DASH #40: Gone Home

2014-02-14T23:00:28+00:00 13 de setembro de 2013|DASH|39 Comentários

Programe o VHS, ponha sua camisa de flanela favorita, troque as pilhas do seu Walkman e pegue a fita do mais recente DASH Podcast, que completa quarenta edições e te transporta para a madrugada de 7 de junho de 1995, numa casa cheia de mistério, suspense e fichários de três anéis.

Os dashers André Campos, Ricardo Dias e Eduardo Fonseca recebem o recém chegado de uma viagem de um ano pela Europa, Heitor de Paola (Lektronik, Games on The Rocks) e também o fundador da The Fullbright Company, level designer e escritor do intrigante Gone Home: Steve Gaynor!

Juntos, discutimos tudo que há para se discutir sobre a investigação de Kaitlin Greenbriar pelo paradeiro de sua família: Por que teve uma recepção tão divisiva? Come ele brinca com nossas expectativas? O que há de tão especial nesse estilo de narrativa? Que segredos a casa, o tio Oscar e o gato Mitten escondem? Qual membro da família terá a pior semana depois dos ocorridos?

Tá No Seu Turno!

Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para contato@jogabilida.de. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.

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  • Ravi_loolpolo

    Dash saindo rápido assim? Muito bom.

    • Gustavo_lemos

      Eu não esperava por esse primeiro comentário

  • william_saito

    Opa , baixando agora

  • tancler

    na calada da noite! 🙂

  • inominavel

    Que legal …. não poderei ouvir =\ …. só depois de jogar … =\

    • Não seja tão negativo! Você poderá ouvir… depois de jogar! =D

      • inominavel

        você é amor … valeu =D

  • Panda Pedinte

    Que beleza, mais um Dash!

  • hahahahaha. E eu achando que iria esperar uma promoção pra comprar o jogo.. é…

  • huahauha já vi que deram print na carta proibida, tava pensando em jogar novamente só pra fazer isso, entre outras coisas

  • Dudley_o_Boxista

    Provavelmente ouvirei depois da próxima Steam Sale xD

  • Vou pegar pra jogar agora, e logo depois ouvir o dash 🙂
    Melhor parâmetro de jogos bons da atualidade pra mim: vocês!

  • Mister_I

    i see what you did there, na vitrine do cast.

  • Hogary

    Caraca, quem diria que teríamos Steve Gaynor no Dash!!

    No começo eu encarava o jogo como uma ficção, mas no momento que eu entrei no quarto de TV, e vi caixas de VHS do Arquivo X, e seriados, pensei "caraca, isso é mais que uma narrativa", naquele momento eu percebi o quão real era aquele lugar.

    Comigo aconteceu exatamente o que ele disse na parte da luminária, eu encontrei o "botão do quarto" antes que o jogo me dissesse que havia aquela passagem secreta ali. Me senti o melhor jogador do mundo na hora e peguei o caminho, confiando que ele era o certo, mas por causa dele eu atalhei um pedaço da historia.
    Acabou que descobri uns acontecimentos na ordem errada, e meio que quebrou meu jogo…. Me senti o pior jogador do mundo. kkkkkkkkk

  • Underleaf

    Desde que joguei esse jogo já tava aqui com meu tenis verde calçado esperando esse Dash =D

  • Foda! Estava na expectativa pra esse programa!

  • brunobbessa

    Uau, eu nem sabia que tinham arcos de história pra todos os personagens da casa. Quando eu joguei, eu me focava apenas em saber o que tinha acontecido para que a Sam e os pais sumissem. A história do Oscar, os problemas do pai e o caso que a mãe podia estar tendo, pra mim, estavam ali apenas para aumentar a imersão (afinal, os objetos de uma casa real contam muito mais que apenas uma história), e eu não esperava muitos detalhes ali.

    Além disso, depois que eu descobri que os pais tinham saído em uma viagem, foquei todos os meus esforços para saber o destino de Sam e Lonnie. Engraçado como que passei direto pelas outras histórias, tomando-as apenas como curiosidade. E, mesmo sabendo agora que "perdi" parte da narrativa, ainda fico satisfeito por ter feito exatamente o que eu faria naquela situação.

    No mais, devo dizer que o jogo é fantástico e que joguei apenas porque vocês haviam comentado (acho que em um Vértice…?). Graças a vocês, jogabilideiros, tenho conhecido vários jogos interessantes, então muito obrigado! 😛

  • Estou esperando o cartão virar para comprar esse jogo! Mais providencial que isso só um DASH sobre Papers, Please.
    =D

  • Qrüz

    Sou mais um que vai ouvir depois da sale. :/

    Mas que legal que o Heitor participou, sempre tive a impressão que ele se encaixaria bem no podcast de vocês. Eu descubro se estava certo quando ouvir. Hehe

  • ikru

    posterguei tanto quanto pude, mas, sabendo que não só fizeram um cast sobre o game como que conseguiram incluir o designer na quota de participantes, vejo que chegou a hora. acabei de comprar gone home no steam e espero que a conexão me deixe jogar ainda nesta madrugada. expectativas a mil!

