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“Nunca jogarei!”, disseram os relutantes Jogabilideiros.

Mas neste podcast que continua um distante episódio de 2013, André Campos, Eduardo Sushi e Caio Corraini juntam-se para vencer preconceitos e sair de suas zonas de conforto.

Sushi é fã de Metroidvanias, mas até hoje não experimentou o venerado Ori and The Blind Forest. Será que seu gosto por sistemas de combate complexos e ódio por 1-hit kills o impedirá de apreciar essa emocionante aventura?

André prefere jogos que não envolvam sorte, que tenham fim, que você não possa pagar para ficar melhor e que não mexam com o monstrinho da compulsão que encontra-se adormecido em seu âmago, mas agora terá que puxar uma cadeira na taverna de Hearthstone.

Corraini chega em Yharnam após frustrar-se duas vezes tentando entender o apelo da série Souls. Poderá o charme gótico, a jogabilidade ágil e a progressão mais linear de Bloodborne enfim fazê-lo enxergar a razão?

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

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Trilha do Podcast

  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “Theme of Laura”, de Akira Yamaoka (Silent Hill 2)
  • “Ori, Lost In the Storm”, de Gareth Coker (Ori)
  • “Restoring the Light, Facing the Dark”, de Gareth Coker (Ori)
  • “Pull up a Chair”, de Peter McConnell (Hearthstone)
  • “Heroes of Warcraft”, de Jason Hayes (Hearthstone)
  • “Omen”, de Ryan Amon (Bloodborne)
  • “Ludwig the Holy Blade (Cover)”, por RichaadEB

Blocos do Podcast

  • 00:04:01: Apresentação
  • 00:06:25: Ori and The Blind Forest
  • 00:22:14: Hearthstone
  • 01:01:50: Bloodborne
  • Matheus Rodrigues Martins

    Na calada da noite. Assim que é bão.

    • Às vezes no silêncio da noite, eu fico imaginando um DASH…

      • Marcos De Moraes

        Eu fico ali ouvindo acordado

  • Felipe Pimentel

    Primeiro DotA 2 e agora Hearthstone… coitado do André, só se ferra nesses casts =(

    • Matheus Rodrigues Martins

      Ou não.
      (Hearthstone, claro)

    • nico

      Ou não.
      (Dota 2, claro)

  • Kile

    meu deus o sushi nao gostou de ori! nao sou o unico!!!

  • Mends

    Um adendo pra quem está pensando em usar uma droga mais pesada que é o HearthStone, ainda tem a aventura em Karazhan que é muito legal de jogar e libera cartas muito boas, e o jogo “rebootou” faz pouco tempo, então ele está muito amigável pra quem ta começando.

  • Itallo Alexsander da Fonseca

    Ori não clicou comigo também. Acho um jogo muito bem feito, mas o loop de jogabilidade foi bem qualquer coisa. Hollow Knight por outro lado é maravilhoso. Bloodborne é incrivel, tem um senso de estilo tão bem realizado e coerente que agrega bastante worldbuilding só pelo visual. Adoro a série inteira e acho que só prefiro DS1 a ele mesmo. Já Hearthstone é um jogo que eu gosto bastante com bastante ressalvas. Acho que tem muitas ideias inteligentes, mas me frustra bastante o conflito da blizzard entre fazer um jogo competitivo e que apele ao publico casual, e acaba por ter muito potencial desperdiçado no processo.

  • Gabriel Azmodam

    Nossa esse formato de programa é muito bom. <3
    Finalmente a verdade foi dita, Ori é meio bosta.
    Hollow Knight é maravilhoso.

  • Cadu

    Só passando pra falar que Magic Duels (F2P na steam, xone e ios) é melhor que Hearthstone. E é bem honesto. Só de conectar a conta no site da wotc, por exemplo, já dá uma porrada de moeda pra comprar booster.

  • Eu acho que Bloodborne é um jogo totalmente diferente se você não aprende parry. Eu não aprendi, terminei o jogo sem dar parry uma única vez em chefes, e foi disparado o jogo da série souls mais difícil que já joguei. Achei os três Dark Souls bem tranquilos, matei chefes como Ornstein & Smough, Artorias, Kalameet de primeira, mas diveeeersos chefes e até inimigos normais de Bloodborne me davam MUITO trabalho.

