DASH #77: Resident Evil VII

2017-02-05T11:20:31+00:00 5 de fevereiro de 2017|DASH|29 Comentários

[vc_row type=”in_container” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”3/4″][vc_column_text]Bem vindo à família, filho!

Os patriarcas André Campos e Eduardo Sushi recebem os viajantes desavisados Monique Alves (do Resident Evil Database) e Márcio Barrios (do Super Amibos) num delicioso banquete cheio de puzzles, criaturas gosmentas e homens loucos em combustão para discutir Resident Evil VII: Biohazard!

Nessa discussão com spoilers liberados, começamos de como víamos a série antes deste sétimo jogo numerado, passando por nossas expectativas para ela e toda a campanha de marketing da Capcom desde o demo Kitchen até o lançamento.

Daí, destrinchamos todos os aspectos do jogo: tudo o que ele traz do passado da franquia e onde ele inova, a absurda atenção ao detalhe de seus cenários, as surpresas a cada esquina, as reviravoltas de sua história e os personagens que a compõem.

E claro, teorizamos sobre aquele acontecimento do final.

Tá No Seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

Links:

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  • “Still Dawn”, de Resident Evil
  • “Endint Theme B”, de Resident Evil 2
  • Trilha Sonora de Resident Evil VII
  • “Go Tell Aunt Rhody”, por Michael A. Levine

[/vc_column_text][/toggle][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Blocos do Podcast”][vc_column_text]

  • 00:02:00: Aviso de Spoiler e Apresentação
  • 00:05:57: Pré-Resident Evil VII
  • 00:26:50: Resident Evil VII

[/vc_column_text][/toggle][/toggles][/vc_column][/vc_row]

  • FoodPoisoning

    Wow, a Red Queen no podcast, que foda. O Podcast FYFRE, do site antigo dela, foi o primeiro podcast que ouvi na vida, e graças a participação dela no Rapaduracast e NowLoading eu conheci esses podcasts também. Se não fosse por ela eu possivelmente nem conheceria podcast e não estaria aqui.

  • Rafael Quina

    Fantástico o DASH, como sempre!
    E eu quero acreditar que aquele seja o Hunk! #IWantToBelieve

  • FERFO

    Márcio Barrios me broxou para escutar esse cast

    • Rafael Quina

      Márcio mó homão da porra, acho difícil ele broxar alguém 😉

      • FERFO

        Acho o cara mais overrated da internet atualmente 😉

        • Falar que algo é overrated é overrated já :p

    • deixa isso de lado e escuta, está bem maneiro 😀

  • Resident Evil 7 é um jogo que eu me diverti incrivelmente enquanto jogava, mas que aspectos narrativos e a própria história dele me incomodam de maneira geral que me faz cada vez mais sentir que eu devo continuar nessa série. Eu acho que essa série não é mais para mim pois eu não consigo mais sequer rir da galhofa que ele quer tentar me oferecer no meio de seguimentos que, na minha opinião, são bem dirigidos e se tornariam grandes fontes de continuidade em um enredo que se fosse bem estruturado poderia estar emparelhado ao lado de jogos que se preocupam com a sua experiência narrativa como Silent Hill 2 e até mesmo o P.T. e a fantástica história que ele tem no seu fundo e como ele conta ela, mas que no fim RE7 acaba sendo tão Resident Evil que ele até mesmo me lembra de diversos motivos de o porque eu odeio personagens como Jill, Ada, Leon, Chris e Hunk: são muito figuras de uma época antiga que foram sendo muito mal adaptadas e até mesmo arrastadas para os dias atuais de uma forma que eu cada vez mais tento entender o porque das pessoas gostarem deles sendo que eu não consigo ver profundidade ou carisma algum neles com exceção da Claire, Barry e Sherry que talvez sejam os personagens mais humanos que eu consegui mais me simpatizar e me deixar levar por eles durante as histórias que eles fazem parte.

    Engraçado é que nos jogos que eles estão, obviamente eles possuem momentos galhofas mas que é estranho como eles protagonizam os jogos com narrativas bem desenvolvidas – tudo que Revelations 2 seja uma das maiores decepções da minha vida nesse sentido pois eu achei que ele jogou tudo isso no mato porque: “Precisamos voltar a ser galhofas para fã de RE não esquecer que nós estamos tentando ser RE”.

    Eu me diverti jogando, quando esqueço que ele até mesmo é um Resident Evil, eu sinto que eu consigo me divertir ainda mais, porém eu sinto que eu devo dizer adeus a franquia pois ela já não é uma coisa que eu consigo suportar ou gastar meu dinheiro nela por mais tempo.

    Excelente programa, ouvir vocês e a Monique de novo em uma edição – o Marcio, cara! Esse filho da mãe com vocês novamente, que nostalgia gostosa! – me fizeram relembrar dos tempos que eu ainda me esforçava para gostar da franquia pois haviam pessoas que eram tão apaixonadas pela série que a maneira como elas defendiam o jogo me deixavam de coração mole para: “Ah, okay, vai, vou dar mais uma chance”.

