DASH #88: Tacoma

2017-09-20T15:18:56+00:00 20 de setembro de 2017|DASH|19 Comentários

Neste octogésimo oitavo podcast, viajamos para o ano de 2088 (100% planejado) para descobrir o que aconteceu com a tripulação da Estação de Transferência Lunar Tacoma.

Os subterceirizados André CamposEduardo Sushi, recebem a ajuda de seus comparsas Mell e Rafael Quina para desvendar os mistérios do impacto de Gone Home, das origens desta sequência e de sua obscura primeira versão (quase completamente descartada) através da observação de gravações em realidade aumentada, xeretagem de documentos privados e uma entrevista com uma das Inteligências Não-Artificiais por trás de tudo, o co-fundador da Fullbright e escritor do jogo, Steve Gaynor.

E, claro, também aproveitamos para discutir nossa experiência traduzindo o jogo para o português: quais foram os desafios? Isso impactou nossa experiência?

Diversidade, terror existencial, bandas de kpop, lealdade à mega-companhias, elevadores espaciais, um spa na lua, jutsus de Naruto… O que mais este futuro nos reserva? Escute e descubra!

(Esse podcast vai ficando progressivamente mais spoilerífico sobre Tacoma e também contém alguns leves spoilers de Gone Home.)

Tá no Seu Turno!

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  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “Native”, por HOME
  • “Cider Time”, por Lifeformed
  • “Synchronize”, por HOME
  • “Find Me”, por Szjerdene
  • “We’re Finally Landing”, por HOME
  • “Pyxis”, por HOME
  • “Before the Night”, por HOME
  • “Out of This World”, por Angra

  • 00:02:57: Apresentação
  • 00:06:14: Pré-Tacoma
  • 00:25:21: Tacoma
  • 01:46:53: A Tradução
  • 02:07:22: Considerações Finais

  • odair

    Vcs tem que deixar o rafael trabalhar em cas o maximo possivel, pq ele Tacomo andré pra fazer piadas, assim eu não consigo segurar os risos na rua

    kkkkkkkkkk

  • SmokeE3 .

    Olha que curioso, perguntei no Twitter se o motivo do personagem que usa Libras se chamar Amy é o mesmo da Macaca Amy (famosa por ser uma das macacas com maior conhecimento de libras) mas eles disseram ser só coincidência.

  • SmokeE3 .

    Eu joguei o jogo legendado, e estava achado estranho toda a referenciação que uma hora era Contratada, depois Subcontratada, depois era Terceirizada e logo em seguida já virava Subterceirizada…
    E ouvindo o cast percebi que vocês parecem confundir tudo isso… como quando foi dito no cast que na parte final do jogo foram contratado pessoas extras pra polir a animação “é… [pessoas] subterceirizadas”, na verdade é um funcionário com prazo determinado.
    E um pouco disso se dá ao fato de nós brasileiros não utilizarmos tanto essas palavras, mas que eu acredito que vocês utilizam, por exemplo o próprio Raphael e a Mel vocês devem chamá-los de amigos terceirizados ou da faxineira que trabalha independentemente “faxineira(o) terceirizada” (normalmente a gente chama só de faxineira(o)).
    Faz sentido, quando você não contrata um advogado, vc contrata um advogado terceirizado, já que ele não é seu.
    Mas não sei, fica só como ponto curioso.

    • André Campos

      O termo subterceirizado era utilizado no jogo como tradução de subcontractor. Já que o jogo fazia essa diferenciação entre contractor (que ficou como terceirizado, as pessoas na Tacoma) e subcontractor (a Amy, por exemplo).

      • SmokeE3 .

        Só, deu de ter uma ideia melhor, quando arrumarem as legendas no Xbox jogarei novamente com isso em mente.

  • Rodrigo Souza

    Parabéns, a edição ficou muito boa !

  • Gatos em Zero gravidade…
    https://www.youtube.com/watch?v=O9XtK6R1QAk

    E parabéns! A tradução do jogo ficou realmente muito boa <3

    • João Pedro

      Que dó cara :c

  • This is ridiculous man

    Entendo o rafael ter gostado mais de Tacoma, mas discordo dele ser melhor, acho que a poética da narrativa de gone home é muito mais bonita, muito mais importante pros jogos, o negócio de você ser uma garota que voltou de um mochilão, e você se perceber não fazendo mais parte daquela familia por esse 1 ano fora é uma sensação indiscrítivel, que eu acredito que aquela sim seria impossivel de ser passada em qualquer outra midia, a sensação de não saber o que está acontecendo, a discoberta de cada pequeno problema familiar por notas e não exposição, toda aquela parada é tão singular dentro dos jogos. Eu me relacionei tanto aquela experiência com a minha propria vida, que no fim de gone home me vi de olhos marejados (coisa dificil pra mim), não pela história das meninas, mas por saber que muito provavelmente eu viveria a mesma experiência da protagonista, e esse feeling, essa pequena sensação, intencional ou não, faz de gone home um jogo muito superior pra mim.

    Tacoma, constroi um universo muito mais complexo, e aborda um tema muito mais grandioso, mas não é como se isso fosse uma parada muito original, apesar da narrativa de tacoma ter muita qualidade acho que ela não é única como foi a de gone home, e isso pra mim diminui muito a importância do jogo pra industria como um todo.

