Fora da Caixa #55: Mindhunter, Junji Ito, The Sinner, Dragon Ball Super

2017-11-24T07:34:45+00:00 24 de novembro de 2017|Fora da Caixa|34 Comentários

Um mês se passou e a hora de escaparmos de nossas caixas chegou!

Nessa fuga André, Sushi, Rafael Mell aproveitam para discutir sobre o retorno do Sushi a uma Escape Room, sobre Fragmentos do Horror e alguns outros contos do Junji Ito, as séries Mindhunter e The Sinner e, para fechar, falaram sobre as últimas 15 transformações do Goku pelos 20 universos de Dragon Ball Super.

E o Que Você Tem a Dizer?

Tem algum feedback, sugestões de filmes, músicas, séries, apresentações de balé ou qualquer outra coisa? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de.

  • “First Crush”, por Saberpulse
  • “One More Soul to Call”, de Silent Hill Homecoming
  • “Main Title”, de Minhunter
  • “Red Sex”, por Vessel
  • “Dragon Ball SUS”, por JoltJolteon

  • Escape 60 – Cassino: 00:02:03
  • Junji Ito – Fragmentos do Horror: 00:20:14
  • Mindhunter: 00:41:00
  • The Sinner: 00:55:09
  • Dragon Ball Super: 01:04:22

  • This is ridiculous man

    Eu acho a montagem de mindhunter fenomenal, sei lá, se tu é uma pessoa que está entrando no mundo dos trillers agora, talvez ela pareça uma série lenta, comparado principalmente as outras series da netflix. Mas comparado a alguns filmes do scorcese e do proprio fincher , ela é bem dinamica e tals, ela é muito mais dinamica do que true detective por exemplo.

  • Manoel Junior da Silva

    Eu comecei a assistir DB Super a partir do Ep 27 se não me engano, recomendo isso pra quem não começou ainda, assista a Batalha dos Deuses e o Renascimento de Freeza, isso é literalmente um resumo dos 26 primeiros eps. Atualmente a arte em si, desenhos, efeitos e trilha sonora estão na melhor fase que Dragon Ball já teve, tem umas musicas épicas, orquestradas em alguns momentos que são fantásticas. Existe muito Rage desnecessário em cima do DB Super pela má qualidade no inicio dele, mas vale muito assistir sim.

    • Caio_RB

      Não é um resumo porque bastante coisa é alterada incluindo diálogos, cenas e novas coisas que inclusive serão relembradas futuramente nos arcos como o treinamento do Whis com o Goku e Vegeta que não é mostrado nos filmes e explicado, além do Ginyu na própria saga, alteração de como funciona o SSJG e outras coisas. O recomendado mesmo é se mesmo que tenha assistido os filmes, o melhor é assistir o anime em si pra pegar essas nuances.

  • MTrulin

    Vocês tão sedentos por parcerias neh?

    Na escape room tb, cheio de dedo na hora de falar com inserções tipo: “ mas podemos ir outra vez para ver se é melhor”, “ às vezes só essa q é ‘mais dificil’, chama nos” ou “ se nós chamarem vamos falar aqui no fora da caixa”.

    Tá muito forçado, toda hora falando da darkside, quase implorando. Tudo é: “ mas a darkside tem uma qualidade ótima”, “ nunca ganhamos nada mas queremos ganhar viu”, “ nunca entramos em contato mas podemos entrar hein”. Toda hora citando o nome da empresa mesmo quando não é necessária, exemplo, quando a mel vai citar livros de psicopata q ela leu, é falado “é da darkside esse livro e é muito bom como todos os outros”.

    Achei forçado e me incomodou =

    • Mellissa Pereira

      Oi MTrulin 🙂

      Nenhum dos elogios foi forçado, nós realmente gostamos mesmo de tudo que falamos e se a marca/artista/empresa é bom é natural que seja reconhecido, certo? Todo mundo gosta de ter a qualidade do seu trabalho reconhecida.

