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Exilados para um terra distante onde não existe paçoca, André, Sushi e Corrini decidem participar de umas partidas de peteca na esperança de conseguir uma passagem para fora daquele inferno.

Durante os intervalos das partidas, decidem bater um papo sobre o bonito e único Pyre; o também bonito, mas ordinário Sundered; o divertido, mas problemático Fortnite; além de breves comentários sobre seu mais recente jogo traduzido, Tacoma.

E nos vemos na semana que vem para o episódio de notícias, enquanto isso continuaremos com as nossas petecas por aqui.

Tem alguma dúvida, questionamento ou tópico de discussão sobre games, a vida, o universo e métodos de ganhar dinheiro? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para vertice@jogabilida.de.

Links:

Trilha do Podcast

  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “To The Bone”, por Steven Wilson

Blocos do Podcast

  • Sundered: 00:03:42
  • Tacoma: 00:28:22
  • Fortnite: 00:31:18
  • Pyre: 00:56:57
  • Email 1: 01:27:36
  • Email 2: 01:31:53
  • Email 3: 01:37:42
  • Lançamentos: 01:41:32
  • Drico Deoli

    Olá! Olá! Olá!

    Recentemente iniciei minhas desventuras no Kickstarter com o Blasphemous (do estúdio espanhol GameKitchen) e por hora, após jogar o protótipo estético, a experiência é excelente. O único ponto falho, se é um, é a facilidade com é possível completar essa primeira linha – o que é totalmente explicado, visto que esse era um exemplo a ser vendido e uma dificuldade acima da média poderia barrar algum potencial investidor.

    Fica a sugestão desse excelente projeto (ainda é possível participar) e a espera para o lançamento final (2019).

    https://www.kickstarter.com/projects/828401966/blasphemous-dark-and-brutal-2d-non-linear-platform?ref=nav_search

    abraços!

    • Ícaro Melo

      Caraca, não conhecia! achei irado, pena que vai demorar tanto pra finalização do projeto =/

    • Derek Souza

      Olá drico! Eu to acompanhando esse jogo desde do começo com o Enrique Cabeza (Design chefe) e queria saber de vc que jogou, como é o ritmo dele? É algo mais cadenciado ou mais frenético? E infelizmente n vou poder apoiar eles no kickstarter mas comprarei com toda certeza!

      • Drico Deoli

        Derek,

        como é apenas um protótipo estético o gameplay é facilitado (nunca havia jogado protótipos desse tipo, mas pelas explicações dos desenvolvedores esse tipo de ferramenta é usada para conquistar TODOS os possíveis investidores, entrando nessa linha gerentes de créditos, funcionários do governo, senhoras com dinheiro escondido no colchão, sendo devido a essa gama a facilidade do gameplay);

        por hora o jogo é bem fluido/cadenciado (não sendo necessário nenhum smash button). Esse gameplay é bem realístico: https://goo.gl/CdGHQm

        abraços,

  • O Corraini que gostou muito de Orcs Must Die, chegou a jogar o Dungeon Defenders?

    Acho que no “gênero Tower Defense em Terceira Pessoa”, este foi o meu favorito até então (O Dungens Defenders de 2012, não a continuação de 2016).

    E ele ainda tem uma trilha sonora INCRÍVEL!

  • Otávio Henrique

    Obrigado por responderem o meu e-mail… De fato, analisando o fator trilha sonora e contexto a simplicidade é o que falta pra mim em alguns temas, excelente Vértice como de costume.

    • Tais

      mals o comentário off
      mas
      que avatar bonito, hehehe <3

  • André Matulionis

    Sobre o email falando de trilhas sonoras: Existe um vídeo analisando exatamente isso pelo pessoal do Extra Credits. Vale a conferida.
    https://www.youtube.com/watch?v=CKgHrz_Wv6o

  • This is ridiculous man

    Zerei lá tamoca, e assim, como vocês falaram, o jogo não é gone home, acho que o gone home constrói uma relação de expectativa e logo depois quebra de expectativa que eu simplesmente nunca tiva visto em uma obra na minha vida. Gone home pra mim tá para a narrativa do jogos assim como Game of Thrones está pras séries, ele junto com TLOU e journey ditaram como ritmo e mecanicas de gameplay deveriam ser usadas pra contar uma história dentro dos video games, conceitos esses que eu acredito que serão perpetuada por decadas na nossa industria , apesar disso tacoma já tem uma das melhores narrativas dos video games, e ele é definitivamente uma evolução de gone home, em mecânica em cenário em exploração em densidade, o fato dele não ser tão bom quanto, se deve unico e exclusivamente da epoca que ele foi lançado, se tacoma tivesse saído em 2015, no ano seguinte que gone home foi lançado, talvez ele fosse um jogo que me impactasse muito mais, mas em 2017, depois de outlast, depois edith fintch, depois de dishonored 2, acho que eu já estou calejado de EM, e você simplemente acompanhar uma narrativa, e interagir com objetos não me anima tanto quanto me animava em 2014

    Mas uma coisa eu tenho a dizer, como eu quero que a fullbright ganhe rios de dinheiro, meu deus, acho que eles tem um talento humano no estudio que é surreal, acho que se eles decidissem fazer um projeto do que agente chama hoje de “AA+” acho que eles fariam um dos melhores jogos da história, eu espero muito que eles consigam sobreviver por pelo menos + 10 anos, acho que eles tem o potencial de se tornarem um dos maiores estudios da industria se eles fizerem tudo certinho.

