Vértice #126 (J): A Gangue dos Bandidos Gatos

2017-11-23T18:24:35+00:00 23 de novembro de 2017|Vértice|25 Comentários

Mais do que criminosos, mais do que transgressores, eles são sarados, eles são gatos!

Enquanto sonham com a gangue mais gata do pedaço André, Sushi, Rafa e Mell se juntam mais uma vez para bater um papo sobre os melhores abdomens do mundo dos jogos e também sobre o que eles jogaram recentemente.

Jogos como o viciante e sempre presente Stardew Valley, o fofo e simples Super Lucky’s Tale, o surpreender e gigantesco Assassin’s Creed: Origins, o Pokémon que todos merecemos Rick and Morty: Pocket Mortys e o tocante e importante Bury Me, My Love.

E nos vemos na semana que vem para o episódio de notícias.

Tá no Seu Turno!

Tem alguma dúvida, questionamento ou tópico de discussão sobre games, a vida, o universo e métodos de ganhar dinheiro? Deixe-a nos comentários abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para vertice@jogabilida.de.

  • “Late Nite Funk Squad”, por David Tobin, Jeff Meegan e Malcolm Edmonstone
  • “Routine”, por Steve Wilson

  • Stardew Valley: 00:05:59
  • Super Lucky’s Tale: 00:23:57
  • Assassin’s Creed Origins: 00:34:00
  • Rick and Morty: Pocket Mortys: 01:05:20
  • Bury Me, My Love: 01:11:43

  • Gradash

    Só para avisar não existe registro de escravidão (como conhecemos hoje) no Egito Antigo, a única fonte que cita isto é a Bíblia que não é uma das melhores fontes e mesmo que fosse confiável, é única e você não confia em apenas uma fonte.

    Em suma no Egito antigo não existia dinheiro como conhecemos que foi criado pelos Templários durante as cruzadas (sistema baseado em crédito), assim sendo a forma principal de comércio era o escambo pré-capitalista que é o sucessor do sistema tribal (socialismo / comunismo / coletivismo) que depois é sucedido pelo capitalismo propriamente dito. Apesar de já existir o conceito inicial do dinheiro trazido pelos romanos no final do império egípcio, ele era muito limitado as castas superiores e negócios entre reinos / impérios.

    É consenso que nenhuma civilização poderia durar 3000 anos com trabalhadores escravos (como conhecemos hoje), os escravos tenderiam a se rebelar em algum momento, vide o próprio império Romano que era baseado em economia escrava e não chegou a mil anos mesmo sendo um sistema escravagista muito mais “humano” que o que tivemos nas Américas.

    Então o que fazia as pessoas trabalharem tão pesado assim se não existia pagamento com dinheiro ou escravidão propriamente dita? Imagine que seu deus pediu para você construir algo, você recusaria?

    O Faraó (lembrando que Faraó nunca existiu, o termo era usado pelos Gregos, o termo usado pelos egípcios era apenas “rei”) era considerado um descendente direto dos Deuses e um Deus vivo.

    Apenas para complementar sobre escravidão no Egito, haviam sim escravos mas eram basicamente como serviçais e em pequeno número.

    Além disto a escravidão da época era bem diferente da que conhecemos hoje pela escravidão dos negros africanos. A forma de escravidão romana não era muito com relação a trabalho depreciativo e terrível como o que aconteceu nas Américas, O sistema deles era mais como você ter um empregado no qual você dava comida e moradia em troca de seus serviços (exceto para prisioneiros) pois a servidão escrava era muitas vezes uma forma de pagar suas dívidas.

    A escravidão nas Américas era baseada na escravidão Africana que existe até hoje, uma coisa que poucos falam que os portugueses e ingleses não entravam África a dentro para obter escravos, e sim compravam eles nos portos vendidos por outros negros africanos, a escravidão era algo tão comum na cultura africana que Zumbi dos Palmares que é considerado um grande homem que lutou pela libertação de escravos no Brasil TINHA seus escravos.

    Uma forma de provar como uma economia baseada em escravidão não se sustenta, a escravidão nas Américas começou no Século XVI terminando no Século XIX, cerca de 300 anos.

    E se acha que o que fez a escravidão nas Américas durar tão menos foi que evoluímos, leia Aristóteles ou Platão e vai ver que não evoluímos um dia sequer.

    • Anderson

      “A escravidão nas Américas era baseada na escravidão Africana que existe até hoje” eu não consigo ver esse paragrafo como simples ignorância e sim desonestidade intelectual completa.

    • SmokeE3 .

      E roda?