    Eu sinto que Bloodborne é um jogo que exige muito mais reflexo do jogador – coisa que não tenho, porque no desespero de uma ação desenfreada eu aperto tudo errado -, enquanto no DkS, por ser tudo mais lento, eu sempre pude manter a calma, defender ataques sem precisar me preocupar tanto com apertar o botão de esquiva na hora exata. Por isso sempre me surpreendo quando tanta gente diz que Bloodborne é muito mais fácil. Acho que eu deveria voltar pra ele e aprender a dar parry……

    • SmokeE3 .

      Eu terminei Bloodborne sem usar Parry tbm, mas travei bem pouco. Só fui aprender e reconhecer que era necessário usar parry quando fui pros chalices dungeons, os bosses eram conhecidos mas era quase 1 hit kill.

      • Eu acho que o parry é a chave pra fazer de Bloodborne um jogo mais fácil. Porque eu raramente usava parry em Dark Souls (só contra os Silver e Black Knights, pra ser sincero), e no Bloodborne eu simplesmente não usei nenhuma vez.

        Sempre que eu tentava, eu errava e acabava morrendo por conta disso. Acho que o medo de tentar aprender nas áreas iniciais, onde é mais seguro, acabou comprometendo o resto do jogo pra mim. Por isso também não gostei tanto do jogo, porque achei MUITO mais difícil que Dark Souls. Até agora eu colocava toda a culpa no fato de ser focado numa jogabilidade mais ágil (a qual nunca me agradou no DkS, por isso eu sempre joguei mid-roll com escudo), mas agora acho que o fato de eu não aprender parry foi um quesito mais importante…

  • El Luchador

    Contente que o Corraini curtiu Bloodborne.

  • FoodPoisoning

    Eu sou biologicamente incapaz de ouvir Theme of Laura do Silent Hill 2 sem pensar em transição de bloco do NowLoading. Obrigado por tocar ela na introdução do podcast.

    • Henrique Tavares

      Same

  • Edmilson Rocha

    Algumas clarificações sobre card games/Hearthstone/Magic:

    Alguém no cast falou que “não existe magic free-to-play”, citando que não tem “cartas iniciais” por exemplo. Em parte isso é verdade, mas hoje em dia existem starter decks em lojas – e gratuitos. São bem fraquinhos pra competitivo e não é muita coisa, mas já é algo! 😛

    Magic é definitivamente mais caro que Hearthstone, mas existem alguns fatores além disso. O principal deles é que, no magic, as suas cartas são… suas! Se você quiser vender elas, é possível. E se você for esperto nas cartas que você compra, é possível até mesmo que suas cartas valorizem bastante.

    Se eu gasto 1000 reais em Hearthstone, esse dinheiro morre ali. Se eu gasto 1000 reais em Magic, eu consigo vender essas cartas posteriormente. No caso de Magic Online, é ainda mais fácil, porque tem lojas que fazem estimativa e compram sua coleção inteira se você quiser “cash out”. Eu já fiz isso e foi super prático 😛

    Por fim, sobre jogar competitivamente, é verdade que existem decks de 5 pau pra cima em alguns formatos de Magic, mas é tipo querer dizer que todo deck de Hearthstone custa o mesmo valor em pó de um Control Warrior. Assim como no Hearthstone existem decks tipo Zoolock, eu já levei muuuito torneio local com um deck de pouco mais de 30 dólares (e ainda mais barato online: 10 dólares). E isso era uma lista usada por um jogador profissional! 😛

    Por fim, uma coisa legal do Magic é justamente poder comprar logo a carta que você quer, sem ter que abrir packs tipo Hearthstone. Pra mim essa é uma das coisas mais chatas de CCGs digitais: ou você abre as cartas nos packs ou paga horrores em dust :/

