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Quando percebemos que tudo está daijoubu, sabemos que é um bom momento para ir para fora da caixa.

Nesse encontro André, Sushi e Corraini recebem novamente Clarice Garcia para conversar um pouco sobre o novo especial do Louis C.K., da série do momento e fonte de polêmicas, 13 Razões (13 Reasons Why), da versão hollywoodiana do Ghost in the Shell, do cartunista e escritor Scott Adams, de mais organização e experimentamos mais um pouco de coisas diferentes. E tretas.

Tem algum feedback, sugestões de filmes, músicas, séries, apresentações de balé ou qualquer outra coisa? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de.

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Trilha do Podcast

  • “First Crush”, por Saberpulse
  • “Torukia”, de Ghost in the Shell S.A.C
  • “Making of Cyborg”, de Ghost in the Shell (1995)
  • “The Night We Met”, por Lord Huron
  • “Future World”, Helloween

Blocos do Podcast

  • Experimentando coisinhas: 00:05:56
  • Scott Adams: 00:13:09
  • Ghost in the Shell: 00:27:17
  • 13 Razões: 00:54:29
  • Luis C.K. 2017: 01:16:42
  • ogeid

    Quanto ao filme do filme do Ghost in the shell: apesar de ter odiado os diálogos expositórios e a narrativa simplificada, sinto que não teria gostado dessa adaptação mesmo se tivessem corrigido isso. O filme é mais uma mescla de momentos marcantes do material de origem adaptadas em um filme live action. Não é algo ruim, porém não é algo que me atrai quando já vi a versão original.

    Por essa razão não gostei tanto do filme do Scott Pilgrim e Samurai X/ Rurouni Kenshin, eu já conheço as cenas que estão me mostrando. Mesmo se levemente adaptadas, não vão me surpreender tanto e talvez até incomodem pelas pequenas mudanças dependendo do meu nível de fanboysmo com a obra.

    Talvez se eu não tivesse visto nada de Ghost in the shell eu me surpreenderia mais com as cenas retiradas do material de origem, porém ainda assim não resolveria os outros problemas.

    • Léu Borelli

      Muito interessante o que você falou e me ajudou a pensar pelos dois lados, eu senti a mesma coisa que tu quando assisti os filmes do Rurouni Kenshin, o primeiro é um monte de coisas já vistas, mas é até legal, já o segundo e o terceiro são umas bombas que nem vale o extress, pelo outro lado eu nunca li Scott Pilgrim, e achei o filme fantástico! Ainda não vi o GITS, mas tentarei ver com a cabeça fora do que já conheço sobre esse mundo. Paz.

    • Mesmo se levemente adaptadas, não vão me surpreender tanto e talvez até incomodem pelas pequenas mudanças dependendo do meu nível de fanboysmo com a obra.

      Então, o filme pega várias pedaços do SAC e dos filmes animados e remonta uma história própria, mas que ainda assim é fiel à obra como um todo. Criou diferença, mas uma que é similar ao que já vimos (para quem já viu). Achei que ficou bem feito.

      Mas, então, em cima do que copiei acima da sua postagem, image então como seria “legal” se o filme fosse 1:1 com a animação de 95, heim? Porque o que mais ouço de quem não gostou do filme são comparações com o de 95: “porque no de 95”, “mas no de 95”, “no filme original”… e por aí vai. E NINGUÉM TOCA NO PONTO de que o filme é uma adaptação do mangá e que, pelo que já li e ouvi, o filme de 95 nem é tãããão fiel assim ao próprio mangá original 😀

      • ogeid

        No meu caso, é que eu não tinha lido o mangá antes do primeiro filme, por isso foi mais genuíno. Provavelmente eu gosto mais de animação do que live actions em geral também.

  • Impressão minha…
    Ou a trilha de Persona 5 está presente nesse cast?

    Impressão minha…
    Ou a trilha de Pesona 5 estará presente em TODOS os casts?

    • André Campos

      Impressão sua…
      Ou a trilha de Persona 5 estará presente em TODOS os casts PARA SEMPRE?

      • ACHO… que vou gostar disso daqui para frente.

