Vértice #94: Teve Tchau!

2017-03-11T18:45:35+00:00 11 de março de 2017|Vértice|48 Comentários

[vc_row type=”in_container” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”3/4″][vc_column_text]Em 2017, vivemos um momento histórico no mundo dos joguetes, um momento onde os jogos não acabam (tanto em quantidade, quanto duração) e, como se já não bastasse, um mundo onde teve tchau!

Enquanto o André se prepara emocionalmente para se despedir de todos os seres vivos do planeta Sushi e Corraini lhe fazem companhia falando sobre o messias em forma de jogo, Zelda: Breath of the Wild, o diferente e tocante NieR: Automata e também o simples porém belo Hollow Knight.

Também discutimos umas notícias aí, como o anúncio de Middle-Earth – Shadow of War, John Carmack processando a ZeniMax, o lançamento do Nintendo Switch, seus problemas e suas investidas nos indies.

Tem alguma dúvida, questionamento ou tópico de discussão sobre games, a vida, o universo e métodos de ganhar dinheiro? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de.

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[/vc_column_text][/vc_column][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”1/4″][vc_column_text][fap_track url=”http://media.blubrry.com/bilid/content.blubrry.com/bilid/vertice_ep94.mp3″ title=”Vértice #94:” share_link=”http://jogabilida.de/2017/03/vertice-94/” cover=”http://jogabilida.de/wp-content/uploads/2015/11/photo_2015-11-12_15-56-43.jpg” meta=”Teve Tchau!” layout=”grid” enqueue=”yes” auto_enqueue=”yes”][/vc_column_text][vc_raw_html css=”.vc_custom_1448870167039{margin-top: 30px !important;}”]JTNDZGl2JTIwaWQlM0QlMjJmZWVkLWJ1dCUyMiUyMHN0eWxlJTNEJTIydGV4dC1hbGlnbiUzQSUyMGNlbnRlciUzQiUyMiUzRSUzQ2ElMjBzdHlsZSUzRCUyMmRpc3BsYXklM0ElMjBibG9jayUzQiUyMGNvbG9yJTNBJTIwJTIzZmZmJTNCJTIyJTIwaHJlZiUzRCUyMmh0dHAlM0ElMkYlMkZnYW1lcy5qb2dhYmlsaWRhLmRlJTJGJTIyJTIwdGFyZ2V0JTNEJTIyX2JsYW5rJTIyJTNFJTNDaSUyMGNsYXNzJTNEJTIyZmElMjBmYS1yc3MlMjBmYS0zeCUyMiUyMHN0eWxlJTNEJTIyZGlzcGxheSUzQSUyMGlubGluZS1ibG9jayUzQiUyMG1hcmdpbiUzQSUyMDAlMjAxMHB4JTNCJTIyJTNFJTNDJTJGaSUzRSUyMCUzQ3AlM0VGZWVkJTIwUlNTJTNDJTJGcCUzRSUzQyUyRmElM0UlM0MlMkZkaXYlM0UlMEElM0NkaXYlMjBpZCUzRCUyMml0dW5lcy1idXQlMjIlMjBzdHlsZSUzRCUyMnRleHQtYWxpZ24lM0ElMjBjZW50ZXIlM0IlMjIlM0UlM0NhJTIwc3R5bGUlM0QlMjJkaXNwbGF5JTNBJTIwYmxvY2slM0IlMjBjb2xvciUzQSUyMCUyM2ZmZiUzQiUyMiUyMGhyZWYlM0QlMjJodHRwJTNBJTJGJTJGaXR1bmVzMi5qb2dhYmlsaWRhLmRlJTJGJTIyJTIwdGFyZ2V0JTNEJTIyX2JsYW5rJTIyJTNFJTNDaSUyMGNsYXNzJTNEJTIyZmElMjBmYS1tdXNpYyUyMGZhLTN4JTIyJTIwc3R5bGUlM0QlMjJkaXNwbGF5JTNBJTIwaW5saW5lLWJsb2NrJTNCJTIwbWFyZ2luJTNBJTIwMCUyMDEwcHglM0IlMjBjb2xvciUzQSUyMCUyM2ZmZiUzQiUyMiUzRSUzQyUyRmklM0UlMjAlM0NwJTNFSXR1bmVzJTNDJTJGcCUzRSUzQyUyRmElM0UlM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][vc_raw_html css=”.vc_custom_1448870206131{margin-top: -25px !important;}”]JTNDYSUyMGhyZWYlM0QlMjJodHRwJTNBJTJGJTJGeW91dHViZS5jb20lMkZqb2dhYmlsaWRhZGUlMjIlMjB0YXJnZXQlM0QlMjJfYmxhbmslMjIlM0UlM0NpJTIwY2xhc3MlM0QlMjJ5b3V0dWJlLWJ1dCUyMGZhLXlvdXR1YmUtcGxheSUyMGZhLTJ4JTIyJTNFJTNDJTJGaSUzRSUzQyUyRmElM0UlM0NhJTIwaHJlZiUzRCUyMmh0dHAlM0ElMkYlMkZmYWNlYm9vay5jb20lMkZqb2dhYmlsaWRhZGUlMjIlMjB0YXJnZXQlM0QlMjJfYmxhbmslMjIlM0UlM0NpJTIwY2xhc3MlM0QlMjJmYWNlLWJ1dCUyMGZhLWZhY2Vib29rJTIwZmEtMnglMjIlM0UlM0MlMkZpJTNFJTNDJTJGYSUzRSUzQ2ElMjBocmVmJTNEJTIyaHR0cCUzQSUyRiUyRnR3aXR0ZXIuY29tJTJGam9nYWJpbGlkYWRlJTIyJTIwdGFyZ2V0JTNEJTIyX2JsYW5rJTIyJTNFJTNDaSUyMGNsYXNzJTNEJTIydHdpdC1idXQlMjBmYS10d2l0dGVyJTIwZmEtMnglMjIlM0UlM0MlMkZpJTNFJTNDJTJGYSUzRQ==[/vc_raw_html][divider line_type=”Full Width Line” custom_height=”20″][toggles][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Trilha do Podcast”][vc_column_text]

