DASH #90: The Witcher

2017-10-24T18:10:58+00:00 24 de outubro de 2017|DASH|32 Comentários

“Não há nada mais hediondo do que os monstros tão contrários à natureza chamados bruxos, porque eles são crias de obscenas feitiçarias e atos diabólicos.”

E para estudar a natureza de tão vis (será?) criaturas, os bruxeiros André Campos & Eduardo Sushi, reunidos em Kaer Morhen, recebem da longínqua escola do Nautilus, Ricardo Regis.

Juntos, destrincharão com spoilers tudo que rola de melhor e pior no primeiro jogo da saga de Geralt de Rivia.

Celebrando dez anos desde seu lançamento, olhamos para o passado, para a curiosa origem da CD Projekt, o fortuito licenciamento da engine e dos livros de Andrzej Sapkowski e a criação de um jogo que é um milagre sequer existir.

Mas, frente às suas duas ótimas sequências, será que o primeiro The Witcher ainda tem seu espaço? Sua relevância? Como ele envelheceu? O que ele fazia de único? Faz algum sentido o Dandelion ser o melhor amigo do Geralt?

Aviso: Este podcast contém spoilers de um acontecimento do final da série de livros e do primeiro jogo (2007).

Tá no Seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “Dead City”, The Witcher OST
  • “Peaceful Moments”, The Witcher OST
  • “Returning to the Fortress”, The Witcher OST
  • “Prepare for Battle!”, The Witcher OST
  • “The Princess Striga”, The Witcher OST
  • “Tavern at the End of the World”, The Witcher OST
  • “Kingdom & Betrayal”, The Witcher OST
  • “Catch Me If You Can”, The Witcher OST
  • “Wake the White Wolf”, Miracle of Sound

  • 00:01:23: Introdução & História da CD Projekt
  • 00:14:56: Andrzej Sapkowski e os Livros
  • 00:23:47: As Origens do Jogo
  • 00:36:59: O Mundo de The Witcher
  • 00:56:54: Prólogo, Capítulos 1 & 2
  • 01:17:27: Capítulos 3, 4 & 5
  • 01:41:52: Considerações Finais

  • Lucas Vinicius

    Tomara que não pare e fique um tempão sem tipo Metal Gear.Enfim vamo escutar esse episodio.

  • Geraldo Mangela Dias

    Caraca, ontem mesmo estava vendo no canal um vídeo (“Do que se trata”, acho) sobre o The Witcher 3. Ao Sushi citar que falou dele em um vértice, vim correndo vasculhar até encontrar o Vértice 51. E hoje, chego do trabalho e sou presenteado com esse Dash.
    Provavelmente ficarei puto, pois o olhar de vocês enxergam falhas que minha perspectiva de fanboy não me permite ver, mas… bora!

  • FHC

    AEEE PORRA!!! O quanto esperei por esse dia

  • Henrique Tavares

    Depois de me maravilhar com o Witcher 3, segui na linha de ir ler os livros, mas pretendo ainda jogar ou pelo menos ver um playthrough no youtube dos jogos, tudo para basicamente poder voltar para o 3 com outra bagagem e assim ter uma experiência ainda mais completa.

    E por enquanto estou lendo ouvindo as trilhas sonoras dos jogos, e a do 1 é incrível, ouvindo ela no episódio aqui voltei para muita coisa dos livros. Tentei usar a trilha do 2, mas não gostei, tem uns metalzão que até tem uma pegada maneira, mas acho nada a ver (nem sequer sei como encaixam no jogo). Acho que esse é outro aspecto de como o 2 é meio diferentão, curioso pra ver os motivos disso, se acaba sendo algo meio Warrior Within de tentar apelar mais, não sei.

    Uma coisa que não entendi do ponto de vista do Sushi foi ele ter dito que o mundo do 3 não é tão como os dos livros, pelo menos como o 1. Não senti isso em nenhum momento, me parece o mundo exato dos livros…

    • Felipe Bonifácio

      Vale a pena jogar sim os jogos. O primeiro se sustenta pela história e pelos personagens. A jogabilidade é estranha mas você vai se acostumar. Eu pelo menos me acostumei rapidinho. Acho que como eu gosto muito de KOTOR eu encarei como um jogo do mesmo estilo, afinal são na mesma engine.
      O 2 eu tive muito problemas para jogar porque o meu PC não suportava direito, então eu tive que deixar tudo no mínimo e isso com certeza comprometeu um pouco a minha experiência pois no geral eu acho o 2 bem inferior ao 1. Apesar das melhorias indiscutíveis no gráfico e na jogabilidade há aspectos que odiei, como por exemplo o inventário (é muuuuuuuito ruim!). E também a mecânica de poções eu achei meio mal feita, prefiro como é no primeiro. E eu concordo com o Sushi, a paleta de cores é muito feia! haha