  • Gabriel Azmodam

    “O primeiro filme é uma bosta” HÃ? QUE? OI?

    • renatopepin

      A cada dia aprendo mais sobre animes no Jogabilidade. A lição de hj é :”Gits é forma antes de conteúdo”.

    • Bosta não é, mas é beeeeeem complicado de entender e acompanhar. Isso é inquestionável. E não tem nada (ou pelo menos pouco tem) a ver com o ‘grau de inteligência’ de quem assiste

      • Gabriel Azmodam

        É um filme praticamente perfeito, pode agradar a galera do Massa véi e a galera que gosta de alguma coisa mais profunda… Já devo ter visto aquilo umas 30 vezes e cada vez eu percebo alguma coisa nova.

  • Lucas Souza

    Acho que eu entendo o que o Corraini quis dizer sobre o escritor do livro de organização quando o André disse “eu não gosto de samurai x” magoei :/

    • André Campos

      Hahaha só esclarecendo, eu disso que não gosto muito! Acho… ~batuta~.

  • Elon Musk Reverso. Terra 2.

    Fiquei com dó dos bullies da serie, afinal a Hannah morreu e ta de boa, mas eles vão ter que viver com a culpa e a vergonha. Isso não se faz Hannah.

  • Victor Hugo Faria

    Hahaha, meu pai se chama Clayton. (E a minha avó insiste que não é ‘Cleiton’, mas sim ‘Cláiton’).

  • Machisto opressor 2.0

    o que você tem que tomar cuidado cara é com realmente confundir machismo ou visões consideradas machistas com babaquice, eu me considero um cara não exatamente machista, mas mais conservador nas minhas ideias mas isso não me da o direito de ser um babaca, um preconceituoso, um segredador, você tem que botar as coisas que você julga ruim ou não naquele botar tudo na mesa e refletir se aquilo realmente é imbecilidade dele ou apenas conflito seu.

    é o que eu faço quando eu escuto ideias que eu julgo radicais e hipocritas demais pra minha cabeça dessa galera toda que faz podcasts (não estou falando de vocês, pelo amor de deus, acho vocês mega sucintos e ponderados)

    o fato é, hoje nós vivemos numa era onde as pessoas são radicais demais, nos vivemos uma era onde as pessoas lidam com politica e ideais como se elas fossem religiões, intocadas, perfeitas, e isso não existe.

    • Pois é, estou cada vez mais colocando em cheque esse tipo de pensamento, porque discordar das ideologias de uma pessoa, não necessariamente deveria me impedir de considerar o trabalho dela como algo positivo.

      Mas daí tem umas coisas que ele fala que me deixam muito pistola… Tipo:

      “The reality is that women are treated differently by society for exactly the same reason that children and the mentally handicapped are treated differently. It’s just easier this way for everyone. You don’t argue with a four-year old about why he shouldn’t eat candy for dinner. You don’t punch a mentally handicapped guy even if he punches you first. And you don’t argue when a women tells you she’s only making 80 cents to your dollar. It’s the path of least resistance. You save your energy for more important battles.”

      Ou:

      Powerful men have been behaving badly, e.g. tweeting, raping, cheating, and being offensive to just about everyone in the entire world. The current view of such things is that the men are to blame for their own bad behavior. That seems right. Obviously we shouldn’t blame the victims. I think we all agree on that point. Blame and shame are society’s tools for keeping things under control.

      The part that interests me is that society is organized in such a way that the natural instincts of men are shameful and criminal while the natural instincts of women are mostly legal and acceptable. In other words, men are born as round pegs in a society full of square holes. Whose fault is that? Do you blame the baby who didn’t ask to be born male? Or do you blame the society that brought him into the world, all round-pegged and turgid, and said, “Here’s your square hole”?

