Vértice #91: Nintendo Morta Amanhã

2017-01-27T11:19:34+00:00 27 de janeiro de 2017|Vértice|31 Comentários

[vc_row type=”in_container” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”3/4″][vc_column_text]Dessa vez a Nintendo não tem escapatória, e para decretar enfim a sua morte, André, Sushi e Corraini se reúnem e comentam lançamentos como o excelente e surpreendente Resident Evil VII, o revelador Detention e o divertido e absurdo Yakuza 0.

Eles discutem também a apresentação do Nintendo Switch e o que sabemos do console, o Hidetaka “Swery” Suehiro abrindo seu estúdio independente, o White Owls, o novo AMA do nosso colecionador de faca favorito, Gabe Newell, e a polêmica lista de jogos que irão aparecer na EVO 2017.

Nintendo is Dead. Long live Nintendo.

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  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “The Reason”, por Pain of Salvation

[/vc_column_text][/toggle][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Blocos do Podcast”][vc_column_text]

  • Yakuza 0: 00:06:26
  • Detention: 00:33:57
  • Resident Evil VII: 00:45:12
  • Nintendo Switch: 01:06:18
  • Swery é amor: 01:32:47
  • AMA do Gabe Newell: 01:41:16
  • EVO 2017: 01:48:27

[/vc_column_text][/toggle][/toggles][/vc_column][/vc_row]

  • Kalel Mota

    Tudo que vi de Yakuza 0 me pareceu bem machista. É isso mesmo, caras?

    • André Campos

      Sim, infelizmente misoginia ainda é algo que você tem que aprender a relevar ou ignorar quando vai consumir a maioria das coisas que vem do Japão. Felizmente, no Yakuza pelo que eu vi até agora, os momentos onde isso incomoda (e entendo isso varia de pessoa pra pessoa) estão em minigames e atividades opcionais. Na história principal, isso existe mais como um reflexo da sociedade da época do que como algo glamurizado ou um foco da narrativa.

      • Kalel Mota

        É uma pena. Esse tipo de coisa me desanima…

  • Eu gosto de Resident Evil 6.

  • Guilherme Kruszynski de Assis

    Feliz por conhecer esse podcast =). Padrim pagando pouco no momento, mas vou melhor a contribuição! haha
    Finalmente um Cast de games com consciência social sem tentar ser dono da razão.

    • Sushi0

      Obrigado <3

    • Fernando Savio

      Eu acho que sei de que podcast tu veio… auehauhehua

  • Otavio Lucas

    aaaaaah tava de boas ouvindo os vértices antigos , ai atualizo a pagina e tem um novo, melhor coisa !! bora vê

  • odair

    A Nintendo não pode cancelar o 3DS agora, pq ainda é mais facil e barato desenvolver pra ele por causa do fato deles poderem fazer texturas e coisas assim mais simples e ainda assim vai ficar bonito por causa do tamanho da tela. Sem falar que pular de cabeça com tudo no switch é mais arriscado, pq imagina que tão fazendo jogos por 3DS ai a nintendo abandona ele do nada pouco antes deles poderem anunciar o jogo, as empresas iam ficar putas e largariam a nintendo. Por isso eu consigo entender a Nintendo querem deixar o 3DS morrer por si proprio ao invez de ser morto bruscamente.

    Provavelmente ano que vem tendo os resultados do 1 ano do console eles vão anunciar a morte de 3DS.

    • Caio_RB

      O 3DS realmente não pode ser descontinuado agora, é burrice. As vendas no último ano tiveram uma subida gradativa por causa dos títulos de 2016, principalmente Pokemon Sun/Moon que bateram records na Holiday e no Japão é o terceiro console mais vendido da história que a maioria das desenvolvedoras ainda desenvolvem e tem títulos pra ele, sem contar que ainda existem localizações pra serem feitas pra cá.

      Enfim, a transição vai ser bem lenta e o 3DS só será completamente abandonado quando o Switch tiver vendas estáveis o suficiente. Foi assim com praticamente todos os consoles da Nintendo.

  • Shuhei_yoshida45

    Quando não se tem mais criatividade tem que apelar pra um título desses. Sem contar o completo desconhecimento da Nintendo.. Até eu q sou sonysta sei mais da empresa que vcs. É impressionante como parece que nunca pesquisam antes de começar a falar das notícias no vértice e com isso levam com a bunda até o fim.

    • Sushi0

      Shu, você por aqui!