  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “A Beatiful Song”, de NieR: Automata

[/vc_column_text][/toggle][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Blocos do Podcast”][vc_column_text]

  • Hollow Knight: 00:07:15
  • Zelda: Breath of the Wild: 00:21:00
  • NieR: Automata: 01:03:17
  • Anúncio do Shadow of War: 01:25:53
  • Carmack sangue nos zóio: 01:43:34
  • Nintícias: 01:49:14

[/vc_column_text][/toggle][/toggles][/vc_column][/vc_row]

  • Eu só quero dizer que amo o fato de que existe uma wiki do Jogabilidade que explica o “Não Vai ter Tchau”.

  • Gabriel Azmodam

    Eu tenho um sonho, um crossover do Jogabilidade com o canal Nautilus.

  • renatopepin

    Polemicão decepcionado com Zelda Botw. Horas de podcast falando como “A link to the past” e “Oot” soterraram Zelda em convenções e agora Botw caga no pau pq n tem convenções. ¯_(ツ)_/¯

    • André Campos

      Que podcast você escutou?

      • renatopepin

        Dash #67
        Vértice #94

  • Rodrigo Oliveira Tenório

    Ouvir o sushi criticando o zeldinha despertou o fanboy que eu nem sabia que existia em mim.

  • Crow

    O pessoal chorando porque o André e o Sushi não seguiram a maré de lamber as bolas do novo zelda é só triste, aposto que 90% nem jogou para saber o quão fundado é as reclamações (eu posso dizer que é bastante).

    • Paulo

      Eu nao joguei, mas achei algumas críticas meio bestas , que se encaixariam em qualquer jogo de mundo aberto. Lógico, é questão de preferência dos caras, mas pelo que vi pra quem gosta de open world o jogo é ótimo.

      • Henrique Tavares

        “que se encaixariam em qualquer jogo de mundo aberto”

        Mas esse que é o problema. Pelas notas ele não deveria cometer erros que qualquer jogo de mundo aberto comete.

        • Paulo

          Me expressei mal. Não quis dizer que são erros que qualquer jogo de mundo aberto tem, quis dizer que são elementos que qualquer jogo de mundo aberto tem, entendeu? Então certas coisas criticadas aí foram pelo fato dele não curtir jogo de mundo aberto, como o mesmo admitiu, pois todos possuem as coisas que ele criticou.