      Daí eu perco minha bosta, não tem como ):

      • Joe Gonçalves

        De fato, foi bem babacão mesmo

  • Machisto opressor 2.0

    Quanto a 13 reasons why, eu gostei um bocado da série, achei que ela é esticada um pouco demais como você todos falaram, realmente ela poderia ter tido lá os seus 7 episódios com cada episódio sendo referente a 1 fita e um extra de epilogo, ela seria muito mais tragavel se fosse assim

    Mas ao mesmo tempo eu achei que ela acertou muito nos motivos de roteiro: mostrando como os personagens são multifacetados, como que ninguem era vilão de verdade, mostrando como a trama é ambigua e como todo mundo estava meio errado, mas tinha seus motivos, agente num principio tem essa impressão que a série é vitimista demais pro lado da hannah, mas no episódio seguinte eles mostram como a própria Hannah era falha, quando ela começa a ser uma completa babaca com os amigos dela, e como ela não conversava com ninguém, nem com os proprios pais dela, mostra que mesmo o estuprador bryce, tem seu lado nobre (falar isso é muito estranho), e que a hannah em si só decidiu gravar as fitas depois de ter sido estuprada. Então tipo, eu não senti que a série deixou buracos na história pra gente, o que pra mim seria sempre o pior (isso rolou muito em Stranger things, e meu deus como eu sentia ódio)… ao mesmo tempo que o ritmo falho fez com que todo mundo tivesse que pensar sobre a série mais do que era necessário.

    Então se eu fosse dar um veredito sobre ela diria que foi uma boa série, que na mão de shorunners e produtores mais capacitados talvez se tornasse um classico, principalmente por que a parte que ela mais erra é na parte tecnica do roteiro, de realmente dar embalo pro espectador, de fazer com que ele crie mais empatia pelos personagens. Talvez isso na mão de um cara mais conciênte não aconteceria. E eu acho que é isso.

    Excelente cast, gerou um bocado de discussões internas em mim, valeu total a pena.

  • Jay1984

    SPOILERS DE 13 REASONS WHY:
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    Acho que vocês tocaram no X da questão com relação a série. Ela tinha que mostrar o suicídio como um péssima opção, e todo mundo achou que ela não fez isso, até porque a vingança dela no fim deu certo. Mas na real não deu eu acho. Na minha interpretação, quem atirou no Alex não foi ele mesmo, mas sim o fotógrafo lá, tanto que mostra ele se armando e tirando a foto do Alex momentos antes da cena da ambulância. Eu acho que isso é a série mostrando que a vingança em busca por justiça da Hannah causou o Tyler enlouquecer e querer matar todo mundo, ou seja, dando a entender que ela também virou uma “culpada” no fim, no mesmo saco de quem ela quis condenar. Acho que isso vai ser o plot da próxima temporada (se acontecer).

  • Rodolfo Xavier

    Estou ouvindo o Vértice agora, e estou no meio do tema “suicidio”.
    Sou médico e ouvinte de vocês faz tempo.
    Pensei em algum tipo de divulgação positiva do tema e dos contatos, mas vejo que vocês – justificadamente por não terem treinamento adequado – emitem algumas opiniões controversas.
    Se em algum momento o tema for novamente abordado, gostaria de contribuir de alguma forma.

    Grande abraço e continuem com o ótimo trabalho.

    • Joe Gonçalves

      Rodolfo Xavier, vc bem que poderia contribuir de algo já aqui nos comentários, já que a sua afirmativa e pedido me deixou curioso acerca do seu ponto de vista do objeto abordado pelo ponto de vista técnico médico. Desde já agradeço

      • Rodolfo Xavier

        Olá Joe,
        Durante o programa é levantada a questão “os números de telefone de auxílio ao suicida estão sendo mais usados por causa da divulgação ou a série está fazendo mais pessoas pensarem em se matar”, seguindo a linha de raciocínio da imprensa, que é “não noticiar pra não estimular”. Então, é uma falácia esse tipo de pensamento. Falar sobre o tema é a melhor forma de fazer duas coisas: mostrar ao potencial suicida que ele tem como buscar ajuda e fazer ele se sentir menos sozinho, sabendo que mais pessoas passam pelo que ele está passando. Isolar o suicida (e o tema) é algo que não funciona. Da mesma forma, perguntar ativamente se uma pessoa em sofrimento já pensou em se matar não o induz a esse pensamento. Não é como se alguém pensasse “agora que você tocou no assunto, acho que pode ser uma boa ideia”. A divulgação que a série fez já está mostrando alguns frutos bem bacanas, entre eles um conhecido, médico, que não conhecia a linha, fazer uso dela e buscar ajuda. Vejo muita gente achando que a série “romantiza” ou “glamouriza” o suicidio. Quem diz isso não parece ter prestado muita atenção na cena onde o suicido de fato ocorre. Vi uma mensagem poderosa naqueles capítulos, por mais que seja um drama adolescente e para a maioria da audiência pareça até meio bobo o comportamento de alguns personagens. Quem também está super incomodado com isso parece ter sido ou um adolescente super funcional (à esses dou meus parabéns) ou então ter esquecido como é ser adolescente (aquela fase meio tosca da vida).