    • This is ridiculous man

      Mas uma coisa que eu fiquei encucado enquanto jogava gone home > como eu quero que a fullbright agora desenvolva um AAA+ agora, sei que eles são um estudio indie, e provavelmente parte da qualidade do jogo se deriva disso, mas meu deus, o universo de tacoma desenvolvido, poderia tornar ele muito grandioso, é uma fantasia quase erótica, talvez até profana, mas eu queria que a fullbright se associasse ou a microsoft ou a sony, e pegasse esse dinheiro pra produzir algo realmente grandioso, a fullbright fazer jogos pequenos como tacoma me parece um disperdicio de talento as vezes.

  • Gafgarion

    Vocês já jogaram Spirits of Xanadu? É um Indie de terror/fps bem curto mas nesse estilo de exploração em que você vai coletando pedaços da história através de interação com o ambiente pra poder entender o que aconteceu e tomar uma decisão importante, achei bem legal e recomendo pra quem curte esse estilo de narrativa.

  • Leo Lopes

    Ola pessoal do Jogabilidade , um pouco off topic, mas esta procurando o podcast de voces sobre Darkest Dungeon porém não achei, pensei que tinham jogado ele pois “parece um pouco com Souls” sei la me lembra ele, pois amor essá séria de Games, o que vocês acharam do Darkest Dungeon se jogaram ele por acaso? cabe um podcast, pois para mim está se tornando viciante esse game. Abraços

  • Vocês ainda estão com problema no microfone

  • Victor Hugo

    Muito bom o cast. As Fontes do Paraíso foi o meu primeiro contato com ficção científica! Ainda tenho o livro!

    https://uploads.disquscdn.com/images/94a68125752ed4ba658d49c0c5225bd569fe5406be3df1fc6f7057e930a7f381.jpg

  • Michel Aguiar

    Corraini, pelo amor de deus, VOLTE!!!

  • Eu acho meio difícil comparar Tacoma e Gone Home, por causa do contexto cultural da época em que cada um lançado. Quando o Gone Home saiu, ele foi o primeiro walking simulator da maioria dos seus jogadores, sem contar um dos primeiros jogos mais populares a tratar diretamente de temas mais pessoais e sutis. Por causa disso, ele acaba tendo um potencial de impactar mais alto, sem contar que certamente será mais lembrado do que o Tacoma por causa dessa importância histórica.

    Dito isso, eu também acho difícil comparar os dois porque o Tacoma propõe algo diferente. Como o Rafael disse no final, ele tem um universo muito rico, criado para ele, ao contrário da ambientação no mundo real de Gone Home (O fato dele se passar nos anos 90 também pode ser uma das razões das pessoas se conectarem mais com ele, já que ele brinca muito com a nostalgia também).

    Mas além disso, eu sinto que ele é um dos primeiros jogos de uma segunda leva de Walking Sims. O gênero, desde Gone Home, não evoluiu muito, com a maioria dos jogos seguindo o design dele e meio que caindo na mesmice. Tacoma e a sua mecânica das gravações, além da parte “detetive” de ter que ligar informações de múltiplas mídias, é uma das primeiras adições a um gênero que iniciou somente reduzindo.

    Também acho que, por ser o segundo jogo da Fullbright, eles se sentiram mais confiantes em como contar a história, se permitindo colocar mais detalhes que talvez o jogador possa deixar passar (como a história do Pai em Gone Home). O momento que mais me marcou no jogo foi encontrar o livro “A Redoma de Vidro” no quarto da E.V, e só depois perceber – por conhecer o livro – que ela estava lendo ele para tentar entender mais sobre o suicídio.

    Por fim, só queria parabeniza-los pela localização, e pela discussão detalhando como foi o processo. Eu joguei pela segunda vez em português, e achei excelente o trabalho de vocês (Sem contar que me poupou trabalho na hora de fazer um vídeo hehe).

    Beijos!

  • Tais

    ainda não terminei de ouvir o cast e faz uns dias que ouvi, masssssss…. se não me falha a memória o andré falou “linguagem de sinais” algumas vezes lá pela metade do cast. se me permitem ser nitpicking, na verdade o correto é “língua de sinais” (abreviado como Libras pra nós do brasil). o que a protagonista faz ao “digitar” senhas, porém, chama-se datilologia, que é soletrar letra por letra com a mão, enquanto que na Libras, até por questão de agilidade, existem sinais próprios pra cada palavra/conceito.

    um exemplo: ao dizer seu nome a um surdo, você soletra com a datilologia, e em seguida usa o sinal do seu nome (o meu é a letra T feito em cima do queixo, determinado por uma menina surda quando me apresentei a ela). tive umas aulas de Libras na faculdade, então achei interessante comentar um pouco sobre, hahahaha! tanto é que, quando assisti o trailer, presenciar o uso de sinais pela primeira vez num jogo me saltou MUITO aos olhos. no mais, excelente cast!

  • Marcelino Pinheiro

    Terminei o jogo hoje no Xone e finalmente pude ouvir o Dash! Ficou muito boa a tradução, diria melhor, localização do jogo. Também gostei mais do Tacoma que do Gone Home, que por sinal é ótimo também.
    A manipulação da R.A. foi o que achei de mais “gostoso” no jogo. No Gone Home já dava para perceber no meio do caminho que havia acontecido com a irmã da protagonista, quanto no Tacoma, a exploração que deixava o gosto de ser intrusiva na vida dos empregados, era mais “delicinha” de fazer por causa da interface e o twist por causa de nossos preconceitos com I.A. foi muito bom.
    Parabéns pela entrevista e pelo ótimo trabalho de todos!

  • André Matulionis

    Eu discordo que Tacoma é melhor. Gone Home é simples e focado. Tacoma é mais complexo ao mesmo tempo que não necessitava de tanta interação.

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