          • Henrique Tavares

            Eu gosto bastante de jogo aberto, mas entendo o ponto deles. Eu também acho que loot inútil não devia ser considerado uma característica, mas um defeito bem chatinho que seria muito bem-vindo se consertado. Skyrim até tinha o conceito de “leveled loot” (não sei se foi ali introduzido, mas foi o único lugar que vi onde tinha lugares em que inimigos e loots eram baseados no nível do jogador) que ajudava um pouco, mas em vez de ser elaborado parece que foi esquecido…

            E pensando apenas no Zelda, frustração com a recompensa de um segredo sempre foi lugar-comum. Quem nunca saiu de mãos vazias de uma caverna no Ocarina ou outro porque o baú ali dentro tinha 50 rúpias e não dava nem pra tirar do baú porque já estava com a carteira cheia? Então, do meu ponto de vista, não é um problema que existe intrínseco à mudança ao mundo aberto, e, para mim, o paradigma que mais deveria ser quebrado e não foi.

          • Rodney

            Cara, não vou dizer com certeza que isso acontece no Breath of The Wild como no Skyrim. Na verdade, acho até que não, pois não se tem nível no jogo. Porém, depois de mais de 50 horas jogando, dificilmente eu encontro um baú com coisas inúteis. Se o baú é difícil de conseguir, ele vai ter algo bom, se ele foi fácil, geralmente vai ter algum material, e não arma. O jogo não coloca armas bostas como tochas, gravetos, espadas enferrujadas, machados de cortar madeira e afins nos baús, são todos encontrados no mundo do jogo. Então eu acho que a Nintendo fez um ótimo trabalho de distribuição do loot nesse jogo.

          • Carlos Eduardo Galvani Nascime

            O BoTW tem “leveled loot”, apesar de não ter level. Chuto que deve ser algo ligado as shrines ou divine beasts, mas não sei ao certo. O que rola é que se você voltar na primeira área antes do final, por exemplo, você vai achar inimigos muito mais fortes e se tiver baús que você não tinha desbloqueado antes vai ter armas muito melhores

      • Crow

        Tente ver as coisas por outra perspectiva, hoje em dia a maioria dos jogos estão saindo mundo aberto (não vou entrar em detalhes do porque pois não é essa a questão) e o gênero está extremamente saturado, talvez não para você, e talvez não para muita gente que joga um jogo de mundo aberto por mês, porém para quem joga jogos aos montes (como o pessoal do Jogabilidade) é terrível você ficar jogando o mesmo jogando de novo e de novo só com uma skin e tema diferente.

        O Zelda tem sim seus diferenciais, porém ele não consegue se justificar ser mundo aberto e muitas vezes fica saturado porque eles são pessoas que jogam uma quantidade exorbitante de jogos, eu não consigo imaginar como deve ser para eles.

        Isso me lembra bastante o pessoal que crítica os críticos que criticaram (jesus) os filmes que eles gostaram (tipo BvS e Esquadrão Suicida), as pessoas tem que entender que os críticos passam tanto tempo consumindo uma fórmula que deu certo que é óbvio que eles vão detestar uma mídia que não inova (não estou falando que é 100% o caso do zelda, mas é em partes).

        • Paulo

          Eu concordo em relação a saturação. Gosto muito de mundo aberto, mas sinto falta de jogos lineares, com mais foco em narrativas, bosses fights e exploração mais concisa (coletar os “segredos” nos jogos de mundo aberto de hoje é praticamente impossivel sem um guia no lado).

          No caso eu entendo a perspectiva deles sim. Só acho que é complicado criticar coisas quando não se tem nada diferente para se comparar, se a crítica fosse em relação ao mundo ser vazio e as side quests serem superficiais, seria mais coerente visto que temos o The Witcher 3 que quebrou este paradigma que muitos jogos de mundo aberto tinham.

          O que eu quis dizer é que algumas críticas foram bestas, pois criticam elementos que todos os jogos de mundo aberto tem, por exemplo a questão das recompensas. É complicado criticar isso quando todos os jogos de mundo aberto são assim, a gente explora, faz side quests mais por completar mesmo, não pela recompensa que pode vir.

