Vértice #112 (J): Mania de Nostalgia

2017-09-04T18:14:21+00:00 18 de agosto de 2017|Vértice|38 Comentários

Depois de muita espera, enfim chega a hora em que todos precisamos ir rápido (e perdendo vários caminhos opcionais) nesse mais novo Vértice de joguinhos!

Os animais antropomórficos André e Sushi recebem o convidado Rafael Quina e batem um papo sobre o surpreendente Hellblade: Senua’s Sacrifice, o desconfortante Observer, choram as lágrimas da nostalgia ao discutir Sonic Mania (e depois uns jogos da Level Up) e, por fim, respondem mais alguns emails lindos.

E nos vemos na semana que vem para o episódio de notícias.

Tá no Seu Turno!

Tem alguma dúvida, questionamento ou tópico de discussão sobre games, a vida, o universo e métodos de ganhar dinheiro? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para vertice@jogabilida.de.

  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “Live and Learn”, por Crush 40

  • Hellblade: Senua’s Sacrifice: 00:05:08
  • Observer_: 00:36:18
  • Email 1: 00:54:04
  • Email 2: 00:58:07
  • Sonic Mania: 01:00:22
  • Email 3: 01:20:26
  • Email 4: 01:24:58
  • Email 5: 01:26:06
  • Lançamentos: 01:27:06

  • Anderson B. Lima

    Aeeeee fiquei dando F5 o dia todo a espera do vértice!!!!!

  • guilherme

    Vcs confundiram psicose com psicopatia, o primeiro é o que a protagonista sofre, que se relaciona a ouvir vozes e percepção da realidade alterada, o segundo é a falta de empatia

    • Rafael Quina

      Eu acho que palavra psicopatia pode ser utilizada para denominar qualquer doença mental, visto que psico = alma/mente e patia = doença.
      Mas eu posso estar redondamente enganado =o
      Talvez o mais certo a ser dito seria psicopatologia =)

  • André Oliveira Rielo

    Não levem a mal, eu amo vocês, mas a música de fundo desse vertice não ficou legal, tema em si esquisito-dark e num volume muito alto, chamando mais a atenção do que a conversa, que é o principal.

    • André Oliveira Rielo

      Ah, foi só na parte do começo isso, quando falaram do hellblade.

    • Sushi0

      o volume foi mancada minha mesmo, troquei o programa que edito e a parte de trilhar tá mais chata e preciso aprender a deixar os volumes certinhos. Sobre a musica ter sido dark ou esquisita isso é culpa do jogo mesmo já que eu sempre tento usar a trilha do jogo durante o bloco dele.

  • Yoshiyuki Ohashi

    Sobre Hellblade, achei o jogo muito bom como um todo, mas algumas coisas me incomodaram conforme fui jogando.

    Realmente acho que ele é mais longo do que deveria, porém não acho que a parte dos trials é a que deveria ser tirada, pois ela tenta variar o que você faz pelo jogo (em certo nível) além de adicionar a história. Cada trial é uma nova luta da Senua para enfrentar medo. Eu estava no mesmo cagaço que a personagem no trial da escuridão.

    Eu acho que por mais que o sistema de combate seja gostoso, ele não se inova o suficiente para ter tanto combate, eu mesmo tiraria todo o combate na ponte na reta final do game junto com aquele puzzle, aquela parte sim eu senti que foi apenas para prolongar o jogo. Também queria reclamar da batalha contra o Fenrir, que foi bem mais longa do que eu gostaria, talvez por causa da limitação de golpes dele e a mecânica de batalha que já tava saturada pra mim. Outros problemas vocês já mencionaram, como o puzzle que ficou repetitivo rápido e a falta de polimento as vezes (algo que me deu problemas de FPS em alguns momentos).

    Ah, mais uma coisa, não gostei da decisão tomada na batalha final, que me fez ficar belos 15 minutos fazendo a mesma coisa a ponto de quase ficar irritado.

    Excelente programa como sempre, mas como outra pessoa comentou aqui, em alguns momentos a música ficou meio alta. Abraços, e continuem com o excelente serviço!