  • Gabriel Valente

    Escutei o cast até a parte antes de falarem dos spoilers, mas por enquanto não vou jogar, pelo que chegaram a comentar: o preço ainda é bem salgado. Sei que não se deve julgar um game pela quantidade de horas jogadas mas sim pela qualidade das mesmas, mas ainda assim, parando pra pensar que eu gastei menos pra jogar, por exemplo, Journey, 35 reais um pouco demais pra um jogo indie. Vou aguardar uma promoção do steam, porque jogar piratex tbm já seria sacanagem com o pessoal da desenvolvedora,

  • Fred Moraes

    Opa, excelente podcast. Adoro a forma com que vocês lidam com spoilers, respeitando quem não curte e sempre avisando antes de soltá-los!
    Continuem com esse ótimo trabalho. Ansioso pelo podcast de GTAV! 🙂

  • Osvaldo

    Acabo de colocar esse cast junto com o de Braid como um dos melhores podcast que já ouvi. A entrevista com o Steve Gaynor foi muito boa e o debate entre vocês foi ainda melhor.
    Parabéns por esse excelente cast e obrigado por me fazer entender melhor todas as nuances desse jogo que vou guardar para sempre em meu coração!
    Abs!

  • hellatoons

    Ótimo cast caras e parabéns pela tradução!

  • Rafael Nonato

    Passando pra avisar que eu só comprei esse jogo por causa da tradução. Excelente cast, parabéns!!

  • Bom cast senhores. Uma duvida: como vocês gravaram? Porque, pela edição, parece que o Steve Gaynor estava a participar da conversa e entendendo toda a conversação em português. Como vocês procederam para gravar o cast? Imagino que vocês o entrevistaram e depois na edição colocaram os pedaços da entrevista na pauta. Foi isso?

    Sucesso ai e até mais.

    • Osvaldo

      Sim, foi exatamente isso que eles fizeram!
      A magia da edição (:

  • Mesmo não tendo jogado, me rendi aos spoilers deste dash, não só pela curiosidade sobre o game, e sim para saber do resultado da tradução destes senhores que só nós dão orgulho. A entrevista com o próprio Steve Gaynor ficou genial e o trabalho realizado na edição deste cast deveria (deve!) ser usado como exemplo pelas grandes emissoras pois ficou impecável!
    Mesmo após ter levado todas spoiler possíveis do jogo, ficaria impossível não querer jogar depois ouvir sobre tantos detalhes intrigantes e referencias de franquias consagradas.

    Esse é mais um cast para "Galeria de Ouro” do Jogabilida.de e Parabéns por mais um trabalho (se isso pode ser chamado de trabalho) diferenciado dentre tantos que vem sido oferecido aos fans de video game e do Jogabilida.de que acompanham a trajetória de vocês a muito tempo.

    Sucesso e no mais nada mais…

  • Miles_SOTE

    Realmente um jogo que vale a pena, só achei meio caro pelo tempo gasto .-.
    E mais uma vez, obrigado pela tradução senão não seria possível essa experiência =)

  • chicomoreira

    Pensei que eu ia ser o único insensível com a relação das garotas mas , Sushi, tamo junto ! 😀

    Não dá pra falar que a história não cative e seja até emocionante no final, mas se pararmos pra pensar ,ela,é bem padrão de: menina encontra cara diferentão e descolado / se apaixona por ele mas fatalmente precisam se separar / cara desiste de tudo pela garota.

    O último emprego da Sam foi um de meio período em uma lanchonete, a Lonnie acho que era sustentada pela mãe e acabou de abandonar uma carreira. Na minha opinião elas iam se encontrar, dar umas voltas de carro, quem sabe, talvez, ir pra um motelzin, desestressarem, se tocarem do que estavam fazendo, voltar pra casa da Sam e ainda da uma geral na casa pra ninguém desconfiar. 😀

    A sacada nessa história é trocar a relação hetero por uma relação homossexxxual.

    De todas as histórias, a que eu achei mais legal foi a do pai, indo das tentativas de publicar seus romances , a editora pulando fora por causa das vendas, levar uma encarcada por escrito por causa do seu desempenho no serviço de reviewer que ele provavelmente aceitou em primeiro lugar pelas dificuldades com os romances. Isso claro, sem contar o que tava acontecendo com a esposa dele e o possível Ricardão. Da pra criar empatia por ele.

    Ver os livros re-lançados com capas novas pela outra editora e a carta dele super empolgado sobre uma chance de publicar o final da trilogia foi gratificante.

    E, claro, parabéns pelo ótimo cast.

