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“This city, she’s been dead for years now. So death is not something that scares me.”

Tramando iluminar a noite da Cidade, os androides André Campos, Eduardo Sushi e Caio Corraini recebem Fernando “Tengu” Mucioli para fechar um quarteto robótico musical e discutir o passado, presente e futuro de uma banda que decidiu criar uma ópera rock sobre Mega Man.

De onde surgiu a ideia para The Protomen? Quem são os integrantes? Como trabalhos escolares resultaram no álbum que hoje conhecemos como o Act 1 (2005)? De que forma as músicas se aproveitam e expandem a simples premissa original do robozinho azul da Capcom?

Por fim, escutamos, discutimos e nos arrepiamos com cada uma das músicas do álbum Act 2: The Father of Death (2009), o genial prequel que conta a origem da inimizade entre Thomas Light e Albert Wily com muito mais profundidade, drama, emoção e poesia que alguém jamais poderia imaginar.

Tá No Seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

Links:

Trilha do Podcast

  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “The Whims of Fate”, por Shoji Meguro
  • “Due Vendetta”, por The Protomen
  • “The Will of One”, por The Protomen
  • “Unrest in the House of Light”, por The Protomen
  • “The Will of One”, por The Protomen
  • “The Sons of Fate”, por The Protomen
  • “Somebody to Love”, por The Protomen (Cover)
  • “Act II: The Father of Death (Album)”, por The Protomen

Blocos do Podcast

  • 00:01:48: Apresentação do Convidado
  • 00:04:09: História da Banda
  • 00:08:30: Act I
  • 00:24:28: Act II: The Father of Death
  • 00:24:48: Intermission
  • 00:30:19: The Good Doctor
  • 00:40:23: The Father of Death
  • 00:49:24: The Hounds
  • 00:57:11: The State vs. Thomas Light
  • 01:02:43: Give Us the Rope
  • 01:07:08: How The World Fell Under Darkness
  • 01:12:56: Breaking Out
  • 01:24:16: Keep Quiet
  • 01:34:06: Light Up The Night
  • 01:46:30: The Fall
  • 01:51:23: Here Comes The Arm
  • Benício

    clap clap

  • Pedro Marinelli

    Estou me sentindo estupido por nunca ter percebido a ligação de uma coisa com a outra! O>O
    Indo ouvir no mais auto hype!

  • Marcelino Pinheiro

    Legal falar de bandas, peças teatrais, musicais, mas podiam colocar este dash no feed “Não games”.
    Keep the good work

    • Lucas Vinicius

      “Sejam bem vindos à primeira edição do DASH, o podcast do Jogabilidade.
      Enquanto tentamos encontrar nosso formato, sentido da vida e propósito no universo, você poderá nos acompanhar semanalmente discutindo sobre jogos da variedade que se joga em TVs e monitores, e toda sorte de assuntos RELACIONADOS a esse universo.” – Dash 01

    • André Campos

      Como nos podcasts sobre o documentário Indie Game The Movie ou o Branching Paths (o da cena indie japonesa), algo que esteja falando sobre jogos já é o bastante pra ter espaço aqui! O bom é que, como esse DASH atrasou bastante pra sair, já tem outro semana que vem com um tema mais ~tradicional~.

      • LcY

        (Não querendo ser chato mas já sendo chato pra caralho:)

        Estou no time dos que acham que esse podcast têm mais cara de um “Especial Fora da Caixa” do que de um DASH. Pois esses dois programas que você mencionou, além de serem documentários 100% focados em um aspecto da indústria de jogos, o foco do programa era em discutir esse pedaço da indústria em si. Além disso vocês já discutiram (mesmo que brevemente) o Kingsglaive no Fora da Caixa, que é uma obra “não-games” BEM mais atrelada a “games” do que The Protomen então não vejo muito motivo pro programa não ser um Fora da Caixa: Especial.

        (Mensagem obrigatória mas sincera pra deixar o post mais fofinho e menos áspero:)

        Abraços pra todo o time do Jogabilidade!