      • Gradash

        Como temos hoje, não. Eles costumavam usar troncos. O conceito básico sim. Eles sabiam que circunferencial deixavam as coisas mais leves. Mas não tem como usar rodas em um puta deserto.

    • Capcioso

      Seu comentário mistura coisas que são verdade com outras que vc parece ter tirado de livros sobre teorias da conspiração escritos por Olavo de Carvalho

      • Gradash

        Cite exemplos.

  • FHC

    Só pra registro. Até agora tenho duas galinhas em Stardew Valley. Uma se cama Baal e a outra Lúcifer

  • Victor Malbar

    Foi impressão minha ou o André deu uma acelerada depois de falar economia na introdução, com medo do trocadilho do Vértice passado se repetir? Hahaha

  • Tony Horo

    Caramba, esse Pocket Mortys é antiguinho hein haha

    • Mellissa Pereira

      De 2016 … assim como Stardew Valley, que também falamos! 🙂

  • Não entendi a parte que vocês falaram que o Stardew Valley foi lançado em 2014.

    • Sushi0

      Na verdade falamos 2015, porém ele realmente não foi lançado em 2015, foi no comecinho de 2016.

  • Márvio

    Eu não joguei o AC Origins, mas pela reclamação do André do jogo demorar a “engrenar” seria uma adaptação depois das críticas aos anteriores? Joguei recentemente o Unity e o jogo me deu um susto quando liberei a primeira torre e vi aqueles milhões de pontos no mapa.

  • Panda

    Meus lindos, qual é a música de encerramento?

    • Sushi0

      No post tem as principais músicas dos episódios, incluindo o encerramento =D

  • Dariecão

    Eu acho muito bizarro quando alguém fala que gostava do Assassin’s creed pelo presente. Eu joguei a trilogia do Ezio e o black flag, e eu em momento nenhum liguei pro presente.
    Eu sempre achei que o 2 e o brotherhood eram os melhores da série por causa da história do Ezio, e é por isso que nenhum dos outros é tão bom. Nenhum personagem depois disso chegou perto de ter o carisma do Ezio, ou uma historia que te motive tanto a ir atrás dela.

    • Henrique Tavares

      Eu concordo bastante sobre o bizarro de alguém preferir o presente – não acho ruim e até gosto de algumas sacadas, mas não morreria se sumissem dos jogos.

      Sobre o período do Origins, você tem um ótimo argumento! Ainda assim eu acho legal, sempre quis um jogo pra ir viver o Egito, explorar as pirâmides. Pensando no motivo pra terem escolhido isso, um deles acredito que seja pelas informações daquela sociedade naquele período serem mais abundantes justamente pelos romanos estarem ali em volta. Pela jogabilidade, talvez você entrar em tumbas e coisas do tipo seja necessário já haver realmente algum abandono (ainda não joguei, estou apenas supondo isso). E também sinto um cheirinho de “vamos testar o que as pessoas acham dos romanos”, e acho que é só questão de tempo até pegarem a Roma em sua glória, e encheeeeerem de conexões com o Brotherhood.

      Sobre outras épocas do Egito, eles pode adaptar sobre o mapa pronto, eu acharia incrível se explorassem isso em DLCs.

  • Felipe Martins

    Sobre o livro que a Mel recomendou, o nome do projeto no Catarse era “Turismo de Empatia: Refugiados no Oriente Médio”, mas caso alguém quiser procurar direto nos sites das livrarias, o título está só como “Refugiados no Oriente Médio”

  • MarcusVss

    Mell, joga um jogo que chama One Shot, acho que vc vai gostar. O ideal é jogar sem ver nada sobre, mas se quiser tem um vídeo do Nautilus a respeito.

  • Yugenk

    Que bom saber que a parte do presente esta voltando, pelo que ouvi por ai sempre é que ninguém se importava com a história do presente, e pra mim essa era a parte mais interessante dos ACs.
    Não joguei o unity e revelations e não sei se perco tempo com eles (falta de tempo, tenho que escolher bem oq jogar), mas o origins to querendo jogar.

  • Diego Perreira

    O jogo de celular que o Sushi fala sobre “otome” é o mystic messenger.

  • Henrique Tavares

    Comecei a jogar o AC Origins e, André, esse começo do jogo não tá todo errado não? É tão corrido e sem contexto que quando começo a jogar me sinto como quando pulo a abertura pra testar as mecânicas. É muito estranho todo se ver num clima de vingança contra os mascarados e um ódio ao faraó sem terem mostrado nada dele. Tem um evento no final do prólogo que explica um pouco e agora já esqueci um pouco, mas começou de um jeito bem errado pra mim, até cheguei a ir no youtube ver se não acabei pulando alguma coisa sem querer.

X