was successfully added to your cart.

A vida é um grande lixão do qual um dia faremos parte! Então, porque não tentar transformar parte dele em tesouro?

Após gastar mais do que deveria em pipoca, André se junta mais uma vez com o SushiCorraini para mais uma transmissão do Vértice! E dessa vez, eles discutiram sobre o nostálgico e engraçado Thimbleweed Park, o maravilhoso e viciante Persona 5, a experiência de ter um Nintendo Switch e mais um pouco de The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Além disso também comentamos a polêmica da Atlus proibindo streamings do Persona 5, o anúncio de Destiny 2 e respondemos muitas perguntinhas que assombravam a mente de nossos os ouvintes!

Tem alguma dúvida, questionamento ou tópico de discussão sobre games, a vida, o universo e métodos de ganhar dinheiro? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de.

Links:

Trilha do Podcast

  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “Life Will Change”, de Persona 5

Blocos do Podcast

  • Nintendo Switch e mais Zelda BotW: 00:03:19
  • Thimbleweed Park: 00:25:19
  • Persona 5: 00:39:36
  • Sessão de Perguntinhas 1: 01:11:49
  • Atlus sendo uma vilã de Persona 5: 01:25:22
  • Destiny 2: 01:34:18
  • Sessão de Perguntinhas 2: 01:41:28
  • Rodney

    Sério que vocês acham que o WiiU demora muito pra iniciar? Acho ele perfeitamente normal, na verdade, acho que levo menos tempo pra entrar em um jogo nele do que no ps4. Haha. O 3DS que acho o loading de início meio demorado. Tenho a impressão que virou moda falar mal do Wii U, ando ouvindo muitas críticas infundadas sobre ele. Acho que é o negócio de chutar cachorro morto, pessoal gosta de falar mal das coisas, mais ainda quando se tem uma base forte pra corroborar. Haha. Não estou falando que essa critica seja infundada, só estou dizendo que, comparado a outros vídeo games que tenho contato, ele não é aquém nesse aspecto. Mas talvez seja que eu tive sorte de comprar um Wii U premiado que carrega mais rápido. Rs

    • André Campos

      Pra jogos ele é bom sim! Quando reclamei estava pensando especificamente na loja. Agora não lembro se o assunto tava nisso ou se minha mente que foi pra lá sozinha.

      • Rodney

        Ahhh sim. Na questão da eshop concordo plenamente. Nem dá vontade de comprar os jogos de tanto que demora. Haha. No 3DS é pior ainda. Fico feliz de saber que a Nintendo concertou isso no Switch.

  • Henrique Tavares

    Eu terminei o Zelda ontem, e toda a corrida final foi tão positiva, tão linda, tão épica e tão emocionante que me deixou bem feliz depois da despencada que tavam sendo as últimas horas antes de decidir encerrar (com 70 santuários e 150 sementes). Apesar de tantas ideias inovadoras, com um equilíbrio maravilhoso de dificuldade e um combate bastante instigante e completo, tenho algumas críticas ao jogo. Não em quantidade, mas coisas que fundamentalmente atrapalharam a experiência para mim.

    Um pouco resumidamente me refiro à:
    – conteúdo e tamanho: as polêmicas 900 sementes, que eu achei uma solução pobríssima e bem errada de preenchimento do mundo. É um sinal bem forte de que o Hyrule ficou bem maior do que eles sabiam o que colocar lá, e o mapa parece esticado demais, e tudo é longe de tudo, como o Corraini citou. Não tem muita graça explorar se a maioria das descobertas são puzzles simples e repetidos de uma coisa que tem em excesso e rapidamente deixam de ser realmente úteis. Um pouco disso vale para os 120 santuários e as recompensas deles, mas não chega perto de terem errado a mão como com as sementes;
    – dinâmica da jogabilidade: apesar das experimentações (devo dizer que recebi pelo menos dois belos NÃOs, que foram chocantes de ter depois do “vendido”), no geral senti que a experiência foi quase idêntica do início ao fim. Acho que esse sacrifício para deixar o jogador fazer qualquer coisa a qualquer hora teve um preço pesado para mim. Aliás, se tivesse um item para parar aquela maldita chuva inconveniente que sempre me impedia de jogar, eu agradeceria muito. Acho que o Revali’s Gale foi a única coisa que impactou significativamente minha jogabilidade e dava pra contornar às vezes a chuva, e foi por ali meus momentos mais felizes jogando.