  • Fabricio Karim

    Separo metroidvanias em 3 categorias:
    – Castlevania: Novas habilidade te dão acesso a novas áreas e facilitam o acesso a áreas já visitadas itens. Não causam aumento de dificuldade.
    – Metroid: Novas habilidade te dão acesso a novas áreas e facilitam o acesso a áreas já visitadas mas ainda é dificil pegar todos os itens. Não causam aumento de dificuldade.
    – Ori: Novas habilidade te dão acesso a novas áreas e aumenta a dificuldade do jogo, pois são obrigatórias para se mover pelo mundo.
    Quando percebo que o jogo cai nesta categoria, normalmente largo o jogo. Combate desafiador, OK; Movimentação complexa: Não.

    Muito do que foi falado sobre Harthstone se aplica a todos os jogos de cartas.
    Se você quiser jogar Magic sem gastar dinheiro, jogue o modo Pauper, onde só pode-se usar cartas comuns. O problema é que provavelmente com o tempo não sera suficiente. Neste caso recomendo passar para o modo Modern; o investimento é alto mas as cartas não saem desta categoria. Caso pare de jogar vc consegue recuperar muito do dinheiro investido.

    No Phantasy Star, roupas e armaduras (na verdade, campos de força) são coisas separadas. O que vc vê no personagem é a roupa apenas com algumas estampas que mudam de cor conforme o elemento da armadura.

  • MarcusVss

    Legal essa ideia ter virado uma série, poderiam fazer pelo menos um por semestre. Acho bem interessante a ideia e a conversa entre vocês fica muito boa quando os 3, ou pelo menos 2, jogaram o jogo.

  • f2p btw

    Algumas coisas sobre Hearthstone:

    * Hunter é a classe mais barata p/ fazer deck do meta no momento, esse video ajuda quem quer chegar no legend c/ a classe sendo f2p: https://www.youtube.com/watch?v=o2TlqswALdg

    * Jogo a 9 meses e tenho alguns decks do meta (Pirate Warrior, Quest Rogue, Midrange Hunter, Secret/Burn & Freeze Mage), jogo p/ fazer as missões durante a semana e a taverna, não jogo arena e no fim de semana jogo ranqueado, não gastei nenhum dinheiro no jogo até hj e cheguei no legend mês passado c/ Burn Mage pela primeira vez

    * O Sushi disse q não vai ter mais aventuras. mas foi dito q as novas expansões vão vir com conteúdo p/ Single Player gratuito tbm, resta esperar e ver como vai ser

    • Eu tô jogando principalmente com mage agora, mas Hunter é a classe mais divertida.

      Vou dar uma olhada nesse deck que tu mandou 😀

      • f2p btw

        Mage é minha classe principal, como jogo f2p é melhor focar numa classe p/ ter decks bons qndo novas expansões chegar, não curto mto Hunter pq não gosto de jogar com decks aggro

        Mas qlqr coisa tamo ae 🙂

      • Luiz César Coppi Junior

        Quando eu comecei a jogar feito o andré eu só jogava no celular por um tempo, com isso fui destravando as coisas mas eu só comprava/mantia as cartas na minha classe favorita (mage), fazendo isso durante um tempo conseguia me divertir e ao passar do tempo ter mais cartas boas dessa classe, assim como expandir pra outras classes.

        Só queria deixar a dica pra focar na sua classe favorita, assim eu consegui me divertir e gradativamente ter decks bons, na ultima expansão eu guardei os coins das missões diárias e consegui abrir 50 pacotes no lançamento da mesma, totalmente f2p.

        Ah, e excelente programa como sempre, me fez comprar Ori haha

  • Zeroum

    Nooossa dá mto desgosto escutar vcs falando mal de alguns aspectos do Ori. Nenhum jogo é perfeito mas falar mal do combate?? Não tem nada de errado no combate do Ori, ele é muito mais baseado em movimentação do que porradaria e funciona muito bem dentro da diversidade de inimigos que o jogo trás.

    • Rodrigo Sordi

      Concordo, achei muito broxante a parte que falaram do Ori, nem arranharam o quão bom é o jogo. O rapaz que não gostou do jogo pelos seus motivos malucos, toma muito espaço e não deixa o André e o Corraine se expressarem. Tirando isso o resto foi bem legal.

