Linha Quente #40: Anaconda 2

2017-04-04T16:17:23+00:00 4 de abril de 2017|Linha Quente|28 Comentários

[vc_row type=”in_container” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”3/4″][vc_column_text]Você que procura a iluminação ante as diversas mazelas da existência, que anseia por trilhar caminhos menos tortuosos em busca de uma presença confortável neste plano astral, que suplica por uma migalha de sabedoria no átimo mais importante de uma rotina desregrada… Você veio ao lugar certo.

No Linha Quente, este nosso canal de sapiência e muita streetwise (todos tiramos vinte no dado e somos os Lordes das Ruas), responderemos todas as suas questões sobre qualquer assunto.

É sério. Qualquer um.

Neste quadragésimo episódio, recebemos Rafael Quina e oferecemos um pouco de nossa extrema erudição sobre assuntos que passam pelas combinações mais bizarras de comida, nomes femininos, a depressão por estar ficando velho e o filme mais importante de todos os tempos.

Abunde-se em um lugar confortável e esteja preparado(a) para expandir os horizontes de sua mente!

Tem alguma dúvida insaciável?

Basta clicar aqui e enviar sua pergunta.

Links:

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  • “Tiger Balm” por Bob Bradley/Noel Dennis
  • “Early Summer” por Miami Nights 1984
  • “Last Embrace” por Makeup and Vanity Set
  • “Dust” por M.O.O.N.
  • “Elevator of Love” por Miami Nights 1984
  • “Turing Sequence” por Makeup and Vanity Set
  • “Plus Four” por M.O.O.N.
  • “On the Run” por Miami Nights 1984
  • “Memory Cycle” por Makeup and Vanity Set
  • “Delay” por M.O.O.N.
  • “Sunset Cruise” por Miami Nights 1984
  • “Senses Dynamics” por Makeup and Vanity Set

[/vc_column_text][/toggle][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Blocos do Podcast”][vc_column_text]

  • Pergunta 1 – 2:37
  • Pergunta 2 – 15:34
  • Pergunta 3 – 21:46
  • Pergunta 4 – 35:21
  • Pergunta 5 – 47:58

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  • Vinicius Bech

    Sobre comidas estranhas, adoro por abacaxi nas coisas, pizza de pepperoni com abacaxi é ótimo, e o último experimento foi hamburguer artesanal com abacaxi, eu grelhei ele com canela e ficou maravilhoso.
    E sobre o que o Sushi falou, sobre faculdade e afins, eu me identifiquei muito, pois estou desempregado e deixei o curso de design gráfico porque sabia que a área não era pra mim, e agora enquanto procuro um novo trabalho (o que já faz 3 meses) estou basicamente colocando todos meu esforços para escrever sobre jogos, e quem sabe um dia viver disso.

  • Pedro Rodrigues

    Mano meus dentes doeram só de lembrar na parte do limão. @_@

  • Guilherme Carneiro

    Agora é obrigatório um Fora da Caixa especial sobre Anaconda 2, com analises sobre o impacto do filme na sociedade.

    • Rafael Quina

      Sign me in S2

  • Lipe Corrêa

    Eu sempre chamei meu bisavô de vô de chapéu, ano passado descobri q o nome dele era Lázaro, continuo preferindo vô de chapéu

  • Hernesto Vautero

    Definições de um site qualquer.

    Guilherme tem origem no nome germânico Willahelm, composto pela união dos elementos will, vilja, wailja, que quer dizer “vontade, desejo”, e helm, hilms, que quer dizer “proteção, capacete”. Significa “protetor decidido” ou “protetor corajoso”.

    Eduardo tem origem no nome germânico Hadaward, composto pela junção dos elementos ead, que significa “rico, próspero”, e weard, ward, que quer dizer “guarda, guardião”.

