01:03:44
  • The Game Awards 2016: 01:19:43
  • Playstation Experience 2016: 01:40:23
  • Nintendo no Jimmy Fallon: 02:06:19

[/vc_column_text][/toggle][/toggles][/vc_column][/vc_row]

  • VictorHK1

    Vou ouvir, queria mesmo saber da opinião de vocês sobre The Last Guardian, porque aqui veio um cisco no olho.

  • Edmilson Rocha

    Concordo 100% com o Rick que esse compromisso com o público existe (sobre o trailer do Death Stranding). Não existe essa de “a culpa é de quem pensou”. Enquanto você é desenvolvedor, game designer e etc, a responsabilidade é sempre tua – não são as pessoas que tem que se adaptar ao teu produto, e sim o contrário.

  • Anderson B. Lima

    Concordo 100% com o André sobre Last guardian =D começei a jogar sem compromisso, acabou se tornando meu GOTY (antes era Uncharted 4). Mas também concordo que não é um jogo para todos, como não sou mt sensível a problemas ( e sinceramente, nas minhas jogadas não tive mts problemas, bem poucos ), o jogo em si fala mais alto. Mas a dica pra quem jogar é: sensibilidade da câmera NO MÁXIMO! Melhorou muito depois que fiz isso.

    Ainda não joguei FFXV, mas pelo menos nos demos, eu gostei bastante do combate. Demorei pra me acostumar, mas depois, ficou mt bom, inclusive pra enfrentar muitos inimigos. Mas vou esperar a versão definitiva, pq adicionar história por patch… melhor esperar mesmo.

  • Gabriel Azmodam

    Pra mim, se tem cu tem Goty.

  • O Volveraço poderia ser o Vega tchectchurai

  • Douglas Marques

    Finalmente algum podcast falando mal de FFXV. Já tava de saco cheio de ver todo mundo endeusando esse jogo quando é mediano em todos os aspectos. Eles mencionaram algumas vezes o MGS:V, o tempo todo que eu joguei o FFXV eu pensava: O MGS:V faz isso melhor, roda melhor, é mais fluído, é mais divertido, é mais bonito, etc. Fico feliz de não ter gastado 250~ com isso.

    • Hitoshi Adati

      Os meninos do Overloadr não são dos mais fãs de FFXV também.

    • Samuel Madeira

      Mas como a maioria dos podcasts esse é mais um de opinião, se os demais gostaram é ok não? Endeusamento por endeusamento tem uma dúzia de jogos que a galera do bilid endeusa também e isso independe se é bom ou ruim mas a opinião da galera 🙂

      Deixa os cara :3

      • Douglas Marques

        É que eu tava triggered de ter achado o jogo super mediano e ver todo mundo falar da parada como se fosse a 8ª maravilha do mundo.

        • Victor Brígido

          Jogou? Curtiu o final?

          • Douglas Marques

            Joguei na casa de um amigo. Eu não sei onde começa, mas joguei quando você já pode andar em campo aberto e tal. Joguei menos de uma hora, ficou chato. Mas não peguei nada da história, então nessa parte eu não posso opinar.

          • Um BELO ano novo !!!!!

            Talvez foi pq vc não investiu muito do seu tempo para o game.
            Se vc jogasse um pouco mais poderia mudar a sua opinião.
            : )

    • Louelson Costa

      Também fiquei cismado com FFXV, realmente vi muita gente meio que fazendo vista grossa pros problemas. Coisa do tipo: nossa, achei horrível nota 9.

      Bom ter uma visão diferente sobre o jogo.

  • Só uma pequena correção: apesar do “conhecimento popular”, o Pepe Le Pew não é um gambá. É um Cangambá. É uma outra espécie de mamífero e nem marsupial ele é. Tirando da Wiki:

    O cangambá é muitas vezes confundido com o gambá devido à semelhança fonética dos nomes e ao fato de ambas espécies usarem odores fétidos como forma de defesa.