      • Leandro Rocha

        Lógico que toma espaço, afinal de contas era o bloco dele falar sobre o jogo escolhido pra ele.
        O foco é a experiência dele com o jogo e não o que todos acham do jogo.

      • MarcusVss

        Eles já comentaram sobre o jogo em outras oportunidades (na época em que ele saiu). A ideia aqui era justamente o Sushi comentar, e ele não gostou, fazer o quê? Além disso, os três – mesmo o André e o Corraini, que gostam do jogo – concordam que o combate é a parte mais fraca (eu também concordo).

    • Pedro Rodrigues

      Nossa vei, opinião é muito que nem bunda mesmo. O cara ta dando a dele, mas tem gente pra reclamar.

    • Sushi0

      Da parte de design talvez não tenha nada errado, mas eu não gosto do combate daquele tipo, logo eu não gostei do combate do jogo. Lembrando que eu estava dando a minha opinião e não um livro de regras sobre o jogo. Ninguém é obrigado a gostar de tudo, mas todos estamos livres pra gostar do que quiser, então sejamos felizes jogando o que nos deixa bem.

      • Zeroum

        Tudo bem. Eu não estou criticando o gosto de ninguém. É que vcs que jogam bastante videojogos, conversam com desenvolvedores, tem até um podcast, talvez eu tenha tenha esperando uma leitura mais positiva do jogo, pois Ori alem de ser um pouco diferente dos jogos atuais (oque pra mim é mto bom), ele tem aspectos técnicos bem acima da media de games do mesmo gênero. Não tenho problema em aceitar o gosto das pessoas, talvez tenha um pouco com gente que não aceita criticas negativas, mas como vc mesmo disse “sejamos felizes jogando o que nos deixa bem.”

  • Rafael Junio

    Eu recomendaria;
    Sushi: XCOM 2
    André: Counter Strike: Global Ofensive
    Corraini: Dirt Rally

    • Para a sua surpresa, eu gosto bastante de jogos de corrida. Inclusive, acho que terminei o Grid 2 😀

      • Rafael Junio

        eu sei que curte ^^ o lance é que dirt rally é mais comum capotar o carro do que conseguir ficar com ele na estrada hehe

  • Bruno Henrique Ferraz

    Mais um ótimo Dash. Nunca joguei Ori ou Bloodborne, mas já joguei umas horas de Hearthstone e não gostei muito não. Eu já joguei card game pra caralho, e justamente os que menos clicaram comigo foram Magic e Hearthstone. Não sei porque. Joguei muito Pokémon, mas parei porque era nojento. Vocês comentaram que Magic é caro, mas tenho amigos que jogam Magic com decks budget e se divertem muito. Pokémon é justamente o oposto. Deck budget praticamente não existe, e mesmo os decks meta que são caros pra caralho são um porre. Joguei Cardfight Vanguard também por alguns meses e achei sensacional. O jogo é simples, não exige tanto de efeitos, e rolavam bons decks com relativo baixo custo, pelo menos na época que eu jogava. O único que eu ainda mantenho contato é YuGiOh, que esse sim é o tcg mais balanceado pra mim. Tipo, tem decks que tu gasta bem menos de 100 reais e eles são totalmente funcionais. Se tu comprar 3 decks estruturais iguais e misturar as cartas boas, já faz um deck fechado bem legal. E diferente de Pokémon e Magic, as cartas são válidas pra sempre, não tem essa putaria de cair por coleção e seu deck de 500 reais de repente valer 40 e tu nem poder mais usar ele em campeonatos. Tentei jogar outros tcgs também mas me aprofundei mais nesses.
    O curioso é que ontem comecei a jogar Shadowverse. Na conf. da E3 de PC (eu acho que foi lá pelo menos) teve anúncio de expansão nova do jogo e o Sushi comentou “Ah, é Heartstone com menininha de anime peituda” e eu falei “Why not?” e decidi tentar jogar. Acabei gostando bem mais do que eu gostei de HS, e se o meta não for bullshit eu pretendo me dedicar mais ao jogo. E isso que o André comentou de acessibilidade é muito bom mesmo. Só comecei a jogar Vanguard porque ele é simples de pegar, mas é justamente na simplicidade da regra que o jogo rodava. Não sei como tá hoje, já faz uns 3 anos que eu não jogo, mas antes era divertido pelo menos. E tinha decks com menininhas de anime peitudas.

