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Sejam bem vindos à mais um episódio do JACK, este clube do mais alto garbo e elegância que chega mensalmente em seus ouvidos para discutir animes e mangás!

Nesse segundo encontro da temporada, Superintendente Rick, Barão SushiRaugrave André recebem novamente a convidada da vez: a Brigadeiro Míriam Castro! E nesse encontro espacial, psicodélico, engraçado, tocante e às vezes frustrante, eles dissertarão sobre Space Dandy! (wa, uchuu no Dandy de aru)

Esse anime dirigido por Shinichiro Watanabe, conta as desventuras espaciais de um trio de caçadores de alienígenas não registrados onde cada episódio possui sua própria abordagem, senso de humor e temas bem únicos.

Ao final do debate, um dos outros membros será sorteado e escolherá o tema da próxima reunião. Mas caso já queira saber de antemão, clique aqui.

O que achaste?

A sessão do clube continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes!

Links:

Trilha do Podcast

  • “Moonlight Blues”, por Bruce Maginnis
  • “X Jigen e Youkoso”, por Yakushi Maru Etsuko

Blocos do Podcast

  • Spance Dandy wa, uchuu no Dandy de aru: 0:00:00
  • ogeid

    Ainda não ouvi esse Jack, alguém sabe me dizer se o tema da próxima reunião será da versão do filme ou do anime?

    • André Campos

      Até onde eu sei só existe o mangá e o filme. Vamos nos focar no filme!

  • IagoB028

    Recomendação: “Detroit Metal City”
    Cada episódio tem duração de 10min +-, é bem rápido e muito hilário!

    • Sushi0

      Boa! Ele é excelente mesmo, vou até deixar na lista de possíveis indicações =D

  • Jandson Vilagrand Joestar

    Ainda quero ver vcs falarem mal de jojo

    • Luiz Ikari Joestar

      Fala jandaia

    • Crow

      Ta ai algo que nunca quero presenciar.

    • Sushi0

      Eu ainda quero indicar a Parte 1 e 2 e mal eu não vou falar, só não prometo que os outros irão gostar uhauaha

  • odair

    Episodios que adorei: O da Highschool Music(2° temp, epi 4) e o o zumbi.
    Os episodios que gostei mas não tanto assim:
    O da criança alienigena
    o do namoro com a scarlet
    o da biblioteca o do multiverso(que um anime daquele Dandy Emo)
    o do planeta do miau
    o da pulga
    o do QT apaixonado
    o do julgamento
    o da banda
    o da corrida.

    Eu gostei muito dele pq todo episodio eu acabava rindo, mesmo os piores episodios me fizeram rir nem que seja um pouco

  • Manteiga No Biscoito

    Caramba, a história do Akira não é essa loucura toda que vocês falaram.

    • André Campos

      Bom saber, eu realmente não lembro de nada, tem mais de 15 anos que vi pela última vez.

  • K’

    Eu gosto de Space Dandy porque os momentos altos dele são realmente altos.
    E ele é importante pra mim porque o ep.8 da 2 temp me fez correr a traz da musica que o “Bardo” daquele limbo toca. e acabei descobrindo a musica original (Pavane for a dead princess) e essa musica tem uma melodia e harmonias incríveis, embora eu ainda não a toque na sua versão original foi interessante encontrar esse tipo de musica vendo o Dandy num limbo cheio de metáforas e ideias.

  • Nouveau Vieux

    – Meu anime favorito

  • capfalcon

    Estou passando aqui pra tentar explicar porque eu gosto tanto de Space Dandy e porque ele é um dos meus animes favoritos de todos os tempos. Muito do que o André Falou pra mim são pontos altos e acho que o comentário vai ficar um pouco grande, então fiquem a vontade para ignorá-lo.

    Eu sou formado em filosofia e na graduação eu estudei uma teoria sobre mundos possíveis. Simplificando e resumindo ela o máximo que eu posso, essa teoria defende que o nosso mundo (real) é um entre vários possíveis. Ou seja, existiriam outros mundo que são ligeiramente diferente do nosso, e existem pessoas, que na teoria são chamadas de contrapartes, que são muito parecidas conosco, mas que vivem no mundo um pouco diferente com acontecimentos diferentes. Por exemplo, existe um mundo onde o Rick ganhou na loteria e sumiu largando o “jogabilidade”, ou um mundo em que o Sushi de fato provou carne humana. Isso é usado pra explicar o conceito de possibilidade e o motivo do mundo não ser determinista. Isso se assemelharia ao que vocês falaram dos universos alternativos.

