Vértice #124 (J): Invocação do Mouse

2017-11-09T14:52:20+00:00 9 de novembro de 2017|Vértice|8 Comentários

Desde que Sushi comeu uma coxinha que deixaram numa encruzilhada, as coisas nunca mais foram as mesmas: seu cabelo começou a cair, *click click* ele não conseguia mais dormir, *click click* não conseguia se concentrar *click click* e nem ao menos ir ao banheiro. *click click*

Até que, em um surto de insanidade, ele fez o pior: resolveu se juntar ao André, Rafael e a Mell para discutir o que jogaram nas últimas semanas na esperança de que a maldição o deixasse em paz ou escolhesse outro hospedeiro. E foi assim que começaram a falar do mágico Super Mario Odyssey; o carismático A Hat in Time; o inesperado jogo de Stranger Things; o já esquecido Hand of Fate 2; o estiloso e corajoso Wolfenstein 2: The New Colossus e o seguro e inexpressivo Call of Duty WWII.

Ao final das gravações, Sushi se sentia mais leve, se sentia livre. Mas também sentia que, em algum lugar, perto ou longe, aquele presença ainda existia e continuaria na mente de outra vítima: uma que não saberia o que fazer, uma que não teria um fim bonito ou satisfatório, assim como esse texto.

E nos vemos na semana que vem para o episódio de notícias. *click click*

Tá no Seu Turno!

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  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “The Song of Dragonborn”, de The Elder Scrolls V: Skyrin

  • Mario Odyssey: 00:04:33
  • A Hat in Time: 00:31:12
  • Stranger Things: 00:40:58
  • Hand of Fate 2: 00:45:36
  • Wolfenstein 2: The New Colossus: 01:06:45
  • Call of Duty: WWII: 01:32:49
  • Lançamentos: 01:43:29

  • Rodrigo Minoru Tamagusku

    Mel tinha que fazer uma apresentação ruim do mesmo nível que os outros, então ta aí uma sugestão:

    – E ao meu lado temos o André, que se atrasou pro ENEM porque ele pediu pra fazer a prova na cidade, mas o ENEM disse “Não, pro André campos”.

  • Marcelo Rodrigues Dos Santos

    Andre, “in media res” é um termo em latim, não inglês. Não precisa puxar esse sotaque, se você falar como se fala em português já vai estar mais próximo da pronúncia original : D

  • Thiago Nunes

    Recomendação pro Sushi, já que ele gosta da ideia de Hand of Fate (eu nunca joguei nenhum, mas mantive na wishlist desde quando ouvi no Extra Credits): The Curious Expedition.

    http://store.steampowered.com/app/358130/The_Curious_Expedition/

    É basicamente o mesmo conceito (simulação de board games/jogos físicos com uma pegada de roguelike em eventos aleatórios), só que com o tabuleiro principal sendo uma visão de cima de uma ilha. A temática é de exploração do século XIX, grandes embarcações, explorando tribos exóticas, etc… recomendo.

    E sim, esse tipo de jogo “simulação de boardgame single player” é bem restrito, mas cavando você acha umas coisas bacanas. Procure também Card Hunter (que inclusive é gratuito), que é combate tático simulando jogos de rpg tabletop (tipo Heroquest). Lembra muito inclusive a temática meta do Knights of Pen & Paper, mas com outra mecânica totalmente diferente

    • Sushi0

      O Card Hunter eu conhece, mas não curto tanto. Mas vou dar uma olha nesse The Curious Expedition aí, vlw <3

  • Henrique Tavares

    O joguin do Stranger Things é bem surpreendente mesmo. Eu não cheguei a terminar, também não a morrer muito, e mesmo assim acho que tinha pelo menos umas 7h, ele é beeem longo. É um jogo muito grande e detalhado pra o nível de um mobile. Tanto que parece um jogo tradicional mesmo, de movimentar personagem pelos cenários e interagir com as coisas. Acho que eu preferia que tivesse, sei lá, uma versão pra desktop, pra jogar com teclado que fosse, talvez ficasse mais agradável apesar do toque ser inesperadamente funcional.

    O que eu gostei do valor dele é não ser uma reprise da primeira temporada nem nada que acontece nada segunda. Ele se passa entre as duas, então tem bastante referências da primeira, e um pouco do contexto dos personagens e dicas leves do que poderia ter na segunda sem entregar nada relevante, o que é sempre um risco sério com qualquer trailer. Então fica aí pro pessoal aprender a fazer uma ação promocional que tenha seu valor próprio e implemente posteriormente a obra alvo. Podia ter mais coisa assim, acho que os três curtos do Blade Runner 2049 tem esse valor também.

  • Henrique

    Vou ter que concordar com o Sushi, não estou gostando muito do Odyssey e ele me lembra muito o mario 64 ( esse que eu joguei muito mas nunca gostei) e sinto que acho o galaxy era melhor (não tenho frescura contra motion controls nem no galaxy nem no odyssey) mas continuo tendo o 3dland e o 3dworld como meus jogos favoritos da serie e como os jogos 3d do mario deveriam ter sido desde o começo (eles são os jogos 3d que tem mais elementos de mario clássico 2d).

  • Judson Coelho

    Dash de Wolfenstein, André!

  • Rodrigo Souza

    Skyrim é um jogo que já deu, mas essa trilha sonora é uma ****RIA de boa!

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