  • ogeid

    Duas coisas:
    1 – Sushi, jogue I wanna be the guy, amarás. 😛
    2 – Corraini, tome vergonha na cara menino, zere Hollow Knight é que é.

    • Sushi0

      uahauah já conheço e não obrigado

  • Esquerdopata

    Não sei se vcs chegam a ler, e espero que a critica soe construtiva como eu pretendo, ela é para o Sushi:

    Eu sei que vc entende que sua opinião é importante em caráter subjetivo (afinal o jornalismo esta cada vez mais ligado as figuras não é mesmo? Identificar-se com o que a pessoa diz) mas as vezes vc não estrutura tão bem seus argumentos, não sei se por falta de costume de dissecar o game de maneira declarativa, as vezes fica muito “eu gosto disso, eu n gosto disso” e menos “isso funciona desta maneira ao invés desta, este raciocínio do game foi bom, “depois de ver o excelente review de nier automata, que mesmo tendo sido mecânico explicitou muito bem seus pontos sobre o game, analisando prós e contras mais objetivos, e menos os subjetivos.

    Meu ponto é: sushi, seria legal vc comentar mais sobre o game e menos subjetivamente!

    Fora isso muito sucesso para vcs 3, gostei muito do podcast, ótimo o fato de vcs estarem produzindo tantos dashs!

    • Sushi0

      Lembrando que eu não sou jornalista e estou aqui para falar totalmente subjetivamente do jogos que eu jogo, ainda mais num programa que era para falar sobre como foi nossa experiência com o jogo e não fazer uma análise dele.

      • Esquerdopata

        tudo certo! espero que eu não tenha soado agressivo ou chato. e de novo sucesso para vcs!

      • Esquerdopata

        Só quis dizer ( e as vezes me expressei mal) que acharia interessante ver sua analise de pq vc acha que as coisas funcionam ou não, isso em vários contextos. Mas se vc tbm achar que n eh pertinente o projeto é totalmente de vcs

        • Sushi0

          Eu entendo o argumento e acho bem válido, eu também acho que acabo não falando o quando deveria sobre um tema ou um jogo, mas as vezes, como foi nesse caso, acaba sendo um simples “é uma abordagem que não me agrada”. E desculpa se fui grosso, não era a intensão.

  • Tito Oliveira

    “Pretende platinar?”.

    Até pra mim que acho Ori um dos melhores jogos da vida, acho platinar uma parada fora de mão. TEM QUE ZERAR O JOGO SEM MORRER.

  • Esquerdopata

    heartstone aidna é free to play?

  • IagoB028

    Sushi, coloca teu nick e tua battletag pra a galera poder jogar contigo!

    • Sushi0

      Opa, é sushi0#1785

  • André Matulionis

    Adeus ao menino Corraino que era o único que não gostava do estilo Souls e agora se juntou ao Lado Sombrio.

  • André Matulionis

    Tenho uma opinião bem diferente de Ori. Metroidvanias em geral não são focados no combate mas sim na exploração. O combate não é complexo porque ele tem que ser como o pulo: uma mecânica básica que se realiza quase que automaticamente. E isso não tira o flow do gameplay

  • leonnn1

    Sobre Bloodborne, acho que são duas áreas as “secretas” a do Logarius e a área da Ebrietas, tinha que fazer o Caio cair na officina velha pra dar uma zoada ainda maior na compreensão da historia toda.
    Uma coisa interessante sobre o chalice dungeon é a possibilidade de se transformar numa besta com as garras da fera(?) e essa é a arma mais roubada pra build de agilidade e ferocidade, tomara que ele chegue a ver!

