DASH #84: Persona 5

2017-09-05T17:36:01+00:00 14 de julho de 2017|DASH|47 Comentários

Numa bela manhã, a caminho da Jogabilicasa, tudo parecia normal. Eis que, no lugar onde ela deveria estar, André Campos e Eduardo Sushi avistam um palácio de proporções e cores absurdas.

Lá dentro, eles arrancam as suas máscaras e invocam suas Personas: Heitor de Paola (do Overloadr) e Fernando Mucioli (o Tengumaru) para enfrentar os adultos de merda, solucionar o mistério por trás dos desligamentos mentais e, se possível, pegar alguém enquanto discutem o fascinante, ambicioso e altamente japonês Persona 5.

No primeiro bloco, sem spoilers, discutimos as origens da série e como ela evoluiu da década de 80 para cá. O que rolou durante os longos nove anos do lançamento de Persona 4 até aqui. Também já mergulhamos de cabeça no Persona 5 conversando sobre suas mecânicas e a história do primeiro palácio.

No segundo bloco, os spoilers estão liberados e percorrerão os personagens, confidants, vilões, palácios, personas e tudo quanto é plot twist possível e imaginável: escute por sua conta e risco!

Tá no Seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “Party for Everyone’s Souls”, por Shoji Meguro
  • “Opening (FES)”, por Shoji Meguro
  • “Mass Destruction”, por Shoji Meguro
  • “Light the Fire Up in the Night”, por Shoji Meguro
  • “Time to Make History”, por Shoji Meguro
  • “Wake Up, Get Up, Get Out There”, por Shoji Meguro
  • “Tokyo Daylight”, por Shoji Meguro
  • “Life Goes On”, por Shoji Meguro
  • “Will Power”, por Shoji Meguro
  • “Last Surprise”, por Shoji Meguro
  • “Layer Cake”, por Shoji Meguro
  • “Beneath the Mask”, por Shoji Meguro
  • “Price”, por Shoji Meguro
  • “Blooming Villain”, por Shoji Meguro
  • “When Mother Was There”, por Shoji Meguro
  • “Whims of Fate”, por Shoji Meguro
  • “Life Will Change”, por Shoji Meguro
  • “Rivers in the Desert”, por Shoji Meguro
  • “Yaldabaoth”, por Shoji Meguro
  • “Swear to my Bones”, por Shoji Meguro
  • “Hoshi to Bokura To”, por Shoji Meguro

  • 00:02:20: Apresentação
  • 00:04:45: Pré-Persona 5
  • 00:29:59: Bloco SEM Spoilers
  • 02:00:16: Bloco COM Spoilers

  • Dariecão

    Ann é a melhor personagem.

    • SmokeE3 .

      quê?

    • Pedro Guilherme

      Não acho a melhor personagem, eu considero o Sojiro e a Futaba personagens melhores. Mas dentre as opções de romance do jogo, a Ann foi a que eu mais gostei.

  • SmokeE3 .

    Não sabia que nesse jogo vc controlava criminosos. Deve ser bem polêmico, já que os anteriores vc sempre era do time dos mocinhos.

    • SmokeE3 .

      caraca, tive que procurar em outro lugar pra saber q vc não controla criminosos…

  • BATATA

    Já tá liberado dizer que Kawakami é a melhor garota?

    • SmokeE3 .

      O cara ali em baixo disse que é a menina com problema de surdez.

      • Caio_RB

        Problema de surdez? What?

        • Sushi0

          ann? repete que não entendi.
          (acho que essa era a piada haha)

          • Caio_RB

            Meu deus hahaha

    • Caio_RB

      Concordo, ela foi a minha primeira, depois a Makoto e a Haru no meu primeiro playthrough. haha

      • BATATA

        Por incrível que pareça, por mais que a kawakami foi minha favorita desde o começo (antes mesmo de saber que tinha social link com ela), no meu primeiro playthrough eu “só” fiquei com a Makoto, a Ann, e Takemi e a Haru =/

  • Estou chorando que Persona 1~2 não ganharam Dash’s.

    • André Campos

      AINDA

      • O Senhor pare de brincar com meu coração, as poucas menções já fizeram meu coração tremer.