  • This is ridiculous man

    Eu gosto mais do combate do witcher 2 do que do witcher 3, pam pam paaaaaaaaaaaaaaam

    Acho que o fato de no witcher 2 ser muito mais easy de quebrar animação, no geral esquivar de golpes é muito mais facil, esses tempos ai voltei pra dar uns murros nos monstros lá no the witcher 3 e eu o combate extremamente travado e impreciso… No TW 2 eu sentia a dificuldade, mas eu não sentia que eu errava os ataques por culpa do jogo, como eu sinto em TW3

  • Everardo Feres

    Nossa, fizeram sobre The Witcher, minha série de jogos favorita. São obras primas. O 1 é uma quantidade gigantesca de personagens e habilidades, com uma historia muito boa pra época e mecânica até descente.

    O 2 é um dos jogos que eu citaria em que suas escolhas importam. Vocês falaram sobre isso num dos ultimos DASHs, e eu só pensava nele. Numa das escolhas você é respeitado por todos no ultimo capitulo. Em outra você é perseguido por todos os guardas em Loc Muinne. Sem contar que em cada lado você vê personagens diferentes, interfere na história de modo diferente, descobre segredos especiais e etc. E já tem um combate muito bom.

    Witcher 3 eu nem preciso falar nada. Um dos melhores jogos já feitos e o mais premiado. Devo ter umas 1000h dele no Steam.

    São esses tipos de cast que me matam de medo de ouvir, e não concordar com as opiniões. rs.

    Mas acredito se acertaram em cheio com os 3 casts de Mass Effect (Até hoje os melhores da podosfera, disparado), e era da minha segunda franquia favorita, acredito que vá curtir esse tb.

    Vlw

  • Felipe Bonifácio

    Ae, finalmente um DASH sobre The Witcher, meu podcast favorito falando do meu jogo favorito. haha
    Parabéns, o episódio ficou muito bom e o convidado conseguiu explanar bastante onde o André o e Sushi não sabiam. Tenho apenas alguns adendos para fazer:

    Sobre as escolas de Witchers: isso foi algo criado na lore dos jogos (inclusive posso estar errado, mas acho que só aparece no 3). Nos livros em nenhum momento é mencionado que existe outras escolas e nenhum outro Witcher que não seja o Vasemir, Lambert, Eskel e Geralt. Mesmo os que aparecem no primeiro jogo, o Berengar e o Leo foram criações dos escritores da CD Projekt.

    Nesse jogo, ao contrário do que o André diz você não precisa meditar para tomar as poções (como é no 2), você pode tomar a qualquer momento, como no 3, mas a diferença é que neste há a animação do Geralt pegando o frasco e tomando, mesmo durante as batalhas. Você só precisa meditar para fabricar as poções. Meditar inclusive você só consegue em fogueiras e serve também para você distribuir os pontos nas habilidades e é um árvore de habilidade bem extensa e faz muita diferença, o que não ocorre nos outros jogos onde a maioria das habilidade são bem inúteis.

    A batalha desse jogo realmente é bem estranha, principalmente no começo, mas depois você acostuma com ela e percebe que não é ruim. As animações são bem legais. E a dinâmica de ir fazendo os combos e complementando com os sinais é muito foda. Você trocar os sinais usando os atalhos no teclado sem ter que parar a batalha dá um dinamismo muito divertido. E é muito foda quando você termina uma batalha e o chão do local está coberto de sangue! Inclusive as espadas ficam sujas de sangue. Senti muita falta disso nos outros jogos.