        • André Campos

          Sim, total encaixaria num Fora da Caixa, e essa foi uma conversa que tivemos. No fim das contas, pelo trabalho extra que seria dedicado pra editar e pela conexão com Mega Man, decidimos postar como DASH!

  • Gabriel Azmodam

    WAT,
    WAT
    THE
    FUCK

  • Edes WR

    Eu devo estar ficando velho. Particularmente não consigo entender a importância ou sequer apreciar o trabalho desenvolvido pela banda em questão. Consequentemente, o cast em si também se torna uma discussão sem relevância, o que é bem triste… Repito, é minha opinião e isso em nada interfere no apresso que tenho pelo #Dash. Aguardo ansioso o próximo episodio…

  • Michel Malagueta

    Que DASH Incrível!
    Não conhecia o trabalho da banda e já estou escutando o Act 2 em loop.
    Parabéns por sempre apresentar e trazer conteúdos novos e relevantes.

  • Marcos De Moraes

    Vocês enquanto um grupo de pessoas apaixonadas por games que tentam trazer o melhor conteúdo possível, mandaram muito bem nessa ! Gostei de novamente ter um Dash ~diferente~

  • Filipe Mota

    Não sei mas quando escuto esse álbuns tenho vontade de começar uma revolução

  • Ciro Araujo

    CARALHO, BIXO!
    Eu achava raro alguém de fora falar de The Protomen, agora, pessoal brasileiro e ainda por cima o meu grupo favorito de podcast manjar pra caralho, essa não esperava. Duas horas de um podcast 10/10, parabéns aos envolvidos, na moral.

  • Matheus Rodrigues Martins

    -Cacete, depois de um DASH sobre Noite Animal, não tem como surpreenderem de novo…
    […]
    …né?

  • Esquerdopata

    Aparentemente o album é doutrinação esquerdista de altssima qualidade

  • Bruno Izidro

    Primeiramente, (fora Temer) queria agradecer ao Muça e jogabilidade por me fazerem voltar a ouvir Protomen.
    Eles é o The Megas são as minhas bandas de Game Music favoritas.

    Conheci Protomen por causa do finado podcast Bit Studio, do Juunin, e ouvia muito o Ato I enquanto jogava (e morria em) Dark Souls 1.Talvez por causa disso, tenho um apreço bem maior por ele do que pelo Ato II, que ouvi bem depois e, na época, só tinha achado legal.

    Mas, porém, contudo, todavia, doravante, não tinha a menor noção desse lance da história estar no encarte e todo o contexto de opera rock, mas assim NOÇÃO NENHUMA MESMO. Por isso o podcast me fez apreciar bem mais o álbum agora.

    Ainda assim, tenho a opinião do Muça em achar o Ato I melhor pelas histórias fechadas.

    Agora só falta fazer o Dash do The Megas <3

  • Lucas Barros

    Assim como outros disseram, tmb agradeço por me apresentar essa maravilha que The Protomen é e ainda me apresentar de forma “deliciosa”(hehe).

    Vlw jogabilideiros!!
    Abraço!!

  • SmokeE3 .

    Quando vi o tema desse Dash, a primeira impressão que tive foi “poxa, mais um que não é diretamente ligado á jogos em si”. Mas então eu ouvi parcialmente (parei pra ouvir todos os álbuns da banda) e gostei muito do que vocês fizeram, em alterar a forma de cast dentre de seu próprio gênero. Lembra muito o que aconteceu com outros casts como o de “Comentários da GDC 2013” que no início eu pensava “como esse cast vai funcionar?” e acabou se tornando algo muito interessante, mudando a minha perspectiva sobre uma conferência que eu nem conhecia e passei á gostar. O mesmo se encaixa neste tema, uma banda que eu nem conhecia, provavelmente não iria gostar, MAS da forma que vocês apresentaram, está sendo uma ótima banda pra mim.

  • Vassago

    Bem, a primeira impressão foi “só um dash por mes e ele é ‘desperdiçado’ falando de algo que não é diretamente um jogo ou uma temática de jogos, etc”. Mas eu confio na qualidade de vcs então ouvirei pra saber se valeu a pena.