  • bizarro, eu tenho exatamente uma história parecida com meu avô > nescau > faca com margarina e achei meio traumatizante também.

    adoro quando vocês falam dessas coisas como estar velho ou ter síndrome do impostor, falta de dinheiro e segurança, etc, muitas questões corriqueiras da nossa geração de fato.

    mas é curioso que na visão do seu público, de quem tá de fora, vocês são bem sucedidos sim: comunicadores, carismáticos, além de cada um ter uma habilidade específica, vocês tem noção do assunto que abordam, possuem referências, tem articulação, sabem como pontuar questões técnicas e não é a toa que vivem aí na jogabilicasa, fruto de um esforço mútuo de vocês. ok, ok, nada é perfeito, eu sei que nada é sólido, mas vivemos em um mundo onde netflix e spotify reinam, tudo pode ser efêmero, mas a capacidade de vocês com certeza não é efêmera. a experiência toda existe e vai perpetuar no amadurecimento como pessoas e profissionais, isso só vai abrir mais portas futuramente para cada um dos integrantes.

    eu penso se não é nossa geração, justamente por se acostumar a ter e contar com pouco, é que vai dar conta de passar por essa “””crise””” aí. enfim, parabéns como sempre, esse linha quente foi realmente foda.

  • Andrewmat

    Como vocês falaram pra comentar o que achei, estou comentando aqui. Achei esse o episódio mais fraco do Linha Quente.
    Gosto muito de perguntas sérias, mas gosto mais das esdrúxulas. Não precisa envolver dinheiro.
    Acabei sentindo que esse foi um episódio muito “Fora da Caixa”, porque só se baseou na vida real. Se colocar um faz de conta no meio dá pra se divertir pra caramba. A única pergunta que realmente me diverti foi o dos nomes femininos (a última também).
    Também não estou falando pra tirar todas perguntas sérias, só alcançar um equilíbrio entre os dois tipos.

    Valeu pelo trabalho sempre bom.

  • Punpun

    Me identifiquei com a parte do André não saber o nome da vó, até os 12 anos eu não sabia o nome da minha mãe, todos meus parentes a chamavam de Quésia, entretanto quando fui fazer minha identidade descobri o verdadeiro nome dela. Não me pergunte como se pronuncia nem meu avô que deu esse nome sabe como se pronuncia. https://uploads.disquscdn.com/images/0b727b9ce6e7900df393f1cd94a69208155ad595cf9a0abd7c662c987348552e.jpg

  • Cadu

    atari e tv de tubo com aquele adaptador telão que vinha com a camisa da seleção rodando uncharted 4, PQP! como queria ver isso acontecer. minha infância ia ser no mínimo muito mais divertida. atari líder de mercado hj, nintendo vendendo panela.

  • LyC

    Confesso que tive a obrigação de correr pra cozinha pra testar o tal “arroz azul”

    • MarcusVss

      E deu certo?

      • LyC

        Chegando lá eu misturei o sal e arroz mas acabei descobrindo que não tinha limão 😛

        Mas eu fiquei curioso e fiz um post no /r/Chemistry pra descobrir oq estaria acontecendo. Acho que achei umas respostas satisfatórias ali: https://www.reddit.com/r/chemistry/comments/63jzm8/what_kind_of_chemical_reaction_could_be_going_on/

        Depois fui olhar no youtube pra ver o que realmente acontecia quando se mistura Iodo (iodine) e amido (starch) e acho que o caso do arroz azul do André é verdade mesmo. A única diferença é que a quantidade de Iodo que o sal libera deve ser bem menor do que a solução concentrada que ele pinga no arroz, então o arroz do André não chegou a ficar preto, só levemente azulado:
        https://www.youtube.com/watch?v=SgDeHXWm8Hk

        PS: É, usei “friend” no post só pra facilitar a pergunta, don’t mind.

  • FHC

    Falando sobre misturas produzidas na adolescência, vou contar uma aqui que nem eu fui capaz de comer.
    Certo dia, sem ter o que fazer e comer, decidi misturar o que eu tinha e então peguei um pão francês velho, o resto de sucrilhos também velho, o açudar do fundo do pacote do sucrilhos, ketchup e montei um sanduíche. Fui capaz de comer metade antes de desistir diante da confusão de açucares e sais (também tenho dúvida de ketchup é doce ou salgado).

    Vale lembrar também que um dia fiz uma mistura nojenta (falta doq fazer novamente) de groselha, coca cola, guaraná e mel. O resultado foi uma poção polisuco que borbulhava e parecia que ia corroer o copo e minha garganta que aguentou apenas um gole.