    Há aspectos também como a polidez nos detalhes, por exemplo, você pode carregar até 4 armas, sendo as duas espadas nas costas, uma terceira espada na cintura e uma adaga ou uma machadinha na perna, e realmente essas armas aparecem todas no Geralt quando você as equipa. As poções também, você tem um ou dois atalhos para encaixar poções, depende de armadura que está usando, e as poções aparecem penduradas no suporte do Geralt! Nunca havia visto um jogo que faz isso! O demônio está nos detalhes! hehe

    Agora falando um pouco dos livros, realmente a tradução brasileira é muito boa. O tradutor original, um filho de poloneses chamado Tomasz Barcinski fez um trabalho magnífico se baseando principalmente na tradução espanhola dos livros, que já haviam sido lançados. Ele optou por manter alguns nomes originais, como a do Dandelion, que na versão original se chama Jeskier. (André, dê uma chance ao Jeskier! Leia os livros e você vai entende-lo melhor! haha Sério!). E ele detestava, e muito, a tradução para o inglês. Eu ouvi uma entrevista dele uma vez e ele contou que as adaptações feitas no inglês foram péssimas e alteraram o significado de algumas coisas importantes. Ele conta também nessa entrevista que trocava e-mails direto com o Andrzej Sapkowski para ir conversando sobre as adaptações que estava fazendo.
    Infelizmente, o Barcinski faleceu em 2011 e traduziu apenas até o livro 4 – Tempo de Desprezo. Quem assumiu o papel de tradutora foi a Olga Baginska-Shinzato que também traduz direto do polonês. Ela também faz um trabalho muito bom a partir do livro 5 – Batismo de Fogo, mas no começo você sente um pouco de diferença no estilo de escrita. Há uma passagem que eu nunca vou esquecer, o Geralt encontra um cara preso e ele reconhece a pessoa, aí ele solta um: “aaaaaaaaah, eu conheço!!” hahaha sério, nunca imaginei o Geralt soltando um “aaaaaaaaaaaah”, mas aí eu não sei se é uma liberdade da tradutora ou se realmente nesse livro o autor mudou um pouco a escrita, precisaria aprender polonês e pegar o original para ler. XD

    Enfim, acho que já escrevi demais! haha Me empolgo muito quando começo a falar de The Witcher.
    Agora estou aguardando ansiosamente pelo próximo DASH sobre The Witcher 2 (que na minha opinião é o pior da série hahaha) mas ainda sim um excelente jogo.

    Abraços a todos os amigos jogabilideiros! o/

    • Auridian

      Não li tudo que você escreveu, mas nos livros existem, ou existiam, outras escolas de witchers sim. Na Torre da Andorinha a Ciri lhe da com Bonhart, na qual já matou alguns witchers e em outro livro ele fala pra ela (e se não me engano mostra os medalhões).

      • Felipe Bonifácio

        Agora que você falou me veio uma lembrança disso também, preciso pegar o livro e relembrar se é isso mesmo. Mas mesmo assim, outros bruxos existem ou existiram, mas nunca é citado, pelo menos eu não me lembro, de outras escolas, como Escola do Gato, Escola do Lobo, etc. Esse foi mais o meu ponto.

  • André Matulionis

    Nem sabia que tinha tanto livro assim.
    Em que ordem é melhor ler os livros?

    • Felipe Bonifácio

      Leia na ordem que foi lançado mesmo no Brasil:

      O Ultimo Desejo
      A Espada do Destino
      O Sangue dos Elfos
      Tempo do Desprezo
      Batismo de Fogo
      A Torre da Andorinha
      A Senhora do Lago (volume 1)
      A Senhora do Lago (volume 2) – que será lançado no dia 10/11/2017 no Brasil.

      Os dois primeiros são de contos e na verdade você pode ler em qualquer ordem porque eles apresentam mais o universo e contam algumas origens. Nesses livros você verá como o Geralt conheceu a Yennefer, como o destino dele e da Ciri foram ligados e muitas outras coisas. Tem conto que é só ele fazendo um contrato para matar algum monstro específico. São excelentes livros.
      Aí a partir d’O Sangue dos Elfos eles já seguem uma narrativa mais linear e você precisa ler exatamente nessa ordem.

      Há também um outro livro chamado Seasons of Storm que apesar de ter saído após o A Senhora do Lago não é uma continuação direta. A editora WMF Martins Fontes ainda não confirmou se ele será lançado no Brasil porque alegam que até o próprio Andrzej Sapkowski não considera esse livro cânon.

      Enfim, vá atrás para ler porque os livros são realmente muito bons! =)

  • Guilherme Kruszynski de Assis

    Polônia <3

  • Manoel Junior da Silva

    Tenho The Witcher 3 com as duas expansões de estoria, ja tentei jogar umas 4x e não consegui gostar dele, compreendo a importância e a relevância do jogo pro mundo dos games, mas as mecânicas do jogo não me agradaram nem um pouco, maaasss depois de ouvir esse Cast darei a quinta chance ao jogo, vai que eu mude de opinião.