  • po eu ainda não pude ouvir o podcast porque tô sem fone mas queria aproveitar o espaço pra deixar aqui uma montagem que eu fiz, porque assisti a abertura de Floribella esses dias e fiquei CHOCADO com como ela é igual a abertura do P4 Golden e achei que era válido compartilhar com vocês. Forte abraço!!!!!!!
    https://www.youtube.com/watch?v=IVTVVqE3jdw

  • Kalel Mota

    Tem como evitar de fundir o Arsene?

    • Rodrigo Martins

      Queria muito saber
      Fundi ele depois farmei dinheiro pra trazer ele de volta

    • Kiro Kadura

      Tem sim. Se você conseguir recrutar todos as personas daquela primeira area (logo depois do tutorial de recrutamento) você vai poder fundir a persona que eles querem no tutorial sem precisar utilizar o Arsene. Acho que são Pixie e Jack O’ Lantern os personas necessários.

    • André Campos

      Tem, o problema é que ele evolui muito devagar, então você vai ficar com uma Persona muito fraca no time…

  • Eduardo

    Lula seria um boss do persona 5 muito fácil.

    • Helder Bittencourt Jr.

      Certeza… O Palace dele seria um sítio =D

  • Eduardo

    Pessoal esqueci de falar não sei se vocês já viram mas tem um app deixa suas mensagens iguais as conversas de celular do persona, segue link:
    https://play.google.com/store/apps/details?id=com.ngreenan.persona5imapp

  • André Gross

    Acesso o site, depois da promessa do André de que hoje teria Dash, clico no play pra ouvir e tenho essa reação quando percebo que o programa tem 3:44:34 de duração.

    https://uploads.disquscdn.com/images/9121af2b2a5b3aac8ece81603d61973be7d1a7f521c39bde739acaed1500504b.gif

  • Itallo Alexsander da Fonseca

    Persona 5 foi tudo que eu esperava e mais um pouco. A unica coisa que eu realmente achei decepcionante e faz eu não ter uma ideia tão clara assim se prefiro ele ao 4(meu favorito da série), é o quão focado na história o jogo costuma ser, sem muitos eventos para você aumentar o “bonding” com os companheiros, e deixa amizade deles pra ser melhor construida só nos S.links. Embora você seja amigo de todo mundo, eu senti que o grupo em si não teve tempo de desenvolver, tem uns momentos da Ann e do Ryuji, e as piadas da Futaba com o Yusuke, mas na maior parte do tempo é algo que fica bem de pano de fundo pra história, o que é intencional obviamente, mas é um dos motivos de eu preferir o 4 ao 3 por exemplo. Mas de resto, jogo é excelente e concordo com o André que esse talvez seja o melhor JRPG que eu joguei.

  • Agora sim poderei finalmente fazer um comentário digno pois escutei essa edição não uma, mas duas vezes porque ficou sensacional!
    Espero de verdade que a resposta que vocês vão ter com essa edição possa ser gigantesca comparado a outras edições de maior resposta, porque essa edição na minha sincera opinião é a melhor coisa que vocês já produziram até hoje, superando para mim o que até então era o melhor cast do Jogabilidade como sendo o de Creepy Pastas (devido questões de eu ter amado a edição e como a conversa entre vocês é tão fluída e bem construída)

    Esse é mais uma daquelas edições onde enquanto vocês apontavam os pontos que achavam negativos individualmente, eu ficava cada vez mais animado para continuar ouvindo e eu amo ver isso em vocês. Eu já falei isso anteriormente nos raros comentários que eu faço – tentarei ser mais ativo, me desculpem o fracasso como ouvinte – que é a minha vontade indescritível de ouvir vocês falando o mais rápido possível e com muita propriedade nas costas, nada de fazer raso e metendo o pau mesmo dessa forma que vocês fazem que é construindo argumentos e explicando os seus pontos individuais, sobre Dark Souls 2 e 3.