    O gambá mesmo é aquele que parece um ratão

    • Douglas Marques

      você destruiu minha infância ‘-‘

  • Sobre o Watch Dogs 2: marcar algum NPC e chamar a polícia pra cima não é letal, VÍRGULA!, pois à vezes a pessoa sai correndo e ela MORRE baleada pela polícia no processo de fuga, ao invés de ser simplesmente capturada 😀

  • leonnn1

    As magias do Final Fantasy são muito fortes, mesmo em níveis baixos, acho que vocês talvez não tenham tido paciência para criar magias boas.
    As skills que usam Techs, as vezes bugam, mas pra mim é muito raro, acho que o sushi só reclamou desses detalhes porque geralmente é o que ele faz, acho que é bugado em algumas partes, mas nada que seja tão ruim, mas com certeza poderia ser melhor.
    Pra dar fast travel você tem que escolher um ponto no mapa.

    Mas infelizmente concordo com praticamente tudo que o Sushi falou, na verdade piora, o jogo fica extremamente confuso e bugado, e tem uma bossbattle com um chefe gigante que é ridícula… O jogo é ruim… triste.

  • Vitor

    Qual o nome da musica no final do ep?

    • juanplopes

      “The Impresario”, também conhecido como OC Remix #2699. Eles já falaram sobre ela num DASH desses de musiquinhas, aqui:

      http://jogabilida.de/2013/08/dash-38/

      Confunde um pouco porque existe uma ópera de Mozart com o mesmo nome. E ela na verdade é uma releitura da ópera do Final Fantasy VI (em medley com outras músicas do jogo), que na verdade se chama ‘Aria de Mezzo Carattere’.

      Se quiser ouvir inteira: https://www.youtube.com/watch?v=7xFhULStbkQ

  • Lucas Santana

    Estou adorando FF XV e estou achando um jogo muito gostoso e divertido de jogar, mas concordo com muita coisa que o Sushi disse. Eu não vi os filmes, vi só o anime, na verdade vi pouca coisa sobre a história do jogo. Por ter visto o anime eu já conhecia o quarteto um pouco, então gosto deles, mas não conheço nada do mundo, NADA. Por isso acabo pouco me fudendo pra história, saca? Sei nem quem é a menina loira, só sei que eles iam casar e Noctis saiu numa despedida de solteiro.

  • MarcusVss

    Eu fiquei até emocionado ouvindo o André falando sobre o The Last Guardian. É pra esse tipo de emoção que a gente joga videogame.

  • Henrique Tavares

    Não acho que a questão de dissonância ludonarrativa seja uma modinha tão 2013 e que está ultrapassada de ser apontada agora. Acho ela extremamente válida, e chato é que seja uma lição que os desenvolvedores ainda não dão a devida importância. Uma hora lá o vilão fala que “algumas mortes são necessárias/perdoáveis para se alcançar o objetivo” e o Marcus faz aquela cara de mocinho horrorizado em exterminar uma vida humana, sendo que pela jogabilidade essa é exatamente a mentalidade do Dedsec, quando diversas vezes pra se prosseguir é preciso fazer algumas manipulações que indiretamente sempre vão matar guardas, policiais e gangsters.