  • Erick Fernandes

    Gosto muito de The Witcher 1, e o defendo bastante! Ele é um dos jogos que sabe melhor fazer o jogador desconstruir conceitos sobre os personagens da trama, inspirado nessa qualidade da narrativa do Sapkowski, a qual foi utilizada melhor no 1 (ou me marcou mais pelo menos) do que nas sequências.
    Acho que a recomendação desse jogo se dá mais pelo mundo, se você tem essa sede de experimentar esse clima da série Witcher, nesse ambiente medieval cinzento com essa pegada Europa Oriental, eslava. Porque isso que me pegou pela mão e me incentivou a terminá-lo, desconsiderando muitos problemas técnicos, a estranheza da gameplay e o gráfico datado. Acho que quem ficou apaixonado pela série a partir do Witcher 3, acho que uma conferida vale a pena 🙂

  • danrley

    tentei jogar o primeiro jogo quando o terceiro estava pra sair, mas eu achei o combate bem ruim e acabei largando o jogo. Vou procurar esse mod que vocês falaram pra ver se agora eu consigo jogar.

  • Wilson

    Muito bom André, Sushi e Ricardo! Eu comecei pelo The Witcher 3, gostei tanto que mesmo com todas as críticas ao primeiro eu fui jogar e não me arrependi, o preço dele na steam em promoção é muito pouco se comparado ao que o jogo tem a oferecer, a história é muito bem construida e o combate não é tão ruim assim se levar em conta a engine e a empresa por trás dele, além de ser bem bonito pra época. Recentemente fui rejogar o TW3 e ao visitar o Castelo de Vízima ( O sangue do cara que o Geralt mata no final do 1 ainda está lá ) e Kaer Morhen depois de ter visto como ele era no 1 é incrível, até mesmo a música me deu uma “nostalgia”. Valeu, até a próxima.

  • Rafael Marques

    Eu fiz um caminho parecido com o de vocês dois.
    Um amigo meu sempre falava de Witcher, alem claro, da galera gamer em geral que sempre elogiava. Mas eu nunca tiver muita vontade, eu tava mais num hipe de Fallout NV e Fallout 4.
    Bem, ai depois q lançou o 3 me deu aquela vontade, e perguntei pra ele:
    -Preciso começar desde o 1, 2 ou ja posso pula pro 3?
    -Olha, pode sim ir direto ao 3, mas se vc começar do 1, vai ser mais legal, pq vc vai ter aquela afinidade com os personagens, q vc vai encontra em todos os jogos, e o melhor que o save do seu primeiro jogo, te acompanha até o ultimo. Então 1 personagem q vc fez uma escolha, ou matou, ou tratou bem, ele vai lembrar disso la nos próximos jogos.
    Qdo ele disse isso foi me animou demais. Ele tb comentou do patch q fizeram, q melhoraram as coisas, corrigiram bugs e até adicionaram vozes novas, até chuva parece q adicionaram.

    Agora quando eu fui jogar, MEU DEUS, eu pensei.
    “Como eu vou jogar isso jesuis? é muuuito ruim esse combate e esse graifco, parece q eu to batendo no ar” Mas fui entendendo a mecânica, e qdo fui perceber ja tava mais de hora jogando. O primeiro capitulo me animou mais pra jogar, comecei a pega gosto pelas quests, as conversas, ajuda o povo e ver q ele não era aquele personagem bonzinho ou malzinho de rpg, ele ja tinha sua personalidade e o universo percebia ele como um Witcher, e não como um joão qualquer como fazem no Skyrim por exemplo.
    Sò sei que quando chegou no Cap II, ai o jogo me ganhou de vez aquelas quests e side quests, todas entrelaçadas, e com ar de conspiração e vc entrando nas tabernas pra fazer perguntas, tudo isso me fazia entrar muito no clima do game.
    O foda, é q a quest parecem quase todas quebradas, pq as vezes vc tinha q fazer uma parte da quest, mas não podia. Vc não tem chave ou tal pessoa não ta no local indicado, e vc acaba desistindo de terminar aquela side. Mas com passar do tempo tudo vai se encaixando tão perfeitamente, que varias quests pareciam fazendo parte de 1 coisa maior.
    Uma coisa no Witcher q os momentos de conversa, investigação me faziam entrar mais nesse universo, mas qdo partia para as luta, ai me sentia de novo jogando um jogo. Tirando alguns momentos raros.