  • Pedro Raimundo Do Nascimento

    Queria ter amigos, para ter discussão deste tipo.

    Tanto para animes quanto para jogos.

  • Vinicius Duarte

    Me deu até vontade de jogar hearthstone de novo, parei depois de ficar lançando várias expansões que me deixavam chateado e atrasado no game, fora que fui jogar ranqueado contra um cara que só abaixava lendárias e eu me matando pra tentar controlar a mesa. Vou tentar novamente. Lembro que eu estava no hype de lançamento e tive a oportunidade de jogar na bgs quando trouxeram o beta e destribuiram os códigos para jogar antes de uma galera, pois só era possível pelo sorteio por email ou quem tinha os contatinhos de impressa. Até me deu também vontade tentar novamente ó bloodborne massssssss, agora não

  • ogeid

    Vou ter que declarar que acho muito estranho o Corraini não ter apreciado nada em Hollow Knight, mas conseguir se adequar a Bloodborne!
    Até porque o jogo tem uma dinâmica de design similar quanto à recuperação de HP/ agressividade, além de eu considerá-lo bem amigável, acessível e carismático nos personagens e estilo visual.

    No entanto, bom ver que justo esse Bloodborne fisgou o menino Corraino, já que ele é o meu favorito da série também.
    No mais um ótimo Dash, bom ver vocês saindo da caixa (mas nem tanto).

    • Talvez eu não tenha dado muita chance para ele, admito.

      Mas quando percebi que ele era focado no combate e o quão fraco você é no começo, acabou me afastando.

      Em Bloodborne eu não me sentia tão incapaz assim no começo.

      Algum dia eu tento novamente.

      • ogeid

        Eu recomendo. Lembro que quando vi o dst eu achei que era apenas um indie de jogabilidade simples e experiência curta genérico. Quando me dei conta, estava jogando mais do que devia dele todo dia e felizão de ter quebrado a cara por estar errado.

        O jogo é bem simplório no início e você passa um tempo apenas contando com sua precisão no timing de pulo e ataque, mas posteriormente você ganha umas nuances bem interessantes de pulos, ataques carregados e magias e começa a sentir que pode fazer quase tudo o que quiser.

        Não posso negar que o jogo tem um apelo extra pra mim, que gosto tanto da franquia souls e design de personagens simples e cartunescos.

        Outra coisa que me pegou e que não sei dizer se foi apenas impressão minha é que a trilha sonora e a ambientação (ambas excelentes) me lembraram filmes da Ghibli, o que é um plus.

        O jogo surpreendentemente é longo (+- 30 horas de duração), mas é bem divertido jogá-lo em pequenas doses e tem bastante conteúdo extra.

        Eu posso estar exaltado e espero que meu hype não crie o sentimento inverso quando for jogá-lo, mas aos meus olhos valeu super a pena eu ter dado uma chance pro jogo e acho que não se arrependeria nisso também. 🙂

  • Mega

    pra galera de Hearthstone, recomendo Faeria e Duelyst, são mt bons e bem bonitos 😀

    • Mega

      ah, são free-to-play tbm 🙂

    • Thiago Nunes

      Não me atrai pelo Hearthstone, mas curto card game em geral e a proposta do Duelyst ser um jogo com unidades num tabuleiro e movimentação tática é um diferencial bacana.
      Recomendo.

  • Everton Melo

    Sushi eu te amo por fazer o André jogar o Hearthstone. O que eu mais gosto de HS é que ele respeita seu tempo, vc pode jogar ele nível hardcore (que é o meu caso, pq é praticamente o único jogo que eu jogo), ou é aquele jogo que vc joga só para fazer as missões, tipo aquele jogo que vc joga entre um jogo mais série e outro (alguns tem isso com o FIFA, outros com SF V, LOL, etc…). Acho que o André tem mais medo da competitividade do jogo, em perder e se frustrar, eu tb tinha isso, mas eu pensei: se eu não tentar, como vou saber se eu vou saber se eu vou conseguir ou não? As vezes eu perco várias seguidas, paro e penso: é só um jogo, não tem pq eu me frustar com isso. Tinha muita vontade de jogar o Ori e depois do Corraine falar com tanta paixão dele vou dar uma chance pra ele. E Sushi se vc é fã de metroidvania, já ouviu falar de Momodora: Reverie Under the Moonlight? é um jogo brasileiro que chegou esse ano ao PS4, tem ótimas mecânicas é é bem desafiador. E tem como deixar os nicks e battle nets de vocês para eu adicionar????

