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Videogames são lançados todos os dias. Aos montes.

Em um mercado onde temos mais opções do que tempo e dinheiro para consumir tudo, é muito fácil esquecer que todos aqueles produtos são desenvolvidos por pessoas. Pessoas com sonhos, medos e histórias próprias.

O objetivo do Construindo Mundos é tornar estas pessoas o foco da discussão. É trazer para a luz os responsáveis por erguer todos os universos fantásticos onde exaurimos nosso tempo livre.

Sob o comando de Caio Corraini, este programa é focado em entrevistas com desenvolvedores brasileiros que trabalham ativamente na indústria de games.

Nesta décima quarta edição a convidada é a Heloisa Yoshioka. A Helô é product owner e game designer na Tapps, mas já passou por diversas empresas aqui no Brasil como a Pingano, a Sioux e a Aennova. Conversamos bastante sobre game design, a função de um product owner, a ideologia de games como serviço, board games, advergames, serious games e muito mais.

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Links:

Trilha do Podcast

  • “Yeah!”, por Magnus “Souleye” Palsson

Blocos do Podcast

  • Introdução: 00:00:00
  • Entrevista: 00:01:17
  • Vitor Salvador Pissolato

    Helo <3

  • Daniel Fernando

    “A gente tinha um programador que queria fazer tudo do zero em C”
    “Ai ele desistiu”

    HEUHEUHEUHEUHEUHEUH

    • Putz, pior que eu já fui esse cara. No meu primeiro projeto, eu quis programar um infinite runner em C, ao invés de usar o XNA (que era moda na época). Não era um projeto remunerado, mas lembro que demorei uns 3 dias só pra programar um efeito de scroll e de parallax que funcionasse direito. O jogo ainda saiu em C mesmo, mas teria demorado 1/3 do tempo se tivesse feito no XNA. Mas talvez tenha acertado, afinal o XNA foi descontinuado. Só que eu não faria tudo em C não, hue.

  • Daniel Fernando

    Poderia ter os links organizados, vim procurar o do MDA e cadê saporra.

    Posts do André >

  • Marcos De Moraes

    Para ajudar quem queria o link do MDA, ele é uma abordagem, então eu não achei um livro/documento que define totalmente mas acabei um material muito bom, se ajudar o André ou quem quiser estudar :

    http://www.cs.northwestern.edu/~hunicke/MDA.pdf
    https://medium.com/@jenny_carroll/using-the-mda-framework-as-an-approach-to-game-design-9568569cb7d
    http://www.gamasutra.com/blogs/LuizClaudioSilveiraDuarte/20150203/233487/Revisiting_the_MDA_framework.php

  • Marcos De Moraes

    Agora sobre a entrevista, eu pessoalmente achei a melhor, mas isso se deve muito mais devido um fator pessoal.

    Muitos anos atrás eu havia contactado a Heloisa pedindo ajuda sobre como desenvolver o meu primeiro game, ela estava na CataVento ainda. Com toda a paciência do mundo ela tirou um tempo do dia dele para me dar uns toques, coisas a se evitar no comecinho.

    Muito obrigado pelo trabalho Caio, o CM é a atração que mais gosto hoje no Jogabilidade. =D

  • Esta entrevista foi uma das mais interessantes até agora, continuem trazendo gente interessante assim. Pena que essa atração do site sai muito de vez em quando, senão eu até recomendaria pra uns amigos. Uma coisa que eu meio que sinto falta na comunidade de developers brasileiros é uma espécie de “hub”, onde todo mundo conversa. Atualmente, fica cada um em seu canto, ou pior, nas famosas panelas de facebook, onde não tem discussão alguma, só um ou outro texto porco de game design. Há uns 3 anos, havia um fórum chamado Programadores de Jogos onde uma boa galera se reunia, mas quando o podcast acabou, esvaziou o fórum.

    Sobre o programador que queria fazer tudo em C, parece muito aquela afobação de quem acabou de sair da faculdade, que acha que vai ser um profissional diferente dos outros, que vai programar em Assembly e o diabo. Mas vê que pra fazer uma engine do começo em C, demora mais de um mês. E ninguém vai pagar seu salário pra isso. Aí desiste.

    • Não tinha aquela comunidade da vk? Ou fechou também?

      • Eles saíram do facebook e foram pro VK (lol). Mas virou um boteco 2.0, onde só rola fofoca e barraco daquele povo de sempre, sub-sub-celebridade do meio indie. Isso afasta qualquer developer sério. Eu acessei lá uns 2 meses e vi que não era mais a mesma coisa. Caí fora.