        • Engraçado como a sua posição, de médico, se contrapõe e bate de frente com opiniões como essa daqui: https://www.facebook.com/pablovillaca01/posts/1069416173163608

          • Rodolfo Xavier

            Olá Marcio,
            Sim, temos de fato visões diferentes, em certos pontos.
            Concordo, em parte, com algum dos argumentos do autor do texto, porém há certa adequação dos fatos e estudos para seus argumentos.
            Dizer que é óbvio que o número de ligações aumentaria por conta da divulgação desconsidera que essas pessoas de fato precisavam e poderiam fazer bom uso dessa divulgação (quase como se estivéssemos considerando que pessoas ligaram sem precisar, só porque houve divulgação).
            Conheço todos esses estudos citados no texto, e, ainda assim, defendo a exposição do tema. Conversar sobre suicidio é extremamente necessário. Não vou entrar no mérito se a série deveria ou não ter mostrado a cena do suicidio em si, visto a controvérsia do tema, porém apenas não noticiar e não expor o tema não tem, na prática, reduzido nossas estatísticas sobre suicidios.
            Ele ainda cita uma jovem que teria se suicidado e estaria vendo 13 reasons no período pré suicidio. Perigoso incitar essa associação. Lembro-me de jovens que entraram armados em uma escola ou cinema, e houve associação do tema com Matrix e Doom. É extremamente controversa essa associação, esse “efeito gatilho”.
            Não estou dizendo “assistam a série”, porém, a exposição que ela trouxe para o tema mostrou resultados práticos no meu dia à dia, com pacientes e colegas médicos.

          • Muito bem observado.

  • Paulo

    Eu não vi essa mensagem negativa por parte da série como voces falaram aí, bem pelo contrário, a mensagem como um todo é bem positiva. E mesmo se não fosse, no mesmo cast voces dizem que não se pode achar culpados para suicídio, aí dizem que a série tinha que mostrar que suicídio não é uma opção? A série tem que contar a história que ela quer contar, não tem que se importar com a influência no público. Nós como gamers sempre reclamamos quando dizem que video game influencia violencia com o argumento de que tudo influencia e que a culpa realmente é da tendência da pessoa. Então em relação a série a mesma coisa, qualquer coisa pode influenciar, não vai ser culpa da série se a pessoa vir a se suicidar, pois quando alguém ja está tendendo a isso qualquer coisa pode ser o gatilho.

    Mas enfim, digo de novo que não vi essa mensagem negativa que voces comentaram aí. Citaram uma cena aí em que o Clay joga na cara da Skye que ela estava cortando os pulsos, mas na cena seguinte no diálogo com o Tony a série já nos faz refletir sobre o que o Clay fez. A série passa a mensagem de nunca sabemos o que está se passando na viga de alguém, que devemos ser legais e sempre se atenter quando a pessoa mostra sinais de algo não está bem com ela. Vocês viram coisas onde não existe.

    • André Campos

      Eu disse justamente que suicídio deve sim ser mostrado como uma opção e uma opção ruim, ao invés de fingir que não existe, como muita gente tenta fazer. Agora, existe uma grande diferença entre a influência de violência de ficção influenciando violência real e suicídios da ficção influenciando suicídios reais, então não dá pra dizer que é a mesma coisa. E apesar de concordar que a série pode e deve contar a história que ela quer, o problema que vimos é que ela queria passar uma mensagem anti-suicídio e talvez acabe passando uma mensagem pró.

  • Edson de Freitas

    O Caio tem necessidade SJW, sério. Não é uma critica, mas ele tem essa necessidade.