  • marcos

    Ótimo podcast, me deu uma vontade fudida de jogar Hearthstone. E alguém sabe o nome da música no final, quero muito baixar ela.

  • Dariecão

    Eu gostava de hearthstone a ainda gosto de assistir, mas eu não suporto deck que fica se curando. Eu desisti do jogo quando um xamã, sem dificuldade nenhuma, curou 28 de vida em dois turnos.
    Além de que, meus decks foram ficando velhos e eu não conseguia cartas pra repor eles.

  • Caesar

    Pra quem tem outras coisas pra jogar, fica difícil acompanhar o meta em Hearthstone. Já abandonei isso a 2 expansões atrás.

    A minha fórmula é: Entrar de 3 em 3 dias (ou quando não tem nada pra fazer) pra fazer as quests, já que pode acumular 3 quests. E óbvio Taverna, modo mais divertido do jogo (porém, depende da semana)

    Melhor jogo casual pra celular

  • Thiago Nunes

    Acho que dava um quadro do Jogabilidade isolado só o André jogando e comentando sobre jogos multiplayer competitivos em geral. Acho sempre fascinante o quão desconectado ele é desse tipo de experiência.

    É tipo ver minha mãe falando de jogos, sei lá.

  • Armoderic

    Curiosamente, minha real relação com Shadowverse é meio inversa a do sushi, reconheço o mérito por trás do Heartstone, porém, mesmo assim o visual nunca me atraiu, enquanto que mesmo tosco em parte o Shadowverse, funciona comigo, talvez por que eu já curtia o anime do Genesis of Bahamut (sendo o Shadowverse uma nova versão do TCG original). e como a Cygames dá carta a rodo, fora que tem varias maneiras ingame de conseguir elas, é super de boa jogar ele de modo super casual.

  • Henrique Tavares

    “Vamos sair da zona de conforto e experimentar coisas novas!”

    É muito incrível que o Sushi jogou algo da zona de conforto dele e mesmo assim não gostou, hahahah

    • Sushi0

      Eu teria indicado algo mais diferente pra mim, mas o corraini queria muito que eu jogasse Ori então recomendou ele mesmo uahuahua

  • Bruno Cavalcante

    Estou curioso pra saber qual lendária o André pegou no Welcome Bundle ._.

    • André Campos

      King Krush, que aparentemente é uma péssima lendária, que eu inclusive já desmontei.

      • Bruno Cavalcante

        Putz, que azar haha.

  • Márvio

    Terminei semana passada Ori and the Blind Forest e o que mais gostei foi justamente o foco no desafio de plataformas. Não curto quando é só isto, como em Super Meat Boy, mas como tinha toda uma saga interessante por trás me deu motivação para continuar. Pelo perfil do Sushi, parece que ele curte mais jogos que tem combate.

  • Gostei muito do formato utilizado, mano, é bem legal. O podcast me deixou interessado em jogar bloodborne, fiquei triste quando vi que é exclusivo de ps4, já que não tenho um. E o que falar da sensação boa quando tocou a música do Hearthstone? A trilha também é muito gostosa, cara. Bom lembrar dessa música tema principal porque vou adicioná-la no Spotify. Nunca fui de me viciar tanto em hearthstone porque me considero burro, então tenho mó preguiça de continuar jogando por tempo. Não vou dar mais chance a ele porque estou desapegando da mentalidade de jogos competitivos :/ Sobre Ori não tinha nem muita ideia o que era e me deu vontade de jogar, mas nada que empolgasse tanto, provavelmente irei deixar passar.. AH, já quase ia me esquecendo, e essa música clássica do Silent Hill 2 que me lembra os Now Loading’s!! Muito bom.