      Quanto às parcerias, bom, se acontecer, ótimo, não? Teremos mais conteúdo pra vocês! Se não, continuaremos gostando dos produtos mesmo assim 🙂

      • just wanna use youtube

        Sepá é só costume, mell. Imagina que você gosta muito de pudim, caralho como eu amo pudim, só vem. Aí você sempre compra o pudim mais delicioso da terra no Papa pudim’s, e o papa pudim’s adiciona uma nova cozinheira, vc já ama aquele pudim, vc n quer outro tipo de pudim feito por outra pessoa, vc quer o pudim que vc ama. Então é natural que vc julgue essa nova cozinheira pra caralho por qualquer coisa que ela faça, até que vc vá lá vezes o suficiente e veja que o pudim ainda tá gostosão como sempre.

        Com o sushi também foi assim, “não conheço essa pessoa, não gosto, quero o jeito antigo mim dá”, e hoje é só amorzinho.

        • MTrulin

          Não tem nada haver com isso. Eu não tenho nada contra a Mel, ela é uma pessoa maravilhosa pelo q vejo no jogabilidade, o jogo show é sensacional.

          O q eu pontuei no meu comentário não tem nada haver com a Mel, eu só a citei pq foi o exemplo q me veio na cabeça q mais representava oq eu estava querendo falar.

          Peço desculpas a Mel se ficou parecendo uma critica a pessoa. Minha critica foi ao conteúdo das mensagens faladas, em sua maioria, por ela e pelo sushi. Que era ficar cheio de dedo quando fala de uma marca sempre tentando pegar uma parceria e tals. E na minha opinião ficou forçado e me incomodou.

          Obviamente, eu não sou o dono da verdade. Algo q me incomoda pode não incomodar outras pessoas e tudo bem, vida q segue. Eu só quis dar minha opinião, como ouvinte, de que algo no programa estava me incomodando.

          abraços, e peço novamente desculpas se ficou parecendo uma ataque a Mel.

          • Mellissa Pereira

            Não levei como pessoal, não se preocupe. Quanto ao conteúdo, é o que expliquei antes. 🙂

    • renatopepin

      Tá bem assim mesmo. Tem um integrante que SÓ FALA DISSO.

  • This is ridiculous man

    Quanto ao mijão na cara do maluco lá Mel > Os bons diretores, os que valem a penas serem assistidos, geralmente colocam varias metáforas linguísticas entre as cenas principais, que agente só percebe no subconciênte, principalmente quando a série ou filme é um estudo de personagem. As vezes uma sequencia de um objeto estático e outro rodando como em 500 dias com ela, os momentos de contemplação da chihiro em a viagem de chihiro, no mindhunter que o Rafael citou, tem todo um arco da protagonista que deixa atum pro gatinho na varanda da casa dela, e no fim da temporada ela acha a latinha coberta por formigas (isso não é um spoiler por que não está relacionado a trama principal), essas cenas não necessariamente tem a ver com a trama em si, mas servem pra construir a psique e o arco do personagem, não é que o diretor quer que o personagem pareça um doente botando cenas de depravação, as vezes ele quer construir um raciocínio uma metáfora que talvez só faça sentido mais pra frente, ou em uma segunda assistida.

  • This is ridiculous man

    Dragon ball super é tipo o metalica dos animes: Já morreu, o que sobrou ai é um zumbi bizarro que pessoas que gostam muito de metalica pagam milhões pra um bando de velho fazer covers deles mesmos

    • Caio_RB

      Exceto que o público de DBS são crianças e famílias japonesas com o anime passando 9 da manhã. haha No resto do mundo talvez seja, embora ninguém pague diretamente mas pelos simulcasts.

    • Nacib Véio

      HAHUAHUAAHUA MANO, acho que essa é a melhor comparação que já ouvi!

    • João Gabriel Soares Silva

      HAHHAHAHA Acho que vou concordar. Gosto de DBS por conta da nostalgia mas reconheço que tem coisa melhor.

  • Morcego Roxo

    Rafael não entendeu Dragon Ball Super…

  • Brenno Arruda

    Porra Sushi, tava engraçado vocês zoando DBS e tal, mas colocar essa versão da musica no final é muita sacanagem! A versão brasileira da musica ficou excelente, se por algum motivo você for usar a musica de DBS de novo, por favor, não use essa versão parodia.

