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É chegada a hora de mais um DASH, e nossos integrantes estão se preparando para providenciar a melhor primeira impressão possível.

Nada mais justo, afinal o time formado por André Campos, Eduardo Sushi, Caio Corraini e o convidado Rafael Quina se reúne para falar da importância (ou não) dos primeiros momentos que temos com os vídeo games.

Num mundo onde nossa atenção está cada vez mais disputada, o que um jogo precisa fazer em suas primeiras horas e minutos para fisgar o jogador? Uma boa história? Apresentar suas mecânicas naturalmente? Construir e mostrar um universo em instantes? Oferecer um microcosmo de toda a experiência possível?

E claro, citamos também os maus exemplos: aqueles que obrigam tutoriais, que não mostram ao que vieram e uma certa prova de direção.

Tá no Seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

Links:

Trilha do Podcast

  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “The Sexy Brutale Theme”, por Matt Bonham
  • “G.R.O.O.V.E. of a God”, por Tetrimino (O.C. ReMix)
  • “Surviving Exile”, por Darren Korb
  • “Golden Flowers”, por OA & Level 99 (O.C. ReMix)
  • “Pachelbel Ganon”, por djpretzel (O.C. ReMix)
  • “Simple & Clean”, por Utada Hikaru

Blocos do Podcast

  • 00:01:40: Pauta Principal
  • Frai

    “e o convidado Rafael Quina” convidado, aham sei!

    • SmokeE3 .

      Rafael ta dormindo atrás do sofá da Jogabilidade, só eles q não perceberam kk

      • MarcusVss

        Rafael é o cara que mora no quarto escondido da Jogabilicasa. Aliás, acho q se forem na casa dele vão encontrar os pratos e garfos sumidos.

        • Lucas Vinicius

          Ele é a pessoa que mora no quarto secreto da jogabilicasa

    • Nélio Vieira

      Já considero o Rafael como o quarto jogabilideiro, o substituto do Rick.

      • Alessandro

        Com certeza. O rafael é o morador secreto da jogabilicasa, ele absorveu conhecimento de todo esse tempo ouvindo a gravação dos podcasts e finalmente se revelou !

  • Esse assunto me lembrou de um jogo de PS2 que joguei esses dias, chamado Remote Control Dandy SF. Eu fiquei uns 40 minutos só no tutorial, e nem assim consegui acabá-lo! O jogo te explica tintim por tintim como fazer tudo, e não dá para dar skip no texto. Uma coisa simples como pular e dar boost, demoraram uns 7 minutos pra explicar.
    Aí você não quer que eu jogue o seu jogo mesmo. Desisti.

  • Lucas Vinicius

    Quando o Rafael vai se tornar um membro fixo do Jogabilidade ? :v

    • Lord Saladin

      Pensei que eles iriam testar várias pessoas, pois teve até um “vídeo de recrutamento”…

      Mas o Rafael parece legal, é que eu não assisto Saidera/youtubeetc, não dá pra saber

      • Lucas Vinicius

        Se puder assista os videos de Dark Souls 3 dele com o Sushi ele tem muito para trazer para a discussão e com o background que ele mostra lá é bem interessante o que ele tem a dizer.

  • LyC

    DASH #86: Senta na Minha Cara, Mickey

    Sobre o programa: confesso que achei fraquinho. A pauta parecia meio largada e o tema ficou muito disperso e vago/sem rumo, não dando pra saber bem de onde veio nem pra onde foi. Enfim, tive a impressão desse DASH ter ficado meio corrido, só não sei se o problema foi a escolha do tema (que talvez não renda muita coisa) ou se foi da execução mesmo.

    PS: Alguém por favor faça uma compilação das rants do Sushi com Half Life 2 que eu sempre acho muito engraçado quando acontece

    • Tem tema que não rende mesmo. Eu disse isso em um outro DASH, mas tem episódio também que só vai engatar mesmo lá depois da metade. Acho que os temas vão se esgotando, sei lá.

      • LyC

        Não, de forma alguma. Nossa, tem infinito pano pra manga na indústria dos joguinhos, podemos conversar sobre tantas histórias, gêneros, personalidades, tendências, jogos/franquias que os temas nunca vão se esgotar. Eles podem ter optado por uma pauta fria e sem muito potencial mesmo, ou eles realmente fizeram um DASH rushado (ó o trocadalho!) sem uma pesquisa mais aprofundada sobre o que esse tema teria a oferecer. Mas acredito que seja uma mistura das duas coisas, porque eles já estavam devendo alguns DASHs e talvez estejam correndo atrás do prejuízo. Também senti um pouco disso quando eles lançaram aquele programa da banda The Protomen.

