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DASH #36: Bioshock

Um homem não é dono de seu podcast? Não, disse Eduardo Fonseca: ele pertence aos pobres. Não, disse Ricardo Dias: ele pertence à Deus. Não, disse André Campos: ele pertence à todos. Eu rejeitei essas respostas; e ao invés delas, eu escolhi algo diferente. Eu escolhi o impossível. Eu escolhi o trigésimo sexto DASH !

Em algum lugar além do oceano está Rapture, cenário da grande obra prima de Ken Levine e sua equipe da Irrational Games. Mas antes do Bioshock que conhecemos, existiram muitos outros: conheça os jogos cancelados, as ideias abandonadas e o propósito de um cachorro na cadeira de rodas.

Saiba como uma base de pesquisa nazista se tornou uma utopia objetivista e de onde vieram todas as influências, referências e comentários políticos. Bioshock é isso tudo mesmo que dizem? Consegue se sustentar como um jogo de tiro? Envelheceu muito rapido?

Não poderíamos deixar de fora a ovelha negra da franquia, Bioshock 2. Mas será que ele realmente merece a má fama que tem? O que ele conseguiu melhorar, piorar e destruir em relação ao jogo original? E como seu DLC, Minerva’s Den conseguiu acertar em quase todos os lugares que ele errou?

Escute já, would you kindly?

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