    Persona 5 de maneira geral é um jogo que eu me apeguei muito forte e isso era uma marca que havia sido desfeita de mim após a decepção que eu tive com Persona 3 e 4 que apesar de sere jogos, como o Heitor falou, que abordam temas que em seus anos de lançamentos os videogames não costumavam realizar e quando o faziam, eram sempre maneiras rasas e superficiais onde assuntos davam inicio a discussões mas não chegavam a lugar nenhum, eu sentia isso já com Persona 1 e 2 – principalmente o Persona 2: Eternal Punishment. Essa série começou a me capturar com o lançamento do Persona 2: Innosent Sin que por si só é um jogo que possuí de fato não somente a sua narrativa como também a parte que envolve combater monstros e andar pelas Dungeons como sendo um ato lento, bem carregado e de certa forma nos dias de hoje, algo bem monótono e pouco divertido para nossos padrões. Apesar disso, a história era algo fenomenal que eu sempre elogiei em livros do Stephen King por exemplo, são representações de seres humanos condizentes com suas idades sendo colocados em situações criticas e de maneiras frágeis emocionalmente lidando com problemas que nunca antes imaginávamos – além de me mostrar o que eu considero como O MELHOR VILÃO de Persona até hoje, não direi mas é um conceito que hoje em dia é batido mas que na época me captou de uma maneira muito forte, ainda mais por eu já ter conhecido ele ao ler contos de um outro autor que eu gosto bastante.

    Mas dito isso: Persona 5 não fica muito atrás pois ele trouxe tanto conceitos narrativos quanto de jogabilidade e mecânicas que estavam sumidas da série como um todo desde Persona 3 e ver esses elementos de volta me deram um aumento de vontade em jogar e eu não poderia ter saído mais feliz. Infelizmente eu me senti extremamente ofendido com as representações homossexuais fúteis e burras que o jogo realiza. Eu nunca me importei com Persona não me deixar se relacionar com homens e mulheres mas desde Persona 2 eu sentia falta de um personagem homossexual bem escrito e que seja interessante na série e de repente ver eles cometendo essa infelicidade foi algo que me deixou muito triste, por mais que todo o resto estivesse preenchendo o vazio deixado por essa infelicidade. O que é estranho, visto que Persona 2 tinha um personagem LGBT tão bem inserido e desenvolvido de maneira natural e que o fato dele ser LGBT era apenas uma dos vários elementos que componhavam (Eu sou burro, desculpa, mas eu esqueci uma palavra melhor, desculpa a burrice gente) a personalidade e as características narrativas daquele personagem dentro daquela história. E de repente, me deparo com Persona 5 e…

    Enfim, apesar das pequenas frustrações, é um jogão e como o Mucioli eu fazia parte das pessoas que eram perdidamente apaixonadas por Persona 2 e após a chegada de Persona 5 eu infelizmente cedi o lugar de primeiro lugar para o novo jogo da série que é indiscutivelmente o jogo mais divertido de se jogar e possuí ainda os elementos que me faziam amar Persona 2 então o considero um grande presente da Atlus em memória ao que antes era para mim o melhor da série.

    MUITO OBRIGADO por essa edição, ainda choro por dentro mas AGUARDAREI uma edição dedicada a Persona 1 e Persona 2 e sei que quando o dia chegar – tanto deles, quanto de Dark Souls 2 e Dark Souls 3, eu vou adorar ouvir vocês ouvindo mesmo quando estiverem falando mal. Obrigado e continuem assim.

    PS: Sushi, quando chegar Dark Souls 2… Pega leve com ele, foi meu primeiro da série. <3
    PS2: Mentira, pega leve não.

  • Luiz César Coppi Junior

    Fiz questão de vir aqui comentar porque cara, que podcast foda! “Pequeno” detalhe, eu não joguei/não pretendo jogar persona.

    Eu ouvia vocês comentarem da série, outras pessoas falarem, vi gameplay, vi imagens mais nada me chamava a atenção, porque não é o estilo e nem o tipo de jogo que eu curto, além da duração, então eu sempre fiquei curioso pra saber o porque vocês gostavam tanto, já tinha ouvido outros podcasts e videos mas nada chegou perto do dash.

    Depois de ouvir esse dash eu ainda não quero jogar, mas adorei as musicas, entendi o porque todo mundo adora esse jogo (e com razão) e cara, de fato eu entendo todo o hype e a alegria de vocês com esse jogo haha

    4h e meia de gravação, regravação e toda essa edição, musicas on time, tão tudo de parabéns, tomara que bata o recorde de downloads.

    • Edson de Freitas

      Tô nesse mesmo barco, com vc.
      Essas paradas de mangas e animes não me interessam mais, e tudo que eu ouvia sobre persona, me chamava atenção mas não pra investir dinheiro.

      Com esse Dash, eu acho que curti a mídia da forma menos frustante ao meu gosto.