  • Guilherme Kruszynski de Assis

    Cara o estilo de som não me agradou em nada haha. Mas! o Podcast foi muito legal, Gostei da maneira que mesclaram os assuntos(Musica, Banda e Jogo).
    Ficou parecendo que estavam contando a LORE de um jogo do Megaman mais interessante que dos jogos Megaman hahahaha.
    O que mais me agrada mesmo é a Maneira como vocês conduzem a conversa hahahaha eu nunca ouvi nenhuma musica(nem tenho muito interesse… Sou chato com musica, passo horas só escutando Black Metal hahaha). Mas a na minha cabeça ficou uma “Super história épica”. Isso só me da mais certeza que o DASH é um dos melhores PODCASTS que eu escuto <3.

  • Rodrigo Souza

    Gostaria de parabéns a todos pelo cast maravilhoso , muito obrigado pelo trabalho e pela experiência que vcs proporcionam a cada novo dash !

  • Um detalhe interessante é que a música que vocês descreveram como “Rockabilly” se encaixa mais no gênero musical “Psychobilly”, que é uma mistura de Punk com Rockabilly, que às vezes também acaba misturando o Horror também. É um estilo que me amarro muito e até tive uma banda nesse gênero (Cabaret Zumbi, o nome).

  • MTrulin

    Gostei muito do cast, não conhecia a banda, me deu um puta vontade de jogar Megaman ouvindo os albums.

    Esse cast me deixou mais ansioso pelo ato dois do Hamilton, tem previsão?

    Abraço

  • Lucas Vinicius

    Excelente cast!!!!

  • FHC

    Mudou muita coisa no áudio V2? Vi agora que teve update no feed.

    • Vitor Camargo

      Se não estou errado, apenas ajustaram a data do lançamento no feed, que estava equivocada

      • André Campos

        É isso aí!

  • Andrewmat

    Que encarte é esse que mencionaram? É disponível pro público?

  • Vitor Camargo

    Po, o nome do podcast é DASH, o tema foi de uma banda chamada The PROTOMEN e a galera acha que não tem relação?!

    Brincadeiras a parte, entendo perfeitamente quem discorda. Mas também apoio o projeto Musicabilidade, com análises de álbuns nesse estilo (não necessariamente apenas sobre bandas vinculadas a games). Toda a conversa e contextualização entre as faixas ficou muito gostosa de ouvir, ainda mais pra quem, como eu, não conhecia a banda antes. Fiquei imaginando um desses sobre Temple of Shadows…

  • Lord K

    Como eu não conhecia essa banda?! Já estou escutando todo o trabalho deles no spotify! Excelente podcast!

  • leonnn1

    Cara que dica legal, muito obrigado, achei a banda incrível e o podcast perfeito.

    Eu as vezes me pergunto sobre o porquê do podcast de vocês ser assim pra mim, eu discordo muitas vezes dos pontos de vista e meio que no geral as pessoas tendem a se afastar de pontos de vistas contraditórios, mas no meu caso eu sempre volto e escuto o próximo e o próximo, eu acho que entendo como a base de fãs de vocês é tão consistente, mesmo sendo relativamente pequena, vocês são autênticos, pelo menos é o que eu sinto, parece que são pessoas falando realmente o que elas acham mas tentando analisar aquilo de forma critica, muitas vezes não conseguindo, afinal somos humanos e não dá pra separar o lógico do emocional em 100% das vezes, mas vocês tentam e cara, vivendo num país onde tudo é mascarado e escrachado, ver alguém tentando ser justo e imparcial, colocando o jornalismo acima do dinheiro é no mínimo inspirador.

    Acho que é por isso que essas pessoas escutam vocês e os assistem, um pouco de “verdade” pra escutar sem tendencias, sem opinião comprada, vocês representam a ultima fronte de jornalismo num país tão zoado e corrompido como o nosso.

    Parabéns caras, a todos inclusive o Rick que não está mais participando mas que faz falta.

  • Fabio Kiss

    Link do ENCARTE, please!

