Vértice #98: Tubarão Ladeira Abaixo

2017-05-05T16:50:09+00:00 5 de maio de 2017|Vértice|15 Comentários

[vc_row type=”in_container” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”3/4″][vc_column_text]Após sonhar com uma enxurrada de jogos gigantes, tubarões rolando ladeira abaixo e com boletos, nós achamos que tudo estaria bem, mas aí percebemos que a enxurrada não era só um sonho e ela não tinha mais fim.

Num podcast repleto de jogos, André, Sushi e Corraini se juntam pra falar do estranho e amaldiçoado What Remains of Edith Finch, do pequeno porém perturbador Little Nightmares, do nem tão assustador assim Outlast 2, do carismático e divertido Flinthook e do satisfatório Sniper Ghost Warrior 3.

Mas além dos jogos sem fim também falamos um pouquinho do que rolou nas notícias como: o artigo sobre a necessidade ou não de histórias nos jogos, o anúncio surpreendente de Darksiders 3, os trailers de Call of Duty WWII e de Star Wars Battlefront 2 e a saída do Chet Faliszek da Valve e a aposentadoria Genyo Takeda da Nintendo.

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  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “Run! Apocalypse! Run!”, de Ayreon

[/vc_column_text][/toggle][toggle color=”Extra-Color-1″ title=”Blocos do Podcast”][vc_column_text]

  • Outlast 2: 00:07:05
  • Little Nightmares: 00:26:59
  • Sniper Ghost Warrior 3: 00:37:00
  • Flinthook: 00:49:48
  • What Remains of Edith Fintch: 01:12:46
  • Perguntinhas: 01:26:53
  • Jogos precisam de história: 01:28:38
  • Anúncio do Darksders 3: 01:37:23
  • Trailer do Call of Duty WWII: 01:46:37
  • Trailer do Star Wars Battlefront 2: 01:54:22
  • Chet Falisek deixa a Valve: 01:58:03
  • Genyo Takeda deixa a Nintendo: 02:02:35

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  • Lucas Santana

    Out 2 não está tão PA como o primeiro? Perdi o tesão 🙁

  • Gradash

    Eu prefiro o termo: “Um jogo com uma história incrível e um gameplay ruim, dificilmente será bom, um jogo com um gameplay incrível e uma história ruim, provavelmente será bom”.

    • André Campos

      Não sei ao que exatamente você está se referindo, mas pra mim, uma história incrível segura um gameplay ruim tanto quanto vice-versa. Vide Alpha Protocol ou o primeiro WItcher.

      • Gradash

        Olha, eu joguei todos os Witcher, e terminei o 3 em uma porrada só de tanto que curti, mas acho o gameplay do primeiro melhor que do terceiro. O que eu acho o pior é o segundo, o segundo é horrível e nem consegui chegar perto do fim.

        • André Campos

          Bom, eu acho o combate do 1º Witcher beirando o injogável, mas meu argumento era que amei o jogo pela história.

          • Gradash

            Eu já larguei muito jogo com história que parecia ótima pois o gameplay estava sofrível, mas raramente fiz o contrário.

      • Douglas Marques

        >pra mim, uma história incrível segura um gameplay ruim
        Xamais. Já perdi a conta de quanto jogo eu zerei pelo Youtube por causa de jogabilidade porca. Algumas vezes ouvir um podcast já resolveu pra mim hahaha.

    • ogeid

      Concordo que a jogabilidade é o fator mais importante em um jogo, visto que ele no mínimo precisa ser jogável. É mais fácil ignorar uma história ruim do que um gameplay ruim.

      NO ENTANTO, dificilmente um jogo sem história vai ser memorável para mim e todos os meus jogos favoritos tiveram um mínimo de contexto.

      Se o jogo tem uma história incrível e quer se sustentar por ela, ele deve ter um gameplay que não atrapalhe a narrativa. Por exemplo, eu não diria que o Walking dead da Telltale tem um gameplay ruim, apenas simples e “safe”, pois ele não chega a arriscar numa jogabilidade ambiciosa que falha/ frusta.

  • Daniel Lima, o Pollar.

    Os melhores podcasts são os que encerram com Ayreon, SEUS LINDOS! <3

    • juanplopes

      Eu agradeço todo dia por ter sido apresentado a Ayreon pelo Jogabilidade (especialmente nessas últimas semanas de album novo).