  • Sérgio Sampaio

    Toda vez q vcs falam que é um jogo de cem horas eu imagino umas velhinhas na capa do jogo… rs

  • Aurélio Dantas

    Parabéns pelo podcast que foi uma epítome de Persona 5, tão aguardado quanto, tão extenso quanto e com o mesmo nível de qualidade! Congratulações pelo excelente trabalho! E gostaria de deixar meus dois centavos sobre esse programa:

    – Persona Q não é só um tributo ao 3 e 4, mas também a Etrian Odyssey, faz mais sentido com o nome em japonês; Sekaiju no MeiKYŪ (mesmo pronuncia da letra Q em inglês).

    – Shin Megami Tensei: Devil Children é tão rip-off de Pokémon que ele saiu primeiro para Game Boy e em duas versões Black e Red, para quem quiser jogar saiu para 3DS algum tempo atrás.

    – Eu sou uma das pessoas malucas que prefere MUITO MAIS o sistema de batalha de Persona 3 do que o 4, são muitos motivos para explicar, mas em suma é por ser mais complexo e fazer mais sentido com a história do jogo.

    – Usei como nome do protagonista Kurusu Akira, que é o mesmo dele no mangá, o nome dele acaba tendo um significado legal já que o kanji de Akira, é o mesmo de Akatsuki, ou seja, significa “amanhecer”.

    – Quanto aos protagonistas da série Persona, sempre encontrei personalidade neles, por exemplo, Makoto Yuki de Persona 3, é um personagem muito apático, niilista e “gloomy”, enquanto o Narukami Yū, é alguém muito mais despojado, otimista e “cool”, percebo isso principalmente pelas escolhas de diálogos e como eles reagem ao mundo.

    – Uma das coisas que eu aprecio mais ainda em Persona 3 em relação ao 5, são os conflitos entre os personagens do grupo, que são conflitos muito mais reais e relevantes e que nem se comparam entre a discussão da Morgana com o Sakamoto, no grupo de Persona 3 temos uma criança de 10 anos de idade que quer matar o outro membro do grupo, um viciado em drogas, que foi responsável por ter assassinado a mãe dele e esse é só um dos vários conflitos dentro do seu grupo.

    – A primeira revelação do jogo do Akechi ser o traidor, infelizmente não me pegou, por causa de ter ficado paranoico com isso durante o jogo e ter sacado ele na cena das panquecas, fiquei decepcionado com isso, mas o pay-off veio com Igor, que igual ao Tengu, fiquei MUITO emocionado com o tributo que fizeram ao VA original dele, parabéns para a Atlus.

    – Quanto ao Akechi, eu identifiquei ele muito com o Adachi do Persona 4, já que a relação dele com o protagonista é muito parecida e os mesmos paralelos ele podem ser traçados, ele ser um membro temporário do grupo supre uma demanda da fanbase do 4 que pedia mais “Adachi”.

    – Um detalhe que não foi comentado é que o jogo apesar de falar que é o ano é 20XX, ele se passa em 2016, já que eles falam que a Rise tem 20 anos e todas os dias batem com o calendário do ano passado.

    – Quanto a política do mundo real, o Japão não está em recessão e vive um período de estabilidade desde que o Abe assumiu em definitivo como ministro em 2012, o governo dele é mais de centro-direita do que para a extrema-direita.

    Gostaria de acrescentar mais coisas, mas o meu comentário já está gigante! Novamente parabéns pelo excelente podcast!

  • Pedro Guilherme

    Primeiramente, parabéns pelo cast! Ficou muito bom e muito gostoso de ouvir. Agora vamos ao comentário que será cheio de SPOILERS:

    Sobre o Ryuji, eu também me incomodei com ele no segundo terço do jogo. Porém, eu parei pra pensar um pouco e consigo entender parte do motivo pelo qual ele acaba sendo babaca. O que ele faz com o Morgana é o que basicamente todo mundo do jogo faz com ele o tempo todo. É só reparar nas respostas que a galera dá pra ele no chat e de maneira geral. Sabemos que ele não é lá muito esperto, mas mesmo assim, a galera pega muito no pé dele e não teve ninguém pra ir lá e tentar conversar com ele um pouco sobre as atitudes dele. Podemos aceitar isso como a inexperiência da juventude. Então de maneira geral, eu acho que o Ryuji cumpre bem o papel dele como personagem e que ele não era o único do grupo a ser babaca, por que tinha gente sendo babaca com ele o tempo todo também, inclusive o Morgana.