    Considerando o conceito de possibilidade, ele pode ser bastante variável e isso explica o ex machina. Já que vai existir milhões de planetas possíveis, em alguns vão acontecer coisas que parece vir do nada (coisas improváveis acontecem vez ou outra), sem contar que as regras desse mundo podem ser diferentes (e de fato são em muitos episódios) dando liberdade ao roteiristas. Acontece que estamos em um mundo possível e esperar que as regras do nosso mundo se apliquem da mesma forma em outro é algo equivocado. A
    nossa imaginação provavelmente é limitada o bastante pra não alcançar certos mundos. SD pra mim é sobre isso, roteiristas geniais (outros nem tanto) tentando levar a imaginação ao seu limite (e talvez ultrapassá-lo) trazendo algo inesperado (inimaginável) aos espectadores, sempre brincando com a nossa expectativa de como a gente acredita que são os personagens ou as regras desses mundos e, ao mesmo tempo, tendo alguns traços em comum que trazem uma espécie de unidade para série (Indo contra a crítica de usar personagens diferentes no mesmo universo proposta pelo Sushi, eu acho). Isso é apresentado de maneira brilhante no primeiro episódio em que os personagens principais morrem, porque vão existir sempre vários mundos onde as nossas contrapartes morrem, afinal a morte é sempre uma possibilidade. Infelizmente isso fez o André não se importar com os personagens e entendo em parte, mas quando penso sob esse prisma essas coisas se tornam elementos constitutivos e centrais na narrativa e como ela se liga, eu só consigo gostar mais da série.

    Sobre a crítica de que talvez fosse melhor jogar logo na cara que são universos alternativos, a estratégia de inserir aos poucos esses elementos me é mais interessante por alguns motivos. Primeiro seria muito difícil expor tudo isso de forma que fosse razoável no primeiro episódio, seria uma tarefa hercúlea e provavelmente não seria um episódio muito bom, pois tiraria a liberdade que é a marca de SD. Por outro lado a ligação entre os mundos culminar no último episódio foi uma surpresa muito agradável, porque como o anime parece ter sido pensado através dessa estrutura, eu já não estava esperando que isso fosse de fato explicado.

    Vale observar que elementos dessa estrutura são inseridos sutilmente nos episódios. É o caso quando o Dandy encontra a ex-namorada que é um ser de quarta dimensão e dá a entender que os problemas de relacionamento deles ter sido o fato de que ela ter contato com as outras realidades e ter vistos o Dandy de várias maneiras diferentes. Ou o fato do Dandy, mesmo sendo um “zé ninguém” ser perseguido pela nave da estátua da liberdade, porque ele possui um dandyness (compartilhados por todas as contrapartes de Dandy) que o torna especial, o que culmina nos eventos do último episódio.

    Como comentado e acho que isso é unânime, a trilha sonora é genial e a parte visual é muito criativa e impressionante, o que por si só já seria o suficiente para que eu achasse bom. Sem contar que é uma reunião de grandes mentes do anime, que possuem liberdade quase ilimitadas pra criar mundos a partir desse personagens, e ver essas diferentes apropriações desses arquétipos. Ver cada uma dessas pessoas colando a sua personalidade criativa ainda é uma boa metáfora pra como cada criador tem seu próprio universo e como que a animação pode ser diversa e interessante. É um pout-pourri da fascinante criatividade japonesa. Pensando com base no que comentei, nem um episódio é ruim pra mim, apesar de que existem alguns que são melhores. Essa simples manipulação de elementos já basta para eu achar impressionante.