          Mas enfim, nem joguei o jogo então fica complicado para eu dar uma opinião mais embasada. Só quis dizer que as críticas comentadas foram em relação a elementos que qualquer jogo de mundo aberto tem, então quem curte esse estilo me parece que vai gostar do jogo.

          (OBS: BvS e Esquadrão Suicida foram um lixo, sendo o genero saturado ou não hahaha)

          • Crow

            Cara sinceramente acho que é a minoria das pessoas que fazem side quests por completar (eu estou incluso mas eu faço pela platina), o que as pessoas esperam de side quests é uma boa reward, pegue o witcher 3 por exemplo (eu sei que é desonesto pegar um dos melhores open worlds para comparar) todas as side quests dão algo de útil, desde dinheiro (que é bem importante no jogo) e troféus que dão buffs até recipes de armaduras extremamente fortes, plus a maioria das side quests tem histórias fantásticas (até as de caçar tesouro tem backstories boas), enquanto no BOTW você vê que foi colocado 0 esforço nas side quests e você não tem nenhuma motivação para faze-las a não ser que você seja um colecionista (igual a mim e você), por que fazer uma side que te da lixo ? Eles também tem tempo limitado para cada jogo, eles não tem 300 horas para ficar jogando BOTW, então eles precisam tentar experimentar tudo em pouco período de tempo, se as side quests são uma perda de tempo por que (de novo) continuar ?

            Você pode dizer que jogos de mundo aberto são assim, mas é isso que está saturando o gênero, você ter um mundo gigantesco porém ter nenhum estimulo para explora-lo pois a recompensa é uma porcaria, só porque é um defeito na maioria dos jogos de mundo aberto não justifica você coloca-lo mesmo assim, é o mesmo que você dizer que os jogos de celular tem que ser pay 2 win pois todos os jogos de celular são assim, faz algum sentido para você ?

            PS : Eu também detestei BvS e Esquadrão Suicida, eu me senti insultado quando vi os dois filmes, porém eu usei os dois filmes para fazer um exemplo mesmo.

          • Rodney

            Cara, eu achei tudo o que você disse só que o contrário. Hahaha. Jogando The Witcher, sentia que as sidequests me geravam recompensas bem inúteis na maioria das vezes. Talvez pelo fato de eu ter ido fazer missões de nível muito alto logo no começo, pois assim ganhei equipamentos ótimos, e como as armas são bem duráveis e podem ser concertadas, acabei não precisando de praticamente de quase nada que ganhava. O Zelda com esse sistema de durabilidade das armas e o fato de não se ter nível, está me passando uma experiência muito mais concisa. E diferente do que foi dito no podcast, o pior de Zelda não é 100 % aleatório. Geralmente baús mais importantes tem o logotipo fixo, ou variações de uma mesma arma. Com o jogo te forçando a constantemente a trocar de armas, acaba que torna qualquer pior valioso. E volto a dizer, minha experiência está muito consistente. Se eu estou em uma área de dificuldade baixa, as armas que irão deixar vão ser ruins, enquanto que em áreas mais difíceis, as armas tendem a ser melhores, mas nada absurdo.

          • Crow

            Você não faz ideia de como isso me irrita, o que você comentou é o oposto de consistente, pode parecer para você, mas na verdade você nunca está com a mesma arma sempre, imagine se no dark souls a cada bonfire você precisasse trocar de arma, seria um desastre pois a graça é você ficar em uma e masterizar ela (não apenas dentro do jogo como você mesmo se acostumar com ela), com essa inconsistência das armas além de eu me sentir frustrado eu não sinto a progressão, mas gosto é gosto.

            Sobre o Witcher, você não explorou o jogo muito bem ao meu ver, pois por mais que você tenha avançado bastante na main as recipes das subquests vão ser sempre melhores, a melhor espada de prata do jogo é de uma subquest por exemplo. Uma dúvida, você passou o jogo inteiro sem dar upgrade nas armaduras ? se você não fez tanta side isso me faz pensar que você não pegou as recipes para dar upgrade nas armors principais que dão os melhores status do jogo, claro que isso é algo bem rpg porém eu fico surpreso de alguém conseguir passar por algumas partes do jogo sem esses upgrades das sides.