        Se quiser uma comu parecida com o antigo PdJ, procura “Super BRJAM” no VK, é uma comunidade com umas 200 pessoas. Ou a comunidade BR do Unity. Só fique longe dos textões.

    • Não entendi a relação entre o programa sair pouco (é um por mês), com você recomendar ou não para as pessoas haha

      Não é como se o conteúdo fosse sumir depois de um tempo.

      • Não é bem isso, Caio. Eu tenho receio de recomendar a atração em si, e não um episódio específico. Você disse que ela é mensal, mas vendo as datas dos posts, vocês ficam 2, 3 meses sem lançar. Não sei se vocês acessam comunidades de podcasts nas mídias sociais, mas o pessoal sempre desanima de acompanhar podcast caso a periodicidade não se mantenha. E por onde eu ando, o pessoal meio que sente saudade do Vitrine Indie, que era uma coluna do finado(?) GAMESFODA. Se fosse algo com uma melhor periodicidade, eu recomendaria. Mas entendo que seria melhor um podcast focado só nisso, já que a equipe aqui do site não é tão grande (e já tem atrações até demais). É um bom conteúdo, mas falta periodicidade.

        Por exemplo, já recomendei os episódios 1,4,5,6 e 12 do CM, mas o podcast em si não.

        Uma coisa que você disse eu concordo muito, é manter os episódios como uma espécie de arquivo. Alguns podcasts bons sumiram da face da Terra e levaram seus episódios com eles.

        • Haha, acho que o meu primeiro post aqui no disqus do jogabilidade foi sobre isso!! Eu perguntei pro André, porque fiquei meio embolado sobre qual episódio saía qual dia. Pode ver que às vezes, quando saem três episódios numa semana só, por causa do backlog, tem um ou dois posts de alguém surpreso. Naquele chart da comunidade Ouvintes de Podcast, na parte do jogabilidade tem escrito “Periodicidade: Sinceramente, não sei”.
          Um site que estava com uma boa periodicidade, mas já está começando a perder de novo, é o Baixo Frente Soco. Atrasando duas, três semanas, o pessoal desanima mesmo. Não sei se vc conhece, mas acessa o disqus do mundopodcast, lá tem umas boas discussões sobre isso.

        • Acredito que se o programa tem qualidade, a periodicidade do mesmo não influencia isso. É melhor um programa bom que sai de quando em quando – e que as pessoas podem ficar de olho no feed para quando ele aparecer – do que algo semanal de qualidade inferior.

          É só ver quando sai um Retrocompatibilidade no nosso canal do YouTube. Demora? Demora. Mas vale a pena.

          Mas hey, isso sou eu.

  • Tirando a do episódio #6, com os Castro Brothers, este aqui foi o melhor episódio. Não levem a mal, mas o pessoal que vocês entrevistaram de lá pra cá não rendeu muito não. Talvez seja porque ouvi os programas um atrás do outro, sei lá. Tipo quando você assiste todos os episódios de uma série um atrás do outro, ao invés de semanalmente.

  • Alexandre Cassemiro

    Eu adorei esse episódio!

    A Heloisa falou de muitas coisas que gosto muito no mundo do desenvolvimento, sejam jogos ou softwares em geral.

    Recomento para quem gostou dessa parte do scrum e agíl para ver esse vídeo do spotify e como eles funcionam :
    https://labs.spotify.com/2014/03/27/spotify-engineering-culture-part-1/

    É todo em inglês, mas a explicação é bem visual e fácil de entender.

  • Calyane Collet

    Valeu pelo podcast Caio! Vc sempre faz um ótimo trabalho nessas entrevistas. Mto bacana mesmo. Aliás, eu sou uma das pessoas que ficou ansiosa pra jogar os jogos diferentões da Helo ashduashdiashdiusa

  • Tairon Brunelli

    Cara. Muito bom, como todas as outras entrevistas. Acho bem legal a história por trás de o quanto cada um tem pra dizer sobre seu caminho e como chegou até lá.

    O único problema desse podcast é que poderia ter mais… E mais. s2

    E a ideia da moça é bem legal. Não sei se consumiria um produto que não me deixa ‘feliz’, mas ao mesmo tempo a curiosidade sobre tal feito é muito grande. Então. Acho justo. ^^
    Boa sorte pra ela, e todos nisso. ^^

  • FHC

    Nossa, que alegria é descobrir um desenvolvedor que utiliza o MDA. É uma ótima ferramenta que utilizei no meu TCC tanto para fazer meu jogo, quanto para fundamentar a teoria que defendi.
    Para quem se interessar, segue artigo original em inglês: http://www.cs.northwestern.edu/~hunicke/MDA.pdf