  • Caio_RB

    O Rafael ignorou completamente o terceiro arco que é do U6 vs U7, nossa. huahah E sinceramente, falou bastante bobagem, desculpa 🙁

    O primeiro e segundo arco no caso foram feitos por ideia do Toriyama que aconteceu tanto no anime quanto no mangá. E sim, os primeiros arcos são os mais fracos mas muitas das coisas que acontecem lá são exclusivas do anime porque agora os filmes não são mais canon, apenas os arcos no anime/mangá.

    Sobre SSJ Blue, foi mostrado que o Goku e Vegeta chegaram a essa transformação por conta do treinamento do Whis que no DBS inclusive é mostrado durante o arco do Freeza (ao contrário do filme).

    E não, Toriyama não queria acabar Dragon Ball a partir do Freeza. Ele queria acabar dragon ball já no primeiro arco, ele só foi alongando e querendo terminar em todos.
    http://www.kanzenshuu.com/intended-end/

  • FHC

    Quem diria, Rafa otacu!

  • Anderson

    Engraçado na parte “keikako” do Rafa, a forma como os “otakus” mundo afora usam termos em japonês de forma totalmente desnecessária chama mais atenção do que como algumas pessoas vem usando termos em inglês ultimamente. Sempre achei bizarro igual.
    PS
    A atriz que fez a doutora em Mindhunter é a dubladora da personagem principal do jogo de PS3 Heavenly Sword. Descobri agora.

  • Lipe Corrêa

    Só pra avisar q o tempo dos blocos do podcast tá bem errado

    • Sushi0

      “Olha, dei uma conferida aqui no projeto da edição pelo Reaper (programa que uso pra editar) é o tempo no post tá certinho sim.”
      Era o que eu iria dizer, mas depois de baixar o programa e ouvir e vi que realmente tá com algumas diferenças porque eu fui burro pra caralho e exportei o episódio com velocidade alterada (10% mais lento do que a velocidade real) e ele acabou ficando mais longo e alterando todos os time codes…
      Perdão pelo vacilo.

  • Elon Musk Reverso. Terra 2.

    Dragon ball pra min nunca foi sobre a história , foi sempre sobre as lutas. Me incomoda menos ver gente se estapiando sem motivo que ver gente minando nos outras com “direção foda”

  • Caesar

    Curioso isso, as pessoas só assistem algo se a Netflix põe na grade deles, mas ó, The Sinner não é do Netflix não…

    • Felipe Ferreira de Oliveira

      Eu sou bem assim mesmo

  • Dimensão Interativa

    Dragon Ball Super não foi feito porque queriam contar mais uma história. A estratégia de marketing da Toei é clara: Eles queriam fazer mais Dragon Ball para vender mais coisas relacionadas a marca. Dragon Ball era uma franquia que desde os anos 90 vende para caramba, mas foi perdendo força com o tempo. Assim eles fizeram o Dragon Ball Kai para resumir a história antiga e depois o Dragon Ball Super para contar novas histórias. Ouvi dizer que tem uma cúpula na Toei apenas bolando ideias para expandir o universo de Dragon Ball da melhor forma possível. Esses dias tava na fila do médico e vi um menino com uns 8 anos no máximo com um boneco do Vegeta na mão e explicando para um adulto que estava com ele quem era esse personagem e eu fiquei impressionado de um negócio tão antigo ainda está fazendo sucesso entre a garotada, pois outros animes dessa época não tem a metade do impacto.
    Agora sobre Dragon Ball Super em si, é apenas uma repetição de ideias até onde assisti. Depois da enrolação do começo, melhora, mas mesmo assim fiquei decepcionado. Não estou acompanhando, parei na saga do Trunks do futuro. Ouvi dizer que essa nova saga é interessante por tentar colocar o Goku como vilão, já que ele fica criando situações que podem literalmente explodir universos, mas um anime que mal começou e já tem duas sagas de torneios de artes marciais é pra cabá, sendo que a saga antiga era meio que um repeteco da saga de Trunks do futuro original que voltou de forma confusa, vindo de um universo paralelo no futuro, um negócio quase tão confuso quando o último filme do exterminador do futuro e suas viagens no tempo. Eu não acho que vale a pena assistir, mas quem sou eu para julgar isso se a parada tá rendendo um caminhão de dinheiro.