          • Rodney

            Então, no Dark Souls não funcionaria porque ele não é pensado para ser assim. Sobre o The Witcher, fiz o contrário, fiz mais subquests do que principais. O problema é que fiz questão de níveis muito maiores que os meus, acontecendo o que foi dito no podcast, conseguia muitos equipamentos que eu não podia usar por causa do nível, é isso acho bem frustrante. Porém, ainda sim conseguia armas e armaduras melhores que eu podia usar ocasionalmente, então quando ia fazer as missões principais, elas não apresentavam quase dificuldade nenhuma. Mas isso não acho que é devido a arma que eu estava usando, mas sim pelo jogo basear sua dificuldade em níveis e não na habilidade do jogador. Ou seja, fiz uma missão de 30 leveis acima do meu, pra conseguir completar ela, tive que ficar muito bom no jogo, depois o jogo passou a não apresentar mais desafio para mim com as missões principais. O que não ocorre com o Zelda. Por isso falo sobre a consistência no Zelda. E não dá pra comparar com Dark Souls porque Zelda foi pensado assim, não simplesmente colocado em um jogo já pronto.
            Obs.: Joguei The Witcher no difícil
            Obs. 2: Sei que o objetivo de The Witcher não é ser desafiador, mas em um jogo desse estilo, eu não gosto que seja um “passeio no parque”. Mas isso é meu gosto, é só estou tentando demonstrar que a escolha de design do Zelda não é ruim, só tem um apelo diferente que acabou não te captando.

          • Crow

            Sério, quero que você me diga um bom motivo de as armas quebrarem sem ser o jogo resolver o problema de high level vs low level com outro problema que é você ter que carregar um arsenal com você para uma dungeon.

            E o dark souls não é pensado assim de que forma ? Você está praticamente dizendo que a minha comparação não é válida pois não é o mesmo jogo lol. Você pode ir no endgame pegar qualquer arma que quiser e voltar para o inicio que você não vai ficar overpowered, tudo depende dos seus status e da sua skill como jogador, o jogo sabe balancear as armas para não tornar elas muito mais forte do que deveriam contra inimigos low level, mas imagino (de novo) que você não tenha jogado para ter falado isso, pois para mim o exemplo é perfeito no sentido de ensinar como balancear o jogador mesmo com equipamentos ótimos.

            Eu não consigo entrar na mentalidade de vocês que estão defendendo com unhas e dentes esse sistema quebrado (desculpe a piada) com o argumento de “esse é o sistema do jogo ta ? não importa se ele é ruim”, então da próxima vez que pegar um jogo decepcionante apenas pense que o jogo é assim e não deve ser mudado.

            Sobre o the witcher, não faço a menor ideia de como você conseguiu fazer missões acima de 30 leveis do seu personagem considerando que acima de 10 você toma HK na cara e seu hit é digno de riso nos mobs, mas vamos supor que isso aconteceu mesmo, eu diria que você meio que jogou o jogo da forma bizarramente errada pois o jogo meio que nivela esse tipo de coisa com o conceito básico de rpg te dando equipamentos que você não pode usar, meio que uma forma de te dizer “não era para você estar aqui, espere mais um pouco”, e quando você chegou no level para usar essas armaduras e armas e fez a quest principal eventualmente as quests chegaram no seu nível, então acho novamente difícil do jogo ter sido uma viagem para disneyland para você considerando que uma hora você encontra uma dessas barreiras, mas ok.

          • Rodney

            Não quero prolongar muito mais a discussão, mas só queria que sim, joguei muito Dark Souls. O que estou dizendo é que a premissa de dark souls é diferente, você tem que levar em conta isso quando fizer uma comparação. Pra começar, em Dark Souls, não são todos os inimigos que dropam suas armas, o combate é muito mais metódico e fechado. Fechado no sentido de ser na maior parte das vezes necessário combater os inimigos necessariamente com armas, enquanto o Zelda te dá a opção de na maioria dos combates você abordar de forma que não gaste suas armas. Não acho que o Dark Souls se beneficiaria de um sistema que te incentiva a abordar os encontros que não o combate direto, sendo que um dos pontos mais fortes dele é justamente o combate. A mecânica do Zelda é “quebrada” na sua opinião, pois sabendo usar suas armas, elas vão durar vários combates. Hoje mesmo joguei e matei dois guardiões é um Golem de pedra de fogo seguidos sem quebrar nenhuma das minhas armas. O problema é que talvez não seja um sistema muito amigável a primeira vista, afastando quem não está acostumado. Já no caso do The Witcher, sim, a maioria dos inimigos davam 1 hit kill, mesmo assim conseguia vencer os inimigos sem muita dificuldade, o único problema era o tempo, tendo lutas que levaram 30 minutos. Cheguei a gravar alguns vídeos contra esses monstros de 1 hit kill, caso esteja duvidando ainda.