    Depois de ter terminado o primeiro jogo, o salto gráfico e técnico pro segundo, me assustou absurdamente. Eu até sai do jogo pra ter certeza que tava jogando o Witcher 2 e não o 3.
    COMO ASSIM aquilo não era o terceiro jogo ainda? O próximo game é mais bonito que isso???

    Ainda preciso terminar o segundo, eu parei no penúltimo capitulo, quase no finzinho. Mas como ja tava com overdose de Witcher 1, pois tinha feito tudo q era possível (62 na steam). Então o 2 acabou me dando uma enjoada, mas pretendo voltar em breve. Ja tenho todos jogos da saga comprados, todas expansões, só não tenho ainda o cardgame.

    Enfim, obrigado por esse cast, me animou mais ainda pra voltar a jogar e esclareceu varias duvidas q eu tinha na historia alem de me fazer relembrar da historia tb.
    Até aproxima e abraços.

  • Mateus

    O que me afastou de The Witcher 3 foi a falta de conhecimento prévio do mundo ou dos personagens. Para mim, parecia que o jogo requeria isso para você imergir totalmente nele. Não consegui zerar.

  • Anderson

    Eu nunca joguei nenhum The Witcher mas jogo Gwent e me interessei em ler os dois primeiros livros para saber mais sobre minha facção favorita, Scoia’tael. Infelizmente não tem tanta coisa sobre eles nos dois primeiros livros.

    Em algum momento do podcast foi falado que o Geralt nunca seria tão promíscuo quanto ele aparentemente é no jogo mas nos livros ele é exatamente isso. Essa ideia de que ele é feio por ser “Witcher” é balela total, na pratica ele come geral. Essa historia de ele não ter sentimento nenhum é outra balela. Ele fala isso o tempo todo e o tempo todo ele demonstra o contrario. É um personagem meio forçado.
    Francamente, o Geralt nos livros me parece muito uma projeção do autor ou do que o autor acredita ser a fantasia masculina que os leitores querem ter. Se você se incomodou com o fato de no jogo você “colecionar mulheres” consigo ver vários pontos nos livros (pelo menos nos 2 que li) que vão lhe incomodar. Jaskier é bem deplorável, não sei se a maior parte dos comentários que ele faz deveriam ser engraçados.

    Dito isso, recomendo ler os livros se você gostou do jogo ou gosta de Gwent.

  • Gárgula Vermelho

    a pouco comecei a ler os livros e curti muito a ambientação dark fantasy

  • El Luchador

    Ainda no aguardo da parte 2 de Hamilton.

  • Marcelo Rodrigues Dos Santos

    Puta cast, o primeiro Witcher é um dos meus RPGs favoritos da vida (tentei jogar o 2 e cansei e nunca joguei o 3). Vale muito a pena,mas sim… eu tomei um choque muito grande com o sistema de batalha dele, e tive que me acostumar pra continuar.

  • Everardo Feres

    Excelente DASH. Acho muito foda nesses programas em que vocês dão o background mas também narram um pouco da história e de suas experiências com um jogo. E esse foi um desses casos. Muito bom. Só gostaria de comentar sobre uns pontos:

    1) Não consigo achar o sistema de alquimia do TW1 melhor que os outros. Você ter que achar uma fogueira pra meditar e só aí poder tomar uma poção não faz sentido. Sem contar que o inventário era, com todo respeito, uma merda gigantesca, e você tinha que ficar regulando os ingredientes que carregava, e não podia guardar uma espada de aço e outra de prata pra usar mais tarde, só podendo andar com 3 espadas (o que fazia você ter que escolher entre a Moonblade ou a Aerondight, as 2 melhores espadas de prata do jogo, não podendo reveza-las).

    2) O Ricardo Regis disse que achou ruim só ter ataque forte e rápido no 3, pois gostava do modo para grupos. Mas esse modo ainda está no TW3, só que como uma skill da árvore de ataques rápidos, chamada Whirl. Com ela setada, segurando o botão de ataque rápido, você gira a espada atacando todos os inimigos à sua volta, tendo, inclusive, uma animação de ataque basicamente igual ao modo para grupos do TW1.

    3) Por falar nisso, não acho o combate da série Witcher ruim. O do 1 era basicamente point n’ click. O do 2 e do 3 são bem competentes pra jogos com foco em tantas outras mecânicas. Claro, que se tu esperar um Blood Born (em questão de combate), vai se decepcionar. Mas pra um jogo com tanta, mas tanta coisa, como TW3, o combate é bem competente sim. Existem coisas piores, como a movimentação, principalmente dentro dágua.