    Um ponto positivo dos Zeldas antigos, que comecei a sentir bastante falta, é que, apesar dos mapas pequenos e enxutos, cada item novo era um filtro de novas possibilidades de alcance de exploração e/ou combate, que faziam as revisitas sempre com algo novo. Acho que esse paradigma não foi bom quebrar, não do jeito que foi. Para mim, se eles lançassem tipo um equivalente ao que Majora’s Mask foi para Ocarina, recuperando isso e otras cositas e mantendo as inovações de mecânicas do Breath of the Wild, a experiência se tornaria mais próxima do meu ideal.

    • Rodney

      Eu consigo te dar razão em tudo que você apontou, mas praticamente nada disso me incomodou. Adorei a mudança feita, odiava nos outros Zeldas de quando eu pegava um item e ele era muito específico e mal conseguia usar ele. Haha. Acho q seria interessante ter mais itens que mudam a jogabilidade, mas pro tamanho do jogo, acho que está de bom tamanho. A chuva, apesar de ser irritante para muitos, eu achei algo sensacional. Pois quando chove, vc é forçado a repensar sua estratégia. Dificilmente a chuva me impedia de ir pra algum lugar, eu adorava quando eu conseguia contornar a chuva e chegar no lugar que eu queria. Era uma sensação de vitória contra a natureza. Como o próprio jogo propõe. Achei o mapa meio grande de mais tbm, como não uso muito fast traveller, fica meio cansativo. Talvez fosse melhor um mapa mais enxugado mesmo. Acho que poderiam ter investido mais nas dungeons principais, fazer elas maiores e mais complexas. Mas mesmo assim gostei muito delas.

    • Rodney

      Outra coisa, fiquei interessado em saber quais foram esses dois grandes não que o jogo te deu. Haha. Comenta aí quais foram. Pra mim, o que mais me incomodou é de ter paredes invisíveis nas bordas do mapa.

      • Henrique Tavares

        Foi depois de ter ouvido, em outro podcast, que “madeira finalmente se comporta como madeira”. Aí vi uma torre de guarda com o porquinho lá em cima. Taquei fogo na estrutura, pois não queimou! Peguei meu machado, carreguei pra dar uns bons giros e não cortou a madeira e nem destruiu a estrutura. E pra completar, nesse tempo alguém mandou uma flecha na minha nuca e me matou. O jogo pode ser completamente recompensador pra quem experimenta coisas, pode ser justamente os dois únicos nãos que o jogo pode dar para alguém, mas por ser umas das primeiras coisas que experimentei, fiquei bem chateado.

        E paredes invisíveis no limite do mapa é uma coisa que não entendo como ninguém conserta. Ok, GTAV é diferente, tolerante e criativo, mas em Skyrim, Witcher 3, Horizon, Breath of the Wild, esses todos continuam nos mesmos limites arbitrários sem qualquer indicativo. No Zelda foi só num cantinho na praia perto de Gerudo, mas é chato igual. No Skyrim lembro de um portão que ia pra outra província, você passava o portão e tinha uma parede invisível 5 metros depois. No Witcher 3 é o que mais me incomoda porque todo em volta de quase todos os mapas é arbitrário, e, às vezes, no meio de uma estrada. Ugh.

        • leonnn1

          Horizon te avisa que você está saindo do mapa e você tem bastante tempo pra voltar, a limitação é simples no caso, “nada foi feito além dessa parte”, é um jogo né.

          • Henrique Tavares

            O que me deixa incomodado é, como aconteceu no Horizon mesmo, ainda tinha mais uns 100 metros antes de um paredão que podia ser o final natural do mapa. Pra mim tem uma boa diferença entre haver limitações e não colocarem nenhum indicativo visual. Tem uma diferença você não chegar naquelas ilhas depois do mar e você conseguir chegar até à parede invisível na metade de uma delas (Witcher 3).