        Mas não tô falando que a qualidade do DASH caiu não, até mesmo porque recentemente tivemos 3 edições excelentes (Dark Souls II, Persona 5 e Revistas Brasileiras). Só acho que essa edição acabou sendo um tropeço do programa nessa correria pra alcançar a meta.

        • Saquei. Eu me refiro aos temas estarem acabando, pois como o podcast é mais geral, e eles já tem os temas que falaram no NowLoading antigamente, os temas vão ficando mais raros. Se fosse um podcast de RPG de nicho, por exemplo, cada episódio seria sobre um jogo ou saga, e como existem milhares só nesse gênero… os temas não acabam.

          Eu não digo nem aqui, mas acho meio um mal dos podcasts de “temas nerd” ou “conversa de bar”. Se você for comparar até pelos nomes dos episódios, vai ver uma porrada de temas que se repetem nos primeiros episódios, como “desenhos anos 80”, “histórias de escola” e por aí vai. Nas comunidades de podcast do facebook, tem até uma piada sobre os temas obrigatórios dos podcasts nerds que morrem em 12 episódios, não tenho a lista aqui.

          Sei lá, acho que sendo um podcast de temas gerais, não tem muito para onde fugir. Só ver que a galera reclamou do episódio da banda Protomen, pois causou estranhamento. Imagina você vir aqui e dar de cara com um episódio sobre Romancing Saga ou Vandal Hearts 2? A primeira coisa que você pensaria é “mas alguém jogou mesmo isso?”, coisa que não aconteceria num podcast que tratasse só de RPGs.

          Confesso que destes últimos temas, só gostei do de Persona 5. O de Revistas achei muito xoxo, pois já tinha ouvido o (finado) podcast SuperControle onde entrevistaram o Baby Betinho (sim, o careca da SuperGamePower), e ele revelou várias coisas sobre os bastidores da revista. Até reclamaram no episódio daqui que ficou muito raso, pois só falou coisa que já tinha naquele documentário que a UOL fez sobre a Gamers.

          Meus dois centavos.

          • LyC

            Continuo discordando disso. Só porque o podcast abrange o tema “videogames” como um todo, não significa que ele tenha a obrigação de discutir só “temas gerais e abrangentes” sobre ele. Você mesmo deu o exemplo de como o cast de Persona 5 foi ótimo, e P5 é apenas 1 único jogo no meio de todo esse oceano que é o tema “videogames”.

          • Discordo. Persona 5 entra tanto em geral quanto abrangente, pois é um jogo relativamente novo, que ainda está na boca do povo. Aconteceria o mesmo se fizessem um episódio de Nier Automata ou Zelda BOTW.

            Isso não é uma crítica minha exclusiva daqui (e acho que o Jogabilidade nem faz tanto isso), que é aquilo de falar apenas do que está em voga, seja um jogo específico ou um assunto. Só ver quando sai o mais novo filme de herói, e tem 30 podcasts falando dele, tudo no mesmo fim de semana. Só que ao fazer isso, o podcast meio que vira refém das novidades, por isso fazem esses episódios de filler como o “Brincadeiras de criança 2” que o Nerdcast fez essa semana, nas semanas em que não tem uma novidade interessante. A maioria faz a mesma coisa, no mesmo modelo do antigo NowLoading. Episódio temático, episódio de notícias. Alguns podcasts ainda destoam disso, com algumas “séries”, como a série Dossiê do Cidade Gamer, ou a Construindo Mundos daqui. Mas o podcast do dia-a-dia ainda fica no feijão com arroz.

            De novo, é diferente fazer um podcast sobre “a série Persona”, ou “sobre o Persona novo” do que um podcast sobre Shin Megami Tensei If ou Devil Survivor. É algo do qual um podcast geral não consegue fugir.

    • Lord Saladin

      Quando o Dash! tem menos de 2horas de duração normalmente é um programa mais relax mesmo…

  • Lucas Vinicius

    Eu gosto de Kingdom Hearts….mais do que uma pessoa deveria mas admito o começo dos 2 é uma merda.BBS e Dream Drop Distance,e o prologo do 3 aprenderam e não são tão merdas no começo.

    • Esquerdopata

      Eu gosto da jogabilidade de kh. Sempre achei gostoso de formar heartess. Na época do nl ainda haviam membros do castelo que defendessem kh, hj em dia desprezam o coitado. Pobre jogo.

      • Lucas Vinicius

        Acontece estou me acostumando kkkk’

    • Lucas Santana

      Eu amo KH, do fundo do meu coração, amo a história, a jogabilidade, personagens e principalmente as músicas e sei que a série toda podia sim ser MUITO melhor, mas devo concordar que o começo dos KHs são sempre chatos DEMAIS, meu deus!