    • Não entendi o que tu quis dizer, mas ok 🙂

      • Edson de Freitas

        Acho que por vc procurar as opiniões de uma pessoa, sobre assuntos que não é o assunto o qual ele esta debatendo, é uma necessidade SJ.
        Acredito que separar a pensamentos, atitude e trabalho, é essencial. Se uma pessoa escreve um livro sobre um tema com maestria, não importa se ela é a favor de candidato x ou y, ou se ela é menos sensível á um certo tema.

        • Acredito que deixei claro no programa que estava gostando do livro (ainda gosto dele), mas quando comentei sobre o mesmo no twitter, uma pessoa chegou e me informou da índole do autor.

          DEPOIS DISSO é que eu fui pesquisar e não fiquei contente com nada do que vi, acabando assim por influenciar a minha animação em continuar lendo.

          Eu não pesquiso sobre todas as pessoas que consumo. Não tenho tempo e nem saco pra isso.

          E assim, qualé a do termo “SJW”? Porque a internet usa isso como xingamento, quando na verdade praticamente todas as pessoas que são colocadas nessa “categoria” estão simplesmente preocupadas em igualdade de direitos. O que pra mim, não faz sentido, porque qual a vergonha disso?

          • Diogo Freire

            apesar de eu ainda achar essa diferenciação besta(ergo, não acho que sequer deveria ser derrogativo), de acordo com o Wikipedia, sjw seria uma pessoa que não tem convicção real de pensamentos progressistas, e só procura validação pessoal. Entretanto, SJW só realmente ganhou esse significado durante aquele periodo do gamergate, o que já demonstra as intenções detrás desse uso.

            https://en.wikipedia.org/wiki/Social_justice_warrior

          • Edson de Freitas

            Então eu acredito que vc tem isso como característica, pq quando alimentada a curiosidade vc pesquisou mesmo sem tem tempo ou saco pra isso.
            No seu consumo de materiais, vc tem a preocupação desse background até pra não enaltecer alguém “ruim”, já que vc mesmo já se identificou como exagerado/ apaixonado

            Agora o SJW, é um problema dessa novilíngua que está se criando como, coxinha, mortadela, feminazi, nerd e mais um caminhão de termos, que mudaram o significado ou tem significado diferente para pessoas diferentes, com sensibilidade e historias diferentes.
            Então desculpa se te ofendi falando isso, usei o SJW sem discutir o mérito, se é bom ou ruim.
            Acredito que um SJW é uma pessoa que se preocupa se alguém é depreciado por uma característica que não a define como cor, sexo e sexualidade. Se a pessoa exagera nessa luta é um característica do individuo, não do termo.

  • SmokeE3 .

    Sobre o problema do Caio Corraini o cara é pró-Trump (que eu tbm sou contra, como todos vcs), mas se fosse pró-Hillary, estaria apoiando aborto (que no Brasil é algo considerado muito errado) o.0

    • Mas eu sou pró aborto, não entendi seu ponto haha

  • leonnn1

    Sobre 13 reasons why, achei a série excelente, acho que vocês reclamaram de coisas que não concordam por não concordar basicamente, entendo que cada um tem uma perspectiva sobre esse tipo de assunto, mas eu absorvi que quando o personagem está sendo real, com uma atitude plausível, ele está errado, porque ele não deveria ser aquilo naquela situação pra vocês, quando a historia quer te transmitir uma ideia ela está errada, porque ela não transmitiu da forma que vocês queriam, no fim vocês acharam pontos negativos pra serie, entendo bem isso, talvez a série tenha sido feita pra pessoas que não tem tantos problemas psicológicos, não consigo exatamente explicar o porquê de alguns pontos que foram levantados e que eu discordo fortemente de boa parte das observações, mas é muito de conteúdo de entretenimento com um forte apelo psicológico depende do momento, talvez com a saída do Rick essa serie não tenha sido uma boa serie pra ver, não sei.

    A única coisa que realmente concordo com relação à serie é o fato de que ela é uma série perigosa e o conteúdo é um problema, mas a mensagem é difícil de ser passada, então eu não tiro pontos da serie por isso, é caminhar sobre gelo fino o tempo todo na criação de uma obra assim…

    Obrigado pelo ótimo trabalho e parabéns

  • SmokeE3 .