    4) Senti falta de falarem mais sobre o encontro com a Lady of the Lake, ainda mais porque (SPOILER) ela aparece de volta na DLC do 3 (uma das melhores DLCs já feitas). E é uma das partes mais épicas do 1 quando ela dá ao Geralt a espada Aerondight.

    5) Acho que em TW1, canonicamente, aquele não era exatamente o rei da Wild Hunt, mas sim uma projeção dele. Tanto que ela aparece do nada numa cripta, no meio do mato e no fim do jogo, como aparição mesmo. Eredin não tem esse poder de teleporte pra ser ele realmente. E se você matá-lo nos campos do capítulo 4 (é uma quest que o druida te dá, Sushi, pra você que não lembrava) ele dropa um item chamado “vapors of the hunt”. Como sabemos que a Wild Hunt é composta de seres de carne e osso, não faz sentido o Eredin real dropar vapores.

    Enfim, é isso. Continuem o bom trabalho. Um grande abraço.

    PS: Sushi tava indo tão bem, mas ficou maluco no fim do cast. Dragon Age: Origins é um dos melhores RPGs já feitos, apesar do combate estar um pouco datado. História excelente, ótimos personagens, vilões fodas, boas mecânicas e excelentes DLCs.

  • Gradash

    Sobre os Livros, as versões Brasileiras são SUPERIORES as em inglês, em uma entrevista do tradutor ao final podcast Café com Games, ele disse ser amigo pessoal do autor e que a versão em inglês é uma tradução da tradução em francês, ou seja a tradução da tradução e quem sabe como funciona uma tradução sabe que este tipo de coisa costuma dar merda, a brasileira é uma tradução do original e por isto mais fiel.

  • Gradash

    Vocês esqueceram de um detalhe da história, não existem mais witchers, os que estão vivos são os últimos (ou pelo menos da escola do lobo, não lembro das outras escolas) pois o Visemyr não quer que mais ninguém passe pelo procedimento de criação dos Witchers.

    • Jean Moreno

      Por tudo que eu lembro de ter lido, a escola da Vibora que foi criada só pros jogos acabou recentemente, como é comentado no segundo e terceiro jogo.

      Já a escola do Urso acabou antes da história dos Livros, mas a escola do Gato tem uma missão no jogo que comenta que a escola foi tomada por soldados durante a invasão do norte, provavelmente ela já estava enfraquecida porque a escola do gato nasce de “bruxos falhos”.

  • Leandro F. Silveira

    teste das Gramas ou Teste das Ervas.

    E apenas lembrando, o Geralt é especial, pois é filho natural de uma Bruxa, lembrando que bruxas são estéreis, logo Geralt também tem afinidade mágica como sua mãe, por isso sua melhor resistência ao teste de ervas dos Bruxos.

  • Jean Moreno

    Gosto para um caraleo da série Witcher tanto jogos quanto livros, a minha história com o esse mundo é bem parecida com a do Ricardo, mas eu conheci o mundo em WItcher 2 e na metade do jogo eu larguei, porque estava muito foda e resolvi voltar no um pra conhecer a história e acabei conhecendo livros, filme tosco e tudo mais.

    Tentando não dar spoiler sobre a origem do Geralt, mas em um dos livros, acho que o 5 (Batismo de Fogo) ele conta sobre a origem dele e quando ele encontrou a mãe, durante a primeira invasão do norte. Também em Blood and Wine há uma citação e cenas a respeito da história que o Ricardo comentou, sobre ele receber o titulo “de Rivia” e o que isso acarretou.

    Uma coisa que eu discordo é sobre não se falar bastante sobre a Wild Hunt, no dois realmente é falado pouco, mas no um você chega a enfrentar eles na forma de espectro por duas vezes se não me engano, além do ato final do jogo, você acaba só não sabendo no inicio que se trata deles.

  • Louelson Costa

    Sem saber que era impossível, eles foram lá e fizeram. – Albert Einstein sobre o jogo The Witcher

  • Jose Costa

    Por tudo que eu lembro de ter lido, a escola da Vibora que foi criada só pros jogos acabou recentemente, como é comentado no segundo e terceiro jogo.Já a escola do Urso acabou antes da história dos Livros, mas a escola do Gato tem uma missão no jogo que comenta que a escola foi tomada por soldados durante a invasão do norte, provavelmente ela já estava enfraquecida porque a escola do gato nasce de “bruxos falhos”.

  • PlagueDoc

    Pena que tem aquele câncer chamado combate free flow, nunca será pra mim.

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