    Continuando sobre Watch Dogs 2, é um jogo com ideias incríveis, mas execução e muitas questões de interface e talvez até mesmo game design deixem a experiência muitas vezes tão frustrante.
    – Eu sinceramente não sei porque me dão umas 30 armas de fogo, sendo que o jogo é EXTREMAMENTE punitivo para o uso delas – aquela arminha de choque do início do jogo continua sendo a única opção viável na grande maior parte do jogo (e só usadas pra último caso). Apesar de ter me safado de umas situações extremas, muitas vezes só alertar os inimigos já arruina a missão, e a falta de tolerância pra erro é muito baixa já no início do jogo.
    – Não sei porquê eles não colocam os membros de outras gangues ou da polícia em outra cor pra eu identificá-los com facilidade e saber o que está acontecendo, pra não ter a sensação de que os quatro membros da gangue que vieram eliminar um inimigo, por algum motivo, tomaram o lugar dele na patrulha do local e eu me senti um completo imbecil.
    – Não sei porquê aquelas sidequests online genéricas infinitas (em roxo) ficam tudo misturadas com as missões da campanha, dá uma sensação muito ruim de não ter progresso.
    – Não sei porquê certos locais do ScoutX não indicam o horário para eu visitar, ou porquê o thumb do local não dá um indicativo mais claro. Cansei de viajar 5 milhas e receber apenas um vago “volte mais tarde”, que pode ser 22 horas depois, e só no banquinho do QG se avança o tempo.
    – Não sei porquê o único item útil pra se comprar é o drone, e ele é necessário desde o início do jogo. É legal caçar dinheiro pra comprar ele no início, mas depois não chega nem a ser mais uma lembrança que existe.
    – Não sei porquê alguns upgrades vitais pra avançar nas infiltrações são tão longes na skill tree – eu passei horas fazendo grind pra ter algumas habilidades que eu sentia que deviam ser básicas do início do jogo, e que os upgrades deviam ser melhorias destes. Resultado que eu estou bem avançado no jogo e parece que tenho um personagem level 1.
    – Não sei porque os botnets demoram uma eternidade pra recarregar, porque nas perseguições eu fico rapidamente sem nada e tenho que ficar uma eternidade rodando e me esquivando esperando recarregar – e usar as habilidades que parecem sempre insuficientes, porque toda perseguição de campanha demoro uns 10 minutos, 5 deles esperando recarregar.
    – Não sei porquê a árvore de upgrades dos botnets, aliás, são tudo aumentando slot, e não tem nenhum que diminua o custo geral de consumo, ou diminua o tempo de recarga.

    Devem ter sido umas 20 horas que tenho jogado, com todos esses tipos de detalhes aparecendo incessantemente e por vezes alguns até me causando desvantagem que me levavam à morte. E praticamente todos os mais revoltantes tem a ver com os momentos de ação. Se o jogo tivesse uma ação leve, ou praticamente não tivesse inimigos e fosse mais puzzle e investigação acho que eu estaria aproveitado muuuito mais. E não teria, aliás, essa dissonância ludonarrativa bizarra do jogo querendo tanto ser gta.

  • Marcio Aquino

    As vezes vendo o Sushi comentar sobre jogos e outros analistas e repórteres da área fico com a impressão de que estas pessoas, que eu respeito muito a opinião, estão se tornando aqueles cinéfilos chatos que só gostam de filme com salas exclusivas que vc nem sabe onde assistir. Cada um tem um gosto pra qualquer tipo de entretenimento, mas não acho legal falar sobre um produto que nem saiu e classifica-lo como ruim como feito com o The Last of Us Part II. Não sou fan boy, mas nesse caso temos que esperar pra ver como vai ser, mesmo concordando que talvez nem precisasse continuar a história da Ellie e do Joel, mas o primeiro já foi teve uma história tão boa que não vejo mal nenhum em continuar do ponto onde parou ou criar um novo arco. As vezes a gente cai em certas armadilhas de achar que um artista tem que atender ao desejo dos fãs, mas a obra de arte pertence ao artista e ele pode fazer o que quiser com ela. A nós cabe apenas analisarmos se gostamos ou não ou buscarmos algo que nos preencha melhor, ou se formos mais ousados, tentar fazer algo melhor.

    • Sushi0

      Você precisa ouvir de novo a parte em que eu falei do The Last of Us Part II, eu em momento algum falei que o jogo seria ruim, eu disse que fiquei decepcionado de estarem fazendo ele e principalmente por usar a Ellie e o Joel de novo, só isso, se é bom ou ruim eu só vou saber quando jogar e não falarei de qualidade até lá.

      • Roberto Edificações

        Mesma coisa que dizer que o livro da sociedade do anel é muito bom, não precisa continuar essa estória mais nao que ate aqui ja foi bom demais. Já pensou?