    Tava aqui, ouvindo e pensando “como não houve nenhuma piada com ghost – in the Shell” logo em seguida entrei no facebook e:
    https://scontent.ffln2-2.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/17861528_1265005136940035_641026259128808166_n.jpg?oh=93ea153d115dc252a660eaa05852d4a4&oe=5982E25A

  • ogeid

    Sobre o lance dos dedos robóticos no filme/ anime do ghost in the shell: sempre achei que era uma forma alternativa de enviar informações sem correr o risco de ter o cérebro hackeado.

  • Artur Antunes

    Tem muita gente dizendo que a série isentiva ao suicido e até então eu não estava entendendo a razão das pessoas pensarem assim até ouvir o cast. Devo dizer que discordo totalmente. A cena que realmente mostra o suicídio é uma coisa que me dá pavor, tanto que no dia que assisti a série, demorei para dormir por causa dessa cena em particular. Outra coisa que a série faz em vários momentos é que não adianta muito ficar tratando os sintomas, mas sim a causa. A Hanna não era uma garota depressiva, muito pelo contrário, a série faz questão de mostrar que ela era uma pessoa alegre e tudo que aconteceu com ela fez ela ficar depressiva. No lugar de ficarem falando para as pessoas não se matarem, a mensagem da série é simplesmente não dar motivos para elas fazerem isso no lugar de querer forçar as pessoas a aguentarem tudo. Pode ser que alguns momentos a série se alongue, mas eu assisti ela em uma sentada só e faz uns bons 10 anos que não faço algo assim. Vale lembrar que sim, eu me identifico bastante com a situação da Hanna, mas do que deveria.

    Sobre Ghost in The Shell, pensei que era só eu que não gostava do filme original. Me parece realmente um filme sem alma e saber que o filme novo tem essa pegada, me faz não querer assistí-lo.

  • Kadu

    Nunca discordei tanto de vcs.

    Gostei muito de 13 Reasons Why, achei uma abordagem bem legal. Tem seus problemas, mas gostei.

    Sobre o show do “Luiz” CK, vixe, não suportei. O cara tá sem graça nenhuma. Parece um YouTuber querendo fazer polemicazinha com a opinião “diferentona” q ele tem. Pra min não foi questão de “humor diferente”, só foi ruim.

    Continuem com o bom trabalho.

    ??

    • Joe Gonçalves

      Eu achei bem mediano o show dele, em comparação ao outros q ele fez talvez seja o pior

  • tiagocartum

    Sobre a “polêmica” do white wash do Ghost in the Sell e para gerar polêmica. Reclamam de colocar uma americana num papel de robô de uma ficção cientifica japonesa… e estão ok, aprovam e brigam com quem diz o contrario quando se coloca um negro como um Deus Nórdico. Não entendo esse povo. Na real eu tô muito ok com qualquer uma dessas situações, o filme sendo bom (não assiste ao Live Action ainda) tô pouco me fudendo para qual é a etnia dos atores.

    E sim, atores ‘vendem” um filme. É um rosto conhecido.. q te traz alguma familiaridade e segurança. É o mesmo caso de autores famosos de livros tem os seus nomes na capa 10 vezes maiores do que os títulos.

    • Diogo Freire

      diria que a diferença é que GitS é algo bastante japonês, em tematica, locais, etc, enquanto no caso do thor, as historias dependem muito pouco da etnia dos personagens. Alem do que, é inclusão.

      • tiagocartum

        Cara, para mim esse é o ponto no qual eu discordo completamente.
        Ghost in the Shell é uma história de ficção cientifica que, por acaso, se passa no japão. Mas sua temática, universo etc poderia ser transcrito para qualquer lugar do mundo ou até fora dele. A história poderia se passar em Marte ou cidade Z que não faria diferença.
        No caso de THOR… a história se baseia na mitologia Nórdica.. e vc me diz q a etnia não importa? É o mesmo que fazer uma história baseada na mitologia do saci pereré e colocar um japonês no papel do Saci. Mas sim, ao trocar a etnia do Ator mostrou q, no final das constas, etnia n importa para se contar uma história.