    • André Campos

      Oi, Shu! Como sei que você não mora no Brasil e tem essa vida atribulada de executivo, vou explicar a piada: aqui no Brasil temos o meme do “Lula Preso Amanhã”, onde as pessoas dizem isso todo dia, mas o Lula nunca é preso. É tipo como ocorre com as previsões de falência da Nintendo!

  • Thiago Luiz

    Eu ainda tenho esperanças pro Switch. Se isso é prudente da minha parte, sei não.

  • Pilot

    Já que vocês falaram da história de Yakuza e tal, gostaria de recomendar umas histórias um pouco que na mesma pegada, que são dois mangás do Naoki Urasawa que vocês devem conhecer de Monster, Pluto ou 20th Century Boys. A primeira história é “Happy!” que relaciona com esse modo de agir da Yakuza nos tempos atuais, numa pegada relativamente mais séria, e a outra é um one-shot chamado “Damiyan!”, que pega outro lado da Yakuza que não é retratado e é bem mais galhofa que a história anterior, mas as duas histórias tem uma pegada bem filmes anos 80.

  • Vinicius Rocha

    Amo vcs, terminar com P.O.S. foi a cereja do bolo! Quem está editando, e escolhendo a trilha?! Só o puro creme do milho! 😉

    • Miracle Megalodon

      Isso é trabalho do Sushi!

    • Sushi0

      Obrigado <3

  • Fernando Savio

    Caaaaras, agora que vocês falar sobre Gone Home, escutei o Dash do Gone Home há algumas semanas e o fato de ter escutado o podcast tão depois do tempo de publicação me fez desistir de comentar.
    Porém, o assunto surgiu e vou falar o que está me matando!
    Eu lembro que vocês comentaram que tiveram dificuldades em ver o que estava escrito nas capas das fitas cassete. Eu recém tinha jogado Gone home para ouvir o cast e estava louco pra falar que é só segura a capa, olhar pra baixo e só então girar a capa. Assim ele fica parada de uma maneira que dá pra ver o fundo.

    Ufa, agora sim tô tranquilo. Feito, abraço e boa vida! 🙂

  • Armoderic

    Vendo vocês (e outros lugares) falando o Yakuza 0, eu me lembrei muito de algumas coisas que aprendi em uma cadeira de Cultura Japonesa (inclusive até achei um .ppt que apresentei uma vez) e de um filme em particular, e achei talvez legal compartilhar, pois talvez a franquia não só seja uma tentativa de reproduzir certos períodos mas muito da estética e temas dos chamado cinema Yakuza, um gênero muito popular no Japão. Alias,o cinema, junto com outras expressões culturais mais tradicionais como Teatro Noh, Kabuki, as cias. de teatro Takarazuka (que eram compostas só de mulheres) e várias outras coisas foi o que moldou o anime e mangá. Mas voltando:

    O gênero de filmes sobre Yakuza já existia desde década de 20 (sim cinema mudo, porém, não trava exatamente de yakuza, mas de uma forma antiga dela),após ele há o chamado “Ninkyo Eiga” (“filmes de cavalaria”), focados no anti-herói divido entre o sentimento de dever e os sentimentos pessoais, e mostrava yakuza como “herdeiros” dos samurais. Pelo que lembro e andei dando uma rápida olhada, esse filmes em geral eram ou na Era Meiji no Taisho (alias não tem um desse jogos que seria mais de época? ou estou confundindo?)

    Porém, esse gênero entra em declino na década de 70, sendo substituído pelo “Jitsuroku Eiga” (traduzido seria tipo “filmes de registros verdadeiros”), que eram mais próximos de documentários ou eram inspirado em histórias reais e mostravam os yakuza como figuras traiçoeiras e cruéis (por algum motivo me lembra o Yakuza 0 pelo que ouvi falar).

    Posteriormente em 80, esse tipo de filme entre em declínio, mas tem uma ressurgência, na forma de filmes diretos para tv com baixo orçamento, mas que permitiam os diretores explorarem mais os temas livremente, ainda que sejam marcado pela violência e erotismo.

    Alias adivinhem que mais fazia esses filmes? a Toei! e um outra produtora, a Nikkatsu.

    O filme que eu queria comentar é Tokyo Nagaremono (1966) (Tokyo Drifter, Tóquio Violenta) dirigido por Seijan Suzuki (isso talvez interesse ao Sushi, esse diretor depois dirigiu uns filmes de Lupan) e produzido pela Nikkatsu. A história é sobre Testsuya Hondo e seu chefe, Kurata, que tentam abandonar a vida de crimes, porém as ações de um grupo rival, acabam levando Kurata a trair Tetsuya que então é obrigado a “vagar” fugindo de vários grupos.

