DASH #91: Super Mario Odyssey

2017-11-15T21:53:02+00:00 15 de novembro de 2017|DASH|19 Comentários

Está na hora de colocar o seu melhor chapéu, vestir sua roupa favorita (menos essa de palhaço, para com isso) e privar criaturas indefesas de seu livre arbítrio!

Diretamente do reino do cogumelo, a dupla de irmãos encanadores André Campos e Rafael Quina recebem a ajuda de Caio Corraini e Heitor de Paola para discutir o jogo mais feliz do ano: Super Mario Odyssey.

Neste que está se provando um ótimo ano para jogos de plataforma, chega a mais nova aventura do Mickey Mouse dos vídeo games. O que ele faz de diferente? Como surgiu a ideia de sua mecânica central? A história importa?

Como Mario se tornou um dos personagens tão expressivo em sua jogabilidade? Como ele consegue se sentir tão novo e ao mesmo tempo tão reverente à história dessa franquia balzaquiana? E, afinal de contas, por que permitimos que o Yoshi continue a sofrer tamanha humilhação?

Aviso: Este podcast contém spoilers! Isso é, se você considerar que existem spoilers num jogo do Mario.

Tá no Seu Turno!

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  • “Helix Nebula”, por Anamanaguchi
  • “Bob-Omb Battlefield”, por Super Soul Bros.
  • “Fossil Falls”, de Super Mario Odyssey
  • “New Donk City (Day)”, de Super Mario Odyssey
  • “Tostarena”, de Super Mario Odyssey
  • “Bowser Battle 1”, de Super Mario Odyssey
  • “New Donk City Band Performance”
  • “Honeylune Ridge”, de Super Mario Odyssey
  • “Steam Gardens”, de Super Mario Odyssey
  • “Jump Up, Super Star”, de Super Mario Odyssey

  • 00:02:59: Nossa história com Mario
  • 00:17:17: Super Mario Odyssey

  • Bruno Marques

    Corraini <3

  • Caio_RB

    Só pra complementar o que falaram, o Koizumi é produtor do Nintendo Switch (por isso ele comandava a apresentação em janeiro e está sendo o rosto do console) e é também o Deputy Manager (não sei como isso ficaria em português) da Nintendo EPD Tokyo. Como Deputy Manager ele é responsável por controlar e fiscalizar as duas equipes de produção da Nintendo EPD presentes em Tokyo.

    Outra coisa, Koizumi é produtor mas o Hayashida serve muito mais como o produtor que conhecemos do que ele. Eu diria que o Koizumi estaria como Produtor Geral do que o Produtor em questão. De toda forma, ambos merecem o reconhecimento.

    E por fim, Miyamoto deixou de ser o Manager geral da Nintendo EAD (ou seja, ele aprovava os jogos e estava envolvido em todos os jogos dessa divisão) em que ele era por 20 anos durante a reestruturação da Nintendo em 2015 quando houve a unificação de várias divisões, incluindo a de produção de software com a EAD e SPD virando a EPD. Hoje em dia o Takahashi é o Manager Geral da divisão EPD e o Miyamoto é um consultor e supervisor no geral.

    Sobre o jogo, Mario Odyssey virou meu jogo favorito da franquia e meu favorito 3D. Tudo o que vocês disseram são parte do que fizeram ele se tornar um dos meus jogos favoritos. Eu nunca fui muito fã dos jogos de plataforma baseados em exploração como 64 e Sunshine já que preferia os Galaxy e 3D World mas com o Odyssey eu fiquei apaixonado por essa nova maneira que fizeram dos dois primeiros jogos.
    Além disso, eu amei como o jogo é algo tão “fresh” em diversos quesitos como jogabilidade, estética, história (minha favorita), lore e tudo mais. Inclusive adoro como o mapa tem um monte de Lore e lore de Mario é ótimo. E a parte final, puta que pariu. Enfim, é um jogo incrível.

    • Jônatas Costa

      Então o Miyamoto não faz mais jogos específicos?

      • Caio_RB

        Ele ainda se envolve com jogos do Switch e 3DS e é creditado como Produtor Geral em alguns (ele é creditado como produtor executivo de Odyssey por ex) mas ele já não tem o mesmo poder de antes por não ser mais Manager Geral da divisão EPD da Nintendo.

        Apesar disso tudo, ele ainda é parte do comitê de diretores da Nintendo faz décadas então ele ainda está num alto escalão também ao mesmo tempo em que está trabalhando como supervisor e auxiliando em projetos.

        • Jônatas Costa

          Mas eu entendo que o cargo e a responsabilidade dele é muito maior hoje em dia. Ele tem que supervisionar, de alguma forma, quase todos os projetos da Nintendo

  • João Paulo Passos

    Só vou jogar Mario no mínimo em janeiro, mas nossa como quero escutar esse Dash

  • ViniAleixo

    Tô cheio de coisa pra comentar, mas por enquanto só queria dizer que estou muito, muito feliz de estar vendo um Dash falando sobre um jogo que é sobre mecânicas. Geralmente os jogos que vão pro Dash, por mais que tenham um Game Design acima da média e tudo, a discussão fica a maior parte do tempo falando de história/narrativa, então ver essa quebra no cast de vocês é muito bom!