        Mas como eu disse acima, parta mim, nenhuma história deveria ter a etnia como relevante.. precisa apenas ser uma boa história. MAS quando se trata de algo mais cultural.. eu acho esse “white wash” muito mais prejudicial. Por exemplo.. acho muito mais estranho as pessoas terem se incomodado mais com essa história de ficção cientifica do q com o filme sobre as “muralhas da CHINA” em que o herói principal q salva o dia é um americano….
        Isso, para mim, mostra que o real problema não foi o white wash… mas sim o fanboysmo de “mexeu na minha obra”

        • Diogo Freire

          pelo contrario. a relação do japão com o gênero Cyberpunk é algo histórico. japão nos anos 80, e até hoje, é uma meca tecnológica. desde 80, houve um foco em criação de tecnologia ao invés de exportação de matéria prima. lembrando também da sempre presente representação de futuros distópicos com o uso de neon similar a locais no japão. Portanto, não é só uma obra que por algum motivo se passa no japão.
          Thor somente busca inspiração da mitologia nórdica, de forma que, ironicamente, como você falou, a etnia não é relevante. heimdall ser negro ou branco não muda absolutamente nada na historia de thor, mas provem maior representatividade ao publico negro.

          • ogeid

            Eu vou ter que concordar com @tiagocartum quanto a fazerem um Thor negro, mesmo que inclusivo, me parece um pouco forçado. Por outro lado estranharia um Jesus loiro de olhos azúis, que é uma imagem até comum.

            Um outro exemplo seria o do filme de Death Note. O L seria interpretado por um ator negro, porém não vejo problema DESDE que adaptem a série pra um universo ocidental ou que deem outra origem pro personagem.

            O filme de ghost in the shell pelo menos tem a desculpa do corpo robótico da protagonista, mas concordo com os jogabilideiros na parte sobre os figurantes ocidentalizados.

          • Diogo Freire

            pelo menos eu, e imagino que o Tiago também, quando falamos de Thor, nos referíamos ao Heimdall, e não ao personagem Thor em si. inclusive, é até engraçado essa ideia de Thor ser negro ou branco, quando nas revistas em quadrinhos, a sua forma “humana” já foi representada tanto por mulheres quanto por homens. não vejo o porque desse pulo não pudesse acontecer, mas compreendo o ícone da imagem do Thor loiro, e não tiro a decisão de manter ela.
            O caso de Death Note me parece ser esse, onde está ocorrendo uma adaptação. alem do que, pelo menos na minha opinião, são poucos os fatores exclusivamente japoneses que permeiam Death Note, como a Misa sendo idol, por exemplo. o próprio light tem um visual bastante ocidental, na minha opinião. mas bem, nos resta ver agora como será essa adaptação.
            Acho que o maior problema de GitS é aquela expressão de “você não pode ter o bolo e come-lo também”. quiseram adaptar algumas coisas, outras não, com discurso mercadológico (somente a Scarlett venderia esse filme, etc), e fica uma colcha de retalhos maluca. acho que ou você deve tentar ser fiel a obra, ou adaptar ela. poderiam por exemplo ter feito um filme “ocidental” que se passasse na América, por exemplo, mas bebendo da fonte dos conceitos de GitS.

          • tiagocartum

            Sim, me refiro ao Heimdall.
            Pelo q eu ouvi do cast, no final das costas.. o filme é ruim pq é ruim. Engraçado é estar fazendo sucesso no japão. No final, nos, ocidentais, achamos q entendemos e gostamos da cultura japonesa, lutamos por ela.. e etc.. quando para eles, na real, entendemos porra nenhuma. hahahaha
            Quero assistir o filme para ter uma opinião melhor, mas acho q vou esperar sair na locadora do Paulo Coelho

  • Vinicius Lira

    Pessoal, cadê o bloco sobre o especial do Louis CK? Na marcação dos blocos tá 1:16:42, mas tanto aqui no site quanto no feed esse momento ainda é a discussão sobre 13 reasons. Vocês cortaram?