  • King Buddy Holly

    Olá! Olá! Olá!

    Sobre misturas estranhas; aqui no sul do sul não é incomum a mistura da morcilla (embutido de sangue coagulado) com açúcar e, pasmem, a mistura é deliciosa. Quanto a nomes femininos, meus pais, que esperavam uma menina como segundo filho, haviam definido um que considero muito bonito: o de Areta;

    E no assunto principal; estou me sentindo velho as 30 sim, e passando por uma crise de idade! Acabei percebendo isso assim que terminei minha vida acadêmica (no ano passado conclui meu doutorado) e apesar de engenheiro químico por formação jamais havia atuado profissionalmente (de forma resumida desde os 18 anos “vivo” dentro do meiuo acadêmico). Agora com a minha meta atingida – me sinto desapontado pela situação do país como um todo, e mais especificamente pela minha, visto que com a redução dos recursos públicos a entrada de novos professores e pesquisadores será praticamente nula. Apesar de uma oportunidade de trabalho em outra área me sinto como alguém que desperdiçou anos de crescimento profissional em troca de diplomas na parede.

    E com isso tudo veio a crise de idade… passei a me vestir diferente, deixei a barba crescer e comecei a fazer tatuagens (ou seja voltei aos 20!).

    Queria agradecer ao grupo por discutir esse tipo de questão e é uma benção ouvir outros da nossa geração com um problema comum a todos sendo tão abertamente discutido!

    abraços do KING!

  • Olha, eu também quero saber qual é o nome verdadeiro desse Henrique ai….

    (PS: Rafael QUE HOMEM)

    • Rafael Quina

      São seus olhos S2

  • Moisés Benicio

    A sobremesa de banana com queijo que o Caio falou chama-se Cartola. É típica aqui na Paraíba também.

  • Soltei uma risada no fim que precisei disfarçar tossindo

  • Luís Felipe Fortunato

    Corra falando dá sobremesa e eu gritando pra mim “isso já existe!” Mas é cartola o nome haha ótimo programa

  • Henrique Tavares

    Eu não me incomodo tanto com idade porque vejo muita gente que fez as melhores coisas da vida dela depois dos 30 ou até 40. John Williams tinha lá seus 44 anos quando compôs a trilha de Star Wars em 1977. As grandes obras, o sucesso e reconhecimento vieram tudo depois disso. E ele é extremamente simpático, inteligente e simples depois de uma vida extremamente produtiva, como eu admiro esse homem.

    (e uma informação que foi bem difícil de achar, sobre o que deu esse estalo nele: foi a morte da esposa, com quem ele já estava casado há quase 20 anos)

  • Chico Azevedo

    Não sei se já falaram aqui, mas a sobremesa de queijo com banana frita e canela é se chama Cartola. Os queijos usados são típicos de Pernambuco, o queijo coalho ou o queijo​ manteiga.

  • Andre Bordo

    Ouvi esse podcast só agora, Sushi, experimentar nutella com bacon, colocar um “quadrado” de bacon no forno, aí coloca a nutella no centro, porque ela vai espalhar, e usa uma grade embaixo, pra escorrer o óleo do bacon, aí o bacon vai ficar crocante e a nutella em cima vai parecer brigadeiro!

  • ²He

    Alguem ai é da pujante Itajubá? (Ou só estudou por lá?)

  • Tia Nazinha não, Tia ANAzinha. Por hábito o primeiro A do Ana se juntou ao A do Tia. Sim, o nome dela é Ana, André.
    E o nome da minha filha, seria Aurora. Agora o meu nome, poderia ser Marina, Mariana, Morgana ou Valentina.

  • Schmidtera

    To com 33 e na faculdade….sou muito tiozão hahahahhaha

  • Dhiego Lúcio

    Minha versão do “Tio Montanha” era o “Tio Gordo” e o “Tio Lófo”….. Aí descobri que o gordo era Deusdáumio e o Lófo era o Anfilófio (O nome mais de velho que já ouvi).

  • Manteiga No Biscoito

    Gostei do Rafael e da sua voz de choro, tragam ele mais vezes.

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