  • Rodrigo Minoru Tamagusku

    Excelente Vértice.

    Gostei bastante da dinâmica do André e Sushi pra discutir o Pyre. Gosto de jogos diferentes por maneiras diferentes, e ver a motivação de ambos foi bem interessante. Gosto de jogos de mecânicas boas como o Sushi, e também gosto de ver a beleza dos detalhes que o André vê.

    Sobre a visão do André em esportes, eu concordo muito. No início do ano ele comentou de querer conhecer mais o e-sports em 2017, e eu mantenho a minha recomendação que postei no vídeo. CSGO tem essas histórias, narrativas, as motivações, os acontecimentos previos do esporte, as estatísticas que são quebradas e tudo mais. Por exemplo, a última Major em Julho quem ganhou foi a Gambit, um time que acolheu Zeus, o jogador que era líder da Na’vi, um dos times mais fortes do jogo, e de uma organização que existe desde sempre parece. Zeus tinha sido kikado da Na’Vi(na época queria sair dos melhores pra ser o melhor) que ele fundou e era líder pra aceitarem o S1mple, que estava no seu auge como um superstar novo(que carregou a Team Liquid americana em 2 Majors seguidas). A Gambit(segundo melhor time da região CIS) recrutou ele, Zeus criou um sistema foda baseado em três jogadores do fucking Cazaquistão e um Russo velho que teve seu auge lá pelos 2013 e ganhou o maior e mais prestigioso campeonato do jogo subindo um time tier 2. Ah, e a final foi contra a Immortals brasileira, que tem os dois mineiros Gêmeos de Uberlândia.

    Outra historia de hoje. A mesma Na’vi que só decaiu desde a saída do Zeus(kikaram o coach Starix, outra lenda) fez duas mudanças, e hoje o GuardiaN, talvez um dos melhores snipers do CSGO foi recrutado pela FaZe, um time de Superstars de vários países que também tem crescido e está no top 3 por causa do líder Karrigan, então vai ser hype em cima desse time. Recomendo fortemente os Valve Profiles(produções das vidas dos jogadores, no YouTube) dos jogadores, especificamente do GuardiaN e Zeus pelos motivos que falei.

    Assisti os top X do Street fighter da Evo também(mesmo não jogar jogos de luta nem nada), e depois ler sobre o Tokido(quem é, e saber que ele compete a mais tempo que o Punk, o outro finalista, existe no mundo) foi sensacional, e dava pra ver que ele tava stompando nas losers bracket.

    Como no post no grupo do FB, eu também joguei Solitairica por indicação do Corraini, e devo ter terminado com todos os decks, não joguei mais desde então, mas agora talvez eu volte sabendo das classes novas e do desafio.

    Tenho um Switch, e concordo totalmente com o Corra. Só quero que ele tenha mais jogos, e todos eles. Ainda não tem um ou dois bons jogos de cada gênero. Pessoalmente eu acho que o Switch não perde nada por ser um híbrido. Quando estou jogando Zelda no dock ele funciona perfeitamente como console caseira e ainda tem a possibilidade de jogar na cama e levar pra viagens. A Nintendo tem uma vantagem enorme sobre as outras pelas IPs que ela tem e teve, só que não usa. Podiam relançar clássicos na eshop, ou até emulação dos jogos antigos, que são excelentes.

  • Gostei do episódio.
    Sobre o Tacoma, achei muito ruim, nem deveria ser comparado a Gone Home. Terminei o jogo uma vez e nunca mais toco nele. Ficou bem nítido que não sabiam mais para onde ir e terminaram de uma vez, além de se perderem na narrativa. A parte de sci-fi é pífia (eu diria risível, até), e o jogo acaba tão rápido que você não cria nenhuma ligação com os personagens. Terminei o Gone Home 3 vezes (uma com a tradução de vocês), mas só vou terminar o Tacoma essa vez. Muito ruim mesmo. Uma coisa que eu não gostei também foram as quedas de performance, mesmo para um jogo tão simples. A Fullbright já é uma empresa experiente, e ainda cai nas armadilhas de primeiro jogo feito no Unity. Queda de fps e vazamento de memória. Em 2013 seria um jogo interessante mas chato. Hoje em dia é um jogo ruim e chato.

    Gostei da história do Tokido, confesso que não acompanhava essa parte de Fighting Games.

    • É tão ruim assim? vale nem um piratinha ? :p

      Eu nunca vi isso tudo de narrativa no Gone Home, e acho que só foi tudo aquilo porque era novidade. O “gênero” de walking simulator já foi totalmente espremido, e parece que não sai nada de bom dali. Até a galera dos “games são arte” encheu o saco desse tipo de jogo.