  • Armoderic

    Uma coisa que comentaram, que não está errada, mas não exatamente certa – não é que rogue-likes (ou outros jogos que usem sistema procedurais ou semelhantes) sejam mais fáceis, na real simulação e geração é muito complexo e envolve muito design, porém… é provável que muita gente veja o sucesso de jogos como minecraft, outros roguelikes e principalmente o Dwarven Fortress e ache que é “fácil” fazer um jogo desse tipo e tente fazer o negócio de qualquer meio jeito ao subestimar quão complexo é. Um artigo interessante é esse da polygon sobre como o Dwarven Fortress gera um mundo inteiro – https://www.polygon.com/2014/7/23/5926447/dwarf-fortress-will-crush-your-cpu-because-creating-history-is-hard notem que o artigo é antigo, de lá para cá provavelmente os caras desenvolveram o sistema ainda mais.

    Apenas como curiosidade, tem vários jogos em outros conflitos, fora a Segunda Guerra – tem muita coisa na área de estratégia e principalmente no wargame (digo wargame de tabuleiro), incluindo o Vietnã (recomendo ver os episodios 300 https://www.idlethumbs.net/3ma/episodes/vietnam-65 e o 265 https://www.idlethumbs.net/3ma/episodes/vietnam-1965-1975-with-nick-karp do Three Moves Ahead, e e o 305 – https://www.idlethumbs.net/3ma/episodes/kim-kanger-and-french-colonial-wargaming que é sobre um jogo sobre o conflito da França e o Vietnã).

  • Artur Antunes

    Vocês ficaram pistola com essa opinião de história em jogos, ein? Realmente é inegável que o enredo motiva o jogador, por mais fraco que seja, mas algumas poucas vezes ele pode limitar o jogo. Um exemplo clássico disso são os jogos da série Kof, que quando um personagem morre, ele não pode aparecer mais nos jogos da série que tem história. E o pior é que diferente de outros jogos como Street Fighter 5 e Mortal Kombat 9, o jogo nem tem um modo campanha robusto, isto é, tem uma história, mas mal conta ela no jogo e só serve para atrapalhar.

    Sobre jogos que não precisavam ser jogos, concordo que algumas experiencias como Gone Home seriam impossíveis de serem reproduzidas em um filme, por exemplo, já que parte da graça de experienciar aquela história é descobrir por si mesmo, mas em jogos como To the Moon, que a história corre de uma forma extremamente linear e não tem nenhum elemento de gameplay que seja muito difícil de adaptar em outra mídia, eu acho que seria melhor em um filme. Eu sei que To the moon poderia não existir se o criador não quisesse contar a história em um jogo e respeito a opinião dele de ter escolhido essa mídia, mas para mim não muda o fato que se fosse um livro ou um filme, essa história poderia ser melhor contada.

    Para mim, nos jogos, uma história boa não sustenta um gameplay ruim. Tem muitos rpgs de ps1 com histórias incríveis de gameplay datado que não consigo jogar. Acho que isso faria de pessoa para pessoa. Não sou um cara que odeia jogos mais focados na história, desde que jogar deles não seja um sacrifício.

    Sobre os FPS, eu sei que existem vários na segunda guerra, mas depois que esse gênero foi para a guerra moderna, eu fiquei bem desinteressado por tramas cada vez mais “Michael Bay”. Eu até jogo, mas prefiro muito mais jogos que fogem desses esteriótipos de guerra moderna, como Bioshock e Borderlands. O que mais me desagrada é o modo superficial que esses jogos tratam a guerra, como se fosse algo maneiro, coisa que os jogos de segunda guerra não tinham. Brothers in arms, por exemplo, o protagonista fica cada vez mais maluco com os colegas dele que morrem.

  • King Buddy Holly

    Outro pequeno porém perturbador é o Bendy and the Ink Machine (com o primeiro cap. grátis na Steam)!

    Quanto a Darksiders – não o joguei na geração anterior, mas o adquiri um bundle com o remaster hb e ele é muito Rob Liefeld!

    KBH!

  • Daniel Silva

    Onde encontro o texto do cara que falou sobre jogo não precisa de história?

  • Louelson Costa

    Será que cabia um Nemesis System nesse Darksiders novo, hein?

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