  • Igor Rafael

    O Corra jogando mario na casa do Chefe, sou eu atualmente jogando Overwatch na casa do meu primo. Final de semana nós sempre ficamos de sábado pra domingo de madrugada jogando, não tenho o jogo em casa e até consigo ser bom de tanto que nós jogamos, Nós jogamos deis da época de primeiro Beta.

  • FoodPoisoning

    Excelente podcast. Uma coisa que gostaria que tivessem falado sobre é como vocês veem o futuro da franquia depois do Odyssey. Eu jogando ele inteiro fiquei me perguntando como diabos eles fariam jogos futuros da série sem o Cappy, levando em conta a leva enorme de coisas que ele adiciona.

    Eu acho quase certo que teremos DLC da série adicionando reinos novos. A Ilha Delfino do Sunshine(QUE EU ADORO, BTW, E ESTOU COM O RAFAEL <3) estava no mapa do mundo em uma imagem promocional do jogo no Japão; eles "apagaram" ela do mapa do jogo, deixando ela da mesma cor do oceano, mas o não mudaram o modelo físico do globo da Odisseia, então tu ainda consegue ver a silhueta da ilha refletindo luz. Gostaria de ver um reino spooky, um montanhoso e talvez alguma área "antiga" que não vamos a muito tempo, como Sarasaland, reino da Daisy que vamos no Mario Land pro Game Boy (obviamente seria um reino completamente novo, já que o jogo original era um plataforma 2D de 4/5 gerações atrás).

    Outra coisa que eu não tinha percebido mas vi um comentário depois mencionando é que, para um jogo em que um dos aspectos de gameplay mais importante é a sua habilidade de capturar inimigos, o jogo tem uma estranha falta de alguns dos inimigos mais icônicos da série. Vocês notaram que o jogo não tem UM Koopa como inimigo que não seja os 2D? Seria muito legal poder capturar inimigos como os Koopas, os Boos, Shy Guys, Magikoopas e outros do tipo. Eu me pergunto se os desenvolvedores não conseguiram pensar em mecânicas interessantes para eles(oque acho improvável, já que nó já usamos habilidades como o casco do Koopas no Mario 64 e 3D World e o Cogumelo Boo do Mario Galaxy), e decidiram não colocar.

    • Nossa, mas eu enxergo fácil todos esses inimigos sendo incluídos se o que a gente falou sobre um Odyssey 2 virar realidade.

  • SecretChiefs

    nada como um cast em que todos os participantes entendem e tem interesse sobre o que estão falando. cough cough (saudades primeiro ano do jogabilidade)

  • Tony Horo

    Isso foi um podcast de roast contra o Sunshine ou um Dash do Mario Odyssey? lol

    Agora, discordo completamente de que jogos devem ser sobre posicionamento político. O argumento do Heitor cai por terra quando ele mesmo (e todos da mesa) dizem que ficaram felizes com o Mario e que gera menos brigas online, que o mundo precisa de mais coisas assim, etc. Existem OUTRAS MÍDIAS pras pessoas forçarem agendas ou posicionamentos sobre ponto X ou Y. Deixem os jogos em paz. Eu sou um defensor ferrenho de que jogos devem ser, só e simplesmente, jogos.

    • Lucas Vinicius

      Quando eu puder controlar alguem com 2 metralhadoras dando tiro em cara de Nazista em alguma outra midia talvez eu concorde mas enquanto isso eu apoio a ideia de jogos falarem sobre o que quiserem da maneira que quiserem seja desde visual novel a plaforma,de metroidvania a FPS contando que seja gostoso de gastar o tempo ali e te fazer sentir algo.Se não gostar é só não comprar e todo mundo fica feliz. Mas o Heitor fala que pode ter sim jogos de falem disso mas que é bom ver um jogo que é simplesmente feito para ser divertido com essa maestria ainda hoje em dia. 🙂

    • André Campos

      Não acho que o argumento do Heitor (e nossa concordância com ele) caia por terra porque o que ele disse é que justamente existe espaço pras duas coisas. E isso não é nem uma esperança pro futuro. Já é assim!

    • Ele não disse “DEVEM”, ele disse: “TAMBÉM”.

    • Mr O

      Não entendo as pessoas acharem isso polêmico. A cena de dois malucos obcecados botando pressão em uma mulher e sendo rejeitados no fim não é nada muito novo e tenho certeza que já vi em desenhos/ filmes de comédia antes.

      Se eu tivesse zerado o jogo e não acessasse a internet, não teria ideia de que uma cena tão simples causaria tanto estardalhaço.

  • Lucas Vinicius

    Super Mario RPG melhor mario…a trilha da Yoko Shimomura é excelente.

  • PlagueDoc

    Pra mim não importa o quão fluído é o gameplay de um jogo, se a temática for toda errada, ‘cidades realistas’ e pessoas com gráfico de ps2, não me agradaram de forma nenhuma, me deu aquele sentimento estranho que Sonic 06 causou, joguei no Switch de um parente e não falei mal por educação, guardei a minha opinião para a internet.

  • Dariecão

    Eu prossigo com minha teoria de que mario é tipo Braid, a gente ta vendo a história pelo lado errado.

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