      • Não vale a pena não. Eu raramente digo esse tipo de coisa, mas não vale nem o espaço que o jogo pirata vai ocupar no seu HD. Baixa um filme de 2 horas e meia, que vai ser bem melhor.
        Eu lembro que disseram que esse jogo tava com uns problemas no desenvolvimento, então provavelmente só lançaram ele do jeito que tava pra ver no que dava. Sei lá, acho que foi um dos poucos jogos que me deixou puto. Tirei 2 horas e meia do meu descanso pra jogar uma parada maneira, aí vem esse negócio faltando parafusos. Me lembra aqueles filmes antigos do Supercine que acabavam do nada, sem resolução nenhuma. Fiquei puto do mesmo jeito. Eu nem sei se posso dizer que era expectativa, já que eu só esperava uma boa história, e nem isso tive. A parte de sci-fi é coisa de ensino fundamental, parece que pesquisaram num wiki ou copiaram do xkcd.

        Sei lá, é bom extravasar. Às vezes eu sinto falta dos fóruns antigos, onde a gente lia todo tipo de opinião. Hoje em dia parece que tá tudo muito igual, ou é pior, é algo bem raso, tipo esses vídeos de youtube com um review-opinião xoxo. Mesmo que a antiga Outerspace fosse um fuzuê, pelo menos você lia umas 20 opiniões diferentes de uma parada. Hoje em dia é ou todo mundo no seu quadrado, ou aquele review genérico tentando imitar programa de TV. Ou só 2 pessoas jogaram o jogo, pois tem 5000 jogos no backlog. Sinto falta dum negócio mais técnico também, mas parece que não tem galera pra fazer quórum, fórum vazio é o mesmo que facebook ou o disqus aqui, vem um a cada 2 meses.

        • Putz, é tão ruim assim? Vou nem atrás então…

          Eu acho que já disse isso aqui, mas não gosto muito do conteúdo de youtube dos caras do Jogabilidade, acho tosco e muito igual ao resto. Desejo sucesso pros caras, mas acho que morre igual ao Fenix Down. Prefiro o podcast, e eu só ouço às vezes. Não sei bem explicar, mas parece que é aquele tipo de opinião homogênea que você ouviu de um, ouviu de todo mundo. Acho o tom meio igual demais, saca? Eu ouço mais o DASH quando tem um tema legal.

          Mas vem cá, esse negócio de fórum aí. Tem uma galera da antiga VK que já encheu o saco da comunidade. Acho que só falta estrutura, alguém hostear e manter. Eu sempre penso nisso, mas nunca vou atrás de fazer funcionar, e não sei nada de tecnologia web. Eu pensava que fórum ainda usava Snitz ou Simple machines , pra tu ter uma idéia. Se tu tiver alguém que mexa com isso, eu chamo os caras e a gente abre o fórum. Tu me tem adicionado no face?

          • Eu trabalho numa empresa de hosting, vamo tocar esse negócio do fórum pra frente sim. Qual teu nome no face?
            Quanto a conteúdo de youtube, eu só devo ter assistido o canal do jogabilidade umas duas vezes, não gostei muito também não. Prefiro o podcast. Agora que fui ver que eles já tem 3 ou 4 anos de youtube. Passou batido, não é agora que vou atrás. Gosto dos caras aqui, mas o conteúdo do youtube é muito desinteressante.
            Não sei se foi lá na VK que eu vi isso, que fim levou aqueles vídeos do Ximenes? Só fez 3 e nada? Era uma parada interessante, mas morreu na praia.

            EDIT: eu nem sabia que o falecido fenix down tinha canal, vi uns videos aqui, huhauahua.

          • Podcaster só passa vergonha no youtube. Até o JovemNerd disse ultimamente que estacionou em 1,8 mi de inscritos. Tá bem brabo. O negóciod o Ximenes era aquele Mean Look? Não deu em nada, só postaram aqueles vídeos mesmo. Uma pena. Imagina um Extra Credits brasileiro.

            Adiciona ai: Arthur gavane

          • Douglas Marques

            Eu não sei o que vocês dois estão aprontando, mas eu quero acompanhar.

  • Esse ano esfriou pra games, eu acho. Teve um ótimo primeiro semestre, e agora só tá saindo bombinha.

  • Marcos De Moraes

    Logo de cara um trocadalho do carilho, esse vértice já é ótimo.

  • Márvio

    Quando vocês começaram a comparar Sundred com Hollow Knight, já me veio a cabeça aquelas comparações de sala de aula. Explico: Sabe quando na época de escola, sempre tinha um aluno mais talentoso que recebia elogios e fazia todos os trabalhos melhores que você? Então, é isso que me vem na cabeça quando começam a comparar jogos da mesma época ou coisas assim. Nem todo mundo será tão talentoso quanto os outros, talvez seus pontos fortes podem não ser esses ou simplesmente “You were not meant for Greatness” (por mais cruel que isto possa ser). Comparar o trabalho de um com o outro pensando “Por que eles não conseguiram se o outro conseguiu?”, acho que não leva a nada.