    Obrigado pelo programa! <3 Sinto que foi uma injustiça vocês não terem feito um programa antes falando sobre, no mínimo, a trilogia anterior (RE4, RE5, RE6) e o quão ruim os fãs podem ter achado ela ou o quão divertido seria ver o André me homenageando como uma pessoa pertencente a jogabilicasa que também gosta de RE6. ENFIM, novamente, obrigado.

    Tchau!

  • O que eu descobri aqui (e já suspeitava há um tempo) é que não só eu tenho uma resistência incomensurável à galhofagem como também tenho dificuldade em nota-la. Muitas coisas que vocês comentaram ser galhofa (Mia cortar sua mão e a morte do policial principalmente) foram coisas que genuinamente me chocaram e me deixaram mais tenso e desesperado durante o jogo. Sim, eu senti mais medo nessas horas, não humor. Mas pelo visto sou minoria haha Isso não quer dizer que não aprecio a galhofagem quando a percebo; afinal, Metal Gear é minha franquia favorita e lá a galhofa rola solta mesmo.

    O que de fato acabou com a tensão pra mim foi o Jack se tornar um monstro gigante. Ali não tive medo nenhum, e me senti de fato em mais um “chefe de videogame”. Só que o medo e terror retornaram rapidamente nas partes do navio onde jogamos sem arma nenhuma. Mas sim, foi só obter armas que a tensão se foi novamente.

    PS: Todo mundo que salvou a Zoe é maluco. Ethan foi lá pra salvar a esposa, Mia, que só atacou ele e tinha problemas de memória por causa da infecção. A única coisa certa a se fazer, pensando como o Ethan, era curá-la. Não entendo nem porque há essa escolha no jogo, não faz sentido, principalmente depois de ver que salvar a Zoe só causa a morte quase imediata dela…

    • André Campos

      Especificamente na parte da Mia, a parte galhofa é você poder pegar a sua mão como um item do jogo. E sim, a escolha é bem bosta, mas eu escolhi a Zoe porque não estava confiando nada na Mia, e nem pelos ataques dela mas pelas suspeitas de envolvimento dela naquilo tudo.

      • Ah, ok, isso eu só fiquei sabendo depois de já ter terminado então não afetou em nada minha experiência. De fato, pegar a mão como um item é bem galhofa.

        Mas eu estava assistindo ao gameplay do Steve Gaynor e… nossa, as reações dele são completamente opostas às minhas. Tudo bem que ele parece ter menos medo até que o Sushi, mas na parte da garagem a última coisa que tive vontade de fazer foi rir enquanto jogava. Depois de jogar, ok, principalmente assistindo outras pessoas jogando, mas durante… eu tava mais aterrorizado que qualquer coisa haha

  • Lucas Vinicius

    Gosto do que a capcom fez com RE7 eu estava bem triste com a empresa e depois de SFV eu tava quase desistindo da empresa mas agora teve aquela luz de esperança espero que outras franquias dela vejam a luz do dia de maneira legal e com uma boa recepção.

    • Rafael Quina

      Tem um tal de Megaman aí que seria muito legal a Capcom lembrar que existe…. X_X

      • Lucas Vinicius

        Megaman é um problema ja tem 10 jogos na linha principal +Spin offs,Megaman X depois do X5 ja começou a cansar e eles cometeram altas cagadas,Megaman Zero eles encerraram o arco,megaman ZX acho que daria para ter continuações,Megaman Legends merece legends 3 e battle Network eu nunca acompanhei então nem sei como tava. Teve muito jogo e eu não sei como voltar de uma maneira boa que não parece cansado.

        • Hard Frolics

          Cara, vc disse tudo, bem que poderia ter uma continuação pro ZX, além de claro a merecida sequencia do Legends, pobre Volnutt… e mesmo entre eles poderia rolar algo, tem um espaço tão grande de tempo… Esse têm possibilidades de trazer novidades dentro de seus formatos usando mecânicas atuais, sem serem cansativos…

          O complicado é, como seria um MegaMan 11!? Colocar um fim nesse arco ou ligar à série X diretamente deixaria os fãs do clássico muuuuuuito de cara, além de como seria a jogabilidade, os gráficos, `há uma divergência enorme do que agradaria ou não… MegaMan X se tornou meio divergente com a série Zero, não que precise ter uma história rebuscada, mas o pouco que nos ofereceram ficou confuso, porém, eu não reclamaria de um jogo que se passasse nas Elf Wars e por ventura amarrasse tudo…

          De qualquer forma, vamos aguardar e ver se vai rolar algum bom jogo do novo MegaBen.