  • Thiago

    Se é ruim ou não, ninguem se importa. Podcast de qse 2 horas, apenas 20minutos falando de Dragon Ball, e 90% dos comentários são apenas de Dragon Ball. É isso que a Toei quer, por isso acredito que vá continuar por muito tempo. Lá vem a comparação meio sem sentido, mas nem tanto: O proximo a encher o saco do pessoal, no sentido de estar se repetindo e nao aguentaremos mais, serao os filmes de Star Wars.

  • leonnn1

    Cara, sinner é muito fraca, a história é bem fraca os personagens não parecem pessoas e as resoluções são bem idiotas, no fim da série eu não consegui aceitar os motivos, além do que foi dito, algumas coisas não levam a nada, é difícil de comprar os motivos, é só ver pra se decepcionar.

    • losk

      Eu discordo. Vi Mindhunter e adorei, mas achei The sinner muito melhor.

      E Mell, olhei prestando atenção na história do detetive que vc criticou. O que eu entendi, foi que ele teve algum trauma quando era mais novo, o que levou ele a ser submisso. E enquanto ele ajuda a Cora ele ta se ajudando, tanto é que quando a investigação vai mal…ele precisa muito ir na amante e quando vai bem ele esquece. No fim os dois superam os traumas juntos e se recuperam. Foi o que eu entendi.

      O que realmente me incomodou na série foi o sósia do Jon snow.

      • leonnn1

        Eu não posso discutir sem dar muitos spoilers, mas é um desvio de personalidade muito difícil de engolir, tipo um cara sendo morto e aceitando a morte numa boa, isso é difícil de engolir e acho que não é spoiler já que acontece no episodio 1, tudo na serie parece exagerado e improvável, tipo a reação da irmã à outras pessoas e como ela reage a elas já que foi uma pessoa que passou a vida dentro de casa, numa cama, Spoiler(###############ou uma menina que teve o mínimo de contato social fora de casa, ou seja, quase não teve contato com outra realidade além daquela maluca dentro da casa, fazer sexo em grupo, reagir como se fosse a pessoa mais descolada do planeta, fazer sexo pela primeira vez e achar que foi a melhor coisa quando geralmente não é bem assim da primeira vez pra mulheres, porque doi e tudo mais, e por fim, desempenho atlético que muda, tem horas que ela anda de boa, tem horas que pede ajuda pra andar, e ela morreu e nem foi culpa do cara e ele morre numa boa, tipo ahh me mate aí já que eu não fiz nada de errado##########) Cara essas pessoas pra mim não são baseadas em pessoas reais, mesmo com os problemas que tem.

        • losk

          O que eu não entendi muito bem, foi o fato da irmã mais nova ter sido dada como morta antes de saberem que o corpo foi achado. Aquilo eu não entendi e acho que pode ter algum problema de roteiro.
          Acho que a maioria dos problemas que vc ta vendo é muito de suspensão de descrença.

          • leonnn1

            Sim, mas esse é o problema, eu não consigo essa suspensão de descrença pra series sobre psicologia, aí não desceu, mas é o tipo de coisa que eu gosto mesmo.

  • Em defesa do Rafael, o termo “ningen” não se traduz perfeitamente pra “humano” nem “mortal”. É qualquer criatura racional que não seja uma divindade. Não tem um termo pra isso, nem em português, nem em inglês. “Humano” fica meio esquisito, pois “ningen” também se refere a alienígenas que nós não chamaríamos de humano. “Mortal” simplesmente não faz sentido, pois em Dragon Ball os deuses não são imortais… logo eles também são mortais.

    No fim das contas não tem uma tradução perfeita, por isso a comunidade às vezes usa o termo “ningen”. Não por otakuzisse, mas por clareza.

    Ah e Dragon Ball está pra mim como Yu Yu Hakusho está pro André, então tô me coçando pra não falar mais hahahaha

    • Rafael Quina

      Obrigado por me compreender!!!! S2

  • Gabriel Azmodam

    Só digo uma coisa pra quem ficou puto com esse episódio linchamento a Dragon Ball Super:
    VEM COME MEU CU!

X