          • Rodney

            Ahhh, esqueci uma de dizer uma coisa importante. Você disse “você estava jogando The Witcher errado, o jogo não foi feito para ser jogado assim”. Amigo, pode ser feito, então eu posso fazer, se está errado, o errado é o jogo. Isso não existe nesse novo Zelda, não há forma errada de jogar ele, e parte disso se dá ao sistema de armas quebraveis. Um problema que estou vendo com seus argumentos é que você está tentando isolar o sistema e comparar com outros jogos, nenhum jogo é um sistema só, são vários, e como já disse, os sistemas do Zelda se complementam para fazer com que esse sistema funcione bem.

          • Crow

            De novo cara, você está dizendo não se pode reclamar de uma mecânica de um jogo pois ele é assim, e não se pode comparar com outro jogo, é sério isso ? Que mundo que você vive que comparações não são feitas e que você não reclama das coisas pois no fim “elas são assim”, vou dar um exemplo que você provavelmente não vai gostar pois você pelo visto não gosta de comparações, no seu ponto de vista então não se pode reclamar do que o Sushi e o André acharam do jogo pois eles são assim, então conviva com isso e siga em frente, pois não se pode reclamar afinal, o cerne é imutável e deve permanecer assim né.

            Você realmente acha que um sistema que te tira da imersão do jogo pausando ele para trocar de arma é um sistema bom ? Isso é um crime para game design, se eu quisesse ficar pausando o jogo eu jogava um JRPG do mais básico.

            Não apenas isso mas duração de armas é algo usado como um sink para o dinheiro do jogador, algo que a nintendo pelo visto não entendeu (e pelo visto muita gente também não), é por isso que 99% dos MMO’s tem sistema de repair. Enquanto no BOTW é um sistema de “Gostou dessa arma ? que pena ela é mais frágil que vidro, vá procurar outra armas agora”.

            Você pode ser o l33t gamer 1337 do the witcher 3 mas o jogo não foi feito para se jogar assim, você jogou dessa forma e advinha ? você se frustrou, o jogo poderia estar errado se ele não te desse dificuldade de fazer isso, mas ele te deu VÁRIAS red flags para saber que não era para fazer isso, primeiro que tem as caveiras vermelhas na quest, segundo que as caveiras vermelhas nos mobs, terceiro que o mob te da HK e quarto que você não está dando dano direito no mob, você pode fingir que não viu nada disso, mas o game projetou tudo aquilo para avisar que não era para você estar lá, como é erro do jogo ? me explique novamente pois eu devo ter perdido algo com tanta caveira vermelha que o jogo colocou. Você só não me respondeu sobre o que aconteceu quando eventualmente o jogo se nivelou com você.

            Por ultimo, eu passei a impressão que não curti o jogo, eu gostei muito do jogo, ainda estou, mas quando tem um sistema tão irritante como esse (e o fato das rewards serem ridiculamente ruins) eu desanimo um pouco quando eu vou jogar, mas nada me impede de jogar pois o saldo é positivo, só não torna ele perfeito.

          • Rodney

            Amigo, eu desisto. RS. Parece que não estou conseguindo me fazer claro simplesmente pelo texto. Mas digo o mesmo sobre The Witcher, o jogo é excepcional e gostei muito, o problema é comigo mesmo, eu não gostei de o jogo me impedir pelo meu level, sendo que minha habilidade estava muito acima das missões que eu “deveria” fazer. Eu gostava de fazer as missões de níveis extremamente altos pela dificuldade, mas devido ao sistema de níveis, eu acabava não sendo recompensado por tal, fazendo eu me frustrar. Mas parece que esse sistema do Zelda vem desagradando bastante gente mesmo. Espero que a Nintendo consiga fazer um sistema que agrade a ambos na próxima.