  • Vinícius Braga

    Obrigado por me apresentarem. Já tinha ouvido falar, mas não tinha ido atrás. Ainda não ouvi os álbuns como um todo, mas Light Up The Night já ouvi algumas vezes no repeat xD. E Os covers deles parecem ser muito bons também.

  • Caio Uchôa

    Senhores do Jogabilidade, esse é a segunda recomendação de vocês que eu começo escutando pensando “dafuq is this?” e termino pensando “MDS como isso não fazia parte da minha vida antes?”.
    Meu muito obrigado por apresentar coisas incríveis como essa.
    PS: Aguardo ansiosamente por Hamilton Ato 2.

  • Andrewmat

    Antes: o que porcarias um fora da caixa tá fazendo no dash?
    Depois: olha que legalzim esse som
    Hoje: será que devo ouvir o álbum pela terceira vez hoje?

  • Fernando Santos

    Está explicado porque demorou para sair. Só consigo imaginar quanto trabalho deve ter dado para organizar tanta informação e editar.

    Confesso que meu primeiro impulso foi estranhar o tema, mas assim como Hamilton, vocês quebraram minha resistência inicial e me despertaram um grande interesse pela obra de The Protomen. Assim que eu botar minha monografia em dia, vou atrás do encarte para ouvir os atos I e II acompanhando e me preparar para o vindouro ato III.

  • Paulo Fontes

    O andré inseriu comentários extras varias vezes hahah mto maneiro o dash, e pra quem tá reclamando, desde o nowloading tinham temas mais abertos, sendo relacionado a jogos, não tem problema nenhum ter um dash sobre.

  • Luiz Ikari Joestar

    Aonde que fica o obituário? Cacei no site mas não achei nem por cristo

  • André Trindade

    Pessoal, desculpe a sinceridade, mas acho que o grande problema do cast foi a rasgação de seda o tempo todo… Na hora que a música tocava eu achava bem mais ou menos, fora no máximo o vocal e ainda assim só de vez em quando.

    Fico imaginando como a cabeça de vocês explodiria ouvindo Dream Theater, Symphony X e The Aristocrats. Não tem nada a ver com games, mas em termos de música… Talvez vocês até já conheçam essas bandas e tudo seja apenas questão de gosto.

    Que fique claro, não sou contra casts mais tangentes ao mundo gamer. Curti muito o das revistas e o do noite animal, mas esse não me pegou.

    Só não gosto muito quando a exceção vira regra…. Não sou fã de animes, nem tenho lá tanto interesse nos detalhes do desenvolvimento de jogos no Brasil. Pra mim o que vocês fazem de melhor mesmo são vértice, dash e retrocompatibilidade.

    • André Campos

      Dessas bandas eu só não conheço The Aristocrats (procurarei), mas gosto muito de Dream Theater e Symphony X. E tenho que dizer que prefiro o álbum Act II que qualquer coisa dessas duas bandas (e olha que eu amo de paixão o Scenes From a Memory). Então acho que é mais questão de gosto mesmo.

      • André Trindade

        Show de bola sua resposta, cara. Questão de gosto mesmo. Que bom que você levou o comentário numa boa.

        Aliás, deixe eu dar um passo atrás e escrever o que deveria ter sido o primeiro parágrafo do post original:

        Parabéns a todos vocês pelo excelente trabalho. Acompanho vocês desde o começo (desde o NowLoading, na verdade) e vocês merecem toda a rasgação de seda que se encontra nos comentários abaixo.

        (Aliás, como vocês gostam de segway, falar em rasgação de seda deixaria o gancho perfeito pra continuar o post original, né? 🙂 )

        Sucesso a todos aí.

  • Malvadão

    Gosto muito de Protomen, e achei esse Dash uma delícia, muito legal ver vocês falando com tanta paixão do projeto.
    Só achei que poderiam ter falado mais do Act 1 e das inspirações da banda, que foram influenciados pelos livros “A Revolta de Atlas” da Ayn Rand, e “1984” do George Orwell – os dois escritores são críticos ferrenhos do socialismo e outras formas de autoritarismo, com um componente individualista em seus pensamentos. Para quem conhece essas obras fica bastante claro a influencia e acaba sendo um prazer a mais notar certos detalhes.