    • Caio_RB

      Pois é, maioria absurda de quem joga KH é porque ama a história, personagens e gameplay haha

  • Frai

    Será que o próximo DASH é sobre finais?

  • Gustavo Almeida

    Ainda tenho pesadelos com a abertura do Okami ;(

    • Tem algo nesses jogos onde os personagens falam “mumunhando” (tipo Banjo Kazooie e Okami), que me deixa meio apavorado também.
      Personagem 1: Ó Ò Ó ò!
      Personagem 2: U ú ú aaaah uééé…
      Personagem 1: Yooooi!

  • Allan Lopes

    Seria Rafael Quina o personagem secreto desse programa?

  • MarcusVss

    Vocês têm a memória muito boa. A maioria dos jogos que citaram eu só ia lembrando da primeira fase conforme iam conversando.

    • Puruluchu

      Não é memória, é pesquisa.

      • MarcusVss

        Lógico q tem pesquisa, mas antes de pesquisar eles têm que lembrar das fases, afinal, não vão pesquisar as primeiras fases de todos os jogos que jogaram hehe

  • Luiz César Coppi Junior

    Pra mim a mais marcante foi a de The last of us, comprei o play junto do jogo, ansioso pra chegar em casa e jogar, e logo de início aquilo acontece, fiquei sem palavras.

    Also excelente programa, como são dois dash por mês um assim e outro de jogo está mais do que bom

  • Randal Souza

    O melhor começo de jogo pra mim é o de MGS V, aquele primeiro ato inteiro é muito mágico. O de Silent Hill 2 vem MUITO perto.

    Menção honrosa: Forza Horizon 2.

  • FoodPoisoning

    Gostei muito do tema e da conversa, valeu pelo podcast.

  • Douglas Marques

    Quando eu li “Primeiras fases”, a primeira coisa que me veio a cabeça foi “SONIC” haha. Gostaria de comentar que o The Last of Us teve um ótimo começo, mas o trecho do Joel até encontrar a Ellie foi um tormento pra mim. É muito lento, o combate é muito bosta, e só continuei devido à vocês. Fico engatilhado ao ver que o Sushi não suportou Half-Life 2, mas amou Undertale. Não consegui passar dos 15 minutos.

  • Esquerdopata

    Será que agora que o Raphael entrou para o jogabilidade alguém deverá kingdom hearts?

  • Esquerdopata

    A Bruna penilhas defenderia kh se fosse novamente convidada

  • Esquerdopata

    Publiquem meus dados sobre temas diversos! São muito bons! Nem sempre precisa ser focado em um game

  • Alessandro

    Tava ouvindo os Dashs antigos e vi o quanto demorava pra sair um novo e ver a frequência que vocês estão conseguindo manter hoje em dia é incrível. Cada vez que vejo algo novo no site me da uma felicidade que vocês nem imaginam !
    Parabéns pelo trabalho maravilhoso e tudo de bom pra vcs.
    Um dia poderei contribuir com dinheiro, por enquanto vou espalhando a palavra.

  • Devo dizer que não lembro de Kingdom Hearts quando ouço Simple And Clean. haha!
    Obrigado 🙂

  • Esquerdopata

    Terminei de ouvir o cast.
    1-o insight do sushi a respeito do jogo de terror n poder te matar muito pois quebra a imersão é genial. Difícil encontrar o equilíbrio entre te deixar tenso e não te matar.

    2- o Raphael não será o defensor de kh com que sonhei (não sobre defender o começo de kh mas ele manda um “n defendam kh”). Mas vcs tiveram que colocar a música no final pq ela é ótima.

  • Rodrigo Junior

    Faltou as primeiras fases de Gears of War e Dead Space em especial os primeiro de cada franquia e The Witcher 3, Flashback

  • João Paulo Passos

    Comentando pela primeira vez pra tirar a duvida cruel q vive dentro de mim: Watch dogs 2 se em caixa no bom ou mal exemplo? Pq eu só joguei a demo q tem o inicio, e msm no finalzinho q liberam o mapa pela primeira vez eu tava achando meio meh! Watch Dogs 2 melhora ridiculamente dpois? ou eu é aquilo msm e WD é mais um jogo q o mundo ama, menos eu?

    • Fabio Henrique

      Cara, o jogo melhora sim, principalmente a interação entre os personagens, não diria que é um salto grande de qualidade mas fica melhor. Um conselho que eu daria para jogar esse jogo é esquecer completamente que existe armas de fogo. Joga só com os gadgets e a arma de choque. Na minha opinião, fica bem mais estratégico o gameplay.