    Tudo bem não gostar do anime, não entendam que eu estou tentando convencer de que ele é bom. Só escrevi esse texto, porque, assim como Sushi, eu tenho uma necessidade de comentar sobre ele com outras pessoas e não tenho muita oportunidade de fazer isso. Acho que é importante ressaltar que eu sou muito fã do “guia do mochileiro da galáxias” e as forma como SD constrói seus mundos me lembra o estilo de Douglas Adams. Eu também assisti acompanhando quando saiu, e acredito que isso seja uma forma melhor de ver mesmo, pois toda semana ficava curioso com o que as mentes nipônicas iriam fazer e me dava por satisfeito, sem a saturação, sem contar que havia tempo para absorver o fio narrativo e refletir sobre cada episódio. Somando essas coisas ao meu background acadêmico e como a série se relaciona a várias coisas que estudei não tinha como eu não adorar. SD é diferente de tudo que eu já assisti de anime e só por ser algo tão fora da curva já é algo que me atrai muito. Sinto algo parecido com o que vocês falaram sobre frog fractions 2, eu já fico impressionado só por ele ter existido. Minha vontade ao terminar de assistir essa série era que continuasse saindo episódios pra sempre, para eu sempre ser surpreendido pelas mentes criativas que compõe essa obra. Eu ainda tenho muitas outras coisas para comentar, mas chega né. Beijos, amo vocês.

  • Mário César San Felice

    André, na próxima indique Gurren Lagann pra Mika ter que dar uma segunda chance pra ele.

    • odair

      Gurren Lagann é muito massa velho. adorei

  • Diego

    Opa, bom cast. Eu concordo com praticamente todos os defeitos citados. Embora eu não tenha achado a 2° temporada a “salvadora” como parecia ter sido sugerido, ainda a acho bastante superior a primeira. É só ver o quanto de episódios vocês comentaram que são dela em comparação aos da primeira. A 1° eu já estava cansado quando terminei. A 2° mantem um nível muito melhor, mesmo longe de ser perfeita.

    Sobre a produção, estão certos sobre o jeito que o anime foi feito, era algo que eu estava guardando pra comentar caso não falassem sobre, mas citaram tudo de forma acertada.

    No caso de animes em geral, normalmente o diretor é muito mais um organizador do que um diretor em si. Eu não sei como é a dinâmica dos showrunners pois não tenho conhecimento sobre bastidores de séries, mas pelo pouco que ouvi falar o diretor em um anime é tipo um showrunner que coloca mais a mão na massa. Ele que, além de decidir as questões principais da série, conversa e faz com que todos os setores tenham em mente a mesma idéia do que estão produzindo, o clima, o objetivo, a idéia gerla da obra, para tudo se encaixar perfeitamente no produto final. A maioria dos diretores dirigi o primeiro e o último episódio da série, já que são os teoricamente mais importantes e lhes dá atenção especial enquanto os outros são dirigidos por outras pessoas, sempre com a supervisão destes. Claro que isso varia enormemente, só depende da vontade dele e da equipe, mas no geral é isso que acontece. Por ser algo menor e mais focado que uma série de TV, provavelmente eles também um controle maior sobre o estilo e tudo mais, por isso que talvez ainda dê pra dizer que o show é “de um diretor x”. Dá pra perceber quando uma série é do Tetsuo Araki por exemplo (Death Note, Shingeki no Kyojin, Highschool of the Dead) pelo exagero dramático e intensas cenas de ação. Quando é do Shinbo (Bakemonogatari, Madoka, Sayonara Zetsubou Sensei) pelo uso de cores fortes em contrastes, várias tomadas focando os olhos, influência gótica e experimentação com diferentes tipos de animação juntas. O Yuasa por exemplo é conhecido por influenciar praticamente todos os aspectos da produção, desde o script ao storyboard, animação, etc.. Ele fez o script de todos os episódios em Tatamy Galaxy, Kaiba e Ping pong e o storyboard de todos os de Ping Pong. Mas o caso dele é bem exceção.

    Em Dandy eles jogaram isso pro espaço e deram quase total liberdade pra cada pessoa na staff criativa. O episódio do planeta inundado com o velho pescador e a menina por exemplo, foi escrito, dirigido pela mesma pessoa. E quase toda a animação também foi pela mesma.

    Enfim, só isso mesmo. Continuem com o belo trabalho. Vocês podem não ser entendidos de anime, mas pelo menos tentam fazer suas pesquisa básico, o que já é MUITO mais do que a maioria.