        • João Dobbin

          Não. Sociedade do Anel não fecha a história como Last of Us 1.

          • Roberto Edificações

            Como assim fecha a estoria de the last of us? A Ellie tem apenas 14 anos e esta seguindo com o Joel contra a vontade e sabendo que ele mentiu.
            Esse papo de que não quero ver a Ellie assim me lembra quando alguem olha pra um filhote de tigre e diz: “poxa, queria que ficasse sempre assim, pequeno e bonitinho” mas não, o tigre cresce não é mesmo?
            Eu to muito feliz pela continuação e principalmente pra saber como continua a estoria deles, oque ja imagino que não foi um mar de rosas pq esse universo não permite.
            Mas então essa é a minha opinião, e a sua? Ja que a estória fechou então me diga. Viveram felizes para sempre?

          • Sushi0

            Pera, seu argumento pra uma história chegar ao fim é dizer se vivem felizes ou não? Uma história chega ao fim quando aquele arco que ela se propõe a contar se encerra.
            Senhor dos Anéis não acaba no primeiro livro, pois o arco da aventura que os livros contam não havia se encerrado (sem contar que ele foi escrito como um único livro e a editora cortou ele em três), diferente do The Last of Us que encerrou tudo que ele abriu e o que houve com os dois depois daquele “okay” não interessam para aquele arco.

          • Roberto Edificações

            exatamente, encerraram um arco da história, não a história em sí, se caso tivessem encerrado nós poderiamos responder a pergunta se eles teriam sido felizes para sempre ou não.
            caso o final tivesse sido o outro e a ellie tivesse se sacrificado pela cura e salvo ou não a humanidade ai sim teriamos um ponto final, ellie salvou o mundo e morreu. mas não, joel não permitiu e ela sabe que ele mentiu, abre muita margem para uma continuação. lembro q no proprio podcast q vcs fizeram sobre o jogo vcs não conseguiram chegar a uma conclusão sobre isso. ela desistiu de salvar a humanidade? talvez sim, talvez não…
            fora q a ellie é muito nova no fim do jogo e eu gostaria de saber sim como foi a vida dela, como ficou a sociedade que o tommy esta ajudando a construir, será que vai ter o mesmo fim que a do esgoto? quanto ao joel ja acredito que o personagem chegou sim ai seu desenvolvimento máximo e acredito ate q a parte dois sera apos a morte dele ou uma consequencia disso, mas a ellie não, com relação a ela existem muitas possibilidades ainda mais por ser uma pessoa única. fireflies ou militares podem estar na cola dela, ou ambos.
            um exemplo de um jogo que teve um fim pra mim seria o bioshock 3, não vejo uma forma de continuar com aqueles personagens apos o desfecho que o jogo deu, pelo menos não naquela realidade, mas quanto a the last of us eu enxergo muitas possibilidades oq me faz querer muito uma continuação desse jogo.

      • Marcio Aquino

        Vc começou a falar que o jogo seria ruim, mas o André te segurou e vc voltou atrás. Mas de boa o que vale é a discussão sadia.

  • Lucas Santana

    Sobre as longas viagens de carro no FFXV, eu acho que a ideia é essa mesma, de vc fazer algo enquanto vai para lá, se vc olhar para os personagens eles estarão lendo um livro ou batendo um papo kkk

  • João Dobbin

    Recomendo ver o review do Super Bunnyhop de Watch Dogs 2. O que ele levanta (e foi meio que repetido por vários outros reviews, como Polygon e Giant Bomb) é interessante: Esse jogo realmente precisava de armas? Parece que colocaram as armas de fogo ali apenas como uma convenção com os jogadores tradicionais, mas é um jogo muito melhor aproveitado se você ignora elas e vai 100% stealth usando as bugigangas.

    • De fato, eu NUNCA uso as armas de fogo. Quer dizer, quase nunca. Eu realmente só uso quando um hacker entra na minha sessão, eu o detecto e preciso eliminá-lo quando estamos ambos à pé

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