  • Lucas

    Eu penso direferente quanto à parte da arvore.
    Ao invés da gente ouvir a história com diálogos expositivos através da narradora, sendo aquela coisa fria e distante de nós, expectadores, naquela parte nós de fato VEMOS o quão o Dillion é importante para a Senua. Você vê que ele era a literalmente a única pessoa que esteve ao lado dela.
    A parte da escuridão por exemplo eu jamais a excluiria justamente por conta da importância que ela têm para a história como um todo. A voz dele a resgatava da escuridão. E Mesmo quando ela buscava por isolamento Dillion sempre ia atráz dela e a trazia de volta.
    Isso estreita ainda mais a relação dos dois e contribui para dependência emocional que ela possui em relação à ele. Ela é aleijada emocionalmente por conta da falta de amparo em toda a sua vida. Nunca recebeu nada da própria familia ou da sociedade ao seu redor.
    Essa parte da arvore nos mostra todas essas coisas que vão servir de alicerce emocional para nós, que somos responsáveis pelo sucesso ou pelo fracasso da quest da personagem principal.
    Inclusive, esse dependência era também um dos fatores que a impedia de aceitar a morte dele, o que a leva num processo gradativo de auto-destruição. Todo esse despero, solidão e esperança de ver a luz na escuridão é refletido na jogabilidade dessa parte. É tudo angustiante até o momento em que Senua, com a ajuda dele, finalmente encontra uma saída para fora daquela realidade sombria.
    Sem essa parte Dillion seria apenas um alguém qualquer que nós só ouviríamos falar, tornando a história mediocre justamente por ir pelo caminho fácil de se ater ao dizer e não mostrar.

    • André Campos

      É bizarro, lendo o que você escreveu, realmente: a parte da árvore é bem importante pra história. Acho que deixei minha impressão da primeira vez que joguei ser substituída pela da segunda, quando eu só queria chegar de novo no ponto onde o jogo havia travado e não estava prestando muita atenção na história. E, por conta disso, a parte pareceu realmente arrastada.

      Eu tive um pouco dessa impressão também da primeira vez, mas menos. Talvez se fossem só dois trials com a história condensada neles seria melhor? Mas de fato, a história que apresentam aí é BEM importante.

      • Lucas

        Sim André, verdade.
        Também acredito que poderiam ter condensado os trials, para daí então deixar a coisa mais compacta.
        Embora eu também odeie levar susto, eu ainda arrisco a dizer que você é mais corajoso que eu. Vou explicar:
        Apesar de eu te adorado o hellblade, eu sinceramente não sei se conseguiria jogalo de novo… O Mesmo vale para o The last of us, um dos meus jogos favoritos da vida. Os personagens, as histórias e acontecimentos são muito fortes. Me acertam com mais força do eu que considero saudável… É como se eu estivesse junto ou até mesmo no lugar daquelas pessoas. Depois de terminar ambos eu fiquei pensando neles por dias. Por isso que eu não tenho coragem de entrar nessas histórias de novo. É que Deus me ajude quando o The last of us 2 chegar…

  • LyC

    Um pouquinho fora da curva (caixa?) mas queria comentar uma coisa que vem me incomodando muito ultimamente e que foi comentado no programa. No bloco de Hellblade, vocês disseram que houve alguém que ficou chateado com o tema do jogo e disse “a doença da minha mãe não é para ser tema do seu jogo”. Como vocês próprios disseram, a pessoa tem todo o direito de ficar ofendida, mas ser contra que tal tema seja explorado em qualquer obra que seja? Pelo amor de Deus, eu simplesmente fico sem palavras quando ouço alguém se mostra favorável a censurar qualquer tema que seja por que ele lhe incomoda. Nossa, se isso fosse um parâmetro válido o escopo da indústria do entretenimento ainda estaria preso lááááá atrás, engatinhando num berço… Nem abordar sexualidade poderiam, já que é algo que incomoda e ofende tanta gente…

    • As pessoas acham que apelar para a emoção dá mais peso à opinião delas, principalmente hoje em dia. Principalmente se for algum trauma delas.

    • SmokeE3 .

      Sempre tem alguém pra criticar e censurar.
      Vc viu que Red Dead Redemption 2 tava sendo acusado de machista, pq não foi mostrado nenhuma mulher na primeira imagem do jogo (aquela ao pôr do Sol)?
      E hoje quando se aborda algum tema que não é rotineiro, é considerado polêmico. E a tendência é que cada vez mais o “polêmico” seja considerado apenas um meio de abusar do tema.

  • Anderson Paranhos

    Me dá uma “gastura” ouvir brasileiro chamando o Mega Drive de Genesis, escolhe o pior nome e que foi usado só em um país pra chamar o console. Credo. O video game é Mega Drive no mundo todo, só lá tiveram o mau gosto de chamar por esse nome tosco.

    • Mikael de Freitas

      Nossa, quanta gasturinha ein. Acho completamente normal para quem consome muito conteúdo jornalístico em inglês chamar o Mega Drive de Genesis. Não me pareceu em nenhum momento que estavam falando assim por serem mais descolados que você, brasileirinho que teve a bagaça do Mega Drive.

      • Anderson Paranhos

        Ui, sou descolado, falo Genesis pois consumo conteúdo em inglês, seu brasileirinho de merda.