          • Crow

            Tudo bem, é questão de gosto mesmo, eu só queria deixar claro que o fato de você fazer uma crítica ao jogo não significa que a pessoa não tenha gostado (Igual o Sushi ter falado que Dark Souls 3 é só legal). Foi mal pelo ultimo reply, me exaltei um pouco.

          • Rodney

            Só para fazer um último adendo. Eu concordo com você que é um saco ter que ficar pausando o jogo pra mudar de armas, mesmo que seja um menu rápido. Mas dá pra ver que o jogo não foi projetado para ser desse jeito. Muito provavelmente eles iriam usar o gamepad para fazer esse tipo de coisa, deixando a troca de equipamentos mais dinâmica, só precisando tocar no equipamento que você quer, mais ou menos como é Splinter Cell e Darksiders.

          • Crow

            Eu não tinha pensado nisso, realmente faz sentido considerando que o jogo não era para sair na próxima geração da nintendo.

          • Carlos Eduardo Galvani Nascime

            A comparação com Dark Souls é bem ruim porque no BotW basicamente você tem 3 sets de movimento nas armas: espada curta, espada longa e lança. Diferente de Souls em que cada arma é bem mais única em termos de movimento, velocidade, etc.

          • Crow

            Ok, se quiser uma comparação mais justa então peguemos Nioh que tem o formato bem parecido (no quesito das armas), existem 5 sets de armas (lança, machado, dual katana, katana e kusarigama) você pode pegar duas lanças diferentes mas elas iram ter o moveset igual, mesmo assim você escolhe uma lança X pois ela é melhor que a lança Y, isso acontece no Zelda mas o jogo não te da o poder de escolha, ele não te deixa ficar com uma arma pois fazer as armas não serem enjoativas é difícil, esse é o meu problema que talvez eu não tenha esclarecido, eles jogaram um problema para debaixo do tapete criando outro problema irritante.

            PS: Por que minha comparação foi infeliz você desmerece os argumentos ? Ok né.

          • Pedro Rodrigues

            Consistência, a partir do latim cohaerentĭa, é a coesão ou a ligação entre uma coisa e outra. O conceito é usado para discutir tudo o que é lógico e coerente, em comparação com o que precede.

            Ele disse que, consistentemente, em áreas mais fáceis as armas são piortes (balanceando a dificuldade) e em áreas mais difícies as armas são um pouco melhores, mas não absurdamente (mantendo a dificuldade balanceada).

            O jogo é coeso com relação a como balanceia a dificuldade entre diferentes áreas e faz isso em todas as áreas (Consistentemente).

            Não parece consistente, é consistente. Por definição.

          • Crow

            Obrigado dicionário Aurélio, cometi uma gafe, talvez uma palavra que eu deveria ter usado seria subsistência ou constância (escolha uma das duas).

            Parece que a comunidade do Zelda é mais frágil que a durabilidade das armas.

          • Pedro Rodrigues

            Nem, nunca joguei um Zelda na vida. Só corrigindo mesmo.

          • Crow

            Foi mal não estava falando de você, é que eu estava fazendo os comentários por ordem e calhou que você foi o primeiro.

    • João Dobbin

      O André gostou bastante ué. Foi a impressão que eu tive.

  • Henrique Tavares

    Black Flag com certeza rolou atualização, porque roda tranquilo no Wii U. E por ser um jogo mais denso, como o Sushi falou, (com mais personagens e cenários, e cada um deles mais realistas, com mais polígonos e mais texturas em alta resolução e rolando batalha com dezenas de inimigos em batalhas de barcos durante uma tempestade e etc) rodando igual o BotW quebra total pra mim a Nintendo tirar leite de pedra dos consoles dela… E remover as funções do gamepad é outra decepção no sentido de que ela sempre usava da melhor forma possível os gimmicks dos consoles dela.

    • André Campos

      Acho que o Zelda equilibra isso com a quantidade de sistemas dinâmicos que tão rolando a todo momento. Nesse quesito ele é um jogo muito mais complexo que o Black Flag.