    Sobre a Ann, ela acabou sendo o meu romance no jogo. A parte inicial do jogo me fisgou muito e eu comprei demais a personagem. Fiquei meio decepcionado com o quanto ela foi deixada de lado depois, mas de maneira geral, metade da party acaba sofrendo desse mesmo problema. O Morgana, a Futaba e o Ryuji acabam sendo mais explorados ao decorrer do jogo de maneira geral. A Makoto um pouco menos que eles. A Ann acho que um pouco abaixo da Makoto por que pelo menos até a entrada da Makoto e a excelente conversa que as duas tem, ela ainda tinha mais destaque. O Yusuke e a Haru que acabam sendo mais negligenciados de maneira geral. De qualquer forma, falando sobre o Confidant da Ann, eu gosto bastante dele. Eu consigo entender o nitpicking quanto a questão da Mika, mas eu acho que o que a Ann se inspirou ali foi mais na força de vontade dela para alcançar o objetivo dela do que nos meios dela em si. Pra mim fica bem claro que a Ann não vai utilizar os mesmo métodos da Mika e nem concorda com eles. Só que nem é isso que eu mais gosto no Confidant dela, o que eu mais gosto no é a maneira como a Ann se preocupa em se tornar um pilar pra Shiho. Tendo passado por coisas similares na minha vida, eu admiro essa posição dela e os momentos mais marcantes do Confidant dela pra mim envolveram essa motivação.

    Ainda assim, acho os Confidants do Sojiro e da Futaba os melhores do jogo pela maneira como eles interagem entre eles e com a sensação de lar que é criada para o protagonista.

    Por fim acho que o jogo tem um final aberto. Embora eles digam que o protagonista está voltando para casa, eu acho que o final dá a entender que ele está livre para tomar as próprias decisões, que ele pode permanecer com aquelas pessoas com quem ele fez laços se ele quiser. Isso se reflete pelo fato de que agora ele não usa mais o óculos para disfarçar sua aparência (ele nunca precisou dos óculos) e pelo horizonte que ele vê no final que remete a novas possibilidades. O que corrobora ainda mais essa interpretação minha é o fato de que o troféu do final do jogo se chama “a new journey”, simbolizando um recomeço. O recomeço tá nas mãos do jogador, no que ele sentiu com essa experiência e no que ele acha que é melhor para ele. Por que agora o jogador tem a liberdade para tomar as decisões por si só. Então eu pelo menos sinto que o final é aquele que o jogador sente que deveria ser.

    PS: Pra mim a ordem dos melhores Personas é 3 > 5 =4. Acaba que o que o Sushi disse sobre a história ressoar mais com o indivíduo é o que define isso pra mim. É inegável que Persona 5 é o melhor jogo, mas os temas de Persona 3 e o momento em que eu joguei ele me impactaram mais, então é difícil ter o mesmo carinho. O que não muda o fato de que todos são jogos maravilhosos.

  • Thiago Nunes

    Nunca joguei Persona. Não sei se um dia vou. Não ouvi o cast ainda.
    Esse comentário ainda é o mais relevante de todos.
    Obrigado pela atenção.

    https://www.youtube.com/watch?v=c5De5hOyaGs

  • Rafael Junio

    Excelente podcast, acho que provavelmente um dos melhores que vocês já produziram, principalmente por sempre fazer comparações do jogo com a história social do Japão.
    Eu como aficcionado em carro devo recomendar dois curtos videos que mostram um pouco da cultura automobilística do Japão: Dorifuto Paradise: o Paraíso do Drift
    ( https://www.youtube.com/watch?v=grBI8iwrD1k ) e o The Streets of Japan in 4K ( https://www.youtube.com/watch?v=s0MDY9fl-IA ).
    Em complemento da para notar que esse tipo de ação com os carros é só mais uma das formas que algumas pessoas la encontraram para liberar toda a tensão e cobrança social de se formar como uma pessoa boa e útil socialmente pelo trabalho, como é exigido e só existe a via de que somente o trabalho é capaz de dignificar a pessoa, qualquer outra coisa fora disso é como se fosse uma doença na sociedade que deve ser o mais rapidamente curada, seja prendendo, matando, escondendo ou segregando. Evidentemente que isso não é uma peculiaridade só do Japão, claro que la parece (o parece tem a conotação de que eu não tenho nenhum conhecimento científico de causa) que está num nível muito maior que em outras partes do mundo, mas nós brasileiros não estamos tão longe assim de um futuro parecido, é só olhar como o trabalho, a luta por uma rotina chata e estável ala serviço público ou outros empregos em que a pessoa é só uma engrenagem que fica girando por 30 anos seguidos.