    O interessante do filme (talvez o filme em si não seja lá essas coisas), é que o diretor e Nikkatsu, viviam brigando, com a produtora reclamando que os filmes do diretor era bizarros demais e tentavam conter isso por meio avisos, cortes de fundos e ameaças (sim era um lance meio Konami e Kojima), porém isso só tinha o efeito inverso e a cada filmes o diretor fazia as coisas mais estranhas ainda. O filme é bem estilizado e meio exagerado, com personagens usando ternos com cores fortes, paredes mudam de cor em certas cenas, há até uma briga de saloon, e certas cenas são simplesmente cortada deixando a conclusão para as pessoas que estão vendo.

    https://youtu.be/ccU416_mu7I

  • Vitor Calfa

    O Corraini, se quiser mais um espécime para analisar no seu documentário sobre as pessoas (ou criaturas) que gostam de Resident Evil 6, meu melhor amigo, Sr. Eduardo Giovanni, é um fã fervoroso da série e apreciador incondicional do sexto capitulo tal qual o André. Se quiser passo o contato (ele ficará mais que satisfeito em ajudar pois é ouvinte de vocês também…).

    No mais, deixo uma piada: O maior torneio de jogos de luta do mundo é palco de uma epidemia zumbi. Qual é o nome do jogo?
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    Resposta: Resident EVO.

  • ogeid

    Embora não tenha muita referência com partidas competitivas de jogos de luta da EVO, não entendi bem o ponto sobre as partidas de Smash serem chatas, até porque ao meu ver elas são bem imprevisíveis e versáteis por envolver mais mecânicas de combate, personagens com status distintos e maior espaço nas arenas de luta. Vi algumas partidas de smash 4 e até agora achei bem legal.

    O que você achou de desinteressante nas partidas que assistiu, André? :0

  • Três observações: 1) O Pro Controle possui sim rumble HD, e é provavelmente isso que o torna caro e não NFC. Com o tempo deve baratear.

    2) Sério que acham a line-up do Swich fraca? Só se for a do lançamento, porque até final do ano teremos Zelda, um mainline Mario 3d, Splatoon (franquia revelação), mais ports de Wii U (MK e talvez Smash) e um rumorado Pokémon. Esta bem ok pra mim. Isso pra não falar de Fire Emblem Warriors e Xenoblade 2 (que vai atrasar), que são nicho.

    3) Muito estranho comentário sobre 3ds. Como já disseram, não faz nenhum sentido matar agora o bicho enquanto tá vendendo. Deixa morrer por si mesmo. Por hora o correto é o que estão fazendo, reduzindo número de lançamentos e vendendo mais barato que o irmão mais novo.

    • André Campos

      Sim, nos referíamos mais à lineup de lançamento. E mesmo assim lembro de ter dito que não achava ruim porque Zelda segurava!

      E lembrando que o Gameboy Advance também era um sucesso de vendas quando o DS lançou.

  • Gabriel Raposo

    Acho smash muito hype de assistir, mas reconheço que dois é vacilo
    Pior que o Melee ainda é tão gigante que vi pessoas da comunidade comentando que não precisam mais da Evo

  • Renato Arrieta

    Pessoal, é a primeira vez que escrevos vocês.
    Não consigo acompanhar o vértice ao vivo porque minha internet é via rádio, então sem condições…
    Parabéns pelo excelente trabalho. Já acompanho vocês a uns 2 anos, e ultimamente andei pesquisando vários podcasts de games por aí para ver se valia a pena, mas nenhum que eu escutei tem a qualidade, a confiabilidade e o amor que vocês têm pelo que fazem a transmitem pro público alvo.
    Acho que este comentário vai sumir diantes de vários, mas hoje em dia não compro nenhum jogo sem antes ouvir a opinião de vocês!

    Grade abraço e força na jornada!

    • André Campos

      Muito obrigado, Renato! <3

  • Márvio

    Que nervoso ouvir vocês falarem sobre a nintendo no cast. Tinha um desespero na voz dos três que a edição acentuou ainda mais no ritmo. Tinha visto ao vivo no YouTube e não tinha o discurso tão irritante quanto no áudio.

  • Ricardo Latoch

    bom, vou ser mais um idiota no switch, eu quero um nintendo desde o N64, saudades “mario whatevers” e wario minigames nonsense…

    se o Rick comer um mushroom ele viraria o André?

  • Henrique Tavares

    Tanta música boa do PoS, do próprio Passing Light mesmo, Reasons me faz morrer um pouco a cada vez que ouço.

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