Quais os primeiros jogos a usarem voz? Como limitações levaram às mais criativas soluções? Como a popularização da mídia ótica mudou a preocupação da quantidade para a qualidade? E afinal, quais nossas aplicações favoritas de vozes em jogos?
Quais os primeiros jogos a usarem voz? Como limitações levaram às mais criativas soluções? Como a popularização da mídia ótica mudou a preocupação da quantidade para a qualidade? E afinal, quais nossas aplicações favoritas de vozes em jogos?
Recebemos Tiani Pixel para discutir as origens, histórias e o funcionamento dos motores de jogos. Como era o mundo antes das primeiras engines, por que elas surgiram e como possibilitaram a revolução dos jogos indies?
Recebemos Fernando Mucioli discutir a releituras desse remake: o que foi mantido, o que foi mudado, ele é canônico afinal de contas? E também tudo que ele faz de novo, tanto para a franquia quanto para o gênero de Survival Horror.
Recebemos Gus Lanzetta e Pedro Falcão (diretamente da Socidedade História de Vídeogames do Brasil) para discutir um pouco da história, conflitos e desafios da emulação e seu importante papel na preservação dos vídeo games.
Discutimos nossas trilhas de jogos favoritas de 2018 enquanto cantamos debaixo d’água, revelamos significados em letras felizes, encontramos onomatopeias por toda parte, nos apaixonamos pelo carrilhão e dançamos seminus na Sapucaí.
É chegada a hora de discutir, barganhar, defender e quem sabe até cair na porrada para garantir que nossos jogos favoritos tenham um lugar na lista dos dez melhores de 2018. Por fim, também olhamos para o futuro e o que 2019 nos reserva.
Nos juntamos para relembrar o que foi esquecido, o que nos decepcionou e o que ainda queremos jogar do já longínquo ano de 2018. Aproveitamos também para definir o tema do ano e apostar no que vai rolar em 2019!
No começo dos anos 2000, Hideki Kamiya estragou tanto um Resident Evil que ele se tornou Devil May Cry. Recebemos Fernando Mucioli para discutir as origens, o legado, a história e os combos aéreos daquele primeiro jogo.
Em mais uma edição da nossa série que existe para nos tirar de nossas zonas de conforto, André joga Evoland II por indicação do Rafa, que joga Yakuza 0 por indicação do Sushi, que fecha o ciclo jogando Majora’s Mask por indicação do André.
Em 2008, cinco amigos de escola decidiram publicar as conversas que já tinham normalmente sobre vídeo games em formato de podcast na internet. Dez anos depois, é hora de conhecer um pouco mais da história de como tudo isso começou e terminou.
O quão importante, memorável e variada foi a lista de jogos que acompanhou o Atari 2600, o Nintendo 64, o Dreamcast ou o Xbox One? Que tipo de informação é possível extrair sobre a filosofia e a trajetória de um console através do que estava disponível em seu momento inicial?
Embarque em nossa viagem pelos galhos da yggdrasil à um mundo nórdico de deuses, gigantes e anões boca-suja, enquanto discutimos tudo que tange o conceito, desenvolvimento, história, mecânicas e toda sorte de teorias mirabolantes sobre God of War.
Recebemos Vinícius Machado (do Nautilus) para discutir a obra prima de Tim Schafer. Um point and click sem apontar e clicar, um jogo sobre morte que quase matou os adventures. Uma aventura noir num mundo asteca. Um mundo onde a morte da morte… é a vida.
Para investigar a vida e a obra de Yoko Shimomura, talvez a mais prolífica de todas as compositoras de vídeo games, voltamos às suas origens e acompanhamos sua trajetória: jogo a jogo, escutando e discutindo as trilhas que nos marcaram.
Rumo ao mundo dos mortos nórdico, recebemos os passageiros Clarice Garcia e Ivan Mizanzuk (do Anticast) para discutir as origens, significados e sentimentos de Hellblade: Senua’s Sacrifice, um dos jogos mais importantes de 2017.
É chegada a hora de definir quais foram os dez melhores jogos de 2017. Vamos todos argumentar em prol de nossos jogos favoritos, tentar chegar a um consenso e montar um Top 10 que agrade a todos. Isso não tem como dar certo.
Com uma média de 17 jogos por dia sendo lançados somente no Steam, encerramos o ano comentando alguns jogos que nos marcaram e que, na nossa opinião, deveriam ter recebido um pouco mais de carinho e atenção.
O ano de 2017 já está naquela parte da música em que se repete o refrão num tom mais alto, sabe? E para fechá-lo com chave de ouro, André, Sushi e Rafa começam celebrando suas trilhas sonoras favoritas do ano.
Recebemos a ajuda de Caio Corraini e Heitor de Paola para escolher as melhores roupas, os melhores chapéus, tirar o livre arbítrio de criaturas indefesas e discutir tudo sobre o jogo mais feliz do ano (com spoilers!).
Celebramos os dez anos do lançamento de The Witcher junto de Ricardo Regis (Nautilus) discutindo a história, mecânicas, personagens, momentos favoritos e a curiosa origem desse jogo que só foi feito porque ninguém avisou que era impossível.
Seus jogos estão mentindo! Nesse podcast, investigamos os truques, omissões, desorientações e simplesmente mentiras na cara dura que os vídeo games e seus criadores nos contam para criar toda sorte de sentimentos e imersão.
Tentamos descobrir o que aconteceu com a tripulação da Estação de Trasnferência Lunar Tacoma através de gravações em realidade aumentada, xeretagem de documentos privados e uma entrevista com o escritor do jogo, Steve Gaynor.
Reformamos nosso pacto com Douglas Pereira (o Dougão) e Fernando Mucioli (o Tengu) e partimos juntos para discutir tudo sobre o encerramento dessa trilogia de almas, chamas, morte e um pouquinho de fanservice.
Nesse mundo de atenção disputada, nos reunimos para discutir a importância (ou não) das primeiras impressões com jogos: o que os melhores e piores exemplos fazem para fisgar ou perder de vez o jogador nas primeiras horas?
Os amaldiçoados André e Sushi, vagando em busca de salvação, se vêem transportadas para o misterioso reino de Drangleic. Lá juntam-se à Rafael Quina e Raphael Salimena e, juntos, partem numa jornada para encontrar o Rei Vendrick.
André e Sushi arrancam as suas máscaras e invocam suas Personas: Heitor de Paola e Fernando Mucioli para enfrentar adultos de merda, solucionar mistérios e pegar alguém no fascinante, ambicioso e altamente japonês Persona 5.
André, Sushi e Corraini jogam cada um uma indicação do outro, e saem de suas zonas de conforto experimentando pela primeira vez Ori and The Blind Forest (Sushi), Hearthstone (André) e Bloodborne (Corraini).
Recebemos Fábio Santana e Gilsomar Livramento para discutir a importância de revistas como a Ação Games, Super Game Power, Vídeogame e, claro, a Gamers: com direito a muitas histórias de seus bastidores durante os melhores e piores momentos.
Recebemos Fernando Mucioli para discutir o passado, presente e futuro de uma banda que decidiu criar uma ambiciosa ópera rock sobre Mega Man com muito mais profundidade, drama, emoção e poesia que se poderia imaginar.
Discutimos o infame, ambicioso e pioneiro jogo do Casseta & Planeta e entrevistamos seu diretor, Eduardo Mace, para tentar entender como esta pérola brasileira veio a existir!