  • Bruno Henrique Ferraz

    Assim, a introdução que mais me impressionou recentemente foi a de Guilty Gear XRD Revelator. Não é exatamente uma primeira fase, mas se é a primeira vez que você roda o jogo, ele pergunta se você não quer fazer um tutorial rápido. E ao contrário daquele tutorial padrão de jogo de luta, que é um monte de texto pra você saber quais são os botões de soco, e depois que você aperta eles uma vez já pula pro próximo tópico, o tutorial de GG é ridiculamente interessante. É praticamente um minigame ensinando os comandos e as mecânicas universais do jogo. É de longe um dos tutoriais mais divertidos que eu já vi e o melhor de qualquer jogo de luta. Eu já jogava GG á muito tempo mas eu fiz ele mesmo assim e achei muito legal. Quem quiser dar uma olhada, esse vídeo aqui mostra o tutorial de um jeito bem humorado: https://www.youtube.com/watch?v=0oWBwcYr1LM
    Quanto a Kingdom Hearts, eu tenho que concordar que os começos geralmente são bem merda, mas eu acho o começo de Birth By Sleep bem legal. E defendendo Sonic assim como mulher de malandro, eu gosto bastante das primeiras fases da maioria dos jogos. O problema é que nas fases posteriores eles querem meter gimmicks pra diferenciar e dificultar o jogo, mas só estragam a experiência. Mas admitam, City Escape é uma tremenda primeira fase, tanto em ambientação quanto pra ensinar o básico do jogo.
    No mais, ótimo cast como sempre.

  • Fabio Henrique

    Acho que nem é um começo tão bom, mas quando joguei eu amei o inicio de Assassin’s Creed II. É bem lento as primeiras quests mas, da pra conhecer muito bem o Ezio e família dele, antes de metade dela ser morta e vcs precisarem fugir da cidade, o que prepara bem quest de vingança principal do jogo. Outro que me vem a mente é The Last Guardian, aquele começo levanta muitas dúvidas do jogador sobre a narrativa, além de apresentar o gameplay básico, e mais que isso, a perspectiva sobre esse inicio muda completamente ao chegar a certos pontos do jogo, e até ao terminá-lo.

  • Hector Bonilla

    Oficializem logo o Rafael como o quarto jogabilideiro!

  • Mario

    Ansioso pelo dia que o Jogabilidade irá evoluir o cargo do Rafael Quina e com isso ele se tornar Rafael Megasena. (Essa foi inspirada pelo André)

  • Henrique Tavares

    Tem dois jogos que pra mim que são sempre os primeiros que penso em primeira fase, e que tem as seguintes coisas em comum: são jogos do Snes, feitos pela Nintendo, e tem como fator principal uma ambientação fantástica. Falo de A Link To The Past e Super Metroid.

    Aquela coisa de sair de casa numa noite chuvosa no Zelda, ou descer num planeta também chuvoso, cinzento, frio e quieto no Metroid me dão vontade na hora de ir ali jogar só de pensar neles.

  • Darley Santos

    Gente, tema super relevante e maravilhoso de se discutir. E que descrição perfeita do cast:
    “(…) o que um jogo precisa fazer em suas primeiras horas e minutos para fisgar o jogador? Uma boa história? Apresentar suas mecânicas naturalmente? Construir e mostrar um universo em instantes? Oferecer um microcosmo de toda a experiência possível? E claro, citamos também os maus exemplos: aqueles que obrigam tutoriais, que não mostram ao que vieram (…)”.
    Devo destacar dois jogos que vocês falaram e que na minha opinião ilustram perfeitamente o tema do cast, que são “Super Mario World” e “The Legend of Zelda: A Link to the Past”. Eles conseguem fazer uma belíssima e completinha apresentação nos primeiros momentos da gameplay de tudo que virá adiante ^^. O “Metal Gear Solid” também já obriga o jogador a se familiarizar com as mecânicas. Jogos mais modernos como “The Last of Us” parecem conciliar bem as duas coisas – mecânicas e história – em um começo de jogo.

  • Deivid frança

    A primeira fase do dead space é muito boa tbm.

  • Vassago

    Gosto da primeira fase do Megaman X2 tmb. Eu joguei ele antes que o X1 e consegui aprender todas as mecânicas logo na primeira fase.

  • Lucas Medina

    Federico: “It is a good life we lead, brother.”
    Ezio: “The best. May it never change.”
    Federico: “And may it never change us.”

    Assassin’s Creed 2 tem um começo que faz meu céu abrir e o chão tremer, de tão lindo