    • Joe Gonçalves

      Resumindo: eles só comentaram sobre a primeira piada do Louis CK por uns 20 mins e falaram ” E o resto é mais um especial do Louis CK na Netflix”

      • Vinicius Lira

        então eles cortaram da edição final? que ponto é esses “20 minutos”?

    • Joe Gonçalves

      1h10m do podcast. Foi bem curtinho, mas de fato o show não foi tão relevante pra falar muita coisa além do começo que foi comentado aqui.

  • King Buddy Holly

    Olá! Olá! Olá!

    Sobre 13 Reasons Why; ainda não assisti – porque recentemente o hype em torno das séries da Netflix tem me afastado. O principal problema é que antes as produções próprias eram restritas a poucos programas e agora se tornaram uma sequência semanal de novas atrações (com qualidade duvidável). E o exemplo principal é o Punho de Ferro, com certeza a pior série dos defensores.

    Sobre Ghost in the Shell; fiquei muito triste com a adaptação, principalmente por não notar que o enredo teve o aprofundamento que merecia (e mesmo em uma versão Hollywoodiana poderiam ter sido adicionadas camadas). O whitewashing não foi um incômodo – primeiro porque a “Motoko” foi mantida como oriental, e mesmo os outros personagens aquele universo se qualificaria como um mundo extremamente globalizado onde não haveriam diferenças geográficas. PONTO ALTO, é a estética do mundo criado (com a fotografia e a trilha incríveis) e o Takeshi Kitano como líder da seção 9.

    E SIM, precisamos de mais indicações sobre livros e cast sobre organização (apenas para contrabalancear a procrastinação nossa de cada dia)!

    Abraços do amigo KING!

  • Joao Antonio

    Sobre o livro e o dilema de continuar ou não a ler e etc…
    Eu entendo o ponto de dilema moral, porem não consigo me por no mesmo dilema pois, quando procuro conhecimento sempre trato ele como uma ferramenta, como cada um usa vai depender dos valores e caráter de cada um. Se o escritor tem ótimos métodos de organização e conhecimentos validos para seu crescimento pessoal, na minha opinião, esses conhecimentos não se degradam pela fonte.

    Caio um livro sobre organização de projetos que gostei muito de ler foi: Scrum: a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo.
    Continuem com o ótimo trabalho!

  • Sobre o Aramaki ser o único que fala japonês ali no filme, parece que a explicação é a mais simples possível: o ator NÃO SABE FALAR INGLÊS. Nem mesmo se fosse fonetizado para ele repetir sem entender o que fala. TANTO que, pelo que vi em alguns lugares, até os próprios japoneses reclamaram dele ser o único falando japonês e não inglês como o resto, porque mesmo a atuação dele em japonês parece ruim (para os japoneses), ao ponto de alguns comentários em fóruns japoneses terem reclamações dele não ser legendado em japonês como o resto do filme (!!!)

    Sobre toda a questão do dilema da Major que nas outras obras ela não teria tão evidente por já ter resolvido isso no passado, vocês esquecem de levar em conta que NESSA VERSÃO ela tem o corpo robótico MUITO recente, só um ano, e tem poucas memórias de seu passado pré-robô (e mesmo assim essa memórias são falsas, como descobrimos mais para o fim). Então, faz todo o sentido o foco do questionamento do “ser ou não ser humano” e de sua própria identidade estar focado nela: apesar de extremamente habilidosa em combate, ela ainda é “nova” nessa realidade

  • Silvio Giuliani

    Sou muito fã de vcs, acompanho vossos trabalhos desde o extinto Now Loading… Gostaria de dar dar duas sugestões sinceras ao programa…Espero que não levem a mal.
    1. Por favor, não façam ou por favor evitem opiniões políticas, direita vs esquerda e todas essas chatices…
    2. Por favor, não convidem mais para o cast a Clarice Garcia. Nada contra a menina, mas ela possui a voz e o jeito de falar extremamente irritante, e, nos casts em que participa, na minha opinião, não agrega nada de valor, geralmente atropelando os outros participantes para acrescentar opiniões sem conteúdo, ou apenas para reafirmar algo em que alguém já tinha relatado.
    No mais continuem com o excelente trabalho!
    Um abraço à todos!