  • Pedro Zeferino

    Eu acho meio errôneo comparar Akira e Ghost in The Shell em termos de importância como se ambos tivessem sido produzidos e distribuídos em épocas iguais. Ghost in The Shell – o filme – foi lançado em 1995; já Akira em 1988, ou seja, 7 anos de diferença. De fato, Ghost in The Shell é realmente muito importante para o universo cyberpunk, principalmente em relação ao ocidente, porém – na minha opinião – acho que Akira exerceu uma influência bem maior. Não somente em relação ao filme, mas o mangá também é algo revolucionário. Entendo que ambos podem ser comparados, principalmente se puxarmos o assunto que ambos abordam, e como ambos foram influentes; porém, em relação à época, na minha opinião, acho que Akira é o filme – de animação – mais importante da história do universo cyberpunk.

  • Anderson

    Não assisti o Space dandy mas o próximo sobre Akira vai ser lega ver a opinião do pessoal. Eu sou um dos que não gostou do filme do Ghost in the Shell na época e depois assisti novamente e continuei achando um saco. Akira eu nunca ouvi ninguém falar mal. Quem gostar de Akira recomendo assistir Venus wars, tem um estilo semelhante.

    • odair

      Eu vi o filme do Akira essa semana e ele é bom mas é bem corrido.
      O Ghost in the Shell é legal tbm

      • Anderson

        Akira é corrido mesmo, imagino que porque o mangá ainda estava saindo na época. Por isso muita gente recomenda ler o mangá também.

  • Acho que eu não entendi…
    Vocês falaram apenas de METADE do anime?
    Ou isso ou tem gosto ruim por só terem falado quase que exclusivamente de episódios da primeira temporada, que todos parecem concordar que é menos bacana que a segunda.
    “Segunda temporada” em um modo de falar, é mais “segunda metade” porwue na prática é uma coisa só é eles só fazem essa pausa para motivos técnicos de produção.

    • André Campos

      Falamos de vários episódios da segunda, como o dos Dandys de vários universos, o da banda de rock, o da pesca, o do musical na escola, o do encontro com a Scarlet, etc.

      • Foi mais mencionado do que comentado.

        Vou dizer minha opinião sobre esse episódio: achei uma oportunidade perdida.
        É duro de aceitar a série não ser o que a gente queria, mas temos que aceitar. O Watanabe desde o início teve que enfrentar isso e tentar vender a série corretamente. Ele criou o universo e deu ele para os colaboradores mostrarem serviço. Space Dandy serviu de portfólio para muita gente, e como é um consenso universal de que a série por si é sem graça o ideal seria aproveitar para comentar cada episódio dizendo quem fez, de onde essa pessoa veio, para onde ela foi. Sabe, apresentar alguns dos nomes que o público em geral ignora, os nomes que fazem os animes que eles tanto gostam. Teve gente depois de Space Dandy que conseguiu moral suficiente para ter sua própria série, como o Oshiyama com Flip Flappers da temporada passada.
        Porque Space Dandy só serve para isso isso,

  • David Balotin

    Então, cara, eu gosto demais de Space Dandy. Sei que tem falhas, mas nos pontos fortes ele me abraça com força. Os pontos fortes são a maneira como ele aborda alguns pontos filosóficos, a liberdade criativa e a arte absurda. Quanto ao personagem principal ser “escroto”, então, assim como todas as referências são “oitentistas”, o personagem é um esteriótipo claro, mas acredito que alguns roteiristas tentam mostrar que mesmo a galera escrota não é 100% escrota, saca? Tenta tirar o preto e branco, mas não esconde os defeitos do personagem. Como foi dito, pelo fator “reset” que cada episódio costuma ter, isso não gera uma curva de evolução no personagem, mas mostra que o personagem, mesmo sendo essencialmente mulherengo, preguiçoso e escroto, ainda tem um lado bom. Claro que essa visão minha não torna o Dandy um poço de carisma, ele é escroto, mas é proposital, na minha visão. Pra mim a personagem mais carismática de todo anime era a Scarlet, e eu sempre ficava esperando por mais dela, mas ela acaba sendo deixada meio de lado, infelizmente.

  • Lucas Vinicius
  • Nao gostei de Space Dandy e espero que castiguem o Sushi fazendo ele assistir One Piece ate ele gostar.