  • Rodney

    O Sushi reclamou que ganhou uma arma de 24 de dano de um inimigo qualquer e uma arma de 12 de dano de um baú, mas ele não levou em consideração que provavelmente as armas são diferentes. Por exemplo, um martelo, tem o dano padrão de 12, mas ele é mais efetivo contra inimigos de pedra e ossos, ou seja, esse martelo de 12, dependendo da situação, pode ser melhor que uma espada de 20. Além de ter a questão de velocidade das armas, ser de uma ou duas mãos, efeitos elementais entre outras coisas. Falando assim, o Sushi faz o jogo parecer desbalanceado mesmo, mas não é. Um bom exemplo é o fire Rod, que dá 5 de dano, mas dá dano elemental de fogo, que pode atear fogo aos inimigos e dar dano contínuo, ou em casos de inimigos feitos de gelo, matar com apenas um golpe.

    • Bruno Dal’Lago

      O Sushi é morto por dentro, Zelda é muito feliz pra ele, acho até que ele falou bem de mais…

  • Pedro Rodrigues

    Eu acho tão engraçado quando as pessoas não entendem bem o que o Sushi quer dizer e ele aguarda pacientemente até os outros terminarem de falar pra explicar o ponto dele. Haha. Por que as vezes demora muito tempo.

  • Pedro Rodrigues

    “Cortar cabeças, eu acho muito legal” – André, Lider de Seita de Gamers Satânicos.

    Assista hoje, no globo repórter.

  • Rafael_Camarda

    Zelda, que game! que jogo!

    Bom cast!

    Pra quem quer conhecer um cast novo bacana: http://geekslab.com.br/

  • Tais

    sobre o andré ter perdido o áudio pro cast, eu não me incomodei nem um pouco com essa versão quase sem corte. diria até que acho simpatiquinho o fato de existir aquelas coisas típicas de conversa como pausa pra pensar e os ééééé, hahaha.

    e quando o sushi falou sobre nier e que “dá pra jogar só de calcinha”, a primeira coisa que pensei foi o sushi com calcinha, não a personagem, heuhueheuheuehe

    abss

  • Marcio Aquino

    A conclusão que eu chego sobre esse cast é “Quando o Sushi envelhecer vai ficar chato pra caralho” rsrsrs. Acredito que ficará parecido com o Seu Lunga.

  • João Dobbin

    O André deixou claro que gostou pra caralho! Ou eu viajei? Achei o Sushi derrapando no sonysmo na hora do “prefiro Horizon” mas talvez seja implicância minha. Único membro que vez ou outra mostra sinais de preferência por empresa (mas hey, ao menos no passado era pior).

  • Lucas Sant’Ana

    Acho um absurdo não mencionarem uma das melhores bundas dos jogos: a da Nilin de Remember Me. Infelizmente um dos poucos pontos positivos do jogo… =/

    https://exceptionalmediocrity.files.wordpress.com/2013/06/remember-me-grand-bazaar.png

  • lps89br

    Hahahaha, Sushi sendo Jim Sterlinzado ao vivo no podcast xD

    É muito bizarro essa parada da indústria dos joguinhos não é? Se tu gosta da parada tu é “zé modinha” se tu não gosta tanto tu é “hater” ou “só quer aparecer”. O Sushi falou diversas vezes que o jogo é bom mas, não é pra ele e as pessoas entendem que ele tá cagando na cabeça da Nintendo e dos fãs dela, é um nível de insegurança absurdo, dá a impressão que a insegurança desse pessoal é maior do que qualquer fanboy de console.

    Espero que no próximo Vértice tenha algum espaço dedicado pra falar do que o Jim Sterling está passando porque ele ousou dar uma nota 7 pra BotW e diminuir o metascore de incríveis 98 pra 97.

    • João Dobbin

      Mas o review do Jim Sterling foi muito ruim, hehe

  • João Vitor Gabler Forni

    Um ótimo texto que li por aí (http://www.ign.com/articles/2017/03/17/the-legend-of-zelda-breath-of-the-wild-is-secretly-an-incredible-multiplayer-game) fala sobre compartilhar experiências com os amigos e é exatamente isso que está acontecendo comigo e com um grupo de amigos. Compartilhar experiências é muito divertido e um ótimo complemento à aventura.

    E entendo completamente as críticas do Sushi porque também estou com um sentimento de repetitividade que eu reconheci e estou driblando com o que o jogo me oferece, seja mudando o tipo de quest que estou fazendo, seja buscando novos sets de armaduras.

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