    É meio triste porque essa tendência é exigida na forma como o mundo se organizou economicamente na atualidade. Tem alternativa? Não sei, talvez num futuro quem sabe.

  • Yuri Machado

    De longe o melhor DASH – na minha opinião, é claro – que a equipe já produziu!

    Foi a primeira vez que ouvi um Podcast longo e, sinceramente, não queria que acabasse. Meu feeling foi o mesmo de quando escutei o DASH sobre Persona 4, que inclusive me deixou mais eufórico para jogar os Personas antigos.

    Infelizmente, não tenho um console da Sony, porém, acompanho um “Let’s Play” e me sinto como se estivesse jogando o jogo. Claro que tem mérito do YouTuber no trabalho dele, mas, acredito que poucos jogos são tão envolventes, na categoria de RPG, que permitam fazer isso. Afinal, não seria nada legal ver um “Let’s Play FFXV” e ter 40 minutos de grinding.

    Enfim, parabéns ao excelente trabalho e pela dedicação a esse projeto!

  • TwilightVulpine

    Caramba, vocês esqueceram que o Morgana passa o jogo INTEIRO avacalhando o Ryuji? Chama ele de idiota e inútil do começo ao fim. Queria é dar um tapa na cabeça daquele bicho cabeçudo.

    O Ryuji não disse nada que já não tivesse ouvido dele, o Morgana que se dói demais quando é no próprio couro. Zoa, mas não sabe levar na esportiva.

  • Brenno Arruda

    Quatro horas de podcast e NINGUÉM lembrou do easter egg GENIAL com o Tanaka! Estou muito decepcionado… 🙁
    Mas o DASH foi legal!

    Eu acho que Persona 5 tem alguns problemas, mas a maioria pode ser visto como uma escolha de design e isso é muito subjetivo. A unica coisa que não faz nenhum sentido e é de fato um ponto negativo é a questão das centenas (talvez milhares) de linhas de dialogo mudo pela maior parte do jogo! Mesmo que seja um avanço tremendo em relação ao Persona 4, mais da metade do jogo ainda não tem dublagem e nem as partes de historia principal tem 100% de dialogo falado!
    No geral Persona 5 é melhor do que 4 em todos os aspectos e o melhor JRPG que eu já joguei.

  • Darley Santos

    Como já disseram aqui, também tenho tendência a não jogar jogos como os da série Persona, mas achei o cast bem recheado de informções. Agora tenho uma visão bem ampla de Persona 5. Mas sério, cast com duração assim é bem “desafiador” de escutar, se é que me entendem rsrsrs.

  • Marcos De Moraes

    Eu apenas comecei a jogar P4 mas acabei ficando preso e não consegui progredir no jogo, após esse excelente Dash voltou a vontade tentar jogar novamente

  • [TALVEZ ESSE COMENTÁRIO CONTENHA SPOILERS, só avisando pra quem mais for ler isso aqui]

    Talvez eu não tenha muito o que acrescentar além do que vocês já disseram no (ótimo) programa, mas tem alguns pequenos detalhes sobre Persona 5 que eu gosto muito. Vocês chegaram a falar a respeito da diferença da voz do Igor, e como eu joguei com as vozes japonesas, ficou bem mais aparente e, exatamente como o Tengu comentou, foi foda demais essa sacada deles.