    • Lucas

      Gostei Bastante da História do Pai Também. Mas quanto a história das garotas, sei não, acho que elas iriam um pouco mais longe que isso, já que a Lonnie me deu a impressão de ser uma garota mais "auto-sustentável" do que você achou. Mas Quanto a Sam, realmente, no geral ela só parece uma fiihinha de Papai pra mim.

  • B0NATTI

    Passei o jogo todo praticamente igual o Heitor…. "é terror" "ah, não é" "MALDITO! ME ENGANOU E É TERROR" "opa, errado" "AI CARALHO!"…
    Achei fantástico como o jogo brincou com minhas expectativas o tempo todo. E fiquei feliz em ter jogado sem ter certeza do que era…. foi basicamente o que fiz com To The Moon (posso dizer que um jogo Indie não me marca de verdade desde dele, por sinal).

    Uma coisa que não lembro de terem comentado no Cast… em quando você acha o tabuleiro de ouija, você acha uma carta também de uma "conversa" das meninas com o Oscar… e ela ta cortada. Se não me engano elas perguntam "o que você quer" e está escrito algo como "I want to come ba" e ai corta ai… nesse momento eu pensei "fodeu, as filhas da puta invocaram o fantasma do cara, se assustaram, chutaram a caneta e agora o espirito dele ta preso, fodeu".

    Outra coisa que eu pensei ao acabar o jogo foi que a Sam planejou todo o esquema de você achar o diário e os detalhes em partes por que, se ela escrevesse "virei lésbica e fugi com meu amor adolescente" você só ia ficar puto com ela…. ai ela criou um drama ainda pior, para você achar que tinha fantasma, que ela matou todo mundo e os caralho e depois você pensar "ah, ela só virou lésbica e fugiu com o amor adolescente, ufa!".

    E Sushi, tamo junto… no final, depois que passou o choque e eu comecei a pensar de verdade não saia da minha cabeça "duas adolescentes fugindo de casa? Vão viver do que? Amor e a musica ruim da Lonnie?".

    E agora é aguardar Gone Home 2 com a Katie escrevendo cartas para o psicologo dela descrevendo como ela descobriu em um dia que a família dela se destruiu em 1 ano, hahaha.

  • Juliano

    Sei la porque, mas este podcast me lembrou o nowloading…

    Existe uma idéia errada sobre o simbolo do pentagrama, caso seja de interesse, o Pato Donald explica melhor em Donald no Pais da Matemágica

    Mundo bom o podcast!

  • Lucas

    Tipo, no meu jogo eu coloquei o tabuleiro Ouija na mesa e depois quando eu voltei, ele não estava lá(TAN! TAN! TAN!).

    Então, COMO RAIOS NÂO ACONTECE NADA SE VOCÊ COLOCAR O TABULEIRO OUIJA NA MESA!

    And Steve Gaynor, Would you Kindly Bring Back My Ouija table on the next update of Gone Home?

    PS: História Verídica.

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  • Engraçado, esse Dash foi o primeiro Dash, na verdade o primeiro podcast que eu me identifiquei muito com a reação dos participantes, porque é ironico quando, por exemplo, eu entrar na casa, toda vez que dava aquele trovão eu tomava um susto, ligava todas as luzes, enfim, eu me centrei bastante na história da sam, porque alem de fato eu querer saber da história dela, tinha alguns textos que eu não tinha muito saco pra ler, como os contos que estavam espalhados pela casa, e eu, é claro, eu pensava que fosse um jogo de terror, tanto que eu aquietei, falei, porra, isso não é jogo de terror, mas quando vi aquela tabua de uijia(sei la como escreve) eu falei, fodeu, a sam usou os pais em um ritual satanico e no final todo mundo vai morrer, é engraçado como ele brinca com sua expectativa sem te fazer sentir violado pelo jogo.
    Quando terminei o jogo eu senti um vazio, Gone Home é um jogo que eu não consigo dizer que é ruim, mas entendo do porque as pessoas acham ruim, é um jogo que eu não recomendaria a qualquer um e se ouviu esse podcast sem joga-lo, não creio que vale a pena, é um jogo único, não é o melhor do genero mas…. não sei, é muito dificil de explicar, é como ficar sem sentimento por algo mas ao mesmo tempo muito feliz. Enfim cast do caralho, quando eu falo que o dash é o melhor podcast pensam que é fanboyzisse, os caras trazem o GAMEFUCKINGDESIGN do gone home e falam que é fanboyzisse, eu recomendaria esse jogo, se eu não falasse tanto dele

  • Pingback: InfecÃ()

  • Barata

    Acabei de ouvir (só terminei o jogo ontem) realmente o sentimento no final do jogo é estranho(vc espera por algo o jogo todo e ele nao acontece, mas vc adora o resultado), muito bom esse dash parabens pela entrevista e pela tradução. Só senti falta de falarem sobre as musicas que eram espetaculares.

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