  • Renan

    Como o Dash é bom, não? 🙂
    E como Resident Evil também pode ser tão bom, né? O remake (que joguei no Gamecube) para mim é um dos melhores jogos de todos os tempos, mas tinha perdido as esperanças na série depois de RE6.
    Eu adorei RE7, pra mim as doses de ação, de galhofa, etc. foram certeiras, eu fiquei muito tenso com o jogo, como há muito não ficava (Dead Space, talvez). O SOM desse jogo é algo maravilhoso, eu realmente fiquei imerso no ambiente (estalos malditos!). Vocês comentaram que depois de um tempo o medo tinha passado, mas para mim só passou mesmo na parte do barco. As partes na Old House foram as mais difíceis para meu coração, e a Margaret transformada estava aterrorizante. Pena que todo esse sentimento se perde na segunda jogada, haha…
    Estou ansioso para o Not a Hero, acho que é a primeira vez que estou realmente contando os dias para um RE!

  • só eu quis gritar “OH O GÁIZZZ” com a trilha de fundo em alguns momentos ?

  • Itallo Alexsander da Fonseca

    Nunca em um milhão de anos eu achava que a Capcom iria fazer um RE tão bom quanto esse, depois de tanto tempo completamente perdida em o que fazer com a franquia. E a familia Baker mora no coração já(especialmente o Jack <3).

  • Parabéns pelo DASH! Aliás, só queria adicionar que apesar do Revelations 2 ser um saco de jogo, o Revelations 1 para 3DS me deu um puta animo para a franquia na época. Ele mesclava muito bem o survival com a galhofa, tinha um controle legal, locais fechados e claustrofóbicos, uma história mais ou menos, mas com um ritmo de jogo sensacional. Caso um dia possam jogar especificamente a versão de 3DS (que é a que joguei) recomendo muito, caso não tenham jogado é claro.

    Eu fico feliz que por esse distanciamento do RE com Outlast ou Amnesia, a identidade própria que ele criou pode servir de pilar para novos jogos de terror indo mais além. É sempre bom ver a Capcom acertando nos seus jogos e franquias, gosto muito dela e sempre tive medo dela se tornar uma Konami. Mas é isso, abraços!

    • Douglas Marques

      Eu joguei no X360 e achei excelente. Além disso tá tão bem otimizado que nem parece a Capcom.

  • Gabriel Macena

    Não sei se perdi alguma coisa, mas quando no fim do jogo você pega a arma pra matar o monstro gigante não é o Lucas que liga pra você através do codex dizendo pra a usar? Se isso for verdade imagino que ele vá ser importante nos próximos jogos…

    • Lucas Vinicius

      Não sei se é o lucas eu pensei que era os militares com o Helicoptero.

  • SmokeE3 .

    Me senti ofendido com esse programa… quando falam sobre “por quê eles tem um videocassete na sala?…” “… é pq eles são aqueles acumuladores de lixo…”. Pow falaram da minha casa casa… no primeiro andar tem uma TV de 19″ com videocassete e mais abaixo um rádio dos anos 70 de madeira (primeiro rádio da família, minha mãe tem desde que ela era pequena). No segundo andar tem uma tv led de 42″, ok, mas embaixo tem um leitor de DVD (nunca tivemos o próprio de Blu-ray). Mas por sorte, agora temos uma outra casa, onde guardamos as tralhas que não usamos mais.

    • André Campos

      Espero que não tenha sacolas dentro do forno!

  • Damian Schelling

    Se você estiver “rejogando” e na parte dos jogos mortais você escrever looser de primeira (já que você já sabe a senha). O que acontece?

    • Sushi0

      Não tem como escrever, o personagem falar que não adianta mexer lá já que ele não sabe a senha.

  • Almighty

    Gostei do RE7, mas achei um pouco longo demais. Na reta final eu já estava meio enjoado e queria terminar logo. Não me deu vontade de jogar novamente, porém vou conferir o DLC gratuito.

  • Madureira

    Terminei o jogo ontem e corri aqui pra ouvir esse episódeo que estava guardado nos favoritos para não ter nenhum Spoiler.
    Cara, que jogo é esse?! Joguei essa maravilha todinha no VR e quase infartei lkkkkkkk.
    Parabéns pelo episódeo, depois de ouvi-lo entendi melhor muita coisa da trama que ainda estava “nebuloso” pra mim.
    Os convidados adicionaram muita informação legal e deixou ó bate-papo muito divertido.
    Valeu pessoal!

  • Daniel Souza Miranda

    Programa muito maneiro! Tenho acompanhado recentemente o trabalho de vocês e só estão me surpreendendo com os podcasts, tão de parabéns! =D
    Você mencionaram o The Evil Within, acho que o meu maior problema com esse game até agora é que ele é MUITO longo. Tem uma hora que o horror dele para de me afetar e eu começo a me sentir entediado e irritado com as mortes, falta de munição e quantidade de inimigos. Já com RE7 foi totalmente o oposto: o game dura em torno de 6 a 10 horas, e mesmo no final quando rola mais ação que terror não se torna algo incômodo pra mim justamente por não se estender por muito tempo.

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