    Ainda na dublagem, um detalhe que eu achei simplesmente FODA e notei de cara é no Shido. Na versão japonesa ele é dublado pelo Shuichi Ikeda, famosíssimo por fazer a voz do Char Aznable em Gundam (a título de curiosidade, ele também dubla o Shanks em One Piece e o Seijurou em Rurouni Kenshin). Quando ele apareceu no jogo pela primeira vez eu já tinha reconhecido a voz dele na mesmíssima hora e achei sensacional que toda a história e ideologia política por trás dele lembra um pouco a do próprio Char, mas no momento da boss battle contra ele na dungeon do cruzeiro, eu não sei se foi intencional, mas puta que pariu, o primeiro traje dele, principalmente o capacete, é IGUALZINHO ao do Char, só que com espinhos, e eu não consigo não pensar que os caras fizeram uma “homenagem” dessas sem querer (eu queria postar a imagem no comentário mas tô com medo de acabar spoilando alguém sem querer então dêem uma jogada no Google aí rapidinho pra comparar).

    Vocês comentaram de passagem também isso, mas é um dos detalhes que eu mais gosto na narrativa do jogo, que é tudo o que cerca o twist do Akechi ser o traidor do grupo e tudo mais. Eu gosto como a história parece reconhecer o quão escancaradamente óbvio que é, e o grande twist na real é o plano dos Phantom Thieves pra driblá-lo. É quase como se o jogo tivesse feito nossa atenção se focar no “olha lá, vamos ver eles revelarem o Akechi como traidor” quando na real tinha todo um plano por trás que a gente nem sequer cogitou que aconteceria. Tal qual um truque de mágica, onde nossa atenção é desviada pra um ponto enquanto coisas acontecem num outro quando não estamos olhando para sermos surpreendidos depois.

    Acho que consigo dizer com segurança que Persona 5 deve ser o melhor RPG que joguei nos últimos 10 anos e, sepá, um dos melhores jogos a sair nesse tempo. E Takemi é a melhor garota.

  • Ana Augusto

    muito bom o dash, estão de parabéns! só um comentário sobre o plano dos phantom thieves contra o Akechi: eles não exatamente “convencem” a shadow nijima a criar a sala de interrogatório. o que eles fazem é com que a nijima tenha a “cognição” do luís inácio dentro da sala por meio de deixar ele ser capturado e interrogado por ela lá.

  • Só uma correção: os temas de batalha de Persona Q (Light the Fire Up in the Night “DARK HOUR” e Light the Fire Up in the Night “MIDNIGHT”) são de autoria de Atsushi Kitajoh, o Shoji Meguro participou bem pouco da produção da música desse jogo. Tem todos os créditos lá no VGMdb.

  • Victor Caldas

    https://uploads.disquscdn.com/images/375abcfd701b24f652f1a6f937cf53f3105d46f21a44d67d5e6dda6b6ee95801.gif Excelente dash já ouvi mais de 3 vezes e não me canso e me deu vontade de assistir os filmes do persona 3 para relembrar e comparar com os seus subsequentes jogos (p4 e p5).
    Não sei da possibilidade mas adoraria ver um dash sobre Persona 3 aproveitando essa vibe excelente que vocês me deixaram com o Persona 5.
    Concluindo adorei esse episódio do dash, podiam ter lançado dia 15 como meu presente de aniversário.

  • eduardopato

    Programa do caralho, gente. Quatro horas gravando não deve ter sido fácil, quero nem imaginar a edição (e todo trabalho de pesquisa e estudo antes da gravação) haha
    Sempre bom ter o Tengu com todo seu conhecimento nipônico e o Heitor é sempre uma surpresa agradável.
    Persona 5 é fácil um dos meus jogos favoritos e um dia ainda volto nele pra platinar (tava doido de vontade de começar a jogar de novo, mas né, jogo dura mais do que uma vida de mosca).

    Parabéns, galerinha!

  • Rodrigo Souza

    Ouvi triste até a parte sem spoilers. Quero muito um PS4 pra jogar essa belezinha! Sucesso sempre!

  • Franco Frassanito Wolff

    Animal!
    Me deu muita saudade de Persona 3 e 4. Pena que até agora não joguei o 5 =/
    Aliás, alguém pode me dizer o nome da música que toca no começo do cast? Aquela com a mina cantando…

  • William de Moura

    Para combater o a tirania dos adultos somete reativando a iniciativa C.R.U.J https://uploads.disquscdn.com/images/97397ad50415ccace6d58e89b27035ecf16c533bf1f924658f0edeffb8a26d47.jpg

  • Fabricio Santos Roncarati

    Putz, terminei o jogo ontem e enfim pude ouvir o cast.
    Fiquei feliz que o Sushi comentou da dancinha do Akechi, melhor “all out attack”, seguido pelo da Haru.

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