          • leonnn1

            Cara antes a gente não podia andar pra esquerda no começo de qualquer fase do Mario, Horizon é extremamente bem feito e ele só não quer que você passe pra não estragar a experiência visual que é aquele jogo, diferente do que os caras falaram no podcast, esse jogo é incrivelmente detalhado, todos os cenários são ultra bem modelados e mesmo quando você vai chegando nas bordas não fica feio, mas passando dali você teria uma perda de qualidade, acho muito melhor isso do que paredes invisíveis ou do jeito que é o FF que tem tudo do pior possível.

            No fim é uma questão de gosto e isso é pessoal

          • Henrique Tavares

            “acho muito melhor isso do que paredes invisíveis”

            Mas o que estou criticando são as paredes invisíveis. Se entendi bem, você tá falando sobre ir além da borda, eu estou falando sobre meu incômodo de ser impedido a 5 metros da borda, ou o jogo te deixar achar que pode ir além e te cortar do nada 5 metros depois, e desperdiçar a chance de ter um limite ou barreira natural e intuitiva.

    • Renan Mateus

      Ou seja… sua nota tb não seria um 10/10??? To perguntando pq parece que assim como falar mal de Uncharted, dar nota menor que 10 para Breath of the Wild parece ser um crime…

      • Henrique Tavares

        Hahah, tipo isso. Mas eu consigo ver o quanto esse jogo pode deslumbrar alguém a ponto dos problemas não terem relevância. Essas críticas que fiz também só passaram a valer pra mim depois de certo ponto.

  • Cadu

    ***Spoiler de Fragmentado***
    Finalmente fui assistir e acabei de ouvir o Fora da Caixa. Sinceramente, espero que não tenha nenhuma continuação do filme mostrando os dois se enfrentando ou coisa do tipo. Sério, ia soar só mais como um filme de superherói mesmo na mão do Shyamalan por vc já saber do sobrenatural, e isso não é a pegada dele. Outra, pra que ter outro filme pra saber o fim da garota? Ou ela voltou pra vida antiga (o que provavelmente não aconteceu), ou ela se libertou, e é isso. Também acho que é um filme nota 6-7, mas fiquei com uma impressão positiva no final igual o Moti. Todo mundo vai ficar na expectativa do próximo filme do Shyamalan ser parte do universo do Unbreakable e por isso ou ele não vai tocar mais nisso, ou vai demorar ANOS pra isso acontecer, num filme bem nada a ver, quando vc não estiver esperando.

  • Cadu

    que triste, meu comentário foi detectado como spam. wtf

    • Sushi0

      Era um falando do fragmentado?
      Eu aprovei ele aqui, mas mesmo assim ela não apareceu D:

      • Cadu

        deve ser coisa do disqus, apareceu agora. valeu!

  • Aline

    Eu comecei a jogar Persona recentemente pelo 3 Portable, tô na reta final e ainda me impressiono com o quão bem-feito é o sistema de batalha do jogo. Acho que é meu sistema de batalha por turno favorito, de longe. Como vocês mesmos disseram, ele consegue ser ágil e estratégico ao mesmo tempo, o que faz com que eu me divirta enfrentando monstros comuns (e não só chefes). Um dos meus momentos favoritos do jogo até agora foi, em um turno, derrubar cinco inimigos fracos contra Strike só com 1 Mores e encerrar com um All-Out-Attack.

  • ednaldofilho

    O título é ótimo!!! Valeww por mais um ótimo Cast

  • leoleonardo85

    Sempre quando começa a falar de Adventures, Doublefine, LucasArts e afins me dá sono, é incrivel o meu total desinteresse a esse tipo de joguinhos.

    Mas muita gente gosta, então tem que falar, só é algo que eu não curto ehehe

  • Essa atitude da Atlus é tão bizarra que não consigo entender como seria ruim pra uma empresa que “divulgação gratuíta” seria ruim ou afetaria as vendas.
    Gostaria demais que eles voltassem atrás nessa decisão, porque foi a partir da Endurance run do GB que me interessei pela série e joguei os games antigos.

  • Omelete Box

    Alguém já completou o bingo?