        • Huhaua, não é à toa que chamam aqui de Giant Bomb Brasileiro™.
          (não é um elogio)

          • André Campos

            Mas obrigado mesmo assim! <3

          • Se pelo menos fosse o GB de uns 4 anos atrás. Mas hoje em dia, huhauhau.

    • Anderson

      Acho uma critica valida apesar de desnecessariamente rude. Tem uma parcela preocupante da população que ta virando norte-americana por osmose. Mas essa é outra discussão.

      • Acho que tem muito a ver com a pessoa se cercar desses assuntos, como as séries enlatadas americanas. Como se vivesse num mundo à parte. Se você for ver no twitter, é cheio de gente que acha que vive lá, passa o dia todo comentando de republicans e democrats, mas esquece que mora no nosso Brasil varonil.
        É a pessoa completamente “antenada” com os acontecimentos do Tio Sam, mas que não limpa o próprio quintal. Acho que aquele Felipe Pepe fez essa crítica naquele texto do medium de uns 3 meses atrás, mas boa parte da nossa cobertura de games é para o 1% dos jogadores que conseguem comprar Switch e PS4 no mês do lançamento. O resto só olha e fica chupando o dedo.

  • Gabriel Azmodam

    Caraio, quem colocou a trilha nesse episodio tava desidratadasso.

    • Tony Horo

      Sushi jogou o novo Uncharted e achou que encaixaria, mas ficou um clima estranho de suspense haha

  • Kile

    por alguns segundos eu confundi ninja theory com team ninja e fiquei bem confuso com a descrição do jogo

    • MarcusVss

      Eu sempre faço essa confusão, só que ao contrário.

    • quem nunca

  • MarcusVss

    Um RPG q, apesar de ser por turnos, tem um sistema de combate muito bom e exige uma boa coordenação dos ataques é o Child of Light (que eu sei que é baseado nas batalhas do Grandia, mas esse eu nunca joguei). Obviamente não é tão dinâmico, mas te deixa ligado o tempo todo nas batalhas.

  • Fábio H.F.Castro

    Creio que tenha rolado uma confusão entre Psicopatia e Psicose durante o programa, não são termos necessariamente equivalentes.

    • leonnn1

      É então, psicopatia não tem nada a ver com o jogo

  • pessoal formoso, tenho achado essa leitura de emails no meio do podcast bem fora de lugar. achei que quebra o ritmo e deixa o podcast mais longo do que o necessário. essa é minha opinião. se as outras pessoas estiverem gostando fiquem a vontade pra ignorar.

  • leonnn1

    QUanto a Hellblade, todos os puzzles tem um motivo e todos eles são ligados à Senua, todas as mecânicas de Puzzles são relativas ou à Psicose ou à história, na parte da árvore você compreende melhor a história da personagem e que te ajudam a entender o que ela é e porque ela fez o que fez além de personagens que se ligam e te inferem o que aconteceu.
    Talvez vocês não tenham gosta, isso é ok, mas houveram motivos pra aquelas mecânicas serem daquela forma.
    Quanto a updates, acho que dois dias depois do lançamento fizeram o Update pra PC que mudou bastante coisa, vários bugs foram corrigidos e algumas animações melhoraram, mas ainda tem um bug ou outro, que pra mim não tirou nada dele, apesar de eu ter de reiniciar o jogo uma vez por um bug em que ela ficou permanentemente pegando fogo, mas nada como o que o André teve que realmente é horrível.
    Tem muita coisa extra sobre o jogo que é bem legal, acho que vale a pena pesquisar mais sobre, caso vocês não tenham feito, porque muita coisa seria spoiler e entendo que não tenham comentado.

  • Mega

    NOSSA, “perdi” uns dois ou 3 anos jogando Ragnarok, uma pena que isso foi na época do orkut ainda, hoje nem sei mais o que aconteceu com os amigos que fiz jogando :(((

    • Mega

      bons tempos!

  • Mr Garcia

    como comentado abaixo, PSICOPATIA é o desvio que torna algumas pessoas incapazes de sentir empatia.
    enquanto PSICOSE seria um espectro de transtornos mentais que podem incluir delírios e alteração das percepções (que é do que o jogo trata)

  • JON TALBAIN

    Acho que só eu estou querendo esse Sonic Mania em mídia fisica…alguma chance de sair???

  • Damian Schelling

    Zerei Hellblade hoje. Que jogo foda! A algum tempo um jogo não conseguia me envolver tanto quanto esse.

  • Diego da Costa de Oliveira

    Qual o nome da música do final?

  • Leonardo Tofanello

    Alguém conseguiu comprar o Observer pela live brasileira?. Só encontro o jogo na live americana.

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